Estrela de Moana vira a Pequena Sereia em primeiro comercial da versão musical
A rede ABC divulgou o primeiro comercial do musical ao vivo de “A Pequena Sereia”, que vai trazer Auli’i Cravalho, a voz original de Moana no desenho animado de 2016, como outra princesa da Disney, Ariel. O resto do elenco inclui Queen Latifah (“Star”) como a vilã Ursula, o sumido rapper Shaggy (“Perda Total”) no papel de Sabastião, Graham Phillips (“The Good Wife”) como o Príncipe Eric e John Stamos (“Fuller House”) como o bigodudo Chef Louis. O especial vai misturar elementos do desenho clássico de 1989 com a adaptação feita para a Broadway em 2007. A versão da ABC será um musical live-action com exibição ao vivo – um teleteatro, ao estilo das adaptações de “Noviça Rebelde”, “Peter Pan”, “Grease” e “Hairspray”, que viraram febre recente. E a exibição está marcada para o dia 5 de novembro nos Estados Unidos.
Disney proíbe propagandas da Netflix em seus canais
A Disney anunciou que os anúncios da Netflix tiveram veiculação proibida em sua rede de entretenimento, que inclui os canais ABC, FX, Freeform, Disney Channel, Disney XD, National Geographic e outros. A proibição é mais uma mostra da escalada da guerra dos streamings, que está transformando as duas empresas em rivais amargas. Em comunicado, a Disney atribuiu a proibição à evolução do negócio de produtos direto ao consumidor, com várias empresas novas querendo anunciar em sua rede. “Nós reavaliamos nossa estratégia para refletir a compreensiva relação de negócios que temos com muitas dessas empresas”, disse a companhia. Amazon e Apple, que também disputam o mercado de streaming, não foram afetadas pela decisão. Elas caem na categoria de empresas com quem a Disney “tem negócios”. Já a Netflix não desenvolve mais nenhuma produção da Disney, após cancelar todas as séries da Marvel em retaliação à outra decisão dura de negócios. Para lançar sua própria plataforma, a Disney cancelou a cessão de direitos de suas obras para exibição da Netflix, tirando do catálogo do serviço várias séries e filmes populares. Apenas a ESPN está liberada para receber anúncios da plataforma, já que a Netflix não é vista como rival do canal de esportes. O veto à Netflix acontece a cerca de um mês do lançamento do Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). O serviço de streaming da Disney será lançado em 12 de novembro nos Estados Unidos e outros países. A previsão para a América Latina e o Brasil é apenas para o final de 2020.
Martin Scorsese diz que filmes da Marvel não são cinema e recebe resposta de James Gunn
O diretor Martin Scorsese resolveu polemizar com a Marvel ao conceder entrevista para divulgar seu novo filme “O Irlandês”. Falando à revista Empire, ele disse que os filmes da Marvel “não são cinema” ao analisar o sucesso dos longas de super-heróis do estúdio. “Eu não vejo (os filmes). Eu tentei, sabe? Mas aquilo não é cinema. Honestamente, o mais próximo que consigo pensar deles, por mais bem-feitos que sejam, com os atores fazendo o melhor que podem sob as circunstâncias, são os parques temáticos. Não é o cinema de seres humanos tentando transmitir experiências emocionais e psicológicas a outro ser humano”, criticou o diretor. Os comentários do cineasta causaram reação extremamente forte em todo o Twitter. E não apenas de fanboys. O diretor James Gunn, responsável por “Guardiões da Galáxia”, chamou Scorsese de um de seus cinco cineastas vivos favoritos, mas sugeriu que ele foi preconceituoso. “Fiquei indignado quando as pessoas atacaram ‘A Última Tentação de Cristo’ [dirigido por Scorsese] sem terem visto o filme”, tuitou Gunn. “Estou triste por ele estar agora julgando meus filmes da mesma maneira”. E acrescentou: “Dito isto, eu sempre amarei Scorsese, serei grato por suas contribuições ao cinema e mal posso esperar para ver ‘O Irlandês'”. O roteirista C. Robert Cargill, que escreveu “Doutor Estranho”, juntou-se ao coro, saudando Scorsese como um “gênio”, mas também usou outros adjetivos, ao declarar que “qualquer um que pense que a Marvel está apenas tentando fazer passeios em parques temáticos está sendo injusto e cínico”. Martin Scorsese is one of my 5 favorite living filmmakers. I was outraged when people picketed The Last Temptation of Christ without having seen the film. I’m saddened that he’s now judging my films in the same way. https://t.co/hzHp8x4Aj8 — James Gunn (@JamesGunn) October 4, 2019 That said, I will always love Scorsese, be grateful for his contribution to cinema, and can’t wait to see The Irishman. — James Gunn (@JamesGunn) October 4, 2019 As I tweeted last night, I take no issue with Scorsese. The man's a genius. I'm mostly taking issue today with all of the smug freelancers retweeting his quote, patting themselves on the back as if correct and vindicated, before lining up to watch and review the next one. — C. Robert Cargill (@Massawyrm) October 4, 2019
Diahann Carroll (1935 – 2019)
A atriz e cantora Diahann Carroll, primeira artista negra a protagonizar uma série americana, morreu nesta sexta (4/10), aos 84 anos, vítima de um câncer de mama. Durante três anos, entre 1968 e 1971, ela viveu Julia Baker, uma enfermeira viúva que cuidava do filho na série “Julia”, que marcou época pelo pioneirismo. A série foi especial para a atriz, porque sua mãe era enfermeira de verdade. Mas chegou após sua carreira já estar consolidada, com diversos prêmios e muitos exemplos de seu pioneirismo como estrela multitalentosa. Carol Diahann Johnson nasceu no Bronx, em Nova York, em 17 de julho de 1935, filha de uma enfermeira e de um condutor de metrô. Antes de atuar, ela foi modelo. Aos 15 anos, já era fotografada para revistas voltadas ao público afro-americano, como Ebony, Tan e Jet. Com apoio dos pais, passou a participar e vencer concursos de talentos para adolescentes, mas com a exigência que continuasse os estudos. Ela entrou na NYU (Universidade de Nova York), enquanto frequentava shows de calouros na televisão. Os prêmios foram incentivos para sua carreira e a levaram a se apresentar como cantora em casas de show famosas dos anos 1950. De Nova York, passou a cantar em Las Vegas e até em Paris. Até que decidiu virar atriz, viajando para Los Angeles para participar de um teste do filme “Carmen Jones”, uma versão negra da ópera “Carmen” (1954), com direção do renomado Otto Preminger. Ela conquistou um papel de coadjuvante, contracenando com Harry Belafonte e Dorothy Dandridge em sua estreia nas telas. A estreia na Broadway aconteceu no mesmo ano. E em seguida ela estrelou outro musical negro importantíssimo de Hollywood, a adaptação de “Porgy & Bess” em 1959, no qual cantou a música clássica “Summertime”, de George Gershwin, novamente sob direção de Preminger. Foi durante essa filmagem que Carroll começou seu relacionamento tumultuado de nove anos com o astro Sidney Poitier, com quem também contracenou em “Paris Vive à Noite” (1961). Em 1960, passou a participar de séries. E por seu papel como professora em sua segunda aparição televisiva, num episódio de “Cidade Nua” exibido em 1962, foi indicada a seu primeiro Emmy. O sucesso de Diahann Carroll tornou-se impossível de ignorar quando o célebre compositor Richard Rodgers decidiu criar um musical especialmente para ela. O resultado foi “No Strings”, uma história romântica sobre uma modelo negra (Carroll) e um tímido escritor branco (Richard Kiley), que rendeu um Tony Award para a atriz, o primeiro conquistado por uma mulher negra pelo papel de protagonista num musical. Após filmar novamente com Preminger, em “O Incerto Amanhã” (1967), ao lado de Michael Caine e Jane Fonda, ela recebeu o convite de estrelar sua própria série. Mas duvidou da coragem dos produtores. “Eu realmente não acreditava que ‘Julia’ fosse funcionar”, ela revelou durante uma entrevista de 1998 para o site The Interviews: An Oral History of Television. Ironicamente, o que mudou sua decisão foi saber que Hal Kanter, o veterano produtor-roteirista que criou o programa, a considerava muito glamourosa para o papel. Ela resolveu mostrar que era capaz de viver uma mãe trabalhadora. Mudou o penteado, postura e inflexão vocal e arrebentou no piloto, convencendo-o rapidamente de que ela era a atriz certa. Carroll se tornou a primeira mulher afro-americana a estrelar um papel não estereotipado em sua própria série no horário nobre da TV americana. Até 1968, data de estreia de “Julia”, negras só apareciam em séries no papel de empregadas domésticas. Mas o impacto da atração não ficava só nisso. Ela era viúva de um soldado que morreu lutando na guerra do Vietnã, conflito muito contestado pela juventude da época, justamente pela grande quantidade de mortos. Sua personagem era muito bem educada, tendo estudado na França, e ela só namorou homens que também eram exemplos de negros bem-sucedidos. “Estávamos dizendo ao país: ‘Vamos apresentar uma mulher negra de classe média alta criando seu filho, e o drama da história não será sobre o sofrimento no gueto'”, observou Carroll na mesma entrevista. “Muitas pessoas ficaram furiosas com isso. Eles achavam que negros não tinham tantas oportunidades para representar nossa situação como povo oprimido… Sentiam que a realidade era muito grave para que fosse trivializada por meio de uma mulher de classe média que lidava com as dificuldades de criar uma criança e trabalhar como enfermeira. Mas nós achamos que estávamos fazendo algo importante, mesmo que algumas dessas críticas fossem válidas. Acreditávamos que esse era um programa diferente e que era importante fazer essa série”. Diahann Carroll foi indicada ao Emmy e venceu o Globo de Ouro pelo papel-título em “Julia”, que durou três temporadas. Depois disso, o Oscar. Ela estrelou no cinema a comédia “Claudine” (1974), interpretando uma mulher do Harlem que criava seis filhos sozinha e se apaixonava por um coletor de lixo (James Earl Jones). Em reconhecimento ao seu desempenho, foi indicada como Melhor Atriz ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Ela seguiu sua carreira intercalando espetáculos da Broadway e participações televisivas, entre elas o famoso especial de Natal de “Star Wars” (1978), até que, pela primeira vez, resolveu que queria um papel numa série que já era sucesso. Fã de “Dinastia”, uma das atrações mais populares dos anos 1980, Carroll decidiu pressionar o produtor Aaron Spelling por um papel na atração. “Eles tinham feito tudo, incesto, homossexualidade, assassinato. Eu acho que eles estavam lentamente avançando rumo ao romance inter-racial”, ela lembrou em uma matéria de 1984 da revista People. “E eu queria ser rica e cruel… queria ser a primeira malvadona negra da televisão.” Como a sensual fashionista Dominique Deveraux, a primeira personagem afro-americana de destaque em um drama novelesco, Carroll interpretou a personagem mais ousada de “Dinastia” por três temporadas, bem como no spin-off “The Colbys”, duelando deliciosamente com a vilã Alexis Carrington Colby, vivida pela diva Joan Collins. Sua filmografia ainda acrescentou mais três clássicos, mostrando-a como cantora em “Mais e Melhores Blues” (1990), de Spike Lee, viúva de um empresário musical em “Ritmo & Blues – O Sonho do Sucesso” (1991), de Robert Townsend, e feiticeira da Louisiana em “Amores Divididos” (1997), de Kasi Lemmons. Mas nos últimos anos seus principais papéis foram na televisão. Ela teve um arco importante como mãe do Dr. Preston Burke (Isaiah Washington) em “Grey’s Anatomy”, entre 2006 e 2007, pelo qual voltou a ser indicada ao Emmy, e uma participação recorrente ainda mais destacada em “Crimes do Colarinho Branco” (White Collar), ao longo das seis temporadas da série (2009–2014), como a viúva de um golpista que aluga seu apartamento para o vigarista vivido por Matt Bomer (no papel que o projetou). Em meio às gravações da última série, ela foi introduzida no Hall da Fama da Televisão, numa cerimônia que aconteceu em 2011, quando teve a oportunidade de ser celebrada por todos os seus colegas. “Ela abriu trilhas por florestas densas e despejou diamantes elegantemente ao longo do caminho para que o resto de nós pudesse seguir”, tuitou a cineasta Ava DuVernay (“Olhos que Condenam”), refletindo sobre a importância da artista, com pesar por sua morte. “Obrigado por ajudar a abrir o caminho para mim e tantas outras. Eu tive e tenho a honra de te saudar como uma lenda no passado, no presente e para sempre”, acrescentou a atriz, apresentadora e empresária Oprah Winfrey (dona do canal pago americano OWN). “O impacto que você teve em mim, em Hollywood, nos Estados Unidos e no mundo significa que Deus existe”, completou o diretor e produtor Lee Daniels (criador da série “Empire”).
Elenco de Meninas Malvadas se reúne para celebrar o “dia do filme” com campanha beneficente
O elenco da cultuada comédia “Meninas Malvadas” voltou a se juntar por uma boa causa nesta quarta, 3 de outubro, dia celebrado pelos fãs do filme devido a uma cena famosa. A data é a primeira coisa que Aaron (Jonathan Bennett) pergunta a Cady (Lindsay Lohan) ao se conhecerem, e por isso foi escolhida como dia para festejar a obra. “Hoje, é claro, perguntarei a você que dia é hoje”, diz Bennett no início de um vídeo compartilhado nas redes sociais pelos astros da produção de 2004, relembrando o motivo da data ser comemorada. Em seguida, os demais integrantes do elenco original completam dizendo que também vão pedir aos fãs que façam uma doação neste dia especial. Lohan explicou: “Todos sabemos que Cady veio da África, e este ano queremos ajudar a construir um poço em Uganda”. O elenco está pedindo aos fãs que contribuam para o Thirst Project, ONG que constrói poços de água doce para países em desenvolvimento, visando levar água limpa para aqueles que precisam. No vídeo, Bennett explica que custa apenas US$ 8 mil construir um poço para uma aldeia inteira, enquanto Amanda Seyfried (Karen no filme) acrescentou que cada poço levará água para 500 pessoas pelo resto de suas vidas. “Em homenagem a 3 de outubro, pedimos que você doe apenas US$ 3”, completou Lacey Chabert (Gretchen), antes de instruir os espectadores a doarem no endereço my.thirstproject.org/meangirls. Além dos citados, também participam da campanha Lizzy Caplan (Janis), Rajiv Surendra (Kevin), Daniel Franzese (Damien), Jan Caruana (Emma) e Stephanie Drummond (Bethany). Só Rachel McAdams resolveu faltar ao “reencontro”, que também celebra 15 anos do filme. Que coisa mais Regina de se fazer. Ver essa foto no Instagram We’ve teamed up with @thirstproject to build clean water projects ? #MeanGirlsDoGood #meangirls @jonathandbennett @meangirls @whatsupdanny @thereallacey @thelizzycaplan @mingey #GIVEBACK Uma publicação compartilhada por Lindsay Lohan (@lindsaylohan) em 3 de Out, 2019 às 6:19 PDT
Selena Gomez assina documentário e crítica contra política de imigração dos Estados Unidos
A cantora, atriz e produtora Selena Gomez (“Um Dia de Chuva em Nova York”), normalmente discreta sobre suas posições políticas, escreveu um artigo para a revista Time para destacar o orgulho que sente de sua origem mexicana e de todas as dificuldades que sua família de imigrantes enfrentou nos Estados Unidos. O testemunho foi a maneira escolhida por Selena para criticar a política de imigração do governo de Donald Trump, que também a motivou a produzir a série documental “Realidade Não Documentada” (Living Undocumented), disponibilizada na quarta-feira (2/10) na Netflix. “Como mulher mexicana-americana, eu sinto a responsabilidade de usar a minha plataforma e a minha voz pelas pessoas que têm medo de falar”, escreveu a estrela. “Nos anos 1970, minha tia cruzou a fronteira do México para os Estados Unidos escondida na traseira de um caminhão. Minha avó a seguiu, e meu pai nasceu no Texas logo depois. Em 1992, eu nasci uma cidadã americana graças à bravura e ao sacrifício deles.” Selena explicou que seus familiares estão há mais de quatro décadas lutando para conseguir a cidadania americana, e que ela agradece por não ter precisado passar por essa burocracia. “Mas quando eu leio as manchetes dos jornais e vejo esses debates sobre a raiva contra imigrantes nas mídias sociais, eu sinto medo por todos que estão nessa situação. Sinto medo pelo meu país”, salientou. Gomez acredita que a imigração é um tema que vai além da política, é uma “questão humana que afeta pessoas reais, que desmantela vidas reais”. Ela também citou a série “Realidade Não Documentada”, com histórias de famílias de imigrantes e refugiados, que vivem com medo nos Estados Unidos por poderem ser deportados. “Uma das meninas disse que deseja estudar design de interiores e conta que passou a sua vida inteira sentindo medo”, relatou. “Ela conta que foi assaltada de forma violenta na semana passada, mas teve medo de chamar a política. Ela não queria que eles descobrissem a situação ilegal de seus pais”. Veja abaixo o trailer da série “Realidade Não Documentada”, produzida por Selena Gomez – sem legendas, porque a Netflix brasileira nem divulgou o projeto.
James Franco sofre processo coletivo por abuso sexual de alunas de sua escola de atuação
Duas ex-alunas da escola de atuação de James Franco, Studio 4, já fechada, entraram com um processo coletivo nesta quinta-feira (3/10) alegando que as aulas no local existiam apenas para facilitar que Franco e seus associados se aproveitassem de jovens estudantes. Sarah Tither-Kaplan e Toni Gaal entraram com uma ação na justiça de Los Angeles, dizendo que o ator e seus sócios “se envolveram em um comportamento inapropriado e sexualmente difundido em relação às estudantes, sexualizando seu poder como professor e empregador ao oferecer oportunidades para papéis em seus projetos”. Franco e seu parceiro de negócios Vince Jolivette abriram a escola Studio 4 em 2014, com filiais em Nova York e Los Angeles. O processo alega que os estudantes pagavam US$ 300 por mês, pensando que estavam participando de uma escola de atuação legítima. Em vez disso, as mulheres alegam que foram submetidas à intimidação sexual e descobriram que aquelas que estavam dispostas a se despir na frente do ator e seus amigos receberam tratamento especial. Como parte do currículo, Franco ministrou “aulas de mestrado” com cenas de sexo, de acordo com a denúncia. Nos testes para serem admitidos nas aulas, os estudantes eram pressionados a se envolver em atividades sexuais que iam muito além dos padrões da indústria. As audições eram gravadas e o ator revisava as fitas para ver quem poderia entrar na classe. A queixa faz alegações de discriminação sexual, assédio sexual, fraude e propaganda enganosa. A ação representa duas classes de autodeclaradas vítimas: estudantes que foram exploradas sexualmente e todos os alunos do Studio 4, que a ação alega terem sido fraudados. Os advogados de ação coletiva, na empresa Valli Kane & Vagnini, estão procurando estudantes adicionais para se apresentarem como parte do processo. Tither-Kaplan é uma das cinco mulheres que apresentaram acusações contra Franco em um artigo publicado em janeiro de 2018 no Los Angeles Times. O advogado de Franco negou as acusações na época. Na ocasião, ela também participou do programa “Good Morning America”, onde, apesar de acusar o ator de “criar ambientes abusivos”, garantiu que “ele com certeza não é um Harvey Weinstein”, o produtor de Hollywood acusado por dezenas de mulheres de assédio e estupro. “Ele não é um monstro sem sentimentos que não tem senso da realidade”, disse Tither-Kaplan, bastante nervosa. Ela explicou como o ator acrescentava cenas de nudez e sexo nos projetos que dirigia e dispensava atrizes que reclamassem. “Ele criou ambientes abusivos em suas gravações para mulheres que ainda não são famosas”, comentou, fazendo uma ressalva: “Mas eu acho que James é talentoso e uma pessoa valiosa”. “É uma pirâmide, e no topo está estupro e violência sexual, enquanto na base há outros abusos de poder, que, enquanto continuam a acontecer, constroem uma cultura que permite os mais abomináveis exemplos de violência sexual, misoginia e discriminação”, completou. As denúncias surgiram após James Franco ir ao Globo de Ouro de 2018, onde foi premiado pelo filme “Artista do Desastre”, com o broche do movimento “Times Up”, criado para ajudar vítimas de assédio sexual em Hollywood. Suas supostas vítimas manifestaram-se imediatamente, ainda durante a transmissão, nas redes sociais. Até a atriz Ally Sheedy, estrela do clássico adolescente “Clube dos Cinco” (1985), manifestou-se na época com tuítes sobre supostos abusos de Franco, mas os apagou e não quis comentar mais sobre o assunto. “James Franco acaba de ganhar. Por favor, nunca me perguntem por que eu deixei a indústria de cinema/TV”, ela escreveu, enigmaticamente, acrescentando: “Por o James Franco foi autorizado a entrar? Já falei demais. Boa noite, amo vocês”. Após os comentários, Franco abordou a polêmica em entrevista a Stephen Colbert. “Eu não tenho ideia do que fiz à Ally Sheedy. Eu não tive nada além de um ótimo tempo com ela. Tenho total respeito e não sei porque ela ficou chateada. Mas ela apagou o tuíte e não posso falar por ela”. Sobre as demais, o ator disse que “assume a responsabilidade pelos seus atos” e que está sempre disposto a se corrigir quando comete erros. Mas ressaltou: “As coisas que ouvi falar, que estão no Twitter, não estão corretas”.
Angelina Jolie revela que tinha crush em Michelle Pfeiffer quando era adolescente
A atriz Angelina Jolie confessou que, em sua adolescência, tinha um grande crush em Michelle Pfeiffer, que é sua atual colega de elenco de “Malévola: Dona do Mal”. A revelação foi feita durante entrevista ao Access Hollywood, feita com as duas atrizes e Elle Fanning, que vive a Princesa Aurora no filme. Quando perguntadas sobre os primeiros crushes da adolescência, Fanning foi a primeira a fazer sua escolha: “Eu amava Danny Zuko [personagem de John Travolta] em “Grease: Nos Tempos da Brilhantina”. “Eu amava você em Grease”, emendou Jolie, apontando para Pfeiffer. A atriz estrelou a continuação do musical, “Grease 2: Os Tempos da Brilhantina Voltaram”, em 1982. Na época, Jolie tinha apenas 7 anos de idade, mas, assim como a ainda mais jovem Fanning, viu o filme anos depois na televisão. “Obrigada”, agradeceu Pfeiffer, perguntando em seguia: “Eu sou o seu crush de adolescente?”. “Na verdade, sim”, respondeu Jolie. “Quando você estava cantando ‘Cool Rider’, naquela escada. Você era muito gostosa. Em ‘Scarface’ também, eu tinha um grande crush em você”. Michelle Pfeiffer foi uma das atrizes mais bonitas dos anos 1980. Agora, é rival de Jolie em “Malévola: Dona do Mal”. A beldade de “Scarface” (1983) interpreta a Rainha Ingrith, mãe do Príncipe Filipe (Harris Dickinson), com quem Aurora (Fanning), criada por Malévola (Jolie), pretende se casar. Os problemas começam quando Ingrith resolve se tornar uma “mãe de verdade” para a jovem. Furiosa, Malévola deixa seus piores instintos prevalecerem ao entrar em guerra contra a mãe de Filipe. “Malévola: Dona do Mal” foi escrita por Jez Butterworth (roteirista de “No Limite do Amanhã”) e Linda Woolverton (do primeiro “Malévola”). A direção está a cargo do norueguês Joachim Rønning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) e as novidades do elenco incluem Ed Skrein (“Deadpool”) e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”). A estreia em 17 de outubro vai encerrar um ano repleto de lançamentos de versões live-action de animações da Disney, após “Dumbo”, “Aladdin” e “O Rei Leão” – sem esquecer de “A Dama e o Vagabundo”, anunciado para streaming. Veja a íntegra da entrevista abaixo.
Vídeo revela ataque de diva de Joaquin Phoenix nas filmagens de Coringa
A história dos bastidores conturbados de “Coringa” continua rendendo. Quase um mês depois de o jornal The New York Times publicar uma reportagem sobre os repetidos surtos de Joaquin Phoenix, que “perdeu a compostura no set, às vezes espantando seus colegas de elenco”, o ator foi confrontado com um vídeo que flagra um desses momentos. A saia justa aconteceu durante sua participação no programa “Jimmy Kimmel Live!” na noite de terça passada (1/10). O vídeo traz o ator caracterizado como Coringa pedindo para que uma pessoa chamada Larry fique quieta para que ele consiga se concentrar. O que dá a entender pela cena é que o Phoenix foi comparado à cantora Cher por Larry, apelido do diretor de fotografia Lawrence Sher. “Larry, cara, apenas cale a porra da boca. Estou tentando encontrar algo real”, diz Phoenix. Em outro momento, ele muda o tom, xinga e volta a ficar irritado antes de simplesmente abandonar a filmagem. “Desculpa, não é nada demais, nada demais […] Você que começou com esse lance de Cher, Larry. Sim, sou uma porra de diva”. Phoenix apareceu claramente incomodado e sem saber direito o que falar após a revelação do vídeo. “Larry é o cinematógrafo… isso é tão constrangedor”. O apresentador emendou: “Ele te chamou de Cher?”. “Sim… olha, às vezes filmes ficam intensos, porque são muitas pessoas em lugares pequenos e você está tentando encontrar algo. E isso era para ser privado. Desculpe por isso”, completou Phoenix. O vídeo pegou o ator de surpresa, porque Kimmel preparou o terreno de forma amena, ao longo de vários minutos de entrevista. Para entrar no assunto, o apresentador perguntou se Phoenix tinha se divertido durante as filmagens do “Coringa”, e o ator disse que sim. “Bem, você conhece Todd [Phillips], o diretor, que é realmente engraçado. Quase me senti culpado, mas tive muitos momentos bons”, falou o ator antes da cena ser exibida. “Então, o que aconteceu aqui?”, questionou o apresentador, ao mostrar o vídeo. Kimmel até tentou brincar após o climão, mas Joaquin continuou incomodado, a ponto de pedir desculpas publicamente para o profissional com quem brigou na cena. “Coringa” estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (3/10), um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Jason Momoa vira porta-voz de países insulares em protesto contra crise ambiental na ONU
Jason Momoa está encarnando o papel de Aquaman também como ativista das causas ambientais. Em vídeo postado em suas redes sociais, o ator levou a seus fãs o discurso que fez na semana passada nas Nações Unidas para chamar atenção para o aquecimento global e a poluição dos oceanos. Momoa, que nasceu numa ilha, o Havaí, participou na sexta-feira (27/9) de uma reunião da ONU com representes de países insulares, que correm o risco de desaparecer com o aquecimento global. “Eu tenho visto como um lugar pode passar despercebido aos outros”, afirmou, lembrando que “os países insulares e todas as comunidades costeiras são a linha de frente desta crise ambiental”. “A maior ameaça aos pequenos países insulares é o fato de que ilhas inteiras estão afundando no mar devido ao enorme volume de emissões geradas por países de primeiro mundo”, declarou. “Países insulares são os que menos contribuem para esse desastre, mas vão sofrer o peso das consequências”, continuou. Emocionado em frente a integrantes da ONU, Momoa condenou o descaso do mundo com as ilhas que estão sumindo e com a poluição dos oceanos. “Os oceanos estão em estado de emergência. O ecossistema marinho inteiro está desaparecendo com o aquecimento dos oceanos. E como o lixo do mundo acaba em nossas águas, nós encaramos uma devastadora crise de poluição de plástico. Nós somos uma doença que infecta nosso planeta. Da atmosfera até a zona abissal, nós estamos poluídos”, protestou. O ator ainda criticou a visão daqueles que tentam negar a existência dos problemas climáticos. “Sofremos de uma amnésia coletiva sobre uma verdade que já foi compreendida, a verdade de que causar danos irreversíveis a Terra é fazer o mesmo com nós mesmos. Como uma espécie humana, nós precisamos da Terra para sobreviver. Mas não cometam o erro de achar que a Terra não precisa de nós”, disse. Jason Momoa pede a união de todos os países para conter a crise climática e deixou um recado: “Precisamos corrigir os erros que fizemos contra nossos filhos e netos porque estamos dando a eles um mundo que sofre por causa de nossa mordomia irresponsável”. Recentemente, o intérprete de Aquaman também protestou contra a construção de um telescópio na montanha de Mauna Kea, no Havaí, considerada sagrada por moradores locais. Além de Momoa, a construção foi alvo de protestos por Dwayne “The Rock” Johnson e Bruno Mars. Ver essa foto no Instagram For those who couldn’t watch it live, watch me fumble through my very honest and direct speech. No BS. Nothing sugar coated, just straight from the heart. We’ve been half assing our global efforts to reverse the climate crisis and this can’t continue. We have to change now. For the future of our planet, and Small Island Developing States, the wave of change is coming. Aloha J #UniteTheNations @unitednations Uma publicação compartilhada por Jason Momoa (@prideofgypsies) em 27 de Set, 2019 às 11:23 PDT
Ministério Público Federal processa ministro da Cidadania no caso da suspensão de edital de séries LGBTQIA+
O Ministério Público Federal ajuizou nesta quarta (2/10) no Rio de Janeiro uma ação civil pública contra o ministro da Cidadania, Osmar Terra, por improbidade administrativa, em virtude da suspensão de um edital da Ancine para produções de audiovisual para emissoras de televisão públicas. O edital suspenso previa a produção de 80 séries brasileiras, entre elas atrações de temática LGBTQIA+ que foram alvo de críticas preconceituosas do presidente Jair Bolsonaro em uma live de agosto passado. Citando quatro títulos do edital, Bolsonaro afirmou que tinha vetado as produções porque não tinha “cabimento fazer filmes com esse tema”. Após esse ataque, o ministro da Cidadania Osmar Terra assinou uma portaria suspendendo o edital e prejudicando os 80 projetos que estavam aguardando a liberação de verbas para começar suas produções. Como justificativa, o ministro citou a necessidade de recomposição dos membros do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), responsável por direcionar as verbas arrecadadas com o Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional, taxa cobrada da indústria de cinema, TV e telefonia), para poder liberar o financiamento. A portaria também afirma que, uma vez recomposto, o comitê revisará os critérios e diretrizes para a aplicação dos recursos do fundo, assim como os parâmetros de julgamento dos projetos e seus limites de valor. A medida foi considerada como um ato de censura formal praticado pelo governo, motivado por homofobia. O MPF considerou ainda que a suspensão causou prejuízo aos cofres públicos, uma vez que o governo federal já havia gasto quase R$ 1,8 milhão na análise das 613 propostas que disputavam o edital, aberto em março de 2018 e que já se encontrava na fase final. Na ação, o MPF pede a anulação da portaria que cancelou o edital, a conclusão do concurso e que o ministro devolva o dinheiro gasto até agora aos cofres públicos. Além da devolução do dinheiro gasto, a ação do MPF pode resultar, em caso de condenação, na perda do cargo do ministro, a suspensão de seus direitos políticos por oito anos e o pagamento de multa de duas vezes o valor do dano – R$ 3,6 milhões. Se Terra for condenado, ele poderá ainda ser proibido de ser contratado pelo Poder Público Federal ou dele receber benefícios ou incentivos fiscais durante cinco anos. Em sua defesa, o Ministério da Cidadania afirma que o concurso previa a possibilidade de suspensão ou anulação. Segundo a nota, “o edital suspenso não havia sido discutido por esse governo”. Ou seja, o projeto é anterior à eleição de Bolsonaro, o que não serve de desculpa para descaso com o dinheiro público, censura e homofobia. Para o MPF, a questão da censura e da homofobia está subentendida na suspensão. A ação contra o ministro afirma que o objetivo do ministro foi impedir que os projetos mencionados pelo presidente tivessem a chance de vencer o concurso. Como não havia meio legal de tirar os quatro projetos do concurso em sua fase final, a “solução” encontrada foi a de sacrificar todo o processo, de acordo com a análise do MPF. Além dos danos aos cofres públicos causados pela suspensão do concurso, o MPF afirma que “a discriminação contra pessoas LGBT promovida ou referendada por agentes públicos constitui grave ofensa aos princípios administrativos da honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade as instituições”. O texto do processo lembra que em junho de 2019 o Supremo Tribunal Federal, na ação que criminalizou a homofobia, afirmou expressamente que “os homossexuais, os transgêneros e demais integrantes do grupo LGBT têm a prerrogativa, como pessoas livres e iguais em dignidade e direitos, de receber a igual proteção das leis e do sistema político-jurídico instituído pela Constituição da República, mostrando-se arbitrário e inaceitável qualquer estatuto que exclua, que discrimine, que fomente a intolerância, que estimule o desrespeito e que desiguale as pessoas em razão de sua orientação sexual ou de sua identidade de gênero”. A ação do MPF é a segunda proposta na Justiça Federal do Rio sobre o caso. Em agosto, o deputado federal Marcelo Calero (Cidadania-RJ), ex-ministro da Cultura na gestão Michel Temer (MDB), ajuizou uma ação popular para anular a portaria que cancelou o edital. O deputado alega que a medida é inconstitucional. No final de agosto, a juíza Andréa de Araújo Peixoto, da 29ª Vara Federal do Rio, abriu a ação e deu 20 dias para o governo federal explicar a suspensão do edital. Em agosto, procuradores da área de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico do MPF-RJ, instauraram Inquérito Civil Público para apurar o caso. Além disso, a suspensão do edital também está enfrentando processos da entidades representantes da indústria audiovisual brasileira. A suspensão do edital causou a saída do secretário de Cultura do Ministério da Cidadania, Henrique Pires, que pediu demissão no dia 21 de agosto, chamando claramente a anulação do edital de “censura”. Ele prestou depoimento no inquérito do MPF, no último dia 26 de setembro e afirmou que considera que a suspensão do edital foi “imotivada”, ou seja, não foi baseada em critérios legais. Segundo as regras do edital, o Ministro da Cidadania e o Secretário Especial de Cultura, enquanto órgãos de direção superior, não participam legalmente do processo de seleção dos projetos. Entretanto, de acordo com o que foi apurado pelo MPF, no dia seguinte à manifestação de Bolsonaro, Terra determinou a elaboração de pareceres para uma minuta de portaria para a suspensão do concurso, justificando, para tanto, que a medida era necessária para a recomposição dos membros do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual. O detalhe é que a formação do comitê depende das indicações de seis integrantes do governo, vindos de diferentes ministérios. Em dez meses de governo, Bolsonaro ainda não indicou nenhum representante. O decreto assinado por Osmar Terra prevê a suspensão do edital por 180 dias, podendo prorrogar o prazo caso o comitê gestor continue sem as indicações dos membros do governo. Trata-se de uma paralisia provocada propositalmente pelo governo, com aviso prévio de prorrogação indefinida. E se for considerada válida, na prática impede qualquer financiamento de produção nacional pelo FSA. Isto porque o Ministério da Cidadania afirmou que a recomposição do Comitê Gestor do FSA (CGFSA) depende da posse do Conselho Superior de Cinema (CSC), que ainda não tem data. Mesmo assim, o mesmo Ministério disse não haver previsão de suspender mais editais. Entretanto, se a justificativa para suspender um edital específico não se aplicar aos demais, o caso assume dimensões criminais, por condução arbitrária e/ou fraude na seleção de concursos públicos. Desde 2011, isto pode render pena de até oito anos de reclusão, quando o crime tiver sido cometido por funcionário público. Por enquanto, a investigação se dá na esfera civil, levando em conta apurações sobre prática de censura, dano aos cofres públicos e ato de homofobia. Mas a situação do ministro pode piorar, dependendo da reação da governo. E, caso Bolsonaro se manifeste oficialmente, também pode ser incluído entre os réus, fornecendo matéria prima para seu Impeachment.
Amazon passa a distribuir os filmes e as séries da Disney no Brasil
A Amazon fechou um contrato com a Disney para disponibilizar os lançamentos do estúdio durante um ano em sua plataforma de streaming Prime Video. E começa a valer partir desta terça, 1º de outubro. Inclusive no Brasil. O acordo vai disponibilizar filmes como “Vingadores: Guerra Infinita”, “Alita: Anjo de Combate”, “O Rei Leão”, “Aladdin”, “Star Wars: O Despertar da Força” e “Toy Story 4” e todas as temporadas de séries de sucesso da Disney, ABC, Fox e FX, como “Grey’s Anatomy”, “American Horror Story”, “The Walking Dead” e “How I Met Your Mother”. O período de um ano do contrato tem o objetivo de cobrir a fase entre a saída das produções da Netflix e a inauguração da Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) ao mercado internacional. Os títulos inclusos no acordo com a Disney estarão disponíveis no Amazon Prime Video em toda a América Latina e podem ser acessados via aplicativos para Smart TVs, equipamentos que incluem Fire TV Stick e dispositivos móveis e online. “A Amazon está comprometida em oferecer aos assinantes do Prime Video na América Latina o melhor conteúdo licenciado e original. Os filmes e as séries da biblioteca da Disney estão entre os títulos mais populares do mundo. Nossos clientes vão adorar assistir às obras clássicas e às mais recentes”, disse em comunicado Pablo Iacoviello, Diretor de Conteúdo do Prime Video para a América Latina.
Ex-estrela da série teen O Mundo É dos Jovens vira atriz pornô
A atriz Maitland Ward, que ficou conhecida no final dos anos 1990 pela série teen “O Mundo É dos Jovens” (Boy Meets World), resolveu mudar radicalmente seu ramo de atuação. A intérprete de Rachel McGuire na série do Disney Channel – e que também estrelou a popular comédia “As Branquelas” (2004) – , virou atriz pornô. Ela fez sua estreia na indústria dos vídeos adultos no mês passado, aos 42 anos de idade, e atualmente está promovendo seu novo filme “Drive”. Em entrevista para a revista americana In Touch, ela falou sobre a nova carreira. Entre muitas declarações óbvias, disse que considera seus projetos atuais mais fortes do que qualquer coisa que já fez na TV. Ainda disse achar “que meus fãs nunca me viram assim antes”. E até destacou “a profundidade” do roteiro. Mas pelo menos deixou escapar uma observação sincera: “Depois de um tempo, você simplesmente pensa: ‘F*da-se'”. Curiosamente, ela não é a primeira ex-estrelinha do Disney Channel a enveredar pela pornografia recentemente. A atriz Bella Thorne, que estrelou “No Ritmo” com Zendaya, virou diretora de filme pornô e até vai ganhar um prêmio pela nova atividade.





