PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • outubro 2026
  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
Etc

Richarlison ironiza fuga de Flávio e Willer: “Ninguém na ilha?”

Jogador publica montagem feita com inteligência artificial sobre mansão disputada em Angra dos Reis

Leia mais
28 de outubro de 2026
Etc

Rayane Figliuzzi já teria novo affair após separação conturbada de Belo

Amigos da ex-Fazenda apontam envolvimento com Rafael Alves, empresário que já namorou Carol Castro e foi investigado por corrupção no Rio

Leia mais
28 de outubro de 2026
Etc

Virginia rebate Silvia Abravanel após ameaça à guarda dos filhos

Filha de Silvio Santos sugeriu que Poliana Rocha assumisse a criação dos netos depois de vídeo da influenciadora dançando com notas de dinheiro

Leia mais
28 de outubro de 2026
  • Etc

    WarnerMedia acaba com HBO Go e renomeia HBO Now para diferenciar da HBO Max

    12 de junho de 2020 /

    Foi só depois de lançar a HBO Max que a WarnerMedia percebeu que tinha criado confusão com três serviços de streaming diferentes com o nome da HBO – HBO Go, HBO Now e HBO Max. Não foi por falta de aviso, foi por falta de criatividade mesmo. Agora, a empresa resolveu abordar essa confusão. Nesta sexta (12/6), anunciou que está aposentando a HBO Go e renomeando a HBO Now simplesmente como HBO. A HBO que acabou, a HBO Go, era um serviço que permitia aos assinantes do canal pago original assistir gratuitamente a programação da TV em outras mídias, como o computador e o celular, via plataforma digital. Já a HBO Now era… a mesma coisa, só que com uma assinatura paga e voltada para quem não é assinante do canal. Foi este serviço que se tornou apenas HBO. “Agora que o HBO Max foi lançado e está distribuído de forma ampla, nós podemos implementar algumas mudanças significativas em nossa oferta de aplicativos nos Estados Unidos”, disse a WarnerMedia em comunicado. Na verdade, a empresa decidiu simplificar o que tinha complicado desnecessariamente, oferecendo um único aplicativo para quem quiser acessar o conteúdo da HBO, seja assinante da TV ou não. Quem possuía acesso ao HBO Go por ter plano de operadora de TV, passará a entrar nos conteúdos pelo aplicativo renomeado HBO. O mesmo acontecerá para quem já assinava o HBO Now à parte. Em outras palavras, a WarnerMedia unificou o local de acesso aos dois serviços em apenas um. A empresa avisou que pretende remover o aplicativo HBO Go das plataformas de aplicativos em 31 de julho. Recém-lançada nos EUA, em 27 de maio, a HBO Max não foi afetada pelas mudanças, a não ser em piadas. Algumas pessoas sugeriram nas redes sociais que a WarnerMedia rebatizasse seus serviços de HBO Max, HBO Mid e HBO Mini.

    Leia mais
  • Etc

    Dennis O’Neil (1939 – 2020)

    12 de junho de 2020 /

    O escritor e editor Dennis “Denny” O’Neil, um dos melhores roteiristas dos quadrinhos da DC Comics em todos os tempos, morreu na quinta (11/6) em sua casa de causas naturais, aos 81 anos. Ele nasceu no mês e no ano em que Batman estreou nos quadrinhos e foi responsável pelas mudanças mais importantes da trajetória do personagem. Mas, curiosamente, sua carreira começou na editora rival, contratado pelo próprio Stan Lee para escrever para a Marvel nos anos 1960. Seu começo foi com histórias do Doutor Estranho e dos X-Men. Mas, para completar sua renda, ainda desenvolvia tramas para a editora Charlton, sob pseudônimo. Só que esse “segredo” foi por terra quando o editor da Charlton, Dick Giordano, foi contratado para comandar a DC em 1968 e decidiu levar consigo seus roteiristas favoritos. Dennis, que na época assinava Denny O’Neil, foi responsável por uma revolução nos quadrinhos da DC. Em suas histórias, tornou-se pioneiro na abordagem de temas sociais em quadrinhos de super-heróis, especialmente na publicação que juntou Lanterna Verde e Arqueiro Verde numa jornada pelos rincões dos EUA. Em vez de supervilões, os personagens se depararam com racismo, miséria e vício em drogas. A história em que o antigo parceiro mirim do Arqueiro, Ricardito (Speedy), revelou-se viciado é considerada até hoje uma das mais impactantes e relevantes do gênero. Estes quadrinhos foram os primeiros a chamar atenção da grande imprensa para o fato de que super-heróis podiam ser mais que diversão infantil. “Eu saí da obscuridade total para ver meu nome em destaque no The New York Times e ser convidado para fazer talk shows”, lembrou O’Neil numa entrevista de 1986. O’Neil também tirou os super-poderes da Mulher-Maravilha, explorando sua identidade de Diana Prince em histórias de espionagem, mudou pela primeira vez a formação da Liga da Justiça, mas nenhuma dos personagens da editora foi tão afetado por seus textos quanto Batman. Na época, ninguém queria escrever Batman. O personagem estava desacreditado na editora, após ser ridicularizado na série de TV, exibida entre 1966 e 1968. Ele recebeu a missão de salvar o herói. E sua ideia foi mergulhar fundo nas trevas. Batman sofreu um reboot completo, sem que O’Neil anunciasse que era isso que estava fazendo. Para começar, tirou Robin de cena – faculdade, briga, rompimento, Titãs, etc – deixando Batman sozinho pela primeira vez em 30 anos. Um por um, ele também foi reintroduzindo os vilões clássicos. O’Neil foi quem explorou a loucura do Coringa, transformando o palhaço do crime num psicopata assassino. Fez o mesmo com o Duas Caras, etc. E ainda criou um dos maiores inimigos do herói, Ra’s Al Ghul, assim como o maior amor – Tália, a filha do vilão. O escritor também criou a personagem coadjuvante Leslie Thompkins. E suas histórias desenhadas por Neal Adams, Jim Aparo e Dick Giordano figuram entre as mais influentes já feitas sobre Batman. Ele também ajudou a ressuscitar O Sombra, personagem da era do rádio e dos pulps, que sob sua direção se transformou em personagem da DC, e ainda assinou a famosa graphic novel da luta entre Superman e Muhammad Ali. Seu sucesso o levou de volta à Marvel, onde assumiu o carro-chefe da editora, o Homem-Aranha, além de Homem de Ferro e Demolidor durante os anos 1980. Neste período, criou a Madame Teia e os vilões Homem Hídrico, Monge de Ferro (Obadiah Stane) e Lady Letal (Yuriko Oyama). Ainda editou a fase de Frank Miller à frente do Demolidor. E, ao supervisionar o lançamento dos quadrinhos dos Transformers, concebeu e nomeou ninguém menos que Optimus Prime. A DC o trouxe de volta em 1986 com uma promoção, tornando-o editor de Batman, papel que ele cumpriu durante toda a era das graphic novels sombrias do personagem, até os anos 2000. Ele lançou a revista “Batman: Lendas do Cavaleiro das Trevas” dedicada a coleções de minisséries adultas de Batman, também se dedicou ao herói Questão, criou Richard Dragon, o personagem Azrael e ainda adaptou os roteiros dos filmes “Batman Begins” (2005) e “O Cavaleiro das Trevas” (2008) em quadrinhos. Sua carreira não se resumiu aos quadrinhos. Ele escreveu livros sobre a arte sequencial e também roteiros de séries, tanto para a versão animada de Batman quanto para a primeira série live-action do Superboy. Mas também trabalhou fora do gênero, roteirizando episódios de “Fuga das Estrelas” (Logan’s Run), a série derivada do filme “Fuga do Século 23” (1976), e da animação “Comandos em Ação” (G.I. Joe). Para completar, foi professor da Escola de Artes Visuais de Manhattan. Jim Lee, atual editor-chefe da DC, chamou Denny O’Neal de “um dos arquitetos visionários da DC Comics”, citando como ele “ajudou a reviver o Batman nos anos 1970” e como continua a ser o seu “escritor favorito do Lanterna Verde até hoje”. Lee resumiu a impacto de suas obras ao lembrar que, “por meio de sua edição e redação, Denny foi um dos primeiros escritores cujo trabalho e foco em questões sociais impulsionaram os quadrinhos” para fora de seu universo infantil.

    Leia mais
  • Etc

    Regina King critica Trump por comício em local histórico de chacina racista

    12 de junho de 2020 /

    A atriz Regina King está furiosa com a decisão de Donald Trump de realizar um comício em Tulsa, local do pior massacre racial já acontecido nos EUA, justamente no dia em que os americanos comemoram o fim da escravidão. Em campanha para sua reeleição, o presidente dos EUA decidiu ir na próxima sexta-feira (19/9) a Tulsa, em Oklahoma, onde em junho de 1921 uma multidão de brancos racistas armados invadiu o bairro negro da cidade, um dos mais ricos de todo o país, apelidado de Black Wall Street, e, com auxílio de artilharia aérea, executou cerca de 300 pessoas, entre homens, mulheres e crianças, deixando outras 800 feridas, além de incendiar e destruir suas casas e comércios. O crime hediondo foi retratado recentemente na série “Watchmen”, da HBO, estrelada, claro, por Regina King, que comentou os planos de Trump em entrevista a eth Meyers, durante participação no programa “Late Night”, que foi ao ar na noite de quinta-feira (11/6). “Eu tenho calafrios porque, de várias maneiras – e ele faz isso o tempo todo – , ele está realmente mostrando o dedo [do meio]”, disse King. “Ele está mesmo dizendo que não está se f****** e mostrando o dedo. É enfurecedor…”, ela continuou. “E machuca fundo”. Vários outros artistas e celebridades criticaram a falta de sensibilidade de Trump, especialmente diante dos protestos antirraciais que estão acontecendo em todos os EUA, após a morte de George Floyd por policiais brancos. A escritora Bess Kalb, que é judia, comparou a escolha de Trump por Tulsa no dia do fim da escravidão com um comício de direita em Auschwitz, na data em que se relembra as vítimas do Holocausto. Veja abaixo o vídeo com os comentários de Regina King e a cena de “Watchmen” que recria o massacre verídico de Tulsa.

    Leia mais
  • Etc

    São Paulo vive renascimento dos cinemas drive-in

    12 de junho de 2020 /

    Sem cinemas drive-in em funcionamento há vários anos, São Paulo experimenta um renascimento do segmento. Três espaços do gênero estão sendo abertos nestes dias – dois já nesta sexta-feira, o terceiro na próxima semana. Popularizados nos anos 1950 e em decadência desde os 1970, os drive-in ressurgiram com força como alternativa durante a pandemia de coronavírus e atualmente são responsáveis pelas únicas bilheterias de cinema do Brasil. O grande atrativo desses cinemas é a possibilidade das pessoas assistirem filmes de dentro de seus carros, o que deixa de ter um apelo simplesmente nostálgico para ser a grande aposta do entretenimento em 2020, o ano do distanciamento social. Um dos espaços mais badalados – e caros – , o Arena Estaiada Drive-In, idealizado junto à Visualfarm, reúne diferentes frentes de negócio, priorizando ações 360º, e começa suas projeções nesta sexta (12/6), Dia dos Namorados, com a realização do Cine Stella Artois – sessão de cinema patrocinada pela marca de cerveja. Com capacidade de até 100 carros e ingressos ao preço de R$ 100 por carro (de até quatro passageiros), as duas sessões desta sexta já estão esgotadas, mas o cinema vai funcionar até agosto. O Centro de Tradições Nordestinas também vai receber um cinema ao ar livre com a primeira sessão nesta noite. Em parceria com a rede Centerplex, o Cine Drive-in Centerplex CTN tem espaço para 107 veículos e uma tela de 72m², que deve funcionar por dois meses. Por fim, o Belas Artes Autorama Drive-in, idealizado pelo cinema de rua paulistano Petra Belas Artes, será inaugurado na quarta (17/6) no Memorial da América Latina, com um telão de 15 metros de largura. São cem vagas e o ingresso custa R$ 65 para até quatro pessoas no mesmo carro. O público-alvo dos três espaços serão bem diferentes. Enquanto o Cine Stella Artois e o Cine Drive-in Centerplex CTN vão oferecer sucessos comerciais, o Belas Artes Autorama Drive-in prioriza títulos cults. A programação divulgada até o momento não prevê lançamentos inéditos em nenhuma das três telas.

    Leia mais
  • Etc

    Atriz detalha problemas com Lea Michele nos bastidores de Glee

    12 de junho de 2020 /

    A atriz Samantha Ware, que acusou Lea Michele de atitudes abusivas e racistas durante as gravações na série “Glee”, deu uma entrevista para a revista Variety nesta sexta (12/6), em que detalhou o que ocorreu nas gravações e refletiu sobre o comportamento da ex-colega de elenco. Ware explicou porque se revoltou com o tuíte de Michele apoiando o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), que tem liderado protestos pelos EUA após a morte de George Floyd sob custódia policial. Mas diz não defender a “cultura do cancelamento”, por acreditar que todo mundo merece uma segunda chance. “Quando você posta algo assim, é preciso ter um entendimento do que a hashtag significa, e para mim é óbvio que ela não tem”, disse. “Será que Lea sabe o que é uma microagressão? Eu não sei. Tudo o que o pedido de desculpas dela fez foi afirmar que ela não aprendeu nada”. “Estou chamando Lea de racista? Não. Lea tem tendências racistas? Olha, eu acho que ela sofre de um sintoma de viver neste mundo, em uma indústria que é desenhada para beneficiar pessoas brancas”, continuou. A artista contou que seu primeiro contato com Michele em “Glee” já foi hostil. “Não houve nada de gradual nisso. Assim que ela decidiu que não gostava de mim, estava feito. Foi no dia em que gravei minha primeira performance que tudo começou”, lembrou. “Ela não falava comigo e me olhava torto, fazendo comentários maldosos baixinho… Era uma série de atitudes passivo agressivas, e só foi piorando”, contou. “Mas as ações dela não eram novas, eram algo comum. No dia em que eu resolvi falar com as pessoas sobre isso, elas deram de ombros e disseram: ‘Lea é assim'”. “Eu acho que isso, em si, é um problema, porque ninguém estava fazendo nada para mudar o que estava acontecendo. Era um ambiente que ajudava a perpetuar este tipo de abuso”, refletiu. Diante da repercussão de seus comentários, que fizeram mais pessoas que trabalharam com Lea Michele em “Glee” e outras séries se manifestarem contra o comportamento da atriz, Ware pretende se posicionar mais para ajudar as produções em que participa a incluir vozes diversas do jeito certo. “Não adianta colocar pessoas de cores diferentes na sala se você não as deixa falar, ou compartilhar suas ideias de algum jeito”, disse. “Existem muitos desequilíbrios de poder e estruturas que se tornaram inerentes da nossa indústria com os anos. Essas coisas precisam desmoronar. Todo mundo precisa se sentir ouvido e validado”, completou.

    Leia mais
  • Etc

    Jas Waters: Morte da roteirista de This Is Us foi suicídio

    11 de junho de 2020 /

    Poucas horas depois da comoção entre as equipes das séries “This Is Us” e “Kidding”, a morte da roteirista Jas Waters teve sua causa revelada pela polícia. O consultório médico legista do condado de Los Angeles afirmou na tarde desta quinta-feira (11/6) que Waters morreu em 9 de junho por enforcamento. Sua morte foi considerada suicídio. A notícia da morte de Waters tinha sido comunicada pela sala de roteirista de “This Is Us” e, posteriormente, de “Kidding”, duas séries em que ela trabalhou. foram confirmadas quarta-feira por “Toda a família #ThisIsUs ficou arrasada ao saber da passagem de Jas Waters”, dizia o comunicado original. “No nosso tempo juntos, Jas deixou sua marca em nós e em todo o show. Ela era uma contadora de histórias brilhante e uma força da natureza. Enviamos nossas mais profundas simpatias a seus entes queridos. Ela era uma de nós”. Leia mais sobre a carreira e a repercussão da morte da roteirista aqui.

    Leia mais
  • Etc

    Viggo Mortensen negocia estrelar novo filme do diretor de Green Book

    11 de junho de 2020 /

    O ator Viggo Mortensen negocia repetir sua recente parceria com o diretor Peter Farrelly, com quem filmou “Green Book”, vencedor do Oscar de Melhor Filme no ano passado. A informação é do site The Hollywood Reporter. Ainda sem título, o novo filme será um drama passado na Guerra do Vietnã, baseado no livro “The Greatest Beer Run Ever: A True Story of Friendship Stronger Than War”, de Joanna Molloy e John “Chickie” Donohue, com produção da Skydance Media. Assim como “Green Book”, trata-se de uma história supostamente real sobre o autor do livro, Donohue, que deixou Nova York em 1967 para ir ao Vietnã encontrar seus amigos de infância no exército, querendo apenas beber algumas cervejas com eles. A adaptação está sendo escrita por Brian Currie (co-roteirista de “Green Book”), Pete Jones (“Passe Livre”) e o próprio Farrelly. Ainda não há previsão para o começo das filmagens.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Mel Winkler (1941 – 2020)

    11 de junho de 2020 /

    O ator Mel Winkler, que apareceu em diversos filmes entre os anos 1970 e 1990 e se destacou como dublador, morreu nesta quinta-feira (11/6), pacificamente em seu sono de causas desconhecidas aos 78 anos. Nascido em St. Louis, Winkler chamou atenção de Hollywood após estrear na Broadway, na montagem de “A Grande Esperança Branca”, em 1968. No ano seguinte, ele virou o Dr. Simon Harris na novela diurna “The Doctors”, da NBC, fazendo sua transição para o cinema em 1972, no clássico “A Máfia Nunca Perdoa”. Ao longo da carreira, ele ainda apareceu nos filmes “A Chance” (1983), com Tom Cruise, “Policial por Acaso” (1986), com Judge Reinhold, “Dominick e Eugene” (1988), com Tom Hulce, Ray Liotta e Jamie Lee Curtis, “Dr. Hollywood: Uma Receita de Amor” (1991), com Michael J. Fox, “O Diabo Veste Azul (1995), com Denzel Washington, “City Hall: Conspiração no Alto Escalão” (1996), com Al Pacino, e “Por uma Vida Menos Ordinária” (1997), com Cameron Diaz e Ewan McGregor. Também apareceu em episódios de várias séries, incluindo o piloto de “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman”, em 1993, como o inspetor William Henderson, de Metropolis. O papel acabou sendo repetido em “Superman: A Série Animada”, lançando sua carreira como dublador em 1996. Em seguida, ele foi contratado para dar voz a Lucious Fox, famoso personagem dos quadrinhos de Batman, na animação “As Novas Aventuras do Batman”, e Johnny Snowman em “Oswalt”, do Cartoon Network. Seus últimos filmes foram “Coach Carter: Treino para a Vida” (2005), com Samuel L. Jackson, e o drama indie “The Disciple” (2008).

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Jas Waters (1981 – 2020)

    11 de junho de 2020 /

    A roteirista Jas Waters faleceu na terça (9/6) aos 39 anos. A informação foi revelada por seus colegas da série “This Is Us”, na qual ela trabalhou entre 2017 e 2018. A equipe da produção expressou seu pesar pela morte de Waters em um post no Twitter, chamando-a de uma “brilhante contadora de histórias e uma força da natureza”. O criador da série, Dan Fogelman, acrescentou: “Jas era absolutamente brilhante e ainda tinha muitas histórias para contar. Ela deixou uma marca indelével em nosso programa e meu coração se parte por seus entes queridos”. Entre 2018 e 2020, ela também escreveu para “Kidding”, estrelada por Jim Carrey, e o criador desta série, Dave Holstein, também se pronunciou comovido. “Jas era uma voz única e… essa é uma perda devastadora para quem a conhecia e vivia sob sua luz. Uma das minhas frases favoritas dos roteiros dela está ressonando especialmente alto comigo: ‘Nossas cicatrizes não significam que estamos quebrados. Elas são a prova de que estamos curados'”. Waters nasceu em Evanston, Illinois, e cresceu em um lar de idosos, onde morava com os avós. Aos 20 e poucos, lançou seu próprio site e virou colunista da revista Vibe, o que a fez ser convidada para participar do programa de variedades “The Gossip Game”, da VH1, em 2013. Depois disso, virou roteirista, trabalhando nas séries “Hood Adjacent with James Davis”, do Comedy Central, e “The Breaks”, da VH1. Ela ganhou mais destaque como escritora da 2ª temporada de “This Is Us” e foi contratada como editora das histórias de “Kidding”, deixando sua marca em cada um dos episódios das duas temporadas da série. Atualização: Em pronunciamento na tarde desta quinta (11/6), a equipe médica legista de Los Angeles revelou que a causa da morte foi enforcamento e considerou o falecimento como suicídio. Leia mais aqui.

    Leia mais
  • Etc

    YouTube cria fundo de US$ 100 milhões para apoiar produções de artistas negros

    11 de junho de 2020 /

    O YouTube anunciou a criação de um fundo de US$ 100 milhões para apoiar produções de artistas e criadores de conteúdo negros. A ação acontece em meio a atos antirracistas por todo o mundo, sob o lema Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), desencadeados pelo repúdio ao assassinato de George Floyd, sufocado por policiais brancos nos EUA De acordo com a CEO do YouTube, Susan Wojcicki, o fundo servirá para “amplificar e desenvolver vozes negras de criadores e artistas negros e suas histórias”. Já neste sábado (13/6), o YouTube programou um evento dedicado ao combate ao racismo, “Bear Witness, Take Action”, com apresentação do rapper e ator Common (“O Ódio que Você Semeia”) e da atriz Keke Palmer (“Scream Queens”). O evento terá painéis, “mesas redondas” e tributos musicais. “No YouTube, acreditamos que vidas negras importam e que precisamos fazer mais para desmontar a sistemática racista. Estamos comprometidos a melhorar nossa plataforma e centralizar e amplificar vozes negras e suas perspectivas”, explicou Wojcicki.

    Leia mais
  • Etc

    Regina Duarte faz performance de despedida da Secretaria de Cultura

    11 de junho de 2020 /

    Regina Duarte voltou a abordar o desempenho mais vaiado de sua carreira, no papel de secretária de Cultura do governo Bolsonaro. Em vídeo dramático, editado com trilha orquestral triste, montagem de “grandes momentos” e interpretação em tom teatral – com alternância de expressões de empolgação à voz embargada, simulando choro – , Regina apresentou sua última cena antes da cortina descer sobre sua gestão. Entre elogios a si mesmo e culpabilização de terceiros, ela avaliou que falta de resultados de sua passagem pelo desgoverno, oficialmente encerrada na quarta (10/6) após menos de três meses, deveu-se ao que chamou de lentidão burocrática. Ela citou o momento de transição da secretaria, que deixou o ministério da Cidadania para integrar a pasta do Turismo. “Preciso confessar que a maior dificuldade enfrentada na minha secretaria foi a lentidão burocrática. Eu encontrei a cultura dividida e submetida a dois ministérios, da Cidadania e do Turismo. Exemplo disso foram as cinco semanas despendidas na aprovação da minha primeira instrução normativa. Na verdade, conseguimos publicar em tempo recorde duas INs que tratavam de normas criadas para socorrer o setor cultural diante da covid-19”, disse. Ela se refere a uma instrução normativa que traz mais flexibilidade para procedimentos de captação, execução, prestação de contas e avaliação de resultados dos projetos culturais apresentados por meio do mecanismo de incentivo a projetos culturais do Pronac (Programa Nacional de Apoio à Cultura).​ Mas ignora que os artistas precisaram buscar no Congresso Nacional um projeto financeiro para lhes garantir subsistência, sem apoio de sua pasta. Regina citou alguns projetos que desenvolveu, mas não implantou, como uma linha de crédito que, segundo ela, disponibilizaria “milhões de reais” do Fundo Nacional de Cultura, o projeto de “empréstimos reembolsáveis” (“as taxas de juros são bem abaixo do que é praticado no mercado e o prazo de carência para o pagamento é o menor que existe na praça e, tudo isso, com muito menos burocracia”). Além de um crowdfunding para incentivar produções culturais pelo país e dois editais, um para roteiristas estreantes e outro de literatura para jovens. Crowdfunding, claro, não depende de iniciativa estatal e é um mecanismo já utilizado amplamente pela sociedade civil, inclusive foi o que salvou os festivais do Rio e Anima Mundi do ano passado, após Bolsonaro limar o tradicional patrocínio da Petrobras ao cinema brasileiro. Já o Fundo Nacional de Cultura alimenta, em grande parte, entidades ligadas à própria Secretaria de Cultura (Fundação Casa de Rui Barbosa, Fundação Nacional de Artes – FUNARTE, dentre outras). Ela também voltou a dizer que, em poucos dias, o desgoverno deve convocar a reunião do comitê gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), responsável por definir as diretrizes e o plano anual de investimentos do FSA, principal fonte de financiamento do setor. Mas é – vamos chamar de – ingenuidade da ex-noiva de Bolsonaro. Sem Secretária de Cultura, sem Secretário do Audiovisual e sem mudança na Lei que determinou que o Ministério da Cidadania (e não do Turismo) encabeça o comitê, isso não vai acontecer. Em seu discurso, Regina não encontra culpa no desgoverno pela paralisação completa do fomento à Cultura, que resulta numa crise sem precedentes e que, é bom lembrar, já antecedia a pandemia. O problema, em sua interpretação, estaria na polarização política. Não naquilo que Bolsonaro faz todo santo dia, seja por Twitter seja na rampa do Planalto, mas na classe artística, que bate “por bater” no desgoverno. “Quando eu aceitei o convite para vir para cá, a minha principal motivação foi sempre em primeiro lugar contribuir com a pacificação do setor. Meus objetivos básicos eram ganhar confiança do governo e com isso reduzir o clima de ‘polaridade’ reinante na classe artística. Cultura combina com pluralidade, não com antagonismo”, disse. “Esse bater por bater que acontece muitas vezes no meio político é extremamente prejudicial à nação e mais ainda com quem lida com o fazer cultural. Objeto da cultura é o respeito e a pluralidade. É uma atividade que deveria ser vista e tratada num terreno superior, acima da água escura da intolerância politica”, seguiu Regina. Para completar, ela ainda agradeceu “de coração” a Bolsonaro por tudo o que passou. “Agradeço de coração ao presidente Bolsonaro pela oportunidade de chegar mais perto de um lugar onde eu jamais pensei estar… Secretaria Especial de Cultura do meu país. Agradeço a todos que me ajudaram e receberam neste período. Saibam todos que saio da secretaria com o coração irrigado pelo carinho de vocês. Contem sempre com a minha amizade e desculpa alguma coisa, tá? Não é assim que se fala nas despedidas?”, disse. “Eu ocupei por quase três meses um cargo que exigiu de mim experiência, estratégia e táticas totalmente distantes de tudo para que eu fui preparada a vida inteira para fazer. Um enorme desafio. E de repente, gestão! Gestão pública, quem diria, na minha vida! É a vida… essa experiência incrível”. “Aqui eu tive momentos de dor, de êxtase, tive inseguranças, risos, lágrimas… São troféus que eu vou levar para o resto da minha vida”, disse a ex-secretária, encerrando a performance, que batizou de “A Secretária Especial de Cultura: Uma Incrível Experiência de Vida” – descrição postada ao lado do vídeo no Instagram. E o detalhe: sem mencionar a Cinema Brasileira, que lhe foi prometida por Bolsonaro. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma Incrível Experiência de Vida: entregas e despedida 🎭🎼🎶🎵🇧🇷🙏 Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte) em 10 de Jun, 2020 às 8:19 PDT

    Leia mais
  • Etc

    Emma Watson constesta J.K. Rowling: “As pessoas trans são o que dizem ser”

    10 de junho de 2020 /

    Emma Watson, que viveu a bruxinha Hermione Granger nos filmes de “Harry Potter”, é a mais nova intérprete de personagem criado por J.K. Rowling a criticar a escritora por suas posições transfóbicas. “As pessoas trans são o que dizem ser e merecem viver suas vidas sem serem constantemente questionadas ou informadas de que não são quem dizem ser”, a atriz escreveu no Twitter nesta quarta-feira (10/6). Ela se junta a seu colega Daniel Radcliffe, o Harry Potter, e também a Eddie Redmayne, o Newt Scamander de “Animais Fantásticos”, que condenaram publicamente os comentários de Rowling contra pessoas transexuais, que a escritora repetiu de forma mais contundente num longo texto publicado em seu site também nesta quarta. A polêmica começou no sábado (6/6), quando Rowling reagiu a um artigo no site de desenvolvimento global Devex, intitulado “Criando um mundo mais igualitário pós-Covid-19 para pessoas que menstruam”, com o seguinte tuíte: “‘Pessoas que menstruam’. Tenho certeza de que costumava haver uma palavra para essas pessoas. Alguém me ajude? Wumben? Wimpund? Woomud? [modificações propositais da palavra ‘woman’, que significa mulher em inglês]”. Após reclamações de trans que menstruam, ela reagiu: “Se o sexo não é real, não há atração pelo mesmo sexo. Se o sexo não é real, uma realidade vivida por mulheres em todo o mundo é apagada. Conheço e amo pessoas trans, mas excluir o conceito de sexo remove a capacidade de discutir suas vidas de maneira significativa. Não é ódio falar a verdade… A ideia de que mulheres como eu – que são empáticas com pessoas trans há décadas, encontrando parentesco porque elas são vulneráveis ​​da mesma maneira que mulheres, ou seja, sofrem violência masculina – ‘odeiam’ trans só porque acham que sexo é real e tem consequências… é um absurdo.” O comentário não caiu bem, especialmente porque, no ano passado, Rowling já tinha se envolvido numa discussão similar ao defender uma mulher demitida por tuitar que as pessoas não podiam alterar seu sexo biológico. Naquele momento, ela se posicionou contra uma legislação do Reino Unido que permitiria que as pessoas trans pudessem assumir suas identidades sociais. Para justificar suas posições, ela publicou um longo texto em seu site, em que assume um ataque explícito ao que chama de “ativismo trans”. Rowling contou que foi encorajada a tuitar seus pensamentos no sábado depois de ler que o governo escocês continuava com planos de reconhecimento de gênero que ela considera “controversos” e “que na verdade significam que tudo que um homem precisa para ‘se tornar mulher’ é dizer que é mulher. Para usar uma palavra muito contemporânea, esse foi meu ‘gatilho’. ” “Eu me recuso a me curvar a um movimento que eu acredito estar causando um dano demonstrável ao tentar erodir a ‘mulher’ como uma classe política e biológica e oferecer cobertura a predadores como poucos antes dele”, ela escreveu. “Quando você abre as portas dos banheiros e dos vestiários para qualquer homem que acredite ou se sinta mulher – e, como já disse, os certificados de confirmação de gênero agora podem ser concedidos sem a necessidade de cirurgia ou hormônios -, você abre a porta a todo e qualquer homem que deseje entrar. Essa é a verdade simples”, disse a autora. Outra razão pela qual Rowling diz que é contra o ativismo trans de sua preocupação com “a enorme explosão de mulheres jovens que desejam fazer a transição e também com o número crescente de pessoas que parecem estar destransicionando (retornando ao sexo original), porque se arrependeram de tomar medidas que, em alguns casos, alteraram seu corpo irrevogavelmente e tiraram sua fertilidade. Alguns dizem que decidiram fazer a transição depois de perceberem que eram atraídos pelo mesmo sexo, e que a transição foi parcialmente motivada pela homofobia, na sociedade ou em suas famílias.” “Quanto mais relatos de disforia de gênero eu li, com descrições perspicazes de ansiedade, dissociação, distúrbios alimentares, auto-mutilação e auto-ódio, mais eu me perguntei se, caso eu tivesse nascido 30 anos depois, eu também poderia ter tentado fazer a transição. O fascínio de escapar da feminilidade teria sido enorme. Lutei com um TOC grave quando adolescente. Se eu tivesse encontrado uma comunidade e simpatia online, que não consegui encontrar em meu ambiente imediato, acredito que poderia ter sido convencida a me transformar no filho que meu pai abertamente dizia preferir. ” Ela continuou: “Quero ser bem clara aqui: sei que a transição será uma solução para algumas pessoas disfóricas de gênero, embora também esteja ciente, através de uma extensa pesquisa, que estudos têm mostrado consistentemente que entre 60-90% do total dos adolescentes disfóricos de gênero irão emergir de sua disforia… A atual explosão do ativismo trans está exigindo a remoção de quase todos os sistemas robustos pelos quais os candidatos à reatribuição sexual eram obrigados a passar. Um homem que não pretendia fazer cirurgia e não tomar hormônios pode agora obter um certificado de reconhecimento de gênero e ser uma mulher à vista da lei. Muitas pessoas não estão cientes disso.” Trans people are who they say they are and deserve to live their lives without being constantly questioned or told they aren’t who they say they are. — Emma Watson (@EmmaWatson) June 10, 2020

    Leia mais
  • Etc

    Los Angeles libera filmagens, mas mantém cinemas fechados

    10 de junho de 2020 /

    Autoridades de Los Angeles afirmaram nesta quarta-feira (10/6) que a produção de séries e filmes poderá ser retomada na sexta-feira na cidade, mas as salas de cinema no maior mercado dos Estados Unidos terão que permanecer fechadas por mais tempo, devido à pandemia do coronavírus. O governo da Califórnia afirmou no início desta semana que havia possibilidade de os cinemas reabrirem na sexta-feira, aguardando aprovação das autoridades locais. A ideia era manter a presença limitada a 25% da capacidade e outros protocolos de higiene e distanciamento social. Mas a prefeitura da principal cidade do estado decidiu não permitir a reabertura. Os cinemas fecharam as portas em todo o mundo em meados de março para ajudar a conter a disseminação do coronavírus, e a produção de filmes e televisão também parou. As filmagens vão poder ser retomadas em grande parte na região de Los Angeles, sob diretrizes elaboradas por uma força-tarefa de todo o setor, e incluirão testes de covid-19, verificações diárias de sintomas e outras salvaguardas para permitir que atores e outros profissionais voltem com segurança ao trabalho.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie