Diretor da série House of Cards vai filmar continuações de Cinquenta Tons de Cinza
O cineasta James Foley foi contratado pela Universal Pictures para assumir a direção das duas próximas continuações de “Cinquenta Tons de Cinza”. A informação é do site The Wrap. Foley não dirigia um filme desde o thriller “A Estranha Perfeita” (2007), estrelado por Halle Berry e Bruce Willis, e ultimamente vinha dirigindo episódios de séries, especialmente de “House of Cards”. Ele vai substituir Sam Taylor-Johnson, diretora do longa original, que abandonou a franquia após divergências com a autora E.L. James durante as filmagens. Os filmes “Cinquenta Tons Mais Escuros” e “Cinquenta Tons de Liberdade” serão rodados simultaneamente em 2016, apesar da estreia da adaptação do segundo livro estar prevista para 10 de fevereiro de 2017 e do terceiro para 9 de fevereiro de 2018. A definição da data de lançamento tem o objetivo de aproveitar o Dia dos Namorados nos Estados Unidos, que cai em fevereiro. A tática foi bem-sucedida com “Cinquenta tons de cinza”, que arrecadou mais de US$ 560 milhões em todo o mundo. Os roteiros foram escritos por Niall Leonard, marido da autora E.L. James, e a produção trará de volta Dakota Johnson e Jamie Dornan como os protagonistas.
Como Sobreviver a um Ataque Zumbi é o American Pie dos filmes de zumbis
Com a moda de filmes, séries, games, quadrinhos e até passeatas de zumbis, é inevitável surgir cada vez mais lançamentos na linha de “Como Sobreviver a um Ataque Zumbi”. Só neste ano, ainda foram lançados “Cooties: A Epidemia” e “Freaks of Nature”, a ponto de as comédias de zumbis deixarem de representar qualquer novidade. Na trama da vez, três amigos que se conhecem desde a infância, frequentando o mesmo grupo de escoteiros, envolvem-se numa situação inusitada. Quando dois deles têm crise de identidade – por não serem levados muito a sério pelas meninas da sua idade – e decidem abandonar o acampamento para ir a uma festa secreta do pessoal da escola, eles descobrem que sua cidade está tomada por zumbis. O detalhe é que, no apocalipse que se segue, sua experiência como escoteiros finalmente fará a diferença. Pode não ser hilário como o clássico “A Volta dos Mortos-Vivos” (1985), que deu origem a todo besteirol zumbi, ou mesmo manter o nível dos mais recentes “Todo Mundo Quase Morto” (2004) e “Zumbilândia” (2009), mas “Como Sobreviver a um Ataque Zumbi” cumpre bem a sua função e também rende momentos memoráveis, ao acrescentar elementos de comédia sexual adolescente, ao estilo de “Porky’s” (1981), “A Vingança dos Nerds” (1984) e “American Pie” (1999). Afinal, o que os rapazes querem mesmo é perder a virgindade e serem mais respeitados pela turma descolada da escola. Pelo menos dois deles, inclusive, já acham que está mais do que na hora de abandonar seu estilo “loser” de vida. O empecilho era o terceiro da turma, o gordinho (sempre tinha um gordinho nos filmes de adolescentes dos anos 1980, não é?), que está prestes a receber uma medalha. A combinação de “American Pie” com “Zumbilândia” não deixa de representar uma novidade nesse filão tão devorado por produtores zumbis. Nisto, merece algum mérito o diretor e roteirista Christopher Landon (“Atividade Paranormal – Marcados para o Mal”). Assim como fez com a história de “Paranóia” (2007), ele não busca reinventar a roda, optando por criar a versão adolescente de uma trama conhecida, com personagens carismáticos (o jovem Tye Sheridan, de “Amor Bandido”, ainda deve se tornar um grande astro), piadas escatológicas e muito gore para compor seu quadro de horrores. Na lista de referências de comédias teen, não falta sequer a gostosa que é muita areia para um nerdzinho. Além de bela, a personagem de Sarah Dumont trabalha em uma boate de strip-tease – claro ! – e vai despertar o desejo dos rapazes, que não são de ferro. Rola até uma cena de beijo. Mas o filme não será lembrado por seu romantismo. Seu humor degenerado rende cenas bem grosseiras, envolvendo órgãos genitais, sexo oral, defecação, peitos enormes e coisas do tipo, apelando para os hormônios do público jovem, enquanto o sangue esguicha e os monstros disparam a adrenalina. Química básica, com zumbis.
Johnny Depp se destaca no frustrante Aliança do Crime
O burburinho acerca da atuação de Johnny Depp, depois de muitos anos fazendo caras e bocas em blockbusters fracassados, é o principal chamariz de “Aliança do Crime”, dirigido por Scott Cooper (“Coração Louco”). E ele, de fato, é o destaque deste filme de gângster, que não demora a frustrar toda a expectativa gerada por sua premissa, apesar de começar muito bem – a primeira sequência em close-up, durante o interrogatório do gângster vivido por Jesse Plemons (série “Breaking Bad”), é o ponto alto da produção. “Aliança do Crime” é um longa-metragem desequilibrado, que joga equivocadamente cenas fortes em meio a um ritmo arrastado, além de trazer um protagonista mal desenvolvido. Depp, porém, sobra no papel de James “Whiter” Bulger, um dos maiores gângsteres da era moderna e que, por anos, foi um dos criminosos mais procurados do FBI. Sua atuação se mostra realmente muito diferente das que vinham lhe transformando em piada, menos afetada e contaminada pelos tiques adquiridos depois que viveu o pirata Jack Sparrow na franquia “Piratas do Caribe”. Ainda existem alguns momentos de deslize, mas o ator consegue se controlar bem. E olha que o ambiente não era muito favorável. Com uma maquiagem esquisita e pesada, que dá a seu vilão uma aparência de cadáver, e com um dos piores usos de lentes de contato da história recente do cinema, Depp ainda precisa se virar com um personagem irregular. Durante todo o tempo, a identidade do protagonista é construída por comentários de terceiros, deixando o desenvolvimento de sua personalidade de lado, apenas para justificar destaque aos personagens satélites. Com um elenco espetacular, o longa reúne atuações consistentes de Joel Edgerton (“O Grande Gatsby”), Benedict Cumberbatch (“O Jogo da Imitação”), Rory Cochrane (“Argo”), David Harbour (“O Protetor”), Kevin Bacon (série “The Following”), Adam Scott (série “Parks and Recreation”), Juno Templo (“Killer Joe – Matador de Aluguel”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Julianne Nicholson (série “Boardwalk Empire”), do já citado Jesse Plemons e Peter Sarsgaard (“Lanterna Verde”), o mais inspirado de todos. E é só pelo calibre dos coadjuvantes que a trama consegue deslanchar. Os intérpretes, porém, precisam superar o problema da falta de objetividade do longa. Scott Cooper parece não saber muito bem qual é o melhor meio de contar sua história. Perdido em falatórios, que resultam em pouca ação, encontra dificuldades para encaixar as cenas mais violentas e outras situações que despertem o interesse do espectador. É como se essas cenas fossem inseridas no tranco. Desconexas de todo o resto, causam estranhamento. Entretanto, representam os únicos momentos em que é possível vislumbrar o “verdadeiro” Whiter Bulger, tornando sua ameaça real na trama. Duas sequências são um bom exemplo disso: a conversa na mesa com David Harbour e a despedida de Julianne Nicholson. Ambas estão próxima uma da outra, mas só acontecem depois de muito filme decorrido. Mais do que na montagem, um trabalho até esforçado de David Rosembloom (“O Informante”), o problema do filme está mesmo no roteiro, assinado pelo estreante Mark Mallouk e o irregular Jez Butterworth (“James Brown” e “007 Contra Spectre”), com suas personagens super ou subdimensionadas, que acabam por desinteressar o público. E aí não há técnica que dê jeito, mesmo que a produção esteja repleta de profissionais competentes. Caso da direção de fotografia do japonês Masanobu Takayanagi (“A Perseguição”), que consegue mesclar muito bem luz e sombra e trabalhar com planos diversos, e o desenho de produção assinado por Stefania Cella (“A Grande Beleza”), com arte de Jeremy Woodward (“O Verão da Minha Vida”), cenografia de Tracey A. Doyle (“Quebrando a Banca”) e figurinos de Kasia Walicka-Maimone (“Foxcatcher: Uma História Que Chocou o Mundo”), competente na recriação de várias décadas. Cansativo, desinteressante e frustrante, “Aliança do Crime” tinha personagem, elenco e uma excelente equipe técnica, mas lhe faltou a coisa mais importante em um filme: quem soubesse como filmá-lo.
O Último Caçador de Bruxas se beneficia da baixa expectativa
“O Último Caçador de Bruxas” se beneficia da baixa expectativa gerada por sua premissa – Vin Diesel caçando bruxas pela eternidade. O filme não se preocupa muito com o desenvolvimento dos personagens e assume todas as facilidades do roteiro, que nem sempre se encaixa ou se preocupa em fazer muito sentido. Mas boas cenas de ação, bem distribuídas e eficientes na manutenção do ritmo, somadas a efeitos especiais de qualidade, fazem da produção um entretenimento satisfatório. Na trama, o personagem de Diesel (“Velozes e Furiosos”) é um caçador de bruxas de 800 anos, que se tornou imortal por uma maldição da Rainha Bruxa. Séculos após a morte da vilã, uma conspiração ameaça a paz estabelecida entre humanos e bruxos, e o caçador precisa voltar à atividade na Nova York contemporânea. O ator, como de costume, demonstra um carisma muito maior do que suas capacidades interpretativas e, sem inventar muito, não compromete. Junto com ele, está Rose Leslie (série “Game of Thrones”), aquela que conhecemos por contar ao John Snow que ele não sabe nada, como uma bruxa boazinha que o auxilia em sua missão. A boa química entre os dois convence. O elenco ainda destaca Michael Caine (trilogia “Batman: O Cavaleiro das Trevas”), muito bem como um guardião idoso, e Elijah Wood (trilogia “O Senhor dos Anéis”), como o substituto, nem sempre tão bem assim. O roteiro da dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (responsável pelo similar “Drácula: A História Nunca Contada”) em parceria com Cory Goodman (do também similar “Padre”) é simplório, mas o acabamento técnico ajuda “O Último Caçador de Bruxas” a entreter o público. De fato, é possível até elogiar o apuro técnico de sua fotografia, assinada por Dean Semler (“Malévola”), os figurinos, desenhados por Luca Mosca (“De Volta ao Jogo”), e um trabalho bastante impressionante com a maquiagem da Rainha Bruxa, vivida pela atriz francesa Julie Engelbrecht (“As Férias do Pequeno Nicolau”).
Doutor Estranho: Benedict Cumberbatch vira super-herói em 32 fotos das filmagens
Surgiram as primeiras fotos e vídeos das filmagens de “Doutor Estranho”, novo filme de super-herói da Marvel, que estão acontecendo no Nepal. As imagens registram o ator Benedict Cumberbatch (“O Jogo da Imitação”) no papel principal, caminhando por ruas nepalesas ao lado de Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”), intérprete do Barão Mordo. Além dos registros de paparazzi, algumas imagens foram postadas no Twitter e no Instagram por transeuntes. Na trama, Cumberbatch vive um médico arrogante chamado Stephen Strange, que, após sofrer um acidente e perder sua habilidade como cirurgião, busca a cura no Himalaia, onde é acolhido por um mestre das artes místicas e embarca numa jornada para se tornar o maior mago do universo Marvel. O elenco formidável da produção também inclui Rachel McAdams (“Uma Questão de Tempo”), Tilda Swinton (“Expresso do Amanhã”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”) e Michael Stuhlbarg (série “Boardwalk Empire”). Com direção de Scott Derrickson (“Livrai-nos do Mal”), o lançamento do longa está previsto para novembro de 2016.
Scarlett Johansson pode estrelar filme sobre escândalo na indústria dos games
A história do escândalo conhecido como Gamergate, que abalou o mundo dos games com acusações de corrupção e comportamento machista, vai virar filme. E pode ser estrelado pela atriz Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), que, segundo o site Deadline, é uma das maiores interessadas no projeto. A trama será baseada no livro ainda inédito “Crash Override: How To Save The Internet From Itself”, em que a designer de games Zoe Quinn lembra o que lhe aconteceu. A controvérsia começou quando Quinn, criadora do game “Depression Quest”, foi acusada no blog de um ex-namorado de ter mantido relacionamentos com jornalistas em troca de críticas positivas. A acusação fez surgir a hashtag #gamergate e alimentou o ódio destrutivo das redes sociais, com Quinn e outras mulheres do meio chegando a receber ameaças de morte. O ataque foi tão virulento que acabou levantando o debate sobre as próprias redes sociais, numa discussão que foi muito além da acusação original, revelando um universo machista, beirando a misoginia. A ex-presidente da Sony Amy Pascal adquiriu os direitos da história em um leilão envolvendo diversos estúdios e canais de TV. E já encomendou o roteiro. As estreantes Rebecca Angelo e Lauren Schuker foram encarregadas da adaptação. O livro “Crash Override: How To Save The Internet From Itself” só vai chegar às livrarias dos EUA em setembro de 2016. Já o filme não tem ainda cronograma de filmagem, muito menos previsão de estreia.
Johnny Depp será Sherlock Holmes gnomo na continuação de Gnomeu e Julieta
A continuação da animação “Gnomeu e Julieta” ganhou um novo dublador estrelado. Intitulada “Gnomeu e Julieta: Sherlock Gnomes”, a produção terá Johnny Depp (“Cavaleiro Solitário”) como a voz do maior gnomo detetive do mundo. Ele vai se juntar a James McAvoy (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) e Emily Blunt (“Sicario”), que retornam como os dubladores do casal principal. Lançado em 2011, “Gnomeu e Julieta” arrecadou mais de US$ 200 milhões mundialmente, ao juntar anões de jardim numa trama inspirada na obra de William Shakespeare e nas músicas de Elton John. Na trama da continuação, anões de jardim começam a desaparecer misteriosamente, o que leva Gnomeu e Julieta a buscarem a ajuda do lendário detetive Sherlock Gnomes. O roteiro foi escrito por Ben Zazove (do vindouro “O Fada do Dente 2”) e a direção está a cargo de John Stevenson (“Kung Fu Panda”). Assim como no primeiro filme, a produção é da Rocket Pictures, de Elton John. “Gnomeu e Julieta: Sherlock Gnomes” tem estreia prevista apenas para 12 de janeiro de 2018.
Star Wars: Novos trailers de O Despertar da Força são repletos de cenas inéditas
A Disney divulgou um trailer japonês e três novos comerciais de “Star Wars: O Despertar da Força”, que mostram muitas cenas inéditas. As prévias destacam a personagem Rey (Daisy Ridley, da série “Mr Selfridge”), sua aliança com Finn (John Boyega, de “Ataque ao Bloco”), o confronto com o vilão Kylo Ren (Adam Driver, da série “Girls”) e o encontro com Han Solo (Harrison Ford), que lhe revela sua Força. Ainda há flashes da Princesa Leia (Carrie Fisher), Chewbacca (Peter Mayhew) e C-3PO (Anthony Daniels). Mas, até do outro lado do mundo, a ausência de Luke Skywalker (Mark Hamill) continua a ser um grande mistério. Um dos comerciais ainda evoca outro segredo, ao ser narrado por Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), cuja personagem, criada por captura de performance, continua sem aparecer em lugar algum. Com roteiro de Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e direção de J.J. Abrams (“Star Trek”), o filme estreia em 17 de dezembro de 2015 no Brasil, um dia antes de chegar aos cinemas americanos.
Amy Winehouse vai virar filme estrelado por Noomi Rapace
Após o sucesso do documentário “Amy”, a cantora inglesa Amy Winehouse vai ganhar uma cinebiografia dramática. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, a atriz Noomi Rapace (“Prometheus”) negocia estrelar o filme, que será escrito e dirigido por Kirsten Sheridan (“O Som do Coração”). No comunicado da produção, financiada pelo estúdio Lotus Entertainment, Kirsten Sheridan disse: “A música de Amy é sentida tão profundamente pelo público porque foi profundamente pessoal. Sua vulnerabilidade era sua força. Ela foi chamado de muitas coisas – uma diva, uma alma perdida, vítima dos tablóides, um gênio torturado. O nosso objetivo com o filme é fazer uma abordagem inovadora, emocional e positiva, atravessando o espelho para olhar sua vida e arte”. Os produtores também estão negociando com Mitch Winehouse, pai da cantora, e a gravadora Universal para utilizar as canções de Amy no longa. Mitch se opôs fortemente ao documentário do diretor Aisf Kapadia, que estreou no Festival de Cannes deste ano e foi bastante elogiado pela crítica. Em entrevistas, ele afirmou que se tratava de um filme “enganoso” e “com algumas mentiras”, pois apontava culpa da família na autodestruição da jovem. Amy foi projetada ao sucesso com seu segundo álbum de estúdio, “Back to Black”, lançado em 2006, quando chamou atenção por sua belíssima voz e penteados extravagantes, mas também por sua vida pessoal marcada pelo vício em drogas e álcool e pela relação tempestuosa com seu namorado, Blake Fielder-Civil. Ela morreu aos 29 anos, após ingerir grandes quantidades de álcool em 2011.
Chloe Moretz vai viver A Pequena Sereia no cinema
A atriz Chloë Grace Moretz (“Carrie – A Estranha”) foi contratada pela Universal Pictures para estrelar o novo filme baseado na fábula clássica “A Pequena Sereia”. Além dela, o site da revista Variety revelou que o roteiro ganhará uma nova versão assinada pelo cineasta Richard Curtis (“Questão de Tempo”). Atualmente sem diretor, o filme esteve para ser dirigido por Sophia Coppola (“Bling Ring”), que acabou abandonando o projeto. Já naquela época, o estúdio queria Moretz no papel principal. A preferência teria, inclusive, levado Coppola a sair da produção, pois a diretora preferia lançar uma nova intérprete. O filme vai usar atores reais para contar a conhecida história, originalmente escrita por Hans Christian Andersen em 1837, da jovem sereia Ariel, que abdica de sua vida marinha ao se apaixonar por um príncipe humano. “A Pequena Sereia” já ganhou muitas adaptações para o cinema, a TV e teatro, sendo a mais famosa a versão animada da Disney de 1989. A Universal vai aguardar o roteiro de Curtis para iniciar a busca por um novo diretor. Por isso, ainda não há cronograma para as filmagens nem previsão para a estreia.
Invasão a Londres: Trailer da continuação de Invasão à Casa Branca explode a capital britânica
A Lionsgate divulgou um novo trailer do filme de ação “Invasão a Londres”, continuação de “Invasão à Casa Branca” (2013), que volta a trazer Gerard Butler como agente do serviço secreto que precisa salvar a vida do presidente vivido por Aaron Eckhart. Desta vez, as explosões e tiroteios acontecem em Londres, durante uma visita do presidente americano, e não poupam monumentos históricos, como a Abadia de Westminster, que resistiu dez séculos às margens do Tâmisa, mas não aos efeitos especiais de Hollywood. A destruição e as cenas de ação são impressionantes. O presidente está em Londres para o funeral do Primeiro Ministro britânico, que morreu sob circunstâncias misteriosas. Mas o que era para ser o evento mais protegido da Terra se transforma em uma armadilha mortal para assassinar os líderes mais poderosos do mundo – e, de lambuja, devastar todos os marcos históricos da capital britânica. Além do elenco do filme original, que também inclui Morgan Freeman, Angela Bassett, Robert Foster, Melissa Leo e Radha Mitchell, a continuação inclui Charlotte Riley (“No Limite do Amanhã”) como uma agente do MI6, Jackie Earle Haley (“Watchmen: O Filme”), Colin Salmon (série “Arrow”) e o israelense Alon Aboutboul (série “Legends”) como o vilão. Dirigido pelo iraniano Babak Najafi (série “Banshee”), “Invasão a Londres” estreia em 3 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Brasileiro O Menino e o Mundo está entre os pré-selecionados ao Oscar de Melhor Animação
O filme brasileiro “O Menino e o Mundo” é um dos 16 filmes pré-selecionados para disputar uma indicação ao Oscar 2016 de Melhor Animação. A lista divulgada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood traz o filme do cineasta paulista Alê Abreu ao lado de oito blockbusters americanos, um drama indie de stop motion, três coproduções europeias e três longas japoneses. “O Menino e o Mundo” se destaca pelo uso criativo da animação, e pela forma como usa a fantasia e a inocência para abordar os problemas que afetam o mundo atual, como a globalização, a crise econômica e a perda de valores. Na disputa pela indicação, ele enfrentará longas considerados favoritos à indicação, como “Divertida Mente”, “Quando Marnie Esteve Aqui”, “Anomalisa”, “Minions”, “Shaun, o Carneiro”, “O Profeta” e até os inéditos “O Bom Dinossauro” e “Snoopy e Charlie Brown – Peanuts, O Filme”. Apenas cinco filmes da lista seguirão para a premiação do Oscar. Os indicados definitivos serão anunciados em 14 de janeiro e a cerimônia de entrega do troféu será celebrada em 28 de fevereiro, em Los Angeles. Confira, abaixo, a lista completa dos pré-selecionados ao Oscar 2016 de Melhor Animação: “Anomalisa” (EUA) “The Boy and The Beast” (Japão) “O Menino e o Mundo” (Brasil) “O Bom Dinossauro” (EUA) “Cada Um na Sua Casa” (EUA) “Hotel Transilvânia 2” (EUA) “Divertida Mente” (EUA) “O Profeta” (EUA/França/Canadá/Líbano) “The Laws of the Universe – Part 0” (Japão) “Minions” (EUA) “Os Moomins na Riviera” (Finlândia/França) “Snoopy e Charlie Brown – Peanuts, O Filme” (EUA) “Regular Show – The Movie” (EUA) “Shaun, o Carneiro” (Reino Unido/França) “Bob Esponja – Um Herói Fora D’Água” (EUA) “As Memórias de Marnie” (Japão)
Alice Através do Espelho: Veja o primeiro trailer da continuação de Alice no País das Maravilhas
A Disney divulgou o primeiro trailer de “Alice Através do Espelho”, continuação da fantasia “Alice no País das Maravilhas” (2010). A prévia mostra a atriz Mia Wasikowska (“Segredos de Sangue”) reprisando o papel de Alice Kingsleigh, em meio a muitos e coloridos efeitos visuais, para retornar à terra fantasiosa do primeiro filme e encontrar seus companheiros de aventura, em especial o Chapeleiro Louco, novamente vivido por Johnny Depp (“O Cavaleiro Solitário”), que corre algum tipo de perigo. A continuação inclui ainda os retornos de Helena Bonham Carter (“Os Miseráveis”) como a Rainha Vermelha, Anne Hathaway (“Interestelar”) como a Rainha Branca e a dublagem original de Michael Sheen (“A Rainha”) como o Coelho Branco. Mas se remete ao filme anterior, o roteiro abre mão da trama do livro homônimo de Lewis Carroll, que nunca criou um vilão chamado Tempo, apesar da obsessão do coelho com seu relógio. Em vez de cronômetros, a “Alice Através do Espelho” de Carroll lidava com um tabuleiro de xadrez. Já o personagem de Sasha Baron Coen (também de “Os Miseráveis”) apareceu num conto de L. Frank Baum, o criador do “Mágico de Oz”. Trata-se, portanto, de uma história original, escrita por Linda Wolverton (“Malévola”) e com direção de James Bobin (“Os Muppets”). A estreia acontece em 26 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.












