Novo remake de O Grito ganha primeira foto oficial
A Sony Pictures divulgou a primeira foto do remake de “O Grito”. A imagem, que não revela muito sobre o filme, foi disponibilizada no Twitter do estúdio, com a legenda “certifique-se de trancar suas portas hoje à noite”. De forma significativa, trata-se de uma imagem e um conselho genéricos. A produção é o segundo remake americano do longa original, que, por sua vez, era refilmagem de uma produção televisiva feita pelo mesmo diretor dois anos antes. Ou seja, será a quarta vez que a mesma história será contada desde o ano 2000. O original foi um telefilme japonês de 2000, que ganhou versão de cinema em 2002, quando os filmes de J-horror com mulheres fantasmas de cabelo na cara ainda eram novidade. “Ju-On”, o título japonês, ainda acrescentou o menino fantasma de boca aberta, que virou outro ícone do gênero. Rendeu inúmeras continuações e até um crossover, “Sadako vs. Kayako”, em que sua mulher fantasma de cabelo na cara enfrentou a mulher fantasma de cabelo na cara de “O Chamado” (Ringu, em japonês). O primeiro remake americano foi lançado em 2004 com direção do criador da franquia, o cineasta Takashi Shimizu, que mudou apenas a etnia da protagonista. Ela virou uma enfermeira americana (Sarah Michelle Gellar) que enfrentava uma maldição enquanto trabalhava em Tóquio, no Japão. O fato de manter a locação original foi numa tentativa de preservar os mitos sobre espíritos maus do folclore do país. E deu certo. O filme fez sucesso suficiente para também ganhar continuações – mas o terceiro filme já saiu direto em vídeo. Agora, a Sony planeja contar a mesma história, mas com mudanças radicais. Desta vez, a trama será passada nos subúrbios e com uma típica família americana. Portanto, obviamente, escalou um mexicano e uma inglesa para os papéis principais. Demian Bichir (“Os Oito Odiados”) e Andrea Riseborough (“Birdman”) serão os protagonistas do filme, que terá direção de Nicolas Pesce (“Os Olhos da Minha Mãe”). A produção está a cargo do cineasta Sam Raimi (“Homem-Aranha”), que se disse “muito animado”, em comunicado oficial, com todo este prospecto.
Joaquin Phoenix aparece com versão cor-de-rosa do traje do Coringa
O diretor Todd Phillips (da trilogia “Se Beber, Não Case”) divulgou uma nova foto em seu Instagram do filme do Coringa, que traz Joaquin Phoenix (“O Homem Irracional”) incorporando o protagonista do longa. Na legenda, o cineasta comenta apenas que se trata de uma pausa de descanso na filmagem. De fato, a foto mostra o ator relaxando, enquanto fuma um cigarro. Mas há um detalhe revelador na imagem. Ela mostra o ator – ainda com maquiagem de palhaço – usando uma roupa cor-de-rosa muito parecida com o tradicional traje roxo do vilão nos quadrinhos. Caso o roxo tenha virado rosa, será apenas mais uma das mudanças que os fãs dos quadrinhos terão que relevar ao ir ao cinema. Isto porque o diretor pretende mostrar a história de Arthur Fleck sob um ângulo diferente. A começar pelo fato de que ninguém nunca jamais deu nome para a “identidade civil” do Coringa nos quadrinhos. O que já dá mostras da “inovação” planejada por Phillips, que também escreveu o roteiro com Scott Silver (“O Vencedor”). Além de Joaquin Phoenix, o elenco do longa conta com Robert De Niro (“Joy”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Marc Maron (“GLOW”), Frances Conroy (“American Horror Story”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Brett Cullen (“Narcos”) e Shea Whigham (“Agent Carter”). Segundo tem sido apurado, Maron interpreta um produtor do programa de TV apresentado pelo personagem de De Niro, que, por sua vez, será um astro de talk show com papel importante na origem do Coringa. Já Frances Conroy seria a mãe do futuro vilão do Batman, enquanto Brett Cullen daria vida a Thomas Wayne, o pai do próprio Batman. “Coringa” será o primeiro filme atual produzido à parte da cronologia do universo cinematográfico da DC Comics. Caso seja bem-sucedido, outros lançamentos “independentes” devem ser produzidos. A estreia está marcada para outubro de 2019. Visualizar esta foto no Instagram. On set. Five minute break. ? @nikotavernise Uma publicação compartilhada por Todd Phillips (@toddphillips1) em 4 de Nov, 2018 às 3:59 PST
HBO confirma elenco e anuncia começo das gravações da volta de Deadwood
A HBO anunciou o começo da produção do telefilme que vai retomar a série “Deadwood”, confirmando a participação de praticamente todo o elenco original. “Deadwood” narrava a origem de uma cidade no Velho Oeste americano, mostrando seus moradores implacáveis e violentos enquanto tentavam estabelecer uma comunidade. A série era protagonizada por Timothy Olyphant (hoje em “Santa Clarita Diet”) como o xerife brutal Seth Bullock e Ian McShane (hoje em “Deuses Americanos”) como o dono de saloon Al Swearengen, que marcou os telespectadores com seu jeito irascível e palavrões constantes. A série durou três temporadas, entre 2004 e 2006, e seu cancelamento foi marcado por protestos dos fãs. O criador da série, David Milch (de “Nova Iorque Contra o Crime”), será o responsável pelo roteiro do telefilme, que trará novamente Olyphant e McShane aos papéis que redefiniram suas carreiras. Além dos dois protagonistas, retornam Molly Parker (Alma Ellsworth), Paula Malcomson (Trixie), John Hawkes (Sol Star), Anna Gunn (Martha Bullock), Dayton Callie (Charlie Utter), Brad Dourif (Doc Cochran), Robin Weigert (“Calamity” Jane Canary), William Sanderson (E.B. Farnum), Kim Dickens (Joanie Stubbs) e Gerald McRaney (George Hearst). Ficaram de fora Titus Welliver (hoje em “Bosch”), além de Powers Boothe, que faleceu no ano passado, e Ralph Richeson, morto em 2015. Boothe interpretava um dos personagens principais da trama, Cy Tolliver, dono do saloon Bella Union e rival de Al Swearengen. As gravações já estão acontecendo, com direção de Daniel Minahan, que comandou quatro episódios da série original, e a previsão é para uma estreia em 2019.
Versão para menores de Deadpool 2 ganha título, logotipo e confirma participação de Fred Savage
A Fox divulgou o título e o logotipo oficiais da versão para menores de “Deadpool 2”. O filme vai voltar aos cinemas americanos com o título de “Once Upon a Deadpool” (Era uma Vez um Deadpool, em tradução livre) com classificação PG-13 (para 13 anos) e seu logo pode ser conferido abaixo. O site Deadline confirmou que o ator Fred Savage faz parte das cenas inéditas, filmadas exclusivamente para a nova versão do longa. Vale lembrar que Ryan Reynolds anunciou o projeto em setembro, nas redes sociais, com uma imagem que parodiava o clássico “A Princesa Prometida” (1987). Naquele filme, Savage vivia um menino doente, que ouvia um conto de fadas lido por seu avô. Na foto de Reynolds, Deadpool aparecia lendo um livro para Savage. Aparentemente, é esta a ideia de “Once Upon a Deadpool”: o super-herói contará a aventura vista em “Deadpool 2” para o agora adulto Savage. Essas cenas teriam sido filmadas em um único dia pela dupla de atores, com roteiro de Rhett Reese, Paul Wernick e direção de Dave Leitch – o time de “Deadpool 2”. Foram filmadas, ao todo, oito cenas de interação entre Savage e Deadpool, que representariam os novos começo e fim da produção, além de servir para preencher buracos no meio da história. Estes buracos seriam causados por cortes nas cenas de violência, palavrões e piadas de cunho sexual. Por conta desses cortes, mesmo com as cenas extras, o filme seria 3 minutos menor que a versão integral de “Deadpool 2”. “Once Upon a Deadpool” vai ficar em cartaz nos cinemas dos Estados Unidos por um período limitado, entre os dias 12 e 24 de dezembro apenas. E cada ingresso vendido renderá US$ 1 para uma instituição beneficente de luta contra o câncer, chamada F*ck Cancer, que momentaneamente será rebatizada como Fudge Cancer para ganhar divulgação junto do lançamento para menores. “Deadpool 2” estreou nos cinemas em maio de 2018 e arrecadou mais de US$ 734 milhões nos cinemas mundiais.
Personagens da Turma da Mônica ilustram pôsteres individuais do filme Laços
A Mauricio de Sousa Produções divulgou os pôsteres individuais do longa-metragem “Turma da Mônica: Laços”, que destacam os quatro protagonistas, Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão, vividos pelos estreantes Giulia Benite, Kevin Vechiatto, Laura Rauseo e Gabriel Moreira. “Turma da Mônica: Laços” tem direção de Daniel Rezende (“Bingo: O Rei das Manhãs”), e ainda inclui no elenco Monica Iozzi (“Mulheres Alteradas”) como a Dona Luísa, Paulo Vilhena (“Como Nossos Pais”) como seu Cebola, Ravel Cabral (“Vai que Dá Certo 2”) como o Homem do Saco e Rodrigo Santoro (“Westworld”) em uma participação especial. O longa tem como base a graphic novel homônima, uma releitura do trabalho original de Mauricio de Sousa, criada pelos irmãos Lu e Vitor Cafaggi com uma trama mais adulta e repleta de referências à cultura pop dos anos 1980. Os autores da graphic novel assinam o roteiro da adaptação, que acompanha Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali na pré-adolescência, durante uma jornada de perigos e aventura em busca do cão Floquinho, que fugiu. A produção estreia nos cinemas brasileiros em 27 de junho de 2019.
Próxima animação do diretor de Operação Big Hero e Moana será lançada pela Netflix
A Netflix dá sequência à sua disputa com a Disney com o anúncio de que produzirá o próximo filme de animação de Chris Williams, diretor de três longas de sucesso do estúdio do Mickey, “Bolt: O Supercão” (2008), “Operação Big Hero” (2014, pelo qual venceu um Oscar) e “Moana: Um Mar de Aventuras” (2016). Uma curiosidade é que, em todos os seus trabalhos na Disney, ele sempre dividiu os créditos com um codiretor. A produção da Netflix, intitulada “Jacob and the Sea Monster”, marcará a primeira vez que Williams assina um filme sozinho. Ele também escreveu o roteiro da aventura, inspirada por mapas dos séculos 16 e 17 que incluíam detalhados desenhos de monstros marinhos nas regiões mais afastadas do oceano. Assim como “Moana”, a animação será uma jornada por mares distantes. Mas com um protagonista masculino – um “charmoso marinheiro”, segundo a sinopse divulgada. Intrépido, ele decide conduzir o seu navio por águas ainda não mapeadas e encontra um improvável aliado ao se deparar com um simpático monstro marinho. A Netflix espera lançar o longa em 2022.
The Ballad of Buster Scruggs: Comédia western dos irmãos Coen ganha segundo trailer e 13 fotos
A Netflix divulgou 13 fotos e o segundo trailer de “The Ballad of Buster Scruggs”, filme dirigido pelos irmãos Joel e Ethan Coen (“Ave, César!”), que venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza 2018. Ainda sem legendas, o vídeo também reforça que o lançamento vai chegar aos cinemas americanos uma semana antes do streaming. Originalmente planejado como uma série, o filme é uma antologia que reúne seis histórias independentes do Velho Oeste, todas conectadas ao personagem título Buster Scruggs, interpretado por Tim Blake Nelson (“E Aí, Meu Irmão, Cadê Você?”). A volta dos Coen ao western, após o sucesso de “Bravura Indômita” (2010), se dá em tom de sátira com uma comédia mordaz, que lida com os exageros dos mitos do Velho Oeste – inclusive os hollywoodianos, como o “cowboy cantor” – e inclui em seu elenco James Franco (“Artista do Desastre”), Liam Neeson (“Busca Implacável”), Brendan Gleeson (“O Guarda”), Zoe Kazan (“Ruby Sparks”) e o músico Tom Waits (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”). A estreia está marcada para 16 de novembro em streaming.
Diretor de It: A Coisa vai filmar nova versão do clássico sci-fi A Máquina do Tempo
A sci-fi clássica “A Máquina do Tempo”, escrita por H.G. Wells em 1895, vai ganhar uma nova adaptação no cinema, e quem vai assinar a direção é Andy Muschietti, responsável por “It: A Coisa”, com produção de ninguém menos que Leonardo DiCaprio. O longa será uma parceria entre Warner Bros, Paramount Pictures e Appian Way, a produtora de DiCaprio, e tem roteiro escrito por Muschietti e sua irmã, Barbara. O filme levará aos cinemas a terceira versão da famosa história do cientista que cria uma máquina capaz de enviá-lo ao futuro. Dirigida por George Pal e estrelada por Rod Taylor em 1960, a primeira adaptação é considerada um grande clássico do gênero. A segunda é bem mais recente. Foi estrelada por Guy Pearce em 2002 e dirigida por Simon Wells, bisneto de H.G. Wells. De acordo com o site Deadline, a nova versão terá “alterações criativas” na história clássica, que culmina, após o cientista testemunhar várias guerras mundiais, com a divisão da humanidade entre homens alienados e predadores canibais num futuro pós-apocalíptico. Ainda não há previsão para a estreia.
Sessões de Bohemian Rhapsody são alvo de homofobia no Brasil
Relatos no Twitter revelaram que projeções do filme “Bohemian Rhapsody” estão inspirando gritos homofóbicos nos cinemas brasileiros. O longa que conta a história de Freddie Mercury e da banda Queen, que estreou na quinta-feira (1/11), tem sido saudado por fãs de rock e conquistou uma bilheteria acima das expectativas nos Estados Unidos, mas também levou aos cinemas quem não sabia que o cantor da banda era gay. Durante as cenas de beijos e carinhos de Freddie Mercury em outros homens, o filme está sendo vaiado e xingado por telespectadores. Há relatos até de ameaças de que Bolsonaro vai pegar o cantor, que morreu em 1991. Veja abaixo alguns dos tuítes que registram essas manifestações impressionantes de intolerância. que doideira ler que teve gente em sessão de Bohemian Rhapsody vaiando quando tinha cena de flerte/beijo LGBT os caras foram pro cinema assistir um filme sobre o FREDDIE MERCURY esperando O QUE exatamente — cansada do fascismo em niterói (@anarcobs) 3 de novembro de 2018 Na sessão que a minha mãe foi gritaram “bolsonaro vai pegar vcs” na cena do beijo. O pior de tudo é que todo mundo riu — BRUNA MELO (@mrunabelo) 3 de novembro de 2018 Na minha sessão gritaram “Bolsonaro” logo no primeiro beijo. Não pararam de dizer durante todo o filme “que nojo”, “que tristeza”. Que tristeza digo eu, que plateia é essa? Achei que eu tinha sido azarada, pelo visto a idiotice é generalizada — Rosimar Guarize (@rguarize) 3 de novembro de 2018 Na sessão em que fui, um cara foi embora — Paula Belchior (@paulabel) 3 de novembro de 2018 Isso que, como tem um pessoal dizendo, pegaram leve ao mostrar essa parte da vida do Freddie. Imagina se fosse como o Sacha queria. Iriam até começar uma campanha para banir o filme do país. — Fabio Farro ♋ (@FabioFarro) 3 de novembro de 2018 … e essa idiotice tende a só piorar …? — Kroll Ferro (@KarolFerro) 4 de novembro de 2018
Bohemian Rhapsody supera expectativas com US$ 50 milhões nas bilheterias da América do Norte
A estreia de “Bohemian Rhapsody” superou as expectativas, conquistando US$ 50 milhões nas bilheterias da América do Norte e US$ 141 milhões em todo o mundo neste fim de semana. Trata-se da segunda maior estreia de uma cinebiografia musical no mercado norte-americano, atrás apenas dos US$ 60 milhões de “Straight Outta Compton: A História do NWA”, lançada em 2015. O filme sobreviveu a bastidores tumultuados para conseguir sua façanha. O diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) sumiu na reta final das filmagens e acabou demitido. Apesar de ser creditado como único diretor do longa, o trabalho foi completado por Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Além disso, as críticas se dividiram, com 56% de aprovação no Rotten Tomatoes. Embora com aplausos para a interpretação de Rami Malek (“Mr. Robot”) como Freddie Mercury, grande destaque do longa, a cinebiografia foi considerada muito superficial. Produzida pelos músicos da banda, deixou as polêmicas de lado, em especial a vida desregrada do cantor, que o levou a se contaminar e morrer de Aids, e preferiu destacar sua antiga relação heterossexual em vez do parceiro do final de sua vida. Em compensação, os fãs do Queen foram servidos com um repertório clássico fantástico e recriações de shows marcantes da carreira da banda. Até com exagero. A certa altura, a impressão chega a ser de um documentário sobre o Live Aid, por exemplo. O bom desempenho do filme também marcou a segunda maior abertura da Fox no ano, atrás de “Deadpool 2” (US$ 125,5 milhões), e serve de canto de despedida do estúdio como produtora independente. Os próximos lançamentos da Fox já devem ser distribuídos pela Disney. A própria Disney ficou em 2º lugar com “O Quebra – Nozes e os Quatro Reinos”, fábula infantil destruída pela crítica (34% no Rotten Tomatoes), que abriu em sentido oposto ao de “Bohemian Rhapsody”, muito abaixo das expectativas, com US$ 20 milhões, depois de custar US$ 125 milhões de produção. Trata-se da pior estréia doméstica da Disney em mais de dois anos, excluindo documentários. Mas isto não é o mais alarmante. Todos os lançamentos de 2018 do estúdio Walt Disney Pictures deram prejuízo, mostrando como o conglomerado depende da Marvel. Os demais foram “Uma Dobra no Tempo” e “Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível”. Assim, a expectativa está agora voltada para “O Retorno de Mary Poppins”, que chega aos cinemas em 20 de dezembro. Outra estreia ocupou o 3º lugar: “Nobody’s Fool”, novo filme de Tyler Perry estrelado por Tiffany Haddish, que fez US$ 14 milhões. O valor também representa uma das piores aberturas da carreira do diretor, mas as críticas se mantiveram na média – negativa – com execráveis 25%. Com isso, “Nasce uma Estrela” caiu para o 4º lugar e “Halloween” desabou, saindo do 1º para o 5º lugar em sua terceira semana em cartaz. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Bohemian Rhapsody Fim de semana: US$ 50m Total EUA e Canadá: 50m Total Mundo: US$ 141,7m 2. O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos Fim de semana: US$ 20m Total EUA e Canadá: US$ 20m Total Mundo: US$ 58,5m 3. Nobody’s Fool Fim de semana: US$ 14m Total EUA e Canadá: US$ 14m Total Mundo: US$ 14,2m 4. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 11,1m Total EUA e Canadá: US$ 165,6m Total Mundo: US$ 293,9m 5. Halloween Fim de semana: US$ 11m Total EUA e Canadá: US$ 150,4m Total Mundo: US$ 229,6m 6. Venom Fim de semana: US$ 198,6m Total EUA e Canadá: US$ 198,6m Total Mundo: US$ 541,5m 7. PéPequeno Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 77,4m Total Mundo: US$ 192,6m 8. Goosebumps 2 – Halloween Assombrado Fim de semana: US$ 3,7m Total EUA e Canadá: US$ 43,8m Total Mundo: US$ 82,4m 9. Fúria em Alto Mar Fim de semana: US$ 3,5m Total EUA e Canadá: US$ 12,9m Total Mundo: US$ 21,5m 10. O Ódio que Você Semeia Fim de semana: US$ 3,4m Total EUA e Canadá: US$ 23,4m Total Mundo: US$ 25,5m
Cinema brasileiro bate recorde de ingressos vendidos em 2018
Há dois meses do final do ano, o público de cinema nacional já superou os números de 2017, registrando recorde de ingressos vendidos. Segundo o site Filme B, 21,2 milhões de pessoas viram filmes brasileiros em 2018, contra 18,5 milhões no ano passado. O curioso é que, mesmo com mais público, o cinema nacional não conseguiu bater o recorde de arrecadação do ano passado. A culpa é de um filme. A produção mais vista do ano, “Nada a Perder”, cinebiografia do Bispo Edir Macedo, teve ingressos vendidos com valor abaixo da média do mercado. Vários lotes foram arrecadas por pessoas ligadas à Igreja Universal com descontos. Isto explica o sucesso do filme. E também porque, enquanto em 2017 o cinema nacional arrecadou R$ 253 milhões, neste ano a arrecadação está em R$ 247 milhões, com quase 15% mais público. Além de “Nada a Perder”, só dois outros filmes nacionais venderam mais de 2 milhão de ingressos: as comédia “Os Farofeiros”, com 2,6 milhões e “Fala Sério, Mãe!”, com 2,4 milhões. Depois disso, a diferença é brutal. O Top 5 não tem mais nenhum filme visto por mais de 1 milhão de pessoas. A lista dos mais assistidos se completa com “Tudo por um Pop Star” (939 mil) e “Uma Quase Dupla” (636 mil).
Raymond Chow (1927 – 2018)
Morreu Raymond Chow, considerado o “padrinho” do cinema de ação de Hong Kong e que lançou as carreiras internacionais de Bruce Lee e Jackie Chan. O produtor, nascido em Hong Kong em 1927, tinha 91 anos e produziu mais de 170 filmes ao longo de sua carreira. Co-fundador dos estúdios Golden Harvest, em 1971, Chow obteve seu primeiro sucesso mundial com o lançamento de “O Dragão Chinês” (1971). O filme impulsionou a carreira do mestre das artes marciais Bruce Lee como ator de cinema e ainda lhe rendeu o apelido do título. O produtor também foi responsável pelos dois filmes seguintes de Bruce Lee, que estão entre seus trabalhos mais conhecidos: “O Voo do Dragão” (1972) e “Operação Dragão” (1973), além do póstumo “Jogo da Morte” (1978). “Obrigado Raymond por ter dado uma oportunidade ao jovem Bruce Lee e por tê-lo ajudado a realizar seu sonho. Descanse em paz, Raymond”, tuitou a filha do ator, Shannon Lee. Raymond Chow também teve papel importante na carreira do diretor John Woo, gênio do cinema de ação, lançando seus primeiros longa-metragens, como “Chacina em Pequim” (1974) e “O Domador de Dragões” (1975), além de ter impulsionado o sucesso de Jackie Chan, com quem trabalhou nos filmes “O Jovem Mestre do Kung Fu” (1980), “O Grande Lutador” (1980), “Projeto China” (1983), “Police Story” (1985), entre outros. O sucesso internacional de seus filmes acabou levando-o a Hollywood, onde firmou parcerias importantes e realizou filmes de sucesso com atores americanos, como o cultuadíssimo filme de guerra “Os Rapazes da Companhia C” (1978), de Sidney J. Furie, a comédia “Quem Não Corre, Voa” (1981), que juntou Burt Reynolds, Roger Moore e Jackie Chan, a franquia dos anos 1990 “As Tartarugas Ninjas” e até “Assassinato Sob Duas Bandeiras” (1990), dirigido pelo brasileiro Bruno Barreto. Ele continuou filmando sucessos de Jackie Chan até “Espião por Acidente” (2001), antes de se aposentar no mesmo ano. Mas seu nome estava relacionado ao remake de “Quem Não Corre, Voa”, atualmente em desenvolvimento, com direção de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”). Em 2008, ele recebeu um prêmio pelas realizações da carreira numa homenagem da Academia do Cinema de Hong Kong, e três anos depois ganhou a mesma honra da Academia do Cinema Asiático.
Wi-Fi Ralph terá participação dos Guardiões da Galáxia
A Disney finalmente confirmou que “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” terá falas de pelo menos um personagem da Marvel. Desde que o projeto surgiu na D23 Expo (a Comic-Con da Disney) em 2017, a continuação de “Detona Ralph” vinha sendo apresentada como primeira produção a juntar personagens de todos os estúdios do conglomerado. Trailers já tinham destacado, como ponto alto da trama, a participação das princesinhas da Disney, entre elas Mérida, do filme da Pixar “Valente”, aparições dos stormtroopers de “Star Wars”, e, para quem prestasse muito atenção, o Homem de Ferro voando ao longe. Faltava maior destaque para a Marvel. E ele finalmente surgiu na lista dos dubladores oficiais da trama. Assim como as Princesas da Disney serão dubladas pelas atrizes que trabalharam nos longas animados individuais de cada uma delas – com exceção das que já morreram – , pelo menos um personagem da Marvel terá mesma a voz ouvida nos filmes dos super-heróis. A voz de Vin Diesel, dublando Groot. Ele deve voltar a dublar o Baby Groot em “WiFi Ralph” Outros heróis da Marvel também foram confirmados, entre eles os demais integrantes dos Guardiões da Galáxia e já mencionado o Homem de Ferro, que entretanto não tiveram dubladores anunciados – o que pode significar uma breve figuração. Na época da D23, os produtores ainda afirmaram que até Stan Lee aparecia, dublando a si mesmo, mas a participação não voltou a ser mencionada desde então. Além deles, outras vozes da Pixar e da Lucasfilm foram incluídas na produção: Tim Allen voltará a dublar Buzz Lightyear, o herói espacial de “Toy Story”, e Anthony Daniels fará a icônica voz do robô C-3PO, de “Star Wars”. Outro detalhe: o compositor Michael Giacchino também está na lista, como voz de FN-3181, droide que ele dublou em “Star Wars: O Despertar da Força”. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para 21 de novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.












