William Link (1933 – 2020)
O roteirista e produtor William Link, co-criador de séries clássicas como “Columbo” e “Assassinato por Escrito”, entre outras, morreu no domingo (27/12) de insuficiência cardíaca congestiva em Los Angeles, aos 87 anos. Em uma carreira de mais de 60 anos, Link ficou conhecido por sua colaboração com o falecido Richard Levinson. Os dois se conheceram aos 14 anos e começaram a colaborar quase imediatamente em histórias, roteiros de rádio e TV. Eles viram o potencial da TV para contribuir para a discussão sobre assuntos como relações raciais, homossexualidade, inquietação estudantil e violência armada, e inovaram o conteúdo televisivo. Link e Levinson começaram a escrever para séries no final dos anos 1950, em produções como “Johnny Ringo” e “The Rebel”. Logo passaram a criar episódios para séries populares, como “Alfred Hitchcock Apresenta”, “Dr. Kildare”, “A Lei de Burke” e “O Fugitivo”, até criarem suas primeiras atrações, a série de espionagem da 2ª Guerra Mundial “Jericho” (1965) e principalmente “Mannix” (1967), um megasucesso desenvolvido em parceria com Bruce Geller (criador de “Missão: Impossível”), que durou 8 temporadas até 1975. Considerada uma das séries mais violentas de sua época, a atração acompanhava as aventuras do investigador particular Joe Mannix (Mike Connors), de Los Angeles, que a cada episódio travava muitas brigas, perseguições de carros e tiroteios. Oposto de “Mannix”, “Columbo” era uma série de investigação criminal que dava mais ênfase à ação intelectual, destacando a sagacidade do detetive vivido por Peter Falk. O ator encarnou o detetive de homicídios de Los Angeles Columbo de 1971 a 2003, um recorde, graças à quantidade de telefilmes que se seguiram ao desfecho oficial da série (originalmente exibida entre 1971 e 1978). O personagem e o programa acabaram revolucionando a TV, ao mostrar um formato de história invertida, que começa mostrando o crime e seu autor, antes da investigação de Columbo apontar o criminoso. Este formato acabou virando padrão e é usado até hoje em séries da franquia “Law & Order”, por exemplo. A parceria de Link e Levinson também tendeu o sucesso de “Assassinato por Escrito” (Murder She Wrote), que fez sua estreia em 1984. A série estrelada por Angela Lansbury seguia a romancista de mistério Jessica Fletcher, que resolvia crimes como detetive amadora. Apesar dos executivos da rede lamentarem que o programa não tinha sexo, exibia pouca violência e sua protagonista era uma mulher de certa idade, a série foi extremamente popular e durou 12 anos. Outras séries de televisão criadas por Link e Levinson incluem “Tenafly” (1973, um dos primeiros programas de TV com protagonistas afro-americanos), “Ellery Queen” (1975) e “Blacke’s Magic” (1986). Mas a parceria também se estendeu a vários telefilmes inovadores, incluindo “My Sweet Charlie” (1970) sobre a amizade entre uma fugitiva adolescente, branca e grávida e um advogado afro-americano injustamente acusado de assassinato; “That Certain Summer” (1972) um dos primeiros retratos simpáticos da homossexualidade na televisão e “A Execução do Soldado Slovik” (1974), um poderoso relato do único soldado dos EUA executado por deserção durante a 2ª Guerra Mundial. Os dois últimos filmes apresentaram o jovem Martin Sheen ao grande público. Além de seu trabalho na televisão, Link e Levinson ainda escreveram roteiros de cinema, como os filmes de desastre “O Dirigível Hindenburg” (1975) e “Terror na Montanha Russa” (1977). A dupla ainda escreveu o livro “Stay Tuned: An Inside Look at the Making of Prime-Time Television” (1981), um relato de bastidores da televisão de sua época, e compartilhou muitos reconhecimentos da indústria do entretenimento, incluindo dois Emmys, dois Globos de Ouro, um Peabody e inúmeros outros. Link e Levinson também foram introduzidos no Hall da Fama da Academia da Televisão em 1994.
Idina Menzel, a Elsa de Frozen, lança programa infantil no YouTube
A atriz Idina Menzel, conhecida pelo público infantil como a voz de Elsa em “Frozen”, lançou nesta segunda (28/12) um programa voltado para crianças no YouTube. Intitulado “Idina’s Treehouse”, o programa é gravado na casa da árvore de seu filho, onde a vencedora do Tony e do Grammy compartilha canções e histórias voltadas para seus fãs infantis, aproveitando o confinamento de sua quarentena contra a pandemia. “Apenas algo em que comecei a trabalhar durante a quarentena”, resumiu Menzel em um comunicado. “Espero que todos vocês gostem. Em busca de um pouco de paz e sossego durante o confinamento e o estressante ensino doméstico, refugiei-me na casa da árvore de meu filho Walker. Comecei a falar e cantar para mim mesmo. Delírio? Fiquei louca? Mamãe enlouqueceu? Eu me ofereço para divertir seus filhos.” Veja o primeiro episódio abaixo. Idina Menzel recentemente finalizou seu trabalho no novo filme musical “Cinderella”, no qual interpreta a madrasta da protagonista vivida por Camilla Cabello. O filme será lançado em fevereiro de 2021. Além disso, ela também está escrevendo um livro infantil com sua irmã Cara, que será publicado pela Disney.
Josh Brolin vira papai no Natal
O ator Josh Brolin, intérprete de Thanos em “Vingadores: Ultimato”, e sua esposa Kathryn Boyd Brolin deram as boas-vindas ao segundo filho no Natal. Os dois revelaram a notícia no domingo (27/12), por meio de suas contas pessoais no Instagram. A mamãe compartilhou uma foto da segunda filha do casal, Chapel Grace Brolin, chamando a recém-nascida de seu “anjinho da noite de Natal”. A modelo/designer de jeans deu à luz no dia 25 de dezembro. O papai também acessou o Instagram para repassar a foto de sua esposa, junto com uma breve explicação sobre o nome da filha. “Para todos os lugares que viajamos, o único lugar em que Kathryn e eu sempre encontramos um grande consolo foram as capelas. Mesmo não sendo particularmente religioso, um sentimento de Deus inundou fortemente nossas vidas e as capelas sempre foram santuários onde nos sentimos totalmente livres para agradecer. Chapel Grace é, para nós, uma manifestação daquele sentimento celestial que sempre foi sentido enquanto vagávamos e ao nos ajoelharmos”, escreveu o ator da Marvel. Casados desde 2016, Josh e Kathryn Brolin já tinham uma filha, Westlyn Reign Brolin, de 2 anos. Além das duas crianças, o ator tem dois outros filhos, Trevor e Eden, de um casamento anterior, com a atriz Alice Adair. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por k a t h r y n b r o l i n (@kathrynbrolin) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Josh Brolin (@joshbrolin)
Atriz de Fuller House é libertada após dois meses de prisão
A atriz Lori Loughlin, estrela de “Full House”, foi libertada da prisão federal de São Francisco após cumprir sua pena de dois meses por fraude universitária, envolvendo o pagamento de US$ 500 mil para colocar suas duas filhas na USC (Universidade do Sul da Califórnia) sob falsos pretextos. Seu marido, Mossimo Giannulli, continua encarcerado, após ter sido condenado a cinco meses de prisão. Loughlin também foi multada e condenada a serviços comunitários pelo escândalo de 2019. Apesar de ter cumprido sua pena na prisão, Loughlin não tem novo trabalho agendado. A outra atriz famosa implicada no escândalo, a vencedora do Emmy Felicity Huffman (“Desperate Housewives”), já começou a retomar sua carreira após um período muito breve de detenção – apenas 12 dias, por ter se declarada culpada desde o início e cooperado com as autoridades. Huffman entrou no piloto de uma sitcom da rede ABC inspirada na vida real da dona de um time de beisebol. Após inicialmente declarar-se inocente, Loughlin acabou afastada de todas as produções de que participava, ausentando-se da 5ª e última temporada de “Full House”, perdendo seu papel em “Quando Chama o Coração: A Série” e recebendo a notícia do cancelamento de “Garage Sale Mysteries”. Mas ao ver como Huffman lidou com a situação, ela fechou um acordo para se declarar culpada e cumprir dois meses de prisão, sendo liberada nesta segunda-feira (28/12), a tempo de passar o Ano Novo com as filhas.
George Clooney tenta ler tuítes em português
George Clooney foi o escalado da semana para pagar mico na Netflix. No que já virou uma tradição da plataforma, o ator e diretor foi convidado a ler tuítes em português e tentar adivinhar seus significados. O resultado não tem surpresas, além da própria surpresa do ator, que ficou lisonjeado com os elogios escritos pelos fãs brasileiros. Na semana passada, quem pagou o mico foi o elenco da série “Bridgerton”. A dicção indecifrável de Clooney entrou na conta da divulgação de “O Céu da Meia-Noite”, sci-fi estrelada e dirigida pelo ator, que estreou na quarta (23/12) passada. A grande ironia dessa “ideia genial” da Netflix é que todos os vídeos divulgados pela empresa para alardear o filme foram dublados em português. O único vídeo em que Clooney fala em inglês no marketing nacional de “O Céu da Meia-Noite” é justamente este, em que ele tenta falar em português.
Tuck Tucker (1961 – 2020)
O animador, roteirista e diretor Tuck Tucker, que trabalhou em desenhos icônicos como “A Pequena Sereia”, “Bob Esponja”, “Hey Arnold” e “Padrinhos Mágicos”, morreu na terça passada (22/12) anos 59 anos. A notícia foi confirmada por familiares à imprensa americana, sem citar a causa da morte. Tucker começou sua carreira como animador na Disney, onde trabalhou em “A Pequena Sereia” (1989), antes de se destacar na TV, em séries como “Rugrats: Os Anjinhos” (1991), “Ren & Stimpy” (1992-1993) e “Os Simpsons” (1990-1995). Sua primeira oportunidade como diretor foi em “Hey Arnold”, comandando vários episódios da série e também o longa-metragem lançado em 2002. Como diretor, também assinou episódios de “A Casa Animada” (2005-2006), recém-disponibilizada na Paramount+, e “Padrinhos Mágicos” (2013-2014). O seu trabalho como animador, roteirista e pau para toda obra de “Bob Esponja Calça Quadrada”, entre 2007 e 2014, lhe rendeu um Annie, o Oscar da animação, em 2011, por suas contribuições para a trilha sonora da série. Seus últimos créditos vão chegar ao cinema em 2021. Ele estava trabalhando em “Bob’s Burgers: O Filme”, baseado na série homônima da rede americana Fox.
Nivea Stelmann passa por cirurgia de emergência
A atriz Nivea Stelmann (“A Terra Prometida”) passou por uma cirurgia de emergência neste sábado (26/12) para a retirada de um mioma no útero. No Stories de seu Instagram, a atriz contou que a operação precisou ser antecipada por conta de uma hemorragia. “Estou aqui no meu pijamão, com essa cara, com olheira aqui, com anemia, com cabelo branco, com tudo, pra dizer pra vocês que operei meu mioma hoje. Várias pessoas falaram assim: “Nivea, conta pra gente como vai ser, o que você vai fazer”. Eu falei: “Tá, vou contar”. Achei que tivesse tempo pra isso. O que aconteceu? Minha cirurgia estava marcada para terça-feira (29/12) e, ontem à noite (25/12), comecei a ter uma hemorragia muito grande. Foi tão grande que perdi meu DIU na hemorragia, pra vocês terem noção do tanto que o colo do útero estava aberto. Tive que ir às pressas para a Casa de Saúde São José e operei hoje, mas foi tudo bem, tudo maravilhoso. Já estou na minha casa. É uma cirurgia muito simples, muito rápida. A atriz, que há anos mora nos Estados Unidos e está passando férias no Rio de Janeiro, acrescentou que, mesmo existindo a possibilidade, preferiu não retirar útero e trompas. “Tirando útero e trompas, eu teria uma recuperação um pouco mais lenta. E eu volto para os EUA no dia 3. Eu queria voltar com a minha família. Vocês sabem como sou agarrada à Bruna, ao Miguel (seus filhos), ao Marcus (Rocha, seu marido). Eu não queria deixá-los lá. As crianças com aula, futebol, isso e aquilo, e eu aqui me recuperando. Claro que seria muito bem tratada, mimada pelos meus pais, mas eu queria estar com eles nos EUA. Então, a gente tomou essa decisão, e eu estou supersatisfeita, superfeliz. O mioma já não existe mais dentro de mim. Ele foi fatiado e arrancado. Então, maravilhoso”. Segundo Nivea, o marido não pôde fazer companhia a ela após a cirurgia. “Eu fiquei no quarto sozinha, fui muito Highlander. Fiquei o tempo todo sozinha. O Marcus, meu marido, não pôde me acompanhar por causa dessa questão do corona”, contou.
Robert Rodriguez acredita que Alita: Anjo de Combate possa ganhar continuação na Disney+
O cineasta Robert Rodriguez (“Sin City”) tem esperanças de filmar uma continuação de “Alita: Anjo de Combate”, adaptação de mangá que ganhou status cult após seu lançamento em 2019, apesar de não ter sido exatamente um sucesso de bilheterias. Em entrevista à revista Forbes, ele reparou que o filme ganhou segunda vida em vídeo e streaming, e a Disney+ (Disney Plus) pode ser uma boa alternativa para continuar a história. “A Disney comprou a Fox e eles têm a Disney+ (Disney Plus), então é uma conversa que vale a pena”, afirmou o cineasta. “Sei que as pessoas adorariam assistir [a uma sequência] e eu amaria fazer mais um”, continuou. Segundo Rodriguez, o streaming criou uma oportunidade maior para a produção de sequências, pois se aproveita de títulos com um público já estabelecido e os oferece aos fãs “da maneira mais fácil para eles consumirem. Não é uma má ideia”. Rodriguez, por sinal, já tem trabalhos exibidos na Disney+ (Disney Plus). Ele dirigiu um episódio da 2ª temporada de “The Mandalorian” (The Mandalorian) e vai produzir a vindoura série “O Livro de Boba Fett” (The Book of Boba Fett) na plataforma de streaming da Disney. “Alita: Anjo de Combate” adaptou o mangá criado por Yukito Kishiro em 1990 sobre a ciborgue do século 26 chamada Alita (Rosa Salazar), que é encontrada em um ferro-velho por um cientista (Christoph Waltz). Sem memórias, ela demonstra uma habilidade letal para as artes marciais e tenta ser aceita entre os humanos, enquanto é perseguida por conta de seu passado. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez. O filme foi elogiadíssimo por seus efeitos visuais, considerados “uma maravilha da computação gráfica” e um “marco da sci-fi”, mas as críticas acabaram sendo menos lisonjeiras em relação à trama, porque o filme não conclui inteiramente sua história, deixando a porta aberta para uma continuação, que nunca foi encomendada pela Fox. O motivo da falta de entusiasmo do estúdio foi o orçamento elevado, de US$ 170 milhões, para um retorno de US$ 404 milhões mundiais.
Produtor da nova série dos criadores de Game of Thrones morre envenenado
Lin Qi, presidente e CEO do Grupo Yoozoo, e um dos produtores da vindoura série “O Problema dos Três Corpos”, desenvolvida pelos criadores de “Game of Thrones” para a Netflix, morreu no dia de Natal, após ser hospitalizado com suspeita de envenenamento em 16 de dezembro. Ele tinha 39 anos. Na noite de quarta-feira (23/12) na China, o Bureau de Segurança Pública de Xangai anunciou que Lin estava recebendo tratamento após ser envenenado e que um colega de trabalho de Lin do Yoozoo, de sobrenome Xu, havia sido preso em meio a uma investigação. A declaração dizia: “Às 17h do dia 17 de dezembro de 2020, a polícia recebeu uma ligação de um hospital a respeito de um paciente de sobrenome Lin. Durante o tratamento do paciente, o hospital informou que determinou que o paciente havia sido envenenado. Após a ligação, a polícia iniciou uma investigação. De acordo com as investigações no local e outras entrevistas, a polícia constatou que um suspeito de sobrenome Xu, que é um colega de trabalho da vítima Lin, era o mais provável autor do crime. O suspeito Xu foi preso e as investigações continuam.” A mídia local disse que uma disputa entre os executivos da companhia chinesa de entretenimento precedeu o ataque a Lin, que teria sido feito supostamente por meio de uma xícara de chá envenenado. O crime aumenta mais a polêmica em torno da adaptação de “O Problema de Três Corpos”. Senadores americanos do Partido Republicano, o mesmo do presidente Trump, acusaram a série, que adapta uma célebre trilogia sci-fi do escritor chinês Liou Cixin, de propagar a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. O livro original se tornou a primeira obra asiática a ganhar o prêmio Hugo, principal honraria da literatura de ficção científica, e o projeto da adaptação está sendo sendo desenvolvido por David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série “Games of Thrones”, em parceria com Alexander Woo, showrunner de “The Terror”, o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e as empresas de entretenimento Plan B, de Brad Pitt, e a Yoozoo, de Lin Qi. A Netflix adquiriu os direitos de produção da adaptação em inglês do Yoozoo Group e de sua subsidiária Three-Body Universe, que detinham os direitos da propriedade. Lin fundou o Yoozoo Group em 2009, especializando-se na produção de videogames, como “Game of Thrones: Winter Is Coming”.
Kevin Spacey ressurge falando em suicídio em vídeo de Natal
Kevin Spacey manteve sua tradição de aparecer, feito Grinch, com um vídeo novo no Natal. Pelo terceiro ano consecutivo, o ator de “House of Cards”, que foi exilado de Hollywood após diversas acusações de abusos sexuais, deu as caras para assustar com uma mensagem pouco natalina, desta vez comentando sobre suicídio. “Tantos me procuraram para falar sobre as coisas terem ficado tão ruins para eles que pensaram em tirar suas próprias vidas. A qualquer um que esteja lutando ou contemplando essa ideia, por favor, não dê esse passo”, diz Spacey no vídeo. Na mensagem gravada em um parque, ele pede, sem máscara de proteção, que as pessoas se cuidem, procurem ajuda e ainda deseja um feliz 2021 para os espectadores. “Neste momento, durante este feriado e além, mesmo que você não sinta, há pessoas por aí que entendem e podem ajudar, porque você não está sozinho. Só quero desejar um Feliz Natal a todos, um ótimo 2021 e diga a todos aqueles que podem estar sofrendo que fica melhor. Tudo fica melhor”, finaliza. Vale lembrar que, horas após a mensagem mórbida de Spacey no ano passado, sugerindo matar com bondade, um dos acusadores do ator cometeu suicídio. O escritor norueguês Ari Behn se suicidou no Natal passado aos 47 anos. Ex-marido da princesa da Noruega Martha Louise, Behn era um autor de peças de teatro reconhecido em seu país e, em 2017, denunciou Spacey por tê-lo apalpado durante um evento do Prêmio Nobel da Paz. No mesmo ano, o escritor e a princesa Martha Louise se divorciaram, um acontecimento inédito na família real norueguesa. Depois da morte do acusador, o processo contra o ator acabou cancelado na corte de Los Angeles. Spacey também teve outro processo, movido por um rapaz que tinha 18 anos na época do assédio, retirado abruptamente na véspera de ir a julgamento. As acusações surgirem após um colega de Spacey, Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) relatar ao site Buzzfeed que tinha sido assediado sexualmente por ele em 1986, quando tinha 14 anos. Desde então, as denúncias se multiplicaram. O ator chegou a ser investigado por oficiais do Departamento de Abuso Infantil e Ofensas Sexuais de Los Angeles, que coletaram um total de seis denúncias. Mas prescrição e falta de provas impediram todos os casos de ir a julgamento. Por conta disso, ele não foi condenado e ainda brincou no vídeo do ano passado que 2019 “foi um ano muito bom”. As reviravoltas que o livram de julgamento parecem vir de um roteiro da série “House of Cards”, em que Spacey interpretava o presidente corrupto e implacável dos Estados Unidos, capaz de dar um destino trágico a todos que cruzassem seu caminho. Por sinal, ele também foi acusado de assédio por integrantes dessa produção e acabou demitido pela Netflix. Por isso, mesmo escapando da justiça, Spacey viu sua carreira desmoronar nos últimos três anos Vencedor de dois Oscars, ele se encontra desempregado e sem perspectivas de voltar à ativa, tendo sido demitido de vários projetos. O repúdio é tão alto que o ator teve sua presença apagada em seu último trabalho, o drama “Todo o Dinheiro do Mundo”. O diretor Ridley Scott chamou o ator Christopher Plummer às pressas, após as filmagens, para refazer as cenas de Spacey e o substituto foi até indicado ao Oscar. Spacey ainda chegou a filmar uma cinebiografia do escritor Gore Vidal para a Netflix, que preferiu arquivar o filme e assumir o prejuízo a lançá-lo após os escândalos virem à tona, o que demonstra a falta de perspectivas para a retomada de sua carreira.
Robert Rodriguez mostra Baby Yoda dançando nos bastidores de O Mandaloriano
O diretor Robert Rodriguez, de “Alita: Anjo de Combate” e do recém-lançado “Pequenos Grandes Heróis”, compartilhou um vídeo fofíssimo dos bastidores das gravações de “The Mandalorian” (The Mandalorian). Ele dirigiu o episódio “The Tragedy”, da 2ª temporada, e não resistiu ao charme de Grogu, o Baby Yoda. No vídeo, Rodriguez aparece tocando violão, enquanto Baby Yoda dança junto com a música. “Aqui está um presente de Natal para todos aqueles que me perguntaram como é conviver com o Baby Yoda no set de ‘O Mandaloriano'”, escreveu o cineasta, convidando o público a assistir à 2ª Temporada de “Disney Gallery: The Mandalorian” “para mais detalhes dos bastidores!” Rodriguez se divertiu tanto nas gravações, que vai permanecer na turma de produtores das séries de “Star Wars”. Ele se juntou a Jon Favreau (criador de “The Mandalorian”) e Dave Filoni (criador de “Star Wars: The Clone Wars”) na produção da vindoura série “O Livro de Boba Fett” (The Book of Boba Fett), que teve sua estreia anunciada para dezembro de 2021. Here’s a Christmas present to all those who asked me what it’s like to hang out with Baby Yoda on the set of #TheMandalorian #TheTragedy. Check out #DisneyGallery for more behind the scenes! pic.twitter.com/6ShINBxJAN — Robert Rodriguez (@Rodriguez) December 25, 2020
Vanessa Hudgens recria coreografia de Meninas Malvadas no Natal
A atriz Vanessa Hudgens compartilhou um vídeo de “Boas Festas” de Natal em seu Instagram, em que reproduz a famosa coreografia de “Jingle Bell Rock”, do filme “Meninas Malvadas” (2004), com a ajuda de alguns amigos. Ela reuniu os amigos GG Magree, Vince Rossi e a atriz Alexandra Shipp (a Tempestade de “X-Men: Fênix Negra”) para recriar a dancinha sexy à caráter, com direito às minissaias de Mamãe Noel. Ex-“High School Musical”, Vanessa Hudgens pode ser vista atualmente na Netflix, nos filmes da franquia “A Princesa e a Pebleia”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por 🔮Vanessa Hudgens🔮 (@vanessahudgens)
Astro de SWAT revela ter testado positivo para covid-19
O ator Shemar Moore, conhecido por seu papel como Daniel “Hondo” Harrelson na série policial “SWAT”, revelou na quarta-feira (24/12) em seu Instagram que testou positivo para covid-19. O ator escreveu um mensagem em que afirma: “EU TENHO COVID!!! Acabei de descobrir há alguns instantes…. Vou ficar embrulhando presentes… Sim… Fui testado e disseram que TENHO COVID !!!” Ele revelou que, inicialmente, pensou que tivesse uma intoxicação alimentar. Entre seus sintomas, Moore descreveu estar sentindo “calafrios e dores”, mas ainda pode cheirar e sentir o gosto das coisas, e não tem coriza ou tosse. “Tenho que aceitar os resultados dos exames. Me sinto bem agora, mas tenho que ser responsável!!!!” continuou o ator. “Meu Natal e Ano Novo claramente não vai ser o melhor… meu último ano e meio não foi o melhor… mas eu ficarei bem!!!!” Moore encerrou a postagem encorajando todos a se manterem seguros e usar máscaras. Veja a postagem inteira abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Shemar Moore (@shemarfmoore)











