Filho de James Gandolfini será Tony Soprano no filme derivado da série da HBO



O filme derivado da série “The Sopranos” (também conhecida como “Família Soprano”) definiu o intérprete do jovem Tony Soprano, personagem vivido na série da HBO pelo falecido ator James Gandolfini. A produção contratou Michael Gandolfini, da série “The Deuce” e filho do ator original, para encenar a juventude do famoso personagem.

Intitulado “The Many Saints of Newark” irá mostrar versões mais jovens dos protagonistas da icônica série do canal pago HBO.

Escrito por David Chase, criador de “The Sopranos”, o filme será um prólogo passado nos anos 1970 e também inclui os atores Jon Bernthal (“O Justiceiro”), Vera Farmiga (“Bates Motel”), Alessandro Nivola (“Desobediência”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”) e Corey Stoll (“O Primeiro Homem”) em papéis não revelados.

Segundo o roteirista, a ideia é mostrar a época a que Tony Soprano (James Gandolfini) se referia de forma saudosa em suas sessões com a psiquiatra Dra. Melfi (Lorraine Bracco). Para Tony, o mundo da máfia tinha mudado muito, e para pior, desde a sua infância.



Entretanto, “The Many Saints of Newark” vai mostrar que nem tudo eram flores naquela época. “O filme vai lidar com as tensões que existiam entre negros e brancos, e Tony vai fazer parte disso. Eu estava muito interessado em explorar sua infância”, comentou Chase, em entrevista ao site Deadline.

A ideia original era mostrar Tony ainda criança na nova produção, mas Michael Gandolfini já tem 18 anos de idades. Além de Tony, os integrantes mais velhos da família Soprano, como o pai e o tio do personagem de Gandolfini, aparecerão em seu auge.

A direção do longa está a cargo de Alan Taylor, que comandou alguns episódios da série original. Depois de trabalhar também em “Game of Thrones”, ele virou cineasta, dirigindo duas produções de grande orçamento, “Thor: O Mundo Sombrio” e “O Exterminador do Futuro: Gênesis”, ambas recebidas com críticas negativas.


Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna



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