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29 de outubro de 2026
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    Casal de Riverdale, Cole Sprouse e Lili Reinhart assumem o namoro na vida real

    10 de setembro de 2018 /

    Os fãs de “Riverdale” já sabiam (ou pelo menos desconfiavam) que Cole Sprouse e Lili Reinhart, que vivem o casal Jughead Jones e Betty Cooper na série, tornaram-se namorados também na vida real. Entretanto, os dois vinham se mantendo muito discretos sobre o assunto. Em março, durante um evento de encontro de fãs com todo o elenco da série, Sprouse foi perguntado à queima-roupa se estava namorando a colega e sua resposta foi: “Sem Comentários”. Mas agora o ator “oficializou” o namoro, brincando com a demora. Uma foto publicada no Instagram de Sprouse nesta segunda (10/9) é a primeira em que o casal aparece junto em clima romântico. Na legenda, ele escreveu um trocadilho que funciona apenas em inglês, mas significa “é lindo e tardou”. Veja abaixo. Visualizar esta foto no Instagram. It’s pretty, pretty late Uma publicação compartilhada por Cole Sprouse (@colesprouse) em 10 de Set, 2018 às 12:18 PDT

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    Olivia Newton-John revela que luta contra o terceiro câncer

    10 de setembro de 2018 /

    A cantora e atriz Olivia Newton-John revelou que voltou a lutar contra o câncer pela terceira vez, durante o programa australiano “Sunday Night”. Newton-John, que completa 70 anos no próximo dia 26 de setembro, disse que médicos encontraram um tumor em suas costas no final do ano passado, e que atualmente passa por tratamento de radioterapia. “Eu acredito que vou vencer o câncer de novo”, declarou a estrela durante a aparição na TV. É a terceira vez que ela é diagnosticada com a doença desde a década de 1990. O primeiro diagnóstico foi câncer de mama em 1992. Ela passou por uma mastectomia parcial e, depois, por uma reconstrução do seio. Em 2013, ela lutou contra uma reincidência da doença. A estrela de “Grease” revelou que usa óleo de canabidiol, um derivado da maconha, para aliviar as dores do câncer. O atual marido de Newton-John, John Easterling, planta maconha no lar do casal na Califórnia, nos EUA. Ela expressou a esperança de que seu país natal, a Austrália, legalize a maconha medicinal, o que já é realidade em vários lugares dos Estados Unidos. Olivia Newton-John participou há poucas semanas de uma homenagem da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos aos 40 anos de seu filme de maior sucesso, “Grease – Nos Tempos da Brilhantina” (1978), que ela estrelou ao lado de John Travolta (saiba mais aqui). Sua última aparição como atriz aconteceu em “Sharknado 5: Voracidade Global”, no ano passado.

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    Astro de Os Feiticeiros de Waverly Place é preso tentando entrar com arma carregada no Aeroporto de Los Angeles

    10 de setembro de 2018 /

    O ator David Henrie, que ficou conhecido pelo papel de Justin Russo, irmão da personagem de Selena Gomez na série “Os Feiticeiros de Waverly Place”, do Disney Channel, foi preso por levar uma arma de fogo carregada ao aeroporto de Los Angeles. Segundo o TMZ, Henrie não passou pela verificação de segurança do aeroporto na manhã desta segunda-feira (10/9). A arma, um modelo M&P Shield 9mm, foi descoberta durante a revista obrigatória para liberar a entrada na área de embarque. Henrie acabou detido e levado para uma delegacia próxima. O ator continua em custódia e seus representantes ainda não comentaram o acontecido. Em “Os Feiticeiros de Waverly Place” (2007-2012), o ator interpretava o irmão da protagonista, Alex (Selena Gomez). Os irmãos Russo competiam para se tornar os próximos feiticeiros da família e alimentavam uma rivalidade fraternal. Além da série da Disney, Henrie apareceu em “How I Met Your Mother” e em filmes como “Segurança de Shopping 2” e “Walt Antes do Mickey”. Em um de seus próximos projetos, ele deveria interpretar uma versão mais jovem do ex-presidente dos EUA Ronald Reagan.

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    John Legend se torna o homem mais jovem e o primeiro negro a vencer o Emmy, o Grammy, o Oscar e o Tony

    10 de setembro de 2018 /

    O músico John Legend atingiu um marco histórico ao conquistar um Emmy neste fim de semana, durante a premiação das chamadas “artes criativas” da indústria televisiva. Na noite de domingo (9/9), ele recebeu um Emmy como produtor de “Jesus Christ Superstar, Live in Concert”, especial musical ao vivo da NBC, em que interpretou Jesus Cristo. Com isso, Legend se tornou o primeiro homem negro e a pessoa mais jovem a completar o EGOT, o quarteto de prêmios máximos da indústria cultural dos Estados Unidos, que incluem o Emmy (E), o Grammy (G), o Oscar (O) e o Tony (T), que consagram os melhores da TV, da música, do cinema e do teatro do país. Até então, apenas 12 artistas haviam conseguido o feito, sendo que Robert Lopez foi quem o completou em menos tempo: dez anos. Legend realizou a quadra em 12 anos. E com ele também se consagraram os compositores do musical original de 1970, Andrew Lloyd Webber e Tim Rice, que compartilharam o mesmo Emmy de produção e se tornaram EGOT. Os demais vencedores do EGOT são Richard Rodgers, Helen Hayes, Rita Moreno, Jon Gielgud, Audrey Hepburn, Marvin Hamlisch, Jonathan Tunick, Mel Brooks, Mike Nichols, Whoopi Goldberg e Scott Rudin. “Jesus Christ Superstar Live in Concert” venceu ao todo cinco Emmy, mas apenas um foi para Legend, Melhor Especial Ao Vivo, que ele recebeu como produtor. Ele ainda disputa um prêmio como Ator de Minissérie, Telefilme ou Especial, pelo papel de Jesus Cristo, na premiação final do Emmy, que acontece na próxima segunda (17/9). Em sua carreira, ele tem um Oscar por Melhor Canção Original, vencido em 2013 pela música “Glory”, do filme “Selma”, o Tony Award de 2017 por co-produzir “Jitney”, um espetáculo da Broadway, e dez troféus Grammy, conquistados desde 2006.

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    Bill Daily (1927 – 2018)

    8 de setembro de 2018 /

    O ator Bill Daily, que ficou conhecido por interpretar o Major Healy na série “Jeannie É um Gênio” nos anos 1960, morreu de causas naturais aos 91 anos na última terça-feira (4/9). A informação foi confirmada pelo filho do ator. “Ele amou cada pôr do Sol, amou cada refeição. Ele só se decidiu ser feliz com tudo”, disse J. Patrick Daily, filho do ator, à Variety. Daily apareceu em todas as cinco temporadas de “Jeannie É um Gênio”, de 1965 a 1970, como colega de trabalho e melhor amigo do astronauta Major Nelson (Larry Hagman), um dos poucos mortais a saber do segredo da gênio Jeannie (Barbara Eden). Logo em seguida, ele também interpretou o vizinho de Bob Newhart no “The Bob Newhart Show”, entre 1972 e 1978, e viveu o psiquiatra Dr. Larry Dykstra em “ALF – O ETeimoso”, de 1987 a 1989. Fora estes personagens, ainda fez aparições nas séries clássicas “A Feiticeira”, “Mary Tyler Moore”, “O Jogo Perigoso do Amor”, “CHiPs”, “O Barco do Amor”, “Aloha Paradise” e muitas outras. Em 1991, voltou a viver o Major Healy num telefilme que marcou o reencontro do elenco original da série clássica, intitulado “Jeannie Ainda É um Gênio”, que revelou que Jeannie teve um filho com o Major Nelson. O seu último trabalho foi em “Horrorween”, de 2011.

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    Fox corta cena de O Predador com participação de amigo pedófilo do diretor

    7 de setembro de 2018 /

    A Fox decidiu intervier e cortar uma cena de “O Predador”, após descobrir que o diretor Shane Black havia escalado um amigo condenado por pedofilia para aparecer no filme. O ator Steven Wilder Striegel, de 47 anos, aparecia em uma rápida cena na qual dialogava com Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). A atriz descobriu mais tarde que Striegel foi condenado em 2010 por tentar atrair pela internet uma garota de 14 anos para um relacionamento sexual. Quando Munn notificou o estúdio de sua descoberta, a Fox decidiu cortar a cena. “Nós não estávamos cientes do passado de Striegel durante as filmagens ou o processo de escalação. Existem barreiras legais que nos impedem de pesquisar sobre o passado dos atores”, explicaram representantes da Fox em comunicado oficial, após o jornal The Los Angeles Times começar a investigar a história. O diretor Shane Black, no entanto, sabia da condenação do amigo. Os dois se conhecem desde 2004, quando foram apresentados por amigos em comum. “Eu, pessoalmente, decidi ajudar um amigo”, disse o cineasta. “Eu entendo que outras pessoas possam desaprovar. A condenação dele foi por uma acusação séria, que não deve ser desconsiderada”. Ele se justificou afirmando que não sabia de toda a história, apenas a versão contada por Striegel. O diretor acreditava que o amigo foi “pego em uma situação complicada, e não tinha uma intenção maligna de fazer o que fez”. Striegel passou seis meses na cadeia em 2010. O primeiro papel que conseguiu ao sair da prisão foi em “Homem de Ferro 3”, também dirigido por Black. Mais tarde, apareceria em outro dos projetos do amigo: “Dois Caras Legais”, comédia de ação lançada em 2016. Entretanto, após o alerta de Munn, Black foi pesquisar e descobriu que Striegel lhe mentira sobre a gravidade do caso. “Infelizmente, ficou claro para mim que fui enganado por um amigo em que eu realmente quis acreditar que estava me dizendo a verdade quando descreveu as circunstâncias de sua condenação”, disse Black em seu próprio comunicado. “Eu acredito fortemente em dar às pessoas uma segunda chance, mas às vezes você descobre que a chance não é tão garantida quanto você esperava. E depois de aprender mais sobre o depoimento, transcrições e detalhes adicionais sobre a sentença de Steve Striegel, fiquei profundamente desapontado comigo mesmo. Peço desculpas a todos, no passado e no presente, a quem decepcionei por deixar Steve ao seu redor sem lhes dar chance de serem ouvidos”. “O Predador” estreia na quinta (13/9) nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    EUA identificam e processam hacker norte-coreano que atacou a Sony em 2014

    7 de setembro de 2018 /

    O Departamento de Justiça dos Estados Unidos formalizou uma ação judicial contra um hacker da Coreia do Norte, denunciado pela invasão aos sistemas da Sony Pictures em 2014 e pelo ataque conhecido como WannaCry 2.0 em 2017. O hacker Park Jin Hyok é acusado de ter invadido os sistemas da Sony Pictures em 2014 e vazar centenas de emails privados de executivos da empresa, filmes inéditos e roteiros de séries, em retaliação à produção da comédia “A Entrevista”, que ridicularizava o ditador norte-coreano Kim Jong-un. Em consequência dos vazamentos, Amy Pascal perdeu o cargo de presidente do estúdio. Segundo o Departamento de Justiça, Hyok fazia parte de um grupo de cibercriminosos conhecido como Lazarus, que trabalha a mando do governo norte-coreano. Esse time é apontado por diversas empresas de segurança como um dos maiores disseminadores de golpes virtuais do mundo, entre eles o roubo de US$ 81 milhões do Banco de Bangladesh em 2016 e o ataque do vírus WannaCry 2.0, que causou o maior pânico cibernético já registrado. O golpe infectava computadores com um vírus que sequestrava arquivos e apenas os liberava após os criminosos receberem pagamentos com a moeda virtual bitcoin. A acusação do DoJ foi feita com base numa investigação do FBI. Se for condenado, Hyok será sentenciado a penas que podem chegar a 27 anos de prisão. Mas, para isso, precisaria ser extraditado para os EUA, o que não deve acontecer, garantindo-lhe a impunidade.

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    Terry Crews recebe indenização do agente de Hollywood que teria lhe assediado

    7 de setembro de 2018 /

    O ator Terry Crews (“Brooklyn Nine-Nine”) recebeu uma indenização do agente de Hollywood que ele acusa de tê-lo assediado sexualmente. As partes chegaram a um acordo privado, e Adam Venit pagará uma quantia não revelada a Crews. O anúncio foi feito em um comunicado da William Morris Endeavor, empresa que gerencia a carreira de atores e outras personalidades, que tem Venit entre seus sócios. Crews acusou Venit de apalpá-lo durante um evento. Em documentos obtidos pelo jornal USA Today, a interação entre os dois teria se dado da seguinte forma: “Venit encarou Crews intensamente, mostrando sua língua para ele provocativamente”. Em seguida, “Venit agarrou o pênis e os testículos de Crews com tanta força que causaram dor imediata.” Em seu processo, o ator pediu que fossem tomadas medidas punitivas e exemplares para os danos causados pelo agente. Mas acabou se contentando em receber uma indenização e na aposentadoria de Venit. A procuradoria de Los Angeles não deu prosseguimento no caso como uma ocorrência criminal, e as partes não revelaram os detalhes de seu acordo. Venit anunciou que estava se aposentando do empresariamento de artistas.

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    Burt Reynolds (1936 – 2018)

    6 de setembro de 2018 /

    O lendário Burt Reynolds, astro de clássicos como “Amargo Pesadelo”, “Jogo Sujo”, “Agarra-me se Puderes” e “Boogie Nights”, morreu nesta quinta-feira (6/9) aos 82 anos, no hospital Jupiter Medical, na Flórida. Nascido Burton Milo Reynolds Jr. em 11 de fevereiro de 1936, ele cresceu na Flórida, filho do chefe de polícia de Riviera Beach, não muito longe dos Everglades. “Meu pai era meu herói, mas ele nunca reconheceu minhas conquistas. Eu sempre senti que nenhuma quantidade de sucesso me faria ser visto por ele como um homem”, escreveu em suas memórias, referindo-se ao fato de ter se tornado ator, em vez de seguir uma profissão mais viril. O pai gostava mais quando ele era halfback do time de futebol americano da Palm Beach High School, mas uma lesão no joelho no segundo ano o afastou da equipe e de uma bolsa de estudos esportiva, que poderia tê-lo levado em outra direção. Em vez disso, Reynolds ganhou uma bolsa para estudar artes dramáticas em Nova York, onde fez amizade com o então também estudante Rip Torn e conseguiram ambos entrar no Actors Studio, a escola de interpretação que deu ao mundo James Dean e Marlon Brando, entre outros. Depois de algumas aparições na Broadway e episódios televisivos, Reynolds ganhou seu primeiro grande papel como protagonista da série western “Riverboat”, ao lado de Darren McGavin. A atração se diferenciava dos demais bangue-bangues populares da época por seus mocinhos não andarem a cavalo, mas a bordo de um barco no rio Mississippi. Durou duas temporadas, entre 1959 e 1961, e serviu principalmente para o astro conhecer o maior parceiro de sua carreira, o dublê Hal Needham. Após o fim de “Riverboat”, Reynolds se juntou ao elenco de “Gunsmoke”, aparecendo da 8ª à 10ª temporada do western mais longo da história da TV como Quint Asper, um meio-comanche que se torna o ferreiro de Dodge City. O sucesso em westerns televisivos o levou aos filmes de cowboys, rendendo seu primeiro protagonismo cinematográfico em “Joe, o Pistoleiro Implacável” (1966), um spaghetti western do italiano Sergio Corbucci, mestre do gênero, que no mesmo ano criou “Django”. O longa se tornou bem conhecido pela trilha pegajosa que repetia o nome original do protagonista, Navajo Joe, até ele se tornar inesquecível, cortesia de outro mestre, Ennio Morricone. Reynolds continuou vivendo mestiços indígenas ao voltar para a TV, na pele de um detetive policial de Nova York com nome de ave de rapina, “O Falcão” (1966). Mas a produção durou só uma temporada e ele não demorou a pegar de volta seu chapéu de cowboy de cinema, contracenando com Rachel Welch em “100 Rifles” (1969) e Angie Dickinson em “Sam Whiskey, o Proscrito” (1969). O fracasso de “Dan August” (1970), sua segunda tentativa de emplacar como detetive de série policial, o afastou da TV. E abriu caminho para sua carreira começar a ser levada a sério. Em 1972, Reynolds estrelou o melhor filme de sua filmografia, “Amargo Pesadelo” (Deliverance). O longa de John Boorman acompanhava quatro amigos da cidade grande (entre eles Jon Voight, o pai de Angelina Jolie) num fim de semana de acampamento no interior profundo dos Estados Unidos, onde pretendiam praticar canoagem nas águas perigosas de um rio. Entretanto, a “diversão” que lhes aguarda é virar vítimas de horrores inimagináveis cometidos por caipiras sociopatas. O filme é de um realismo feroz e chegou a deixar o astro no hospital. O ator reclamou que as sequências de canoagem que usavam bonecos pareciam falsas e quis filmá-las ele mesmo, apesar do perigo representado pelas águas corredeiras. A canoa bateu nas pedras pela força da correnteza e quase o afogou, deixando-o com costelas quebradas. Em sua autobiografia, ele conta ter superado as dores para perguntar ao diretor como a cena tinha ficado. E Boorman lhe respondeu: “Como um boneco enfrentando a correnteza”. Com uma cena fortíssima de estupro masculino, que dura 10 minutos sem cortes, “Amargo Pesadelo” também deixou o público de estômago embrulhado. A obra inspirou todo um subgênero de terror com caipiras psicopatas e foi indicada a três prêmios da Academia – acabou perdendo para “O Poderoso Chefão”. “Se eu tivesse que colocar apenas um dos meus filmes em uma cápsula do tempo, seria ‘Amargo Pesadelo'”, escreveu Reynolds. “Eu não sei se é a melhor atuação que eu fiz, mas é o melhor filme em que eu já estive. Isso provou que eu poderia atuar, não apenas para o público, mas para mim.” A repercussão do filme só não foi maior porque o próprio Reynolds a eclipsou. Três meses antes da estreia, ele posou sem roupas para a revista Cosmopolitan, “trajando” apenas seu famoso bigode e sua vasta cobertura de pelos naturais, deitado sobre um tapete de pele de urso. Apresentado como o símbolo sexual masculino que melhor representava os anos 1970, ajudou a revista a vender 1,5 milhão de exemplares, recorde da publicação. E o mais impressionante é que a imagem do peladão-peludão persiste no imaginário popular até hoje, a ponto de ter sido satirizada na divulgação de “Deadpool”. “Chamaram de uma das maiores ações publicitárias de todos os tempos, mas foi um dos maiores erros que eu já cometi”, escreveu ele, “pois estou convencido de que custou a ‘Amargo Pesadelo’ o reconhecimento que merecia”. Mas o erro não deve ter sido tão grande assim, já que sete anos mais tarde ele se tornou um dos poucos homens a posar para uma capa da Playboy. Entre a nudez e o impacto do filme, Reynolds se tornou o ator mais comentado de 1972. E isto ainda lhe fez virar o primeiro convidado não-comediante do programa de entrevistas “The Tonight Show”, onde aumentou ainda mais sua popularidade ao demonstrar que também podia improvisar e ser engraçado, diante do afiado Johnny Carson. “Antes de conhecer Johnny, eu interpretava um monte de caras raivosos em séries ou filmes de ação esquecíveis, e as pessoas não sabiam que eu tinha senso de humor”, escreveu ele. “Minhas aparições no ‘The Tonight Show’ mudaram isso. Minha imagem pública era de um ator durão que nunca tinha a chance de viver um personagem brincalhão.” De repente, as comédias descobriram Reynolds, que apareceu, de forma surpreendente, como um esperma em “Tudo que Você Sempre Quis Saber sobre Sexo” (1972), de Woody Allen. Ele também satirizou seu luxuoso estilo de vida hollywoodiano, parodiando a si mesmo em “A Última Loucura de Mel Brooks” (1976), de Mel Brooks. Mas foi com “Golpe Baixo” (1974), de Robert Aldrich, que encontrou sua vocação, entronizando um personagem capaz de conjugar comédia, crime e ação. Na trama, Reynolds pôde resgatar suas antigas habilidades de jogador de futebol americano, ao interpretar o líder de um time de prisioneiros num jogo contra os guardas. Marcou época, influenciou tramas similares – “Fuga Para a Vitória” (1981), com Pelé, foi um deles – e acabou refilmado em 2005, com Reynolds fazendo participação especial. A partir deste filme, ele se estabeleceu como astro das maiores bilheterias da década, acumulando sucesso atrás de sucesso, ao mesmo tempo em que sua filmografia foi se tornando cada vez mais inconsequente. Como Dwayne “The Rock” Johnson hoje em dia, Reynolds passou a estrelar de três a quatro longas por ano, e pouco importava se tinham baixa qualidade e eram machistas de doer, pois praticamente todos lotavam os cinemas. O detalhe é que, quando acertava, Reynolds era capaz de lançar um novo subgênero sem querer. Foi o que aconteceu com “Agarre-Me Se Puderes” (1977). Ele encarou o filme despretensioso como um modo de dar uma força para o velho amigo dublê, que o acompanhava há tantos anos. Hal Needham escreveu e queria fazer sua estreia como diretor no longa, que só saiu do papel porque Reynolds topou estrelar. E a produção se tornou o maior sucesso da carreira do ator. A trama acompanhava Bo “Bandit” Darville, que topava uma aposta para transportar caixas de cerveja do Texas para Atlanta em 28 horas. Ele achava que cumprir a missão seria fácil, até dar carona para Carrie, uma noiva em fuga, literalmente, que deixou o filho do xerife Bufford no altar. Este contratempo faz com que seu carrão conversível seja perseguido em alta velocidade pela polícia do Texas até o fim da projeção. “Agarre-Me Se Puderes” gerou duas continuações, rendeu um namoro entre Reynolds e sua coestrela Sally Field e inspirou inúmeras produções similares, entre elas a bem-sucedida série “Os Gatões” (The Dukes of Hazzard). Além disso, criou uma parceria fortíssima entre Reynolds e Needham, que trabalharam juntos nos maiores sucessos seguintes do ator, entre eles outra comédia de ação que virou franquia, “Quem Não Corre, Voa” (1981). A fase dos blockbusters, porém, terminaria logo em seguida, com a comédia “A Melhor Casa Suspeita do Texas” (1982), com Doly Parton. Os lançamentos seguintes, que tentavam evocar sua fama de sex symbol, começaram a tropeçar, inevitavelmente, na idade do ator, que era quase cinquentão quando estrelou “Meus Problemas com as Mulheres” (1983). Apesar da popularidade, os filmes de Reynolds nunca foram unanimidade entre a crítica, e quando pararam de fazer sucesso passaram a ser ridicularizados na imprensa. A ironia é que sua carreira poderia ter continuado resplandecente por muitos anos, não fossem suas péssimas escolhas. Com status de estrela, ele recebia inúmeras ofertas e quase sempre optava pela pior comédia sobre papéis que se tornariam icônicos em outros gêneros. George Lucas, por exemplo, concebeu Han Solo com o ator em mente. Mas Reynolds não gostava de ficção científica. Ele também recusou o papel que rendeu o Oscar a Jack Nicholson em “Laços de Ternura” (1983), não quis pagar pelo sexo de Julia Roberts em “Uma Linda Mulher” (1990) e achou que os filmes de heróis de ação estavam em decadência quando devolveu o roteiro de “Duro de Matar” (1989). Mas no momento em que já previam sua aposentadoria, o astro resolveu se reinventar. Foi estrelar uma nova série, “Evening Shade”, em que vivia o técnico de futebol americano de uma escola interiorana. Exibida entre 1990 e 1994, a atração foi aclamada e rendeu seu primeiro prêmio importante, o Emmy de Melhor Ator de Comédia em 1992. Isto o levou de volta aos filmes bons. A começar pelo antológico “O Jogador” (1992), de Robert Altman, em que parodiou a si mesmo. Até finalmente aceitar, ainda que de forma relutante, estrelar um longa diferente de tudo o que estava acostumado a fazer. Mas pelo menos era uma comédia. Reynolds topou interpretar o diretor pornô Jack Horner em “Boogie Nights” (1997), o segundo longa do diretor indie Paul Thomas Anderson, que se passava na indústria pornográfica dos anos 1970. Mas assim que se viu na tela, na première do longa, demitiu seu empresário de longa data por envolvê-lo em algo que considerou de baixo nível. Seu desgosto com o filme, contudo, levou-o posteriormente a fazer uma grande reflexão sobre sua carreira, após o papel lhe trazer o reconhecimento da crítica e da Academia que ele nunca tivera. Ele recebeu sua primeira e única indicação ao Oscar (Melhor Ator Coadjuvante) por “Boogie Nights” e conquistou o Globo de Ouro em 1998. “Eu não me abri para novos roteiristas e papéis complicados porque não estava interessado em me desafiar como ator, estava interessado em me divertir”, lamentou Reynolds em sua autobiografia. “Como resultado, perdi muitas oportunidades de mostrar que sabia interpretar personagens sérios. Quando finalmente acordei e tentei acertar, ninguém queria me dar uma chance”. A carreira revitalizada por “Boogie Nights” não o levou aonde gostaria, marcando seus filmes finais com “homenagens”, como a participação no remake de “Jogo Sujo” (2005), em que viu Adam Sandler assumir seu papel original, e na versão de cinema de “Os Gatões” (2005). Ele continuou atuando em filmes cada vez mais fracos e fazendo eventuais aparições em séries. Mas planejava sair de cena por cima, após ser convidado por Quentin Tarantino a aparecer em “Once Upon a Time in Hollywood”. Enquanto negociava o papel, acabou falecendo. Endividado após o divórcio e por maus investimentos em restaurantes, o antigo astro vinha vendendo toda as suas propriedades nos últimos anos, incluindo sua fabulosa fazenda de...

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    Astro de Game of Thrones terá que pagar US$ 2 milhões para a ex-empresária

    5 de setembro de 2018 /

    O ator dinamarquês Nikolaj Coster-Waldau, intérprete de Jaime Lannister em “Game of Thrones”, terá que pagar US$ 2 milhões para a ex-empresária Jill Littman, segundo decisão de uma juiza da corte arbitral de Los Angeles. Por quase uma década, Littman e a Impression Entertainment cuidaram da carreira do ator. Em setembro de 2015, ele decidiu encerrar a relação. Mas a a agente entrou na justiça para ter direito a algumas comissões, apresentando um documento assinado pelo próprio Nikolaj em que ele deveria entregar honorários mesmo após a demissão, até o fim de “Game of Thrones”. O advogado do ator rebateu dizendo que não existia tal contrato, apenas um acordo verbal, e quaisquer documentos apresentados pela empresária com a assinatura de Coster-Waldau foram feitos apenas para assegurar seu visto de trabalho, já que ele é estrangeiro. A situação se complicou a partir daí, pois se o documento fosse fraudulento, o ator teria trabalhado ilegalmente nos Estados Unidos e poderia ter o visto revogado. A estratégia se voltou contra Coster-Waldau. Que agora terá que ser mais Lannister que nunca e pagar suas dívidas, podendo piorar a situação se estender a disputa. Mas seu advogado pretende apelar da decisão da corte arbitral.

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    Prêmios e objetos pessoais de Robin Williams serão leiloados pela família do ator

    5 de setembro de 2018 /

    Diversos objetos pessoais de Robin Williams serão leiloados no próximo dia 4 de outubro, em Nova York, pela família do ator, falecido em 2014, com o objetivo de financiar a criação da Fundação Robin Williams, que concederá bolsas de estudos para a prestigiada escola de artes Julliard, de Nova York. Entre os mais de 300 itens selecionados, estão os 40 prêmios que ele recebeu em sua carreira, incluindo os Globos de Ouro pelas atuações em “Mork & Mindy”, “Bom Dia, Vietnã”, “O Pescador de Ilusões”, e “Uma Babá Quase Perfeita”. A coleção também inclui várias obras de arte e artigos esportivos autografados por ídolos como Mohammed Ali e LeBron James. “Costumávamos escolher coisas que nos faziam rir, pensar, ou que queríamos cuidar durante um período de tempo para poder vê-las de forma regular”, explicou Martha, a viúva do ator. Os dois ficaram casados por 20 anos. Por decisão de Martha e dos filhos do casal, parte do dinheiro também será doado a organizações como a Human Rights Watch, a Fundação Cristopher e Dana Reeve, o Hospital Infantil de Pesquisa St. Jude’s e o Wounded Warrior Project.

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    Ícaro Silva é atingido por tiros da PM no Rio de Janeiro

    5 de setembro de 2018 /

    O ator Ícaro Silva foi atingido por estilhaços de balas às 5h da manhã desta quarta (5/9) quando passava de carro pelo Túnel Zuzu Angel, nas proximidades da Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio. Os tiros teriam sido disparados por policiais militares. Segundo boletim de ocorrência obtido pelo jornal carioca Extra, Ícaro havia saído da Zona Sul e estava deixando o Zuzu Angel quando viu um carro reduzindo a velocidade. Ele disse que ultrapassou esse veículo e se deparou com PMs na via. Num primeiro momento, o ator alegou que não entendeu se a ordem dada pelos agentes era para que parasse ou seguisse. Ainda de acordo com o relato de Ícaro, ele acelerou e, logo depois, ouviu disparos, sentiu que um atingiu seu veículo e notou sangue em seu braço esquerdo. Mesmo ferido, ele dirigiu até o Hospital Barra D’Or, na Barra da Tijuca, onde foi atendido. Ícaro recebeu alta por volta das 8h30 e, nove horas depois do ocorrido, fez um desabafo em seu perfil nas redes sociais, agradecendo por estar vivo, ao lado da foto do curativo em seu braço. “Um policial pediu para reduzir e eu obedeci. Baixei o vidro e perguntei o que estava acontecendo. O nível de estresse dele era muito alto, ele falava comigo diretamente do inferno, o coração em guerra. Outros dois policiais vieram gritando, os fuzis apontados para mim. Não sei se me reconheceram ou não, mas com a mesma violência com que me pararam, me mandaram ir embora, xingando e berrando em seu estado de guerra. Quando eu voltava a acelerar e, antes de entender o que estava acontecendo, um estampido no meu carro me congelou. ‘Isso é um tiro?’ Os próximos vários confirmaram que sim”, escreveu no Instagram. “Abaixei a cabeça e enfiei o pé no acelerador como se tudo no mundo fosse tiro e pedal. Enquanto meu pé e meu coração aceleravam, minha sensação física era de ‘não precisa ser assim’. De fato, não precisa. Acelerei sem fim até me ver longe dali, o corpo em choque, a cabeça caçando sentido, como se houvesse algum nessa barbárie cotidiana que é o Rio, minhas mãos trêmulas. Só depois de respirar fundo percebi o buraco de bala no para-brisa do meu carro e minha blusa molhada”, continuou. “’Meu Deus. Eu levei um tiro?’” Me apalpei até encontrar o furo ensanguentado no meu braço. Sim, uma bala rasgou meu braço e deixou uns estilhaços ali, carimbo metalizado da violência urbana. Um pequeno pedaço de metal e morte que podia ter cruzado meu peito ou minha cabeça, um lembrete da nossa frágil condição de gente”. Em seguida, ele lamentou a violência sofrida e agradeceu por estar vivo. “Estou legal. Estou muito feliz por não ter morrido, sério. Tem muita coisa para fazer por aqui, muita coisa para ver e muita, muita coisa para consertar. Muito obrigado por todas as mensagens, estou mais solicitado que no meu aniversário. Vocês são lindos, são lindos demais. Espero que essa história infelizmente cotidiana nos inspire a desconstruir nossa agressividade diante da vida. É hora de desarmar e amar”, escreveu o ator no Instagram. Em nota, a assessoria da Polícia Militar informou que policiais militares do 23º BPM (Leblon), que realizam o cerco da Rocinha, foram informados por populares que criminosos estariam praticando roubos no interior do túnel Zuzu Angel. Eles foram até a Autoestrada Lagoa-Barra para verificar a informação e nada foi constatado. “Já próximo à Rocinha, os policiais avistaram o veículo com as características mencionadas e tentaram a abordagem, houve reação, gerando o confronto. Os criminosos conseguiram fugir. Até aquele momento não havia informações de feridos. Logo após, policiais do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) foram alertados da entrada do ator Ícaro Silva no Hospital Barra D’Or, ferido por estilhaços de arma de fogo no braço”. Ícaro estreou na televisão em 1998, na novela “Meu Pé de Laranja Lima” e depois de pequenas participações em outras novelas ganhou destaque com o personagem Rafa, de “Malhação”, onde permaneceu por quatro temporadas. Ele também viveu o cantor Jair Rodrigues no filme “Elis”, estrelou o longa “Sob Pressão”, que deu origem à série de mesmo nome e ainda integrou o elenco da novela “Pega Pega”, concluída em janeiro deste ano. A seguir, ele será visto no filme “Legalize Já!”, que conta a origem da banda Planet Hemp, com estreia prevista para 18 de outubro, e na série “Coisa Mais Linda”, sobre a época da bossa nova, ainda sem previsão de lançamento na Netflix. Queridos amigos, amores, seguidores e parceiros, eu estou bem! Hoje mais cedo, ao sair do túnel Zuzu Angel voltando para a Barra, me vi em meio a uma violenta confusão que até agora não sei se era uma blitz, um tiroteio ou uma dessas operações de guerra infelizmente tão habituais na nossa cidade. Viaturas, policiais com fuzis na mão e aquele medo súbito que o carioca conhece tão bem. Um policial me pediu para reduzir e eu obedeci. Baixei o vidro e perguntei o que estava acontecendo. O nível de stress dele era muito alto, ele falava comigo diretamente do inferno, o coração em guerra. Outros dois policiais vieram gritando, os fuzis apontados para mim; não sei se me reconheceram ou não, mas com a mesma violência com que me pararam, me mandaram ir embora, xingando e berrando em seu estado de guerra. Quando eu voltava a acelerar e antes de entender o que estava acontecendo, um estampido no meu carro me congelou. “Isso é um tiro?” Os próximos vários confirmaram que sim. Abaixei a cabeça e enfiei o pé no acelerador como se tudo no mundo fosse tiro e pedal. Enquanto meu pé e meu coração aceleravam, minha sensação física era de “não precisa ser assim”. De fato, não precisa. Acelerei sem fim até me ver longe dali, o corpo em choque, a cabeça caçando sentido, como se houvesse algum nessa barbárie cotidiana que é o Rio, minhas mãos trêmulas. Só depois de respirar fundo percebi o buraco de bala no para-brisa do meu carro e minha blusa molhada. “Meu Deus. Eu levei um tiro?” Me apalpei até encontrar o furo ensanguentado no meu braço. Sim, uma bala rasgou meu braço e deixou uns estilhaços ali, carimbo metalizado da violência urbana. Um pequeno pedaço de metal e morte que podia ter cruzado meu peito ou minha cabeça, um lembrete da nossa frágil condição de gente. Eu to legal. To muito feliz por não ter morrido, sério. Tem muita coisa pra fazer por aqui, muita coisa para ver e muita, muita coisa para consertar. Muito obrigado por todas as mensagens, to mais solicitado que no meu aniversário, rs. Vocês são lindos, são lindos demais. Espero que essa história infelizmente cotidiana nos inspire a desconstruir nossa agressividade diante da vida. É hora de desarmar e amar. Uma publicação compartilhada por Ícaro (@icsilva) em 5 de Set, 2018 às 9:58 PDT

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    Christopher Lawford (1955 – 2018)

    5 de setembro de 2018 /

    Morreu o ator Christopher Lawford, que apareceu em filmes como “O Exterminador do Futuro 3: A Rebelião das Máquinas” (2003) e “13 Dias que Abalaram o Mundo” (2000). Ele tinha 63 anos e faleceu após passar mal em uma aula de ioga na noite da terça-feira (4/9). A causa da morte só será determinada após uma autópsia. Christopher era filho do famoso ator Peter Lawford (do “Onze Homens e um Segredo” original), um dos integrantes da “rap pack” de Frank Sinatra, e de Patricia Kennedy, irmã do ex-presidente John F. Kennedy. E só começou a carreira artística após superar a fama negativa de ser o herdeiro drogado dos Kennedy. Em sua autobiografia, ele descreveu sua luta contra o vício em remédios e álcool. Sóbrio desde 1984, Lawford se tornou ativista por melhores centros públicos de tratamento para usuários de drogas e, durante o governo de Arnold Schwarzenegger na Califórnia, foi um dos diretores do Conselho de Saúde Pública do estado. Lawford só estreou no cinema em 1988, no elenco “Clube do Suicídio”. Dois anos depois, atuou ao lado de Sean Connery e Michelle Pfeiffer em “A Casa da Rússia”, e entre 1992 e 1995 apareceu na novela americana “All My Children”. Ele também trabalhou em dois filmes com Arnold Schwarznegger. Além do citado “Exterminador do Futuro”, contracenou com seu futuro chefe no governo da Califórnia em “O 6º Dia” (2000). E participou de um longa sobre seu tio mais famoso, “13 Dias que Abalaram o Mundo”, centrado na crise de mísseis de Cuba de 1962, que quase deu início à 3ª Guerra Mundial. Outros filmes no currículo de Lawford incluem “The Doors” (1991), “Rede de Corrupção” (2001), “Desafiando os Limites” (2005) e “Um Sonho Dentro de um Sonho” (2007). Seu último trabalho no cinema foi o drama “Eavesdrop” (2008).

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