Shelley Berman (1925 – 2017)
Morreu o veterano comediante de stand-up Shelley Berman, que ficou conhecido do grande público por viver o pai de Larry David na série de comédia “Curb Your Enthusiasm” (“Segura a Onda”). Ele faleceu em sua casa, na manhã de sexta-feira (1/9), aos 92 anos, de complicações de Alzheimer. Berman foi um dos comediantes de stand-up de maior sucesso dos anos 1950 e 1960, elevando o humor de improviso a uma arte. Ele entrou para a história como o primeiro comediante a ganhar um Grammy com “Inside Shelley Berman”, disco de 1959 que também se tornou o primeiro álbum de comédia a atingir vendagem de disco de ouro nos Estados Unidos. A popularidade lhe rendeu diversos aparições em programas de variedades da TV e até papéis em filmes e séries, geralmente em pequenas participações. Ele foi um beatnik chapado no terror “Demência” (1955) e um cabeleiro na comédia “Beware! The Blob” (1972), além de ter aparecido em episódios de inúmeras séries clássicas, como “A Feiticeira”, “O Agente da UNCLE”, “A Garota da UNCLE”, “Agente 86”, “Police Woman”, “CHiPs”, “A Supermáquina” e “MacGyver – Profissão: Perigo”. Em 1975, Berman fez seu único filme como diretor de cinema, “Keep Off My Grass!” (1975), uma comédia sobre hippies e maconha, estrelada por Micky Dolenz (da banda The Monkees), que virou cult. Além de “Curb Your Enthusiasm”, ele teve papel recorrente em “Friends” e em duas séries jurídicas, “L.A. Law” no começo dos anos 1990 e “Justiça Sem Limites” (Boston Legal) na metade dos 2000. Mas a série de Larry David foi seu trabalho mais duradouro. Ele apareceu em 13 episódios entre 2002 e 2009, e acabou recebendo uma indicação ao Emmy de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel de Nat David. Berman também foi pai de Adam Sandler no filme “Zohan: O Agente Bom de Corte” (2008) e integrou o elenco das comédias “Entrando Numa Fria Maior Ainda” (2004) e “O Amor Não Tira Férias” (2006). Apareceu ainda em “Hannah Montana”, “Grey’s Anatomy” e fez sua última participação televisiva num episódio de “Hawaii Five-0” exibido em 2012. Ele se aposentou logo em seguida, ao ser diagnosticado com Alzheimer.
Game Destiny 2 ganha trailer do diretor de Kong: A Ilha da Caveira
A Activision lançou um novo trailer do game “Destiny 2”, que tem direção do cineasta Jordan Vogt-Roberts (“Kong: A Ilha da Caveira”). Combinando efeitos digitais e atores de carne e osso, o vídeo é um espetáculo visual. O detalhe é que o vídeo foi disponibilizado também em versão dublada para o Brasil. E a cena que mostra um cachorrinho traz o narrador vendo um gatinho. A dublagem inclusive repete o mesmo erro ao retomar a referência, que é central para a piada da cena. Confira no vídeo original, logo abaixo, como nossos dubladores não sabem diferenciar puppies de kittens. Imagine, então, se confundirem algo mais sério no jogo dublado. É game over rapidinho. A propósito, Cayde-6, o personagem que faz a piada original, é dublado em inglês por Nathan Fillion (o “Castle”). Vogt-Roberts vai poder mostrar seu talento para converter games em cenas de ação com atores reais em seu próximo filme. Ele vai adaptar a franquia “Metal Gear Solid”, de Hideo Kojima, para os cinemas. “Destiny 2” será lançado no dia 6 de setembro em PS4 e Xbox One, e em 24 de outubro para PC.
Tom Holland quebrou o nariz nas filmagens de Chaos Walking
O ator Tom Holland, intérprete do Homem-Aranha nos cinemas, revelou no Twitter que quebrou novamente o nariz. Não há informações sobre como o acidente aconteceu, mas vale lembrar que, durante a produção do filme “Z: A Cidade Perdida”, ele quebrou o nariz ao tentar mostrar para seus colegas os mortais que estava treinando como preparação para “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. E caiu de cara no chão. Ao lado da revelação do novo acidente, ele publicou a hashtag de “Chaos Walking”, distopia futurista que está atualmente filmando. A alusão sugere que o acidente aconteceu nos sets da produção. O filme tem direção de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”) e adapta a franquia literária “Mundo em Caos”, de Patrick Ness (autor de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”). A trama se passa em outro planeta, após a Terra ficar inabitável. Quando um vírus infecta a civilização, fazendo com que todos os pensamentos sejam escutados, o caos se instala e abre caminho para um autocrata corrupto culpar os nativos originais do planeta pelo problema. Resta ao adolescente Todd Hewitt (papel de Holland) tentar impedir o genocídio. O elenco também inclui Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Mads Mikkelsen (“Rogue One: Uma História Star Wars”), David Oyelowo (“Selma”) e Nick Jonas (série “Kingdom”), e a previsão de estreia é para março de 2019. So I broke my nose again ?#ChaosWalking — Tom Holland (@TomHolland1996) August 31, 2017
Richard Anderson (1926 – 2017)
Morreu Richard Anderson, o ator que interpretou o chefe de “O Homem de Seis Milhões de Dólares” e da “Mulher Biônica”. Ele faleceu na quinta (31/8) aos 91 anos. Nascido em 8 de agosto de 1926, em Long Branch, Nova Jersey, Anderson se mudou para a Califórnia aos 10 anos. Depois de servir no Exército durante a 2ª Guerra Mundial, ele se matriculou no Laboratório de Atores em Los Angeles, que mais tarde tornou-se o célebre Actor’s Studio em Nova York. Mas seu começo de carreira em Hollywood não teve nada a ver com sua capacidade como ator. Ele entrou na indústria cinematográfica como office-boy dos estúdios MGM, até conseguir um papel de figurante em “A Pérola” (1947). Anderson fez mais de 180 produções de cinema e TV ao longo de seis décadas. Entre seus papéis, incluem-se participações em clássicos como a a aventura de capa e espada “Scaramouche” (1952), de George Sidney, o western “A Fera do Forte Bravo” (1953), de John Sturges, a sci-fi “Planeta Proibido” (1956), de Fred M. Wilcox, o filme de guerra “Glória Feita de Sangue” (1957), de Stanley Kubrick, o drama “O Mercador de Almas” (1958), de Martin Ritt, e o thriller “Sete Dias de Maio” (1964), de John Frankenheimer, entre outros. Foi na TV que ele se mostrou realmente prolífico. A partir de um papel recorrente em “Zorro” (1958-59), como amigo do herói, Anderson passou a ser escalado em várias produções. Ele participou de algumas das séries mais famosas da era de ouro da televisão, entre elas “Bonanza”, “O Fugitivo”, “Gunsmoke”, “Os Destemidos”, “Daniel Boone”, “Big Valley”, “O Agente da UNCLE”, “Missão Impossível”, “Mod Squad”, “Perry Mason”, “Têmpera de Aço”, “Havaí 5-O”, “As Panteras”, “A Supermáquina”, “Ilha da Fantasia”, “Esquadrão Classe A”, “Assassinato por Escrito” e “Dinastia”. Mas nenhum papel o marcou tanto como Oscar Goldman, o chefe manipulador da dupla biônica formada por Steve Austin e Jaime Sommers, interpretado por Lee Majors e Lindsay Wagner. Ao longo das duas séries – “Mulher Biônica” era um spin-off – , Anderson viveu o personagem por mais de 150 episódios de 1973 a 1978, além de vários telefilmes derivados da franquia, dois dos quais ele próprio produziu. Houve, inclusive, um período de duas temporadas em que ele co-estrelou ambas as séries ao mesmo tempo, como o mesmo personagem – uma façanha que ele inaugurou e que permanece rara na história da televisão. O papel de Oscar Goldman se tornou tão popular que rendeu até uma action figura – que vinha com uma “pasta explosiva” que “detonaria” se fosse aberta incorretamente. Steve Carell tinha uma miniatura do personagem no filme “O Virgem de 40 Anos” (2005). Apesar de ser introduzido como um homem manipulador, Goldman sempre tratou Steve Austin e Jamie Sommers mais como família do que funcionários ou agentes secretos. Segundo os atores, Anderson era assim também na vida real. “Conheci Richard em 1967, quando participou como ator convidado de ‘Big Valley’ – trabalhamos juntos em cinco episódios”, disse Lee Majors nas redes sociais. “Em 1974, ele se juntou a mim como meu chefe, Oscar Goldman, no ‘Homem de Seis Milhões de Dólares’. Richard tornou-se um amigo querido e leal, e nunca conheci um homem como ele. Eu o chamava de ‘Old Money’. Seu traje sempre elegante, sua classe, calma e conhecimento nunca vacilaram em seus 91 anos. Ele amava suas filhas, tênis e seu trabalho como ator. Ele ainda era o mesmo homem doce e charmoso quando falei com ele algumas semanas atrás. Vou sentir sua falta, meu amigo”. Lindsay Wagner também recordou do antigo chefe. “Eu mal posso dizer o quanto eu sempre o admirei e fui grata pela elegância e amizade amorosa que tive a bênção de ter com Richard Anderson. Ele fará muita falta.”
Atitude de Ed Skrein, que desistiu de filme para não viver papel asiático, chacoalha Hollywood
A decisão de Ed Skrein (“Deadpool”) de desistir de um papel no reboot de “Hellboy”, diante da reação das redes sociais à sua escalação como um personagem que originalmente era asiático nos quadrinhos, pode ter grande influência no futuro das adaptações cinematográficas. A revista Entertainment Weekly entrevistou alguns diretores de casting de Hollywood e verificou que a repercussão deve mudar o modo como o cinema escala seus atores. Skrein tinha sido contratado para viver o Major Ben Daimio, um personagem de descendência japonesa nos quadrinhos. Branco e britânico, ele não não tinha nada em comum com o papel e, ao entender a reação do público, percebeu que também estava tirando uma oportunidade de trabalho de um ator asiático – e papéis para asiáticos são bastante escassos em Hollywood. “É claro que a representação deste personagem de uma maneira culturalmente precisa tem significado para as pessoas, e vi que negligenciar essa responsabilidade continuaria uma tendência preocupante para obscurecer histórias e vozes de minorias étnicas nas Artes”, escreveu Skrein no Twitter, justificando sua decisão de abandonar o longa. “É nossa responsabilidade tomar decisões morais em tempos difíceis e dar voz à inclusão”. “Agora, acho que todos tiveram um chamado para despertar… Esta discussão é incrivelmente saudável, e acho que já foi muito adiada”, disse a diretora de casting Lucinda Syson, que escalou Skrein no papel principal de “Carga Explosiva: O Legado”(2015). “Ele vai ser sempre lembrado por simbolizar a representação autêntica na tela”, completou o diretor de casting Russell Boast (série “Chance”), que dirige o comitê de diversidade da Casting Society of America. “Eu acho que sua decisão vai ressoar com muitos atores que nunca pensaram em recusar papéis e protestar contra este jogo de embranquecimento que está sendo jogado”. O embranquecimento de personagens (whitewashing, em inglês) é um hábito histórico de Hollywood. Mas se no passado ninguém reclamava de ver Charleton Heston como um mexicano ou hebreu, nos últimos anos a autenticidade na representação étnica tem sido bastante cobrada. Escalações equivocadas não têm mais passado em branco, gerando reclamações cada vez mais barulhentas. Seja Emma Stone como uma personagem de ascendência chinesa em “Sob o Mesmo Céu” (2015) ou Scarlett Johansson interpretando o papel principal de “A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell” (2017), uma japonesa colocada dentro do corpo de uma mulher branca, literalmente apagando sua identidade cultural original. Entretanto, até Skrein tomar sua atitude, nenhum ator optou por se afastar desse tipo de papel, e os cineastas também aceitaram as escolhas de casting, argumentando com freqüência que Hollywood não tem estrelas de cinema asiáticas. De acordo com Julia Kim (“O Protetor”), uma rara diretora de casting asiática, a decisão de Skrein vai levar outros atores a refletirem se vale a pena se desgastar em defesa de sua escalação racialmente incorreta num filme. “Ele poderia ter realmente se beneficiado com um grande papel como esse em um grande filme. Mas também teria sido uma atenção negativa, e esta é uma atenção positiva… De certa forma, sua decisão transferiu a responsabilidade para os próprios atores e corrigiu o problema de dentro para fora. Isso define uma plataforma, que os outros atores podem ou não seguir, mas não terão mais como evitar”. Em outras palavras, a decisão de Skrein, juntamente com a explicação de sua atitude nas redes sociais, torna mais difícil para outros atores se defenderem diante de suas escalações equivocadas. Uma coisa é os fãs assinarem petições e criarem campanhas para a representação correta de personagens asiáticos ou de outras etnias no cinema. Outra bem diferente é quando um ator chama a responsabilidade para si e dá um exemplo. Isso também vale para os estúdios, especialmente os que estão por trás de franquias que podem perder fãs por insistirem no embranquecimento. Vale lembrar que até o produtor asiático Roy Lee chegou a defender a versão americana de “Death Note”, dizendo que a adaptação tinha transportado a trama para os Estados Unidos e, por isso, fazia sentido que o papel principal fosse interpretado por Nat Wolff. Entretanto, esta “adaptação” não tirou da trama o personagem de Ryuk, que é um shinigami, um espírito que só existe na cultura japonesa, e que foi interpretado por um ator branco, Willem Dafoe. Skrein já mudou a cabeça dos produtores de “Hellboy”, Larry Gordon e Lloyd Levin, que, se antes não viam problema em escalar um inglês como o Major Ben Daimio, agora divulgaram um comunicado afirmando que se comprometeriam a encontrar um ator asiático para o papel. “Não foi nossa intenção ser insensível às questões de autenticidade e etnia”, disseram eles, “e vamos procurar reformular a parte com um ator mais consistente com o personagem no material de origem”. O que a reportagem da Entertainment Weekly negligencia – de forma muito conveniente, por sinal – é que essa mesma insensibilidade racial tem sido usada na substituição sistemática de personagens brancos por intérpretes negros nas adaptações de quadrinhos, especialmente nas séries de TV. Em todas as produções de Greg Berlanti, à exceção do protagonista de “Riverdale”, os personagens ruivos dos quadrinhos são vividos por atores negros. Entretanto, quando os roteiristas decidem criar personagens inéditos para as mesmas séries, optam invariavelmente por conceber novos papéis para brancos. E se a Marvel transformou o asiático O Ancião na britânica Tilda Swinton em “Doutor Estranho”, também fez a nórdica Valquíria ganhar a interpretação da atriz negra Tessa Thompson no vindouro “Thor: Ragnarok”, com direito aos mesmos equívocos culturais – no caso da Valquíria, uma longa tradição viking, com reflexo até nas óperas de Richard Wagner. Que tal refletir sobre isto, também?
Leonardo DiCaprio e Sandra Bullock doam US$ 1 milhão para vítimas do furacão Harvey
Estrelas de Hollywood e outros famosos dos Estados Unidos estão fazendo doações para ajudar as pessoas afetadas pela tempestade tropical Harvey, que deixou mais de 30 mortos, milhares de pessoas desalojadas e muitas alagamentos em cidades do Texas. As maiores quantias foram doadas por Sandra Bullock e Leonardo DiCaprio. Cada um dos atores doou US$ 1 milhão para contribuir com as tarefas de resgate e socorro. “Simplesmente estou agradecida por poder fazê-lo”, disse Bullock em um comunicado. “Todos devemos fazer a nossa parte”, acrescentou. Sua doação foi feita à Cruz Vermelha americana, que abriu 34 abrigos para acolher 17 mil pessoas durante a tempestade Harvey. Já DiCaprio usou sua fundação para doar US$ 1 milhão à organização sem fins lucrativos United Way Worldwide. “Estamos incrivelmente agradecidos pela generosidade de Leonardo DiCaprio e sua fundação. Responder ao furacão Harvey requer o melhor de todos, e isso é o que este presente representa”, afirmou em comunicado o presidente da entidade, Brian Gallagher. Entre os outros famosos que abriram a carteira para ajudar as vítimas da tempestade estão a família Kardashian (doaram US$ 500 mil em conjunto), o cantor Chris Brown (US$ 100 mil), o comediante Kevin Hart e a apresentadora Ellen DeGeneres (US$ 50 mil cada).
Ator de Pretty Little Liars é condenado a seis meses de prisão
O ator Brandon W. Jones, que participou da série “Pretty Little Liars” entre os anos de 2013 e 2015, como Andrew Campbell, foi condenado nesta a 6 meses de prisão na segunda-feira (28/8). A sentença foi o saldo de uma briga com um de seus vizinhos em março do ano passado. Na ocasião, Brandon chegou a apontar uma arma para o vizinho, ameaçando atirar. A defesa do ator argumentou que a arma que ele portava era registrada e que ele havia se sentido ameaçado durante a discussão, mas não convenceu o juiz. Além dos 180 dias de prisão, Brandon foi condenado a três anos de liberdade condicional e terá de prestar 30 dias de trabalho comunitário. O ator também terá que frequentar aulas de gestão de fúria. Na audiência, Brandon não apresentou nenhuma objeção, visto que podia pegar até 5 anos e meio de prisão. Além de “Pretty Little Liars”, ele teve papel recorrente em “The Fosters” e fez participações recentes em “The Big Bang Theory”, “Unbreakable Kimmy Schmidt” e na cancelada “Doubt”.
Especial de stand-up de Jerry Seinfeld ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Jerry Before Seinfeld”, o primeiro de dois especiais que o comediante Jerry Seinfeld fará para a plataforma de streaming. Com foco no início de sua carreira, Seinfeld revisita piadas antigas e apresenta inéditas na atração, que inclui imagens de arquivo, mas tem como centro narrativo um show do comediante num cenário de clube de stand-up. Além dos especiais, o programa “Comedians in Cars Getting Coffee” também irá para Netflix – deixando a plataforma Crackle. O contrato milionário assinado pelo comediante também prevê que ele passe a atuar como curador da programação de comédia do gigante do streaming. E, de fato, alguém precisa “curar” a empresa que nas últimas semanas lançou “Friends from College” e “Disjointed”, as duas piores séries do ano. “Jerry Before Seinfeld” estreia em 19 de setembro.
Netflix vende maconha para promover Disjointed, considerada a pior série do ano
A Netflix decidiu vender maconha para promover sua nova série original “Disjointed”, estrelada por Kathy Bates (série “American Horror Story”). A atração gira em torno de uma ex-advogada que sempre lutou pela liberação do consumo de maconha e resolve abrir uma loja de produtos feitos de cannabis quando a legislação lhe permite. Pois a Netflix criou uma coleção destes produtos para venda na Califórnia, visando chamar atenção para o lançamento (veja abaixo). “Cada tipo de maconha foi cultivado com base em alguma série específica, desenvolvido para complementar cada título, de acordo com seu tom. Por exemplo, para os shows mais bobos é recomendado o tipo Indica (que te deixa mais lento, relaxado), já para comédias dramáticas é recomendado o tipo Sativa (dá uma onda mais estimulante), para ajudar as cenas mais poderosas ressoarem”, escreveu a Netflix em um comunicado. Os produtos foram vendidos somente no fim de semana da estreia da série para consumidores legais de cartões de maconha medicinal. A Netflix não terá lucros com nenhuma das vendas. Mas a crítica americana aproveitou a ação de marketing para aconselhar quem for se arriscar a assistir a série a ficar mesmo chapadão, pois a opinião foi unânime: “Disjointed” é o “Transformers” das séries deste ano. “Disjointed” conseguiu superar “Friends from College” como a pior série lançada pela Netflix em 2017. Segundo o site Rotten Tomatoes, a ruindade da atração é tão grande que ultrapassa os limites do streaming. Nenhuma outra série, inclusive no antro de porcarias da TV aberta, teve avaliação tão baixa neste ano. Foram apenas 13% de aprovação, muito abaixo de “Friends from College” (24%), “Gypsy” (25%) e “Girlboss” (32%). Detalhe: todas as séries pior avaliadas são lançamentos da Netflix. O que deve encher de orgulho o CEO do serviço de streaming, Reed Hastings. Há cerca de três meses, ele se vangloriou que a taxa de sucessos da Netflix era elevada demais para o padrão de produções de séries e queria mais cancelamentos. Sua equipe ouviu e agora produz fracassos sem parar. Para demonstrar seu empenho em criar a pior programação disponível para seus assinantes, a Neflix já renovou “Friends from College” e contratou nada menos que 20 episódios de “Disjointed” para começar, quando a maioria de suas séries tem 13 capítulos. Criada por Chuck Lorre (“Two and a Half Men” e “The Big Bang Theory”) e David Javerbaum (programa “The Daily Show”), “Disjointed” foi aprovada sem passar por avaliação de piloto e disponibilizada em 25 de agosto.
The Walking Dead vira game de realidade aumentada
O canal pago americano AMC, responsável pela série “The Walking Dead”, juntou-se à Next Games para anunciar um novo game da franquia, que vai levar zumbis para a realidade aumentada do celular. O comercial do produto, que chegará em breve na App Store e no Google Play, foi disponibilizado e parece muito promissor. Imagine “Pokémon GO”, mas com zumbis em vez de monstrinhos infantis. Intitulado “The Walking Dead: Our World”, o game coloca os jogadores para enfrentar zumbis nos ambientes do mundo real, que serão captados pela câmera do seu smartphone. Basta apontar para o cenário para que os mortos-vivos apareçam. O game também vai disponibilizar diversas armas virtuais para usar contra as criaturas, além de dar uma ajudazinha se a situação sair de controle, com a inclusão providencial de Rick, Michonne e Daryl, saídos diretamente da séria para auxiliar na luta contra os mortos-vivos. Veja abaixo como será o visual do jogo.
The Walking Dead parodia capa do novo disco de Taylor Swift
O Twitter oficial da série “The Walking Dead” publicou uma paródia da capa do novo disco de Taylor Swift, que troca a cantora por Negan (Jeffrey Dean Morgan). “Taylor Swift não é a única com uma reputação famosa…”, diz o tuíte. “The Walking Dead” estreia sua 8ª temporada em 22 de outubro, com exibição no Brasil pelo canal pago Fox. Já o álbum de Taylor Swift, “Reputation”, tem lançamento marcado para o dia 10 de novembro. Taylor Swift isn't the only one with a famous #Repuation… pic.twitter.com/zJJA7fJeSE — The Walking Dead (@TheWalkingDead) August 24, 2017
Millie Bobby Brown vem ao Brasil no começo de setembro
A atriz Millie Bobby Brown, intérprete de Eleven em “Stranger Things”, virá ao Brasil no primeiro fim de semana de setembro, para um evento pago. Ela deve comentar a 2ª temporada da série e conhecer alguns fãs no Geek City, que ocorre em Curitiba no final de semana dos dias 2 e 3. Esta será a primeira visita da atriz ao país, já que ela cancelou sua participação em outro evento em que era esperada, devido a conflitos de agenda. A 2ª temporada de “Stranger Things” será disponibilizada em 31 de outubro na Netflix.
George Clooney faz doação milionária para combate aos grupos de ódio nos EUA
O ator George Clooney e sua esposa, a advogada humanitária Amal Clooney, doaram US$ 1 milhão ao Centro Legal de Pobreza do Sul, uma organização americana sem fins lucrativos que monitora grupos extremistas e de ódio nos Estados Unidos, em resposta aos protestos em Charlottesville, na Virgínia, neste mês. “O que aconteceu em Charlottesville, e o que está acontecendo em comunidades no nosso país, requer nosso engajamento coletivo para enfrentar o ódio”, disse o casal Clooney em comunicado conjunto. Em 12 de agosto, a cidade Charlottesville foi cenário de uma passeata organizada por neonazistas e outros supremacistas brancos , que desencadeou protestos e levou à morte uma mulher, atropelada por um carro dirigido por um neonazista contra a multidão. Os conflitos nas ruas geraram também uma crise política para o presidente Donald Trump, que elogiou “pessoas muito boas” em ambos lados do conflito e disse que a culpa dos incidentes era da esquerda que foi protestar. O presidente do Centro Legal de Pobreza do Sul, Richard Cohen, agradeceu aos Clooney por “estarem conosco neste momento crítico na luta de nosso país contra o ódio”.












