Nicole Kidman e Gael García Bernal vão estrelar suspense
A atriz Nicole Kidman (“Apresentando os Ricardos”) e o ator Gael García Bernal (“Lobisomem na Noite”) vão estrelar o thriller “Holland, Michigan”, novo trabalho da cineasta Mimi Cave (“Fresh”). Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. Sabe-se apenas que o filme vai envolver segredos que se escondem sob uma cidade do meio-oeste americano, e terá o estilo de um suspense Hitchcockiano. O roteiro foi escrito por Andrew Sodroski (“Manhunt”) e figurou na Black List, a lista informal dos melhores roteiros não filmados de Hollywood. Além de estrelar, Kidman também vai produzir o filme, que está sendo desenvolvido para a plataforma de streaming Amazon Prime Video. Ainda não há previsão de estreia. Nicole Kidman será vista a seguir no filme “Aquaman e o Reino Perdido”, que chegará aos cinemas no Natal, e na série “Lioness”, também desenvolvida para a Amazon Prime Video – e sem previsão de lançamento. Já Gael Garcia Bernal participou do thriller “A Mãe”, estrelado por Jennifer Lopez (“As Golpistas”), que estreia em 12 de maio na Netflix.
Cinemas recebem terror, animação e filmes do Oscar 2023
Os cinemas recebem nesta quinta (2/2) o novo terror de M. Night Shyamalan, diretor dos clássicos “O Sexto Sentido”, “A Vila” e do recente “Tempo”, além de uma animação de gato falante e dois indicados ao Oscar. Com distribuição mais ampla, a animação “O Grande Mauricinho” chega em 550 telas, seguida por “Batem à Porta”. Já os filmes do Oscar tem que brigar por espaço em telas limitadas. São “Os Banshees de Inisherin”, segundo título com mais indicações – nove ao todo – e “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, que volta aos cinemas após passagem-relâmpago no ano passado, aproveitando o status de ter sido o filme mais nomeado do Oscar 2023, disputando 11 estatuetas. Confira abaixo a programação completa de estreias desta semana. | BATEM À PORTA | O novo terror do diretor M. Night Shyamalan (“Tempo”) acompanha um casal gay e sua filhinha adotiva durante um fim de semana juntos no campo. Quando menos esperam, eles se veem cercados por pessoas violentas que invadem sua cabana e os aterrorizam com comportamento de seita. Amarrados pelo fortão do grupo, interpretado por Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), o casal é obrigado a fazer uma escolha: um deles deve se sacrificar para que o mundo não acabe. Submetidos à tortura psicológica, aos poucos os reféns começam a ponderar a possibilidade de tudo ser verdade. A maior reviravolta da trama é o fato não ter reviravolta, algo raro nos filmes do diretor, que desta vez entrega um suspense claustrofóbico e pouco sangrento, que conduz a um desfecho incontornável. A produção adapta um romance de Paul G. Tremblay e, além de Bautista, destaca em seu elenco Jonathan Groff (“Mindhunter”) e Ben Aldridge (“Pennyworth”) como o casal, além de Rupert Grint (“Servant”), Nikki Amuka-Bird (“Avenue 5”) e Abby Quinn (“Louco por Você/Mad About You”) como os demais cavaleiros do apocalipse. | OS BANSHEES DE INISHERIN | Um dos filmes mais premiados do ano, a dramédia reúne os atores Colin Farrell e Brendan Gleeson com o diretor Martin McDonagh, que trabalharam juntos no ótimo “Na Mira do Chefe” (2008). Com diálogos rápidos e desnorteantes, o longa se passa em 1923, quando um sujeito mais velho (Gleeson) subitamente para de conversar com o seu antigo amigo (Farrell) na ilha irlandesa fictícia de Inisherin, sem lhe oferecer uma explicação para isso. A decisão acaba gerando irritação e consequências para ambos. O que começa com uma pequena desavença vai crescendo e se transforma praticamente em uma guerra, num retrato da polarização do mundo atual. Aplaudida por 14 minutos no Festival de Veneza, a produção conquistou os troféus de Melhor Roteiro (para McDonagh) e Melhor Ator (para Farrell) no evento cinematográfico italiano, os primeiros prêmios de um total que não para de crescer – já superou uma centena de vitórias. Indicado em nove categorias do Oscar 2023, o longa tem média de 97% de críticas positivas no Rotten Tomatoes. | O GRANDE MAURICINHO | A divertida coprodução britânica e alemã mostra uma grande evolução na animação computadorizada realizada na Europa. Comprovando que a prática leva a perfeição, um dos codiretores, Toby Genkel, fez vários desenhos fracos antes de acertar a mão – entre eles, “Epa! Cadê o Noé?” (2015) e “Missão Cegonha” (2017). Em clima de conto de fadas, o desenho acompanha um gato muito esperto chamado Mauricinho, que inventa um golpe para ganhar dinheiro fácil. Ele faz amizade com um grupo de ratos e passa a viajar de cidade em cidade oferecendo-se para resolver misteriosos problemas de infestação… de ratos! Tudo vai bem com o golpe, até que Mauricinho e os roedores chegam à cidade de Bad Blintz e conhecem Marina, uma menina muito inteligente, que pode fazer o plano ir por água abaixo. A versão brasileira tem dublagens de Marcelo Adnet como Mauricinho e Sophia Valverde como Marina. | TUDO EM TODO LUGAR AO MESMO TEMPO | A comédia sci-fi estrelada por Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) volta aos cinemas após conquistar 11 indicações na premiação do Oscar 2023, inclusive como Melhor Filme. Maior sucesso da História do estúdio indie A24 (de filmes como “Midsommar” e “Ex Machina”), o filme dirigido por Daniel Kwan e Daniel Scheinert conta a história de uma mãe de família exaurida pela dificuldade de pagar seus impostos, quando descobre a existência do multiverso e de muitas versões dela mesma em diferentes realidades. Não só isso: um de seus maridos de outro mundo lhe revela que o destino do multiverso está em suas mãos. E para impedir o fim de todos os mundos, a personagem vivida por Michelle Yeoh precisará incorporar as habilidades da totalidade de suas versões para enfrentar Jamie Lee Curtis (“Halloween”) e outras ameaças perigosas que a aguardam em sua missão. O elenco ainda destaca Ke Huy Quan (que foi o menino Short Round de “Indiana no Templo da Perdição”) como o marido de Yeoh, Stephanie Hsu (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) como sua filha e o veterano James Hong (“Aventureiros do Bairro Proibido”), entre outros. Além dos cinemas, o filme também pode ser visto em casa. Ele está disponível desde julho do ano passado nas locadoras digitais – plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras. | OPERAÇÃO HUNT | Estrelado e dirigido por Lee Jung-jae, ator principal do fenômeno “Round 6”, o thriller de ação intensa acompanha dois agentes da Agência Central de Inteligência Sul-Coreana, que desconfiam um do outro. Os dois precisam desmascarar a identidade de um traidor infiltrado no alto escalão da agência, como parte de um plano para assassinar o presidente sul-coreano, mas ambos se acusam de ser o espião. Estreia de Jung-jae atrás das câmeras, o filme venceu cinco prêmios internacionais e também traz em seu elenco Jung Woo-sung (“Illang: A Brigada Lobo”) e Go Yoon-Jung (“A Alquimia das Almas”). | GEMINI – O PLANETA SOMBRIO | A sci-fi russa acompanha astronautas em busca de um novo planeta, que são confrontados por algo desconhecido com planos próprios para o local. Mesmo com baixo orçamento, os efeitos são melhores que a direção, o roteiro e o elenco desse eurotrash inspirado por “Alien”. | PORTO – UMA HISTÓRIA DE AMOR | Um dos últimos filmes do ator Anton Yelchin (“Star Trek”), morto em 2016 num acidente em sua própria casa, é um romance indie filmado na cidade do Porto, em Portugal. A trama acompanha um casal de estrangeiros que vive uma noite de amor, mas a forma como os eventos são filmados pelo estreante Gabe Klinger deixa um mistério sobre os momentos que eles passaram juntos. Os personagens de Yelchin e a francesa Lucie Lucas (“Clem”) precisam buscar em suas memória as lembranças de um momento inesquecível, que foi escondido pelas consequências do tempo. | ANDANÇA – OS ENCONTROS E AS MEMÓRIAS DE BETH CARVALHO | O documentário do ator e diretor Pedro Bronz (“A Farra do Circo”) conta a história de uma das maiores sambistas do Brasil, que ajudou a revelar grandes nomes e a revitalizar o gênero musical, com acesso a vasto acervo pessoal nas mais diferentes mídias: super-8, vh-s, mini-dv, k7 e fotos. O filme se debruça sobre esse material de Beth Carvalho para traçar um recorte único, íntimo da carreira e da vida dessa singular figura da cultura nacional. | BTS – YET TO COME IN CINEMAS | Documentário do show que foi realizado em Busan, na Coreia do Sul, em outubro de 2022, quando o grupo se despediu do público – a princípio provisoriamente – para embarcar em carreiras solos e serviço militar obrigatório. Exibição entre 1º e 4 de fevereiro.
Premiado diretor Jafar Panahi inicia greve de fome em prisão do Irã
O premiado diretor de cinema iraniano Jafar Panahi começou uma greve de fome na prisão. O ato, relatado no Instagram de sua esposa Tahereh Saeidi, é um protesto contra uma pena de 6 anos de prisão aplicada por um tribunal de Teerã em 2010. O cineasta foi considerado culpado de “propaganda contra o governo” por apoiar os protestos de 2009 contra a reeleição do ultraconservador Mahmud Ahmadinejad como presidente da República Islâmica. Detido por dois meses em 2010, ele foi colocado em prisão domiciliar e proibido de filmar por 25 anos. Mas Panahi resistiu. Continuou fazendo filmes de forma ilegal. O documentário “Isto Não É um Filme” (2011), que retratou seu cotidiano sob as restrições do governo, foi levado para o Festival de Cannes em 2011 dentro de um bolo de aniversário. “Cortinas Fechadas” também teve que ser contrabandeado para fora do país. Em ambos os casos, ele filmou dentro dos limites de sua prisão domiciliar. Mas, em enfrentamento declarado, foi às ruas disfarçado para rodar “Táxi Teerã”, vencedor do Urso de Ouro do Festival de Berlim de 2015. Após o final do período previsto de prisão domiciliar, esteve ainda mais à vontade para filmar “3 Faces”, que venceu o troféu de Melhor Roteiro no Festival de Cannes de 2018. A decisão de envia-lo para uma prisão, porém, deu-se por um motivo sem relação aos filmes que rodou. Em julho do ano passado, Panahi decidiu acompanhar o caso de outro vencedor do Urso de Ouro, Mohammad Rasulof (“Não Há Mal Algum”), preso pelo regime. Ao chegar ao tribunal de Teerã, foi preso em flagrante. Embora tenha sido colocado em prisão domiciliar, o tribunal resolveu que o diretor não havia cumprido a pena até então. Panahi disse, na época, que era vítima de uma grande injustiça e classificou as acusações contra ele como “uma piada”. Agora, detido na Prisão de Evin, o diretor emitiu comunicado para a imprensa afirmando que “não irá comer , beber nem tomar qualquer medicamento” até ser liberto. “Eu irei resistir até meu corpo sair da prisão”, relatou o diretor. A intenção do artista é chamar atenção da imprensa e de festivais de cinema internacionais sobre a repressão no cinema de seu país e das contínuas agressões aos direitos da mulher. Panahi venceu vários prêmios internacionais, incluindo a Câmera de Ouro do Festival de Cannes por “O Balão Branco”, de 1995, e o Urso de Ouro do Festival de Cinema de Berlim em 2015 por seu filme “Táxi Teerã”. Os filmes do diretor não são exibidos em seu país de origem.
“O Massacre da Serra Elétrica” volta aos cinemas em cópias 4k
“O Massacre da Serra Elétrica”, um dos mais icônicos filmes de terror da história vai voltar aos cinemas. O clássico dirigido por Tobe Hooper em 1974 será relançado no Brasil em uma cópia 4k restaurada em 16 de fevereiro, voltando a aterrorizar o público com os canibais da família Sawyer. A produção, que se tornou uma referência do terror e é considerada uma das maiores obras da década de 1970, acompanha cinco jovens que acabam se perdendo numa estrada secundário do Texas e vão parar numa fazenda decrépita, onde se deparam com uma família de canibais e o terrível Leatherface. Integrante mais assustador da família Sawyer, ele perseguia os jovens com sua motosserra, brandida de forma perigosa até para a própria segurança de seu intérprete. Em busca de realismo, Tobe Hooper filmou até sangue real, quando a atriz Marilyn Burns se cortou inteira ao esbarrar em arbustos durante a perseguição mais famosa da trama, com Leatherface tocando o terror em seu encalço. Hooper rodou “O Massacre da Serra Elétrica” em 1974 por menos de US$ 300 mil, a partir de um roteiro que ele próprio escreveu, e contou com atores que nunca tinham feito cinema antes. Gunnar Hansen, o Letherface, queria ser poeta, mas foi fazer o teste para o papel porque o filme estava sendo produzido na sua região. Em seu livro de memórias, ele recorda que o diretor explicou rapidamente o personagem, dizendo que tinha problemas mentais e, apesar de parecer aterrador, sofria abusos de sua própria família insana. As sequelas traumáticas de sua infância impediram seu desenvolvimento, inclusive a fala, levando-o a apenas grunhir como um porco. Além disso, era tímido a ponto de viver sob uma máscara – criada a partir de retalhos de outras faces humanas. O personagem era um dos muitos assassinos brutais da família canibal do filme de 1974 e foi inspirado no serial killer Ed Gein. A cena final do longa, em que ele agita sua serra, furioso numa estrada, é das mais icônicas da história do cinema. Mas o filme também eternizou outros takes perturbadores, como os close-ups extremos nos olhos de Marilyn Burns, amarrada numa mesa para jantar com canibais. Em 1999, a revista Entertainment Weekly elegeu “O Massacre da Serra Elétrica” como o segundo filme mais assustador de todos os tempos, atrás apenas de “O Exorcista” (1973). Mas na época em que foi lançado, o filme perturbou muito mais que a superprodução do diabo, sendo proibido em diversos países. No Reino Unido e na Escandinávia, por exemplo, só foi liberado, justamente, em 1999! A cópia 4k restaurada permite que os espectadores experimentem ainda mais a intensidade da trama e a habilidade do diretor em criar tensão e suspense. Além disso, as imagens mais claras e nítidas tendem a tornar a experiência ainda mais impactante.
Jane Fonda e Lily Tomlin voltam a se juntar em trailer de nova comédia
O estúdio Roadside divulgou o trailer de “Moving On”, comédia que volta a juntar Jane Fonda e Lily Tomlin após o fim da série “Grace & Frankie” no ano passado. Amigas desde que estrelaram juntas “Como Eliminar seu Chefe” em 1980, elas voltam a contracenar na produção escrita e dirigida por Paul Weitz (“Paternidade”). Na trama, as duas velhas amigas se reconectam em um funeral, após anos distantes, em torno de um objetivo em comum: se vingar do viúvo que as ofendeu décadas antes. Além da dupla, o filme também vai contar com Malcolm McDowell (“Laranja Mecânica”) como o viúvo e Richard Roundtree (“Shaft”) no elenco. “Moving On” estreia em 17 de março nos EUA e não possui data de lançamento no Brasil. Além desta comédia, elas também estão juntas em “80 for Brady”, igualmente sem previsão para os cinemas brasileiros.
Diretor de “Logan” deve dirigir terror do “Monstro do Pântano”
O cineasta James Gunn e o produtor Peter Safran (ambos de “O Esquadrão Suicida”) vão produzir um novo filme baseado nos quadrinhos do “Monstro do Pântano”, e o diretor James Mangold (“Logan”) já deu pistas de que está envolvido no projeto. Ele publicou uma imagem do personagem no seu Twitter, que foi curtida por Gunn. Na linguagem à base de easter eggs do famdom da DC, isso é praticamente um anúncio oficial. O site The Hollywood Reporter apurou que Mangold é um grande fã do personagem e das histórias. Segundo as fontes do THR, ele abordou Gunn e Safran com suas ideias, mas o filme ainda demoraria alguns anos, porque antes o diretor fará uma cinebiografia de Bob Dylan para a Paramount. Durante a coletiva de imprensa para anunciar os novos projetos da DC, James Gunn disse que “teremos o ‘Monstro do Pântano’ interagindo com os outros personagens”. Sem entrar em muitos detalhes, ele adiantou que o filme vai mostrar a origem do personagem. “E ainda que esteja fora do resto do DCU em relação ao tom, ainda assim vai alimentar o resto das histórias”, explicou. Nos quadrinhos, um dos principais personagens com quem o Monstro do Pântano interage é com John Constantine, que não consta nos planos imediatos de Gunn e Safran, mas que terá um novo filme estrelado por Keanu Reeves. Detalhes adicionais a respeito do projeto ainda não foram divulgados. O personagem dos quadrinhos já foi adaptado para o cinema em 1982, no filme “O Monstro do Pântano”, dirigido por Wes Craven (“Pânico”), e na continuação “A Volta do Monstro do Pântano” (1989), de Jim Wynorski (“CobraGator”). Ambos foram execrados pelos fãs da obra original. A criatura também já estrelou duas séries de TV, a primeira exibida entre 1990 e 1993, e a segunda em 2019. Here are just a few of our plans. Up, up, and away! #DCStudios #DCU @DCComics pic.twitter.com/8XNDNLUEPq — James Gunn (@JamesGunn) January 31, 2023 pic.twitter.com/WCDuFtucT6 — Mangold (@mang0ld) February 1, 2023
Aos 66 anos, Tom Hanks será rejuvenescido em novo filme do diretor de “Forest Gump”
Tom Hanks (“Elvis”) e Robin Wright (“Mulher Maravilha”), o memorável casal de “Forrest Gump” (1994), vão retomar a parceria em novo filme do diretor daquele filme, Robert Zemeckis. Intitulado “Aqui” (Here), o filme está previsto para ser lançado em 2024. A novidade não fica nisso. Para desempenhar os papéis, os dois atores serão rejuvenescidos artificialmente com a ajuda de um programa de inteligência artificial. A empresa Metaphysic, conhecida por fazer deepfakes de Tom Cruise no Twitter, cuidará dos efeitos. Falando ao site The Hollywood Reporter, o diretor explicou: “Sempre fui atraído pela tecnologia que me ajuda a contar uma história e o filme simplesmente não funcionaria sem que nossos atores se transformassem perfeitamente em versões mais jovens de si mesmos. As ferramentas de IA da Metaphysic fazem exatamente isso, de maneiras que antes eram impossíveis”, comentou. Baseado na história em quadrinhos de 2014 de Richard McGuire, a trama é totalmente ambientada em um lugar fixo, restrito e determinado (uma sala, na maior parte do tampo), e narra os eventos que ocorreram ou ocorrerão naquele espaço ao longo dos anos (da era jurássica ao futuro distante do ano 10.000). A adaptação está a cargo do roteirista Eric Roth, que também trabalhou em “Forest Gump”, e o elenco ainda inclui Paul Bettany (“WandaVision”) e Kelly Reilly (“Yellowstone”). No início de dezembro do ano passado, a atriz Robin Wright postou uma foto da reunião da equipe que trabalhará na produção. “Juntos novamente! Preparando para ‘Aqui’, o filme, que começaremos a rodar em fevereiro. Essa é uma história muito legal. Situado num único quarto, acompanhamos as muitas pessoas que o habitam ao longo de anos e anos, do passado ao futuro. Uma espécie de odisseia através do tempo e da memória. Tão feliz por estar trabalhando com todas essas pessoas maravilhosas novamente!”, escreveu a estrela em seu Instagram. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Robin Wright (@robingwright)
Alec Balwin é acusado formalmente de homicídio no set do filme “Rust”
Poucos dias após a promotora Mary Carmack-Altwie anunciar que faria o indiciamento, o ator Alec Baldwin foi acusado formalmente pela promotoria do Novo México por homicídio culposo nesta terça (31/1). Ele será julgado por seu envolvimento em um acidente no set de gravações do filme “Rust” em 2021, que resultou na morte da cinematógrafa Halyna Hutchins, atingida por um disparo de uma arma cenográfica manipulada pelo ator. Além de Baldwin, Hannah Gutierrez-Reed, armeira responsável pela segurança do revólver, também será julgada em duas acusações relativas à morte de Hutchins. “Somente no dia do tiroteio, as evidências mostram que nada menos que uma dúzia de atos, ou omissões de imprudência, ocorreram no curto espaço de tempo anterior ao almoço e à hora do tiroteio, e isso não inclui o manuseio imprudente da arma de fogo por Baldwin”, diz o inquérito assinado pelo investigador especial Robert Shilling, do escritório do promotor público de Santa Fé, Novo México. “Baldwin, por ato direto, omissão ou falha em agir a partir de sua posição como produtor, contribuiu diretamente e/ou falhou em mitigar inúmeras ações imprudentes e perigosas durante um período de tempo muito curto”, continua o processo. “Os padrões da indústria, protocolos e procedimentos comuns de segurança de armas de fogo em sets de filmagem exigem que o armeiro, após realizar uma verificação de segurança com o primeiro assistente de direção, realize uma segunda verificação de segurança com o ator que manuseia a arma de fogo”, observa o documento. “Essa violação imprudente dos padrões e segurança das armas de fogo ocorreu duas vezes antes do tiroteio, e Baldwin falhou em agir para mitigar ou corrigir as violações imprudentes de segurança, nem em sua qualidade de ator nem como produtor.” “Esse desvio imprudente dos padrões, práticas e protocolos conhecidos causou diretamente o tiroteio fatal”, acrescenta a papelada. “Baldwin agiu com desrespeito imprudente e/ou mais do que mera negligência neste incidente. Baldwin agiu com desrespeito intencional pela segurança de outras pessoas e de uma maneira que colocou outras pessoas em perigo e ele claramente deveria saber do perigo de suas ações que levaram à morte de Hutchins. Além disso, Baldwin manuseou a arma de forma negligente” Halyna Hutchins foi baleada em 21 de outubro de 2021, durante o ensaio de uma cena de “Rust”, quando um revólver antigo empunhado por Baldwin disparou. Ele recebeu a arma do produtor assistente David Halls, que lhe disse que ela não continha munição real. Porém, ao disparar a arma, Baldwin matou Hutchins e feriu o diretor Joel Souza. (Nenhuma acusação foi feita em relação ao ferimento do diretor.) David Halls assinou um acordo judicial, assumindo culpa pela acusação de uso negligente de uma arma letal. Os termos do seu acordo incluem uma sentença suspensa e seis meses de liberdade condicional. Luke Nikas, advogado de Baldwin, disse, em comunicado, que seu cliente “confiou nos profissionais com quem trabalhou, que lhe garantiram que a arma não tinha munição real”. Porém, cinco balas de verdade foram encontradas no set, misturadas com balas de festim. “Esta decisão distorce a trágica morte de Halyna Hutchins e representa um terrível erro judiciário”, disse ele. “O senhor Baldwin não tinha motivos para acreditar que havia uma bala de verdade na arma – ou em qualquer lugar do set de filmagem”. Jason Bowles, advogado de Gutierrez-Reed, também disse que as acusações são o “resultado de uma investigação muito falha e uma compreensão imprecisa de todos os fatos”. Já o advogado da família de Hutchins celebrou a decisão. Em comunicado, Brian Panish disse que apoia as acusações e cooperará com a promotoria. “Queremos agradecer ao xerife de Santa Fé e à promotoria pública por concluir sua investigação minuciosa e determinar que as acusações de homicídio involuntário são justificadas pelo assassinato de Halyna Hutchins com desrespeito consciente pela vida humana”, disse ele. “Nossa investigação independente também confirma que as acusações são justificadas.” Baldwin e Gutierrez-Reed serão “acusados alternativamente” por duas acusações de homicídio culposo. Isso significa que, se um júri considerar qualquer um deles culpado, também determinará sob qual definição de homicídio involuntário eles são culpados, de acordo com o anúncio da promotoria. Para que o homicídio involuntário seja provado, deve haver prova de negligência. De acordo com a lei do Novo México, homicídio involuntário é um crime de quarto grau e é punível com até 18 meses de prisão e multa de US$ 5 mil. Isso inclui a acusação de uso negligente de uma arma de fogo. “Se qualquer uma dessas três pessoas – Alec Baldwin, Hannah Gutierrez-Reed ou David Halls – tivesse feito seu trabalho, Halyna Hutchins estaria viva hoje. É simples assim”, disse a promotoria do Novo México. “As evidências mostram claramente um padrão de desrespeito criminoso pela segurança no set de filmagem de ‘Rust’. No Novo México, não há espaço para sets de filmagem que não levem a sério o compromisso de nosso estado com a segurança de armas e a segurança pública”.
Após polêmica, Academia resolve manter indicação de Andrea Riseborough ao Oscar
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA decidiu manter a indicação de Andrea Riseborough na categoria de Melhor Atriz do Oscar deste ano. Em comunicado, o CEO da Academia Bill Kramer informou que a atividade da equipe da artista não atingiu um nível que justifique a rescisão da indicação. “A Academia determinou que a atividade em questão não atinge um nível que leve a indicação do filme a ser rescindida. No entanto, descobrimos mídias sociais e táticas de campanha de divulgação que causaram preocupação. Essas táticas estão sendo abordadas diretamente com as partes responsáveis”, diz a nota. O nome de Andrea Riseborough foi envolvido num forte burburinho após ser considerada a maior surpresa do Oscar, obtendo indicação como Melhor Atriz por “To Leslie”, um drama indie pouco visto e comentado. A atriz e o longa passaram em branco na maioria das premiações da temporada, não tiveram muita repercussão na mídia nem investiram numa campanha massiva para buscar a indicação. Algo totalmente incomum no Oscar. Ao investigar ao caso, a Academia teria percebido que os produtores do filme tomaram alguns atalhos irregulares para conseguir essa façanha. O Oscar tem regras específicas contra lobby e algumas delas teriam sido infligidas pela campanha da atriz, que no filme de Michael Morris vive uma mãe solteira que ganha na loteria, mas começa a torrar dinheiro de forma irresponsável. Duas infrações foram apontadas. Casada com Michael Morris, o diretor de “To Leslie”, a atriz Mary McCormack mandou um e-mail para amigos da indústria pedindo ajuda na promoção do filme e de Riseborough na campanha pelo Oscar. Na mensagem, ela pedia que as pessoas fizessem posts no Instagram sobre o filme e sugeria até hashtags. Ela foi atendida por várias estrelas de peso, como Sally Field, Liam Neeson, Jane Fonda, Laura Dern, Catherine Keener, Geena Davis e Mira Sorvino, que fizeram publicações sobre o longa nas redes sociais. Além disso, Charlize Theron, Gwyneth Paltrow, Demi Moore, Courteney Cox e Edward Norton se envolveram em sessões especiais para votantes da Academia, convocando eleitores do Oscar. Este tipo de campanha, com apelo direto e nominal a votantes, é proibida pela Academia, que permite apenas comunicação genérica – que custa cara – com disparos de e-mail pelos próprios servidores da entidade e via anúncios na mídia paga. O filme também ficou em maus lençóis por causa de um post no Instagram. O perfil oficial do longa compartilhou uma publicação, já deletada, com destaque para uma frase de crítica publicada no jornal Chicago Sun Times. Além de elogiar Riseborough, o trecho citava uma concorrente, o que é vetado pela Academia. “Por mais que tenha admirado o trabalho de (Cate) Blanchett em ‘Tár’, minha performance favorita por uma mulher foi entregue por Andrea Riseborough”, dizia o texto destacado, escrito pelo respeitado crítico Richard Roeper. A Academia proíbe campanhas que promovam a competição entre nomes e títulos, como a menção a outros atores e filmes concorrentes em materiais de divulgação. Diante da ameaça de rescisão da indicação, vários artistas se manifestaram em apoio à atriz, lembrando que produções independentes têm muito mais dificuldade em promover seus talentos, diante das campanhas milionárias dos grandes estúdios, e a única forma de haver um mínimo de equilíbrio são táticas de guerrilha. O ponto central da questão foi melhor defendido por Christina Ricci (vista recentemente em “Wandinha”), que foi ao Instagram reclamar do elitismo da Academia, que, na prática, estaria sugerindo que só produções milionárias teriam chances de chegar ao Oscar, enquanto um filme independente pouco visto, como “To Leslie”, jamais poderia ser aceito no clubinho das indicações por não poder pagar seu lugar. “Parece hilário que a ‘indicação surpresa’ (o que significa que toneladas de dinheiro não foram gastas para posicionar essa atriz) de uma atuação legitimamente brilhante esteja sendo investigada”, escreveu Ricci. “Então são apenas os filmes e atores que podem pagar pelas campanhas que merecem reconhecimento? Parece elitista e exclusivista e, francamente, muito retrógrado para mim”. Pela declaração disponibilizada nesta terça (31/1), a Academia pretende apertar ainda mais o cerco, impedindo quem não se dispuser a investir em campanhas caras de concorrer ao Oscar. Neste ano, os filmes de maior bilheteria em Hollywood suplantaram as produções independentes de forma visível, deixando de fora da premiação muitas obras aclamadas pela crítica.
“Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” volta aos cinemas após 11 indicações ao Oscar
A Diamond Films anunciou que “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” voltará aos cinemas brasileiros após conquistar 11 indicações na premiação do Oscar 2023, inclusive como Melhor Filme. O filme dirigido por Daniel Kwan e Daniel Scheinert voltará ao circuito comercial nesta quinta (2/2), Maior sucesso da História do estúdio indie A24 (de filmes como “Midsommar” e “Ex Machina”), a sci-fi com 95% de aprovação da crítica americana no Rotten Tomatoes conta a história de uma mãe de família exaurida pela dificuldade de pagar seus impostos, quando descobre a existência do multiverso e de muitas versões dela mesma em diferentes realidades. Não só isso: um de seus maridos de outro mundo lhe revela que o destino do multiverso está em suas mãos. E para impedir o fim de todos os mundos, a personagem vivida por Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) precisará incorporar as habilidades da totalidade de suas versões para enfrentar Jamie Lee Curtis (“Halloween”) e outras ameaças perigosas que a aguardam em sua missão. O elenco ainda destaca Ke Huy Quan (que foi o menino Short Round de “Indiana no Templo da Perdição”) como o marido de Yeoh, Stephanie Hsu (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) como sua filha e o veterano James Hong (“Aventureiros do Bairro Proibido”), entre outros. Além dos cinemas, o filme também já pode ser visto em casa. Ele está disponível desde julho do ano passado nas locadoras digitais – plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que disponibilizam filmes sem a necessidade de assinatura mensal, cobrando os consumidores por visualização individual de conteúdo.
“Certas Pessoas”, com Eddie Murphy, é o filme mais assistido da semana na Netflix
“Certas Pessoas” é o filme em língua inglesa mais visto da semana na Netflix, com mais de 55 milhões de horas assistidas. De acordo com os gráficos da plataforma de streaming, a comédia estrelada por Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”) e Eddie Murphy (“Um Príncipe em Nova York 2”) rapidamente chegou ao topo de visualizações na semana de 23 a 29 de janeiro. O sucesso de público não encontrou aval na crítica, que considerou a comédia dirigida por Kenya Barris (“Um Príncipe em Nova York 2”) medíocre, com apenas 44% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. A produção explora os conflitos raciais e religiosos gerados a partir do noivado de um homem branco de uma família judia com uma mulher negra de família muçulmana. A trama acompanha Ezra Cohen (Hill), um sujeito solteiro que conhece e se apaixona por Amira Mohammed (Lauren London, de “Sem Remorso”). Porém, o relacionamento deles é testado por suas famílias: os pais progressistas de Ezra e os pais inflexíveis de Amira, que se intrometem na vida do casal. Na lista de filmes mais assistidos em língua não inglesa, o alemão “Nada de Novo no Front” viu sua audiência crescer em mais de 190% após conquistar impressionantes nove indicações ao Oscar. O drama de guerra conquistou 8,7 milhões de horas assistidas e entrou no top 10 de 33 países. A 2ª temporada de “Ginny & Georgia” continua sendo a série mais vista da plataforma, acumulando um total de 55,61 milhões de horas assistidas. Apesar disso, sofreu uma queda significativa na audiência em relação à semana anterior, quando chegou a marcar 87,4 milhões de horas. A 1ª temporada da série também aparece no top 3 da plataforma acumulando 31,1 milhões de horas assistidas. Quase no topo das séries mais vistas, o sucesso “Wandinha” marca sua 10ª semana no chart acumulando um total de 35,86 milhões de horas na 2ª colocação no ranking. E o seriado não parece que irá deixar a lista de mais assistidos tão cedo. “That ’90s Show” conquistou a 4ª posição com 26,25 milhões de horas em sua primeira semana completa para a contagem de audiência na plataforma. Os números revelam uma queda significativa em seu alcance de público, já que nos primeiros quatro dias, contabilizados na semana passada, a continuação de “That ’70s Show” chegou a atingir 41,8 milhões de horas assistidas. Fazendo sua estreia no top 10 das séries em língua inglesa mais assistidas ainda aparecem a temporada inaugural de “Lockwood & Co” (25,12 milhões), o reality “Império da Ostentação: Nova York” (14,28 milhões) e a 2ª temporada de “Esquadrão de Confeiteiros” (13,4 milhões). Confira abaixo os trailers de alguns dos filmes e séries mais assistidos da semana na Netflix:
Keanu Reeves diz que pediu continuação de “Constatine” todos os anos, desde 2005
O astro Keanu Reeves (“Matrix”) revelou à revista Total Film que nunca deixou de enviar mensagens aos executivos da Warner pedindo uma sequência de “Constantine”, filme lançado em 2005 e que só agora, quase 20 anos depois, teve sua sequência anunciada. Segundo Reeves, desde o lançamento do longa ele perguntava diretamente aos executivos se um novo filme poderia ser feito, mas o detalhe inusitado é que todas esses pedidos eram feitos com o ator imitando o sotaque inglês de Oliver Twist, personagem do livro clássico de Charles Dickens, que foi adaptado para o cinema várias vezes, inclusive por Roman Polanski (“O Pianista”). “Adorei o papel e achei que Francis Lawrence, o diretor, fez um trabalho incrível. Adorei interpretar esse personagem e gostei muito do filme”, disse Reeves sobre “Constantine”. “Eu perguntava todos os anos sobre a possibilidade de fazer um novo filme e eles me diziam que não”. Keanu ficou felicíssimo com a confirmação da sequência: “Vou dar o meu melhor para realizar esse sonho”, afirmou o ator. Apesar do entusiasmo, a continuação de “Constantine” quase não saiu do papel. Inicialmente, JJ Abrams, diretor da franquia “Star Wars”, estava desenvolvendo numa série nova do personagem, e o filme só passou a ser considerado após esse projeto ser cancelado – traria um ator negro no papel principal. Embora esteja em desenvolvimento, “Constantine 2” tem apenas Reeves confirmado no elenco e a volta do diretor Francis Lawrence (“Eu sou a Lenda”) à direção. O roteiro está a cargo de Akiva Goldsman (“Um Conto do Destino”). Não há previsão de lançamento para o longa, que não foi mencionado na apresentação dos próximos filmes da DC, feita pelos chefões do DC Studios, James Gunn e Peter Safran, nesta terça (31/1).
A vida depois do tapa: Will Smith confirma novo “Bad Boys”
Will Smith (“À Procura da Felicidade”) e Martin Lawrence (“Vovó…Zona”) estão de volta. A dupla anunciou em suas redes sociais o quarto filme da franquia “Bad Boys”, que já está em pré-produção pela Sony Pictures. Os diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, que comandaram “Bad Boys para Sempre” (2020), também vão retornar para trás das câmeras e filmar um novo roteiro escrito por Chris Bremner, autor da trama do filme anterior da franquia. Antes da pandemia fechar todas as salas de cinema em 2020, “Bad Boys para Sempre” conseguiu fazer mais de US$ 426 milhões de bilheteria mundial. Ao todo, a franquia “Bad Boys” já acumula mais de US$ 840 milhões ao redor do mundo. A ideia de um quarto filme da franquia já circulava desde então, mas os planos foram interrompidos após o tapa de Will Smith em Chris Rock durante o Oscar 2022. Quase um ano depois, a expectativa da equipe é que um dos astros mais queridos de Hollywood e vencedor de um Oscar possa reconstruir sua carreira. Seu projeto mais recente, “Emancipation: Uma História de Liberdade” (2022), não foi bem aceito pela crítica e passou desapercebido na atual temporada de premiações. El Arbi e Bilall Fallah dirigiram recentemente “Rebel” (2022), filme que conta a história de um homem que resolve mudar de vida e deixa a Bélgica para ajudar as vítimas da guerra na Síria. O longa teve sua estreia mundial no último Festival de Cannes. A dupla ainda trabalhou na série “Ms. Marvel”, que – até o momento – é o projeto da Marvel melhor avaliado no Rotten Tomatoes, e no malfado filme da “Batgirl”, que foi cancelado pela Warner quando já estava praticamente pronto. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Martin Lawrence (@martinlawrence)












