Demi Lovato agradece “amor, orações e apoio” após ser internada por suposta overdose
Um representante de Demi Lovato agradeceu “a todos pelo amor, orações e apoio”, após a cantora ser levada de emergência a um hospital em Los Angeles na tarde de terça-feira (24/7). As informações passadas, por meio de comunicado, dão conta de que ele está consciente e acompanhada da família. A nota divulgada não confirma a informação do site TMZ de que ela teria sido encontrada desacordada por paramédicos em sua casa, após supostamente sofrer uma overdose de heroína. “Algumas informações sobre a saúde dela foram reportadas de forma incorreta durante o dia, e a família pede por privacidade”, resume o texto. Primeiro a noticiar a emergência hospitalar, o TMZ publicou que fontes da polícia informaram que a cantora sofrera overdose. Mais tarde, o site publicou informação de outra fonte, ouvida no hospital, que parecia corroborar a história, ao relatar que Demi estaria recebendo tratamento com um medicamento usado para reverter os efeitos de opioide – drogas como heroína. Mas um integrante de sua família garantiu que ela não usou heroína, embora não quisesse revelar qual droga causou o seu estado. O site informou que a própria Demi se recusou a dizer aos paramédicos que a socorreram que droga consumiu, e que teria causado sua overdose, e a política não encontrou nenhum vestígio de drogas ilegais em sua casa. Por conta disso, o caso não está sendo investigado como crime – justamente pela ausência de evidências. Ainda não há detalhes sobre seu estado de saúde. A popstar de 25 anos revelou publicamente sua luta contra a dependência química em 2013, quando anunciou que estava sóbria desde 2011, sem consumir álcool e drogas. No mês passado, ela lançou o single “Sober” (sóbria) em que trata do tema na primeira pessoa em uma narrativa confessional, sobre o poder destruidor do vício. A letra, porém, parecia confessar uma recaída – ou, ao menos, grande dificuldade para evitá-la. Demi deveria iniciar uma nova turnê musical nesta semana, e também tinha planos de retomar a franquia de telefilmes “Camp Rock”, que a projetou no Disney Channel há dez anos.
Demi Lovato teria sofrido overdose
A cantora e atriz Demi Lovato teria sido encontrada inconsciente em sua casa por paramédicos em Los Angeles e levada às pressas para um hospital nesta terça-feira (24/7), pouco antes de meio-dia (16h no horário de Brasília). As informações sobre o motivo do atendimento e o estado de saúde da estrela pop são desencontradas. Fontes da polícia ouvidas pelo site TMZ informaram que Demi teria sofrido uma aparente overdose causada por uso de heroína. O site, porém, não sabe precisar o que aconteceu nem para qual hospital ela foi conduzida. A intérprete da Smurfette na recente animação “Os Smurfs e a Vila Perdida” passara a noite de segunda celebrando o aniversário de um amigo, postando imagens em seu Instagram, em que aparentava felicidade. A popstar de 25 anos revelou publicamente sua luta contra a dependência química em 2013, quando anunciou que estava sóbria desde 2011, sem consumir álcool e drogas. No mês passado, ela lançou o single “Sober” (sóbria) em que trata do tema na primeira pessoa em uma narrativa confessional, sobre o poder destruidor do vício. A letra, porém, parecia confessar uma recaída – ou, ao menos, grande dificuldade para evitá-la. Demi deveria iniciar uma nova turnê musical nesta semana, e também tinha planos de retomar a franquia de telefilmes “Camp Rock”, que a projetou no Disney Channel há dez anos.
Criador de Rick and Morty se desculpa por vídeo ofensivo usado pela extrema direita para pedir sua demissão
Novo alvo da extrema direita dos Estados Unidos, o roteirista-produtor Dan Harmon, um dos criadores do desenho “Rick and Morty” para o Adult Swim, bloco adulto do Cartoon Network, emitiu um pedido de desculpas pelo vídeo descoberto pelos paladinos da moral que querem sua demissão. O grupo de apoiadores de Donald Trump, liderado por Mike Cernovich, responsável por expôr os tuítes ofensivos de James Gunn, que levaram o diretor
Roseanne Barr está “enojada” com apoio recebido por James Gunn após ser demitido pela Disney
Roseanne Barr está inconformada. Ou, em suas palavras, “enojada”. Depois de ser demitida e ter a série que leva seu nome cancelada devido a um tuíte racista que escreveu contra uma ex-assessora do presidente americano Barack Obama, ela decidiu se revoltar contra as mensagens de apoio recebidas por James Gunn, diretor da franquia “Guardiões da Galáxia”, demitido pelo mesmo conglomerado (Disney) após uma blitz da extrema direita que trouxe à tona antigos tuítes com piadas sobre pedofilia e estupro. “Estou enojada por ler todas as mensagens de apoio às piadas de pedofilia de James Gunn, já que as mesmas pessoas apoiaram a minha demissão por uma piada que elas nem entenderam”, escreveu a comediante em seu Twitter, na segunda (23/7). A demissão de Roseanne Barr aconteceu em maio, quando ela publicou um tuíte em que dizia que Valerie Jarrett, ex-assessora de Obama, era o resultado da mistura entre “macacos” e a “Irmandade Muçulmana”. A frase repercutiu negativamente na internet porque Jarrett é uma mulher negra que nasceu no Irã, fazendo com que o comentário fosse considerada extremamente racista, levando a presidente da rede ABC a anunciar o fim da série “Roseanne”, que era líder de audiência da TV americana em seu retorno ao ar. À época, Roseanne culpou o uso de remédios pelo comentário na rede social. Recentemente, porém, em seu canal no YouTube, ela deu outra justificativa. “Eu achei que a vadia fosse branca, porra”, disparou num vídeo, igualmente ofensivo e odioso. Há diferenças entre os dois casos. Os tuítes de James Gunn foram feitos há mais de uma década, quando ele não era funcionário da Marvel/Disney, ao contrário de Roseanne, que era funcionária da ABC/Disney quando escreveu seus disparates neste ano. Além disso, o diretor mostrou humildade diante da situação e se assumiu arrependido dos dias em que buscava chocar sem se preocupar com sensibilidades. Outra diferença foi apresentada pela jornalista Dana Schwartz, da revista Entertainment Weekly, que afirmou em seu Twitter que piadas sobre pedofilia não são pedofilia, ainda que não tenham a menor graça. Já piadas racistas são racismo mesmo.
Conheça a trajetória de Nicole Maines, que viverá a primeira super-heroína transexual da TV
A atriz Nicole Maines vai fazer história como a primeira super-heroína transexual da TV, na próxima temporada de “Supergirl”. E sabe da responsabilidade que isso representa. “Parece apropriado dizer que com grandes poderes vêm grandes responsabilidades. Estou nervosa porque quero fazer do jeito certo”, disse Maines, citando uma famosa frase dos quadrinhos do Homem-Aranha para a revista Variety. Apesar disso, o papel está longe de ser o maior desafio de sua vida, já que ela encarou vários, como contou em sua autobiografia, “Becoming Nicole”. O primeiro deles foi ser aceita pelos próprios pais. Nascida Wyatt em 7 de outubro de 1997, junto com seu irmão gêmeo Jonas, ela se descobriu transgênero aos três anos de idade, mas precisou chorar muito e sofrer para ter a identidade sexual respeitada em sua própria casa, já que o pai não a deixava usar os vestidos cor-de-rosa que ela queria. Foi na 4ª série do ensino fundamental que ela decidiu se chamar Nicole, como sua personagem favorita da série infantil “Zoey 101” (2005–2008), do canal Nickelodeon. E aos 15 anos de idade, já aceita pela família, passou a lutar por seus direitos na escola. Humilhada, ela não podia ir ao banheiro da instituição, porque foi impedida de frequentar o banheiro feminino após a reclamação do avô de uma de suas colegas. Também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying. Assim, ela deveria usar o banheiro dos funcionários. Ou segurar a vontade. A família de Nicole entrou com uma ação na Justiça por sentir que ela estava sofrendo discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil e a escola foi proibida de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. A decisão criou jurisprudência e se transformou num marco histórico na luta pela aceitação da comunidade trans. E tornou a ainda adolescente Nicole Maines conhecida em todo o país. Aos 18 anos, ela contou sua história no livro “Becoming Nicole”, escrito por Amy Ellis Nutt, jornalista do Washington Post, com o objetivo de mostrar a falta de preparo dos pais e das instituições para lidar com crianças transexuais. A publicação entrou na lista dos livros mais vendidos do New York Times e recebeu diversos prêmios. Naquele mesmo ano de 2015, Nicole estreou como atriz, participando da série “Royal Pains”, num episódio sobre os perigos sofridos por uma adolescente trans ao usar hormônios. No ano seguinte, foi destaque no documentário “The Trans List”, da HBO. Agora, dá início ao resto de sua vida, com seu primeiro papel recorrente numa série da TV aberta nos Estados Unidos, sem perder de vista que tudo começou com a vontade de usar um vestido rosa e ir ao mesmo banheiro de suas colegas de aula. “Muitas pessoas estão realmente ansiosas para contar a história das pessoas transgêneras, especialmente porque é uma questão muito importante para a nossa sociedade hoje. Parece justo termos um super-herói trans para as crianças trans poderem se inspirar. Eu gostaria que houvesse uma quando eu era pequena”, contou a atriz, hoje com 20 anos. “Nós podemos ser quem nós quisermos, podemos fazer o que quisermos: podemos ser super-heróis, porque, de muitas formas, nós somos. Temos a representação de pessoas trans na TV já há um tempo, mas não tem sido a representação correta”, apontou, citando que, muitas vezes, essas personagens são viciadas em drogas ou trabalham com prostituição. Além disso, são interpretados por atores cisgêneros (que se identificam com os gêneros com que nasceram) e heterossexuais. “São homens de vestidos, e isso tem sido prejudicial por muito tempo”. A questão é importante para Maines, que inclusive opinou sobre a controvérsia que se instaurou recentemente quando a atriz Scarlett Johansson foi anunciada para o papel de um homem trans no filme “Rub & Tug” – do qual ela abriu mão dias depois. “Acho que os atores cisgêneros não pegam esses papéis por mal, é apenas uma falha em reconhecer o contexto”, disse. “Você tem que pensar no contexto. Como trans, muitas pessoas nos acusam de nos fantasiarmos, por qualquer motivo que seja, e isso não é verdade. Ter pessoas trans em papéis trans mostra que nossas identidades são válidas e que nós existimos. Então quando temos atores cis fazendo personagens trans, isso propaga o estereótipo de que é um homem (ou mulher) se fantasiando, o que não é verdade”, apontou. “Estamos em uma época em que, mais do que nunca, a representação na mídia importa. E o que vemos na televisão tem um efeito muito dramático na sociedade”, acrescentou. A participação da atriz em “Supergirl” representa mais um avanço da série na opção por representatividade e tramas inclusivas, após elogiados arcos em que Alex (Chyler Leigh), irmã da heroína, assumiu-se lésbica, o super-herói Caçador de Marte (David Harewood) ilustrou a dificuldade de lidar com a demência de seu velho pai e o Guardião (Mehcad Brooks) refletiu o estigma do racismo. A forma como a série adapta temas relevantes da atualidade em tramas de super-heróis a diferencia de todas as outras produções do Arrowverse. Seguem, a seguir, algumas informações sobre a personagem de Nicole Maines. Ela foi escalada para interpretar Nia Nal, uma jornalista transsexual, que, segundo os produtores, se tornará uma super-heroína chamada Dreamer. Nas publicações da DC Comics, Dreamer, traduzida no Brasil como Sonhadora, é uma heroína conhecida da Legião dos Super-Heróis, o grupo do século 31 que foi introduzido em “Supergirl” na temporada passada. Mas muitos detalhes diferenciam a Sonhadora dos quadrinhos da versão que deve ser apresentada na série. A personagem é descrita pelos produtores como “confiante e fashionista” e “como uma versão mais jovem de Cat Grant” (Calista Flockhart). “Antes escritora de discursos políticos, Nia é a nova adição à equipe de jornalismo investigativo da CatCo, trazendo com ela astúcia e humor. Sob uma fachada de deboche existe uma jovem mulher com muito a oferecer ao mundo”, diz a sinopse da produção. Embora a identidade civil de Sonhadora tenha sido pouco explorada nos quadrinhos, seu nome original não é Nia, mas Nura Nal e ela vem de outro planeta, chamado Nalor. Seu poder é quase uma doença, uma condição que a faz sofrer de narcolepsia, dormir subitamente. Neste estado, Sonhadora manifesta a habilidade especial de literalmente sonhar. E as imagens de seus sonhos são visões do futuro que sempre se realizam, ainda que lhe cheguem incompletas. Ela não é transexual nos quadrinhos, mas uma loira platinada inspirada por pin-ups e starlets de Hollywood – como Jayne Mansfield e Mamie van Doren – , desenhada por John Forte em 1964 como a mais bonita e glamourosa das heroínas do futuro, fato enaltecido pela forma como deixava os legionários a seus pés em sua estreia. Detalhe: na época, ela era chamada de Dream Girl, a Garota dos Sonhos. Mas um fato divertido – e relativamente recente – é que Sonhadora já compartilhou seu corpo com Brianiac 5, o que não deixa de ser uma analogia para a transexualidade. Ao ganhar novamente um corpo feminino, ela terminou se casando com Brainy – antes da DC anular todos os casamentos da Legião dos Super-Heróis com muitos reboots desnecessários. Para completar, vale lembrar que, após estrear na temporada passada, Brainiac 5 será personagem fixo dos próximos episódios da série, interpretado por Jesse Rath.
Comediante que dublou desenho de Hércules provoca Disney por demissão de James Gunn
O comediante Bobcat Goldthwait resolveu protestar de forma provocativa contra a decisão da Disney de demitir o diretor James Gunn de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. O cineasta foi demitido na sexta (20/7) após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. O presidente da Disney, Alan Horn, classificou as mensagens como “indefensáveis”: “As atitudes ofensivas e as declarações de James no Twitter são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio e nós cortamos relações com ele”. Goldthwait, que deu voz vilão Dor, capanga de Hades em “Hércules”, animação produzida pela Disney em 1997, resolveu pedir para a Disney também demiti-lo. Ou melhor, em seu caso, tirar sua voz de uma vindoura atração do parque do estúdio, onde ele reprisaria o papel de “Hércules”. “Eu amo James Gunn. Ele é um amigo leal, muito talentoso, compassivo e gentil. Eu queria dizer algo, e aqui está: Querida Disney, eu odiaria que você ficasse como hipócrita, então estou sugerindo que vocês removam minha voz de uma atração que está chegando ao seu parque”, escreveu o comediante. “O que acontece é que, anos atrás, eu fiz um monte de piadas sarcasticamente chocantes e ofensivas. Muitas delas eu considero vergonhosas hoje em dia, e odiaria que a Disney ficasse mal na foto, visto que eu sou abertamente um crítico do presidente e de sua administração, e vocês parecem tomar suas decisões baseadas nas ordens de alguns de seus apoiadores mais radicais”, continuou, se referindo ao fato de que os tuítes de Gunn foram trazidos a tona por um apoiador de Donald Trump, conhecido por criar teorias de conspiração falsas durante a campanha presidencial de 2016. “Eu acho que James Woods também gravou algumas falas para essa atração do parque, por que vocês não dão uma olhada nos tuítes dele? São bem loucos!”, prosseguiu. Por ironia, o intérprete de Hades no mesmo desenho tem causado polêmica no Twitter por suas postagens agressivas em defesa de Trump. Por isso, não é alvo da campanha “moralista” da extrema direita. “Por fim, para deixar claro, eu apoio sobreviventes de abuso sexual, e também estive pensando: Vocês ainda ganham dinheiro com o seu filme ‘Energia Pura’? Estou perguntando para um amigo”, completa, sarcasticamente, citando o filme de 1995 dirigido por Victor Salva, que foi preso por abusar sexualmente de um ator mirim. Além de dublar o vilão no filme, Bobcat Goldthwait também fez a voz do personagem na série animada de “Hércules” e em várias atrações da Disney, sem esquecer que é lembrado até hoje por sua participação na franquia “Loucademia de Polícia” como o Cadete Zed. A Disney não emitiu nenhum tipo de declaração oficial respondendo ao post do comediante.
Elenco de Guardiões da Galáxia se manifesta sobre demissão de James Gunn
Passada a San Diego Comic-Con, mais integrantes do elenco de “Guardiões da Galáxia” resolveram se manifestar sobre a demissão do diretor James Gunn do terceiro filme da franquia, cada um a seu modo, juntando-se ao protesto inicial de Dave Bautista. James Gunn foi demitido na sexta (20/7) pelo presidente da Disney, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis”: “As atitudes ofensivas e as declarações de James no Twitter são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio e nós cortamos relações com ele”. O intérprete de Dax foi o primeiro a discordar, logo no começo da polêmica. “Eu tenho mais a dizer, mas por enquanto tudo o que digo é isso… James Gunn é uma das pessoas mais amorosas, carinhosas, de boa índole que eu já conheci. Ele é gentil e se importa com pessoas e animais. Ele cometeu erros. Todos nós cometemos. NÃO acho certo o que está acontecendo com ele”, escreveu Bautista. Ele ainda acrescentou: “O que aconteceu é muito maior que ‘Guardiões da Galáxia’, James Gunn, eu mesmo, Disney etc. Isto foi um ataque cibernazista bem-sucedido. A menos que comecemos a nos unir para enfrentar essa bosta, estejam as pessoas ofendidas ou não… vai ficar muito pior. E isto pode acontecer a qualquer pessoa”, declarou. Michael Rooker, o Youndu, ficou ainda mais revoltado e, por conta disso, tomou uma decisão radical. Ele decidiu abandonar o Twitter, que considera cúmplice da situação. “Essa conta vai ficar inativa depois desse post”, escreveu em sua despedida da rede social. Nós estamos cansados e tristes com toda a merda que vem acontecendo. Nem eu nem meus representantes vamos usar o Twitter de novo. Twitter é uma merda e não quero ter mais nada a ver com isso. Obrigado àqueles que vieram com palavras gentis e de apoio. “Vejo vocês no Instagram.” Em clima oposto, Chris Pratt, o Senhor das Estrelas, postou um versículo bíblico para se justificar, após ter evitado o assunto durante a Comic-Con, onde promoveu a animação “Uma Aventura Lego 2”. “Meus amados irmãos, tenham isto em mente: ‘Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para se revoltar’. Tiago 1:19”, citou o intérprete do Senhor das Estrelas. Já Zoe Saldana e Karen Gillan fizeram questão de compartilhar amor com toda a “família Guardiões da Galáxia” e afirmar que iriam se pronunciar melhor assim que processassem o que aconteceu. “O final de semana tem sido desafiador e eu não vou mentir. Eu vou tirar uma pausa para levar tudo em consideração antes de falar. Eu só quero que todo mundo saiba que eu amo TODOS os membros da família Guardiões da Galáxia. Sempre amarei”, disse a atriz que vive Gamora no Universo Cinematográfico Marvel. “Amo todos os membros da família Guardiões da Galáxia”, declarou a intérprete de Nebula (ou Nebulosa). “Só pra deixar claro, eu vou falar mais sobre isso depois, só queria esclarecer isso por agora. Amo todos vocês.” Em tom similar, mas mais assertiva, Pom Klementieff, a Mantis, divulgou um vídeo em que escreve à mão a seguinte mensagem: “Nós somos Groot. Nós somos uma família. Nós estamos juntos”. Por fim, Sean Gunn, irmão do diretor e intérprete de Kraglin, escreveu um longo post no Instagram, que pode ser resumido pela seguinte frase: “Não preciso nem dizer que eu amo e apoio o meu irmão James e tenho muito orgulho de como ele é gentil, generoso e compassivo com todas as pessoas em sua vida”.
Extrema direita traz à tona vídeo controverso e faz criador de Ricky and Morty deixar Twitter
Dan Harmon, criador das séries “Community” e “Ricky and Morty”, saiu do Twitter após virar alvo do mesmo grupo de extrema direita que denunciou o diretor James Gunn por piadas de pedofilia e estupro, fazendo-o ser demitido pela Disney de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. O grupo liderado por Mike Cernovich e ecoado pela conta The_Donald, de apoio ao presidente Trump, resgatou o esquete “Daryl”, de 2009, uma paródia da série “Dexter”, na qual Harmon interpreta um terapeuta que assedia sexualmente um bebê. Como resultado da investida, Harmon deletou sua conta do Twitter. No vídeo, que pode ser conferido abaixo, ele brinca que tem um piloto para o canal Showtime. “Olá, sou Dan Harmon”, diz. “O que você vai ver é o meu piloto controverso de `Daryl`. Agora, preciso avisar, eu fiz isso originalmente para o público do Showtime, porque é um pouco chocante para as pessoas normais. Mas vai que você me surpreende. Boa sorte”. Ele então apresenta o esquete no qual seu personagem prescreve remédio para dormir a um paciente. O objetivo do “médico” é entrar na casa da vítima à noite para estuprar o seu bebê – a produção deixa evidente se tratar de um boneco. O vídeo foi postado originalmente no Channel 101, canal criado pelo próprio Harmon, que realiza uma competição de paródias. Ao protestar contra a demissão de James Gunn, o ator Dave Baustista já tinha apontado que a questão era mais ampla que o caso específico do diretor de “Guardiões da Galáxia”. “O que aconteceu é muito maior que ‘Guardiões da Galáxia’, James Gunn, eu mesmo, Disney etc. Isto foi um ataque cibernazista bem-sucedido. A menos que comecemos a nos unir para enfrentar essa bosta, estejam as pessoas ofendidas ou não… vai ficar muito pior. E isto pode acontecer a qualquer pessoa”, declarou. Fato. Após conseguir demitir um “inimigo” do presidente Trump, Cernovich tem dedicado todo o seu tempo disponível para vasculhar tuítes antigos de outros “liberais”. Defensor dos “direitos dos homens”, ele é um dos maiores difusores de “fake news” e teorias de conspiração dos Estados Unidos, e também já postou nas últimas horas posts supostamente controversos de Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”) e Michael Ian Black (“Wet Hot American Summer: Ten Years Later”), escritos há vários anos atrás. Detalhe relevante: se Cernovich não tem piadas de estupro em sua timeline, possui uma condenação criminal. Ele foi acusado por estupro em 2003, mas fechou um acordo para ser condenado “apenas” por agressão e cumpriu uma pena de serviços comunitários. Ao responder um dos ataques, Michael Ian Black lembrou do fato: “Há uma diferença qualitativa entre um comediante que faz piadas – mesmo piadas ofensivas (eu) – e alguém acusado de estupro em 2003 (você)”. Com isso em mente, veja o vídeo abaixo.
Propaganda em que Natalie Portman “passa no vestibular” em Minas vira meme na internet
Natalie Portman virou meme sem querer. Além de atriz vencedora do Oscar, a estrela é formada em psicologia na prestigiada universidade de Harvard além de ter cursos da Universidade Hebraica e artigos científicos publicados, mas, ao menos em uma peça publicitária, ela teria também passado no vestibular de medicina veterinária em Patos de Minas (MG), após frequentar aulas no Colégio Da Vinci. O detalhe é que ela não passou sozinha. A atriz Emma Roberts, outra aluna do Da Vinci, também se bem no vestibular, passando em Agronomia. Que colégio bom! A propaganda viralizou na internet nesta segunda-feira (23/1), destacando principalmente a imagem de Natalie Portman com a cabeça raspada e a cara pintada com a abreviatura do curso que a teria aprovado, pulando de alegria. Na verdade, trata-se de uma imagem da época do filme “V de Vingança”, que recebeu intervenção para transformar a personagem da atriz numa “bixete” brasileira. Ela realmente raspou o cabelo para o filme, lançado 13 anos atrás. Procurado pela imprensa, o Colégio Da Vinci afirmou preferir não se pronunciar sobre o assunto para ele seja encerrado “da maneira mais discreta possível”. Segundo a instituição, a campanha teria sido encerrada na semana passada. Mas, como se sabe, a internet não esquece. E adora um meme. Veja abaixo algumas das piadas criadas por conta da publicidade. Será que as estrelas vão cobrar quando descobrir o uso não autorizado da sua imagem? Parabéns a Natalie Portman por ter passado no vestibular em Veterinária no Brasil pic.twitter.com/twd4O40blI — bátima (@batmangypsy) 23 de julho de 2018 dos mesmos diretores de V de vingança vem aí a aguardada sequência V de veterinária — Eduardo (@eueduramos) 23 de julho de 2018 Parabéns pra Natalie Portman pela conquista! ..(E um puxão de orelha nos responsáveis pela arte ?)..#vestibular #natalieportman #photoshop #fail #publicidade https://t.co/lORqzacLLH pic.twitter.com/oEjBEMzPCw — José Telmo (@JoseTelmo) 23 de julho de 2018 Em "Aniquilação" ela já mostrava sua vocação para veterinária….parabéns Natalie Portman….rsrs pic.twitter.com/SClCtTj3H4 — Marcio A. Luciano (@Marcioalex80) 23 de julho de 2018 Emma Roberts tbem, passou em Agro pic.twitter.com/XsXKmn3AYb — Prix Araujo (@Prixike) 23 de julho de 2018 EU TO MORRENDOOOOO KKKKKKKKesses estagiários de publicidade e design foram longe demais https://t.co/2d2u9Vyipf — josé ⭐ (@MdxDavid) 23 de julho de 2018
Dennis Quaid revela que consumia cocaína todos os dias e a droga fazia parte do orçamento dos filmes nos anos 1980
O ator Dennis Quaid revelou que na época em que estrelava blockbusters como “Acerto de Contas” (1986), “Viagem Insólita” (1987), “Sob Suspeita” (1987) e “A Fera do Rock” (1989), usava cocaína praticamente todos os dias. Mais que isso: o vício era alimentado pelos estúdios, que incluíam a despesa com a droga em seus orçamentos. Quaid fez a revelação durante entrevista para a jornalista Megyn Kelly no programa “Today”, que foi ir ao ar nesta segunda-feira (23/7). “Cresci nos anos 1960 e 1970 e se tinha uma relação bem diferente em relação às drogas. Até no orçamento dos filmes!”, contou o ator. “Eu usava cocaína, basicamente, como uma rotina diária durante os anos 1980. Passei muitas e muitas noites gritando para Deus, para que tirasse aquilo de mim, que eu nunca faria aquilo de novo e que só tinha uma hora até ter que ir para o trabalho”, descreveu. “Eu tive visões em que me via morto, ou perdendo tudo o que tinha.” Além de confessar o vício, ele falou sobre seu relacionamento com Meg Ryan, com quem formou um dos casais mais invejados da época, classificando-o como o “maior sucesso que tive na vida”. No entanto, o ator disse que, quando a carreira dela decolou e a sua estacionou, ele se sentiu diminuído. “Eu não sabia que eu era um cara tão ‘pequeno’. Mas eu era. Foi uma oportunidade de crescer, e eu aprendi depois disso”. Veja a íntegra da entrevista abaixo, em que Quaid também fala de sua preparação para viver o ex-presidente Ronald Reagan no cinema.
Dave Bautista protesta contra a demissão do diretor de Guardiões da Galáxia
Os fãs não são os únicos a protestarem contra a demissão de James Gunn de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. O ator Dave Bautista, intérprete do herói Drax, também decidiu se manifestar nas redes sociais contra o que considerou uma injustiça da Disney. James Gunn foi demitido na sexta (20/7) pelo presidente do estúdio, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis”: “As atitudes ofensivas e as declarações de James no Twitter são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio e nós cortamos relações com ele”. Integrante proeminente da franquia “Guardiões da Galáxia”, Dave Bautista discorda. “Eu tenho mais a dizer, mas por enquanto tudo o que digo é isso… James Gunn é uma das pessoas mais amorosas, carinhosas, de boa índole que eu já conheci. Ele é gentil e se importa com pessoas e animais. Ele cometeu erros. Todos nós cometemos. NÃO acho certo o que está acontecendo com ele”, escreveu o ator. Ele ecoa o sentimento dos fãs, que criaram uma hashtag em defesa do cineasta (#JamesGunnDidNothingWrong) e um abaixo-assinado para sua recontratação, que reuniu quase 100 mil apoiadores em 48 horas. O próprio James Gunn se manifestou após a demissão, por meio de uma nota em que se diz arrependido: “Minhas palavras de quase uma década atrás eram, na época, esforços infelizes e fracassados de ser provocativo. Me arrependi delas há muito tempo, não apenas por serem idiotas, nada engraçadas, insensíveis e certamente nada provocativas, mas também por não refletirem a pessoa que sou hoje ou que tenho sido há algum tempo”. O pedido de desculpas de Gunn se encerra mostrando resignação com a decisão da Disney: “Independentemente de quanto tempo passou, eu entendo e aceito as decisões tomadas hoje. Mesmo muitos anos depois, assumo total responsabilidade pela maneira como me portei. (…) Para todos na indústria e além dela, eu ofereço minhas mais profundas desculpas. Amor para todos vocês”. Baustista, porém, aponta que a questão é mais ampla que o caso específico de Gunn. Ao ser questionado por um seguidor se filmaria “Guardiões da Galáxia Vol. 3” com outro diretor, ele apontou que a demissão do diretor é maior que o filme, pois foi resultado de um “ataque cibernazista” (cybernazi). “O que aconteceu é muito maior que ‘Guardiões da Galáxia’, James Gunn, eu mesmo, Disney etc. Isto foi um ataque cibernazista bem-sucedido. A menos que comecemos a nos unir para enfrentar essa bosta, estejam as pessoas ofendidas ou não… vai ficar muito pior. E isto pode acontecer a qualquer pessoa”, declarou. Fato. Personalidades da extrema direita americana estão comemorando a vitória contra quem consideravam um “inimigo” do presidente Trump. Além disso, a demissão validou Mike Cernovich, um dos responsáveis por resgatar as “piadas”. Defensor dos “direitos dos homens”, ele é um dos maiores difusores de “fake news” e teorias de conspiração dos Estados Unidos, e também lançou campanha para que o FBI analise o material disponibilizado para prender Gunn por crimes de pedofilia. Como a tática deu resultado, Cernovich agora vasculha tuítes antigos de outros “inimigos”. Os comediantes Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”) e Michael Ian Black (“Wet Hot American Summer: Ten Years Later”) já foram intimidados pelo fã de Trump. Ele começou a postar tuítes controversos dos dois artistas, escritos há vários anos atrás. Detalhe relevante: se Cernovich não tem piadas de estupro em sua timeline, possui uma condenação criminal. Ele foi acusado por estupro em 2003, mas fechou um acordo para ser condenado “apenas” por agressão e cumpriu uma pena de serviços comunitários. Ao responder um dos ataques, Michael Ian Black lembrou do fato: “Há uma diferença qualitativa entre um comediante que faz piadas – mesmo piadas ofensivas (eu) – e alguém acusado de estupro em 2003 (você)”. I will have more to say but for right now all I will say is this..@JamesGunn is one of the most loving,caring,good natured people I have ever met. He’s gentle and kind and cares deeply for people and animals. He’s made mistakes. We all have. Im NOT ok with what’s happening to him — Dave Bautista (@DaveBautista) July 21, 2018 What happened here is so much bigger then G3, @JamesGunn ,myself,@Disney etc. This was a #cybernazi attack that succeeded. Unless we start to unite together against this crap, whether people are offended are not! …it’s going to get much worse. And it can happen to anyone https://t.co/AMZEd0tfqb — Dave Bautista (@DaveBautista) July 22, 2018
Fãs da Marvel lançam petição e hashtag em protesto contra demissão de James Gunn
A demissão do diretor James Gunn de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” na sexta (20/7), após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” sobre pedofilia e estupro, não agradou aos fãs da Marvel. Um abaixo-assinado para sua recontratação reuniu quase 100 mil apoiadores em 48 horas. O criador da petição, Chandler Edwards, justificou a iniciativa com uma comparação. “Concordo que se alguém diz dispartes enquanto trabalha para um estúdio, o estúdio tem todo o direito de demitir esta pessoa. Mas a situação é muito diferente, já que ele fez essas piadas anos antes de trabalhar para a Disney”. Além desta petição, outras iniciativas similares estão se multiplicando. E fãs dos filmes dos “Guardiões da Galáxia” tem subido a hashtag #JamesGunnDidNothingWrong (James Gunn não fez nada errado) nas redes sociais. “Com isso, a Marvel acaba de matar sua melhor série de filmes, por causa do politicamente correto. O cara fez algumas piadas ruins que estavam tentando muito ser iradas e engraçadas, uma DÉCADA atrás. Por favor, me digam que todos vocês percebem o quanto isto é estúpido”, escreveu um internauta. Outro disse: “Imagine demitir um dos melhores diretores do MCU por causa dos tuítes que ele fez 10 ANOS ATRÁS. Enorme prejuízo por iniciativa da Disney, que de repente me fez perder o interesse em ‘Guardiões da Galáxia 3’…” “Isto é ridículo. Ok, são piadas muito difíceis. Mas você não pode demitir um diretor só [por causa] de alguém que decide vasculhar tuítes de 10 anos atrás. A Disney estava ciente de quem era James Gunn e as pessoas podem mudar. A mídia social e politicamente correta matará a todos nós. Estou muito triste”, protestou mais um. O tom se repete em vários tuítes. Por outro lado, personalidades da extrema direita americana estão comemorando a vitória. Afinal, a demissão validou Mike Cernovich, um dos responsáveis por resgatar as “piadas”. Defensor dos “direitos dos homens”, ele é um dos maiores difusores de “fake news” e teorias de conspiração dos Estados Unidos, e também lançou campanha para que o FBI analise o material disponibilizado para prender Gunn por crimes de pedofilia. James Gunn se tornou alvo da direita por suas críticas constantes ao governo de Donald Trump. Como a tática deu resultado, Cernovich agora vasculha tuítes antigos de outros “inimigos”. Os comediantes Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”) e Michael Ian Black (“Wet Hot American Summer: Ten Years Later”) já foram intimidados pelo fã de Trump. Ele começou a postar tuítes controversos dos dois artistas, escritos há vários anos atrás. Detalhe relevante: se Cernovich não tem piadas de estupro em sua timeline, possui uma condenação criminal. Ele foi acusado por estupro em 2003, mas fechou um acordo para ser condenado “apenas” por agressão e cumpriu uma pena de serviços comunitários. Ao responder um dos ataques, Michael Ian Black lembrou do fato: “Há uma diferença qualitativa entre um comediante que faz piadas – mesmo piadas ofensivas (eu) – e alguém acusado de estupro em 2003 (você)”.
Elmarie Wendel (1939 – 2018)
Morreu a atriz Elmarie Wendel, que ficou conhecida pelo papel da Sra. Mamie Dubcek na sitcom “3rd Rock from the Sun”. Ela morreu aos 89 anos de idade, de causa não conhecida. A atriz focou sua carreira principalmente no teatro, mas uma turnê com o elenco do musical “Annie” a levou até Los Angeles no começo da década de 1980, onde começou a fazer televisão. Suas primeiras participações foram em séries que marcaram aquela década, como “A Supermáquina”, “Os Jeffersons” e “Vivendo e Aprendendo” (The Facts of Life). Mas foi nos anos 1990 que suas participações esticaram, aparecendo em dois episódios de “Seinfeld” e emplacando o papel da excêntrica Sra. Dubcek em “3rd Rock from the Sun”, série também conhecida no Brasil como “Uma Família de Outro Mundo”. Ela participou das seis temporadas da série, exibida entre 1996 e 2001, como a proprietária do imóvel alugado pela família Soloman, alienígenas disfarçados que vieram à Terra aprender seus hábitos. O elenco histórico da divertida atração também incluía John Lithgow, Jane Curtin e o então adolescente Joseph Gordon-Levitt. Após o fim da série, Elmarie ainda teve destaque nas séries “Nova Iorque Contra o Crime” (NYPD Blue), onde apareceu por quatro capítulos, e “George Lopez”, na qual teve papel recorrente, de 2003 a 2007. Seus últimos trabalhos foram como dubladora, no longo animado “O Lorax, em Busca da Trúfula Perdida”, de 2013, e no game “Fallout 4”, de 2015.











