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  • Filme

    Festival Mix Brasil exibe filmes que deram o que falar em 2021

    10 de novembro de 2021 /

    O Festival Mix Brasil, principal evento cultural LGBTQIAP+ do Brasil, começa nesta quarta (10/11) com uma programação para cinéfilo nenhum botar defeito. Serão ao todo 117 filmes, além de peças de teatro, debates sobre literatura queer, oficinas, shows musicais e até um tributo ao cantor Ney Matogrosso, o homenageado desta edição, que se estende até 21 de novembro. Dentre os destaques da programação cinematográfica estão “Deserto Particular”, filme de Aly Muritiba que representará o Brasil na busca por uma vaga no Oscar 2022, e “Benedetta”, drama de freiras de Paul Verhoeven que chocou em Cannes 2021. Desta vez num formato híbrido, com sessões presenciais e exibições online — por meio da plataforma Sesc Play — , o festival começa às 20h, justamente com a exibição de “Benedetta”, numa sessão presencial no CineSesc. Entre os destaques da seção Panorama Internacional há muitos outros longas inéditos que deram o que falar no circuito dos festivais, como “A Fratura” de Catherine Corsini, vencedor do Queer Palm no Festival de Cannes, “Instruções de Sobrevivência” de Yana Ugrekhelidze, que levou o Prêmio Teddy no Festival de Berlim, “Being BeBe – A História de BeBe Zahara Benet, documentário sobre a primeira vencedora de “RuPaul’s Drag Race”, e “Bliss”, de Henrika Kull, que integrou a seleção oficial das mostras Panorama da Berlinale, Frameline e Queer Lisboa. A seleção nacional destaca sete obras que concorrem ao Coelho de Ouro de Melhor Filme. Além de “Deserto Particular”, a lista traz “A Primeira Morte de Joana” de Cristiane Oliveira, “Até o Fim” de Glenda Nicácio, “Vênus de Nyke” de André Antônio, “Deus Tem AIDS” de Fábio Leal e Gustavo Vinagre, “Madalena” de Madiano Marcheti e “Máquina do Desejo” de Joaquim Castro e Lucas Weglinski E tem muito mais, com diversos títulos em sessões e mostras especiais, incluindo “Perto de Você”, de Cássio Kelm, que terá sua estreia internacional na próxima edição do IDFA, um dos mais importantes festivais de documentários do mundo. O evento é uma realização da Associação Cultural Mix Brasil, Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura e conta com a iniciativa da Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio de Mercado Livre, Itaú e Spcine e apoio de Sesc e Biblioteca Mário de Andrade.

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  • Filme

    Nicole Kidman vira Lucille Ball em trailer de filme biográfico

    10 de novembro de 2021 /

    A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o primeiro teaser de “Being the Ricardos”, filme que transforma Nicole Kidman e Javier Bardem em Lucille Ball e Desi Arnaz, casal icônico que estrelou o famoso sitcom “I Love Lucy” (1951-1957). A prévia destaca os bastidores da produção, optando por só mostrar Kidman como Lucy numa cena rápida, que troca a cor apresentada até então pelo preto e branco de um episódio clássico da série antiga, que revolucionou as comédias televisivas. A trama se passa durante uma semana de produção de “I Love Lucy”, quando Lucy e Desi enfrentam uma crise que pode encerrar suas carreiras e seu casamento. Roteiro e direção são assinados por Aaron Sorkin (“Os 7 de Chicago”) e o elenco também inclui J.K. Simmons (“Liga da Justiça”), Jake Lacy (“The White Lotus”), Nina Arianda (“Goliath”), Alia Shawkat (“Search Party”), Tony Hale (“Veep”) e Clark Gregg (“Agents of SHIELD”). A estreia em streaming está marcada para 21 de dezembro, aquecendo ainda mais a temporada que precede as indicações do Oscar.

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  • Filme

    Tom Hardy e Channing Tatum farão filme sobre retirada dos EUA do Afeganistão

    10 de novembro de 2021 /

    Os astros Tom Hardy (“Venom”) e Channing Tatum (“G.I. Joe: Retaliação”) vão estrelar um filme sobre a retirada das tropas dos EUA do Afeganistão. Com roteiro e direção de George Nolfi (“Os Agentes do Destino”), o filme pretende contar uma história real sobre militares das forças especiais que embarcaram numa missão de resgate de última hora, para salvar aliados afegãos e suas famílias enquanto o Talibã retomava o poder no Afeganistão em agosto. Além de estrelar, Hardy e Tatum vão coproduzir o longa, que terá distribuição da Universal Pictures. Ainda sem título, o filme contará com um terceiro ator principal que precisa ser escalado, mas o projeto não teve seu cronograma de produção revelado.

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  • Filme

    “A Crônica Francesa” ganha 12 pôsteres de personagens

    10 de novembro de 2021 /

    A Searchlight Picture divulgou uma coleção com 12 pôsteres de “A Crônica Francesa” (The French Dispatch), novo filme do diretor Wes Anderson, que destaca os astros famosos da produção. Os cartazes trazem alguns integrantes da trupe que acompanha Anderson na maioria de seus projetos, como Bill Murray, Owen Wilson, Adrien Brody, Tilda Swinton e Frances McDormand, além dos franceses Léa Seydoux e Mathieu Amalric (que entraram na turma em “O Grande Hotel Budapeste”) e alguns estreantes no universo do diretor: Timothée Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”), Benicio Del Toro (“Sicario”), Christoph Waltz (“Django Livre”), Jeffrey Wright (“Westworld”), Lyna Khoudri (“Papicha”) e Stephen Park (“O Expresso do Amanhã”). O detalhe é que isso é só uma pequena mostra do elenco, que ainda inclui os habitués Jason Schwartzman, Willem Dafoe, Edward Norton, Anjelica Huston, Tony Revolori, Saoirse Ronan, Fisher Stevens e Liev Schreiber (que entrou em “Ilha dos Cachorros”), mais Christoph Waltz (“Django Livre”), Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”), Cécile de France (“O Garoto da Bicicleta”), Rupert Friend (“Homeland”), Alex Lawther (“The End of the F***ing World”), Henry Winkler (“Barry”), Lois Smith (“Lady Bird”), Griffin Dunne (“This Is Us”), Guillaume Gallienne (“Yves Saint Laurent”), Hippolyte Girardot (“Amar, Beber e Cantar”) e até Morgane Polanski (“Vikings”), filha do cineasta Roman Polanski. O filme é inspirado pela revista The New Yorker e apresentado como uma carta de amor à imprensa. Com estrutura de antologia, reúne diferentes histórias como se fossem sessões da publicação que batiza a produção, um jornal francês de expatriados, editado pelo personagem de Bill Murray. Exibido sob aplausos no Festival de Cannes, o filme já está em cartaz nos EUA e vai estrear na semana que vem (18/11) no Brasil.

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  • Filme

    Trailer de documentário polêmico mostra auge de Alanis Morissette

    10 de novembro de 2021 /

    A HBO divulgou o pôster e o trailer de “Jagged”, documentário sobre “Jagged Little Pill”, o disco de 1995 que vendeu mais de 33 milhões de cópias e se tornou o maior sucesso da carreira de Alanis Morissette. A prévia traz cenas de apresentações clássicas e elogios de vários colegas à sua ascensão ao topo das paradas de sucesso, sem destacar entre as imagens nenhuma das polêmicas que o fizeram ser renegado pela artista durante sua première no Festival de Toronto. Alanis rotulou o filme dirigido por Alison Klayman (“Flower Punk”) de sensacionalista por incluir informações que “simplesmente não são verdadeiras” e acusou a cineasta de ter uma “agenda lasciva”. “Concordei em participar de um documentário sobre a celebração do 25º aniversário de ‘Jagged Little Pill’ e fui entrevistada durante um período muito vulnerável (enquanto estava no meio da minha terceira depressão pós-parto durante a quarentena)”, disse ela em um texto enviado à imprensa, justificando sua decisão de se distanciar do longa. “Fui enganado por uma falsa sensação de segurança, e sua agenda lasciva tornou-se evidente assim que vi o primeiro corte do filme. Foi quando eu soube que nossas visões eram de fato dolorosamente divergentes. Esta não foi a história que concordei em contar”, acrescentou. “Agora, fico aqui, sentindo todo o impacto de ter confiado em alguém que não merecia ser confiável”. O motivo da discórdia foram confissões chocantes. Alanis contou para a câmera ter sofrido um estupro coletivo aos 15 anos, quando era uma cantora pop no Canadá. E ao ver a repercussão, ela se assustou. Em uma entrevista ao site Deadline, Klayman tentou se esquivar da polêmica. “É uma coisa muito difícil, eu acho, ver um filme sobre você”, ela avaliou. “Eu acho que ela é incrivelmente corajosa e a reação, quando viu, foi que realmente… ela pôde sentir todo o trabalho, todas as nuances envolvidas nele. Ela deu muito de seu tempo e muito de seu esforço para fazer isso e eu acho que o filme realmente fala por si. ” A estreia de “Jagged” está marcada para 18 de novembro.

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  • Filme

    Academia Europeia de Cinema anuncia indicados à premiação de melhores do ano

    9 de novembro de 2021 /

    A Academia Europeia de Cinema (EFA, na sigla em inglês) anunciou nesta terça (9/11) as indicações da 34ª edição de sua premiação anual, os European Film Awards. A lista inclui os vencedores dos festivais de Cannes e Berlim deste ano, respectivamente o francês “Titane”, de Julia Ducournau, e o romeno “Bad Luck Banging or Loony Porn”, de Radu Jude. Mas o segundo não concorre na categoria de Melhor Filme, apenas como Direção e Roteiro. “Titane” está entre os filmes com mais indicações, empatado com “Quo Vadis, Aida?”, de Jasmila ZbaniC, e “Meu Pai”, de Florian Zeller, todos com quatro nomeações cada. Os cerca de 4100 membros da EFA vão agora votar em seus favoritos e os vencedores serão revelados numa cerimônia de gala marcada para 11 de dezembro, em Berlim. Confira abaixo a lista de indicados. Melhor Filme “Compartment No.6”, de Juho Kuosmanen (Finlândia, Rússia, Estónia, Alemanha) “Quo Vadis, Aida?”, de Jasmila Zbanic (Bósnia e Herzegovina, Aústria, Holanda, França, Polónia, Noruega, Alemanha, Roménia, Turquia) “Meu Pai”, de Florian Zeller (Reino Unido, França) “A Mão de Deus”, de Paolo Sorrentino (Itália) “Titane”, de Julia Ducournau (França, Bélgica) Melhor Comédia “Ninjababy”, de Yngvild Sve Flikke (Noruega) “Minha Querida Nora”, de Méliane Marcaggi (França) “Sentimental”, de Cesc Gay (Espanha) Melhor Documentário “Babi Yar. Context”, de Sergei Loznitsa (Holanda, Ucrânia) “Flee”, de Jonas Poher Rasmussen (Dinamarca, França, Suécia, Noruega) “Mr Bachmann and His Class”, de Maria Speth (Alemanha) “Taming the Garden”, de Salomé Jashi (Suíça, Alemanha, Georgia) “The Most Beautiful Boy in the World”, de Kristina Lindström & Kristian Petri (Suécia) Melhor Animação “Even Mice Belong in Heaven”, de Denisa Grimmová & Jan Bubeníček (República Checa, França, Polónia, Eslováquia) “Flee”, de Jonas Poher Rasmussen (Dinamarca, França, Suécia, Noruega) “The Ape Star”, de Linda Hambäck (Suécia, Noruega, Dinamarca) “Where is Anne Frank”, de Ari Folman (Bélgica, Luxemburgo, Israel, Holanda, França) “Wolfwalkers”, de Tomm Moore & Ross Stewart (Irlanda, Luxemburgo) European Discovery – Prêmio da Crítica “Lamb”, de Valdimar Jóhansson (Islândia, Suécia, Polónia) “Playground”, de Laura Wandel (Bélgica) “Pleasure”, de Ninja Thyberg (Suécia, Holanda, França) “Bela Vingança”, de Emerald Fennell (EUA, Reino Unido) “The Whaler Boy Kitoboy”, de Philipp Yuryev (Rússia, Polónia, Bélgica) Melhor Direção Julia Ducornau, por “Titane” Radu Jude, por “Bad Luck Banging or Loony Porn” Paolo Sorrentino, por “A Mão de Deus” Jasmila Zbanic, por “Quo Vadis, Aida?” Florian Zeller, por “Meu Pai” Melhor Atriz Jasna Đuričić, em “Quo Vadis, Aida?” Seidi Haarla, em “Compartment No.6” Carey Mulligan, em “Bela Vingança” Renate Reinsve, em “The Worst Person in the World” Agathe Rousselle, em “Titane” Melhor Ator Yuriy Borisov, em “Compartment No. 6” Anthony Hopkins, em “Meu Pai” Vincent Lindon, em “Titane” Tahar Rahim, em “O Mauritano” Franz Rogowski, em “Great Freedom” Melhor Roteiro Radu Jude, por “Bad Luck Banging or Loony Porn” Paolo Sorrentino, por “A Mão de Deus” Joachim Trier & Eskil Vogt, por “The Worst Person in the World” Jasmila Žbanić, por “Quo Vadis, Aida?” Florian Zeller & Christopher Hampton, por “Meu Pai” Melhor Curta-Metragem “Bella”, de Thelyia Petraki (Grécia) “Displaced”, de Samir Karahoda (Kosovo) “Easter Eggs”, de Nicolas Keppens (Bélgica, França, Holanda) “In Flow of Words”, de Eliane Esther Bots (Holanda) “My Uncle Tudor”, de Olga Lucovnicova (Bélgica, Portugal, Hungria, Moldávia)

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    Diretor revela que “Jurassic World 3” já está pronto

    9 de novembro de 2021 /

    O diretor Colin Trevorrow informou nas redes sociais que os trabalhos de pós-produção de “Jurassic World: Domínio” finalmente terminaram e o longa já está ponto para exibição. “Ontem de noite colocamos a última reverberação no último rugido”, ele escreveu, avisando que o filme “está vivo”. Foram nada menos que 30 meses de trabalho até chegar neste ponto, dos quais apenas 100 dias foram dedicados às filmagens. O terceiro “Jurassic World” começou sua pré-produção quando o mundo ainda não convivia com a covid-19. E precisou inventar uma nova logística para enfrentar desafios de produção nunca antes imaginados, ao se tornar o primeiro grande filme de estúdio a retomar sua produção depois que a pandemia paralisou Hollywood. As filmagens aconteceram de forma sem precedentes no Pinewood Studios, do Reino Unido, com elenco e equipe submetidos a 40 mil de testes de covid-19 e a produção guarnecida por milhões de dólares em protocolos de segurança, com direito a instalação médica privada no set. Além disso, elenco e equipe ficaram isolados em uma “bolha” por meses, numa quarentena que os manteve separados do resto do mundo, convivendo apenas entre si num hotel (exclusivo para membros da produção) e no estúdio. Após todo este esforço, as filmagens foram concluídas no dia 7 de novembro de 2020. Há um ano! E desde então Trevorrow trabalha na pós-produção, com a equipe de efeitos, edição, trilha e som. Apesar disso, o filme ainda está longe de estrear. O filme que reúne os astros originais de “Jurassic Park” (Sam Neill, Jeff Goldblum e Laura Dern) com as estrelas da franquia atual (Chris Pratt e Bryce Dallas Howard) para mostrar o que acontece após os dinossauros serem soltos em meio à civilização contemporânea, tem lançamento marcado apenas para junho de 2022. Last night we put the last bit of reverb on the last roar. Thanks to Al Nelson, Gwen Whittle, Pete Horner, Chris Boyes and everyone at Skywalker Sound for putting so much heart and soul into our mix for #JurassicWorldDominion. It is alive. pic.twitter.com/XBQCwEzIfz — Colin Trevorrow (@colintrevorrow) November 7, 2021

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    Sempre em Frente: Trailer destaca primeiro papel de Joaquin Phoenix após “Coringa”

    9 de novembro de 2021 /

    O estúdio indie A24 divulgou um novo trailer de “Sempre em Frente” (C’mon C’mon), primeiro filme de Joaquin Phoenix após vencer o Oscar por “Coringa”. A prévia em preto e branco traz o ator emocionando-se ao considerar o futuro, ao som de Debussy. O questionamento existencial faz parte do projeto do personagem de Phoenix, um documentarista que pretende entrevistar crianças sobre a situação do mundo. Nesse processo, ele estabelece um relacionamento tênue, mas transformador, com seu sobrinho de 8 anos, que ele acaba levando em suas viagens. O menino Woody Norman (“Troia: A Queda de Uma Cidade”) vive o sobrinho e o elenco também destaca Gabby Hoffmann (“Transparent”) e Scoot McNairy (“Narcos: Mexico”). “Sempre em Frente” tem roteiro e direção de Mike Mills, que não lançava uma nova obra desde “Mulheres do Século 20” em 2016. Exibido no Festival de Telluride, sua história encantou a crítica americana, que considerou a produção forte candidata ao Oscar 2022 – com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. O filme tem estreia marcada para 19 de novembro nos EUA, mas chega somente em fevereiro no Brasil.

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    Tom Holland garante que Tobey Maguire e Andrew Garfield não estão em “Homem-Aranha 3”

    9 de novembro de 2021 /

    Em meio a “notícias” insistentes de blogs que confirmam, detalham e até juram ter visto Tobey Maguire e Andrew Garfield no set de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, o ator Tom Holland veio mais uma vez dizer que a participação da dupla não passa de boato infundado. “As pessoas não acreditam em mim quando digo que [Maguire e Garfield] não vão voltar. Mas elas vão ter que acreditar em mim em algum momento”, ele reforçou em entrevista à Total Film. Não é a primeira vez que ele diz isso. Holland vem repetindo que a participação da dupla é fake news desde fevereiro. Mesmo assim, as “notícias” continuam, com desdobramentos, reviravoltas e muitas “revelações exclusivas”. Nestes relatos, o pobre Tobey Maguire é até pintado como vilão ganancioso por pedir muito dinheiro, fazer exigências descabidas e colocar em cheque o projeto com suas demandas – a desculpa para quando a “fake news” não se confirmar. Mais recentemente, surgiram até boatos sobre futuros filmes derivados com os antigos intérpretes do Aranha. Os boatos são reforçados pela participação de vilões de outras fases do herói no novo filme. O trailer confirmou a volta de Alfred Molina ao papel de Octopus, visto em “Homem-Aranha 2” (2004), e Jamie Foxx revelou que voltaria a viver Electro, retomando o vilão de “O Espetacular Homem-Aranha 2” (2014). Na segunda (9/11), foi a vez de um pôster assumir a participação do Duende Verde – mas sem que Willem Dafoe tenha se manifestado sobre seu retorno como o antagonista do primeiríssimo longa do herói, exibido em 2002. Essa combinação de vilões de outras versões da franquia acontece na trama após o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) romper as barreiras do multiverso para atender a um pedido do herói. Buscando uma solução literalmente mágica para fazer o mundo esquecer que Peter Parker (Tom Holland) era o Homem-Aranha, ele acaba trazendo os vilões dos lançamentos mais antigos da Sony para o MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). O elenco confirmado também conta com Zendaya (MJ), Marisa Tomei (Tia May), Jacob Batatalon (Ned Leeds), Tony Revolori (Flash Thompson), Angourie Rice (Betty Brant), J.K. Simmons (J.J. Jameson) e Jon Favreau (Happy Hogan). Novamente dirigido por Jon Watts, o fecho da nova trilogia do herói aracnídeo tem lançamento previsto para 16 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Thriller de ação com Jake Gyllenhaal ganha prévia legendada

    9 de novembro de 2021 /

    A Universal Pictures divulgou o trailer legendado de “Ambulância: Um Dia de Crime” (Ambulance), thriller de ação de Michael Bay (“Transformers”) com muitos tiros e as explosões características do diretor. Bastante tensa, a prévia resume a história ao mostrar Yahya Abdul-Mateen II (“A Lenda de Candyman”) e Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) assaltando um banco e improvisando a fuga numa ambulância. O elenco também destaca Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”) como uma paramédica transformada em refém no roubo da ambulância. O filme é o segundo remake de thriller dinamarquês consecutivo estrelado por Gyllenhaal, que também está no recente “O Culpado”, na Netflix. O “Ambulancen” original foi lançado em 2005 e venceu alguns prêmios internacionais. O responsável pela adaptação é Chris Fedak, cocriador das séries “Chuck” e “Prodigal Son”, que assina seu primeiro roteiro de cinema. A estreia está marcada para fevereiro de 2022.

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    Trailer de “Licorice Pizza” junta cantora da banda Haim e filho de Philip Seymour Hoffman

    9 de novembro de 2021 /

    A Universal divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Licorice Pizza”, novo filme de Paul Thomas Anderson (“O Mestre” e “Trama Fantasma”). A prévia é apresentada ao som de “Life on Mars”, de David Bowie, e destaca uma recriação detalhista dos anos 1970 e a premissa de atração polêmica entre um adolescente e uma mulher mais velha. A produção marca a estreia da cantora Alana Haim (do grupo musical Haim), de 30 anos, em seu primeiro papel no cinema. O diretor é muito amigo das irmãs Haim e já dirigiu nada menos que oito clipes do trio musical. Seu parceiro em cena também é estreante: Cooper Hoffman, filho do falecido ator Philip Seymour Hoffman. O pai do jovem estrelou cinco filmes de Anderson. Não há muitos detalhes oficiais sobre a trama, exceto que o personagem de Hoffman é um estudante que está se tornando ator. Apesar de ser retratado na high school, o jovem tem 18 anos na vida real. Em contraste com o casal de iniciantes, o elenco de apoio da produção é uma constelação de estrelas, que inclui Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”), Sean Penn (“O Gênio e o Louco”), Maya Rudolph (“O Halloween do Hubbie”), Ben Stiller (“A Vida Secreta de Walter Mitty”), John C. Reilly (“Kong: A Ilha da Caveira”), Emma Dumont (“The Gifted”), Skyler Gisondo (“Santa Clarita Diet”), Benny Safdie (“Bom Comportamento”), Mary Elizabeth Ellis (“Lodge 49”) e o cantor Tom Waits (“Os Mortos Não Morrem”). A estreia está marcada para 26 de novembro nos EUA e apenas para fevereiro no Brasil.

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  • Filme

    Lady Gaga entra na máfia da moda no trailer de “Casa Gucci”

    9 de novembro de 2021 /

    A Universal divulgou a versão legendada do segundo trailer de “Casa Gucci” (House of Gucci), esperadíssimo filme do cineasta Ridley Scott (“O Último Duelo”). A prévia apresenta a trama quase como uma história de máfia, com luta fraticida pelo poder, traições, informantes policiais e até assassinos profissionais. Apesar disso, é um filme sobre uma grife de moda. A produção é centrada no maior escândalo dos bastidores da grife Gucci, envolvendo Maurizio Gucci, vivido por Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), e sua esposa Patrizia Reggiani, personagem de Lady Gaga. Eles foram casados por 12 anos, entre 1973 e 1985, e tiveram duas filhas. Até o herdeiro milionário da grife de moda trocar Patrizia por uma mulher mais nova – disse que ia viajar a negócios e nunca mais voltou. Abandonada, Reggiani assinou o divórcio em 1991 e no ano seguinte passou por problemas de saúde, precisando retirar um tumor do cérebro. Como vingança, encomendou o assassinato do ex-marido a um matador profissional. O papel de Reggiani marca o primeiro projeto de Lady Gaga no cinema desde “Nasce Uma Estrela” (2018), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz – além da conquista do troféu de Melhor Canção Original por “Shallow”. O elenco grandioso de “Casa Gucci” também inclui Jeremy Irons (“Watchmen”), Al Pacino (“O Irlandês”), Salma Hayek (“Dupla Explosiva 2: E a Primeira-Dama do Crime”) e Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), que aparece careca e irreconhecível graças a uma pesada maquiagem. A estreia está marcada para 25 novembro nos cinemas brasileiros, um dia depois do lançamento nos EUA.

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  • Etc,  Filme

    Dean Stockwell (1936–2021)

    9 de novembro de 2021 /

    O famoso ator Dean Stockwell, que teve carreira longuíssima e repleta de clássicos – e até filmou no Brasil – , morreu na manhã do último domingo (7/11) de causas naturais, aos 85 anos. Filho de Harry Stockwell, que dublou o Príncipe Encantado em “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937), Dean e seu irmão mais velho, Guy Stockwell (“Beau Gest”), começaram a trabalhar ainda nos anos 1940 como atores mirins. Ao estrear na Broadway com 7 anos, ele chamou atenção da MGM e se mudou para Hollywood, onde passou a filmar e estudar ao lado de colegas de classe famosos, como Roddy McDowall, Elizabeth Taylor, Jane Powell e Russ Tamblyn. A estreia no cinema foi como uma criança fugitiva no famoso musical “Marujos do Amor” (1945) ao lado de Frank Sinatra e Gene Kelly. O sucesso do filme o fez emendar várias produções no período, até começar a ser escalado como protagonista aos 12 anos, em “O Órfão do Mar” (1948), de Henry King, e “O Menino de Cabelos Verdes” (1948), de Joseph Losey, em que viveu os personagens-títulos. Em sua infância, ele foi dirigido por alguns dos maiores mestres da velha Hollywood, em obras como “A Luz é para Todos” (1947), de Elia Kazan, que lhe rendeu um Globo de Ouro juvenil, “Capitães do Mar” (1949), de Henry Hathaway, “O Jardim Encantado” (1949), de Fred M. Wilcox, “O Testamento de Deus” (1950), de Jacques Tourneur, e “Era Sempre Primavera” (1950), de William A. Wellman. Seu papel-título na aventura “Kim” (1950), na qual contracenou com Errol Flynn, chegou a inspirar o lançamento de uma revista em quadrinhos. Mas seu contrato com a MGM acabou quando ele chegou os 16 anos. No auge da popularidade, Stockwell decidiu pausar a carreira para se formar na Hamilton High School em Los Angeles e estudar na faculdade em Berkeley, antes de, inspirado por “On the Road”, viajar pelo país. Só que, após um hiato de cinco anos, encontrou dificuldades para retomar as atividades, passando a atuar na TV, onde fez vários teleteatros, e também nos palcos. Até que seu desempenho na Broadway lhe reconduziu ao cinema. Após uma década vivendo o bom menino, ele reapareceu em “Estranha Obsessão” (1959), de Richard Fleischer, como um dos psicopatas universitários que matam um colega só para provar que era possível cometer um crime perfeito. Stockwell reprisava um papel que tinha vivido nos palcos de Nova York, e que por isso sabia de cor. De fato, foi tão magistral que acabou consagrado no Festival de Cannes de 1959 com o troféu de Melhor Ator. A partir daí, emendou outros papéis dramáticos importantes. Em “Filhos e Amantes” (1960), de Jack Cardiff, foi um jovem artista que busca uma vida diferente de sua família de mineiros. Em outro clássico, “Longa Jornada Noite Adentro” (1962), de Sydney Lumet, foi o filho doente terminal de uma família doentia, inspirado na juventude do escritor Eugene O’Neill. A interpretação depressiva lhe rendeu seu segundo prêmio de Melhor Ator em Cannes, em 1962. Apesar do impacto dessas produções, seu filme seguinte, “Nasce uma Mulher”, só estreou em 1965, e para se manter Stockwell precisou ampliar as participações na TV, conseguindo um papel recorrente na popular série médica “Dr. Kildare” em 1965. Isto, porém, fechou-lhe as portas das produções de prestígio, iniciando outra fase em sua carreira. Stockwell descobriu as drogas, mudou-se para San Francisco e entrou na contracultura como um hippie sábio em “Busca Alucinada” (1968), filme psicodélico de Richard Rush que também trazia Jack Nicholson como guitarrista de uma banda de rock. E após uma rápida transformação em vilão de terror em “O Altar do Diabo” (1970), mergulhou de vez no cinema contracultural. Viveu o pistoleiro Billy the Kid no filme dentro do filme de “O Último Filme” (1971), obra maldita do eterno hippie Dennis Hopper, de quem se tornou amigo inseparável. Foi ainda um repórter-lobisomem nos bastidores do poder político em “O Lobisomem de Washington” (1973), cult marginal de Milton Moses Ginsberg. E voltou a encontrar Hopper como um hipster em “Tracks” (1974), de Henry Jaglom, sobre traumas da Guerra do Vietnã. Foram filmes cultuadíssimos, mas que pagaram bem menos que ele estava acostumado. Por isso, sua carreira televisiva como ator convidado multiplicou-se com participações em “Bonanza”, “Missão: Impossível”, “Mannix”, “Galeria do Terror”, “Columbo”, “Cannon”, “São Francisco Urgente”, “Os Novos Centuriões”, “Casal 20” e “Esquadrão Classe A”, entre muitas outras séries. Sem atenção de Hollywood, Stockwell estrelou “Alsino e o Condor” (1982), produção da Nicarágua que acabou indicada ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, e o mexicano “Matar um Estranho” (1983). Até se desiludir de vez e resolver abandonar o cinema para vender imóveis no Novo México. Entretanto, para complementar a renda, aceitou fazer um último filme de um diretor alemão. Tudo mudou com o filme do tal alemão. Em 1984, ele viveu o irmão de Harry Dean Staton em “Paris, Texas”. O drama do cineasta Wim Wenders acabou vencendo o Festival de Cannes e se tornando um dos longas mais famosos da década. Sua filmografia reviveu com uma coleção de pequenas participações inesquecíveis. Ele apareceu na primeira versão da sci-fi “Duna” (1984), sob a direção de David Lynch, no cult adolescente “A Lenda de Billie Jean” (1985) e no thriller policial “Viver e Morrer em Los Angeles” (1986), de William Friedkin, antes de atingir o ápice com sua melhor pequena participação de todas, o cafetão-traficante Ben de “Veludo Azul” (1986), novamente dirigido por Lynch e ao lado do velho amigo Dennis Hopper. A cena em que ele canta Roy Orbison para o torturado Kyle MacLachlan figura entre as mais icônicas do cinema moderno. Em seguida, ele enfrentou Eddie Murphy em “Um Tira da Pesada II” (1987) e fez uma dobradinha de filmes para Francis Ford Coppola, “Jardins de Pedra” (1987) e “Tucker: Um Homem e seu Sonho” (1988), até ter seu status de ladrão de cenas consagrado pela Academia, com uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo desempenho como um chefão da máfia na comédia “De Caso com a Máfia” (1988), de Jonathan Demme. Foi nesse período que acabou vindo filmar no Brasil, onde, sem falar português, viveu o patrão de “Jorge, um Brasileiro” (1988), drama caminhoneiro dirigida por Paulo Thiago, com Carlos Alberto Riccelli e Glória Pires no elenco. Na projeção nacional, foi dublado por Odilon Wagner. Ao voltar aos EUA, Stockwell passou a se dedicar a seu papel mais duradouro na TV, interpretando o almirante Al Calavicci em cinco temporadas da série “Quantum Leap” (1989–1993), que lhe renderam indicações ao Emmy em quatro anos consecutivos. “Ele costumava anunciar sua chegada no estúdio com um grito: ‘A diversão começa agora!’. Palavras mais verdadeiras nunca foram ditas”, lembrou Scott Bakula, seu colega de elenco na série, em depoimento à imprensa nesta terça (9/11). Stockwell ainda fez nova parceria com Dennis Hopper em “Atraída pelo Perigo” (1990), foi um agente de talentos desesperado num dos melhores longas de Robert Altman, “O Jogador” (1992), atuou no thriller de ação “Força Aérea Um” (1997), com Harrison Ford, e até retomou as colaborações com Coppola em “O Homem Que Fazia Chover” (1997), vivendo um juiz corrupto. Mas depois disso seus melhores papéis foram na TV, principalmente como John Cavill, um dos robôs humanoides vilões do reboot de “Battlestar Galactica”, entre 2006 e 2009. Em 2015, ele se aposentou da carreira de ator e passou a se dedicar às artes plásticas. Artista talentoso, Stockwell já tinha se destacado ao projetar a arte da capa de um álbum de Neil Young, “American Stars ‘n Bars”, de 1977, e exibia suas obras por várias regiões nos Estados Unidos com seu nome completo: Robert Dean Stockwell.

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