Franquia de zumbis “Extermínio” vai ganhar sequência
Franquia de zumbis dos anos 2000, “Extermínio” vai ganhar uma nova sequência para virar trilogia. Segundo o The Hollyood Reporter, o cineasta e o roteirista do filme original, Danny Boyle e Alex Garland (hoje também diretor premiado) vão colaborar no vindouro filme, que ainda tem chances de ser expandido em uma nova trilogia. Segundo o site, a agência William Morris Endeavor, que representa ambos Boyle e Garland, pretende apresentar o projeto a estúdios e plataformas de streaming ainda este ano. Os planos da sequência, na verdade, existem há tempos. Em julho do ano passado, os dois confirmaram o projeto em entrevista a revista Inverse, e forneceram detalhes. “Há alguns anos, uma ideia surgiu na minha cabeça para o que seria realmente ‘Extermínio 3′”, disse Garland, acrescentando que o próximo filme deve avançar a trama para o futuro distante. “Danny sempre gostou da ideia”. Sobre a direção do novo filme, Boyle ainda apontou que Garland poderia ser o diretor, considerando seu trabalho na função nos últimos anos em longas como “Ex_Machina: Instinto Artificial” (2014), “Aniquilação” (2018) e “Men” (2022). “Então estamos falando sobre isso seriamente, com bastante dedicação”, diz Boyle. “Se ele não quiser dirigir, eu ficaria muito interessado se pudermos executar uma ideia igualmente boa”. O filme de 2002 acompanhava um homem (Cillian Murphy) que acordava no hospital em uma Londres devastada pelo contágio – basicamente o início do posterior “The Walking Dead”, com mudança de locação. A produção também ajudou a popularizar a grande mudança recente dos zumbis, que de lentos e caricatos se tornaram mortos-vivos velozes e brutais, algo que se seguiu nos anos 2000 com filmes como o remake de “Madrugada dos Mortos” (2004) e “Guerra Mundial Z” (2013). Durante a produção de “Extermínio 2” (2007) a dupla precisou se afastar da franquia para se concentrar em outro filme que estavam fazendo na época, o thriller de ficção científica “Sunshine – Alerta Solar” (2007). Com isso, a sequência ficou nas mãos do diretor Juan Carlos Fresnadillo (“Intrusos”), mas o filme não fez o mesmo sucesso do original.
Leonardo DiCaprio vai estrelar novo filme do diretor de “Licorice Pizza”
O renomado cineasta Paul Thomas Anderson está juntando um grande elenco para seu próximo filme, no qual trabalhará pela primeira vez com Leonardo DiCaprio (“Assassinos da Lua das Flores”). O projeto está sendo desenvolvido na Warner Bros., sob a supervisão dos copresidentes do estúdio, Michael De Luca e Pam Abdy, que colaboraram com Anderson em seu último filme, “Licorice Pizza”, durante a gestão de ambos na MGM. O elenco também inclui Sean Penn, que fez uma participação em “Licorice Pizza”, e Regina Hall (“De Férias da Família”). A sinopse do filme ainda não foi revelada, mas as filmagens estão programadas para começar em breve na Califórnia. “Licorice Pizza”, obra anterior de Anderson, foi indicada a três Oscars, incluindo roteiro e direção, e arrecadou mais de US$ 33 milhões nas bilheterias. Anderson já acumula um total de 11 indicações ao Oscar em sua carreira – referentes também aos filmes “Boogie Nights” (1997), “Magnólia” (1999), “Sangue Negro” (2007), “Vício Inerente” (2014) e “Trama Fantasma” (2017).
Selena Gomez interpretará a cantora Linda Ronstadt no cinema
A cantora e atriz Selena Gomez (“Only Murders in the Building”) interpretará Linda Ronstadt em uma cinebiografia da estrela da música country. John Boylan, empresário de Ronstadt, e James Keach, produtor do documentário “Linda Ronstadt: The Sound of My Voice” de 2019, são responsáveis pela produção do filme, que ainda não tem título nem diretor definido. As contas oficiais de Ronstadt no Facebook e Instagram divulgaram a notícia, acompanhada da mensagem “It all started with a simple dream” (“Tudo começou com um sonho simples”). As duas artistas, que compartilham descendência mexicana e são fisicamente parecidas, já se encontraram na casa de Ronstadt para discutir o projeto. Além disso, Selena compartilhou recentemente nos stories de seu Instagram uma foto da autobiografia de Ronstadt, “Simple Dreams”, publicada em 2013. Este título também nomeia o álbum de 1977 da cantora, que alcançou certificação tripla de platina. Linda Ronstadt alcançou o sucesso nos anos 1970 com álbuns como “Heart Like a Wheel” e “Simple Dreams”, sendo reconhecida em diferentes gêneros musicais, mas principalmente pela intersecção entre country e pop. A artista é detentora de 11 prêmios Grammy, mas precisou se aposentar em 2011 após revelar sofrer de paralisia supranuclear. Por coincidência, Selena também trava uma batalha com uma doença grave, Lupus, que já a levou a interromper a carreira. A data de estreia da cinebiografia de Linda Ronstadt ainda não foi anunciada.
Angela Bassett e Mel Brooks ganham Oscars honorários
A Academia de Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (AMPAS) realizou na terça (9/11) o Governors Awards, um jantar de gala em Hollywood, em que entregou Oscars honorários em homenagem às carreiras do ator e cineasta Mel Brooks (“O Jovem Frankenstein”), da atriz Angela Bassett (“Pantera Negra”) e da editora Carol Littleton (“E.T. – O Extraterrestre”), além da produtora Michelle Satter, fundadora do Sundance Institute, que recebeu o troféu humanitário Jean Hersholt. Mel Brooks, que está com 97 anos, recebeu o troféu mais de meio século depois de ganhar seu único Oscar com “Primavera para Hitler” (1967) e, em seu discurso, brincou com o destino que deu ao primeiro Oscar, de Melhor Roteiro Original. “Sinto muita falta dele. Nunca deveria ter vendido”, disse ele, provocando gargalhadas no salão. “Não vou vender esse aqui, juro por Deus!”, acrescentou. Vale lembrar que o lendário comediante e cineasta é um dos poucos artistas que já venceu pelo menos um Oscar, um Emmy, um Tony e um Grammy, faturando as principais premiações americanas de Cinema, Televisão, Teatro e Música – chamados coletivamente de “EGOT” – , ao longo de sua carreira de oito décadas. Angela Bassett não chegou a vencer o Oscar, mas foi indicada duas vezes, por interpretar Tina Turner em “Tina” (1993) e a rainha Ramonda em “Pantera Negra: Wakanda Forever” (2022). Em seu discurso, ela lembrou que foi apenas a segunda atriz negra a ganhar um Oscar honorário, depois de Cicely Tyson. Então, prestou homenagem às outras mulheres negras premiadas ou indicadas pela Academia, desde Hattie McDaniel, que ganhou um Oscar por “E o Vento Levou” em 1940. Evocando a luta por maior representatividade na indústria cinematográfica, ela disse: “Minha oração é que deixemos esta indústria mais enriquecida, com visão de futuro e inclusiva do que a encontramos”, disse Bassett. “Um futuro onde não haverá um ‘primeiro’, ou um ‘único’, ou suspense sobre se a ‘história será feita’ com uma nomeação ou uma vitória.” Já a editora de filmes Carol Littleton acumula mais de 50 anos de carreira com apenas uma indicação ao Oscar de Melhor Edição, conquistada pelo seu trabalho em “E.T. – O Extraterrestre” (1982), enquanto Michelle Satter, homenageada com o Prêmio Humanitário, atua como diretora sênior dos Programas de Artistas do Sundance Institute. Ao longo de 40 anos de carreira, ela incentivou centenas de cineastas pela organização sem fins lucrativos, desde Quentin Tarantino (“Era uma vez em… Hollywood”) até a dupla Daniel Kwan e Daniel Scheinert (“Tudo ao Mesmo Tempo Agora”). A 96ª edição do Oscar acontecerá em 10 de março.
DGA Awards | Sindicato anuncia indicados ao prêmio dos melhores diretores do ano
O Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos (DGA, na sigla em inglês) anunciou nesta quarta-feira (10/1) a lista de indicados para sua premiação anual, o DGA Awards. O prêmio é considerado importante termômetro para o Oscar, já que seus vencedores também costumam faturar a categoria na premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. “Em um ano repleto de tantos filmes extraordinários, os membros da DGA nomearam um grupo incrível de contadores de histórias talentosos”, disse a presidente da DGA, Lesli Linka Glatter, em comunicado. “Seus filmes fundiram proezas técnicas com visões artísticas únicas que capturaram a profundidade da experiência humana e deixaram um impacto indelével no público de todo o mundo. Parabéns a esses excelentes diretores por suas merecidas indicações.” A cerimônia acontece no dia 10 de fevereiro. Confira abaixo os indicados. Melhor Direção em Longa-metragem Greta Gerwig, por “Barbie” Yorgos Lanthimos, por “Pobres Criaturas” Christopher Nolan, por “Oppenheimer” Alexander Payne, por “Os Rejeitados” Martin Scorsese, por “Assassinos da Lua das Flores” Melhor Direção em Longa-metragem de Estreia Cord Jefferson, por “American Fiction” Manuela Martelli, por “Chile ’76” Noora Niasari, por “Shayda” A.V. Rockwell, por “A Thousand and One” Celine Song, por “Vidas Passadas” Melhor Direção em Documentário Moses Bwayo & Christopher Sharp, por “Bobi Wine: The People’s President” Mstyslav Chernov, por “20 Days in Mariupol” Madeleine Gavin, por “Beyond Utopia” Davis Guggenheim, por “Still: A Michael J. Fox Movie” Melhor Direção em Série de Drama Peter Hoar, por “The Last of Us” Becky Martin, por “Succession” Mark Mylod, por “Succession” Andrij Parekh, por “Succession” Robert Pulcini & Shari Springer Berman, por “Succession” Melhor Direção em Série de Comédia Erica Dunton, por “Ted Lasso” Bill Hader, por “Barry” Declan Lowney, por “Ted Lasso” Christopher Storer, por “O Urso” Ramy Youssef, por “O Urso” Melhor Direção em Filme para TV ou Minissérie Shawn Levy, por “Toda Luz Que Não Podemos Ver” Tara Miele, por “Uma Questão de Química” Millicent Shelton, por “Uma Questão de Química” Sarah Adinah Smith, por “Uma Questão de Química” Nzingha Stewart, por “Daisy Jones & The Six” Melhor Direção em Programa de Variedades Paul G. Casey, por “Real Time with Bill Maher” Jim Hoskinson, por “The Late Show with Stephen Colbert” Michael Mancini & Liz Patrick, por “Saturday Night Live” David Paul Meyer, por “The Daily Show with Trevor Noah” Paul Pennolino, por “Last Week Tonight with John Oliver” Melhor Direção em Especial de Variedades Joel Gallen, por “Chris Rock: Indignação Seletiva” Stan Lathan, por “Dave Chappelle: The Dreamer” Linda Mendoza, por “Wanda Sykes: I’m an Entertainer” Paul Miller, por “Carol Burnett: 90 Years of Laughter + Love” Glenn Weiss, por “The 95th Annual Academy Awards” Melhor Direção em Reality Niharika Desai, por “Rainn Wilson and the Geography of Bliss” Ken Fuchs, por “The Golden Bachelor” Joseph Guidry & Alexandra Lipsitz, por “Project Greenlight: A New Generation” Rich Kim, por “Lego Masters” Patrick McManus, por “American Ninja Warrior” Melhor Direção em Programa Infantil James Bobin, por “Percy Jackson e os Olimpianos” Destin Daniel Cretton, Dinh Thai, por “American Born Chinese” Rob Letterman, por “Goosebumps” Amy Schatz, por “Stand Up & Shout: Songs From a Philly High School” Melhor Direção em Comercial Martin de Thurah, por “Fair Exchange, Levi’s 501 Jeans” Seb Edwards, por “Rumble, Battle of the Baddest” Kim Gehrig, por “Run This Town, Apple Music” Craig Gillespie, por “Waiting Room, Apple iPhone” Andreas Nilsson, por “R.I.P. Leon, Apple iPhone”
SAG Awards | “Barbie” e “Oppenheimer” lideram indicações do Sindicato dos Atores
Vem aí mais uma disputa “Barbenheimer”. Após “Oppenheimer” vencer o Globo de Ouro, “Barbie” tem uma chance de revanche na lista de indicados ao 30º SAG Awards, premiação do Sindicato dos Atores dos EUA. Nas categorias de cinema, “Barbie” e “Oppenheimer” estão rigorosamente empatados com quatro indicações cada. Já nas categorias de televisão, “Succession” lidera com cinco indicações. A premiação vai acontecer em 24 de fevereiro, na cidade de Los Angeles, e, pela primeira vez, contará com transmissão ao vivo da Netflix. Confira abaixo a relação completa dos indicados aos prêmios do sindicato. FILMES Melhor Elenco “Barbie” “Oppenheimer” “Assassinos da Lua das Flores” “American Fiction” “A Cor Púrpura” Melhor Ator Cillian Murphy, “Oppenheimer” Paul Giamatti, “Os Rejeitados” Bradley Cooper, “Maestro” Jeffrey Wright, “American Fiction” Colman Domingo, “Rustin” Melhor Atriz Lily Gladstone, “Assassinos da Lua das Flores” Emma Stone, “Pobres Criaturas” Margot Robbie, “Barbie” Carey Mulligan, “Maestro” Annette Bening, “Nyad” Melhor Ator Coadjuvante Ryan Gosling, “Barbie” Robert Downey Jr., “Oppenheimer” Robert De Niro, “Assassinos da Lua das Flores” Sterling K. Brown, “American Fiction” Willem Dafoe, “Pobres Criaturas” Melhor Atriz Coadjuvante Da’Vine Joy Randolph, “Os Rejeitados” Penelope Cruz, “Ferrari” Jodie Foster, “Nyad” Danielle Brooks, “A Cor Púrpura” Emily Blunt, “Oppenheimer” Melhor Elenco de Dublês “Barbie” “Guardiões da Galáxia Vol. 3” “Indiana Jones e o Chamado do Destino” “John Wick 4: Baba Yaga” “Missão: Impossível — Acerto de Contas Parte Um” SÉRIES Melhor Elenco em Série de Drama “Succession” “The Last of Us” “The Crown” “The Morning Show” “The Gilded Age” Melhor Elenco em Série de Comédia “O Urso” “Ted Lasso” “Abbott Elementary” “Only Murders in the Building” “Barry” Melhor Ator em Série de Drama Kieran Culkin, “Succession” Pedro Pascal, “The Last of Us” Matthew Macfadyen, “Succession” Brian Cox, “Succession” Billy Crudup, “The Morning Show” Melhor Atriz em Série de Drama Sarah Snook, “Succession” Jennifer Aniston, “The Morning Show” (Apple TV+) Bella Ramsey, “The Last of Us” Elizabeth Debicki, “The Crown” Keri Russell, “A Diplomata” Melhor Ator em Série de Comédia Jeremy Allen White, “O Urso” Jason Sudeikis, “Ted Lasso” Bill Hader, “Barry” Ebon Moss-Bachrach, “O Urso” Brett Goldstein, “Ted Lasso” Melhor Atriz em Série de Comédia Ayo Edebiri, “O Urso” Quinta Brunson, “Abbott Elementary” Hannah Waddingham, “Ted Lasso” Rachel Brosnahan, “The Marvelous Mrs. Maisel” Alex Borstein, “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Ator em Telefilme ou Série Limitada Steven Yeun, “Treta” Jon Hamm, “Fargo” Tony Shalhoub, “Mr. Monk’s Last Case” Matt Bomer, “Fellow Travelers” David Oyelowo, “Lawmen: Bass Reeves” Melhor Atriz em Telefilme ou Série Limitada Ali Wong, “Treta” Uzo Aduba, “Painkillers” Brie Larson, “Lessons in Chemistry” Kathryn Hahn, “Tiny Beautiful Things” Bel Powley, “A Small Light” Melhor Elenco de Dublês em Série “The Last of Us” “Barry” “The Mandalorian” “Ahsoka” “Treta”
Netflix revela trailer de documentário sobre a música “We Are the World”
A Netflix divulgou o trailer de “The Greatest Night in Pop”, documentário dirigido sobre a gravação histórica do single “We Are the World” em 1985, que marcou época como iniciativa beneficente e por reunir alguns dos maiores nomes do pop rock da época. A prévia mostra como a iniciativa de Harry Belafonte, em busca de fundos para combater a fome na África, engajou Lionel Ritchie e Michael Jackson na composição de uma faixa beneficente, que acabou gravada por uma multidão de artistas, incluindo Bob Dylan, Bruce Springsteen, Tina Turner, Ray Charles, Stevie Wonder, Smokey Robinson, Cyndi Lauper, Dionne Warwick, Paul Simon, Steve Perry, Kenny Rogers, Willie Nelson, Al Jarreau, Kim Carnes, Sheila E, Daryll Hall e Huey Lewis, as três Pointer Sisters, além dos próprios Lionel Ritchie, Michael Jackson (e seus irmãos) e Harry Belafonte. Produzido por Quincy Jones e Michael Omartian, “We Are the World” arrecadou mais de US$ 63 milhões para a causa – o que seria equivalente a mais de US$ 160 milhões hoje em dia, com valores ajustados pela inflação. A gravação também ganhou quatro prêmios Grammy e um American Music Award, tornando-se um marco na história da música pop e da filantropia. Dirigido por Bao Nguyen (do documentário “Be Water”, sobre Bruce Lee), o documentário mostra os bastidores da gravação, com diversas cenas inéditas do processo criativo e da reunião dos artistas nos estúdios de Jim Henson. Com entrevistas de diversos artistas e integrantes da equipe original da sessão, o filme promete um olhar íntimo e exclusivo sobre a noite histórica de 25 de janeiro de 1985, quando 45 músicos se reuniram para gravar a faixa, deixando de lado seus egos em prol de uma causa maior. “The Greatest Night in Pop” terá première mundial em 19 de janeiro, no Festival de Sundance, e estará disponível na Netflix em 29 de janeiro. Veja o trailer abaixo e, em seguida, o clipe original de “We Are the World”.
Tom Cruise troca Paramount por Warner em novo contrato
Responsável pelos maiores sucessos recentes da Paramount Pictures, Tom Cruise fechou um novo acordo com a Warner Bros. para estrelar novos filmes a partir de 2024. O próprio ator compartilhou a troca de “casa” em suas redes sociais. “Tenho grande respeito e admiração por toda a equipe da Warner Bros. Discovery e seu compromisso com o cinema, os fãs de cinema e a experiência cinematográfica. Estou ansioso para fazer ótimos filmes juntos”, ele escreveu para acompanhar a divulgação da nota oficial. Os presidentes da Warner Bros. Pictures, Michael De Luca e Pam Abdy, revelaram em comunicado que assinar com Tom Cruise era um desejo antigo de David Zaslav, CEO do conglomerado Warner Bros. Discovery, que tem como objetivo aumentar o investimento da empresa em cinema, tirando um pouco do foco do streaming. Com a parceria, o astro volta a trabalhar com o estúdio onde realizou obras marcantes de sua filmografia, como “Negócio Arriscado”, “Entrevista com o Vampiro”, “De Olhos bem Fechados” e “No Limite do Amanhã” – que, por sinal, tem planos de sequência. Na Paramount Pictures, Tom Cruise realizou suas franquias de maior sucesso: “Missão impossível” e “Top Gun”. Mas o acordo com a Warner não prevê uma exclusividade, permitindo convites para projetos de outros estúdios. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tom Cruise (@tomcruise)
Star Wars | “The Mandalorian” vai virar filme e “Ahsoka” terá 2ª temporada
A Lucasfilm anunciou nesta terça-feira (9/1) a produção de um filme derivado da série “The Mandolorian” e uma 2ª temporada para “Ahsoka”. O filme vai se chamar “The Mandalorian & Grogu”, dando destaque ao personagem que inicialmente ficou conhecido como “Baby Yoda”. A direção está a cargo de Jon Favreau, criador da série. “Eu amo contar histórias situadas no rico universo que George Lucas criou. A perspectiva de trazer o mandaloriano e seu aprendiz Grogu para a telona é muito empolgante”, disse o cineasta em comunicado à imprensa. “Jon Favreau e Dave Filoni trouxeram dois personagens novos e amados para ‘Star Wars’, e essa nova história se encaixa perfeitamente no cinema”, completou Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm. A produção será o segundo filme derivado das séries de “Star Wars”. Anteriormente, Dave Filoni, coprodutor do universo televisivo da franquia junto com Favreau, ficou responsável por juntar todos os personagens da TV num novo longa, passado na era da “Nova República” da franquia. Filoni também será responsável por comandar a 2ª temporada de “Ahsoka”, centrada em personagens que ele criou nas animações “A Guerra dos Clones” e “Rebels”. Os episódios de “Ahsoka” devem preparar terreno para seu filme. Entretanto, o anúncio de “The Mandalorian & Grogu” provoca dúvidas sobre o futuro da primeira série de “Star Wars” na Disney+. “The Mandalorian” encerrou sua 3ª temporada em abril do ano passado, e os textos do quarto ano foram finalizados antes mesmo da greve dos roteiristas, mas até agora as gravações não foram anunciadas. Breaking News: The Mandalorian & Grogu are starring in their own movie. Plus, Ahsoka Season 2 is in development. pic.twitter.com/coM6OgvTW5 — Star Wars (@starwars) January 9, 2024
Jacob Elordi será o monstro de Frankenstein no cinema
Depois de viver Elvis Presley em “Priscilla”, Jacob Elordi vai interpretar outro ícone cultural: o monstro de Frankenstein numa adaptação da obra clássica de Mary Shelley dirigida por Guillermo del Toro (“A Forma da Água”). A Netflix confirmou o elenco da produção numa postagem no X (antigo Twitter). Elordi vai substituir Andrew Garfield (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), que chegou a negociar, mas não entrou em acordo com a produção. Já os demais atores que estavam negociando fecharam suas participações, incluindo Oscar Isaac (“Cavaleiro da Lua”) e Mia Goth (“X – A Marca da Morte”). Além deles, foram confirmados Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”) e Felix Kammerer (“Nada de Novo no Front”). Mas o elenco também deve incluir Christian Convery (“Sweet Tooth”), Lars Mikkelsen (“Ahsoka”) e David Bradley (“Game of Thrones”). Del Toro já está trabalhando no projeto de “Frankenstein” há algum tempo. A produção é um sonho antigo do diretor. Porém, não se sabe se a história será uma adaptação direta do livro ou uma versão moderna, ambientada nos dias atuais. Ainda não há previsão de estreia. Jacob ElordiOscar IsaacChristoph WaltzMia GothFelix Kammerer Guillermo del Toro's Frankenstein is coming soon to Netflix. — Netflix (@netflix) January 8, 2024
Martin Scorsese vai fazer filme sobre ensinamentos de Jesus
Martin Scorsese já definiu seu próximo projeto após “Assassinos da Lua das Flores”. Em entrevista ao jornal L.A. Times na segunda (8/1), o cineasta anunciou que dirigirá um filme baseado no livro “A Life of Jesus”, de Shūsaku Endō. A decisão do diretor veio após um encontro com o Papa Francisco I em 2023. “Respondi ao apelo do Papa aos artistas da única maneira que conheço: imaginando e escrevendo um roteiro para um filme sobre Jesus”, ele declarou. O cineasta planeja ambientar a trama nos dias atuais, mas com o cuidado de oferecer uma perspectiva atemporal. “Não quero ficar preso a um determinado período”, explicou Scorsese. O filme, previsto para ter aproximadamente 80 minutos, focará nos ensinamentos fundamentais de Jesus de maneira a explorar seus princípios sem fazer proselitismo. Scorsese colaborou com o crítico Kent Jones para escrever o roteiro, que já está finalizado. Obras religiosas de Scorsese Esta será a segunda adaptação de Shūsaku Endō feita pelo diretor. Scorsese também filmou “Silêncio”, baseado num livro do autor, em 2016, que abordou a repressão aos jesuítas cristãos no Japão. Vale lembrar que ele também já dirigiu um filme sobre Jesus, “A Última Tentação de Cristo” (1988), com o ator Willem Dafoe no papel principal. Mas essa produção causou polêmica na Igreja Católica por mostrar um delírio de Jesus, em que ele recusa o plano de Deus para se sacrificar. Ele ainda fez um filme budista, “Kundun” (1997), retratando a vida do Dalai Lama. Os trabalhos da produção de “A Life of Jesus” devem começar após o Oscar 2024, já que o cineasta está atualmente envolvido na campanha de “Assassinos da Lua das Flores” em busca de reconhecimento na premiação. O filme mais recente do diretor vai estrear na Apple TV+ na sexta-feira (12/1).
Documentário “O Território”, sobre luta de tribo da Amazônia, é premiado no Emmy
O documentário “O Território”, sobre a luta do povo indígena Uru-Eu-Wau-Wau para defender sua terra na Amazônia, foi premiado com o Emmy no domingo (7/1), em cerimônia realizada no Peacock Theater, em Los Angeles. O evento fez parte do fim de semana inaugural da premiação da TV americana, conhecido como Creative Arts Emmy. A produção da National Geography venceu a categoria de Mérito Excepcional em Filmagem de Documentário. Dirigido pelo americano Alex Pritz, “O Território” acompanha a comunidade Uru-Eu-Wau-Wau na luta contra o desmatamento ilegal na Amazônia e as invasões de garimpeiros e madeireiros em sua área protegida na floresta tropical. Os protagonistas do documentário, Bitaté-Uru-Eu-Wau-Wau e Ivandeide Bandeira (também conhecida como Neidinha) receberam o prêmio na companhia dos produtores Txai Suruí e Gabriel Uchida. Influenciadora e integrante da Juventude Indígena de Rondônia, Suruí usou um manto com a frase: “A floresta grita por socorro”. “Esse é o reconhecimento da nossa luta e dos povos indígenas. Rondônia no topo, os povos indígenas também lá no topo”, comentou Bitaté, emocionado ao segurar a estatueta do Emmy, considerado o Oscar da televisão. Disponível na plataforma Disney+, “O Território” foi duplamente premiado no Festival de Sundance do ano passado, com o Prêmio do Público e um Prêmio Especial do Júri na competição internacional do evento. Além disso, o diretor Alex Pritz foi consagrado com o prêmio Cinema Eye de Melhor Estreia do ano em documentário. Emmy 2024 O Creative Arts Emmy aconteceu ao longo de dois dias, no sábado e domingo, totalizando quase 100 troféus antes da transmissão televisiva dos premiação considerada “principal”. Apenas o chamado Primetime Emmy, marcado para a próxima segunda-feira (15/1), é televisado. No Brasil, a cerimônia dos Primetime Emmys será exibida pelo canal pago TNT e pela plataforma HBO Max.
“Oppenheimer” é o grande vencedor do Globo de Ouro
A cerimônia do Globo de Ouro de 2024, que aconteceu na noite de domingo (7/1) em Los Angeles, nos EUA, consagrou o filme “Oppenheimer”, de Christopher Nolan, com cinco troféus. Além de Melhor Filme de Drama do ano, conquistou as categorias de Melhor Direção (Nolan), Ator de Drama (Cillian Murphy pelo papel-título), Ator Coadjuvante (Robert Downey Jr.) e Trilha Sonora (Ludwig Göransson). O esperado duelo com “Barbie” resultou num massacre, já que a outra metade do fenômeno “Barbenheimer” ficou com apenas dois prêmios, Melhor Canção (com Billie Eilish) e Conquista Cinematográfica e de Bilheteria, uma espécie de troféu de popularidade, criado este ano para justamente ter o que dar ao filme de Greta Gerwig. Na disputa de Melhor Comédia, em que “Barbie” era tida como favorita, a estatueta foi para “Pobres Criaturas”, do grego Yorgos Lanthimos. A fantasia surreal, que antes já tinha vencido o Festival de Veneza, ainda rendeu o prêmio de Melhor Atriz de Comédia para Emma Stone – sua segunda vitória no Globo de Ouro, após ser premiada por “La La Land” em 2017. Outros prêmios Outros filmes também tiveram vitórias duplas. O mais surpreendente foi o francês “Anatomia de uma Queda”, que, além de faturar a estatueta de Melhor Filme Estrangeiro, levou a categoria de Melhor Roteiro, entregue para a cineasta Justine Triet e o roteirista Arthur Harari. Azarão da temporada, “Os Rejeitados”, nova comédia dramática de Alexander Payne, igualmente surpreendeu ao desbancar favoritos em atuação de Comédia, consagrando Paul Giamatti como Melhor Ator e Da’Vine Joy Randolph como Atriz Coadjvuante. Os destaques da noite ainda ecoam o feito histórico de Lily Gladstone, eleita Melhor Atriz de Drama por “Assassinos da Lua das Flores”, na primeira vitória de uma atriz de descendência nativa americana na premiação. Outro marco importante foi o troféu de Melhor Animação para o filme japonês “O Menino e a Graça”. Embora já tenha um Oscar, o diretor Hayao Miyazaki nunca nem sequer tinha sido indicado anteriormente ao Globo de Ouro. Séries e balanço geral Entre as séries, os destaques foram “Succession”, “O Urso” e “Treta”, que por coincidência venceram três troféus cada, dominando suas respectivas categorias, inclusive como Melhor Série de Drama, Melhor Série de Comédia e Melhor Minissérie (ou Telefilme). Com uma premiação leve, agilizada por um apresentador discreto (Jo Koy), a Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) conseguiu superar as polêmicas de 2022, em particular as denúncias sobre falta de diversidade e corrupção, que levaram o Globo de Ouro a sofrer boicote e ficar sem transmissão televisiva no ano passado. O evento recuperou seu prestígio com uma cerimônia despojada, descontraída e engraçada, como sempre afirmou ser capaz de produzir, mas poucas vezes entregou. O que ficou marcado foi a emoção visível dos homenageados. E, por acontecer tão cedo em 2024, ainda pode influenciar os rumos das próximas premiações da temporada – o Oscar 2024 ainda nem começou a ser votado. Entretanto, não deixou as controvérsias totalmente de lado por premiar “Ricky Gervais: Armageddon” como Melhor Performance de Comédia Stand-Up. Vale lembrar que o especial do comediante que mais vezes apresentou o Globo de Ouro tem piadas sobre crianças com câncer. A HFPA podia passar sem esse lembrete de seus problemas. Os vencedores Confira abaixo a lista dos premiados. CINEMA Melhor Filme — Drama “Oppenheimer” Melhor Filme — Comédia ou Musical “Pobres Criaturas” Melhor Direção Christopher Nolan, “Oppenheimer” Melhor Roteiro “Anatomia de uma Queda”, Justine Triet e Arthur Harari Melhor Ator — Drama Cillian Murphy, “Oppenheimer” Melhor Atriz — Drama Lily Gladstone, “Assassinos da Lua das Flores” Melhor Atriz — Comédia ou Musical Emma Stone, “Pobres Criaturas” Melhor Ator — Comédia ou Musical Paul Giamatti, “Os Rejeitados” Melhor Ator Coadjuvante Robert Downey Jr. — “Oppenheimer” Melhor Atriz Coadjuvante Da’Vine Joy Randolph, “Os Rejeitados” Melhor Trilha Sonora Ludwig Göransson, “Oppenheimer” Melhor Canção Original “What Was I Made For?” (Billie Eilish O’Connell e Finneas O’Connell), “Barbie” Melhor Filme em Língua Estrangeira “Anatomia de uma Queda” Melhor Animação “O Menino e a Garça” Conquista Cinematográfica e de Bilheteria “Barbie” TV Melhor Série – Drama “Succession” Melhor Série – Comédia “O Urso” Melhor Minissérie, Antologia ou Filme para TV “Treta” Melhor Ator – Drama Kieran Culkin, “Succession” Melhor Atriz – Drama Sarah Snook, “Succession” Melhor Atriz – Comédia ou Musical Ayo Edebiri, “O Urso” Melhor Ator – Comédia ou Musical Jeremy Allen White, “O Urso” Melhor Ator – Minissérie ou Telefilme Steven Yeoun, “Treta” Melhor Atriz – Minissérie ou Telefilme Ali Wong, “Treta” Melhor Ator Coadjuvante Billy Crudup, “The Morning Show” Melhor Atriz Coadjuvante Elizabeth Debicki, “The Crown” Melhor Performance de Comédia Stand-Up Ricky Gervais, “Ricky Gervais: Armageddon”












