Clipe mostra cena do filme de Billie Eilish na Disney+
A cantora Billie Eilish divulgou o clipe de “Oxytocin”, extraído do filme “Happier Than Ever: A Love Letter To Los Angeles”, produzido para a plataforma Disney+. O vídeo é uma cena da produção, que inicia com a cantora transformada num desenho animado, no melhor estilo Disney, antes de passar para a gravação de um show realizado sem público no Hollywood Bowl. Dirigido pelos cineastas Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”) e Patrick Osborne (vencedor do Oscar pelo curta animado “O Banquete”), o especial incluiu elementos de animação para levar os espectadores a uma jornada onírica por Los Angeles e seus cenários mais icônicos. Enquanto a produção da Apple, “Billie Eilish: The World A Little Blurry”, abria a casa e a intimidade da cantora para falar do começo de sua carreira e seu primeiro álbum, o novo especial traz a estrela já consagrada nas ruas de sua cidade natal e numa apresentação ao vivo do material de seu segundo disco – com direto à acompanhamento da Orquestra Filarmônica de Los Angeles. Uma curiosidade sobre os músicos que acompanham Billie e seu irmão-parceiro Finneas na apresentação é que entre eles há um brasileiro, o violinista/guitarrista virtuoso Romero Lubambo, que desde 1985 vive nos EUA. O especial, que também ganhou um título em portinglês (“Happier than Ever: Uma Carta de Amor para Los Angeles”), chegará à Disney+ na sexta-feira (3/9).
Camila Cabello vira Cinderela em clipe do musical da Amazon
A produção do musical de “Cinderela” divulgou o clipe de uma de suas canções, “Million to One”, cantada por Camila Cabello. O vídeo inclui várias cenas do filme, que será lançado pela Amazon Prime Video na sexta-feira (3/9). Balada genérica sem passagens marcantes, a faixa também serve de prévia para um musical que não empolgou a crítica. As primeiras resenhas foram bastante desfavoráveis na comparação com as versões live-action da Disney, inclusive a versão musical de 1997, feita para a TV com a cantora Brandy no papel principal. “Million to One” é a rara composição original da trilha, que é formada basicamente por covers de hits conhecidos. O musical é baseado em uma ideia do ator e apresentador James Corden (“Caminhos da Floresta”), que também está no elenco como um dos ratinhos amigos de Cinderela, junto com Idina Menzel como a Madrasta, Billy Porter (“Pose”) como a Fada Madrinha, Minnie Driver (“Speechless”) como a Rainha Beatrice, Nicholas Galitzine (“Compartilhar”) como o Príncipe Robert e Pierce Brosnan (“Mamma Mia!”) como o Rei. Já a direção é assinada por Kay Cannon, roteirista-criadora da franquia “A Escolha Perfeita”, que debutou como diretora em 2018 com a comédia “Não Vai Dar”.
Novos trailers de “007: Sem Tempo Para Morrer” anunciam final da saga de James Bond
A MGM e a Universal divulgaram novos trailers de “007: Sem Tempo Para Morrer” repletos de cenas de ação e lembretes de que este é o final da saga da atual versão do personagem. Dirigido por Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”), “007: Sem Tempo Para Morrer” marca a despedida de Daniel Craig do papel de James Bond e envolve um segredo de Madeleine Swann (Léa Seydoux), a paixão do agente secreto 007, relacionado ao vilão da vez, o deformado Safin (Rami Malek). Isto faz o espião que amava embarcar numa última missão, aliando-se a velhos amigos. Chamar de amigo o vilão Blofeld (Christoph Waltz), de “007 Contra Spectre” (2015), é um pouco exagerado. Mas os demais, M (Ralph Fiennes), Q (Ben Whishaw) e Eve Moneypenny (Naomie Harris) apoiam Bond desde “007: Operação Skyfall” (2012). Além deles, o filme traz de volta o parceiro mais antigo do 007 de Craig na franquia, o agente da CIA Felix Leiter (Jeffrey Wright), visto em “007: Cassino Royale” (2006) e “007: Quantum of Solace” (2008). Mas também há novas aliadas, encarnadas por Ana de Armas (“Blade Runner 2049”) e Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), que interpreta uma nova 007. Originalmente previsto para março do ano passado, o longa sofreu vários adiamentos até definir que vai mesmo chegar às telas em 30 de setembro no Brasil – e “somente nos cinemas” como reiteram os vídeos.
Netflix vai lançar novo “Massacre da Serra Elétrica”
A Netflix vai lançar o próximo longa da franquia de terror “O Massacre da Serra Elétrica”. A plataforma adquiriu os direitos de distribuição após negociações com o estúdio Legendary, que pretendia exibir o filme nos cinemas. A Legendary não estava muito satisfeita com o projeto e chegou a demitir os diretores Andy e Ryan Tohill (de “The Dig”), que estavam à frente da produção, devido a “diferenças criativas”. Os irmãos foram demitidos e o diretor de fotografia David Blue Garcia (“Blood Fest”) promovido à direção. Garcia já tinha experiência na função, tendo rodado o thriller “Tejano” com um orçamento de US$ 58 mil, além de vários comerciais. De quebra, é natural do Texas. O novo “Massacre da Serra Elétrica” será uma continuação direta do longa original de 1974, dirigido por Tobe Hooper. Isto significa que o filme vai ignorar todas as sequências posteriores – exatamente como a Universal fez com “Halloween”. O problema é que não é a primeira vez que isso acontece com esta franquia. A produção está a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (do remake de “A Morte do Demônio” e “O Homem nas Trevas”) e o elenco inclui Elsie Fisher (“Oitava Série”), Sarah Yarkin (“Motherland: Fort Salem”), Jacob Latimore (“Maze Runner”) e Moe Dunford (“Vikings”). O novo “O Massacre da Serra Elétrica” será o nono filme da franquia ao todo, e o primeiro desde “Leatherface”, de 2017, um prólogo que buscou mostrar a origem do assassino.
Festival de Veneza estende tapete vermelho para o cinema mundial
O Festival de Veneza inicia nesta quarta (1/9) sua 78ª edição com uma presença expressiva de astros e estrelas, após ter se tornado o primeiro evento de cinema a estender seu tapete vermelho à participação presencial durante a pandemia no ano passado. Com o avanço da vacinação, o festival ensaia a volta à normalidade, com lançamentos de impacto que tendem a render assunto até o próximo ano. Afinal, foi Veneza que recebeu em primeira mão filmes como “Nomadland” (2020), “Coringa” (2019) e “A Forma da Água” (2017), todos premiados com o Oscar meses depois. A seleção de 2021 inclui os títulos da Netflix que Cannes boicotou e obras de vários cineastas consagrados. Entre os diretores que competirão pelo Leão de Ouro estão o espanhol Pedro Almodóvar, a neozelandesa Jane Campion, o italiano Paolo Sorrentino e o chileno Pablo Larraín. Almodóvar abre a competição com “Mães Paralelas”, em que ele aborda um de seus temas favoritos: maternidade e família. Paolo Sorrentino, que já tem um Oscar no currículo, traz “The Hand of God”, baseado em sua juventude, que conta como torcer por Maradona salvou sua vida. Jane Campion comparece com “The Power of the Dog”, lançamento da Netflix sobre uma guerra entre irmãos. E Pablo Larraín apresenta “Spencer”, em que Kristen Stewart vive a Princesa Diana. A seleção competitiva ainda exibirá os novos trabalhos da inglesa Ana Lily Amirpour, que já foi reconhecida em Veneza por “Amores Canibais” (2016), e do francês Stéphane Brizé, que recebeu o Prêmio da Crítica por “A Vida de uma Mulher” (2016), além da estreia na direção da atriz americana Maggie Gyllenhaal, que participou do júri da recente edição do Festival de Cannes, entre outros. A lista também têm muitos filmes de cineastas latino-americanos, como o casal argentino Gastón Duprat e Mariano Cohn com seu filme ““Official Competition”, protagonizado por Penélope Cruz e Antonio Banderas, o mexicano Michel Franco, que depois de ter impactado a edição passada com “Nova Ordem” retorna com “Sundown”, o venezuelano Lorenzo Vigas, vencedor do Leão de Ouro em 2015 por “De Longe Te Observo”, que volta a competir com “La Caja”, sem esquecer o uruguaio Rodrigo Plá e o boliviano Kiro Russo na mostra Horizontes. Já o Brasil, que tem seu cinema sufocado pela política anticultural de Bolsonaro, ficou fora da competição principal. Mas comparece com o curta “Ato”, dirigido por Bárbara Paz, premiada na edição de 2019 pelo documentário “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou”, e o longa “7 Prisioneiros”, produção da Netflix dirigida por Alexandre Moratto e estrelada por Rodrigo Santoro e Christian Malheiros, na mostra Horizontes e Horizontes Extra, além de “Deserto Particular”, de Aly Muritiba, na seção paralela Venice Days. A participação dos grandes filmes de Hollywood também ficou restrita às sessões de gala fora da competição, com a exibição das novas produções de Denis Villeneuve (“Duna”), Ridley Scott (“O Último Duelo”), Edgar Wright (“Noite Passada em Soho”) e David Gordon Green (“Halloween Kills”). “A qualidade média dos filmes está mais alta que o normal”, declarou o diretor do Festival, Alberto Barbera, ao revelar os títulos. “É como se a pandemia tivesse estimulado a criatividade”, acrescentou. A responsabilidade por premiar os melhores estará nas mãos do júri presidido pelo cineasta sul-coreano Bong Joon-ho, vencedor do Oscar por “O Parasita”. A exibição dos filmes da 78ª edição do Festival de Cinema de Veneza vai se estender até 11 de setembro e também prestará homenagens à atriz americana Jamie Lee Curtis e ao ator italiano Roberto Benigni com Leões de Ouro honorários pelas realizações de suas carreiras.
Ator de “O Idiota do Meu Irmão” cometeu suicídio
A polícia de Millersville, na Pensilvânia (EUA), revelou nesta segunda (30/8) a causa da morte de Matthew Mindler, que ficou conhecido aos 9 anos de idade pelo filme “O Idiota do Meu irmão” (2011). O ator de 19 anos foi dado como desaparecido após não voltar para seu dormitório no campus da Universidade de Millersville na noite de terça-feira (24/8) e faltar às aulas durante a semana. Ele foi encontrado morto no último sábado (28/8) em uma área próxima à instituição de ensino. O médico legista do condado anunciou que Mindler cometeu suicídio. A revelação foi feita pelo site TMZ, mas a polícia ainda espera o resultado do exame toxicológico para ter mais detalhes. “O Idiota do meu Irmão” foi lançado em 2011 e trazia Mindler como o filho frustrado de Steve Coogan e Emily Mortimer, que precisa ceder seu quarto para o tio maconheiro Paul Rudd, num elenco que ainda incluía Elizabeth Banks, Zooey Deschanel e Rashida Jones. Depois do filme, ele fez alguns especiais de TV e o telefilme “Chad: An American Boy” (2016), mas sua carreira não foi adiante. Caso esteja pensando ou conheça alguém pensando em suicídio, procure ajuda no CVV e os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade. O CVV (https://www.cvv.org.br/) funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil.
Rocketeer vai ganhar novo filme na Disney+
A Disney+ vai lançar um filme baseado no personagem de quadrinhos Rocketeer. E, para variar, será uma produção racialmente diversa da concepção original. Intitulado “The Return of the Rocketeer”, o filme tem roteiro de Edward Ricourt (“Truque de Mestre”) e está sendo produzindo pelo casal David e Jessica Oyelowo, por meio de sua produtora Yoruba Saxon. David Oyelowo, que interpretou Martin Luther King em “Selma”, está considerando estrelar a produção. O projeto do reboot foi anunciado pela primeira vez em 2016 com planos de ser estrelado por uma mulher negra, e na época foi bastante criticado pelos fãs da obra original. Mas como diria uma roteirista brasileira sobre polêmica racial de poucos anos atrás, isso “foi há muito tempo”. Criado em quadrinhos por Dave Stevens em 1982, Rocketeer era uma homenagem aos antigos seriados de aventura dos anos 1930 e 40. A trama acompanhava Cliff Secord, um piloto destemido que descobre um misterioso jetpack em 1938 que lhe permite voar. Além do visual baseado no seriado “O Homem Foguete (1949), os quadrinhos também conquistaram muitos fãs por conta da namorada do protagonista, Betty (Jenny no cinema), baseada na famosa pin-up Betty Page. O personagem ganhou um filme em 1991, estrelado por Billy Campbell (da série “The Killing”) e Jennifer Connelly (que dez anos depois venceu o Oscar por “Uma Mente Brilhante”), e dirigido por Joe Johnston, que depois revisitou o período em outra adaptação de quadrinhos, “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011). A nova versão vai acompanhar um piloto aposentado da cidade de Tuskegee que assume o manto do Rocketeer. A época em que a trama se passa não foi divulgada, mas Tuskegee ficou famosa por ter sido a cidade onde foram conduzidas experiências médicas anti-éticas com a população negra nos anos 1930. Além desse projeto, a Disney lançou uma série animada passada nos dias de hoje, em que Rockeeter é vivido por uma menina. A produção está disponível na Disney+ e conta com participação especial de Billy Campbell dublando um descendente do Rocketeer original.
Série baseada em “Academia de Vampiros” anuncia elenco central
A plataforma Peacock divulgou o elenco central da série baseada em “Academia de Vampiros”, coleção de best-sellers da escritora Richelle Mead. A série está sendo desenvolvida por Julie Plec, que virou especialista em produções sobre vampiros juvenis. Ela também é criadora de “The Vampire Diaries” e seus spin-offs, “The Originals” e “Legacy”. Na nova atração, ela está trabalhando ao lado de Marguerite MacIntyre, que viveu a xerife Lis Forbes em “The Vampire Diaries” e revelou seus talentos de roteirista em “The Originals”. Com o nome original da saga, “Vampire Academy” em inglês, a série vai levar às telas uma história que se estende por seis livros e se passa em uma escola de elite. A trama retrata um mundo em que vampiros são a classe dominante, uma aristocracia cheia de privilégios e glamour, que tem seu status colocado em cheque quando a amizade entre uma jovem vampira da nobreza e uma adolescente quase comum transcende suas diferenças, em meio a conspirações e uma tentativa de golpe pela liderança dos vampiros. Sisi Stringer (“Mortal Kombat”) e Daniela Nieves (“Sex Appeal”) ficaram com os papéis principais, respectivamente como Rose Hathaway, uma Dhampir, metade humana metade vampira, que atua como guardiã dos Moroi, e a princesa Lissa Dragomir, uma vampira da realeza Moroi, que apesar da falta de interesse em política se vê empurrada para o trono por uma morte repentina em sua família. O resto do elenco inclui Kieron Moore (“Sex Education”), André Dae Kim (“Degrassi”), J. August Richards (“Agents of SHIELD”), Anita-Joy Uwajeh (“Lucky Man”), Mia McKenna-Bruce (“The Dumping Ground”), Rhian Blundell (“Torchwood: Believe”), Jonetta Kaiser (“Breakwater”) e Andrew Liner (“Grown-ish”). A escalação reflete a tendência de maior integração racial nos elencos das produções de Hollywood. Chega a ser informativo comparar este elenco com a adaptação cinematográfica do primeiro livro, lançada há apenas sete anos, que trazia duas atrizes brancas, Zoey Deutch e Lucy Fry, nos papéis principais. Mais destoante ainda, em todo o elenco havia apenas duas intérpretes negras, cujos papéis nem fazem parte do casting anunciado para a atração televisiva. Veja abaixo as fotos do novo elenco e compare com o trailer legendado do filme dirigido por Mark Waters (“Meninas Malvadas”) em 2014.
Ethan Hawke e Ewan McGregor viverão irmãos em filme da Apple TV+
Os atores Ewan McGregor (“Aves de Rapina”) e Ethan Hawke (“Juliet, Nua e Crua”) vão estrelar “Raymond and Ray”, filme em que vivem irmãos, para a Apple TV+. Com roteiro e direção de Rodrigo Garcia (“Albert Nobbs”), o filme vai acompanhar os irmãos Raymond (McGregor) e Ray (Hawke), filhos de mães diferentes que viveram na sombra de um pai terrível. De alguma forma, eles mantêm um senso de humor e o funeral do pai permite que eles se reinventem com raiva, dor e loucura. Garcia já tinha dirigido McGregor em “Últimos Dias no Deserto” (2015), em que o ator inglês viveu Jesus, e vai começar as filmagens após encerrar a pós-produção de outro trabalho para uma plataforma de streaming: “Santa Evita”, minissérie sobre o cadáver de Eva Perón, que terá lançamento internacional pela Star+. “Raymond and Ray” tem produção do cineasta mexicano Alfonso Cuarón, vencedor do Oscar por “Gravidade” e “Roma”, e se junta a outras iniciativas cinematográficas da Apple, que prepara os lançamentos de “Emancipation”, do diretor Antoine Fuqua com Will Smith, e “Killers of the Flower Moon”, de Martin Scorsese com Leonardo DiCaprio e Robert De Niro.
“Jungle Cruise” vai ganhar continuação
A Disney vai produzir uma continuação para “Jungle Cruise”. Embora o estúdio ainda não tenha feito anúncio oficial, a produção foi confirmada por todas as publicações de prestígio de Hollywood nesta segunda (30/8). O projeto veio à tona um dia após “Jungle Cruise” ultrapassar a marca de US$ 100 milhões de arrecadação nas bilheterias dos EUA e Canadá. O valor é considerável notável para a época da pandemia e principalmente para um lançamento híbrido, que chegou ao mesmo tempo nos cinemas e na plataforma Disney+. No resto do mundo, porém, o faturamento foi menor que o esperado, com US$ 87 milhões em mais de 50 países após um mês em cartaz. “Jungle Cruise” foi inspirado num dos passeios mais antigos da Disneylândia, inaugurado em 1955, onde as pessoas viajam a bordo de um barco pitoresco pelo rio de uma selva povoada por animais e tribos “selvagens”. A adaptação de cinema transformou o passeio numa aventura com a premissa típica dos filmes de Indiana Jones: uma busca incansável para encontrar uma “coisa mágica”, perdida em lugar remoto, que pode mudar o mundo, mas que é guardada por “algo sobrenatural” e cobiçada também por inimigos com recursos superiores. O roteirista Michael Green (“Logan”), um dos autores do hit, já está escrevendo a continuação, que será dirigida pelo mesmo cineasta, o espanhol Jaume Collet-Serra. Além disso, os contratos dos astros Dwayne Johnson e Emily Blunt já previam a possibilidade de retorno para uma continuação. Assim, eles reprisarão seus papéis como o capitão Frank Wolff e a pesquisadora intrépida Dr. Lily Houghton, respectivamente. Ainda não há previsão para o começo da produção, porque todos estão envolvidos em outros projetos. Entre os trabalhos atualmente em desenvolvimento pela equipe há até um filme que volta a juntar Collet-Serra e Johnson: a superprodução “Adão Negro”, adaptação dos quadrinhos da DC Comics, previsto para julho de 2022.
Aumenta a queda de público nos cinemas do Brasil
O público dos cinemas brasileiros continua caindo, após o mercado sugerir uma recuperação. O passar das semanas demonstrou que os picos eram exceção e ligados ao lançamento de três blockbusters apenas: “Velozes e Furiosos 9”, “Viúva Negra” e “O Esquadrão Suicida”. Ao todo, 491,6 mil espectadores foram aos cinemas e gastaram R$ 9,1 milhões na compra de ingressos no último fim de semana passado, segundo dados da consultoria Comscore. Os números representam a terceira queda consecutiva. Em comparação com o fim de semana passado, quando 517,7 mil pessoas foram aos cinemas, a queda foi de 5%. Números semelhantes de público e bilheteria foram registrados no mês de junho. Vale lembrar que o recorde de público da pandemia aconteceu no fim de semana de estreia de “Viúva Negra”, quando 1 milhão de ingressos foram vendidos. Desde então, as vendas desabaram mais de 50%. “Free Guy – Assumindo o Controle”, novo filme de Ryan Reynolds, foi o título mais visto pela segunda semana consecutiva. O longa levou 100 mil pessoas aos cinemas e gerou R$ 1,9 milhão em ingressos vendidos. Já veterano no ranking, “O Esquadrão Suicida” foi o segundo filme com maior público no período, com 93,2 mil espectadores e R$ 1,7 milhão em bilheteria. “A Lenda de Candyman”, por sua vez, não conseguiu repetir no Brasil o sucesso que teve nos Estados Unidos, onde abriu em 1º lugar. A estreia do terror não passou do 5º lugar, com R$ 849 mil de bilheteria. Antes dele, aparecem ainda o lançamento “O Infiltrado”, filme de ação com Jason Statham, que fez R$ 1,5 milhão, e a animação “O Poderoso Chefinho 2”, com R$ 1,2 milhão arrecadados. Veja abaixo o Top 10 das bilheterias brasileiras, segundo a Comscore. #Top10 #filmes #bilheteria #cinema FinalSem 26-9/8:1. Free Guy 2. Esquadrão Suicida3. Inflitrado 4. Poderoso Chefinho 25. A Lenda de Candyman6. Pedro Coelho 27. Velozes e Furiosos 98. O Homem das Trevas 29. Space Jam10. Caminhos da Memória — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) August 30, 2021
Documentário sobre a banda The Velvet Underground ganha trailer
A Apple TV+ divulgou o trailer do documentário de Todd Haynes (“Carol”) sobre a banda The Velvet Underground, que revolucionou o rock nos anos 1960 e influencia novos artistas até hoje. A prévia oferece um passeio pelo lado selvagem das ruas então imundas de Nova York e a cena cultural criada em torno da Factory, um misto de estúdio de arte, estúdio de cinema e club de rock de Andy Warhol, incluindo cenas de arquivo com imagens da banda de Lou Reed, John Cale, Sterling Morrison e Maureen “Mo” Tucker, além de depoimentos inéditos dos sobreviventes daquele período. O filme tem o apoio dos últimos membros sobreviventes do Velvet Underground, os músicos John Cale e Mo Tucker, e de Laurie Anderson, a artista que foi parceira de vida do cantor Lou Reed. Formada em 1966, Velvet Underground foi a antítese das bandas hippies da época. Enquanto os psicodélicos da Califórnia pregavam paz, amor e lisergia com músicas ensolaradas, a banda nova-iorquina investia em roupas pretas, óculos escuros e microfonia para exaltar o sadomasoquismo e as drogas mais pesadas, como heroína. Eram apadrinhados pelo artista plástico Andy Warhol, que fez a capa de seu primeiro disco, mas que também lhes impôs a cantora-modelo Nico como vocalista, com quem só gravaram um disco. Após cantar algumas das melhores músicas da banda, ela teve ajuda de Cale e Reed para se lançar em carreira solo. Eventualmente, os próprios Cale e Reed largaram o Velvet Underground, que acabou implodindo. A banda nunca fez sucesso em sua época. Mas sua repercussão a tornou lendária, como fomentadora do rock das décadas seguintes. Ela é citada como maior influência por David Bowie – que fez questão de produzir Lou Reed como artista solo – , Patti Smith, Joy Division, The Jesus and Mary Chain, Sonic Youth, My Bloody Valentine, Nirvana e The Strokes, para citar só alguns dos roqueiros que impactou. Intitulado “The Velvet Underground”, o documentário foi recebido com aplausos e elogios rasgados em sua première no Festival de Cannes deste ano, atingindo 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O filme é a quarta obra roqueiro do diretor Todd Haynes, que começou a chamar atenção com “Velvet Goldmine” (1998), filme sobre artistas fictícios do rock glam, gênero influenciado pelo Velvet Underground, que incluía um personagem inspirado em Lou Reed. Ele também dirigiu “Não Estou Lá” (2007), baseado na vida de Bob Dylan, e, antes de tudo isso, um curta animado com bonecas sobre a cantora Karen Carpenter, “Superstar: The Karen Carpenter Story” (1988). A estreia está marcada para o dia 15 de outubro.
“Os Mercenários 4” terá Stallone, Megan Fox, 50 Cent e Jason Statham
Os estúdios Lionsgate e Millennium oficializaram a produção de “Os Mercenários 4” e anunciaram o elenco de astros de ação da produção. Além do criador da franquia, Sylvester Stallone, o filme voltará a contar com Jason Statham, Dolph Lundgren e Randy Couture, que apareceram nos três longas anteriores, e ainda receberá os reforços de Curtis “50 Cent” Jackson (“Power”), Megan Fox (“Tartarugas Ninja”) e Tony Jaa (“Monster Hunter”). A direção está a cargo de Scott Waugh (“Need for Speed: O Filme”), um dublê que virou diretor de filmes de ação, e as filmagens já vão começar em outubro. A história foi escrita por Spenser Cohen (“Extinção”) e revisada por Max Adams (da série “Six”) e John Joseph Connolly. Os detalhes da nova trama que vai juntar o grupo de mercenários estão sendo mantidos em sigilo, mas fontes da revista The Hollywood Reporter apontam que, desta vez, o protagonismo não estará a cargo de Stallone, mas de Jason Statham, além de haver bastante destaque na ação para Fox como a protagonista feminina. Além de estrelar, Statham também é um dos produtores do novo filme. “É muito divertido reunir essas estrelas para um filme de ação sem limites”, disse Jason Constantine, presidente de aquisições e co-produções do Lionsgate Motion Picture Group, no comunicado sobre a produção. “O novo filme aumentará as apostas e será a maior e mais arregaçadora aventura de todos os tempos.” Ainda não há previsão para a estreia.












