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Etc

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30 de outubro de 2026
Etc

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30 de outubro de 2026
  • Etc,  Filme

    Diretor de Death Note deleta conta do Twitter após ameaças de morte

    12 de setembro de 2017 /

    O diretor Adam Wingard deletou sua conta no Twitter, sem fazer alarde. De acordo com o site ComicBook, o motivo foram as ofensas e ameaças de morte que ele recebeu desde que começou a trabalhar em “Death Note”, adaptação americana do cultuado mangá criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata. Em entrevista ao Yahoo Movies no final de agosto, Wingard disse não levar ameaças a sério. Mas parece que o nível baixou ainda mais após a disponibilização do filme na Netflix. “Críticas sobre o filme são diferentes de ficar xingando cineastas no Twitter”, escreveu ele em postagem na rede social, antes de deletar sua conta. O filme foi destruído pela crítica, com apenas 39% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e integra uma leva de adaptações de mangás que escala atores americanos em papéis asiáticos e tenta justificar a medida com uma simples mudança de locação, sem, entretanto, alterar os elementos culturais japoneses da trama. A história do estudante Light Yagami (Light Turner na versão americana), que encontra um caderno assombrado, capaz de matar qualquer um que tenha o seu nome escrito nele, já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão. Os próximos trabalhos de Adam Wingard também tem relação com o cinema asiático. Ele foi anunciado como diretor do remake do thriller sul-coreano “I Saw the Devil” e do filme de monstros “Godzilla vs. Kong”.

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  • Etc

    Furacão Irma paralisa produções de The Walking Dead e Vingadores: Guerra Infinita

    12 de setembro de 2017 /

    A tempestade causada pela passagem do furacão Irma pelo estado americano da Georgia afetou as produções de séries e filmes rodados na região. Entre as séries, a mais significativa é “The Walking Dead”. Já os longas incluem as superproduções da Marvel “Homem-Formiga e a Vespa” e “Vingadores: Guerra Infinita”. As filmagens foram interrompidas por medidas de segurança. A paralisação foi feita após o governador da Georgia, Nathan Deal, emitir um comunicado em sua conta no Twitter nesta segunda-feira (12/9), aumentando o território que está em situação de emergência e recomendando que todas as atividades sejam temporariamente interrompidas. No total, 159 cidades estão em alerta.

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  • Etc

    Atriz transexual de Orange Is the New Black estrela campanha da grife de moda de Beyoncé

    12 de setembro de 2017 /

    A atriz transexual Laverne Cox, que interpreta Sophia Burset na série “Orange Is the New Black”, é a nova garota-propaganda da Ivy Park, grife de moda de Beyoncé. Laverne é uma das estrelas da campanha da coleção de outono da marca, aparecendo em fotos e num comercial que ainda destaca a participação da coreógrafa da cantora, Karen McDonald, da aclamada modelo Grace Bol e do modelo Ralph Souffrant, que tem vitiligo. A principal mensagem da campanha é celebrar as singularidades de cada um. Por isso, a campanha ocupou as redes sociais com frases dos próprios modelos. Com 64 anos, a coreógrafa Karen McDonald disse: “Dê cada passo, aproveite cada momento e acredite que você é ótimo”. Já a fala de Laverne Cox resume: “É sobre estar livre. Ouvindo e se movendo sem nenhum julgamento ou limitação”. Confira abaixo o comercial da grife.

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  • Etc,  TV

    HBO é multada pelo Procon-SP por causa de Festa da Salsicha

    11 de setembro de 2017 /

    O canal pago HBO foi multado pelo Procon-SP em R$ 2 milhões pela exibição do filme “Festa da Salsicha” em horário diurno. Segundo o órgão, a emissora fechada falhou ao não deixar explícita a advertência de que o longa se tratava de uma “animação pornográfica”, inapropriada para crianças. Na descrição do longa, contudo, a classificação indicativa apontava a censura de 16 anos, que foi a estabelecida pelos órgãos federais. A iniciativa do Procon-SP reflete uma iniciativa de um colunista do UOL e políticos conservadores, que usaram a mídia e as redes sociais para protestar contra a exibição matinal da animação, porque contém piadas explícitas sobre drogas e sexo. Segundo o Procon, apesar da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de derrubar a vinculação horária à idade, deixando as emissoras livres para escolher a grade em que os programas serão exibidos, a falta de alerta aos pais sobre o conteúdo do filme feriu o Princípio da Proteção Integral ao menor de idade, parte do Código do Consumidor, que atinge consumidores hipervulneráveis. A HBO emitiu um comunicado em que afirma que isto não ocorreu. “A HBO informa que segue as práticas padrão estabelecidas pela indústria de TV paga. Antes do início de cada programa, a rede exibe de forma clara a classificação do programa e alerta os espectadores sobre os tópicos abordados. De acordo com a legislação brasileira, ‘Festa da Salsicha’ é avaliado como apropriado para pessoas com idade igual ou maior de 16 anos. Além disso, as operadoras de cabo e satélite oferecem funcionalidades de bloqueio de acordo com as classificações de um programa, possibilitando aos pais o controle total sobre o que seus filhos assistem.” O canal pode recorrer da multa.

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  • Etc

    Len Wein (1945 – 2017)

    11 de setembro de 2017 /

    Morreu o autor de histórias em quadrinhos Len Wein, criador do Wolverine, na Marvel, e do Monstro do Pântano, na DC Comics. Ele faleceu no domingo (11/9), aos 69 anos, mas a causa da morte ainda não foi divulgada. Desde março, a conta oficial de Wein no Twitter tem sido atualizada com publicações sobre o estado de saúde do artista. O post mais recente é de sábado e foi escrito pela mulher de Wein, Christine Valada. “Saí da minha última cirurgia. Tudo ocorreu muito bem”, escreveu ela, em nome do marido, no último tuíte. Nascido em 1948, Wein foi um dos maiores escritores dos quadrinhos. Ele começou sua carreira na DC Comics escrevendo a Turma Titã, em 1968. Pouco depois, criou com outro mestre, o artista Bernie Wrightson, o icônico Monstro do Pântano, que anos mais tarde seria o carro-chefe do lançamento da Vertigo, a linha de quadrinhos adultos da editora. Ele começou a trabalhar na Marvel no início dos anos 1970, onde criou Wolverine com os desenhistas John Romita Sr. e Herb Trimpe, durante o período em que escreveu a revista do Hulk. Mas seu trabalho de maior impacto costuma não receber os devidos créditos. Em 1975, ele decidiu reviver um dos títulos da Marvel que menos vendia e tinha sido cancelado há cinco anos. Ao lado do desenhista Dave Cockrum, Wein recriou os X-Men, reformando a equipe com a inclusão de novos personagens. Para começar, incluiu Wolverine na equipe, mas também acrescentou Tempestade, Noturno, Colossus e Passáro Trovejante. Eles se juntaram a alguns X-Men clássicos de Stan Lee e Jack Kirby na publicação, e em pouco tempo a revista se tornou a mais popular da Marvel, rendendo spin-offs com cada vez mais personagens até crescer a ponto de hoje ser responsável por um universo cinematográfico e até séries na Fox. Quando Chris Claremont assumiu os X-Men, levando-os ao seu ápice criativo, Wein voltou para a DC, mas em nova função. Contratado como editor, realizou outra revolução, ao abrir as portas a uma nova geração de escritores britânicos e histórias cada vez mais adultas, que mudaram o conteúdo dos quadrinhos de forma definitiva. Ele foi o editor, entre outras coisas, de “Watchmen” e responsável pela carreira de Alan Moore na DC Comics, começando pelas histórias do escritor no personagem que ele criou, o Monstro do Pântano. A influência de seu legado pode ser medida pela repercussão de sua morte nas redes sociais, que motivou tuítes sentidos, saudosos e elogiosos de gente tão diferente quanto Neil Gaiman, criador dos quadrinhos de “Sandman” na DC Comics/Vertigo e autor do livro que virou a série “American Gods”, Joss Whedon, o diretor de “Os Vingadores” e “Liga da Justiça”, Mark Millar, criador de “Kick-Ass” e “Kingsmen”, Hugh Jackman, o intérprete de Wolverine no cinema, entre inúmeros outros colegas e fãs de seu trabalho. “Len Wein foi o editor que trouxe os criadores britânicos para DC. Ele foi uma das melhores pessoas que conheci em 30 anos trabalhando em quadrinhos”, afirmou Gaiman. “Ele escreveu O Monstro do Pântano, O Vingador Fantasma & minhas histórias favoritas do Batman. Ele mostrou para um garoto de 12 anos que quadrinhos podiam ser literatura”, completou. “Co-criador de Wolverine & dos novos X-Men. Co-iniciador da era moderna dos quadrinhos com sua maior metáfora. E muito mais”, saudou Whedon. “Descanse em paz o grande Len Wein. Ele co-criou Wolverine & O Monstro do Pântano, dois personagens que me deram uma vida como escritor & prazeres imensuráveis como leitor”, escreveu Millar “Sou abençoado por tê-lo conhecido. Nos vimos pela primeira vez em 2008. Eu disse a ele que de suas mãos, coração e mente saiu o personagem mais icônico dos quadrinhos”, lembrou Jackman. “Len Wein era um dos caras mais acolhedores e uma das lendas dos quadrinhos. Percebi isso quando entrei na DC, há oito anos”, disse Diane Nelson, presidente da DC Entertainment. “Ele escreveu e editou quase todos os quadrinhos de personagens centrais da DC. Eu, a empresa e a indústria como um todo vamos sentir sua falta”.

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  • Etc

    Disney decide incluir Marvel e Star Wars em seu serviço de streaming

    10 de setembro de 2017 /

    A Disney definiu que os filmes da Marvel e de “Star Wars” farão parte do acervo de lançamento de seu serviço de streaming, que deve ser inaugurado em 2019. A empresa anunciou o projeto em agosto, antecipando que não renovaria seu contrato de licenciamento de conteúdo para a Netflix. Na ocasião, o CEO da Disney, Bob Iger, afirmou que o serviço incluiria apenas desenhos e franquias da própria Disney e da Pixar, pois ainda estavam em análise lançamentos de plataformas diferenciadas para os produtos da Marvel e da Lucasfilm. Aparentemente, o estúdio percebeu que um produto unificado teria mais força para competir no mercado. “Agora decidimos que vamos colocar os filmes da Marvel e de ‘Star Wars’ nesse aplicativo também”, afirmou Iger, em um evento recente, segundo a revista Variety. Com isso, a Disney se prepara para rivalizar com a Netflix no negócio de distribuição de conteúdo audiovisual por streaming. Além de disponibilizar seus filmes com exclusividade, a Disney irá lançar produções originais exclusivas para streaming, visando justamente atrair o público que consumo este tipo de produto. A Netflix, porém, deve continuar a distribuir as produções da Disney no mercado internacional e a produzir as séries dos personagens da Marvel anteriormente contratadas. “Continuamos a fazer negócios com a Walt Disney Company globalmente em muitas frentes, incluindo o nosso relacionamento com a Marvel TV, em andamento”, diz o comunicado oficial da empresa.

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  • Etc,  Filme

    Blake Heron (1982 – 2017)

    9 de setembro de 2017 /

    O ator Blake Heron, que ficou conhecido por protagonizar “Shiloh: O Melhor Amigo” (1995) aos 14 anos de idade, foi encontrado morto na manhã desta sexta-feira, dentro de sua casa em Los Angeles. Segundo o site americano TMZ, o ator havia saído da reabilitação poucos dias antes. Aos 35 anos, Heron lutava contra um antigo vício em heroína. A causa da morte, no entanto, ainda não foi divulgada. O ator estreou na televisão aos 13 anos, como coadjuvante no filme da Disney “Tom e Huck – Em Busca do Grande Tesouro” (1995), baseado no romance clássico de Mark Twain “As Aventuras de Tom Sawyer”, e no mesmo ano ganhou destaque ao viver o protagonista Marty Preston no filme “Shiloh: O Melhor Amigo”, responsável por salvar um cachorro das mãos de seu dono cruel. A seguir, ele participou das duas temporada da série “Nick Freno: Licensed Teacher”, mas, como acontece com muitos astros mirins, a carreira estagnou ao final de sua adolescência. Seu último trabalho como protagonista, o western “Wind River” (2000), foi lançado direto em DVD. Como adulto, Heron participou de muitos projetos lançados direto em DVD, entre eles “11:14” (2003), que tinha elenco de cinema – Patrick Swayze, Hilary Swank, Rachael Leigh Cook, Ben Foster, etc. Mas também integrou alguns filmes indies de prestígio, como “Dandelion” (2004), drama estrelado por Vincent Kartheiser (série “Mad Men”) e Taryn Manning (série “Orange Is the New Black”), que foi premiado no Festival Karlovy Vary e indicado ao Film Independent Spirit Awards. Depois de “Dandelion”, porém, sua carreira evaporou, coincidindo com seu mergulho nas drogas e clínicas de reabilitação. Ele só voltou a atuar após oito anos, aparecendo em episódios de séries como “Justified”, “NCIS: New Orleans” e “Criminal Minds”. Ironicamente, seu último trabalho, “A Thousand Junkies”, exibido no Festival de Tribeca deste ano, acompanhava três amigos drogados em busca de heroína por Los Angeles. No filme, seu personagem tinha seu próprio nome.

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    Menina encontra espada Excalibur no fundo do lago da lenda do Rei Arthur

    6 de setembro de 2017 /

    Um achado curioso está movimentando a imprensa britânica. A menina Matilda Jones, de 7 anos, encontrou uma espada de 1,20 metro no fundo do lago Dozmari Pool, na Inglaterra, onde, diz a lenda, o Rei Arthur recebeu da Dama do Lago a icônica Excalibur. Em férias com a família na região da Cornualha, a menina ouviu a história de Excalibur antes de ir conhecer o famoso lago, de onde supostamente a espada surgiu e para onde foi jogada, ao final do reinado lendário de Arthur. E foi só entrar na água para Matilda fazer a descoberta. “A água estava na cintura dela quando disse que tinha visto uma espada”, contou seu pai, Paul, para o jornal da região, Sheffield Star. “Eu falei para ela deixar de ser boba e que provavelmente era apenas parte de uma cerca, até olhar para baixo e perceber que era mesmo uma espada. Ela estava lá simplesmente no fundo do lago.” Obviamente, não se trata da espada mística de centenas de anos atrás. Mesmo enferrujada, ela parece não ter mais de 30 anos. “Não acho que seja particularmente velha”, disse Paul. “É provavelmente cenografia de um filme antigo”. Dependendo do filme, pode ser até uma preciosidade para fãs e colecionadores. Na pior das hipóteses, Matilda Jones ganhou uma história e tanto para contar para os amiguinhos, quando voltar às aulas.

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  • Etc

    Meghan Markle assume namoro com príncipe Harry e diz que estão apaixonados

    6 de setembro de 2017 /

    A atriz Meghan Markle (série “Suits”) assumiu o namoro com príncipe britânico Harry e disse – e repetiu – que ambos estão apaixonados e felizes, em seus primeiros comentários sobre o relacionamento, numa entrevista à revista Vanity Fair publicada na terça-feira (5/9). Ela contou que começou a namorar Harry, o quinto na linha sucessória do trono britânico, em julho do ano passado, depois de conhecê-lo por meio de amigos. “Somos um casal”, ela assumiu para a publicação. “Estamos apaixonados. Tenho certeza de que haverá um momento em que teremos que vir a público e nos apresentar e contar histórias, mas espero que as pessoas entendam que este é o nosso momento”. “Isto é para nós. É parte do que o torna tão especial, que é só nosso. Mas estamos felizes. Pessoalmente, adoro uma grande história de amor”. O relacionamento entre Harry, de 32 anos, o filho mais novo do príncipe herdeiro Charles e de sua primeira esposa, a princesa Diana, ganhou as páginas das publicações de fofoca em outubro do ano passado e se tornou público no mês seguinte, quando o príncipe emitiu um comunicado raro à mídia pedindo que sua namorada de 36 anos e sua família fossem deixados em paz, um reflexo de suas próprias batalhas com a imprensa. Ao ser indagada sobre como lida com a intrusão da mídia, Meghan, que é divorciada e ficou conhecida principalmente por seu papel na série de televisão “Suits”, respondeu: “Posso dizer que, no final das contas, acho que é realmente simples. Somos duas pessoas que estão realmente felizes e apaixonadas”. Ela acrescentou: “Namoramos muito discretamente por cerca de seis meses antes de se tornar notícia, e eu estava trabalhando durante todo esse tempo, e a única coisa que mudou foi a percepção das pessoas”. A entrevista foi publicada na mesma semana em que o príncipe William, irmão de Harry, revelou que ele e sua esposa, Kate, esperam seu terceiro filho. Por conta disso, apostadores especulam que o casal pode ficar noivo em breve.

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    Governo não vai exigir cota de produções nacionais nos serviços de streaming

    6 de setembro de 2017 /

    O Ministério da Cultura decidiu não estender a exigência de cota de conteúdo nacional para os serviços de streaming. A medida está em vigor desde 2011 para canais de televisão por assinatura. A exigência da cota foi proposta pela Agência Nacional de Cinema (Ancine) há três meses, prevendo que plataformas como Netflix, Amazon Prime Video, HBO Now e similares reservem 20% de seu catálogo para produções nacionais, mas o novo Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitou, sugeriu, em vez disso, utilizar a simples taxação para fortalecer a produção nacional, por meio da cobrança de Condecine, taxa já cobrada da TV por obras audiovisuais. De acordo com o ministro, a decisão de abandonar as cotas para os serviços de streaming visa não desestimular o crescimento de um mercado relativamente novo. Para o futuro, porém, ele indica que a ideia pode ser revista. “A Ancine havia lá atrás colocado uma proposta de marco regulatório que tinha essa questão de cotas de conteúdo nacional e tal. O conselho já havia até iniciado a discussão, mas eu acho que foi ficando claro para todo mundo que havia sido uma precipitação”, apontou Leitão durante reunião do Conselho Superior de Cinema. “É provável que o segmento cresça bastante nos próximos anos, até atingir um ponto de maturidade, quando será possível fazer um marco regulatório mais realista”, finaliza. Agora, um grupo de trabalho vai se dedicar pelos próximos 75 dias a elaborar uma minuta de projeto de lei ou de medida provisória para incluir a taxação, mas não a cota, em seu texto final. A grande discussão se dará à respeito de como será cobrado o Condecine. Se for obra, inviabilizará iniciativas independentes, como a distribuidora Imovision, que pretende lançar um serviço de streaming para filmes de artes. Se for faturamento, afetará o lucro das maiores empresas, por isso esta opção já conta com resistência da Globo, cujo Globo Play seria um dos serviços mais taxados.

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    Confira a pegadinha de Sílvio Santos com o palhaço de It: A Coisa

    5 de setembro de 2017 /

    O SBT disponibilizou no YouTube a pegadinha de terror com o palhaço Pennywise, de “It: A Coisa”, que recria uma cena do filme. Exibida no domingo (3/9), no quadro “Câmera Escondida” do “Programa Sílvio Santos”, a pegadinha mostra o ator mirim Gian Lucca pedindo ajuda para diferentes pessoas pegarem seu barquinho de brinquedo que teria caído dentro de um bueiro. Assim que as vítimas se aproximam, se assustam com o surgimento de Pennywise, interpretado pelo ator Robim Castro. O bueiro não é de verdade. Ele foi especialmente construído pela equipe de cenografia do SBT e conta com um minielevador para auxiliar o intérprete do palhaço a pular sobre os incautos. A cena já é icônica, pois marcou gerações de fãs da minissérie que adaptou o livro “It: A Coisa” em 1990. O filme do diretor argentino Andy Muschietti (“Mama”), que estreia na quinta (7/9) no Brasil, será a primeira versão desta história para o cinema. A pegadinha também será exibida nas salas da rede Cinépolis, antes das sessões de “It: A Coisa”, repetindo a trajetória das pegadinhas inspiradas nos filmes “Invocação do Mal 2” e “Annabelle 2”. Todas as três, inclusive “It”, abordam produções da Warner.

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    Rogéria (1943 – 2017)

    4 de setembro de 2017 /

    Morreu a atriz Rogéria, o primeiro travesti a fazer sucesso na TV nacional, que se definia como “o travesti da família brasileira”. Ela vinha lutando contra uma infecção desde julho, sendo internada algumas vezes. Voltou ao hospital nesta segunda (4/9) no Rio de Janeiro, onde veio a falecer poucos horas após a internação, aos 74 anos. Seu nome artístico surgiu em um concurso de fantasias de Carnaval onde se apresentou como Rogério em 1964. Ao final do show, a plateia a ovacionou aos gritos de Rogéria. A partir daí, nunca mais usou o nome de batismo, Astolfo Barroso Pinto, a não ser como piada. E era realmente engraçado que Rogéria fosse Astolfo e ainda tivesse Pinto. Ela não tinha papas na língua. Costumava dizer que a cidade em que nasceu em 1943, Cantagalo, no interior do Rio de Janeiro, tinha sido o lar do maior macho do Brasil, Euclides da Conha, e da “maior bicha do Brasil: eu”. Desde sua infância tinha consciência da homossexualidade e na já adolescência virou transformista, buscando uma carreira de maquiadora, enquanto se descabelava aos gritos no auditório da Rádio Nacional, nos programas estrelados pela cantora Emilinha Borba, de quem era fã incondicional. Antes de se tornar famosa, Rogéria trabalhou como maquiadora na TV Rio. Lá, foi incentivada a ingressar no universo das artes cênicas, encontrando sua verdadeira vocação como atriz. Virou vedete de teatro de revista no notório reduto gay de Copacabana, a Galeria Alaska. Mas não se contentou em virar apenas um ícone LGBT+ do Rio. Chegou, inclusive, a ter carreira internacional. Viajou para Angola, Moçambique e seguiu para a Europa. Em Paris, virou estrela de renome graças a sua temporada na boate Carrousel entre os anos de 1971 e 1973. Ao voltar para o Brasil, emplacou filmes da Boca do Lixo, como “O Sexualista” (1975) e “Gugu, o Bom de Cama” (1979), ao mesmo tempo em que ganhou o Troféu Mambembe, conferido pelo Ministério da Cultura aos destaques teatrais do Rio e São Paulo, pelo espetáculo que fez em 1979 ao lado de Grande Otelo. Logo, começou a aparecer na TV. A princípio, como jurada de programas de calouro do Chacrinha. Seus comentários provocantes repercutiram com enorme sucesso entre o público, e assim ela se perpetuou nos programas de auditório por várias décadas, incluindo os comandados por Gilberto Barros e Luciano Huck. Rogéria também fez pequenas participações em novelas e séries de comédia da Globo, aparecendo em “Tieta”, “Sai de Baixo”, “Desejo de Mulher”, “Duas Caras”, “Babilônia”, “A Grande Família” e “Zorra Total”, além de fazer papéis bissextos no cinema, em filmes de diretores importantes e tão diferentes como Eduardo Coutinho (“O Homem que Comprou o Mundo”, 1968), Julio Bressane (“O Gigante da América”, 1978), José Joffily (“A Maldição do Sanpaku”, 1991) e Carla Camurati (“Copacabana”, 2001). No ano passado, ela lançou uma autobiografia intitulada “Rogéria — Uma Mulher e Mais um Pouco”, que comemorou os 50 anos de sua carreira, e participou do documentário “Divinas Divas, sobre as primeiras transformistas famosas do Brasil. Dirigido por Leandra Leal, o filme venceu o prêmio do público do Festival do Rio e do Festival SXSW, nos Estados Unidos. “Rogéria era uma artista maravilhosa. Era mais fácil trabalhar com ela do que com qualquer pessoa. Era só acender a luz que ela brilhava. Ela se dizia a travesti da família brasileira. Ela levava a família brasileira pra ver seus shows. Era sensacional”, lamentou o cartunista Chico Caruso, em depoimento ao jornal O Globo. “Ela abriu as portas para uma geração, ela desde sempre foi vanguarda, revolucionária e acho que é uma perda muito grande”, disse Leandra Leal. “Ela fazia a diferença, ela tinha voz, talento, força. Ela dizia: ‘Eu não levanto bandeira, eu sou a bandeira’. A maior mensagem que ela deixa é viver de acordo com a sua potência”.

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    Shelley Berman (1925 – 2017)

    3 de setembro de 2017 /

    Morreu o veterano comediante de stand-up Shelley Berman, que ficou conhecido do grande público por viver o pai de Larry David na série de comédia “Curb Your Enthusiasm” (“Segura a Onda”). Ele faleceu em sua casa, na manhã de sexta-feira (1/9), aos 92 anos, de complicações de Alzheimer. Berman foi um dos comediantes de stand-up de maior sucesso dos anos 1950 e 1960, elevando o humor de improviso a uma arte. Ele entrou para a história como o primeiro comediante a ganhar um Grammy com “Inside Shelley Berman”, disco de 1959 que também se tornou o primeiro álbum de comédia a atingir vendagem de disco de ouro nos Estados Unidos. A popularidade lhe rendeu diversos aparições em programas de variedades da TV e até papéis em filmes e séries, geralmente em pequenas participações. Ele foi um beatnik chapado no terror “Demência” (1955) e um cabeleiro na comédia “Beware! The Blob” (1972), além de ter aparecido em episódios de inúmeras séries clássicas, como “A Feiticeira”, “O Agente da UNCLE”, “A Garota da UNCLE”, “Agente 86”, “Police Woman”, “CHiPs”, “A Supermáquina” e “MacGyver – Profissão: Perigo”. Em 1975, Berman fez seu único filme como diretor de cinema, “Keep Off My Grass!” (1975), uma comédia sobre hippies e maconha, estrelada por Micky Dolenz (da banda The Monkees), que virou cult. Além de “Curb Your Enthusiasm”, ele teve papel recorrente em “Friends” e em duas séries jurídicas, “L.A. Law” no começo dos anos 1990 e “Justiça Sem Limites” (Boston Legal) na metade dos 2000. Mas a série de Larry David foi seu trabalho mais duradouro. Ele apareceu em 13 episódios entre 2002 e 2009, e acabou recebendo uma indicação ao Emmy de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel de Nat David. Berman também foi pai de Adam Sandler no filme “Zohan: O Agente Bom de Corte” (2008) e integrou o elenco das comédias “Entrando Numa Fria Maior Ainda” (2004) e “O Amor Não Tira Férias” (2006). Apareceu ainda em “Hannah Montana”, “Grey’s Anatomy” e fez sua última participação televisiva num episódio de “Hawaii Five-0” exibido em 2012. Ele se aposentou logo em seguida, ao ser diagnosticado com Alzheimer.

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