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    Elenco da Turma da Mônica fará lives sobre o novo filme e a quarentena

    23 de abril de 2020 /

    A Paris Filmes vai organizar uma pequena série de lives com os intérpretes e o diretor de “Turma da Mônica: Lições”. Os atores Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão) vão promover o longa e falar com as crianças sobre cuidados com a higiene e formas de passar melhor o tempo na quarentena. O diretor Daniel Rezende também vai participar do evento. Estão programadas quatro lives diárias, entre esta quinta (23/4) e o próximo domingo (26/4), sempre às 16h, nos perfis do Instagram da Paris Filmes e, alternadamente, também das redes Cinemark, Cinépolis, Kinoplex e UCI. Assim como no primeiro filme, “Turma da Mônica: Laços”, a continuação é baseada numa graphic novel dos irmãos Lu e Vitor Cafaggi. Em “Lições”, os quatro amigos esquecem de fazer as lições da escola e têm que encarar as consequências, que não são poucas. A nova jornada valorizará ainda mais a amizade desta turma. Além dos atores mirins, também seguem no elenco Monica Iozzi, como Dona Luísa, e Paulo Vilhena, vivendo Seu Cebola. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Etc

    Richard Gere vira pai pela terceira vez aos 70 anos

    23 de abril de 2020 /

    O ator Richard Gere, de 70 anos, comemorou o nascimento de seu terceiro filho. Segundo a revista espanhola Hola!, que deu a notícia, o astro e a esposa, a ativista Alejandra Silva Gere, de 37 anos, tentaram manter o parto em segredo. É o segundo filho de Gere com Alejandra. Alexander, de 1 ano, é o mais velho do casal. O ator tem outro filho, de 20 anos, chamado Homer, fruto de seu casamento com Carey Lowell. A ativista também tem outro filho de relação anterior. Juntos desde 2018, o casal e os filhos mais novos estão passando a quarentena no rancho da família em Pound Ridge, próximo à Nova York. A assessoria de imprensa deles ainda não se manifestou sobre o nascimento do filho. O mesmo vale para ambos nas redes sociais.

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  • Etc,  Série

    Parte 4 de La Casa de Papel teria sido vista por 65 milhões de pessoas

    22 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou um relatório para o mercado em que revela que a Parte 4 de “La Casa de Papel” já foi vista por mais de 65 milhões de pessoas. O comunicado foi feito para investidores, refletindo o aumento significativo de assinantes e grande lucro atingido durante o começo da quarentena forçada pela pandemia do novo coronavírus. Lançada em 3 de abril, a nova temporada da série espanhola é considerada o maior sucesso do ano no catálogo da Netflix, seguida de perto pela atração documental da “Máfia dos Tigres” (Tiger King), que teria sido vista por 64 milhões de contas em seu primeiro mês em streaming. Os números são impressionantes, mas também superestimados. Vale lembrar que a Netflix mudou recentemente a sua forma de contar espectadores de séries. A plataforma considera que um espectador viu uma série se assistir a apenas dois minutos de um capítulo. Segundo a empresa, isso seria o bastante para indicar que a escolha “foi intencional”. Anteriormente, a medição se baseava apenas em episódios que tivessem 70% de exibição concluída. A inspiração para essa alteração foi a medição do YouTube. O detalhe é que 2 minutos de um vídeo do YouTube pode significar um clipe musical completo. Ou a duração de um trailer. O fato é que, assim que alterou sua medição, a Netflix passou a registrar recordes improváveis de audiência. Como nenhum dado pode ser conferido de forma independente, deve-se considerar os números da plataforma apenas indicativos. Por esses números inflados, “The Witcher” seria o maior recordista da plataforma, vista por 76 milhões de pessoas em seu primeiro mês de lançamento, no ano passado.

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  • Etc

    Dublê de Milla Jojovich vence processo após perder o braço nas filmagens de Resident Evil

    22 de abril de 2020 /

    A dublê Olivia Jackson venceu um de seus processos contra a produtora de “Resident Evil: O Capítulo Final” após perder um braço durante as filmagens. O acidente aconteceu em 2015, durante uma cena de perseguição em que Jackson pilotava uma moto como Alice, a personagem de Milla Jovovich na franquia. Após se chocar contra uma grua de filmagem, ela sofreu várias fraturas, inchaço cerebral e entrou em um coma, que durou mais de duas semanas. Ela resolveu processar a produtora por não receber auxílio financeiro após sua saída do hospital. Sua primeira vitória aconteceu num tribunal da África do Sul, país em que “Resident Evil: O Capítulo Final” foi filmado. A decisão judicial condena a equipe de produção por planejar e executar a filmagem de forma negligente. A sentença esclarece que a culpa pelo acidente não coube à profissional, que não assumiu o risco de forma voluntária, já que não sabia que o diretor Paul W. S. Anderson planejou diminuir a margem de segurança da cena para ter uma filmagem mais emocionante. “Resident Evil: O Capítulo Final” chegou aos cinemas em 2017 e arrecadou mais de US$ 312 milhões na bilheteria mundial, tornando-se o filme mais lucrativo da franquia. Já a carreira de dublê de Olivia Jackson acabou após o acidente. Ela foi dublê em vários blockbusters de sucesso, como “Guardiões da Galáxia”, “Mad Max: Estrada da Fúria” e “Star Wars: O Despertar da Força”. “Os filmes de ação que exigem que as pessoas realizem acrobacias perigosas devem sempre ser planejados e executados com muito cuidado. Eles também devem ser cobertos por seguros que possam atender às perdas significativas que qualquer membro do elenco e equipe possam sofrer por se ferir em suas filmagens”, disse Julian Chamberlayne, representante de Jackson. “Esse julgamento é um reconhecimento importante de que os dublê não são os únicos próprios responsáveis, nem voluntários para morrer, quando algo dá errado. Como todos os trabalhadores, eles devem ser cercados de cuidado por parte dos responsáveis por seu trabalho”. Em seu período de recuperação, Jackson recebeu apoio das atrizes que substituiu em cenas arriscadas, como a própria Milla Jovovich, Charlize Theron e Karen Gillian.

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  • Etc,  Filme

    Shirley Knight (1936 – 2020)

    22 de abril de 2020 /

    A atriz americana Shirley Knight, que viveu adolescentes e mulheres rebeldes nos anos 1960 e foi duas vezes indicada ao Oscar, morreu nesta quarta (22/4) aos 83 anos, de causas naturais. Filha de um executivo de empresa de petróleo do Kansas, ela nasceu em Mitchell, uma cidadezinha com 13 casas, uma escola e uma igreja, e ensaiava desde os 11 anos virar uma cantora de ópera. Mas então o diretor Josh Logan escolheu sua pacata vizinhança para filmar “Férias de Amor” (1955). Após sua família e vizinhos participarem como figurantes da produção, ela se encantou com a atuação, assistindo aos atores William Holden e Kim Novak em seu trabalho. Assim que completou a maioridade, Knight foi estudar teatro na Califórnia, o que lhe rendeu sua estreia na TV, um papel de mãe solteira de 15 anos, ao lado de Michael Landon num episódio do programa “Matinee Theatre”, da rede NBC, em 1957. Knight decidiu ficar em Hollywood. Ela se matriculou na UCLA e estudou teatro, tendo como colegas de classe ninguém menos que Jack Nicholson, Robert Blake, Dean Stockwell, Sally Kellerman e Millie Perkins. Durante uma de suas primeiras peças, foi vista por Ethel Winant, a famosa chefe de elenco da CBS, que decidiu colocá-la “em tudo”, como ela própria definiu, anos depois numa entrevista. “Tudo em que ela poderia me colocar na CBS, ela me colocou”. A atriz também assinou um contrato com a mesma agência que cuidava das carreiras de Elizabeth Taylor, Audrey Hepburn, Grace Kelly e Eva Marie Saint. Mas foi mesmo seu talento que lhe deu o empurrão definitivo para o estrelato no cinema. Num de seus primeiros episódios televisivos, no teleteatro ao vivo “Playhouse 90”, da CBS, a jovem atriz foi dirigido pelo cineasta Delbert Mann, que procurava por um novo rosto para viver a filha de Robert Preston no drama “Sombras no Fim da Escada” (1960). E foi com esse papel que ela recebeu a sua primeira indicação ao Oscar, como Melhor Atriz Coadjuvante. Seu próximo filme foi ainda mais marcante, o emocionante “Doce Pássaro da Juventude” (1962), de Richard Brooks, no qual interpretou Heavenly Finley, a filha do chefe corrupto da cidade (Ed Begley, que venceu o Oscar pelo papel) e namorada de infância de uma ator aspirante, vivido por Paul Newman. Baseado em uma peça de Tennessee Williams, o filme foi indicado a três Oscars, um deles para a performance de Shirley Knight, novamente como Melhor Atriz Coadjuvante. Em vez das indicações lhe subirem a cabeça, a experiência em “Doce Pássaro da Juventude” lhe deu maior humildade. “Durante as filmagens, percebi que Geraldine Page, Paul Newman e todo o elenco eram muito experientes”, disse ela em 2014. “Eu senti que havia algo que eles sabiam que eu não sabia.” E ela percebeu que tinham sido aulas no Actors Studio, em Nova York. Após estrelar como protagonista em “Prisão de Mulheres” (1962), Knight mudou-se para Nova York, matriculou-se no Actors Studio e foi trabalhar na Broadway. Ao interpretar Blanche DuBois em uma montagem de “Uma Rua Chamada Pecado”, o autor Tennessee Williams foi aos bastidores abraçá-la em êxtase. “Finalmente, eu vi a minha Blanche. A minha Blanche perfeita”, teria dito o célebre dramaturgo. Ele então escreveu a peça “Um Domingo Encantador para Creve Coeur” especialmente para ela. Ousada, Knight não atuou apenas em peças de autores consagrados. Ela também estrelou a montagem de “Holandês” (Dutchman), do dramaturgo negro e crítico de jazz Amiri Baraka (na época, ainda conhecido como LeRoi Jones). Não satisfeita, ainda resolveu produzir e estrelar a versão cinematográfica da peça, resultando num de seus papéis mais arriscados. Lançado em 1966, “Holandês” trazia a atriz como uma mulher promíscua que seduz um homem negro (Al Freeman Jr.) e o leva a loucura. Dirigido por Anthony Harvey, o filme rendeu a Knight o troféu de Melhor Atriz no festival de Veneza. Ela também participou de “Petúlia, um Demônio de Mulher” (1968), de Richard Lester, e estrelou “Caminhos Mal Traçados” (1969), num papel escrito por Francis Ford Coppola para ela, como uma dona de casa grávida que se envolve com um ex-jogador de futebol americano. A carreira cinematográfica ainda incluiu um novo filme de Lester, “Juggernaut: Inferno em Alto-Mar” (1974), e o blockbuster romântico “Amor Sem Fim” (1979), de Franco Zeffirelli, mas a partir dos anos 1970, ela se dedicou mais ao teatro, vencendo um Tony pela peça “Kennedy’s Children” (1976). Outros prêmios importantes de sua carreira foram conquistados por trabalhos televisivos, com três Emmys por participações especiais nas séries “Thirtysomething” (em 1988) e “Nova Iorque Contra o Crime” (NYPD Blu, em 1995), além do telefilme “Acusação” (1995). Sua longa filmografia ainda inclui “A Cor da Noite” (1994), com Bruce Willis, “Melhor é Impossível” (1997), com Jack Nicholson, “Olhar de Anjo” (2001) com Jennifer Lopez, “A Sombra de um Homem” (2002), com Val Kilmer, e “Divinos Segredos” (2002), com Sandra Bullock. Entre seus últimos trabalhos estão a série “Desperate Housewives” (2004–2012), na qual viveu a sogra intrometida de Bree Van De Kamp (Marcia Cross), papel que lhe valeu sua última indicação ao Emmy, e a mãe de Kevin James nos dois filmes da franquia de comédia “Segurança de Shopping”, lançados em 2009 e 2015. Em entrevista de 2012, Shirley Knight disse que ser atriz era o que sempre sonhou, e agradecia não ter ficado tão famosa. “Eu sempre digo que a fama não é algo que você deve buscar. As pessoas muito famosas são ridículas, olhe para as Kardashians. Enquanto isso, há pessoas por aí que não sabem quem foram os Beatles. Então, o que eu sempre digo é: ‘Se sua comida é a fama, você vai morrer de fome’. Sua comida precisa ser o trabalho, e fazê-lo cada vez melhor”.

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  • Etc,  Série

    HBO Max ganha novo comercial com data de estreia e cenas de séries originais

    22 de abril de 2020 /

    A HBO Max divulgou um novo comercial de conteúdo, prometendo a HBO com “muito mais”. O vídeo desfila rapidamente algumas séries clássicas, começando com “Friends”, mas também “The Big Bang Theory”, “Sex and the City” e “Família Soprano”, alternadas com cenas de cinema, de clássicos como “O Mágico de Oz” e “Casablanca” a lançamentos mais recentes, como “Nasce uma Estrela” e as adaptações da DC Comics “Mulher-Maravilha” e “Coringa”, sem esquecer de muitos desenhos animados, de “Pernalonga” a “Rick and Morty”, passando por “South Park”. O comercial ainda chega a mostrar cenas das novas séries em desenvolvimento, mas no estilo “piscou perdeu” e sem identificação. Mesmo assim, é possível identificar imagens de “The Flight Attendant”, thriller estrelado por Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”), e de “Love Life”, comédia romântica em formato de antologia estrelada por Anna Kendrick e com produção do cineasta Paul Feig – os dois trabalharam juntos no recente “Um Pequeno Favor”. Para completar, o vídeo revela, finalmente, a data oficial de estreia do serviço, que chega em 27 de maio nos EUA. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já no lançamento, o serviço terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC, num acordo recentemente firmado. Isso significa também séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Pretty Little Liars”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, junto de milhares de filmes, atrações clássicas da TV e ainda conteúdo original. Diversos produções originais foram anunciadas nos últimos meses, incluindo novas atrações de super-heróis, como “Lanterna Verde” (Green Lantern) e “Liga da Justiça Sombria” (Justice League Dark), um derivado de “O Iluminado”, uma produção sci-fi de Ridley Scott (“Perdido em Marte”), “Dune: The Sisterhood”, um derivado do universo sci-fi de “Duna”, novos desenhos dos “Looney Tunes”, uma série animada dos “Gremlins”, um revival de “Gossip Girl” e até um especial de reencontro do elenco de “Friends”, entre vários títulos mais. Apesar da divulgação da data de estreia nos EUA, ainda não há previsão para o lançamento do serviço no Brasil.

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    Netflix surpreende mercado com disparada de novas assinaturas no primeiro trimestre

    22 de abril de 2020 /

    A Netflix praticamente dobrou o número de assinantes previsto por analistas para o primeiro trimestre de 2020. De janeiro a março, a empresa adicionou 15,77 milhões de novos assinantes globalmente, bem acima das estimativas do mercado, que girava em torno de 8 milhões, segundo a empresa de pesquisas FactSet. As ações da gigante de streaming, que subiram cerca de 35% neste ano, avançaram mais 4% no after-market de terça (21/4), após a divulgação dos números. Em seu comunicado, a Netflix confirmou que adicionou mais assinantes do que o mercado e ela própria esperavam devido ao começo da quarentena forçada para conter a pandemia do novo coronavírus, situação em que a internet e os serviços de streaming têm se provado ferramentas essenciais das famílias modernas. Alguns analistas acreditavam que os serviços de streaming estariam entre os primeiros itens a serem cortados em meio a uma onda de demissões e temores de uma recessão econômica. Mas a Netflix disse que espera adicionar ainda mais 7,5 milhões de assinantes pagos globalmente no segundo trimestre, também quase dobrando as estimativas de analistas para o período, de 3,81 milhões. O crescimento maior da empresa se deu na região Ásia-Pacífico, onde adicionou 3,6 milhões de assinantes. Na América Latina, foram 2 milhões de novos clientes. Mas o aumento excepcional no número de assinaturas paradoxalmente resulta em receita menor, devido à valorização do dólar. No Brasil, por exemplo, a perda devido à moeda foi de 25% — os R$ 33 da assinatura básica, que equivaliam a US$ 8,50 há um ano, passaram a valer US$ 6,50. A conta final, porém, está sendo positiva. A receita trimestral da Netflix aumentou para US$ 5,77 bilhões (R$ 30,5 bilhões), ante US$ 4,52 bilhões (R$ 23,9 bilhões) no trimestre anterior. Em todo o mundo, a plataforma já soma mais de 180 milhões de assinantes.

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    Casseta & Planeta abre festival de lives do governo de São Paulo

    20 de abril de 2020 /

    O grupo de humor Casseta & Planeta abre nesta terça-feira (21/4), às 21h30, o festival de lives #CulturaEmCasa, promovido pelo governo do estado de São Paulo. A trupe de humoristas terá ainda uma segunda apresentação no dia 28 e Helio de la Peña, um dos integrantes do Casseta, anunciou no Instagram que os cachês do grupo serão doados integralmente ao projeto social Mães da Favela, da Central Única das Favelas, para beneficiar famílias carentes de São Paulo. A programação ainda prevê participações do rapper Rincon Sapiência, na quarta-feira, além de outros shows, como Marcelo Jeneci, Céu, Leci Brandão, Erasmo Carlos e Karol Conka, ao lado de performances de atores, como Eva Wilma e Elias Andreato. Veja abaixo as apresentações confirmadas, que acontecerão diariamente às 21h30. O festival #CulturaEmCasa é uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e acompanha o lançamento de uma plataforma de streaming também chamada de #CulturaEmCasa. O serviço, gratuito, foi planejado para reunir conteúdos exclusivos, como as lives, e também acervo das diferentes entidades administradas pela pasta, como a Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), a São Paulo Companhia de Dança e a Pinacoteca de São Paulo. O projeto está orçado em R$ 1 milhão. Em comunicado, a secretaria explica que o valor foi remanejado de “projetos de difusão que foram suspensos devido à pandemia do coronavírus e que visavam os mesmos objetivos: democratizar o acesso a conteúdos culturais e gerar oportunidades para artistas e técnicos”. O montante cobre a criação, a produção de conteúdo, a atualização e a manutenção da plataforma, que deve ser mantida no ar mesmo depois de a quarentena acabar, como um projeto em constante atualização. Segundo o secretário Sérgio Sá Leitão, além de ser uma forma de levar as produções culturais para mais pessoas durante a pandemia e também depois dela, a plataforma foi pensada como um meio de geração de renda para os profissionais do setor, que estão desempregados. Todos os autores, artistas e técnicos envolvidos no projeto estão sendo remunerados. Sem propostas para a Cultura durante a crise sanitária, o presidente Jair Bolsonaro deixou claro seu apreço pela classe ao se manifestar contra a iniciativa no seu palanque virtual. Confira abaixo o vídeo de apresentação do projeto e a programação de lives, que poderão ser conferidas no site da plataforma: https://culturaemcasa.com.br/ 21/04 às 21h30: Casseta & Planeta 22/04 às 21h30: Rincon Sapiência 23/04 às 21h30: ARAP, com Elias Andreato 24/04 às 21h30: Anelis Assumpção + Curumim 25/04 às 21h30: Marcelo Jeneci 26/04 às 21h30: Eva Wilma 27/04 às 21h30: Céu 28/04 às 21h30: Casseta & Planeta 29/04 às 21h30: Leci Brandão 30/04 às 21h30: Aílton Graça 01/05 às 21h30: Tulipa 02/05 às 21h30: Erasmo Carlos 03/05 às 21h30: Karol Conka

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    Tom Lester (1938 – 2020)

    20 de abril de 2020 /

    O ator Tom Lester, que ficou conhecido pela série da década de 1960 “O Fazendeiro do Asfalto” (Green Acres), morreu nesta segunda (20/4) aos 81 anos. Ele estava na casa de sua noiva e cuidadora em Nashville quando passou mal. O ator sofria há anos do Mal de Parkinson. Lester nasceu no Mississípi, onde foi criado em uma fazenda. Cursou Química e Biologia e, ao se formar, virou professor. Mas apesar de todo o estudo, acabou ficando famoso como um caipira iletrado na TV. A lenda diz que ele enfrentou a competição de mais de 400 atores para o papel que o consagrou, e só venceu por ser o único entre eles que sabia ordenhar uma vaca. Mas não foi exatamente assim. Depois de ir a Los Angeles e conhecer a professora de teatro Lurene Tuttle, Lester atuou em peças teatrais ao lado de Linda Kaye, filha de Paul Henning, o produtor que havia criado duas comédias rurais de grande audiência na rede CBS, “A Família Buscapé” e “Petticoat Junction”, e que estava planejando lançar um spin-off. “Naquela época, Henning era o produtor de comédia mais poderoso do mundo”, disse Lester, em uma entrevista antiga. “Então ele veio ver a peça de Linda… e acabou gostando de mim, conheceu minhas pequenas idiossincrasias e tudo mais, porque nós passamos a ter pequenas festas na casa dele, bebíamos Coca-Cola, comíamos cachorros-quentes e passávamos um tempo juntos”. Henning acabou escalando Lester num pequeno papel, que deveria durar só alguns episódios, já que a trama de “O Fazendeiro do Asfalto” era centrada em outros personagens, o casal formado por Oliver Arnold (Eddie Albert) e Lisa (Eva Gabor), um advogado bem-sucedido de Manhattan e sua elegante noiva que deixaram a cidade grande para viver numa fazenda falida perto de Hooterville. O personagem de Lester, Eb Dawson, morava na fazenda, era amigo de um porco chamado Arnold e chamava Lisa e Oliver de pais. Mais importante que isso: ele era muito engraçado. Tanto que acabou fazendo mais sucesso que os protagonistas, levando os produtores a fixar o ator no elenco central. O público gostou tanto do caipira vivido por Lester que seu personagem fez crossovers, aparecendo nas outras duas produções de Henning – em seis capítulos de “Petticoat Junction”, estrelada por sua amiga Linda Kaye, e em três de “A Família Buscapé”. “O Fazendeiro do Asfalto” durou seis temporadas, de 1965 até 1971, mas ainda se manteve no ar por muitos e muitos anos em reprises. Depois do cancelamento, o ator apareceu em outras séries, como “O Jogo Perigoso do Amor”, “Marcus Welby”, “Os Pioneiros” e “A Supermáquina”, mas nunca mais teve um papel fixo. Também não conseguiu emplacar carreira no cinema, apesar do sucesso de seu primeiro longa, “Benji, o Filme” (1974), que lançou o famoso astro canino do título. Seu segundo filme só estreou 15 anos depois e foi um terror B, “Violência e Terror” (1989). E ele ainda apareceu em “Gordy: O Porquinho Herói” (1994), um ano antes de “Babe, o Porquinho Atrapalhado” (1995) virar blockbuster nos cinemas. Mas a doença o atingiu cedo e os trabalhos se tornaram cada vez mais raros. Ele abandonou a produção artística para se recolher em sua vida pessoal, embora tenha ressurgido recentemente para um último papel de caipira, na comédia “Campin’ Buddies”, de 2014.

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    Ator de Blue Bloods tem a perna amputada devido a complicações de covid-19

    18 de abril de 2020 /

    O ator e cantor Nick Cordero, que foi indicado ao Tony (o Oscar do teatro) e trabalhou no filme “Despedida em Grande Estilo” e nas séries “Blue Bloods” e “Law & Order: SVU”, teve a perna amputada após complicações decorrentes de sua infecção pela covid-19. Ele se encontra sedado numa UTI de Nova York desde 1º de abril. A esposa de Cordero, Amanda Kloots, compartilhou as notícias em um vídeo de Stories no Instagram na tarde deste sábado (18/4). “Recebemos notícias difíceis ontem”, ela contou, sobre a luta do ator de 41 anos contra o coronavírus. “Basicamente, tivemos problemas na perna direita com a coagulação e a circulação de sangue nos dedos dos pés, que não está acontecendo com a cirurgia e tudo mais. Então, eles o colocaram em anticoagulantes para a coagulação e, infelizmente, os anticoagulantes causaram outros problemas – pressão arterial e algum sangramento interno no intestino -, então tiramos o diluente de sangue, mas isso causou novamente coagulação na perna direita. Portanto, a perna direita será amputada hoje”. No fim de semana passado, Kloots disse que seu marido havia desenvolvido uma nova infecção no pulmão e precisou ser ressuscitado, e que então ele passou por uma cirurgia. “Eles tiveram muita dificuldade em recuperá-lo”, disse ela na época. Ela concluiu com uma mensagem esperançosa: “Um pedido … eu sei que isso não é possível, mas hoje é dia de milagre, então o que não pedir? Eu só queria poder vê-lo. Segurar sua mão. Tocar seu rosto. Eu acredito que isso o ajudaria a acordar. ” Mais tarde, Kloots atualizou a situação de Cordero via Instagram: “Recebi um telefonema do hospital dizendo que Nick saiu da cirurgia vivo e está indo para seu quarto. Amém! Ele está nos ouvindo!!! Ele está ouvindo o amor e suas vozes todos os dias. Eu tenho certeza disso. Obrigado a Deus por cuidar dele e dos incríveis médicos e enfermeiros do hospital Cedars-Sinai. Eu posso dormir esta noite.” Kloots tem mantido os amigos da família e seguidores do Instagram atualizados sobre a saúde de Cordero durante toda a sua hospitalização. Ela disse que ele testou negativo para covid-19 duas vezes, antes de um terceiro teste dar positivo. Ver essa foto no Instagram We got Nicks song on the radio guys! Thank you to @stevievanzandt every night at 6pm EST on @siriusxm channel 21!!! Holy Moly!!! AND right after we finished singing tonight I got a phone call from the hospital saying that Nick made it out of surgery alive and he is headed to his room to rest and recover! AMEN! He is hearing us!!! He is hearing the support, the love and your voices everyday. I just know it. Thank you God for watching over him and for the incredible doctors and nurses @cedarssinai hospital! ❤️ I may sleep tonight. Uma publicação compartilhada por AK! ⭐️ (@amandakloots) em 18 de Abr, 2020 às 3:56 PDT

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    Regina Duarte vira alvo de protestos diante de mortes de artistas e falta de apoio ao setor cultural

    18 de abril de 2020 /

    Um grupo de atores, diretores e produtores iniciou uma campanha virtual criticando a omissão de Regina Duarte durante a pandemia do coronavírus. Em vários vídeos publicados nas redes sociais, muitos pergunta “Cadê você, Regina?”. A crítica mais contundente partiu de Marcos Caruso, que lamentou que a Secretaria Especial de Cultura, comandada por Regina Duarte, não esteja se manifestando sobre as mortes de importantes artistas brasileiros que aconteceram esta semana, como o cantor Moraes Moreira e os escritores Rubem Fonseca e Luiz Alfredo Garcia-Roza. “Há poucos dias, em quatro dias perdemos três dos maiores expoentes da nossa cultura. E, por conta do isolamento social, filas não se aglomeraram diante do [Teatro] Municipal pra se despedir do Moraes Moreira. A Academia Brasileira”, afirmou ele. “Então eu acho que uma nota de pesar, em nome do Brasil aos seus filhos eméritos, poderia ter sido dada. Seria o mínimo. Cultura também é cultivar bons hábitos”, disse Caruso, que não citou Regina, mas foi claro nas críticas. “Muitas palavras poderiam traduzir o meu sentimento, mas eu prefiro dizer que, no mínimo, eu estou triste. É o mínimo sentimento diante do que eu esperaria que no mínimo fosse feito pela Cultura do meu país.” O vídeo tem sido compartilhado na internet por críticos do governo Jair Bolsonaro, incluindo atores como José de Abreu e Lúcio Mauro Filho. Este questionamento se junta a outros, sobre o que Regina está fazendo em relação aos artistas que perderam suas fontes de arrecadações e o que impede a liberação de verbas do setor, como o Fundo Nacional de Cultura e o Fundo Setorial do Audiovisual – este está travado desde a posse de Bolsonaro. Para os artistas, a Secretária de Cultura do governo de Jair Bolsonaro não tem tomado nenhuma providência para ajudar a classe artística, uma vez que produções audiovisuais estão suspensas e teatros fechados. O movimento querendo saber onde está Regina inclui nomes como Marcelo Várzea, Lavínia Pannunzio, Iara Jamra, Paula Cohen, Rubens Caribé, Renata Carvalho, Adriano Tunes e Fernando Eiras. Veja abaixo alguns vídeos do protesto virtual. Ver essa foto no Instagram Cultura também é cultivar bons hábitos. Uma publicação compartilhada por Marcos Caruso (@marcos_caruso) em 17 de Abr, 2020 às 11:20 PDT Ver essa foto no Instagram Cadê Regina? Uma publicação compartilhada por Marcelo Varzea (@marcelovarzea) em 17 de Abr, 2020 às 6:27 PDT Ver essa foto no Instagram CADÊ REGINA? #MovimentoArtigoQuinto #ATAC #TrabalhadoresDaCultura #TrabalhadorasDaCultura #SomosTrabalhadoresDaCultura #SomosTrabalhadorasDaCultura #TrabalhadoresDasArtes #TrabalhadorasDasArtes #CulturaEVida #CadeRegina @reginaduarte #reginaduarte @artigo5quinto @atac.cultura Uma publicação compartilhada por Marcelo Varzea (@marcelovarzea) em 17 de Abr, 2020 às 8:06 PDT Ver essa foto no Instagram Cadê Regina! #MovimentoArtigoQuinto #ATAC #TrabalhadoresDaCultura #TrabalhadorasDaCultura #SomosTrabalhadoresDaCultura #SomosTrabalhadorasDaCultura #TrabalhadoresDasArtes #TrabalhadorasDasArtes #CulturaEVida #CadeRegina @reginaduarte #reginaduarte @artigo5quinto @atac.cultura Uma publicação compartilhada por Renata Carvalho (@renatacarvalhoteatro) em 17 de Abr, 2020 às 2:59 PDT Ver essa foto no Instagram #MovimentoArtigoQuinto #ATAC #TrabalhadoresDaCultura #TrabalhadorasDaCultura #SomosTrabalhadoresDaCultura #SomosTrabalhadorasDaCultura #TrabalhadoresDasArtes #TrabalhadorasDasArtes #CulturaEVida #CadeRegina Uma publicação compartilhada por Valdir Rivaben (@valdirrivaben) em 17 de Abr, 2020 às 5:00 PDT Ver essa foto no Instagram E aí @celso_curi queridíssimo? Cadê ela? Cadê? Cadê Regina Duarte?? #artigoquinto #cadereginaduarte #trabalhadoresdacultura @artigo5quinto @reginaduarte Uma publicação compartilhada por Paula Cohen (@paulacohenoficial) em 17 de Abr, 2020 às 10:52 PDT Ver essa foto no Instagram Cadê você Regina Duarte??? Nos artistas estamos precisando de iniciativas que nos ajudem a atravessar este momento que nos atinge absurdamente!! Cadê você Regina!? Quais as medidas que estão sendo tomadas para cuidar, proteger e incentivar a classe artista como um todo!? Cadê!? É mais que urgente um posicionamento seu!! #movimentoartigoquinto #artigoquinto #trabalhadoresdacultura #somostrabalhadoresdacultura #reginaduarte #cadereginaduarte #cadeaministradacultura @reginaduarte @artigo5quinto Uma publicação compartilhada por Paula Cohen (@paulacohenoficial) em 17 de Abr, 2020 às 7:32 PDT Ver essa foto no Instagram CADÊ REGINA? #MovimentoArtigoQuinto #TrabalhadoresDaCultura #TrabalhadorasDaCultura #SomosTrabalhadoresDaCultura #SomosTrabalhadorasDaCultura #TrabalhadoresDasArtes #TrabalhadorasDasArtes #CulturaEVida #CadeRegina @reginaduarte #reginaduarte Uma publicação compartilhada por Adriano Tunes (@adrianotunesreal) em 18 de Abr, 2020 às 10:43 PDT

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    Sean Penn e Arnold Schwarzenegger lideram esforços contra pandemia na Califórnia

    17 de abril de 2020 /

    Astros famosos de Hollywood, como Sean Penn e Arnold Schwarzenegger, arregaçaram as mangas para trabalhar junto do governado da California e da prefeitura de Los Angeles num esforço para conter a pandemia do novo coronavírus no estado americano. Penn disponibilizou sua ONG de enfrentamento de desastres, a Community Organized Relief Effort (CORE), para treinar voluntários e aplicar testes gratuitos de covid-19 em drive-thrus de Los Angeles, facilitando o acesso da população aos exames. “Nos já tínhamos a infraestrutura e, quando entramos em ação, tivemos uma resposta governamental altamente efetiva”, disse Penn à CNN, elogiando o prefeito Eric Garcetti e o governador Gavin Newsom pela parceria. “O teste é um componente essencial e complementa o que os heróis dos hospitais estão fazendo”, acrescentou. O ator e sua organização também participaram dos esforços coletivos de ajuda após os impactos do terremoto do Haiti e de alguns furacões nos Estados Unidos, adquirindo expertise em soluções comunitárias contra crises. Já Schwarzenegger vai aproveitar sua experiência administrativa como ex-governador da Califórnia para integrar um conselho estadual voltado à superação econômica da crise. Além dele, também participam dessa iniciativa o diretor executivo da Disney, Bob Iger, e o CEO da Apple, Tim Cook, entre outros ex-governadores, líderes do mercado e profissionais da saúde. Newsom anunciou a força-tarefa “dos melhores e mais brilhantes líderes” do estado nesta sexta (17/4), dizendo que ela se concentrará em definir “uma forma segura para se iniciar um roteiro de recuperação – baseado na saúde, baseado em dados, baseado na ciência” para retomar a economia da Califórnia.

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    Comic-Con 2020 é cancelada pelo novo coronavírus

    17 de abril de 2020 /

    A Comic-Con Internacional, principal convenção de cultura geek do mundo, realizada em San Diego, na Califórnia, foi cancelada pela primeira vez em meio século devido à pandemia do novo coronavírus. O evento gigantesco, que reúne grandes celebridades de Hollywood, franquias milionárias e cerca de 135 mil frequentadores, deveria ser realizado em julho, mas se juntou à lista de eventos cancelados em meio ao surto de covid-19. Em comunicado divulgado nesta sexta (17/4), os organizadores anunciaram “com profundo pesar que não haverá Comic-Con em 2020”. Eles explicaram que estavam adiando a decisão enquanto aguardavam novos dados sobre a pandemia, esperando que ela pudesse abrandar. Mas isso não deve acontecer. O governador da Califórnia, Gavin Newsom, declarou recentemente que eventos sociais de grande porte não poderiam ocorrer nos próximos meses. “O monitoramento contínuo dos alertas das autoridades de saúde e das declarações recentes do governador da Califórnia deixam claro que não seria seguro prosseguir com os planos para este ano”. Aos fãs que já haviam comprado ingressos para os quatro dias da Comic-Con receberão reembolsos ou, se preferirem, a opção de participar da edição de 2021. A edição de 2020 seria a 51ª e marcaria os 50 anos da Comic-Con, que começou como uma pequena reunião de cerca de 100 fãs de quadrinhos em um porão de um hotel em San Diego, em 1970, antes de se tornar um fenômeno cultural influente, copiado – com direito a nome pirateado – por várias outras convenções de cultura pop ao redor do mundo. Como em seu primeiro ano foram realizadas duas edições, a Comic-Con de número 50 aconteceu no ano passado. Só nos EUA, a pandemia do novo coronavírus também já cancelou o Festival de Coachella, um dos principais eventos de música do país, a Cinema-Con, que reúne os proprietários de salas de cinema, e o Festival SXSW (South by Southwest), que mescla filmes, séries, música e tecnologia.

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