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Influenciadora afirma ter recebido notificação extrajudicial da cantora por publicação que questionava benefício social e apoio a Flávio Bolsonaro

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Ex-ator da Marvel, Terrence Howard quer disputar Presidência dos EUA

Intérprete original do Máquina de Combate em "Homem de Ferro" defende isenção de impostos por 400 anos para descendentes de escravizados

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1 de novembro de 2026
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Perseguição política alimenta comportamento fascista nas redes em meio a dez mortes

Humilhações públicas, ameaças e boicotes contra eleitores de Lula mobilizam influenciadores e políticos enquanto violência se espalha pelo país

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30 de outubro de 2026
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    Juiz recusa pedido de vítima para encerrar caso contra Polanski

    27 de agosto de 2017 /

    Um juiz da Corte Suprema de Los Angeles, nos Estados Unidos, negou o pedido da vítima de estupro de Roman Polanski para encerrar o processo criminal contra o cineasta franco-polonês. Samantha Geimer foi abusada pelo diretor há 40 anos, quanto tinha 13. Ela falou no tribunal pela primeira vez sobre o caso em junho, mesmo incomodada em abrir a história, na esperança de convencer o juiz. Samantha argumentou que já perdoou o cineasta e pediu “misericórdia” para si mesma e para sua família com o fim do processo que se arrasta há anos. Ela argumentou que os promotores exploram o caso para avançar em suas carreiras à custa de sua privacidade, que ela jamais recuperou desde os anos 1970, tornando-se uma vítima maior da justiça do que de Polanski. O magistrado Scott Gordon, no entanto, ressaltou que Polanski permanece foragido da Justiça e que não poderia fechar o caso “apenas por ser melhor para a vítima”. Ele alegou que é interesse da sociedade que se faça justiça, o que só será possível, segundo ele, com a continuação do processo. Samantha tinha 13 anos quando Polanski foi acusado de drogá-la, durante uma sessão de fotos na casa do ator Jack Nicholson, em Los Angeles, e posteriormente violentá-la. Ele confessou ter tido “relações sexuais ilegais” com a menor, mas negou o estupro em seu acordo com a promotoria, que o levou a passar 48 dias preso em uma penitenciária do estado da Califórnia. Após ser solto, porém, Polanski fugiu dos Estados Unidos, e o caso foi considerado reaberto. O depoimento do promotor original do caso, já falecido, foi tornado secreto pela justiça e é a peça-chave que poderia encerrar o processo contra Polanski. O advogado do cineasta alega que ele só fugiu dos Estados Unidos após receber informação de que o já falecido juiz Laurence Rittenband teria renegado o acordo e dito que iria prender Polanski por 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que o diretor fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por ser cidadão francês. E lá continua até hoje, filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar nos EUA, por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Só que o caso de quatro décadas não foi esquecido pela justiça americana, que, em 2009, conseguiu convencer a Suíça a prender o cineasta, quando ele desembarcou no país a caminho do Festival de Zurique. Polanski passou mais 334 dias sob custódia na Suíça, enquanto as autoridades dos EUA tentavam extraditá-lo. Entretanto, sua prisão ao ser convidado de um festival repercutiu negativamente e, com o apoio da comunidade artística, Polanski lutou contra a extradição e ganhou, voltando para sua casa na França. Logo em seguida, foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Berlim por “O Escritor Fantasma” (2010). Há dois anos, os Estados Unidos voltaram a solicitar a extradição de Polanski, desta vez da justiça polonesa, depois de ele ter aparecido em Varsóvia, em 2014, planejando rodar um longa no país. Um tribunal distrital da cidade de Cracóvia, onde a família do diretor tem uma residência, rejeitou o pedido em novembro de 2015. E, após o procurador-geral da Polônia pedir a anulação desse julgamento, argumentando que ser uma celebridade ajudou Polanski a escapar da justiça, a Suprema Corte do país encerrou definitivamente o caso, dando reconhecimento aos argumentos do diretor. O juiz do caso em Varsóvia observou que Polanski “já tinha cumprido sua sentença”. E é este argumento que o juiz atual de Los Angeles se recusa a aceitar.

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    Mulher é “possuída” após assistir Annabelle 2 no Piauí

    27 de agosto de 2017 /

    Já virou lenda urbana. Uma jovem de aproximadamente 20 anos teve um surto após assistir ao filme de terror “Annabelle 2” em um shopping de Teresina, no Piauí, na noite da última quinta-feira (17/8). A cena assustadora foi filmada e compartilhada nas redes sociais, onde viralizou. Na gravação, a jovem parece caída no chão gritando e tossindo de forma descontrolada, o que chamou atenção de quem passava no local. Veja abaixo. O caso foi confirmado pela assessoria de imprensa do Shopping Teresina, que afirmou que a menina foi auxiliada pela brigada de incêndio e, em seguida, encaminhada a um hospital em uma ambulância. O que pode ser um problema de saúde virou possessão do diabo nos compartilhamentos do vídeo. Tem até pastor querendo salvar a alma da mulher. E estúdio de cinema agradecendo o marketing espontâneo. “Annabelle 2: A Criação do Mal” estreou no Brasil justamente na quinta passada. O longa é a continuação do filme lançado em 2014, que traz a história de uma boneca possuída por um espírito maligno.

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  • Etc

    Arnold Schwarzenegger grava vídeo contra neonazistas e critica o presidente Trump

    27 de agosto de 2017 /

    Um dos críticos mais assíduos do presidente Donald Trump em seu próprio partido, Arnold Schwarzenegger não poupou palavras ao comentar os conflitos em Charlottesville, em 12 de agosto, que deixaram uma pessoa morta e pelo menos 19 feridos. Num vídeo para a ATTN, o ator e ex-governador da Califórnia disse que “não há dois lados para a intolerância, não há dois lados para o ódio” e exigiu um posicionamento mais claro do atual presidente dos Estados Unidos, que quis relativizar a culpa pelo assassinato cometido por um militante neonazista, durante uma passeata da extrema direita racista no país. “Não há dois lados para a intolerância, nem para o ódio. E se você escolhe andar com uma bandeira que simboliza o massacre de milhões de pessoas, não há dois lados para isso”, diz Schwarzenegger. “A única forma de derrotar as vozes altas e raivosas do ódio é combatê-las com vozes mais altas e mais razoáveis. Isso inclui você, presidente Trump. Na verdade, como presidente desse grande país, você tem a obrigação moral de mandar uma mensagem inequívoca contra o ódio e o racismo.” No vídeo, Schwarzenegger lembrou sua infância na Áustria e as consequências do nazismo, que até hoje envergonham seu país natal, lembrou a história política do Partido Republicano, o partido de Lincoln, que venceu a Guerra Civil contra a escravatura, e ainda citou uma doação recente que fez à fundação de um amigo caçador de nazistas. Veja abaixo. .@Schwarzenegger has a blunt message for Nazis. pic.twitter.com/HAbnejahtl — ATTN: (@attn) August 17, 2017

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  • Etc

    Trailer de Thor: Ragnarok é recriado com personagens da franquia Shrek

    27 de agosto de 2017 /

    O canal do YouTube Darth Blender recriou o último trailer legendadode “Thor: Ragnarok” com cenas da franquia “Shrek”. Ficou bem convincente, com Shrek obviamente no papel de Hulk e Artie (o Rei Arthur teen) como Thor. Veja abaixo. O filme de “Thor: Ragnarok” estreia em 28 de outubro.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Paulo Silvino (1939 – 2017)

    27 de agosto de 2017 /

    Morreu o comediante Paulo Silvino, que lutava contra um câncer no estômago. Ele faleceu em casa, no Rio, na quinta-feira (17/8), aos 78 anos. Segundo a família, Silvino chegou a ser submetido a uma cirurgia no ano passado, mas o câncer se espalhou e a opção da família foi que ele fizesse o tratamento em casa. Paulo Ricardo Campos Silvino nasceu no Rio de Janeiro em 27 de julho de 1939 e cresceu nas coxias do teatro e nos bastidores da rádio. Isso porque seu pai, o comediante Silvério Silvino Neto, conhecido por realizar paródias de figuras públicas no Brasil dos anos 1940 e 1950, levava o menino para acompanhar seu trabalho. “Eu nasci nisso. Com seis, sete anos de idade, frequentava os teatros de revista nos quais o papai participava. Ele contracenava com pessoas que vieram a ser meus colegas depois, como o Costinha, a Dercy Gonçalves.”, disse o ator em entrevista ao Memória Globo. Ele pisou num palco pela primeira vez aos nove anos de idade, quando se atreveu a soprar as falas para um ator de uma peça que o pai participava. Mas em vez de ator, quase virou roqueiro. Tinha aulas de música com a mãe, a pianista e professora Noêmia Campos Silvino. E chegou a formar uma banda na adolescência, com feras como Eumir Deodato (teclados), Durval Ferreira (guitarra) e Fernando Costa (bateria). Depois de uma passagem pelo rádio, se juntou ao elenco da TV Rio, de onde saiu para a recém-fundada TV Globo em 1966, para apresentar o “Canal 0”, programa humorístico que satirizava a programação das emissoras de TV. Participou de programas clássicos do humorismo da Globo, coo “Balança Mas Não Cai” (1968), “Faça Humor, Não Faça Guerra” (1970), “Satiricom” (1973), “Planeta dos Homens” (1976), “Viva o Gordo” (1981) e “Zorra Total” (1999), criando personagens e bordões que marcaram época, como Severino (que analisa “cara e crachá”) e o mulherengo Alceu. Silvino também desenvolveu prolífica carreira cinematográfica, tanto à frente quanto atrás das câmeras. Ele começou ainda na época das chanchadas, em “Sherlock de Araque” (1957), filme estrelado por Carequinha e Costinha, e acabou se envolvendo em produções de Carlos Imperial, como “O Rei da Pilantragem” (1968) e “Um Edifício Chamado 200” (1973). Entre um filme e outro, teve uma peça que escreveu adaptada para as telas, “Ascensão e Queda de um Paquera” (1970). A experiência o inspirou a virar roteirista, e ele passou a assinar pérolas da pornochanchada, como “Com a Cama na Cabeça” (1972), “Café na Cama” (1973), “Um Varão entre as Mulheres” (1974), “O Padre que Queria Pecar” (1975), “A Mulata que Queria Pecar” (1976), “Os Melhores Momentos da Pornochanchada” (1978) e “Assim Era a Pornochanchada” (1978). Nos últimos anos, com o boom das globochanchadas, voltou a aparecer no cinema, tornando mais engraçadas as comédias “Muita Calma Nessa Hora 2” (2014), “Até que a Sorte nos Separe 3: A Falência Final” (2015) e “Gostosas, Lindas e Sexies” (2017). “Ah, como era grande” o seu talento. “O Paulo Silvino era a pessoa que mais me fazia rir”, disse Jô Soares para o G1. “De todos os meus colegas comediantes, era o que mais me fazia rir. Sempre inventava coisas diferentes. O mais ‘tonto’, o mais irreverente. Uma figura maravilhosa, com uma generosidade fantástica”.

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    Hackers atacam as redes sociais da HBO

    17 de agosto de 2017 /

    A HBO continua com uma nuvenzinha negra sobre sua sede. Hackers invadiram as contas do canal pago no Twitter e no Facebook na noite de quarta-feira (16/8). O perfil oficial de “Game of Thrones” também foi invadido. “Olá, OurMine está aqui, nós estamos apenas testando a sua segurança. Time da HBO, por favor nos contatem para melhorar sua segurança”, apareceu escrito nas redes sociais do canal. O grupo OurMine é conhecido por invadir as contas de Twitter de algumas grandes empresas nos últimos anos, como Netflix, Marvel e Google. As mensagens foram deletadas pouco tempo depois, mas é possível ver reproduções abaixo. Segundo a revista Variety, a HBO conseguiu retomar rapidamente o controle de suas contas. O incidente não deixa de ser sintomático da série de problemas que a empresa tem enfrentado nas últimas semanas. Tudo começou com um ataque de hackers no final de julho, que resultou no roubo de documentos, emails, roteiros e episódios inéditos de séries do canal. Visando chantagear os executivos, os criminosos tem divulgado materiais todos os domingos desde então. Menos de uma semana depois, funcionários de uma empresa indiana ocasionaram o vazamento do quarto episódio da atual temporada de “Game of Thrones”. Quatro pessoas foram presas. E na noite de terça-feira (15), a filial espanhola do canal disponibilizou por engano o sexto episódio da atual temporada de “Game of Thrones” em seu serviço de streaming, o HBO GO.

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    Apple pretende investir US$ 1 bilhão na produção de séries em 2018

    16 de agosto de 2017 /

    A Apple planeja investir US$ 1 bilhão para comprar e produzir séries em 2018, revelou na quarta-feira (16/8) o jornal The Wall Street Journal. O valor colocaria a gigante tecnológica como uma das grandes produtoras de Hollywood, ainda que, segundo o jornal, o montante seja apenas metade do orçamento anual da HBO. E bem menor que os ambiciosos US$ 6 bilhões destinados pela Netflix para lançar novos conteúdos neste ano. Segundo fontes citadas pelo Wall Street Journal, com esse dinheiro a empresa poderia licenciar e produzir até dez séries, entrando assim na disputa por conteúdos premium com outras grandes empresas, como as citadas HBO e Netflix. Analistas acreditam que a Apple precisa de pelo menos uma série de grande sucesso para conseguir decolar, como aconteceu com a Netflix, com “House of Cards” e “Orange Is the New Black”. A empresa já começou a oferecer alguns programas próprios através do seu serviço de streaming, mas que não tiveram muita repercussão. Nenhum deles segue o formato das produções de ficção. Mas recentemente a empresa contratou os copresidentes da Sony Pictures Television, Jamie Erlicht e Zack Van Amburg, que estiveram por trás dos lançamentos de “Breaking Bad”, “The Blacklist” e “The Crown”. Com reservas de mais de US$ 261 bilhões e um faturamento de US$ 215 bilhões, a Apple poderia fazer facilmente grandes apostas em Hollywood.

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  • Etc

    Alexandre Frota tem a conta do Twitter suspensa por “discurso de ódio”

    16 de agosto de 2017 /

    O ator Alexandre Frota teve a sua conta suspensa no Twitter na terça-feira (15/8), supostamente por “discurso de ódio”. Ele acusa uma funcionária da rede social de perseguir usuários que se oponham à esquerda. “Funcionária do Twitter arbitrariamente tem ameaçado outras pessoas dizendo que vai derrubar a conta de quem se opõe à esquerda”, escreveu o ator em seu Facebook, registrando mensagem que avisa da suspensão de sua conta. A mensagem avisa ao ator pelo próprio Twitter: “Caro @alefrotabrasil, é preciso ter respeito! Repense seu discurso de ódio enquanto tenta reverter a suspensão da sua conta”. Alexandre Frota costuma postar conteúdos críticos direcionados a políticos e movimentos sociais de esquerda, alguns deles ofensivos. Funcionária do Twitter arbitrariamente tem ameaçado outras pessoas dizendo que vai derrubar a conta de quem se opõe a… Publicado por Alexandre Frota em Terça-feira, 15 de agosto de 2017

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  • Etc,  Filme

    Sofia Coppola subverte O Estranho que Nós Amamos com feminismo e beleza

    16 de agosto de 2017 /

    Embora “O Estranho que Nós Amamos”, de Sofia Coppola (“Bling Ring”), seja uma nova releitura do romance de Thomas Cullinan, é muito difícil dissociá-lo da primeira adaptação cinematográfica da obra, o filme homônimo de Don Siegel de 1971, até pelo impacto, como thriller, que o clássico mantém até hoje. Os dois longas travam uma espécie de diálogo, mudando a perspectiva da trama, de acordo com a época em que foram produzidos. A intenção da diretora parece ser provocar, ao deliberadamente alterar o ponto de vista da narrativa. Não vemos mais a história pelos olhos do soldado ianque ferido que é desejado por mulheres de todas as idades de um internato de garotas na Virginia, na época da Guerra Civil Americana. No filme de Siegel, Clint Eastwood conseguia tirar proveito dessa situação, como se estivesse numa loja de doces. Ao mesmo tempo, o que acontece a seguir com ele é um pesadelo terrível. O trailer da nova versão, que rendeu à diretora o prêmio de melhor direção no Festival de Cannes, nem fez questão de esconder a parte trágica do que acontece com o soldado, agora vivido por Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), quando ele adentra aquele território de mulheres, que se veem mudadas e excitadas com sua presença. Em entrevista, Sofia Coppola disse que fez seu filme para as mulheres e para seus amigos gays. Faz sentido, principalmente na cena em que Nicole Kidman, a dona do internato, banha o corpo nu e inconsciente do soldado e sente o calor do desejo. Três gerações de atrizes – Nicole Kidman (“Lion”), Kirsten Dunst (“Melancolia”) e Elle Fanning (“Demônio de Neon”) – se comportam de maneira diferente diante daquele homem. Mas todas elas se sentem bastante atraídas por ele. A mais velha parece ter uma reputação a zelar, mas tenta se aproveitar do fato de mandar naquele lugar; a do meio vê naquele homem uma passagem para a felicidade do amor romântico; já a mais jovem é impulsiva o suficiente para jogar o seu charme e avançar o sinal sem a menor culpa. Mas enquanto trata do desejo de diferentes mulheres por um homem, “O Estranho que Nós Amamos” é também um filme sobre a objetificação masculina e como a aparente fragilidade feminina na verdade esconde força – e até uma maldade. Trata-se de uma obra feminista, como já era o primeiro trabalho da diretora, “As Virgens Suicidas” (1999). Como todos os filmes da diretora, também é um trabalho repleto de beleza. Nas imagens captadas à luz de velas e claridade natural pelo cinematógrafo Philippe Le Sourd (“O Grande Mestre”), nos figurinos sóbrios das moças do internato (de Stacey Battat, em seu terceiro trabalho com a diretora), e em sua direção de arte absolutamente “feminina” (de Anne Ross, no quarto filme com Coppola), que sabe lidar muito bem com o vermelho vivo. O que é natural. Afinal, a mulher sangra todo mês.

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    Donald Trump choca Hollywood ao defender neonazistas

    15 de agosto de 2017 /

    O presidente dos Estados Unidos Donald Trump chocou Hollywood – e o mundo – com suas últimas declarações sobre os episódios de violência em Charlottesville, na Virgínia, no último fim de semana. Um dia depois de ter cedido a pressões para fazer uma clara condenação de racistas e supremacistas brancos, Trump voltou atrás e decidiu culpar a “extrema esquerda” pelos distúrbios. No último sábado (12/8), neonazistas americanos fizeram uma manifestação contra negros, imigrantes, gays e judeus sem precedentes, após um projeto propôr derrubar uma estátua do general Robert Lee, líder confederado derrotado na Guerra Civil Americana, em Charlottesville. A derrota dos confederados permitiu a abolição da escravatura em todos os Estados Unidos. A passeata racista enfrentou resistência da maioria da população da cidade, que tentou impedir sua realização. Durante o confronto, um neonazista de 20 anos, James Fields, jogou seu carro contra um grupo contrário ao evento, matando a ativista Heather Heyer e ferindo várias outras pessoas. “Acho que houve culpa nos dois lados”, disse Trump nesta terça (15/8), retomando seu discurso inicial numa desastrosa entrevista coletiva na Trump Tower, em Nova York. O presidente americano tinha culpado “os dois lados” pela morte da ativista, em sua retórica inicial. Mas na segunda-feira tinha cedido à pressões para fazer uma clara condenação de racistas e supremacistas brancos, citando as organizações de extrema direita como “repugnantes”. Tudo isso foi abandonado no novo discurso, em que o mandatário decidiu culpar a “extrema esquerda” pela tragédia em Charlottesville. “E a extrema esquerda que chegou cobrando a extrema direita, eles não tem aparência de quem tem culpa? E quanto ao fato de eles terem avançado com bastões nas mãos? Eles têm algum problema? Eu acho que eles têm”, declarou o presidente. Trump ainda afirmou que havia “muitas pessoas ruins no outro grupo”, referindo-se aos que protestaram contra a manifestação racista, e cidadãos “muito legais” nos dois lados. “Tinha um grupo de um lado que era muito ruim, e do outro lado um que era muito violento, e ninguém fala isso, mas eu digo”, acrescentou. O discurso causou reação instantânea nas redes sociais, ultrajando atores, cineastas, produtores, etc. Artistas tão diferentes quanto o ator Chris Evans (o Capitão América dos filmes da Marvel), o apresentador Jimmy Kimmel, o comediante Josh Gad (“A Bela e a Fera”), o diretor Jon Favreu (“Mogli, o Menino Lobo”), o compositor Lin Manuel-Miranda (“Moana”), a atriz Jamie Chung (séries “Once Upon a Time”, “Gotham” e “The Gifted”), o diretor e produtor Judd Appatow (“Bem-Vindo aos 40”), o ator Kumail Nanjiani (série “Silicon Valley”), a atriz Lori Petty (série “Orange Is the New Black”), o roteirista e produtor Norman Lear (série “Tudo em Família”), a cantora e atriz Barbra Streisand (“Nasce uma Estrela”), o comediante Patton Oswalt (“Jovens Adultos”), o ator George Takei (franquia “Jornada nas Estrelas/Star Trek”), a atriz Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”), o compositor John Legend (“La La Land”), o cantor e ator Josh Groban (“Amor a Toda Prova”), o roteirista e produtor Beau Willemon (série “House of Cards”), a escritora e roteirista J.K. Rowling (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) e a atriz Evan Rachel Wood (série “Westworld”) manifestaram seu desgosto coletivo no Twitter, entre pedidos de impeachment e revolta. Seguem abaixo algumas frases impactantes das redes sociais. “Não há extrema esquerda, Donald Trump, há nós que acreditamos que todas as pessoas são iguais” (Lori Peti). “Veja: há violência de ambos os lados – visão de Trump sobre a 2ª Guerra Mundial” (Josh Groban). “Eu enfrentei nazis na 2ª Guerra Mundial. Eles não eram ‘pessoas muito legais'” (Norman Lear). “Nosso presidente tomou o lado de nazistas?” (Patton Oswalt). “Donald Trump oficialmente apoia nazistas” (Jamie Chung). “Ele tem tanta paixão por todas as pessoas maldosas e corruptas deste planeta. Nunca nenhuma raiva contra os assassinos. Nenhuma compaixão” (Judd Apatow). “Impichem este homem mau” (Lin Manuel-Miranda). “Isto é insano” (Chris Evans). “Não via nada tão louco assim desde que Mike Tyson mordeu a orelha de Evander Holyfield” (Jimmy Kimmel).

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  • Etc,  Série

    Criador dos quadrinhos de The Walking Dead processa o canal que exibe a série

    14 de agosto de 2017 /

    O canal pago americano AMC virou alvo de um segundo processo envolvendo a divisão de lucros de “The Walking Dead”. Depois de Frank Darabont, criador da série, cujo processo se arrasta nos tribunais, agora é a vez de Robert Kirkman, criador dos quadrinhos, junto aos produtores Gale Anne Hurd, Glen Mazzara e David Alpert. A reclamação é a mesma. Eles alegam que estão sendo enganados pela emissora em suas participações no lucro da série. Segundo o site The Holllywood Reporter, os produtores alegam que o AMC não cumpriu obrigações contratuais e reclamam ter direito a 5% dos lucros relacionados à série, que o canal não pagou. Além disso, demonstram que o AMC incluiu o AMC Studios na lista dos responsáveis pela série, mas esta produtora não faz efetivamente nada. O processo é basicamente igual ao de Darabont, que apontou como o AMC usa o estúdio AMC para aumentar a quantidade de “sócios” na série e, assim, diminuir a porcentagem destinada aos produtores. Em resposta, o AMC chamou a ação de oportunista. “Esse tipo de processo é muito comum no entretenimento e todos têm uma coisa em comum: seguem o sucesso. Todos os estúdios com um a série bem-sucedida já foram alvo de um processo como esse e ‘The Walking Dead’ tem sido a série número um há cinco anos, então não é surpresa. Temos enorme respeito e apreciação pela parte queixosa e continuaremos trabalhando com eles como parceiros, mesmo enquanto nos defendemos vigorosamente contra este processo sem base e previsivelmente oportunista”, manifestou-se o canal em comunicado oficial. O timing do processo também chama atenção. A produtora Skybound, de Kirkman, acaba de fechar uma parceria com serviço de streaming da Amazon, encerrando seu contrato com o AMC para desenvolver novas séries. “The Walking Dead” volta a exibir episódios inéditos em 22 de outubro.

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  • Etc,  Série

    Quatro pessoas são presas na Índia pelo vazamento de episódio de Game of Thrones

    14 de agosto de 2017 /

    Quatro pessoas foram presas na Índia pelo vazamento de um episódio de “Game of Thrones” antes da transmissão no país, declarou a polícia local nesta segunda-feira (14/8). A série mais pirateada da História tem sido atormentada por vazamentos desde a estreia de sua 7ª temporada, que coincidiu com um ataque de hackers aos computadores da rede HBO. Mas o episódio vazado, intitulado “The Spoils of War”, tinha logotipo da Star India, a responsável pela distribuição indiana da atração. Após receber uma reclamação da empresa, “começamos a investigar o caso e prendemos quatro indivíduos pela publicação não-autorizada do quarto episódio da 7ª temporada”, disse à agência France Press o vice-delegado de polícia, Akbar Pathan. Ele declarou que as quatro pessoas, acusadas de violação criminosa de confiança e delitos informáticos, ficariam detidas até 21 de agosto devido à investigação. Os quatro presos eram funcionários da Star India, que tinham a credencial oficial que dava acesso aos episódios.

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  • Etc

    Dublê morre durante filmagens de Deadpool 2

    14 de agosto de 2017 /

    Uma dublê morreu nesta segunda-feira (14/8) durante as filmagens de “Deadpool 2” no Canadá. Segundo a polícia da cidade de Vancouver, ela sofreu um acidente enquanto participava de uma cena em uma motocicleta. A identidade da vítima não foi divulgada. Em comunicado oficial, a 20th Century Fox, o estúdio responsável pelo filme, lamentou a morte da dublê. “Nós lamentamos profundamente o acidente que ocorreu no set de ‘Deadpool 2’ esta manhã. Nossos corações e orações estão com os familiares, amigos e colegas da nossa colega de equipe neste momento difícil”. De acordo com o site TMZ, a dublê fazia uma manobra quando a moto se chocou com a porta de vidro do estúdio. Testemunhas ouvidas pela publicação afirmaram que ela não usou os freios. Pelos registros anteriores das filmagens, feitos por paparazzi (foto acima), a dublê estava filmando uma cena da personagem Dominó, vivida por Zazie Beetz na produção. Este é o segundo acidente fatal envolvendo um dublê em pouco mais de um mês. No dia 13 de julho, John Bernecker morreu enquanto participava da gravação de uma cena da série “The Walking Dead”. Além disso, o astro Tom Cruise, que costuma dispensar dublês para filmar cenas de ação, sofreu um acidente no fim de semana, no set de “Missão Impossível 6”. Outros acidentes recentes nos bastidores de produções cinematográficas incluem a mutilação da dublê Olivia Jackson, enquanto filmava “Resident Evil: O Capítulo Final”, e as costelas quebradas de Dylan O’Brien nas filmagens de “Maze Runner: A Cura Mortal”.

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