Giovanna Ewbank revela felicidade com Titi e vontade de adotar outra criança
A atriz Giovanna Ewbank está na capa da edição deste mês da revista Marie Claire. A edição traz, além de um belo ensaio fotográfico, que junta Giovanna, o ator Bruno Gagliasso e Titi, uma entrevista em que o casal fala da adoção da menina africana. “Foi um reencontro de almas, ficamos o dia todo juntas. Liguei para o Bruno e disse: ‘Encontrei minha filha’. Ele respondeu: ‘Então me sinto pai dela’”, relembra Gio. Ela disse que o processo de adoção, no Malawi, foi longo e doloroso para todas as partes. “O juiz malawiano ligava e tínhamos que sair do Brasil o mais rápido possível. Mesmo com o trabalho, largávamos tudo e voávamos para lá”, contou. “Foi um processo doloroso porque sabíamos que poderíamos dar melhores condições a nossa filha. O alimento lá era mingau”, lembra. “Eles jogavam o prato de comida no chão como se as crianças fossem cachorros”, revelou Bruno sobre a situação da menina. Giovanna ainda falou da felicidade que foi a chegada de Titi ao Brasil. “Ela chegou para unir ainda mais a família. Somos seres humanos melhores depois dela”, afirmou. Questionada sobre uma nova adoção, ela foi categórica: “Queremos adotar mais um. Não sei se no Brasil ou fora. Para mim, o que menos importa é o local ou nascer dentro de mim ou não. A relação entre mãe e filho não é do corpo e sim da alma”.
Greve evitada: Roteiristas de Hollywood terão aumento e séries diminuirão de tamanho
O Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês) chegou a um acordo provisório com representantes dos estúdios de cinema e televisão, o que evitou uma greve que poderia ter paralisado a produção de filmes e programas de TV. No novo contrato definido nesta terça-feira (2/5), as partes combinaram que as temporadas de televisão serão mais curtas – um tema importante desde o advento dos serviços de streaming – e haverá um aumento de 15% nos royalties (conhecidos como residuais) de TV. A novidade foi divulgada no site do WGA como uma grande conquista. “Esse resultado e essa determinação são um testamento de sua coragem e sua fé em nós como seus representantes”, diz o texto do sindicato. Os membros ainda têm que aprovar o pacto. O sindicato possui 9 mil integrantes e já tinha realizado uma votação para determinar se entraria em greve caso não conseguisse avanços significativos em suas negociações. Com os membros favoráveis a grave, a data-limite para uma proposta do estúdio era esta terça-feira. O foco das negociações foi justamente a diferença entre os números de episódios de séries da TV paga e streaming e as produções das grandes redes. O sindicato diz que seus membros, que são pagos por episódio, sofreram uma redução média de 23% na renda nos últimos três anos pelo aumento de número de séries “curtas”. Tradicionalmente, as séries a TV aberta duram 22 capítulos, enquanto a média da TV paga e streaming são 13 episódios. O acordo prevê aumento de pagamento por episódio, compensado com a diminuição do número total de capítulos nas grandes redes, e foi fechado com a Aliança de Produtores de Cinema e Televisão, que representa as gigantes do entretenimento Comcast Corp, Walt Disney, CBS, Viacom, Time Warner Inc. e Twenty-First Century Fox Inc. Se uma greve fosse convocada, o primeiro impacto seria visto pelo público nos talk shows de fim de noite da TV americana, que usam equipes de roteiristas para criar piadas sobre temas atuais. A última greve do WGA ocorreu entre 2007 e 2008 e durou 100 dias. As redes de TV exibiram reprises e mais reality shows, os cronogramas de produção de filmes foram atrasados e o prejuízo para a economia do Estado da Califórnia foi estimado em US$ 2,1 bilhões, com cerca de 37 mil pessoas perdendo o emprego, segundo relatório do instituto de pesquisa Milken.
Quadrinhos clássicos de Valerian serão relançados no Brasil antes da estreia do filme
Antecipando a estreia de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” nos cinemas, os quadrinhos clássicos que inspiraram o filme vão ganhar relançamento no Brasil. Criação do escritor Pierre Christin e do artista Jean-Claude Mézières, as aventuras de “Valerian” acompanham o personagem-título, um viajante espacial do século 28, que atravessa o tempo e o espaço ao lado da sua companheira Laureline, uma camponesa francesa do século 11, que ele salvou em sua primeira missão no passado. Considerado um dos maiores clássicos sci-fi dos quadrinhos europeus e contemporâneo de “Barbarella”, o herói espacial estreou nas páginas da revista Pilote em 1967 e, desde então, rendeu 21 álbuns (graphic novels), sendo o último publicado em 2010. Ao todo, o personagem já vendeu mais de 10 milhões de exemplares e foi traduzido para 21 línguas, tornando-se um marco nas histórias em quadrinhos europeias e da cultura pop. Sua influência, tanto de enredos quanto de design, pode ser sentida em diversos filmes de ficção científica, de “Guerra nas Estrelas” (1977), de George Lucas, a “Avatar” (2009), de James Cameron, passando por “O Quinto Elemento” (1997), de Luc Besson, responsável pela atual adaptação cinematográfica dos quadrinhos. “Eu escrevi duas vezes para o George Lucas em 40 anos. E nunca obtive uma resposta. Ninguém tampouco o ouviu mencionar a influência de ‘Valerian’ uma única vez”, reclamou Mézières, em entrevista ao jornal O Globo. “Se hoje se comenta sobre a influência dos meus desenhos em ‘Star Wars’, é porque eu e alguns amigos jornalistas falamos sobre isso. Mas não passo a vida assistindo a filmes e me perguntando ‘o que roubaram do meu trabalho?’. Sei que foi usado muitas vezes. Mas… Vamos em frente”. Entre as inspirações de “Valerian” em “Star Wars” podem ser citados desde o vilão Darth Vader até a neve Millennium Falcon, sem esquecer o aprisionamento em carbonita de Han Solo. Mas “Valerian” também foi inovador pela forma como abordava certos temas. Dois anos antes da Apolo 11 pousar na Lua, os quadrinhos do herói espacial já incluíam uma preocupação grande com o meio ambiente, antecipando a temática do desenvolvimento sustentável. Sem esquecer a importância de Laureline para o empoderamento feminino. A heroína que não baixava a cabeça e respondia desaforos com arma em punho inspirou milhares de pais a batizarem suas filhas com o nome da personagem, que foi inventado pelos quadrinhos e não existia antes na língua francesa. As histórias clássicas serão disponibilizadas no Brasil em sete volumes, que trarão todas as 21 graphic novels publicadas. O primeiro volume chega às livrarias agora em maio e a a expectativa é que mais dois volumes estejam disponíveis ainda em 2017, em lançamento da editora Sesi-SP. Nos cinemas, Valerian e Laureline serão vividos, respectivamente, por Dane DeHaan (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”). A estreia de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” está marcada para 10 de agosto no Brasil. Clique aqui para ver o trailer legendado.
Val Kilmer assume que está “curando um câncer”
As especulações sobre a saúde de Val Kilmer já duram dois anos, mas o ator tem sempre evitado o assunto. Até agora. Durante uma recente sessão do Reddit Ask Me Anything, Kilmer finalmente admitiu que está “curando um câncer.” Um fã perguntou a Kilmer sobre os comentários de Michael Douglas no ano passado, que sugeriu que Kilmer, seu antigo parceiro do filme “A Sombra e a Escuridão” (1996), estava lutando contra o câncer. Na época, Kilmer disse que Douglas estava “mal informado”. Agora, Kilmer admitiu o problema de saúde. “Ele provavelmente estava tentando me ajudar, porque a imprensa provavelmente perguntou onde eu ando nestes dias, e eu estava curando um câncer, mas minha língua ainda está inchada, embora em processo de cura”, respondeu Kilmer. “Porque eu não soa como meu estado normal, as pessoas pensam que eu ainda pode estar mal.” Os rumores sobre a saúde do ator surgiram pela primeira vez em janeiro de 2015, quando foi noticiado que Kilmer tinha sido hospitalizado com hemorragias na garganta. Algumas publicações informaram que ele precisou passar por uma cirurgia para retirar um tumor na garganta. O ator sempre negou qualquer doença ou cirurgia, embora tenha sido flagrado no final daquele ano com o que parecia ser um tubo de traqueostomia em volta do pescoço. Depois disso, ele começou a cobrir o pescoço com lenços ou bandanas. O mistério aumentou no ano passado, quando ele foi ao Facebook compartilhar que estava fazendo um tratamento. “Alguns fãs pensaram erroneamente que meu silêncio sobre meus problemas pessoais significava que, de alguma forma, eu não estava sendo responsável por minha saúde, por causa da minha confiança na oração e no Amor”, Kilmer escreveu. “Nada poderia estar mais longe da verdade. Estou muito grato por todo o apoio de todo o mundo, quando as pessoas descobriram que eu tinha um desafio físico. “
Shannen Doherty revela que seu câncer entrou em remissão
A atriz Shannen Doherty (das séries clássicas “Barrados no Baile” e “Charmed”) compartilhou com seus seguidores no Instagram que seu câncer entrou em remissão. “Momentos. Eles acontecem. Hoje foi e é um momento. O que significa remissão? Eu ouvi essa palavra e não tenho ideia de como reagir. Boas notícias? SIM. Esmagadoramente. SIM”, ela revelou, mas também ponderou que a aflição está longe de acabar. “Como cada um dos meus colegas da família do câncer sabe, os próximos cinco anos são cruciais. Recorrências acontecem o tempo todo. Muitos de vocês têm compartilhado essa mesma história comigo. Mas com um coração que está certamente mais leve, eu espero.” Shannen compartilhou cada momento de sua luta contra o câncer de mama, incluindo o dia em que raspou o cabelo e sua rotina de exames e quimioterapia em hospitais. O quadro não parecia positivo em agosto, quando ela contou que o câncer tinha se espalhado. Mas com apoio da família e dos amigos, ela conseguiu superar as dificuldades, inclusive participando da gravação do piloto da série “Heathers”, adaptação do filme de “Atração Mortal” (1988), que ela estrelou originalmente com Winona Ryder (hoje em “Stranger Things”) e Christian Slater (hoje em “Mr. Robot”). Moments. They happen. Today was and is a moment. What does remission mean? I heard that word and have no idea how to react. Good news? YES. Overwhelming. YES. Now more waiting. As every single one of my fellow cancer family knows, the next five years is crucial. Reoccurrences happen all the time. Many of you have shared that very story with me. So with a heart that is certainly lighter, I wait. In the meantime, decisions. Reconstruction which is several surgeries. Decision on taking a pill for the next five years that comes with its own set of problems and side effects. I am blessed, I know that. But for now…. remission. I'm going to just breathe. #cancerslayer Uma publicação compartilhada por ShannenDoherty (@theshando) em Abr 28, 2017 às 4:06 PDT
Hackers roubam 5ª temporada de Orange Is The New Black e chantageiam Netflix
Um grupo de hackers afirma ter roubado a 5ª temporada de “Orange Is The New Black”, uma das séries de maior sucesso da Netflix, e está exigindo que o serviço de streaming pague um valor não revelado para evitar que todos os novos episódios sejam disponibilizados de graça prematuramente. Os novos episódios da série tem lançamento oficial previsto apenas para 9 de junho. O grupo, que se identifica como The Dark Overlord, já disponibilizou o primeiro episódio num serviço ilegal de compartilhamento de arquivos para comprovar seu roubo. Segundo o site The Wrap, The Dark Overlord também alegou ter roubado séries de outros estúdios. Ele teria encontrado brechas na segurança de uma empresa de produção e também ameaça liberar esses títulos, a menos que “modestos” resgates sejam pagos. “Estamos cientes da situação. Um fornecedor da produção usado por vários grandes estúdios de TV teve sua segurança comprometida e as autoridades responsáveis já estão envolvidas no caso”, declarou a Netflix em comunicado ao site The Wrap, que divulgou o vazamento. Rumores de um vazamento maciço de filmes inéditos de Hollywood e episódios de TV têm circulado por meses na dark web, alimentados por screenshots (fotos de cenas das produções, que atestam a qualidade das cópias). O verdadeiro tamanho do vazamento é desconhecido.
Scarlett Johansson descobre que tem sósia de 72 anos e a convida para première e balada
A atriz Scarlett Johansson descobriu recentemente que tem uma sósia, uma senhora de 72 anos chamada Geraldine. Tudo porque o netinho postou uma foto da vovó na internet, que a mostra bebendo em 1967, aos 22 anos, e a imagem (veja acima) viralizou graças à semelhança impressionante com a atriz. A foto acabou chegando na própria Scarlett, que agora quer conhecer Geraldine. Scarlett gravou um vídeo em seu celular convidando a senhorinha para uma balada. Ela disse que pagaria a passagem da senhora para assistir como convidada a première de seu novo filme, “A Noite É Delas”, e que depois as duas poderiam “ficar bêbadas” juntas. “Este vídeo é para a avó Geraldine. Geraldine, me inundaram de mensagens e e-mails falando sobre o quanto somos parecidas e eu tive que ver a foto. Caramba! Eu quero te conhecer pessoalmente. Eu li que você estava, parafraseando, “bêbada para caramba” quando tirou essa foto, e eu quero ver você bêbada. Quero ficar bêbada com você. Vamos tomar alguma coisa, Geraldine. Você quer assistir ‘A Noite É Delas’ comigo? É um filme sobre meninas saindo para festejar. Eu cuido de todas as suas despesas. Te encontro no bar. Esteja lá ou seja ‘careta'”. O neto comentou na internet que a avó ficou de queixo caído quando soube do convite. Os dois já entraram em contato com os representantes da atriz e vão comparecer à première para conhecer a estrela. O filme tem previsão de estreia no Brasil em 15 de junho.
Michael Mantenuto (1981 – 2017)
O ator Michael Mantenuto, que estrelou o filme “Desafio no Gelo” (2004), da Disney, foi encontrado morto em seu carro, na cidade de Des Moines, informou a imprensa americana nesta quinta (27/4). Segundo a revista People, a morte foi oficialmente considerada um suicídio. Um médico legista afirmou à publicação que Mantenuto atirou contra si mesmo com uma arma de fogo. Ele tinha apenas 35 anos. Mantenuto atuou ao lado de Kurt Russell (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”) no filme esportivo da Disney sobre a vitória da equipe de hóquei dos Estados Unidos contra o time da União Soviética em 1980, durante as Olimpíadas de Moscou. No longa dirigido por Gavin O’Connor (“O Contador”), ele interpretou o atleta americano Jack O’Callahan. O filme fez bastante sucesso, mas o ator só trabalhou em outros duas produções: “Dirtbags”, feito para TV, e na comédia “Profissão Surfista” (2008), como mero figurante. O ator deixa a mulher, Kati, e dois filhos, Ava e Leo.
Figurinista da Globo resolve não fazer queixa criminal contra José Mayer por assédio
A figurinista Susllem Tonani não quer levar adiante o inquérito contra José Mayer, após acusar o ator de assédio sexual nos bastidores da novela “A Lei do Amor”. Ela esteve na Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro na quarta (26/4) e pediu para que as investigações não continuassem. A figurinista recebeu três convites para ir de forma espontânea à 32ª Delegacia Policial, no Rio. Como não compareceu, foi intimada para abertura de um inquérito policial, já que a denúncia foi pública. O delegado Rodolfo Waldeck, que seria responsável pela investigação, confirmou que o caso será encerrado, pois não houve uma representação da vítima. “Ela tinha esse direito de não levar a diante essa acusação. Não quis fazer uma representação, não quis dar prosseguimento ao inquérito policial e aí não temos um crime. As investigações serão encerradas”, disse ao portal UOL. Susllem Tonani, de 28 anos, fez a denúncia em um texto publicado num blog do jornal Folha de S. Paulo, no final de março. Ela relatou vários episódios em que foi vítima de comportamento inadequado do ator – em um deles, em fevereiro deste ano, Mayer teria colocado a mão esquerda na genitália dela. Em carta aberta, José Mayer, de 67 anos, admitiu “ter passado dos limites”. A revelação do assédio mobilizou atrizes e funcionárias da emissora e, após apurar o caso, a rede Globo tomou a decisão de suspender o ator por tempo indeterminado. O caso teve repercussão internacional, rendendo artigo até no jornal The New York Times.
Abigail Breslin revela ter sido estuprada por ex-namorado
A atriz Abigail Breslin, que começou a carreira ainda criança no filme “Pequena Miss Sunshine” (2006), revelou em seu perfil no Instagram que foi abusada sexualmente por um namorado. Ao ser questionada pelos seguidores porque não fez a denúncia na hora, contou que tinha medo de ser desacreditada e sofrer represálias. Ela desabafou numa primeira postagem no começo do mês, ao compartilhar uma imagem que falava sobre sexo consensual. No texto da foto, estava escrito: “Consentimento II. Você não é obrigado a fazer sexo com alguém com quem esteja se relacionando. Namorar não é dar consentimento. Casar não é dar consentimento”. Na legenda, a atriz fez a revelação: “Eu conhecia meu agressor”. O post provocou diversos comentários. Enquanto muitos apoiaram a atriz, outros cobraram uma posição mais forte. “Estupros denunciados são os únicos que contam”, escreveu um internauta. Nesta semana, a atriz voltou ao assunto, publicando uma resposta a esses comentários. “Eu não denunciei meu estupro. Não denunciei por várias razões”, escreveu. “Primeiro, eu estava em completo choque e negando tudo. Não queria me ver como ‘vítima’, então eu reprimi isso e fingi que o estupro não tinha ocorrido. Segundo, eu estava em um relacionamento com meu estuprador e tinha medo de não acreditarem em mim. Eu também tinha medo de que, se minha denúncia não chegasse a algum lugar, ele descobriria e me machucaria ainda mais”, apontou. “Terceiro, eu sabia o quanto minha família e amigos ficariam machucados ao descobrir e não queria colocá-los nessa situação”, contou. “Fui diagnosticada com transtorno pós-traumático há um ano e meio. Melhorei muito deste então, mas não vou fingir que não é algo contra o qual eu não lute. Ainda tenho flashbacks, ainda tenho pesadelos, ainda dou um pulo quando alguém me toca de surpresa, mesmo se é um amigo me tocando no ombro”, revelou. “Estupros não reportados contam. Estupros reportados contam. Fim da história”, concluiu a jovem. i knew my assailant. #SexualAssaultAwarenessMonth #breakthesilence Uma publicação compartilhada por Abigail Breslin (@abbienormal9) em Abr 10, 2017 às 10:47 PDT *trigger warning⚠️* Uma publicação compartilhada por Abigail Breslin (@abbienormal9) em Abr 22, 2017 às 6:02 PDT
Meryl Streep e Robin Wright vêm a São Paulo falar do empoderamento feminino
As atrizes Meryl Streep (“Florence: Quem é Essa Mulher?”) e Robin Wright (série “House of Cards”) vem ao Brasil participar de um evento sobre o empoderamento feminino. Elas serão as estrelas de um debate organizado pelo Banco Santander Brasil, marcado para 29 de maio em São Paulo, em que discutirão a posição da mulher no mercado de trabalho atual. “Teremos uma conversa sobre a mulher, a posição da mulher e a liderança feminina no mundo de hoje que se acelera”, afirmou o presidente da filial brasileira do Santander, Sergio Rial, em um encontro com jornalistas. A Netflix vai aproveitar a oportunidade para apresentar a 5ª temporada da série “House of Cards”, protagonizada por Kevin Spacey e a própria Robin Wright, que estreia no dia seguinte na plataforma de streaming. Recentemente, a atriz exigiu da produtora da série receber o mesmo salário de seu companheiro Kevin Spacey, o que foi lembrado por Rial como pretexto ideal para falar “dessa nova mulher que ainda tem que se posicionar no mercado de trabalho”. Vale lembrar também que Meryl Streep estrelou em 2015 “As Sufragistas”, sobre o surgimento do movimento feminista.
Nicolas Cage quebra o tornozelo durante filmagem de thriller de ação
O ator Nicolas Cage quebrou o tornozelo durante as filmagens de “#211”, um thriller de ação rodado em Sofia, na Bulgária. O acidente foi sucintamente descrito como “bizarro” pelo site Deadline. Cage foi levado para um hospital, perto de onde o longa está sendo filmado. Segundo o Deadline, o médicos queriam fazer cirurgia imediatamente. Em vez disso, o ator decidiu embarcar num avião para se tratar em Los Angeles. Os representantes do ator confirmam que ele está atualmente convalescendo e espera voltar ao set, para retomar seu trabalho, em duas semanas. A produção foi interrompida após o acidente e aguarda o retorno de Cage para ser retomada. “#211” tem roteiro e direção do ex-campeão de snowboard York Shackleton (“Kush”) e traz Cage na pele de um agente que tenta evitar um assalto. A produção é dos estúdios Millennium/Nu Image.
Jonathan Demme (1944 – 2017)
Morreu o diretor Jonathan Demme, vencedor do Oscar por “O Silêncio dos Inocentes” (1991). Ele faleceu nesta quarta (26/4) em Nova York, aos 73 anos, vítima de um câncer no esôfago e de complicações cardíacas. O cineasta foi diagnosticado com a doença em 2010, quando passou por um tratamento bem sucedido. Infelizmente, o câncer retornou em 2015 e sua saúde se deteriorou, até seu estado se tornar grave nas últimas semanas. Com mais de 40 anos de carreira, Demme integrava a brilhante geração de cineastas que deu seus primeiros passos sob a tutela do produtor Roger Corman nos anos 1970, da qual também fazem parte Francis Ford Coppola, Martin Scorsese, James Cameron, Ron Howard e Curtis Hanson. Seu primeiro trabalho foi como roteirista do filme B de motoqueiros “Angels Hard as They Come”, produzido por Corman em 1971. A estreia como diretor aconteceu logo em seguida, com “Celas em Chamas (1974), que explorava a vertente sensacionalista dos filmes de presídios femininos, exemplar típico das produções de Corman. A partir daí, alternou thrillers, comédias e documentários, uma rotina que o acompanhou por toda a carreira. Não demorou a chamar atenção, eletrizando com o suspense “O Abraço da Morte” (1979) e encantando com a comédia “Melvin e Howard” (1980), sobre um suposto herdeiro da fortuna de Howard Hughes. Mas o trabalho que lhe trouxe mais atenção foi um documentário musical, que registrava a banda Talking Heads ao vivo. Com trechos transformados em clipes, “Stop Making Sense” (1984) acabou espalhando o nome de Demme. E ele passou a fazer clipes, assinando vídeos de The Pretenders, UB40, New Order e Bruce Springsteen, entre outros. Um dos trabalhos mais importantes desta fase foi o vídeo de protesto “Sun City” (1985), que reuniu uma multidão de artistas contra o Apartheid da África do Sul. Toda essa experiência foi vertida na confecção de seu filme-síntese, “Totalmente Selvagem” (1986), em que uma mulher fatal “rapta” um yuppie para um fim de semana de loucuras. Estrelado por Melanie Griffith, Jeff Daniels e o praticamente estreante Ray Liotta, o filme começava como comédia e terminava como suspense, e pelo meio do caminho enveredava por cenas musicais. Cultuadíssimo, foi escolhido para lançar a revista Set, de cinema, no Brasil. Demme retomou a alternância de seus três gêneros prediletos com o documentário “Declarações de Spalding Gray” (1987), a comédia “De Caso com a Máfia” (1988) e, claro, o suspense “O Silêncio dos Inocentes” (1991). O filme que introduziu o serial killer Hannibal Lecter no imaginário popular tornou-se icônico, com cenas referenciadas até hoje. Mas tão fantástica quanta a interpretação de Anthony Hopkins, vencedor do Oscar pelo papel do psicopata canibal, foi a direção de Demme, criando tensão absurda em simples diálogos e estabelecendo um vocabulário cinematográfico que se tornaria muito imitado. “O Silêncio dos Inocentes” venceu merecidos cinco Oscars: Melhor Filme, Direção, Roteiro, Ator e Atriz (Jodie Foster). Mas não foi a obra mais relevante do diretor. O maior legado de Demme, em termos de impacto cultural e social, veio logo a seguir. A consagração da Academia o inspirou a enveredar pela primeira vez pelo drama adulto. E seu filme seguinte, “Filadélfia” (1993), tornou-se pioneiro no registro da luta contra o preconceito sexual e o estigma da Aids. O Oscar vencido por Tom Hanks, pelo papel do aidético que processa a empresa que o demitiu, ajudou a mudar a visão do mundo sobre a Aids. Assim como a escalação de Denzel Washington, como o advogado homofóbico que defende sua causa, humanizou o questionamento de intransigências antiquadas. Os dois sucessos consecutivos de público e crítica renderam a Demme o status de cineasta de grandes produções. Mas nenhum de seus filmes seguintes teve a mesma repercussão. De fato, foram decepcionantes, como a adaptação do best-seller “Bem-Amada” (1998), com Oprah Winfred, e os remakes “O Segredo de Charlie” (2002), nova versão da trama de “Charada” (1963) com Mark Wahlberg, e “Sob o Domínio do Mal” (2004), com Denzel Washington. Frustrado, Demme voltou aos documentários. Filmou, entre outros, três longas sobre o cantor Neil Young e um registro do trabalho social do ex-presidente Jimmy Carter. E ao recarregar as baterias, mostrou que ainda sabia ousar, voltando à ficção com um drama de estrutura indie. “O Casamento de Rachel” (2008) combinou sua experiência em documentários com uma narrativa esparsa, num registro quase improvisado. O fio narrativo era a desconexão sentida pela personagem de Anne Hathaway, uma ex-viciada que sai de uma clínica para comparecer ao casamento da irmã. Estranho de assistir, o filme se provou hipnótico, rendendo a primeira indicação ao Oscar da atriz, ex-estrela da Disney. Apesar dos elogios da crítica, “O Casamento de Rachel” (2008) fracassou nas bilheterias (fez apenas US$ 16 milhões em todo o mundo) e distanciou ainda mais o diretor da ficção cinematográfica. Ele seguiu fazendo documentários e enveredou pela TV, usando seu nome para lançar “A Gifted Man” (em 2011), série espírita estrelada por Patrick Wilson, que teve apenas a 1ª temporada produzida. Também assinou o piloto de “Line of Sight” (2014), que não foi aprovado, e dois episódios de “The Killing” em 2013 e 2014. No cinema, sua adaptação da peça de Ibsen “A Master Builder” (2013) passou em branco, graças ao elenco de atores pouco conhecidos, a maioria vindo do teatro. A crítica adorou, mas ninguém viu. O filme fez apenas US$ 46 mil nas bilheterias dos EUA e não teve lançamento internacional fora do circuito dos festivais. Por conta disso, Demme fez exatamente o contrário com sua obra seguinte, a comédia “Ricki and the Flash – De Volta pra Casa” (2015), chamando a atriz mais famosa de Hollywood, Meryl Streep, para viver a protagonista, uma roqueira veterana que reencontra a família após vários anos, para ajudar sua filha depressiva. Foi também uma forma de voltar a trabalhar com música no cinema. Um fecho sonoro para sua filmografia. Demme ainda dirigiu o documentário musical “Justin Timberlake + the Tennessee Kids” (2016) e um episódio da série “Shots Fired” (2017). Como lembrou seu colega Edgar Wright no Twitter, “ele podia fazer qualquer coisa” que tivesse imagens em movimento. E sempre com qualidade, mesmo que o público não visse.












