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14 de setembro de 2026
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    Musical da Princesa Diana vai estrear na Netflix antes da Broadway

    30 de março de 2021 /

    Um musical sobre a princesa Diana, atualmente em desenvolvimento para a Broadway, irá estrear na Netflix antes da abertura planejada em Nova York em dezembro, anunciaram os produtores nesta terça-feira (30/3). O negócio inusitado está sendo descrito como uma iniciativa inovadora para promover o projeto. “Diana: The Musical” é um dos primeiros espetáculos da Broadway a anunciar sua estreia após o fechamento por mais de um ano dos teatros de Nova York devido à pandemia de coronavírus. A produção marcou sua noite de estreia nos palcos para o dia 16 de dezembro. Mas o público poderá ver a peça bem antes disso, graças a um acordo para sua exibição antecipada na Netflix no dia primeiro de outubro. Será a primeira vez que uma peça irá estrear primeiro no streaming, antes de poder ser vista pelo público num palco. “A chance de compartilhar nosso espetáculo, primeiro com o público global da Netflix, e depois recebendo o público ao vivo na volta da Broadway, é algo que estamos todos sonhando há mais de um ano”, informaram os produtores, em comunicado. Os teatros da Broadway fecharam em meados de março de 2020, logo no começo da pandemia de coronavírus, e continuam fechados até hoje. A paralisação das atividades está estendida até junho de 2021, mas a comunidade teatral de Nova York acredita que apenas em setembro as estreias de musicais e peças deverão ser retomadas. O espetáculo de “Diana: The Musical” estava em fase de pré-estreia antes do fechamento da Broadway, mas ainda não havia estreado oficialmente. A apresentação da Netflix foi gravada em 2020 com o elenco. Na produção, a atriz Jeanna de Waal (que apareceu em dois episódios de “Punho de Ferro”) interpreta a princesa Diana, enquanto a veterana Judy Kaye (vencedora de dois Tonys, o Oscar do teatro americano) vive a rainha Elizabeth II. A iniciativa da Netflix acontece após a plataforma Disney+ (Disney Plus) exibir uma gravação de “Hamilton”, o espetáculo mais bem-sucedido da Broadway nos últimos anos, também feita sem público e à portas fechadas.

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    Game of Thrones vai virar espetáculo da Broadway

    30 de março de 2021 /

    Uma peça inspirada na série “Game of Thrones” tem a intenção de levar o mundo fictício de Westeros, criado pelo escritor George R.R. Martin, para os palcos da Broadway – e do West End londrino – em 2023. Anunciada nesta terça (30/3), a produção contará uma história do passado de Ned Stark que não foi encenada na TV. A trama vai girar em torno da Grande Jornada de Harrenhal, uma competição que ocorreu 16 anos antes dos fatos apresentados em “Game of Thrones”. Apesar disso, contará com personagens que foram populares na série da HBO, como Ned Stark, Robert Baratheon, Oberyn Martell e Jaime Lannister. A Jornada de Harrenhal chegou a ser mencionada na atração original e faz parte das “Crônicas de Gelo e Fogo” de George R.R. Martin, os volumes literários que inspiraram a série. Trata-se de um grande torneio, que levou vários nobres a Harrenhal, sem saberem que o evento foi criado como uma artimanha para reuni-los e assassiná-los numa carnificina. “As sementes da guerra costumam ser plantadas em tempos de paz”, disse Martin em um comunicado. “Poucos em Westeros sabiam da carnificina que viria quando os bem-nascidos e plebeus se reuniram em Harrenhal para assistir aos melhores cavaleiros do reino competirem em um grande torneio, durante o Ano da Falsa Primavera. É um torneio frequentemente referido durante ‘Game of Thrones’ e em meus romances… e agora, finalmente, podemos contar toda a história… no palco. ” O próprio Martin está trabalhando com o dramaturgo Duncan MacMillan na adaptação teatral. Fenômeno de audiência mundial, “Game of Thrones” durou oito temporadas, de 2011 a 2019, e teve um impacto tão grande que seu universo continuará a ser explorado na HBO com a produção do prólogo “House of the Dragon” e vários outros projetos, atualmente em diferentes fases de desenvolvimento.

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    Kirsten Dunst está grávida do segundo filho

    30 de março de 2021 /

    A atriz Kirsten Dunst (“Melancolia”) revelou que está esperando seu segundo filho com Jesse Plemons (“Judas e o Messias Negro”). Ela publicou em seu Instagram uma foto em que aparece bem grávida, tirada para uma reportagem da revista W em homenagem às musas da cineasta Sofia Coppola – além de Dunst, a lista inclui Rashida Jones e Elle Fanning, que trabalharam com a diretora. Na foto, Dunst é retratada em um vestido de renda branca da grife Rodarte, que deixa sua barriga bastante visível. O artigo não discute a gravidez em detalhes, preferindo se focar nas colaborações entre Coppola e as atrizes. Dunst é a colaboradora mais antiga da diretora, tendo trabalhado pela primeira vez com Coppola em “As Virgens Suicidas” (1999), quando tinha 16 anos. “Eu me senti realmente protegida”, disse Dunst sobre sua experiência no filme. “[Coppola] me fez sentir como se eu fosse legal, como se meus dentes fossem legais e eu fosse bonita. Aos 16 anos, eu não pensava nada de mim mesma. E é bom ter outra mulher comemorando essa transição, ao invés de ser sexualizada pela perspectiva de um homem. ” Atualmente com 38 anos, ela voltou a trabalhar com a cineasta diversas vezes, com destaque para “Maria Antonieta” (2006) e o mais recente “O Estranho que Nós Amamos” (2017). A reportagem também alimentou rumores de casamento, já que Dunst foi retratada usando seu próprio anel em todo o editorial. Ela e Plemons ficaram noivos em 2017 e nunca revelaram se acabaram casando. Dunst e o ator de 32 anos se conheceram em 2016, quando ambos estrelaram a 2ª temporada da série “Fargo”, do canal pago FX. Dois anos depois, eles tiveram o primeiro filho, Ennis. Apesar da gravidez, ela e Emma Stone, que deu a luz neste mês, têm sido alvos de rumores infundados, plantados por blogueiros geeks, sobre seus envolvimentos no próximo filme do Homem-Aranha. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kirsten Dunst (@kirstendunst) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kirsten Dunst (@kirstendunst)

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    Fã da Marvel entra no Guinness por ver “Vingadores: Ultimato” 191 vezes

    30 de março de 2021 /

    Um fã da Marvel entrou para o “Guinness World Book”, o Livro dos Recordes, após assistir ao filme “Vingadores: Ultimato” (2019) por 191 vezes nos cinemas, dentro do período de 90 dias logo após o lançamento em 2019. O recorde demorou dois anos para ser comprovado pelo Guinness, mas a façanha do morador da Flórida Ramiro Agustin Alanis finalmente se tornou oficial nesta semana. Ele superou o recorde de outro fã, que assistiu “Vingadores: Guerra Infinita” (2018), o título anterior da franquia, por 103 vezes, e entrou no Guinness como a pessoa que mais vezes viu um único filme nos cinemas em todos os tempos. “A parte mais difícil dessa tentativa foi desistir de minha vida social com minha família, da academia (perdi 16 quilos de músculos) e administrar minhas horas de trabalho e tempo de exibição nos cinemas”, contou Alanis ao celebrar a oficialização de seu recorde. “Os filmes nos ensinam mensagens profundas sobre a vida, a cultura e a sociedade”, ele disse ao site do Guinness. “Podemos não ter superpoderes, mas com atos de bondade podemos mudar a vida de alguém”, disse o homem, que diz se identificar com Steve Rogers, o Capitão América, e se autodenomina o Tigre Vingador. Apesar do Guinnes só oficializar agora, a façanha de Alanis já vinha sendo reconhecida pela Marvel, que após a maratona original promoveu uma reunião do fã com alguns atores do filme, como Josh Brolin (Thanos), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Zoe Saldana (Gamorra), Don Cheadle (Máquina de Combate) e Chris Evans (Capitão América), além de convidá-lo para várias premières, como o lançamento de “Falcão e o Soldado Invernal”, onde foi recepcionado pelos astros da série. Ele também convenceu Brie Larson (Capitã Marvel), Tessa Thompson (Valquíria) e Chris Hemsworth (Thor) a posarem para fotos com uma camiseta e uma faixa de seu time favorito de futebol, o mexicano Tigres. Yeah This is My name Ramiro Agustin Alanis, the one and Only Guinness World Record record Holder for the Most Cinema Productions attended – Same Film. 191 Times Avengers End Game.#TigreVengador #Marvel #Avengersendgame https://t.co/M9URD7BVq4 pic.twitter.com/c3IrRLQ4KD — Agustin Alanis (@agalanis17) March 30, 2021 This is Priceless!!– @Avengers #1 Movie of all Time.– @zoesaldana been in 2 #1 movies of all time.– Repping @TigresOficial , Best Mexican Team of the decade.– Thanos Holding my @MarvelProps shield.– Avengers holding my ticket stubs.#AvengersEndgame @DonCheadle @ChrisEvans pic.twitter.com/Tt8mAIG8KX — Agustin Alanis (@agalanis17) July 24, 2019 Valkyrie “New Queen of Asgard”, El Tigre Vengador y Thor dios del Trueno. Los Asgardianos saben quién es el Campeón y quién tiene el récord mundial en ver #AvengersEndgame en Cines.@TessaThompson_x @chrishemsworth @TigresOficial #TigreVengador #Tigres #Marvel #tigresporelmundo pic.twitter.com/jkUajDi3bO — Agustin Alanis (@agalanis17) October 23, 2019 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Agustin Alanis (@agalanis17) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Agustin Alanis (@agalanis17)

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    Oscar 2021 pode ter palcos em Londres e Paris, além de Los Angeles

    30 de março de 2021 /

    Os organizadores do Oscar 2021 ainda estão batendo cabeças com artistas, seus representantes e os estúdios para tentar evitar participações por videochamadas. E, por ironia, as discussões estão acontecendo justamente por videochamadas. Segundo o site The Hollywood Reporter, uma reunião por Zoom na tarde desta terça (30/3) rendeu a sugestão de criação de palcos em Londres e Paris para acomodar aqueles que não poderão viajar até Los Angeles para a cerimônia, marcada para 25 de abril. A conversa vazou após a imprensa americana noticiar que os indicados estão irritados com a Academia por proibir participação por vídeo e exigir presença na cerimônia em Los Angeles. Só na categoria de Melhor Ator, há dois indicados que não moram nos EUA, Riz Ahmed (“O Som do Silêncio”) e Anthony Hopkins (“Meu Pai”). No caso de Hopkins, que tem 83 anos, a viagem é considerada um risco extremo e desnecessário por seus agentes. Mesmo assim, a Academia continua incentivando os indicados a viajarem até Los Angeles, se puderem, prometendo pagar pelas diárias adicionais em hotéis enquanto eles cumprem o período de quarentena obrigatório. Esta questão era outro ponto de discórdia, desta vez com os estúdios, que geralmente pagam as contas de hospedagem. Enquanto em circunstâncias normais eles teriam que pagar apenas uma ou duas diárias de hotel para cada indicado de fora de Los Angeles, neste ano precisariam arcar com as duas semanas de quarentena de cada um deles, antes e depois da cerimônia. A Academia também pretende montar em Los Angeles um estabelecimento de testagem para o coronavírus especialmente voltado para os indicados e suas equipes, visando resultados rápidos e precisos. O evento deste ano acontecerá em dois palcos: no Dolby Theatre, tradicional local da premiação, e na Union Station, principal centro ferroviário de Los Angeles. O responsável por organizar a cerimônia – e criar a saia-justa – é o cineasta Steven Soderbergh (“Doze Homens e um Segredo”). Mas depois de dizer que não aceitaria participação por videoconferência de forma alguma, mudar de ideia e tentar a solução dos palcos paralelos, ele já não tem mais opinião formada sobre o assunto. Não houve resposta quando um indicado perguntou o que será feito caso alguém não seja capaz de viajar para nenhuma das localidades da cerimônia. Também não foi confirmado se o uso de máscara será obrigatório.

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    Leandro Hassum é processado por gêmeas da vacinação suspeita em Manaus

    30 de março de 2021 /

    O comediante Leandro Hassum (“Tudo Bem No Natal Que Vem”) está sendo processado pelas irmãs gêmeas Gabrielle e Isabelle Lins por um comentário no programa “Encontro”, com Fátima Bernardes. Ao participar da atração da Globo em 22 de janeiro, Leandro Hassum chamou as irmãs de “burras” por supostamente terem furado a fila para tomar a vacina contra covid-19. Agora, as gêmeas querem uma indenização de R$ 100 mil por danos morais. Para quem não lembra, as duas protagonizaram um caso suspeitíssimo. Herdeiras de uma família rica, foram nomeadas para cargos comissionados na secretaria municipal da Saúde de Manaus, a Semsa, um no dia 18 e a outra em 19 de janeiro, justamente a véspera e o primeiro dia de vacinação na capital do Amazonas, conforme consta no Diário Oficial do município. Graças a isso, ambas foram imunizadas, apensar de não atuarem na linha de frente do combate ao coronavírus, num período em que só profissionais da saúde da linha de frente deveriam receber o imunizante. Para completar, logo após terem tomado a segunda dose da vacina, – e antes de completarem um mês na função – , as duas pediram exoneração dos cargos administrativos, em 12 de fevereiro. Como a família de Isabelle e Gabriele é dona da Universidade Nilton Lins, do Hospital Nilton Lins e até de um haras, o Ministério Público do Estado do Amazonas abriu uma investigação para verificar se houve fraude no processo de aplicação dos imunizantes na capital amazonense por interesses políticos e econômicos por parte do prefeito David Almeida. Em seu programa, Fátima Bernardes perguntou a Leandro Hassum o que ele pensava sobre a história. Revoltado, o humorista fez piada com a inteligência das jovens, que postaram o feito nas redes sociais. “Quando eu vejo que posta, eu já acho burra. Primeira coisa que me vem é: burra. Burra, né, amor? Na boa, quer fazer besteira, por que posta? ‘Olha eu fazendo besteira aqui, gente’? Acho um absurdo, Fátima”, declarou Hassum ao vivo. Por conta disso, a reação das gêmeas pode acabar dando razão a Hassum. Afinal, não parece muito inteligente chamar mais atenção para um fato que nunca soou bem. O processo abre as portas para uma verificação mais detalhada do caso e devolve o escândalo à cobertura da imprensa nacional. Em seu processo, elas argumentam que são médicas e que estavam exercendo funções dentro de uma Unidade Básica de Saúde de Manaus. Mas não explicam porque a função só durou o curto tempo da vacinação. Elas exigem R$ 100 mil de indenização por danos morais, R$ 50 mil para cada uma, além de uma retratação nas redes sociais de Hassum. Elas já perderam a primeira batalha na Justiça ao pedirem que o processo fosse colocado em sigilo, mas a juíza Ida Maria Costa de Andrade, da 15ª Vara Cível e de Acidentes de Trabalho do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas, negou a solicitação. Eu sou só o @LeandroHassum direto sobre as irmãs de Manaus que furaram fila pra ser vacinadas pic.twitter.com/Btwa8tovpY — Dudu (@Dudu) January 22, 2021

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    Armie Hammer perde terceiro projeto após denúncias de violência sexual

    29 de março de 2021 /

    O ator Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”) perdeu mais um projeto após mensagens privadas de violência sexual virem à tona. As acusações escalaram para uma denúncia de estupro há duas semanas. Hammer deveria estrelar “Billion Dollar Spy” ao lado do dinamarquês Mads Mikkelsen (“Druk – Mais uma Rodada”), mas não faz mais parte do elenco. A diretora Amma Asante e a produtora Walden Media não comentaram a mudança, que foi noticiada pela revista Variety. Antes de perder este papel, Hammer também alegou ter pedido afastamento do elenco de “Shotgun Wedding”, em que ele contracenaria com Jennifer Lopez, e foi dispensado da série “The Offer”, produção da Paramount Plus sobre os bastidores do filme “O Poderoso Chefão”. Ele também foi dispensado por sua agência de talentos e não tem nenhum projeto profissional agendado, mas completou dois filmes da ex-Fox/Disney antes do escândalo. São eles a superprodução “Morte no Nilo”, continuação do suspense “Assassinato no Expresso do Oriente”, que reúne o ator-diretor Kenneth Brannagh com um grande elenco, e a comédia “Next Goal Wins”, dirigida por Taika Waititi (“Jojo Rabbit”). A Disney já anunciou o adiamento da estreia de “Morte no Nilo” para o ano que vem.

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    Academia volta atrás e permite que atores participem do Oscar por videoconferência

    29 de março de 2021 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA voltou atrás em sua decisão radical de proibir discursos por videoconferência na cerimônia do Oscar 2021. Os organizadores não aguentaram a pressão de estúdios e representantes de artistas, que ameaçaram simplesmente ignorar o convite da participação presencial. A exigência de comparecimento ao local da cerimônia em Los Angeles, no dia 21 de abril, irritou representantes de indicados que não moram nos EUA, como os atores Riz Ahmed (“O Som do Silêncio”) e Anthony Hopkins (“Meu Pai”), por exemplo. No caso de Hopkins, que tem 83 anos, a viagem chegou a ser considerada um risco extremo e desnecessário por seus agentes. Os estúdios também protestaram, mas por motivos financeiros. Enquanto em circunstâncias normais teriam que pagar apenas uma ou duas diárias de hotel para cada indicado de fora de Los Angeles, neste ano precisariam arcar com as duas semanas de quarentena de cada um deles, antes e depois da cerimônia. Além disso, a exigência da Academia também afetaria projetos atualmente em filmagem pelos indicados, que precisariam ser interrompidos para que os atores se deslocassem até Los Angeles para participar do evento. Algumas filmagens poderiam ficar paradas por até um mês completo, considerando as quarentenas obrigatórias de viagens entre diferentes países. Há também o caso de países que estão com aeroportos fechados, ou simplesmente barraram voos para os EUA, e os que estão cobrando multas altíssimas das pessoas que saem de casa para atividades não essenciais. No Reino Unido, por exemplo, a penitência é de 5 mil libras esterlinas, o equivalente a R$ 38 mil. Caso conseguisse levar adiante sua decisão, o Oscar 2021 seria a primeira premiação desde o começo da pandemia a acontecer sem a ajuda de videoconferências. O Emmy do ano passado, o Globo de Ouro deste ano, e diversas outras cerimônias, contaram com indicados e vencedores discursando por vídeo de suas casas. Mas os organizadores do Oscar viram que o Grammy foi muito elogiado por conseguir reunir a maioria dos premiados com máscaras e distanciamento social, numa cerimônia extremamente bem-realizada. No Brasil, o Oscar 2021 será exibido ao vivo pelos canais Globo e TNT.

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    Amber Heard comemora nova derrota de Johnny Depp na Justiça

    29 de março de 2021 /

    A atriz Amber Heard postou fotos provocativas em seu Instagram no domingo (28/3), quatro dias após Johnny Depp sofrer nova derrota na Justiça britânica, com a recusas de seu pedido de apelação da sentença de seu processo contra o jornal The Sun. A sentença original, que deu vitória ao The Sun, considerou que havia farta evidência para o jornal chamá-lo de “espancador de esposa”. Como quem não quer nada, a atriz de “Aquaman” postou duas fotos. Na primeira, de 2016, ela aparece com o rosto machucado e acompanhada de sua advogada, durante a audiência de queixa de violência doméstica, que rendeu uma ordem de restrição contra Depp, proibindo o ator de se aproximar dela. Já a segunda, do ano passado, mostra Heard na chegada do julgamento do recente processo movido por Depp contra o jornal The Sun. Ela apontou que ambas as imagens tinham algo em comum: um vestido preto. “Um vestido, quatro anos de diferença. Às vezes é importante usar a mesma coisa duas vezes”, escreveu a atriz na legenda da publicação. Johnny Depp processou o tabloide britânico por difamação na Alta Corte de Londres, acusando o jornal de escrever em 2018 que ele era um “espancador de esposa”. Amber foi convocada como testemunha da defesa e convenceu o juiz Andrew Nicol de que Depp tinha sido violento com ela em pelo menos 12 ocasiões. O juiz rejeitou a ação, condenando o ator a pagar as custas da defesa do jornal – 630 mil libras ou aproximadamente R$ 4,5 milhões. O jornal publicou que Depp era um “espancador de esposa” dois anos depois que Amber usou pela primeira vez o seu vestido preto de luto.

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    Woody Allen volta a negar acusações “absurdas” de abuso da filha

    28 de março de 2021 /

    Em uma nova entrevista para a CBS News, disponibilizada nos EUA na plataforma Paramount+ neste domingo (28/3), Woody Allen voltou a negar as acusações “absurdas” de que molestou a filha adotiva Dylan Farrow em 1992, quando ela tinha sete anos, fato que teria acontecido durante sua briga pela custódia dos filhos contra a ex Mia Farrow. “É tudo muito absurdo, mas a mancha permanece”, disse Allen ao jornalista Lee Cowan na entrevista, que foi gravada em julho passado, após a publicação da autobiografia do diretor “A Propósito de Nada”. “Eles preferem se agarrar, senão à noção de que molestei Dylan, à possibilidade de que eu poderia tê-la molestado. Nada do que eu já fiz com Dylan em minha vida poderia ser tão mal interpretado assim. ” Lamentando a reação de atores com quem já trabalhou e que o condenaram publicamente nos últimos anos, Allen mostrou-se conformado. “Acho que eles são bem-intencionados, mas são tolos”, comentou. “Tudo o que eles estão fazendo é perseguir uma pessoa perfeitamente inocente e, com isso, incentivando essa mentira”. Estrelas como Kate Winslet (“Roda Gigante”), Mira Sorvino (“Poderosa Afrodite”), Elliot Page (“Para Roma com amor”) e Colin Firth (“Magia ao Luar”) expressaram arrependimento por trabalhar com Allen e disseram que não atuariam novamente em filmes do diretor. Além disso, Timothée Chalamet, Rebecca Hall e outras estrelas de “Um Dia de Chuva em Nova York” doaram os salários que receberam pelo filme para a caridade. A nova entrevista foi transmitida poucas semanas após a HBO exibir a minissérie documental “Allen v. Farrow”, que voltou a examinar as acusações de abuso sexual contra o diretor, trazendo apenas o ponto de vista de Mia e Dylan Farrow, com direito a vídeo da filha descrevendo a agressão com sete anos de idade. Durante a conversa com Lee Cowan, Allen contou que não fala com Dylan desde que as acusações surgiram pela primeira vez, em 1992. Ele disse não duvidar que Dylan acredita que foi realmente abusada. “Não creio que ela esteja inventando, não creio que ela esteja mentindo – creio que ela acredita nisso”, afirmou, ainda que negue ter feito algo errado. O diretor, que foi considerado inocente após duas investigações independentes sobre as acusações, questiona o motivo de querer abusar de sua filha. “Nunca houve lógica nisso”, disse ele. “Por que um cara de 57 anos, que nunca fui acusado de nada na vida, de repente resolve ir, em meio a uma disputa de custódia, para a casa de campo de Mia para abusar de uma menina de 7 anos? Por isso não achava nem que fosse necessária uma investigação”. O cineasta ressaltou que as acusações de abuso surgiram durante sua separação tumultuada de Mia Farrow, com quem teve três filhos – Ronan Farrow e dois filhos adotivos, Moses e Dylan – e que nunca o perdoou por trocá-la por outra de suas filhas adotivas, Soon-Yi Previn. Allen observou que ele e Soon-Yi, com quem se casou em 1997, também adotaram duas meninas pequenas – que agora estão na faculdade e nunca falaram mal do pai. “Ninguém dá duas meninas para quem acham que é um pedófilo”, apontou. Ele também afirmou que não viu problemas em namorar a filha adotiva jovem de sua então parceira. “Isso não foi um problema porque o relacionamento com Soon-Yi foi muito gradual. Não foi como se eu tivesse saído com ela uma noite e a beijado”, contou. “Nunca houve um momento em que a relação não fosse a coisa mais natural do mundo”. Para reforçar, acrescentou que seu relacionamento com Mia Farrow foi o oposto disso e nem sequer era um casamento, muito menos uma parceria conjugal. “Eu nunca morei com Mia. Nunca dormi na casa de Mia em todos os anos que estive com ela”, revelou. “Tínhamos um relacionamento, mas nunca foi um relacionamento conjugal. Depois de um tempo, tornou-se uma relação de conveniência”. A entrevista de Allen foi acompanhada por uma entrevista de Dylan Farrow, feita em 2018, em que ela abordou longamente suas acusações, negando ter sofrido lavagem cerebral ou ter sido treinada por sua mãe, Mia Farrow, para fazer as acusações. Por sua vez, o mais velho dos três irmãos, Moses Farrow, ignorado no documentário “Allen v. Farrow”, já afirmou em mais de uma ocasião que Mia treinou os filhos para acusar Allen.

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    Fãs de “Liga da Justiça” atacam “Godzilla vs. Kong” na internet

    28 de março de 2021 /

    O fandom negativo e abusivo voltou a se manifestar nos últimos dias com o lançamento de uma campanha de fãs de “Liga da Justiça” contra “Godzilla vs. Kong” na internet. A superprodução dos monstros gigantes, que estourou as bilheterias internacionais neste fim de semana, só estreia nos EUA na quarta-feira (31/3), mas já está recebendo várias avaliações negativas de fãs americanos do filme de Zack Snyder em fórums e plataformas de cinema abertas à participação do público. O IMDb, por exemplo, foi inundado por resenhas que não falam do filme, apenas lhe dão nota 1 (a mais baixa) e justificavam a classificação com menções à “Liga da Justiça”. “Eu nunca mais vou apoiar filmes da Warner até que eles restaurem o SnyderVerse”, diz uma crítica. “Nos dê o que queremos! Warner ouça seu público de uma vez e veja a satisfação em relação ao lucro”, reclama outro fã. “Por favor, Zack Snyder é um dos melhores diretores de todos os tempos … Zack SnyderCut é uma obra-prima”, exclamou um terceiro, sem mencionar o filme que estava resenhando. O detalhe é que o MonsterVerse, do qual “Godzilla vs. Kong” faz parte, também tem muitos fãs, que estão contra-atacando com diversas notas 10 (a máxima) no mesmo IMDb, o que está causando grande oscilação na avaliação do filme. A campanha de negativação de “Godzilla vs. Kong” vem acompanhada pela hashtag #RestoreTheSnyderVerse nas redes sociais. E também inclui a invasão de inúmeras páginas de propriedades da Warner, como “Vila Sésamo” e HBO, com o assunto “SnyderVerse”. Ironicamente, a ação negativa só acontece porque a Warner atendeu a uma campanha anterior dos fãs e lançou o “SnyderCut”, que oficialmente ganhou o título de “Liga da Justiça de Zack Snyder”. O filme de quatro horas, atualmente disponível nas plataformas de locação digital, veio à luz após um esforço coletivo que durou anos, desde o lançamento da versão cinematográfica de “Liga da Justiça” em 2017, com refilmagens e reedição de Joss Whedon com aval do estúdio. A “Liga da Justiça” cinematográfica foi execrada pelos fãs da visão sombria do diretor original, Zack Snyder, que não descansaram, incentivados por revelações do próprio cineasta sobre cenas cortadas, até que a Warner percebesse que poderia lucrar com essa dedicação fervorosa, lançando o “SnyderCut”. O problema é que “Liga da Justiça de Zack Snyder” não conclui sua história, que deveria ser continuada em novo filme – ou filmes. E como os presidentes da DC Films e da Warner declararam com todas as letras que a ressurreição da visão de Snyder se resumia à edição do diretor, os fãs ficaram inconformados, exigindo a continuação que o filme sugere e a Warner diz que não vai entregar. Ilustrando um velho ditado popular, a Warner deu a mão e agora os fãs querem o braço inteiro.

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    É o Fim: Seth Rogen confirma briga com Emma Watson nos bastidores de filme de 2013

    28 de março de 2021 /

    Demorou oito anos, mas o ator Seth Rogen finalmente abordou os rumores sobre problemas com Emma Watson durante as filmagens da comédia “É o Fim”, que ele estrelou, escreveu e dirigiu em 2013. A suposta briga entre os dois era um boato que chegou a alguns blogs, mas nunca tinha sido verificado. Em entrevista à revista GQ, Rogen confirmou que a briga realmente aconteceu, mas ela provavelmente tinha razão. Ele explicou que o desentendimento ocorreu pela recusa de Emma em participar de uma cena na qual Danny McBride interpretaria um canibal, enquanto Channing Tatum, de cueca de couro, aparece preso a uma coleira como seu escravo. A atriz teria considerado a sequência de mau gosto e politicamente incorreta, e acabou abandonando a produção antes de encerrar sua participação oficial. “Eu não olho para trás e penso: ‘Como ela se atreveu a fazer isso?’, sabe? Acredito que, às vezes, quando você lê algo e isso ganha vida, não parece ser o que você pensava, que foi o que aconteceu com ela. Mas não foi um final terrível para nossa relação. Ela voltou no dia seguinte para se despedir. Ela ajudou a promover o filme”, contou o ator. Rogen acrescentou que não ficou magoado. “Sem ressentimentos. Eu não poderia ter ficado mais feliz com a forma como o filme foi recebido. Além disso, ela provavelmente estava certa. Provavelmente foi mais engraçado como acabamos fazendo”, concluiu. Primeiro filme dirigido pelo comediante, “É o Fim” mostrava vários atores famosos interpretando a si mesmos durante uma festa, quando o apocalipse tem início. Com um elenco estelar, que ainda incluía James Franco, Paul Rudd, Jay Baruchel, Jonah Hill, Craig Robinson, Michael Cera, Mindy Kaling e a cantora Rihanna, o longa arrecadou mais de US$ 126 milhões nas bilheterias, quatro vezes seu orçamento de US$ 32 milhões. Relembre o trailer do filme abaixo.

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    Michael Douglas revela sofrer problemas de memória

    27 de março de 2021 /

    O ator Michael Douglas, que tem 76 anos, revelou ter percebido falhas em sua memória recente. Durante uma entrevista recente, o ator diz que isso foi acirrado pela falta de compromissos durante o isolamento social. “Durante esse período da Covid-19, em que fiquei muito tempo jogado no sofá sem fazer nada, fiquei chocado com a redução da minha estamina. E minha memória de longo prazo está boa, mas a recente não”, confessou o astro ao site da AARP, organização dedicada à saúde de pessoas acima de 50 anos nos EUA. Ele considera que as falhas possam ter relação com o modo como viveu nos anos 1970 e 1980, época marcado por abusos de drogas e álcool. “Eu costumava culpar a maconha. Mas tenho alguns amigos que fumam há tanto tempo e têm memórias fabulosas, então não acho que seja esse o problema. Estou pesquisando”. Além de ter problemas com a memória, o ator lutou contra um câncer de estágio quatro, diagnosticado em sua língua, em 2010. Ao ser perguntado se estava arrependido dos hábitos de beber e fumar, fatores de risco conhecidos como causa de tumores de garganta e boca, ele declarou que não possui remorso. “Sem querer ser muito específico, esse câncer em particular é causado pelo HPV, que na verdade vem do cunilingus”. Ele é casado com a atriz Catherine Zeta-Jones, com quem tem dois filhos: Dylan, de 20 anos, e Carys, de 17 anos. Michael também é pai de Cameron Douglas, de 42 anos.

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