Larissa Manoela dá várias dicas de como aproveitar a quarentena
A atriz Larissa Manoela tem aproveitado o tempo livre da quarentena com várias atividades, que transforma em dicas para seus 31 milhões de seguidores. A mais recente incluiu “enlouquecer” e experimentar um visual novo. Ela resolveu pintar os cabelos de laranja! A novidade foi compartilhada em um post no Instagram, que assustou muitos de seus fãs. Mas a tinta é temporária. “Quarentena dia: (sei lá perdi as contas). Eu ENLOUQUECI. Acordei cedo, fiz minha English Class. Fui fuçar o que tenho aqui em casa. Achei tinta spray colorida temporária pro cabelo. Achei minhas massinhas. O resultado tá aí. Loucamente feliz e sendo eu mesma nessa quarentena! Feliz sexta”, ela escreveu na legenda da imagem. Larissa tem feito campanha para seus seguidores ficarem em casa durante a pandemia do novo coronavírus, oferecendo sugestões para passar o tempo, como ioga, exercícios, leitura, meditação, aprendizado de novas línguas, cuidados com a pele e, agora, loucuras capilares. Detalhe: ela já tinha pintado o cabelo de sua mãe em casa. “Todo dia procuro praticar uma atividade aqui em casa! Isso tá me fazendo um bem danado. Por mais simples que pareça, tua mente vai se ocupando, você vai se preenchendo, aliviando uma tensão que domina nosso universo. Estamos todos compartilhando da mesma realidade. Vamos procurar nos alimentar daquilo que nos faz bem e elevam nossos pensamentos positivos!”, Larissa explicou numa de suas mensagens. Veja abaixo alguns dos posts da atriz sobre iniciativas da quarentena. Ver essa foto no Instagram Aproveitando a quarentena para aumentar o conhecimento. Porque precisamos ir sempre além 💙✨ Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela) em 7 de Abr, 2020 às 2:15 PDT Ver essa foto no Instagram Bom dia pessoal 🇧🇷 Good morning guys 🇺🇸 Buenos dias chicos 🇪🇸 Sorriso no rosto de quem tá aproveitando a quarentena para intensificar o conhecimento do inglês e do espanhol. E com a @singularidiomas_sp isso tá sendo possível pra mim e pra minha família! E sabia que você também pode aproveitar? Eles estão com uma promoção especial de quarentena para quem quer intensificar o conhecimento de algum idioma, sendo ele inglês, espanhol, francês, italiano, alemão, mandarim…o de sua preferência. A condição especial consiste em horas a mais de aulas, incrível neh? Eu mesma já aumentei as minhas aulas para 2 horas durante o período da quarentena e tá sendo oooooootimo. Pega essa dica aí também ❤️ Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela) em 8 de Abr, 2020 às 7:33 PDT Ver essa foto no Instagram Genteeeeeee não percam esse vídeo que é a prova final de que colorir os cabelos com Imédia Excellence é muito fácil e com um resultado incrível. Eu pintei o cabelo da minha mãe em casa SOZINHA! Em tempos de quarentena, é uma ajudando a outra. E vocês?? Estão prontos pra ajudar a mãe de vocês também?? Tem desconto nos stories pra comprar Imédia sem sair de casa. E também não esqueçam de fazer um vídeo me marcando junto com @belezaextraordinaria. A gente quer ver tudo!! #secuidem #porquevocevalemuito #ad @drogaraiaoficial @silvanaeliassantos ✨ Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela) em 8 de Abr, 2020 às 11:33 PDT Ver essa foto no Instagram Hoje tivemos duas lives aqui no meu perfil. Ambas com um propósito muito legal! Corpo e saúde 💚 Obrigada a todos que acompanharam em especial minha nutri maravilhosa @daniellamorgadonutri que respondeu um tantão de questões sobre alimentação e reeducação alimentar e a musa @raquelgaeta_ que nos ensinou a fazer uma auto drenagem (Miracle Touch por @renatafrancaa) que é TUDO na vida! EU AMEEEEI 🥰 #QUARENTENA Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela) em 8 de Abr, 2020 às 3:57 PDT Ver essa foto no Instagram A pedido de vocês um tutorial rapidinho de uma make que eu amo com alguns truques que eu aprendi e que são super fáceis de fazer! Dá o play e me conta aqui o que achou 👇 Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela) em 9 de Abr, 2020 às 3:10 PDT Ver essa foto no Instagram Todos os dias quando acordo eu agradeço a Deus pela vida, pela saúde, pela família, pelo trabalho e por Ele me dar a oportunidade de viver mais um dia! Hoje não foi diferente, porém com um significado a mais. Nos reverenciamos nessa sexta feira santa pelo que Deus fez por nós. Mandou seu filho Jesus pagar os pecados de todos os seus outros filhos na cruz. Jesus deu sua vida por nós! Cabe a nós agradecê-lo todos os dias pela oportunidade de estarmos vivos pela graça de Deus e ter o privilégio de viver intensamente dia após dia. Independente da sua religião, faça uma reflexão. Não só hoje, como todos os dias! Seja grato, reverencie a Deus pelo dom da sua existência. Reze, ore, medite! Faça com que a sua alma se alimente de caminhos de luz e prosperidade. É a sua essência! Nós erramos, falhamos e deslizamos todos os dias mas há um Deus que nos perdoa e nos dá força para continuar. Estamos aqui hoje por Ele! Valorize sua vida e os momentos. Eles passam de pressa. E o hoje só se vive uma vez ✨ Prospere e ilumine, SEJA LUZ! SEJA GRATO 🙏 Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela) em 10 de Abr, 2020 às 2:46 PDT Ver essa foto no Instagram Semana começou, clareou ✨ Na meditação de hoje me veio vocês! O pensamento era, “imagine as pessoas que você mais gosta, fazendo um círculo ao seu redor. Visualize todas elas em sua volta, sorrindo pra você. Elas te amam muito e te desejam tudo de bom. Elas te asseguram de que você não está sozinha. Sinta a existência dessas pessoas ao seu redor. Sinta o apoio que elas te dão. E lembre-se que cada uma dessas pessoas maravilhosas já se sentiu exatamente como você está se sentindo agora.” Eu realmente não estou sozinha e você também não está. Eu me sinto preenchida, chego até transbordar! Meu espírito se alimenta de luz, de prosperidade e de amor. Eu escolhi ser a minha melhor versão todos os dias. Eu decidi compartilhá-las com vocês. Abra sua mente e seu coração! Deixe a luz entrar, deixe prosperar! Obrigada por estarem aqui. Por me preencherem e me fazerem tão bem! Eu sinto vocês. E sou grata todos os dias por estarmos sintonizados! Tenham uma excelente semana 🧘♀️💗🧚♀️ Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela) em 13 de Abr, 2020 às 8:15 PDT Ver essa foto no Instagram À pedidos, a minha rotina (nessa quarentena) de cuidados com a pele. Espero que gostem ✨ Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela) em 13 de Abr, 2020 às 2:51 PDT Ver essa foto no Instagram Flagrada no meu cantinho colorindo 💗💜❤️💛💚🧡💙 Todo dia procuro praticar uma atividade aqui em casa! Isso tá me fazendo um bem danado. Por mais simples que pareça, tua mente vai se ocupando, você vai se preenchendo, aliviando uma tensão que domina nosso universo. Estamos todos compartilhando da mesma realidade. Vamos procurar nos alimentar daquilo que nos faz bem e elevam nossos pensamentos positivos! Um lindo dia pra você 🙂 Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela) em 14 de Abr, 2020 às 7:56 PDT Ver essa foto no Instagram Aproveitando essa quarentena pra colocar em dia pesquisas, referências, capítulos e textos para a minha próxima novela na nova emissora. Começaremos a preparar assim que tudo se restabelecer!! Alguém aí ansioso pra me ver de volta às novelas só que agora na tela da @redeglobo?? 🙋🏻♀️💜 Meu coraçãozinho já a mil!! Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela) em 15 de Abr, 2020 às 9:14 PDT Ver essa foto no Instagram Quinta-feira sua linda 💗 Comecei super disposta pra te aproveitar hoje! Já meditei e fiz meu yoga 🧘♀️ Mas pensam que para por aí? Agora as 11h tem treino AO VIVO com @chico_salgado 💪 Não perde a oportunidade de começar seu dia bem suando bastante com a gente 😅 VEM QUE VEM! Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela) em 16 de Abr, 2020 às 6:52 PDT Ver essa foto no Instagram Quarentena dia: (sei lá perdi as contas) EU: E N L O U Q U E C I 🤪 Acordei cedo, fiz minha “English Class”. Fui fuçar o que tenho aqui em casa. Achei tinta spray colorida temporária pro cabelo. Achei minhas massinhas. O resultado tá aí. Loucamente feliz e sendo eu mesma nessa #QUARENTENA! Feliz sexta 🧡 Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela) em 17 de Abr, 2020 às 9:24 PDT
Filipe Duarte (1973 – 2020)
O ator português Filipe Duarte, que viveu o personagem Gabo, par romântico de Adriana Esteves na recente novela “Amor de Mãe” (2019-2020), faleceu nesta sexta-feira (17/4), aos 46 anos. Segundo informações divulgadas pela imprensa portuguesa, ele não resistiu após um infarto, mas o Ministério Público do país exigiu uma autópsia para verificar infecção por covid-19. Considerado um dos melhores atores portugueses de sua geração, Duarte na verdade nasceu em Angola em 1973, de onde saiu para Portugal ainda na infância. Sua carreira começou nos palcos portugueses, onde estreou, nos anos 1990, com a Companhia Teatral do Castelo e com o Teatro da Garagem. Mas foi principalmente no cinema e na televisão que se estabeleceu. Na televisão, fez inúmeros trabalhos, entre séries, telenovelas, programas infantis e dublagens para publicidade e desenhos animados. E não apenas em Portugal, mas também na Espanha e no Brasil. Alguns dos seus papéis de maior destaque na TV foram nas séries “A Febre do Ouro Negro” (2001), “A Ferreirinha” (2004) e “Equador” (2008) e em novelas como “Fúria de Viver” (2002) e “Belmonte” (2013). No cinema, atuou em mais de 30 filmes, entre curtas e longas-metragens. A lista variada de produções inclui “A Costa dos Murmúrios” (2004), de Margarida Cardoso, que o levou de volta à África de sua infância, para filmar em Moçambique, e “A Outra Margem” (2007), de Luís Filipe Rocha, no qual interpretou um travesti amargurado com a vida, conquistando o troféu de Melhor Ator no Festival de Montreal, no Canadá. Ele também estrelou “Imagine”, de Andrzej Jakimowski, considerado o Melhor Filme Polonês de 2012 pela crítica daquele país, e no ano seguinte venceu o Globo de Ouro português de Melhor Ator por “A Vida Invisível” (2013), de Vítor Gonçalves. Os papéis mais recentes de Filipe Duarte no cinema foram em “Variações” (2019), de João Maia, no qual interpretou o fundador de uma discoteca, e “Mosquito” (2020), de João Nuno Pinto, em que viveu um militar na África, durante a 1ª Guerra Mundial. Além desses, chegou a terminar “Nothing Ever Happened”, de Gonçalo Galvão Teles, ainda sem previsão de estreia. Casado com a atriz espanhola Nuria Mencía (“A Canção de Lisboa”), Filipe tinha uma filha, Antônia, de apenas 8 anos.
Diretor de Contágio vai liderar comitê de Hollywood para avaliar volta ao trabalho
O cineasta Steven Soderbergh, responsável pelo filme “Contágio”, vai liderar um comitê do Sindicato dos Diretores dos EUA (DGA, na sigla em inglês) para avaliar quando as produções cinematográficas poderão ser retomadas após a pandemia do coronavírus. O comitê pretende nortear a indústria cinematográfica americana para a perspectiva da volta ao trabalho, e oferecer orientações para retomar as atividades com segurança, quando e onde isso for permitido. “O comitê está consultando os principais epidemiologistas e colaboraremos com nossas associações e sindicatos e com os empregadores para elaborarmos um guia abrangente para ajudar a todos a voltar com segurança ao trabalho”, diz o Sindicato dos Diretores, em comunicado. Desde meados de março, praticamente todos os projetos de cinema e TV dos EUA interromperam suas produções, e milhares de integrantes das equipes foram dispensados.
Ex-ator mirim surtado diz que Will Smith o estuprou na infância
O ex-ator mirim Orlando Brown, que vem gravando vídeos surtados nas redes sociais, causou polêmica em seu mais recente pronunciamento. Em vídeo de 5 minutos, o ex-intérprete de Eddie em “As Visões da Raven”, antiga série do Disney Channel, contou que foi estuprado por Will Smith quando ainda era criança, mostrou uma faca, dizendo que gostaria de matá-lo, e concluiu afirmando ser filho de Michael Jackson. Segundo Brown, o próprio Michael Jackson teria orquestrado toda a violência que sofreu. Mesmo assim, o autor do ataque foi Will Smith, a quem deseja matar toda vez que o vê na TV. “Você me estuprou quando eu era criança e ainda tenta sair livre disso! Como assim? Eu estou sentado bem aqui, toda vez que te vejo eu quero cortar o seu pescoço!”, disse no vídeo, gritando e bastante agitado. Brown tem um passado repleto de polêmicas. Ele já foi preso por violência doméstica, posse de drogas e por dirigir embriagado com sua namorada grávida no banco do passageiro, quando estava de posse de drogas ilícitas. A situação foi se agravando, até que, em agosto de 2014, ele invadiu o apartamento de uma mulher, ameaçando matá-la e ao filho dela. Voltou a ser preso ao agredir uma namorada na rua e resistir a um policial em 2016, que encontrou drogas em suas roupas. A lista de problemas também inclui um chamado de violência doméstica em sua casa em 2018. Foragido da justiça, foi parar num hotel conhecido por ser ponto de viciados e foi novamente detido ao tentar trocar fechaduras do restaurante de um amigo de infância, sem a permissão dele, em Los Angeles. Solto sob custódia, ele fez sua última aparição pública numa entrevista sobre seu caso no programa televisivo do psicólogo Dr. Phil McGraw, na qual apareceu com lentes de olhos de serpente, em dezembro de 2018. O delírio sobre ser filho de Michael Jackson convenceu a justiça que era caso de internamento, após tentar buscar parte da herança do cantor, falecido em 2009. Com a pandemia do novo coronavírus, muitos presos e internados foram liberados para ficar em isolamento social em suas casas.
Prefeitura do Rio usa cinema para entreter subúrbio em quarentena
A prefeitura do Rio de Janeiro está usando o cinema para entreter os moradores do subúrbio da cidade durante o período de isolamento social, contra o novo coronavírus, por meio do projeto Cinema nas Janelas, com exibição de filmes que os moradores assistem de suas janelas. O projeto é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Cultura em parceria com a companhia Rioluz, a distribuidora RioFilme e o Cinemão, que promove intervenções cinematográficas em espaços públicos da cidade. A primeira exibição ocorreu no bairro Engenho Novo, nos dias 4 e 5 de abril, e nesta sexta (17/4) chega a Lins de Vasconcelos, onde um telão inflável de 8m x 6m está sendo instalado no estacionamento do conjunto habitacional Condomínio Parque Lins. O objetivo é levar diversão, cultura e cinema de um jeito seguro, unindo as famílias que estão de quarentena, sem sair de casa. A sessão de amanhã projetará 11 curtas-metragens, alguns premiados na Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis. Os filmes foram cedidos pela Lumen Produções Culturais e cineastas como Cavi Borges, Frederico Cardoso e Matheus Seabra.
Brian Dennehy (1938 – 2020)
O ator Brian Dennehy, que estrelou sucessos marcantes do cinema dos anos 1980, morreu na quarta-feira (15/4) em sua casa em New Haven, nos EUA, de causas naturais. A filha do ator, Elizabeth, postou comunicado no Twitter, frisando que a morte do pai não foi relacionada ao novo coronavírus: “Maior que a vida, generoso até o fim, um orgulhoso e devotado pai e avô, ele deixará saudades para sua mulher, Jennifer, sua família e muitos amigos”. Dennehy tinha 81 anos e foi fuzileiro naval e corretor da bolsa de valores antes de virar ator tardiamente, quase aos 40. De grande estatura, físico imponente e rosto duro, acabou se tornando um dos coadjuvantes mais reconhecíveis do cinema após chamar atenção como o vilão de “Rambo: Programado Para Matar” (1982). A carreira nas telas começou em 1977, em séries policiais como “Kojak”, “Serpico” e “Police Woman”. E embora tenha figurado no drama “À Procura de Mr. Goodbar” (1977) e em uma sucessão de comédias – “A Disputa dos Sexos” (1977), “Golpe Sujo” (1978), “Mulher Nota 10” (1979), etc. – só foi se destacar em 1981, como o promotor durão que condenou Blake Carrington à prisão em “Dinastia”, num arco de cinco episódios. Tudo mudou a partir de “Rambo”. O papel do Xerife Will Teasle, que perseguia implacavelmente o personagem vivido por Sylvester Stallone, abriu-lhe as portas para maior protagonismo em Hollywood. Nesta quinta, Stallone celebrou seu antagonista no Twitter, dizendo que ele não só foi “um grande ator”, mas “um veterano da guerra do Vietnã, que me ajudou a construir o personagem de Rambo”. Apesar da preferência por durões, geralmente homens da lei, ter gerado interpretações famosas do ator em “Mistério no Parque Gorky” (1983), seu grande sucesso “F/X: Assassinato sem Morte” (1986), “Perigosamente Juntos” (1986), “A Marca da Corrupção” (1987), “Vingança Infernal” (1990) e “Acima de Qualquer Suspeita” (1990), ele também teve papéis simpáticos na aventura “Os Lobos Nunca Choram” (1983), na sci-fi “Cocoon” (1985) e no cult experimental “A Barriga do Arquiteto” (1987), que marcaram época. Mas a fase de alta demanda não se manteve por muito tempo. Nos anos 1990, Dennehy teve maior projeção numa série de telefilmes, iniciada por “Nas Teias da Corrupção” (1992), como o detetive Jack Reed, personagem real da polícia de Chicago. Neste período, as aparições esporádicas no cinema concentraram-se em pequenos papéis na comédia “Mong e Lóide” (1995) e no “Romeu + Julieta” (1996) estrelado por Leonardo DiCaprio e Claire Danes. Enquanto isso, ele se dedicou ao teatro e chegou a venceu o Tony com a peça “A Morte do Caixeiro Viajante” em 1999. Um ano depois, faturou o Globo de Ouro pelo mesmo papel, numa adaptação televisiva de 2000. E voltou a conquistar o principal troféu dos palcos americano em 2003, por “Uma Longa Jornada Noite Adentro”. A volta ao arquétipo do policial durão só se deu em 2005, no remake de “Assalto à 13ª Delegacia”, ao lado de Ethan Hawke, Laurence Fishburne e Gabriel Byrne, e ainda rendeu “As Duas Faces da Lei” (2008), com Al Pacino e Robert De Niro. Apesar de sua filmografia seguir com o thriller “72 Horas” (2010), com Russell Crowe, a parte final da carreira foi bem mais calma. Entre os destaques, estão a dublagem na animação “Ratatouille” (2007), da Disney/Pixar, o drama existencial “Cavaleiro de Copas” (2015), de Terrence Mallick, a adaptação de “A Gaivota” (2018), com Annette Bening e Saoirse Ronan, e vários filmes religiosos. Em compensação, Dennehy também estrelou o pesado teledrama “Por Trás da Fé” (2005), que lhe rendeu indicação ao Emmy por viver o padre Dominic Spagnolia, envolvido no escândalo de pedofilia em Boston. Sua despedida das telas aconteceu na série “The Blacklist” (Lista Negra), em que viveu o avô da protagonista Elizabeth Keen (Megan Boone) entre 2016 e 2019.
Elenco de Glee volta a se reunir em live com músicas e lembranças da série
Parte do elenco original da série “Glee” reuniu-se numa live para arrecadar doações para o Actor’s Fund, organização que presta auxílio para membros da comunidade artística. Transmitida ao vivo no YouTube na noite de terça (14/4), o reencontro teve muitas lembranças da produção, mas também uma parte musical, com canções. A reunião contou com as participações de Matt Morrison, Jane Lynch, Jenna Ushkowitz, Chris Colfer, Amber Riley, Kevin McHale e Darren Criss, que foram alguns dos principais integrantes da série. Criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan, a série musical foi exibida pela Fox entre 2009 e 2015, centrada num grupo de adolescentes socialmente excluídos que encontravam refúgio no coral da escola, organizado por um professor sonhador. Pelo elenco da série também passaram Lea Michele, Harry Shum Jr., Naya Rivera, Jayma Mays, Heather Morris, Dianna Agron, Chord Overstreet, Iqbal Theba, Blake Jenner, o falecido Cory Monteith e até a atual Supergirl, Melissa Benoist. As seis temporadas de “Glee” estão disponíveis na Netflix. E o vídeo integral da live nostálgica pode ser conferida abaixo.
Tom Hardy vai ler histórias de ninar em canal infantil britânico
O ator inglês Tom Hardy, conhecido por papéis de homens violentos, como o Bane de “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” e o personagem-título de “Venom”, resolveu mostrar seu lado doce durante a pandemia do novo coronavírus. Ele vai ler histórias de ninar no canal de TV infantil CBeebies, da BBC, entre o próximo dia 27 e 1º de maio. O programa foi gravado no jardim da casa de Tom Hardy, respeitando regras de distanciamento social recomendadas como proteção contra o coronavírus. O ator aparecerá acompanhado apenas pelo seu buldogue, Blue. Na verdade, esta é a segunda vez que o ator participa desse projeto infantil. Em 2017, ele apareceu no mesmo programa, lendo histórias diferentes. A história que vai abrir o projeto de 2020 será “Hug Me”, criação da escritora Simone Ciraolo sobre um jovem cacto que só quer encontrar um bom amigo para abraçar. O conteúdo tem a ver com os tempos de quarentena. “É em tempos assim que precisamos servir o nosso propósito de entreter todo o Reino Unido”, comentou Cheryl Taylor, chefe de conteúdo da rede BBC. “Estas histórias devem fazer isso, com seus temas de amizade à distância, compartilhamento de problemas e coragem verdadeira à frente de desafios impossíveis”. O projeto ganhou um comercial nas redes sociais, que pode ser visto abaixo. You're not doing anything Tuesday night, right?#TomHardy #CBeebiesBedtimeReaders pic.twitter.com/uKJZit19Pu — CBeebies Grown-Ups 🎉 (@CBeebiesHQ) February 13, 2017
Rubem Fonseca (1925 – 2020)
O escritor Rubem Fonseca morreu na tarde desta quarta (15/4). Ele sofreu um infarto no horário do almoço e foi levado às pressas para o Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, onde veio a falecer. Autor de alguns dos livros mais emblemáticos da literatura brasileira e diversos roteiros de cinema, ele completaria 95 anos em maio. Nascido em 1925, em Juiz de Fora, Minas Gerais, Rubem Fonseca se mudou para o Rio ainda criança. Formado em Direito, tornou-se comissário em um Distrito Policial do bairro de São Cristóvão, uma vivência que o inspirou a se tornar o maior escritor do gênero policial no Brasil. Ele tinha 38 anos quando publicou o primeiro livro, a coletânea de contos “Os Prisioneiros” (1963), saudada como “revelação do ano” pelo Jornal do Brasil. Outras antologias, como “A Coleira do Cão” (1965) e “Lúcia McCartney” (1967) se seguiram, reinventando a narrativa policial, ao incluir em suas tramas as rápidas e brutais transformações das grandes metrópoles brasileiras. O ápice desse estilo se deu em “Feliz Ano Novo” (1975), que chegou a ser proibido pela ditadura militar por se basear num tripé de sexo, violência e conflitos de classes. Após superar a censura, sua fama de proibidão ajudou a torná-lo um dos maiores best-sellers do escritor. Reconhecido como um dos principais contistas da literatura brasileira, Fonseca também assinou romances premiados. A estreia no gênero se deu com “O Caso Morel” (1973), rendeu o impactante “Bufo & Spallanzani” (1986) e atingiu o ápice com o icônico “Agosto” (1990), que tinha o suicídio de Getúlio Vargas como pano de fundo e a criatividade voraz de um marco literário. Muitos de seus livros viraram filmes e séries, e o próprio escritor assinou algumas adaptações como roteirista, a começar por “Lúcia McCartney, Uma Garota de Programa” (1971), dirigida por David Neves. A mesma história, baseada em seu livro de 1967, virou série em 2016. Com “Relatório de um Homem Casado” (1974), iniciou grande amizade com Flávio Tambellini, que no ano seguinte rendeu seu primeiro roteiro original, “A Extorsão” (1975), escrito em parceira com o diretor, falecido logo após o lançamento. Rubem também trabalhou com o filho do cineasta, Flávio Ramos Tambellini, na adaptação de seu livro “Bufo & Spallanzani” (2001). O escritor assinou o roteiro original de “Stelinha” (1990), de Miguel Faria Jr., que venceu o Festival de Gramado, e estreou na TV com a adaptação de “Mandrake” (1983), telefilme produzido pela Globo com direção de Roberto Farias. Esta história ainda inspirou a série de mesmo nome, sobre um advogado do submundo carioca, vivido por Marcos Palmeira na HBO, entre 2005 e 2007. Um de seus maiores sucessos cinematográficos foi a adaptação de “A Grande Arte” (1991), que ele próprio escreveu para o diretor Walter Salles. Mas após trabalhar com alguns dos principais nomes do cinema brasileiro, o escritor foi encontrar seu grande parceiro das telas em sua própria casa: seu filho, o diretor José Henrique Fonseca. Os dois adaptaram “Agosto” numa minissérie da Globo em 1993 e trabalharam juntos na estreia de José Henrique no cinema, no violento “O Homem do Ano” (2003), roteirizado por Rubem, que pela primeira vez adaptou a obra de outro autor – Patrícia Melo – , e estrelado pela nora do escritor, Claudia Abreu. José Henrique também comandou as adaptações de “Mandrake” e “Lúcia McCartney” em séries. Outras obras adaptadas do escritor ainda incluem os longas “O Cobrador” (2006), dirigido pelo mexicano Paul Leduc, “O Caso Morel” (2006), de Sheila Feitel, e “Axilas” (2016), filme derradeiro do angolano José Fonseca e Costa. Curiosamente, a última contribuição de Fonseca para as telas foi também sua única telenovela. Ele concebeu a história original de “Tempo de Amar” com sua filha, a também escritora Bia Corrêa do Lago, que foi exibida com grande sucesso pela rede Globo, entre 2017 e 2018. Rubem Fonseca não concedia entrevistas há mais de 50 anos e sua reclusão ganhou ares de folclore. Mas ele não se impunha um auto-isolamento social. Segundo a filha, o objetivo de não ter o rosto fotografado ou exibido na TV era poder caminhar à vontade pelas ruas do Leblon. “Meu pai diz que a vantagem de não ser uma pessoa conhecida é poder olhar as coisas sem ser incomodado. Para ele, o escritor tem que observar, não ser observado”, contou ela em uma entrevista de 2015, quando o pai completou 90 anos. O escritor continuou ativo até o fim da vida, tendo publicado cinco livros de contos na década passada.
Splash: Disney censura nudez da sereia dos anos 1980 em versão de streaming
A Disney censurou um filme infantil para exibição em sua plataforma de streaming. Exibido com classificação PG (censura livre) nos EUA em 1984, a comédia clássica “Splash – Uma Sereia em Minha Vida” sofreu retoques em algumas cenas de nudez da sereia do título, vivida por Daryl Hannah, na versão disponibilizada pelo Disney+ (Disney Plus). O efeito ficou tão grotesco que chamou atenção dos assinantes, e um vídeo que mostra a bunda da atriz coberta por uma camada de pelos digitais viralizou nas redes sociais. Veja abaixo. Há quem acredite que os censores da Disney tenham tentado alongar o cabelo da atriz, mas o resultado ficou bizarro, como se ela fosse uma sereia da Tribo da Caverna do Urso, para lembrar outro filme de Daryl Hannah – em que a atriz viveu uma mulher das cavernas, que se vestia com peles de animais. Ironicamente, o estúdio tinha sido elogiado pela forma como lidou com conteúdo problemático de seus desenhos clássicos, criado numa época de preconceitos mais enraizados. Em vez de cortar cenas racistas, que se tornaram politicamente incorretas nos tempos atuais, a Disney+ (Disney Plus) passou a incluir alertas sobre o conteúdo preconceituoso dessas produções em seu catálogo. A Disney+ (Disney Plus) também incluiu um aviso em “Splash”, mas apenas para alertar que seu conteúdo foi editado. Segundo a Variety, a versão do longa na plataforma de streaming também embaçou certas cenas que mostravam o corpo nu da atriz. Veja abaixo a cena de “Splash” com a censura mais gritante. Disney+ (Disney Plus) didn't want butts on their platform so they edited Splash with digital fur technology pic.twitter.com/df8XE0G9om — Allison Pregler 📼 (@AllisonPregler) April 13, 2020
Belas Artes à La Carte estende gratuidade de seu streaming de filmes clássicos
Para incentivar o público a ficar em casa, o serviço de streaming Belas Artes à La Carte, com curadoria de filmes do cinema Petra Belas Artes, prolongou a gratuidade de acesso a seu serviço por mais duas semanas, até o dia 29 de abril. O acesso estava liberado, originalmente, até o dia 15 de abril. A plataforma do Petra Belas Artes conta com filmes clássicos e cults, muitas vezes difíceis de encontrar em outros streamings. Estão lá, por exemplo, longas dirigidos por Fritz Lang, Andrei Tarkovski, Luchino Visconti, Jean-Luc Godard, Kenji Mizoguchi e o brasileiro José Mujica Marins, morto em fevereiro. São mais de 150 títulos disponíveis, disponibilizados num site exclusivo. Antes hospedado pelo portal de aluguel de filmes Looke, que também abriga o Spcine, o Petra Belas Artes à La Carte foi repaginado e agora tem endereço próprio, utilizando tecnologia do portal Vimeo. Clique aqui para conhecer. Depois do período de gratuidade, o valor da assinatura do serviço será de R$ 10,90 por mês. Veja abaixo um vídeo de introdução à plataforma.
Netflix doa R$ 5 milhões para fundo de apoio a profissionais do audiovisual brasileiro
A Netflix anunciou a doação de R$ 5 milhões para um fundo emergencial, criado para apoiar os trabalhadores do audiovisual brasileiro afetados pela perda súbita de rendimentos, devido à suspensão de suas atividades como prevenção contra a pandemia do novo coronavírus. O fundo será administrado pelo Instituto de Conteúdos Audiovisuais Brasileiros (ICAB) e ajudará até 5 mil pessoas. Profissionais como produtores, assistentes, coordenadores, técnicos e operadores de diferentes departamentos de produção como câmera, áudio, arte, maquiagem, figurino, cenografia, logística, entre outros, que em sua maioria recebem por semana ou trabalham sem contratos garantidos, serão elegíveis para solicitar o benefício, um único depósito no valor do salário mínimo, R$ 1.045. De acordo com a Netflix, a doação para o ICAB faz parte de um fundo de US$ 100 milhões anunciado em março para apoiar os trabalhadores do audiovisual em vários países onde a companhia possuiu base de produção. Em comunicado oficial, a empresa reforçou que a quantia “é um complemento ao pagamento de cachês que foram feitos às equipes e atores das nossas produções originais no país”. “Estamos gratos em trabalhar com o ICAB para apoiar aqueles trabalhadores da produção de filme e televisão que foram os mais atingidos no Brasil. A comunidade criativa brasileira sempre recebeu muito bem a Netflix e agora queremos fazer nossa parte para ajudar quem precisa de apoio neste momento sem precedentes que vivemos”, declarou o vice-presidente de produções originais da Netflix para América Latina, Francisco Ramos. Diretor executivo do ICAB, Mauro Garcia aproveitou para convocar outros nomes do setor a contribuir para o fundo. “O Instituto, que traz em seu DNA a preocupação com o bem estar dos profissionais, não podia deixar de agir no momento em que essas pessoas mais precisam, por isso estamos muito felizes com esta parceria com a Netflix. Também queremos convocar outros membros da indústria audiovisual para contribuir e aumentar os recursos que visam exclusivamente apoiar aqueles que são uma parte fundamental da produção audiovisual brasileira”.
Sarah Maldoror (1939 – 2020)
A cineasta Sarah Maldoror, pioneira do cinema angolano, morreu na segunda-feira (13/4), vítima da pandemia do novo coronavírus, em Paris. Nascida no sul da França, filha de mãe francesa e pai guadalupense, ela foi casada com o poeta e político angolano Mário Pinto de Andrade, fundador do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), partido que governa o país africano desde sua independência de Portugal, em 1975. Por isso, Sarah também se tornou conhecida por seu ativismo anticolonialista. Ela estudou cinema em Moscou, onde conheceu o senegalês Ousmane Sembène, conhecido como pai do cinema africano, e começou a carreira como assistente de direção no clássico “A Batalha de Argel” (1966), de Gillo Pontecorvo, filmado na capital argelina. Vencedor do Leão de Ouro, prêmio principal do Festival de Veneza, o longa retratava uma revolução popular e teve sua exibição proibida no Brasil durante a ditadura militar. Seu primeiro trabalho como diretora foi realizado dois anos depois: o curta “Monangambé”, inspirado em romance do escritor angolano José Luandino Vieira, que na época do lançamento, em 1968, encontrava-se preso em um campo de concentração no Cabo Verde. Mais dois anos e veio o primeiro longa, “Des Fusils pour Banta” (1970). A obra de Luandino voltou a inspirar a diretora em seu segundo longa, “Sambizanga”, que contou com roteiro de Mário Pinto de Andrade. Premiado nos festivais de Berlim e Cartago em 1972, o filme se passava durante a revolução de 1961 e acompanha Maria, moradora de um bairro precário de Luanda, que dá nome ao filme, em busca do marido pelas cadeias da cidade. Militante político, ele tinha sido preso, torturado e morto. Com esses trabalhos, Maldoror se tornou uma das primeiras mulheres a dirigir longa-metragens na África. Após a independência angolana, seu marido entrou em atrito com o colega de partido Agostinho Neto, que se tornou o primeiro presidente do novo país, e o casal entrou em exílio. Em Paris, a cineasta fez documentários sobre artistas, como a escultora colombiana Ana Mercedes Hoyos e a cantora haitiana Toto Bissainthe. Ao todo, Sarah Maldoror realizou mais de 40 filmes, entre curtas e longas. Seu último trabalho, “Eia pour Césaire”, um documentário sobre outro parceiro importante de sua carreira, o poeta da Martinica Aimé Césaire, foi lançado em 2009. Ela deixa duas filhas de seu relacionamento com Mário (morto em 1990), Annouchka e Henda.












