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Filme

Woody e Buzz enfrentam a tecnologia no trailer de “Toy Story 5”

Woody retorna calvo e de poncho para reunir a gangue contra Lilypad, um dispositivo eletrônico que rouba a atenção de Bonnie

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19 de fevereiro de 2026
Filme

Estreias de cinema destacam novo terror do diretor de “O Macaco”

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19 de fevereiro de 2026
Filme

Tommy Shelby enfrenta o filho no trailer de “Peaky Blinders: O Homem Imortal”

Barry Keoghan vive o "filho cigano" do protagonista na trama ambientada na época da 2ª Guerra Mundial

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19 de fevereiro de 2026
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    Schwarzenegger afirma que “Exterminador do Futuro” previu futuro: “Virou realidade”

    30 de junho de 2023 /

    Arnold Schwarzenegger refletiu sobre as ideias por trás dos filmes da franquia “O Exterminador do Futuro”. O ator foi o convidado especial de um evento intitulado “Uma Noite com Arnold Schwarzenegger”, organizado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA na última quarta-feira (28/6). Durante a conversa, que teve sua gravação disponibilizada no Youtube, o ator afirmou que o advento da inteligência artificial foi prevista nos filmes de James Cameron: “Virou realidade”. “Hoje, todos têm medo disso, de onde isso vai chegar”, disse Schwarzenegger sobre as preocupações atuais em torno do avanço da inteligência artificial. “E nesse filme, em ‘O Exterminador do Futuro’, falamos sobre as máquinas se tornando autoconscientes e tomando o controle”. Ele ainda elogiou a genialidade do filme de ficção científica de 1984. “Naquela época, nós [tínhamos] apenas arranhado a superfície da inteligência artificial. Pense nisso”, pontuou. “Agora, ao longo das décadas, isso se tornou uma realidade. Então, não é mais fantasia ou algo futurista. Está aqui hoje. E isso é a escrita extraordinária do Jim Cameron”.   O filme que previu o futuro Na longa original, o ator interpreta uma máquina assassina conhecida como T-800. Ele é enviado do futuro pela Skynet, inteligência artificial que assumiu o controle de todos os robôs e equipamentos militares, com o objetivo de assassinar a mãe de John Connor, que no seu tempo lidera a resistência humana contra as máquinas. O plano é impedir o nascimento de John, mas esta ação acaba se tornando a razão da gravidez de Sarah Connor (Linda Hamilton). James Cameron escreveu e dirigiu os dois primeiros filmes da franquia, e só voltou como produtor no último longa, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” (2019). Em “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final”, ele explicou como o governo americano cedeu o controle de sua defesa à Skynet, acreditando que a inteligência artificial seria mais eficiente que as decisões humanas, percebendo apenas tarde demais que o programa tinha se tornado autoconsciente. “Só posso levar crédito pelo personagem que interpretei e pela forma como o interpretei. Mas quero dizer, ele criou esse personagem. Ele o escreveu tão bem, escreveu o filme tão bem, e é por isso que ele é, sabe, o diretor número um do mundo”, exaltou Schwarzenegger.

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  • Filme

    Tom Cruise arrisca a vida em vídeo dos bastidores de “Missão Impossível 7”

    30 de junho de 2023 /

    Tom Cruise é conhecido levar a ação ao limite e dispensar dublês em cenas de risco. E na nova sequência da franquia “Missão Impossível”, ele extrapolou. Durante um vídeo de bastidores divulgado pela Paramount, o ator aparece fazendo diversas manobras e malabarismos mirabolantes, com destaque para uma nova prática esportiva bastante preocupante: voar por speed-flying. O esporte é conhecido como um dos mais perigosos do mundo, que combina elementos do parapente e do esqui. Dedicado a trazer veracidade em todas as cenas, Tom Cruise decidiu aprender o esporte para as filmagens de “Missão Impossível – Acerto de Contas Parte 1”. “Embora possa parecer semelhante, o speed-flying não é paraquedismo”, disse o diretor Christopher McQuarrie. “Paraquedismo é bastante previsível. O speed-flying é muito imprevisível”. No vídeo, o ator se declarou um verdadeiro admirador do esporte radical. “Vamos fazer espirais e aterrissar a uma velocidade incrivelmente alta, mais de 80 quilômetros por hora”, exultou Cruise. Apesar da confiança do ator, o diretor declarou que todos estavam em “absoluto terror” nos bastidores. Em entrevista ao Deadline durante a premiére do novo filme, o ator Simon Pegg pontuou a questão e disse que todos temem pela integridade de Cruise nas filmagens, pois ele se joga de cabeça nos desafios. “Sempre há uma sensação de que, sabe, um dia, algo pode dar errado, podemos perder Tom, sabe”, declarou. “Sempre que há uma grande acrobacia, todos nós temos essa sensação de medo, mas ele sempre consegue”.   Missão Perigo A nova sequência da franquia de ação trará algumas das cenas mais arriscadas e surpreendentes da carreira de Tom Cruise. Além da prática de speed-flying, o filme traz um salto de moto de um penhasco. Devido ao risco, a cena foi a primeira a ser filmada entre todas as outras do filme, para evitar qualquer tipo de distração. A preparação foi bastante intensiva e Cruise ainda fez questão de repetir a acrobacia pelo menos seis vezes. Outro vídeo dos bastidores, divulgado anteriormente, mostrou como ele dirigiu a moto em direção a um enorme penhasco e saltou no abismo. Apesar de ter usado paraquedas, a cena também envolveu um risco enorme. Ao longo dos anos, a franquia “Missão Impossível” conquistou o público com cenas cada vez mais perigosas protagonizadas por Cruise. O ator chegou até a se machucar ao pular de um prédio em Londres durante o longa anterior, “Efeito Fallout”. Mas com as filmagens de “Missão Impossível – Acerto de Contas Parte 2” paralisadas devido à greve dos roteiristas, começaram a circular boatos de que o filme pode indicar o fim da linha para as aventuras perigosas de Cruise, marcando a despedida do ator do papel de Ethan Hunt. “Missão Impossível – Acerto de Contas Parte 1” chega aos cinemas brasileiros no dia 13 de julho.

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    Alan Arkin, vencedor do Oscar por “Pequena Miss Sunshine”, morre aos 89 anos

    30 de junho de 2023 /

    O ator Alan Arkin, vencedor do Oscar por “Pequena Miss Sunshine”, morreu na quinta-feira (29/6) em sua casa em San Marcos, na Califórnia (EUA), aos 89 anos. A informação foi compartilhada por seus filhos num comunicado à imprensa nesta sexta (30/6). Até o momento, a causa da morte não foi revelada. “Nosso pai era uma força da natureza excepcionalmente talentosa, tanto como artista quanto como homem. Um marido amoroso, pai, avô e bisavô, ele era adorado e sua falta será profundamente sentida”, disseram os três herdeiros no comunicado. Com mais de 60 anos de carreira, o ator emplacou trabalhos no cinema, teatro e televisão, tanto como ator quanto diretor. Embora tenha se destacado mais em produções do gênero da comédia, também estrelou dramas bastante intensos. Em “A Pequena Miss Sunshine”, viveu o avô da protagonista, que morre durante uma longa viagem com a família, mas não sem antes ensinar uma coreografia ofensiva para a netinha usar num concurso de beleza infantil. Sua performance rendeu sua única estatueta do Oscar, embora tenha sido indicado três outras vezes na premiação. Ao longo de sua trajetória, ele também estrelou um filme brasileiro, “O Que É Isso Companheiro?” (1997), e recebeu inúmeros outros prêmios, incluindo o Tony, Globo de Ouro e BAFTA, além de seis indicações ao Emmy.   Começo na Broadway Nascido em 26 de março de 1934, em Nova York, Alan Wolf Arkin era filho de imigrantes russo-alemães. Seus primeiros contatos com a indústria do entretenimento foi como músico na banda The Tarriers, onde cantava e tocava violão. Apesar do grupo não ter ficado junto por muito tempo, eles conseguiram emplacar um sucesso com a música “The Banana Boat Song” em 1957. Logo em seguida, Arkin começou a atuar nos palcos do teatro. Seus primeiros trabalhos foram como membro da The Second City, famoso grupo de comédia de improvisação que serviu como ponto de partida para diversos artistas, como Steve Carell (“The Office”) e Tina Fey (“Um Maluco na TV”). Em 1961, o ator fez sua estreia na Broadway com a trupe de comediantes. Apenas dois anos depois, ele recebeu seu primeiro prêmio Tony pela sua atuação na peça “Enter Laughing” (1963), do diretor Joseph Stein. Com o sucesso nos palcos, Arkin começou a investir a carreira no cinema com a paródia da Guerra Fria “Os Russos Estão Chegando! Os Russos Estão Chegando!” (1966), onde interpretou o tenente Rozanov, um oficial soviético que atraca nos Estados Unidos. Aclamado pela crítica, o longa rendeu sua primeira indicação ao Oscar e seu primeiro Globo de Ouro.   Destaque nas principais premiações Ao mesmo tempo, o ator também chamou a atenção na televisão e recebeu sua primeira indicação ao prêmio Emmy ao participar da antologia “ABC Stage 67”, que teve apenas uma temporada exibida pelo canal americano ABC. Ele também estrelou um dos filmes mais populares daquela época, o suspense “Um Clarão nas Trevas” (1967), como um bandido que tenta se aproveitar da cegueira de Audrey Hepburn (“Bonequinha de Luxo”). Em seguida, o ator interpretou o icônico inspetor Jacques Clouseau no longa “Inspetor Clouseau” (1968), após Peter Sellers se recusar a voltar ao papel do policial do universo de “A Pantera Cor-de-Rosa”. Apontado como um dos nomes mais promissores de sua geração, Arkin recebeu sua segunda indicação ao Oscar pelo longa “Por que Tem de Ser assim?” (1968), onde interpretou um homem surdo-mudo que se torna o confidente de várias pessoas solitárias em uma pequena cidade americana. E mais uma indicação ao Globo de Ouro pela comédia dramática “Popi” (1969), que estrelou com a atriz porto-riquenha Rita Moreno (“Amor, Sublime Amor”). Na trama, Arkin interpretou o personagem-título, um pai porto-riquenho. Em 1971, ele deu vida ao Capitão John Yossarian na cultuada sátira de guerra “Ardil 22” (1971), dirigido por Mike Nichols (“Closer​​”). E no ano seguinte estreou como diretor na comédia de humor ácido “Pequenos Assassinatos”, que também estrelou ao lado do ator Elliott Gould (“Treze Homens e um Novo Segredo​​”).   Destaque na comédia Especializando-se em comédias, o ator acumulou créditos no gênero, como “O Último Don Juan” (1972), “Duas Ovelhas Negras” (1974), “Visões de Sherlock Holmes” (1976, no papel de Freud), além de ser novamente indicado ao prêmio Tony por dirigir a peça “The Sunshine Boys” (1972). Arkin ainda dirigiu e estrelou “Os Incendiários Estão Chegando” (1977), e protagonizou uma das comédias mais mais populares dos anos 1970, “Um Casamento de Alto Risco” (1979). No filme, contracenou com Peter Falk (“Columbo”) como dois sogros metidos em uma série de aventuras improváveis. Ele diminuiu o ritmo anos 1980, após tropeçar na comédia de terror “O Jovem Lobisomem​​” (1981) e no musical de super-herói “O Retorno do Capitão Invencível” (1983), que fracassaram nas bilheterias. Mas foi dar a volta por cima na TV, com a minissérie de guerra “Fuga de Sobibor” (1987), do diretor Jack Gold, que lhe rendeu sua segunda indicação ao Emmy. Já nos anos 1990, diversificou sua filmografia com grandes produções como “O Cadillac Azul” (1990), de Joe Roth, “Havana” (1990), de Sydney Pollack, o clássico da cultura pop “Edward Mãos de Tesoura” (1990), de Tim Burton, e a adaptação de quadrinhos “Rocketeer” (1991), de Joe Johnston, e o drama criminal “O Sucesso a Qualquer Preço”, ao lado de grandes nomes do cinema como Al Pacino (“O Irlandês”) e Ed Harris (“Top Gun: Maverick​​”). Ele seguiu ativo em vários gêneros, até voltar à comédia em “Matador em Conflito” (1997), produção cultuada com John Cusack (“Alta Fidelidade”).   Sucesso em filme brasileiro Arkin também estrelou o filme brasileiro “O Que É Isso, Companheiro?” (1997), dirigido por Bruno Barreto (“Flores Raras”), no papel do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Charles Burke Elbrick. Baseado no livro de Fernando Gabeira, o longa contava a história do sequestro de Elbrick durante a luta armada contra a ditadura militar e contava com vários atores brasileiros no elenco, como Pedro Cardoso (“A Grande Família”), Fernanda Torres (“Tapas e Beijos”) e Selton Mello (“Sessão de Terapia”). A produção foi indicada ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. No mesmo ano, Arkin coadjuvou na cultuada ficção científica “Gattaca – A Experiência Genética” (1997), dirigida por Andrew Niccol. E ainda indicado mais uma vez ao Emmy pela aparição na série “Esperança de Chicago” (1997). O ator ainda teve um última indicação ao Emmy em 2003, pelo seu papel no filme televisivo “Segredos do Pentágono”, estrelado por James Spader (“Lista Negra”).   O Oscar de “Pequena Miss Sunshine” A consagração definitiva veio com “Pequena Miss Sunshine” (2006). O pequeno filme independente do casal Jonathan Dayton e Valerie Faris colecionou troféus e foi um verdadeiro sucesso nas bilheterias, arrecadado mais de US$ 100 milhões contra um orçamento de apenas US$ 8 milhões. A atuação de Arkin como o vovô excêntrico e doente lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, além de uma infinidade de elogios da crítica. Após o Oscar, ele apareceu em vários outros filmes, incluindo “Agente 86” (2008) e “Os Muppets” (2011), antes de ganhar nova indicação ao Oscar pelo thriller de espionagem “Argo” (2012), dirigido e estrelado por Ben Affleck. No longa, Arkin interpretou Lester Siegel, um produtor de Hollywood que colabora com a CIA para criar uma filme falso para uma operação de resgate durante a crise dos reféns no Irã.   Fim da carreira na Netflix Nos últimos anos, Arkin voltou à participar de diversas comédias, trabalhando com Steve Carell (“O Incrível Mágico Burt Wonderstone”), Steve Martin (“O Natal dos Coopers”) e Morgan Freeman (“Despedida em Grande Estilo”), antes de embarcar no universo dos streamings com a série “The Kominsky Method”, criada em 2018 por Chuck Lorre (“Big Bang Theory”). Na série, ele viveu Norman Newlander, um agente de talentos aposentado e amigo próximo de um ator fracassado vivido por Michael Douglas (“Homem-Formiga”). Pelo papel, Arkin recebeu suas duas últimas indicações ao Emmy. A série chegou ao fim em maio de 2021, quando o ator já estava com 87 anos. Seus últimos trabalhos no cinema foram a versão live-action de “Dumbo” (2019), produzida pela Disney, e a animação “Minions 2: A Origem de Gru” (2022), como voz do vilão Willy Cobra.

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    10 filmes: “Nimona”, “O Pacto” e os destaques da semana

    30 de junho de 2023 /

    A animação “Nimona”, da Netflix, e o drama de guerra “O Pacto”, da Prime Video, são os principais lançamentos da semana nas plataformas de streaming por assinatura, enquanto filmes vistos recentemente nas telonas chegam às locadoras digitais – incluindo o fraco “Cavaleiros do Zodíaco”. Ainda há opções cult no Mubi e o excelente thriller “Desaparecida”, do novo gênero screenlife, que desembarca do cinema na HBO Max. Confira 10 novidades da programação para ver em casa.   | NIMONA | NETFLIX   A animação segue uma garota aventureira que cria caos por onde passa com sua capacidade de mudar de forma e se transformar em qualquer bicho. Determinada a se tornar uma das vilãs mais famosas do reino que habita, ela busca parceria com um criminoso acusado de matar a Rainha. O detalhe é que o cavaleiro Ballister Boldheart jura que é inocente e do bem, mas nem seu grande amor acredita. A única pessoa disposta a ajudá-lo a encontrar o verdadeiro culpado é a garota radical. O elenco de vozes destaca Chloë Grace Moretz (“Carrie, A Estranha”) no papel-título e Riz Ahmed (“O Som do Silêncio”) como Ballister. Baseada nos ilustrações que foram febre no Tumblr, “Nimona” foi criada como um webcomic pelo ilustrador ND Stevenson em 2012 e transformado logo depois num best-seller, lançado pela editora HarperCollins em 2015. Inicialmente, a graphic novel seria transformada em filme pela 20th Century Fox Animation (atual 20th Century Animation), mas o projeto foi cancelado quando a Disney adquiriu o estúdio em 2019. A Netflix aproveitou a oportunidade e trouxe a adaptação para seu streaming com os diretores Nick Bruno e Troy Quane, que trabalharam juntos em “Um Espião Animal” (2019).   | O PACTO | AMAZON PRIME VIDEO   O novo filme de ação de Guy Ritchie (“Infiltrado”) leva Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) para a guerra no Afeganistão. Na trama, o ator vive um soldado que é ferido pelos talibãs e só sobrevive por causa do heroísmo de seu intérprete. Seu personagem é o sargento John Kinley, que em sua última missão no Afeganistão se juntou a um intérprete local chamado Ahmed para fazer um levantamento da região. Quando sua unidade é emboscada durante uma patrulha, Kinley e Ahmed são os únicos sobreviventes. Com combatentes inimigos em perseguição, Ahmed arrisca a própria vida para carregar Kinley ferido, por quilômetros de terreno extenuante, até a segurança. Sentindo uma dívida de vida, o militar pretende enviar passagens para Ahmed e sua família escaparem do talibã. Mas, ao voltar aos EUA, descobre que o tradutor não recebeu o salvo conduto que lhe foi prometido e se encontra visado, em meio à volta do talibã ao poder. Determinado a proteger seu amigo e pagar sua dívida, Kinley retorna sozinho ao pais para resgatar Ahmed e sua família antes que as milícias locais os alcancem primeiro. Ritchie encontrou inspiração para a história após conversar com soldados que combateram no Afeganistão e no Iraque, comovendo-se com suas relações com os intérpretes que arriscaram suas vidas para ajudá-los nas regiões de conflitos. O elenco também destaca Alexander Ludwig (“Vikings”), Antony Starr (“The Boys”), Emily Beecham (“1899”) e Dar Salim (“Caranguejo Negro”) como Ahmed.   | DESAPARECIDA | HBO MAX   Continuação temática de “Buscando…” (2018), o filme usa a mesma abordagem estética, mas apresenta novos personagens e uma mudança na dinâmica da situação: em vez de ser um pai buscando pela filha (como no original), agora é uma filha que investiga o desaparecimento da mãe. Storm Reid (“Euphoria”) passa o final de semana sozinha enquanto sua mãe (Nia Long, de “Como Seria Se…?”) viaja com o namorado. Porém, ao notar o sumiço da mãe e sem ajuda da polícia, a jovem resolve investigar o que aconteceu por contra própria – e tudo pela tela de seu computador. Realizado num formato conhecido como “desktop horror” ou “desktop film”, na qual toda a ação acontece na tela de um computador, “Buscando…” foi um sucesso de público e de crítica, com mais de US$ 75 milhões nas bilheterias e uma avaliação positiva de 92% no Rotten Tomatoes. A sequência foi escrito e dirigido por Nicholas D. Johnson e Will Merrick, que trabalharam como editores no longa de 2018, e atingiu 87% de aprovação.   | O SONHO DE GRETA | MUBI   A comédia ambientada na Austrália dos anos 1970 acompanha Greta Driscoll (Bethany Whitmore, de “Picnic at Hanging Rock”), uma adolescente que no seu primeiro dia em uma nova escola faz amizade com Elliott (Harrison Feldman, de “Upper Middle Bogan”), um nerd com uma grande personalidade, que é rejeitado pelos descolados da turma. O grande conflito do filme se dá quando os pais de Greta decidem fazer uma festa de aniversário de 15 anos para ela, convidando todos os seus colegas de escola, para seu desespero. A festa acaba desencadeando uma série de eventos surrealistas e fantásticos que a transportam para um mundo onde ela encontra criaturas míticas, e enfrenta seus próprios medos e inseguranças sobre o amadurecimento. Marcado por características visuais distintas, que lembram “Napoleon Dinamite”, e uma estética surrealista, a estreia cinematográfica da diretora de teatro australiana Rosemary Myers conquistou a crítica e foi indicado a oito prêmios da Academia Australiana de Cinema, vencendo a categoria de Melhor Figurino.   | GILFRIENDS AND GIRLFRIENDS | MUBI   A comédia romântica lésbica passada em Barcelona faz homenagem à nouvelle vague e, especificamente, ao naturalismo de Éric Rohmer, refletido no título do filme, que remete à “Boyfriends and Girlfriends” de 1987. Além de dirigir, Zaida Carmona estrela a produção como uma personagem com seu próprio nome, que volta para Barcelona com o coração partido após ter sido abandonada pela ex-namorada. Enquanto Zaida se envolve na vida amorosa de suas amigas, o espectador é levado a uma série de encontros e desencontros românticos envolvendo um círculo de amizades lésbicas. Apesar de seu orçamento reduzido e da aparente simplicidade, o romance indie conseguiu captar a atenção da crítica e do público durante sua passagem por diversos festivais de cinema, pela forma descontraída com que lida com a temática do amor e relacionamentos e pela habilidade de Zaida Carmona de entrelaçar a iconografia cinéfila e sáfica.   | MEU VIZINHO ADOLF | VOD*   A comédia sombria traz o veterano ator britânico David Hayman (“Macbeth: Ambição e Guerra”) interpretando Polsky, um imigrante europeu de 70 anos vivendo em um país sul-americano em 1960. Sua vida tranquila é perturbada pela chegada de um misterioso alemão, “Sr. Herzog” (Udo Kier, de “Bacurau”), que ele suspeita ser ninguém menos que o próprio Adolf Hitler. Grande parte do filme gira em torno das tentativas de Polsky de provar a identidade do vizinho de forma bastante farsesca, mantendo o público em suspense sobre a verdade até os momentos finais. Embora a narrativa se desdobre puramente da perspectiva de Polsky, Kier comanda a tela como o enigmático Herzog, oscilando entre um valentão de pavio curto e um homem envelhecido tentando escapar de seu passado turbulento. A direção é do russo Leon Prudovsky (“Five Hours from Paris”).   | PALAVRAS NAS PAREDES DO BANHEIRO | NETFLIX   O drama dirigido por Thor Freudenthal, de “Diário de um Banana” (2010) e “Percy Jackson e o Mar de Monstros” (2013), encaixa-se na tendência mórbida dos romances com adolescentes doentes, que se popularizou após o sucesso de “A Culpa É das Estrelas” (2014). A adaptação do best-seller de Julia Walton acompanha um garoto que descobre sofrer de esquizofrenia. A diferença em relação a outras produções sobre o tema é que o filme traz o ponto de vista do doente, mostrando as visões que o afligem. Além disso, como mencionado, é um romance entre dois atores atraentes, Charlie Plummer (“Espontânea”) e Taylor Russell (“Até os Ossos”).   | TEMPO | STAR+   O terror de M. Night Shyamalan oferece uma premissa instigante, que literalmente morre na praia. Uma praia isolada, cercada por falésias, em que turistas, atraídos pela promessa de uma paisagem única e exclusiva, são aterrorizados por um inesperado envelhecimento em ritmo acelerado. Em poucos minutos, crianças viram jovem adultos, enquanto os pais começam a enrugar e ninguém consegue deixar o local, sofrendo a ação brutal do tempo. O filme é uma adaptação da graphic novel francesa “Sandcastle”, de Pierre Oscar Levy e do artista Frederik Peeters, roteirizada pelo próprio Shyamalan. E tem um grande elenco, formado por Gael Garcia Bernal (“Wasp Network”), Thomasin Mackenzie (“Jojo Rabbit”), Vicky Krieps (“Trama Fantasma”), Alex Wolff (“Hereditário”), Eliza Scanlen (“Adoráveis Mulheres”), Aaron Pierre (“Krypton”), Embeth Davidtz (“O Espetacular Homem-Aranha”), Abbey Lee (“Lovecraft Country”), Nikki Amuka-Bird (“Avenue 5”), Rufus Sewell (“O Homem do Castelo Alto”), Emun Elliott (“Fale com as Abelhas”) e Ken Leung (“Inumanos”).   | MAFIA MAMMA – DE REPENTE CRIMINOSA | VOD*   Toni Collette (“Hereditário”) viva uma dona de casa que, após ser traída pelo marido, descobre que seu avô distante morreu e ela precisará assumir os negócios da família: um verdadeiro império da máfia. Com a ajuda de sua assistente de confiança (Monica Bellucci, de “Assassino Sem Rastro”), ela pretende desafiar as expectativas de todos, inclusive as dela própria, ao embarcar em sua empreitada no mundo do crime. Mas faz isso da forma mais atrapalhada do mundo e sem ter nunca visto “O Poderoso Chefão”. A direção é de Catherine Hardwicke (“Crepúsculo”).   | OS CAVALEIROS DO ZODÍACO – SAINT SEIYA: O COMEÇO | VOD*   Baseado no popular mangá de Masami Kurumada e no anime que foi uma grande febre no Brasil da década de 1990, a trama acompanha jovens recrutados para se tornarem cavaleiros de Atena e defensores da humanidade, com destaque para Seiya, que recebe a Armadura de Pégaso e, ao lado de seus amigos, luta para proteger Saori Kido, a reencarnação da deusa, de seus inimigos. O detalhe é que esta versão live-action é uma produção de orçamento mediano, com efeitos visuais questionáveis e um diretor estreante, o polonês Tomasz Baginski (produtor de “The Witcher”). Para completar, um elenco ocidental se soma às opções problemáticas, destacando Famke Janssen (Jean Grey/Fênix Negra na primeira trilogia de “X-Men”), Sean Bean (“Game of Thrones” e “Expresso do Amanhã”), Madison Iseman (“Jumanji: Próxima Fase”), Mark Dacascos (“John Wick 3”), Nick Stahl (“O Exterminador do Futuro 3”) e Mackenyu Arata (“Círculo de Fogo: A Revolta”), que vive o protagonista Seiya. Só há um detalhe positivo: as lutas são coreografadas pelo veterano Andy Cheng, que trabalhou como coordenador de dublês de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.

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    Sophie Charlotte é Gal Costa no primeiro trailer da cinebiografia

    29 de junho de 2023 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster e o trailer de “Meu Nome É Gal”, cinebiografia de Gal Costa que traz Sophie Charlotte (“Passaporte para a Liberdade”) no papel principal. A prévia foca o começo da carreira da cantora, que faleceu em novembro passado aos 77 anos, mostrando a escolha de seu nome artístico, a convivência com os colegas baianos durante Tropicália, a época do desbunde e o enfrentamento da repressão durante a ditadura militar. Tudo isso com vários visuais marcantes incorporados por Sophie. As imagens do filme de Dandara Ferreira (que escreveu e dirigiu a série documental “O Nome Dela É Gal”) e Lô Politii (“Alvorada”) também mostram o baiano Rodrigo Lelis (“A Matriarca”) como Caetano Veloso, Dan Ferreira (“Pixinguinha, Um Homem Carinhoso”) como Gilberto Gil e a própria Dandara Ferreira como Maria Bethânia. A estreia está marcada para 19 de outubro nos cinemas brasileiros.

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    Anthony Mackie defende Jonathan Majors: “Nada foi provado”

    29 de junho de 2023 /

    Anthony Mackie, o novo Capitão América no MCU (universo cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), quebrou o silêncio dos artistas da Marvel sobre as acusações de assédio contra Jonathan Majors. O interprete de Kang, grande vilão em “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, chegou a ser preso em março e vai enfrentar o tribunal no dia 3 de agosto deste ano sob acusações de agressão da ex-namorada, Grace Jabbari. Em entrevista à revista Inverse, Mackie enfatizou que nada sobre Majors foi comprovado e que é necessário aguardar os desdobramentos legais antes de tirar conclusões precipitadas. “Somos um país que foi construído com base na ideia de ‘todos são inocentes até que se prove o contrário'”, disse. “Nada foi provado sobre esse cara. Nada. Portanto, todos são inocentes até que se prove o contrário. Isso é tudo o que posso dizer”, completou. Vale mencionar que após a prisão do ator, novas acusações de mulheres que teriam sido vítimas de violência doméstica, assédio e abuso foram apresentadas contra ele. Com o processo em andamento, a continuação de Majors no Universo Cinematográfico Marvel permanece incerta. Apresentado na série “Loki” (2021), seu personagem seria o grande vilão da nova fase da Marvel, com um conflito marcado para “Vingadores: Dinastia Kang”, adiado para 1º de maio de 2026. Até o momento, o estúdio não se pronunciou.   Acusações contra Majors chegam ao tribunal Em março, a primeira acusação contra Majors foi formalizada pelo escritório da promotoria de Manhattan, que encaminhou uma prisão provisória do ator por violência doméstica. Segundo o relato de sua ex-namorada, Grace Jabbari, Majors a agrediu e a enforcou dentro de um táxi, após ela confrontar o ator quando reparou mensagens de outra mulher em seu celular. Com a repercussão do caso, Majors foi demitido de dois grandes projetos em que estava envolvido. No mês seguinte, uma ordem de proteção temporária foi concedida à Jabbari, proibindo qualquer tipo de contato direto ou indireto entre os dois. O ator compareceu ao tribunal pela primeira vez com sua advogada, Priya Chaudhry, na terça-feira (20/6). Após a audiência, ela afirmou que foram entregues evidências que comprovam não apenas a inocência de Majors, mas que ele é a verdadeira vítima da situação. A advogada também solicitou o arquivamento imediato de todas as acusações e a abertura de um processo contra Jabbari, responsabilizando ela pelas supostas agressões contra o ator.

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    Trailer de “Duna: Parte 2” mostra conclusão épica da sci-fi

    29 de junho de 2023 /

    A Warner Bros. divulgou um novo trailer de “Duna: Parte 2”, cheio de vingança, profecias e clima épico. Dirigido por Denis Villenueve, o filme é uma das produções de ficção-científica mais aguardadas do ano. Baseado no best-seller “Duna”, de Frank Herbert, o longa é a continuação da adaptação cinematográfica lançada em 2021, trazendo de volta Timothée Chalamet e Zendaya nos papéis de Paul Atreides e Chani, respectivamente. Em “Duna”, Paul Atreides (Timothée Chalamet) se aventurou em Arrakis, o planeta mais cobiçado e arenoso do universo. Após sua família sofrer um golpe, ele fugiu em meio ao conflito e se aliou aos habitantes locais, descobrindo o segredo da preciosa especiaria do planeta e sua ligação com vermes gigantes. O drama foi indicado a 10 estatuetas do Oscar e ganhou 6. Em “Duna: Parte 2”, Atreides se une a Chani e aos Fremen para se vingar daqueles que destruíram a sua família. O trailer mostra Paul montando nas costas de um enorme verme da areia nos desertos de Arrakis e assumindo sua parte numa antiga profecia para liderar os novos aliados em sua vingança contra os responsáveis pela morte de seu pai. Entre as novidades, são apresentados Austin Butler (“Elvis”) careca como Feyd-Rautha Harkonnen, o sobrinho de Baron Harkonnen (Stellan Skarsgard), e Florence Pugh (“Viúva Negra”) como a princesa Irulen, filha do Imperador Shaddam IV (Christopher Walken). As novas cenas ainda destacam a guerra iminente, com Paul, agora com olhos azuis causados pelo consumo da droga mística dos Fremen, liderando um enorme exército. A continuação também conta com os retornos de Rebecca Ferguson, Josh Brolin, Dave Bautista, Charlotte Rampling e Javier Bardem, além da adição de Léa Seydoux (“Crimes do Futuro) “Duna: Parte 2” tem estreia prevista para 2 de novembro no Brasil – um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Volta de “Indiana Jones” é principal estreia da semana nos cinemas

    28 de junho de 2023 /

    A temporada de blockbusters nos cinemas continua com “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”, esperada volta – e despedida – de Harrison Ford ao papel do arqueólogo aventureiro dos anos 1980. O lançamento da Disney vai chegar em 1,2 mil cinemas, repetindo a distribuição massiva das últimas estreias no Brasil. Além disso, a animação “Ruby Marinho – Monstro Adolescente” também deve ganhar circuito amplo, dificultando a estratégia de “Tração”, filme de ação brasileiro com potencial comercial, que se espreme em poucas salas exibidoras. Confira abaixo as estreias de cinema desta quinta (29/6).   | INDIANA JONES E A RELÍQUIA DO DESTINO |   A despedida de Harrison Ford do papel-título começa com uma impressionante sequência de flashback, ambientada em 1944, que apresenta um Indy mais jovem, graças à tecnologia de rejuvenescimento digital, enfrentando nazistas para se apossar de um artefato crucial, a Antikythera de Arquimedes – um dispositivo de cálculo celestial que no filme tem poderes extraordinários. A história então avança para 1969, onde o agora idoso Dr. Jones, perto de se aposentar e vivendo em um apartamento decadente em Nova York, se vê envolvido em uma última aventura ao lado de Helena (Phoebe Waller-Bridge), a filha de seu falecido parceiro Basil (Toby Jones), e numa corrida com o cientista nazista Jürgen Voller (Mads Mikkelsen) pela tal relíquia. Dirigido por James Mangold (“Logan”), o filme leva Indy e seus aliados a uma série de locais exóticos, incluindo as estreitas ruas de Tânger e a tumba de Arquimedes na Sicília, cheia de quebra-cabeças à la “Código Da Vinci” e um segredo que desafia a física. O elenco de apoio inclui o retorno de algumas personagens queridas da franquia e a adição de novas, como a personagem de Waller-Bridge, Helena, que desempenha um papel significativo na trama. A história também encontra uma maneira de amarrar as pontas soltas de personagens anteriores que haviam desaparecido sem explicação. Mesmo que não seja um clássico como os primeiros longas, sua combinação de nostalgia e ação empolgante proporciona uma despedida digna ao personagem – além de superar o capítulo anterior, “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, de 2008.   | RUBY MARINHO – MONSTRO ADOLESCENTE |   A nova animação da DreamWorks concebida pelo cineasta Kirk DeMicco (criador de “Os Croods”) segue uma adolescente de 15 anos que descobre que é uma princesa. Mas tem um detalhe: sua família reina no fundo do mar. Ao entrar em contato com a água salgada, ela descobre que faz parte de uma família de Krakens – gigantescos monstros marinhos com tentáculos. Além de lidar com os típicos dilemas adolescentes, Ruby deve agora cumprir seus deveres reais e ajudar na luta contra as terríveis sereias – os verdadeiros monstros da história. Ainda que a narrativa pareça convencional – uma mistura de “Luca” com “Red: Crescer É uma Fera” – , o filme cativa com bom humor e visuais vibrantes. A crítica americana aprovou, com 71% de críticas positivas no Rotten Tomatoes.   | TRAÇÃO |   Espécie de “Velozes e Furiosos” brasileiro, só que com motos, o filme de ação acompanha corredores de motocross que se envolvem com o crime. A história acompanha Ajax (Marcos Pasquim, de “Morde & Assopra”), um piloto profissional de motocross que sofre pela perda da mãe de sua filha. Certo dia, Ajax e seus amigos são abordados pelo político milionário DiMello (Nelson Freitas, de “Eike, Tudo ou Nada”) com a proposta de uma grande competição com várias categorias de motos e muito dinheiro. Entretanto, eles acabam caindo em uma armadilha e usam da velocidade sobre rodas para escapar desse golpe. A direção é de André Luís Camargo (“Amor, Confuso Amor”), que também atua na produção, e o elenco ainda conta com Fiuk (“O Galã”), Duda Nagle (“Cúmplices de um Resgate”), André Ramiro (“Tropa de Elite”), Paola Rodrigues (“Desafio Egito na Pegada”), Bruna Altieri (“Sistema Bruto”) e Mauricio Meirelles (“Foi Mau”).   | A SINDICALISTA |   Isabelle Huppert (“Elle”) vive a personagem-título do filme, baseado na história real de Maureen Kearney, uma representante sindical que denunciou acordos secretos e abalou a indústria nuclear francesa. Quando ela é violentamente agredida em casa e começa a reagir, a investigação a transforma de vítima em suspeita. A direção é de Jean-Paul Salomé, em sua segunda parceria seguida com Huppert, após filmá-la na comédia “A Dona do Barato” (2020).   | LA PARLE |   Durante suas férias de verão, Fanny precisa lidar com a iminência de um exame médico. Acompanhada de três amigos com diferentes preocupações, seu momento de relaxamento se torna uma experiência profunda conforme o grupo cria conexões inesperadas no litoral francês. Além protagonizarem o drama em preto e branco, Fanny Boldini, Gabriela Boeri, Kevin Vanstaen e Simon Boulier também compartilham a direção. Curta-metragistas, eles assinam seu primeiro longa e também estreiam como atores.

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    Liam Neeson dirige em alta velocidade no trailer de “A Chamada”

    28 de junho de 2023 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster e o trailer nacionais de “A Chamada” (Retribution), novo thriller de ação estrelado por Liam Neeson (“Assassino Sem Rastro”). Dirigido por Nimród Antal (“Predadores”), o filme é um remake do espanhol “El Desconocido” (2015), um thriller sobre quatro rodas de tirar o fôlego. Na prévia, o personagem de Neeson recebe uma ligação misteriosa que o chantageia com uma bomba armada em seu veículo, impedindo ele e os filhos de saírem. A trama começa em uma manhã aparentemente normal, mas que rapidamente se transforma em um pesadelo. Matt Turner (Liam Neeson) está dirigindo com seus dois filhos quando recebe uma ligação misteriosa informando que há uma bomba no carro. A tensão aumenta quando é revelado que a bomba será detonada caso alguém tente sair do veículo, desencadeando uma perseguição em alta velocidade pela cidade. Enquanto Turner faz tudo que pode pela sobrevivência de sua família, o interlocutor não identificado força Neeson a cometer crimes, enquanto continua a ameaçar a integridade de todos e afirmar que está no controle. “Não, você não está! Você machucou minha filha, seu filho da put*. Eu vou te matar”, diz o protagonista possesso com a situação. O longa é produzido pelos veteranos da ação Andrew Rona, Alex Heineman, Jaume Collet-Serra e Juan Sola, que foram responsáveis por outra produção de Liam Neeson, o thriller “O Passageiro” (2018). O roteiro é escrito por Chris Salmanpour (“FBI: Os Mais Procurados”) e Andrew Baldwin (“Atentado em Paris”). O elenco ainda conta com Matthew Modine (“Stranger Things”), Noma Dumezweni (“Bem-Vindos à Vizinhança”), Jack Champion (“Pânico 6”), Lilly Aspell (“Mulher-Maravilha 1984”) e Embeth Davidtz (“Influencer de Mentira”).   Remake de longa espanhol O longa é uma nova versão do espanhol “El Desconocido”, lançado em 2015. Dirigido por Dani de la Torre, o filme original também já rendeu um remake sul-coreano, “Ligação Explosiva” (2021), que foi exibido em novembro do ano passado no Brasil. “A Chamada” é a terceira versão da mesma história – que ainda lembra “Velocidade Máxima” (1994) – e chega aos cinemas brasileiros no dia 24 de agosto, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Carmen Sevilla, a Maria Madalena de “Rei dos Reis”, morre de Alzheimer

    28 de junho de 2023 /

    A atriz espanhola Carmen Sevilla, que estrelou o filme indicado ao Oscar “A Vingança” (1958) e interpretou Maria Madalena no épico bíblico “Rei dos Reis” (1961), de Nicholas Ray, morreu na terça-feira (27/6) de Alzheimer e pneumonia em um hospital em Madrid. Ela tinha 92 anos. A notícia de sua morte foi relatada pelo seu filho à agência de notícias Europa Press. Nascida em Sevilha, Espanha, a atriz iniciou sua carreira no show business como dançarina nos anos 1940, migrando para o cinema no final da década. Durante os anos 1950, ela se tornou uma das estrelas mais populares do cinema espanhol. Seu papel principal no filme “A Vingança”, dirigido por Juan Antonio Bardem, a tornou uma estrela internacional, uma vez que o filme se tornou o primeiro longa espanhol indicado para um Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira. Sevilla se tornou mais conhecida nos EUA com “Rei dos Reis”, no qual interpretou uma bela Maria Madalena ao lado de um igualmente atraente Jesus, interpretado por Jeffrey Hunter. Onze anos depois, ela estrelou como Octavia ao lado de Charlton Heston em “À Sombra das Pirâmides”, uma entrada tardia e mal recebida no gênero dos épicos romanos. Sua carreira no cinema e sua popularidade continuaram na Espanha ao longo dos anos 1970. Sevilla se tornou uma apresentadora da televisão espanhola durante os anos 1990 e início dos 2000, até que seu diagnóstico de Alzheimer em 2009 limitou suas aparições públicas. No ano passado, foi relatado que ela estava nos estágios avançados da doença.

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    Tom Cruise incentiva fãs a assistirem “Oppenheimer”, “Barbie” e “Indiana Jones”

    28 de junho de 2023 /

    Tom Cruise surpreendeu ao convidar seus seguidores para assistir não apenas “Missão Impossível – Acerto de Contas Parte 1”, mas também as outras grandes estreias dos próximos dias. O ator publicou fotos em seu perfil do Instagram ao lado do diretor Christopher McQuarrie, responsável pelo novo “Missão Impossível”, com ingressos nas mãos e acompanhados dos pôsteres de “Oppenheimer”, “Barbie” e “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”. “Este verão está repleto de filmes incríveis para assistir nos cinemas. Esses são apenas alguns que mal podemos esperar para ver na tela grande”, escreveu na legenda. O post foi considerado surpreendente porque recentemente veio à tona uma briga de bastidores de Cruise com “Oppenheimer”, pela prioridade de exibição nas telas de cinemas IMAX.   Elogios à concorrência Em clima de elogios, ele também aproveitou para homenagear o colega Harrison Ford, que está se aposentando do papel de Indiana Jones. “Parabéns, Harrison Ford, pelos 40 anos de Indiana Jones e por criar um dos personagens mais icônicos da história do cinema. Você nos proporcionou inúmeras horas de alegria”, escreveu Cruise. “Eu adoro uma sessão dupla, e nada é mais explosivo (ou mais rosa) do que uma com ‘Oppenheimer’, de Christopher Nolan, e ‘Barbie’, de Greta Gerwig”, ele finalizou, lembrando que os dois filmes chegam aos cinemas no mesmo dia, o que tem gerado debates e memes na internet. Já “Missão Impossível – Acerto de Contas Parte 1” chega no fim de semana seguinte.   Expectativa nas bilheterias Nesta mesma época no ano passado, Tom Cruise estrelou o aclamado “Top Gun: Marevick”. O longa foi uma verdadeira surpresa, conquistando o público e a crítica. Nas bilheterias, a aventura arrecadou US$ 1,5 bilhão ao redor do mundo e ainda recebeu seis indicações ao Oscar – levando apenas na categoria de Melhor Som. Como um grande entusiasta dos seus próprios filmes, o ator deve esperar que a nova continuação de “Missão Impossível” chegue próximo do sucesso de “Top Gun” nas bilheterias. De acordo com o site The Hollywood Reporter, as estimativas apontam que o longa de ação deve arrecadar US$ 90 milhões no fim de semana de abertura. “Missão Impossível – Acerto de Contas Parte 1” chega aos cinemas brasileiros em 13 de julho, um dia depois da estreia nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tom Cruise (@tomcruise)

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    Taylor Swift, The Weeknd e brasileiros são convidados a votar no Oscar

    28 de junho de 2023 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, responsável pelo Oscar, anunciou os novos convidados a ingressarem como membros da organização. O anúncio foi divulgado nesta quarta-feira (28/6) e a lista inclui artistas bastante conhecidos. Dentre os selecionados, estão Taylor Swift (“Cats”), The Weeknd (“The Idol”), David Byrne (“Stop Making Sense”), Austin Butler (“Elvis”), Nicholas Hoult (“The Great”), Keke Palmer (“Não! Não Olhe!”), Selma Blair (“Hellboy”), Bill Hader (“Barry”), Paul Mescal (“Aftersun”) e os vencedores do Oscar Ke Huy Quan e os diretores de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”. Ao todo, a lista soma 398 convidados que representam a indústria cinematográfica, divididos entre atores, diretores, roteiristas, compositores, figurinistas, maquiadores, executivos e outros profissionais foram selecionados. “A Academia tem o orgulho de dar as boas-vindas a esses artistas e profissionais como membros”, disseram o CEO da Academia, Bill Kramer, e a presidente Janet Yang, no comunicado.   Brasileiros convidados Os convites também chegaram a brasileiros como a cineasta Anita Rocha da Silveira (“Medusa”) e o animador Fernando de Goes (“Red: Crescer é uma Fera”), que trabalha em efeitos visuais na Pixar. Além deles, o cineasta nova-iorquino Antonio Campos (“O Diabo de Cada Dia”), filho do jornalista brasileiro Lucas Mendes, também foi lembrado. “Eles representam um talento global extraordinário em todas as disciplinas cinematográficas e tiveram um impacto vital nas artes e ciências do cinema e nos fãs de cinema em todo o mundo”, diz a Academia.   Diversidade na Academia A nova lista de convidados destaca a busca por diversificar a Academia. Cerca de 40% são mulheres, enquanto 34% pertencem a grupos étnicos e raciais subrepresentados. Por fim, 52% dos convidados vêm de 50 países e territórios fora dos Estados Unidos, reforçando também a tendência de globalização do Oscar. De todo modo, a iniciativa ainda está longe de equilibrar a votação do Oscar, dominada por homens brancos, americanos e idosos. Caso todos os convidados aceitem o convite, a Academia será composta por 9.375 membros. Deste total, 34% são mulheres, 18% são pessoas não-brancas e 20% são indivíduos não-americanos. Confira abaixo a lista completa de novos convidados. ATORES Zar Amir-Ebrahimi – “Holy Spider” (2022) Sakura Ando – “Um Homem” (2022) Selma Blair – “Hellboy” (2004) Marsha Stephanie Blake – “I’m Your Woman” (2020) Austin Butler – “Elvis” (2022) Raúl Castillo – “Cha Cha Real Smooth” (2022) Chang Chen – “Transferencia de Almas” (2021) Ram Charan – “RRR” (2022) Kerry Condon – “Os Banshees de Inisherin” (2022) Robert John Davi – “007 – Permissão para Matar” (1989) Dolly De Leon – “Triângulo da Tristeza” (2022) Martina Gedeck – “A Vida dos Outros” (2006) Bill Hader – “Barry” (2018) Nicholas Hoult – “A Favorita” (2018) Stephanie Hsu – “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (2022) Tin Lok Koo – “Exército do Amanhã” (2022) Vicky Krieps – “Corsage” (2022) Joanna Kulig – “Guerra Fria” (2018) “Elles” Lashana Lynch – “Mulher Rei” (2022) A Martinez – “Ambulância – Um Dia de Crime” (2022) Noémie Merlant – “Tár” (2022) Paul Mescal – “Aftersun” (2022) Richard Mofe-Damijo – “Oloibiri” (2015) Keke Palmer – “Não! Não Olhe!” (2022) Park Hae-il – “Decisão de Partir” (2022) Ke Huy Quan – “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (2022) NT Rama Rao Jr. – “RRR” (2022) Paul Reiser – “Whiplash” (2014) Rosa Salazar – “Alita : Anjo de Combate” (2019) DIRETORES DE ELENCO John Buchan – “Entre Mulheres” (2022) Pauline Hansson – “Triângulo da Tristeza” (2022) Nina Haun – “The School of Magical Animals” (2021) Lissy Holm – “O Rei Perdido” Jeanette Klintberg – “Midsommar” (2019) Jason Knight – “Entre Mulheres” (2022) Alexandra Montag – “Tár” (2022) Pat Moran – “Union Bridge” (2019) Mathilde Snodgrass – “Asterix & Obelix: O Reino do Meio” (2023) Rachel G. Tenner – “Spirited – Um Conto Natalino” (2022) CINEMATOGRAFIAS Jolanta Dylewska – “Ayka” (2018) James Friend – “Nada de Novo no Front” (2022) Martin Gschlacht – “Boa Noite, Mamãe!” (2022) Florian Hoffmeister – “Tár” (2022) Benjamin Kracun – “Bela Vingança” (2020) KK Senthil Kumar – “RRR” (2022) Tommy Maddox-Upshaw – “Homens Brancos Não Sabem Enterrar” (2023) Kate McCullough – “A Menina Sileciosa” (2022) Andrij Parekh – “The Catcher Was a Spy” (2018) Christopher Ross – “As Nadadoras” (2022) María Secco – “Sorcery” (2023) Virginie Surdej – “Túnica Turquesa” (2022) ESTILISTAS DE FIGURINO Trisha Biggar – “A Esposa” (2017) Alex Bovaird – “The White Lotus” (2021) Bob Buck – “Avatar: O Caminho da Água” (2022) Monika Buttinger – “Corsage” (2022) Pam Downe – “Mr. Malcolm’s List” (2022) Deirdra Elizabeth Govan – “O Sol Também é uma Estrela” (2019) Shirley Kurata – “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (2022) Linda Muir – “O Homem do Norte” (2022) Annie Symons – “Meu Policial” (2022) DIRETORES Colm Bairéad – “A Menina Sileciosa” (2022) Abner Benaim – “Plaza Catedral” (2021) Edward Berger – “Nada de Novo no Front” (2022) Antonio Campos – “O Diabo de Cada Dia” (2020) Anthony Chen – “Wet Season” (2019) Lukas Dhont – “Close” (2022) Andreas Dresen – “Parada em Pleno Curso” (2011) Nils Gaup – “Amor Alucinante” (1996) Rashaad Ernesto Green – “Premature” (2019) Ana Katz – “O Cão que Não Se Cala” (2021) Joseph Kosinski – “Top Gun: Maverick” (2022) Daniel Kwan – “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (2022) Francisco Lombardi – “Sem Compaixão” (1994) Carlos López Estrada – “Raya e o Último Dragão” (2021) Mounia Meddour – “Dançando no Silêncio” (2022) “Papicha” Santiago Mitre – “Argentina, 1985” (2022) CJ “Fiery” Obasi – “Mami Wata” (2023) Mani Ratnam – “Kannathil Muthamittal” (2002) Anita Rocha da Silveira – “Medusa” (2021) Hiner Saleem – “Goodnight Soldier” (2022) Daniel Scheinert – “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (2022) Maria Schrader – “Ela Disse” (2022) Michael Showalter – “Os Olhos de Tammy Faye” (2021) Agnieszka Smoczyńska – “As Gêmeas Silenciosas” (2022) Chaitanya Tamhane – “O Discípulo” (2020) DOCUMENTÁRIO Maxim Arbugaev – “Haulout” (2022) Evgenia Arbugaeva – “Haulout” (2022) Paul Barnes – “Unforgivable Blackness: The Rise and Fall of Jack Johnson” (2004) Mark Becker – “Art and Craft” (2014) Alan Berliner – “First Cousin Once Removed” (2012) Tze Woon Chan – “Blue Island” (2022) Sonya Childress – “Strong Island” (2017) Lauren Cioffi – “Ben Crump pelos Direitos Civis” (2022) Erika Cohn – “Belly of the Beast” (2020) Patrick Creadon – “I.O.U.S.A.” (2008) Daniel Cross – “I Am the Blues” (2015) Ally Derks Andrés Di Tella – “Private Fiction” (2019) Lauren Domino – “Time” (2020) Lindsey Dryden – “Unrest” (2017) Katja Esson – “Poetry of Resilience” (2011) Violet Du Feng – “Hidden Letters” (2022) Jennifer Fox – “My Reincarnation” (2011) Sonia Kennebeck – “Enemies of the State” (2020) Teddy Leifer – “Tudo O que Respira” (2022) Simon Lereng Wilmont – “A House Made of Splinters” (2022) Petr Lom – “Diários de Myanmar” (2022) Melanie Miller – “Navalny” (2022) Julia Nottingham – “Be Water” (2020) Ilja Roomans – “Mestre da Luz” (2022) Nancy Schwartzman – “Vítima x Suspeita” (2023) Joshua Seftel – “Stranger at the Gate” (2022) Shaunak Sen – “Tudo O que Respira” (2022) Daniel Sivan – “Camp Confidential: America’s Secret Nazis” (2021) Chris Smith – “Sr.” (2022) Corinne van Egeraat – “Myanmar Diaries” (2022) Tyler H. Walk – “Bem-vindo a Chechénia” (2020) Eden Wurmfeld – “The Big Scary ‘S’ Word” (2021) Debra Zimmerman – “Why Women Stay” (1980) EXECUTIVOS Craig Alexander Bela Bajaria Stephen Basil-Jones Racheline Benveniste Sean Berney Efe Egemen Cakarel Peter Dodd Tara Duncan Zev Foreman Jeffrey Goore Amelia Louise Granger Daniel Guando Jessie Henderson Ynon Kreiz Ollie Madden Shivani Pandya Malhotra Janet Pierson Shivani Rawat Kent Sanderson Guy Shani Sarah Elizabeth Shepard Jesse Sisgold Jonathan Turell Joana Vicente Brian Stuart Weinstein Paul Wiegard Rob Williams Tamara Y. Woolfork Miri Yoon David Zaslav EDITORES DE FILME Michael Aaglund – “Sisters With Transistors” (2020) Joyce Arrastia – “A fera do mar” (2022) Melissa Bretherton – “O Peso do Talento” (2022) Sarah Broshar – “Os Fabelmans” (2022) Sven Budelmann – “Nada de Novo no Front” (2022) Alain Dessauvage – “Close” (2022) Christopher Donaldson – “Entre Mulheres” (2022) Agnieszka Glińska – “EO” (2022) Craig Hayes – “Big George Foreman” (2023) Charlotte Munch Bengtsen – “Tudo O que Respira” (2022) Langdon Page – “Navalny” (2022) Paul Rogers – “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (2022) Ken Schretzmann – “Pinóquio de Guillermo del Toro” (2022) Matt Villa – “Elvis” (2022) MAQUIADORES E CABELEIREIROS Jason Baird – “Elvis” (2022) Annemarie Bradley – “A Baleia” (2022) Anne Carroll – “Deadpool 2” (2018) Linda Eisenhamerová – “Nada de Novo no Front” (2022) Kimberly Felix – “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” (2022) Thomas Foldberg – “Nada é o que Parece Ser” (2022) Erzsébet Forgács – “O filho de Saul” (2015) Jules Holdren – “Top Gun: Maverick” (2022) Jaime Leigh McIntosh – “Babilônia” (2022) Alfredo Mora – “El baile de los 41” (2020) Nathalie Tissier – “Chocolate” (2020) Luca Vannella – “O Último Duelo” (2021) Angie Wells – “Bela Vingança” (2020) MARKETING E RELAÇÕES PÚBLICAS David Burke Sungmi Choi Kelly Dalton Marian Lee Dicus Sarah Eaton Emily Feingold Kimberly Flaster Stephanie Frederic Antonio Gimenez-Palazon Patricia Gonzalez Mindy Hamilton Claire A. Heath Nobel Danielle Kupchak Julie Roberta La’Bassiere Christopher Miller Scott Mitsui Keri Lynn Moore Stefanie Marie Napoli Jeremy Radisich Jim R. Rodriguez Tammie Rosen Julie Siegel Melissa Stone Renee Tsao Kelly Turner MÚSICA Jean Michel Bernard Rafiq Bhatia Alain Boublil David Buckley David Byrne Dominick George Certo Chandrabose Ian Chang Anne-Kathrin Elisabeth Dern Anna Drubich MM Keeravaani Penka Kouneva Ryan Lott Zeltia Montes Starr Parodi Taylor Swift Dara Taylor Abel “The Weeknd” Tesfaye PRODUTORES Desray Armstrong – “Juniper” (2021) Daniel Birman Ripstein – “Daniel & Ana” (2009) Philippe Bober – “Triângulo da Tristeza” (2022) Keith Calder – “One Night in Miami…” (2020) Allison Rose Carter – “O Céu Está em Todo Lugar” (2022) Fodhla Cronin O’Reilly – “Ammonite” (2020) Jonas Dornbach – “Western” (2017) Andrew Goldman – “Marcel the Shell with Shoes On” (2021) Malte Grunert – “Nada de Novo no Front” (2022) Karan Johar – “A Batalha de Saragarhi” (2019) Axel Vladimir Kuschevatzky – “Argentina, 1985” (2022) Daniel Kwan* – “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (2022) Karen Lunder – “Treze Vidas – O Resgate” (2022) Kyle Martin – “Descendant” (2022) Patrick McCormick – “Elvis” (2022) Jordana Mollick – “Spoiler Alert” (2022) Giancarlo Nasi – “Blanquita” (2022) Jadesola Osiberu – “Brotherhood” (2022) Mark A. Radcliffe – “Lado a Lado” (1998) Thomas Robsahm – “A Pior Pessoa do Mundo” (2021) Siddharth Roy Kapur – “A Última Sessão de Cinema” (1971) Daniel Scheinert* – “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (2022) Jonathan Wang – “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (2022) Lila Yacoub – “Sempre em Frente” (2021) DESIGN DE PRODUÇÃO David Allday – “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw” (2019) Samantha Avila – “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (2021) Tom Brown – “Duna” (2021) Richard Buoen – “Era uma Vez em… Hollywood” (2019) Diana Burton – “Amor, Sublime Amor” (2021) Barry Michael Chusid – “Rampage: Destruição Total” (2018) Dylan Cole – “Avatar: O Caminho da Água” (2022) Sabu Cyril – “RRR” (2022) Bill Darby – “Enola Holmes” (2020) Klaus Darrelmann – “Tenet” (2020) Darrin Denlinger – “Vingadores: Ultimato” (2019) Raffaella Giovannetti – “Convenção das Bruxas” (2020) Christian M. Goldbeck – “Nada de Novo no Front” (2022) Ernestine Hipper – “Nada de Novo no Front” (2022) Andrew H. Leung – “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” (2022) Karen Murphy – “Elvis” (2022) Ben Procter – “Avatar: O Caminho da Água” (2022) Kave Quinn – “Catarina, a Menina Chamada Passarinha” (2022) Dean Sherriff – “Emancipation” (2022) Laura Sode-Matteson – “Jungle Cruise” (2021) Amy Gail Wells – “Vício Inerente” (2014) PRODUÇÃO E TECNOLOGIA Girish Balakrishnan David Barrett Allegra Anne Clegg Celia D. Costas Fernando de Goes Daphne Dentz Peter Doyle Sara Duran-Singer Gian Luca Farinelli Dominic Glynn Fritz Heinzle Lin Oeding Fatima Robinson Kranti Sarma Cynthia Slavens Joachim Zell CURTAS E LONGAS DE ANIMAÇÃO Mahyar Abousaeedi – “Red: Crescer é uma Fera” (2022) Tom Berkeley – “An Irish Goodbye” (2022) Toni Bestard – “Background” (2018) Kimberley Browning – “Certified...

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    Netflix revela trailer apocalíptico do derivado espanhol de “Bird Box”

    28 de junho de 2023 /

    A Netflix divulgou um novo pôster e o trailer completo de “Bird Box Barcelona”, filme derivado do sucesso apocalíptico “Bird Box”, estrelado por Sandra Bullock em 2018. A trama não será uma continuação, mas uma história paralela, passada em Barcelona e com um elenco espanhol. A prévia revela a proliferação de casos de loucura e suicídio pela Europa, concentrando-se num grupo de sobreviventes na cidade do título, que tentam sobreviver ao caos cobrindo os olhos com vendas, para não ser influenciado pela ameaça que ninguém pode ver. O detalhe é que um grupo de fanáticos faz questão que todos vejam as criaturas enlouquecedoras. O elenco conta com alguns astros conhecidos dos filmes de Pedro Almodóvar, como Lola Dueñas (“Abraços Partidos”), Michelle Jenner (“Julieta”) e o argentino Leonardo Sbaraglia (“Dor e Gloria”), além de Diego Calva (“Aceleradas”), Mario Casas (“As Bruxas de Zugarramurdi”), Alejandra Howard (“Fátima: A História de um Milagre”), Patrick Criado (“Antidisturbios”), Celia Freijeiro (“Uma Visão Diferente”), Gonzalo de Castro (“Sob Suspeita”), a inglesa Georgina Campbell (“Krypton”) e a menina alemã Naila Schuberth (“Blackout”). Mario Casas e Georgina Campbell são os atores principais, que precisam caminhar vendados pelas ruas de Barcelona para sobreviver. Roteiro e direção estão a cargo dos irmãos Álex e David Pastor, responsáveis pelo bom thriller apocalíptico “Virus”, pelas séries “Incorporated” e “The Head: Mistério na Antártida”, além do suspense “A Casa” na própria Netflix. A estreia acontece em 14 de julho.

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