Anthony Hopkins estava dormindo quando venceu o Oscar 2021
Aparentemente, nem o próprio Anthony Hopkins acreditava em sua vitória no Oscar 2021. O agente do ator revelou que ele estava dormindo quando seu Oscar foi anunciado na premiação. Ele venceu o favorito Chadwick Boseman, que disputava o troféu de Melhor Ator pelo último papel de sua carreira, em “A Voz Suprema do Blues”. A diferença de fuso horário e a idade de Hopkins, que conquistou o Oscar por “Meu Pai”, explicam a reação do ator. Eram 4 horas da manhã no Reino Unido quando o ator de 83 anos foi acordado por seu empresário com a notícia. “Tony estava no País de Gales, onde cresceu, e estava dormindo às 4 da manhã quando eu o acordei para lhe contar a notícia”, disse o agente do ator, Jeremy Barber, em declaração para a imprensa. Barber garantiu que o astro veterano ficou contente com a vitória. “Ele estava tão feliz e tão grato”, afirmou. “Depois de um ano em quarentena e vacinado com duas doses (contra a covid-19), ele finalmente conseguiu retornar ao País de Gales e, aos 83 anos, foi um grande alívio após um ano tão difícil”, explicou Barber. “Mas ele amou o papel em ‘Meu Pai’ – é a atuação da qual ele mais se orgulha – e ser o ator vivo mais velho a vencer na categoria significa muito para ele”, destacou o agente, lembrando do recorde de idade batido pelo ator. A conquista foi o segundo Oscar da carreira de Hopkins, que já tinha um Oscar por “O Silêncio dos Inocentes” (1991). Na disputa de domingo (25/4), ele superou, além de Boseman, os atores Riz Ahmed (“O Som do Silêncio”), Gary Oldman (“Mank”) e Steven Yeun (“Minari”). “Meu Pai”, do diretor e roteirista francês Florian Zeller, também recebeu o prêmio de Melhor Roteiro Adaptado.
Veja as fotos oficiais do pós-Oscar da Academia de Hollywood
A pandemia criou um pós-Oscar diferente em 2021, com a troca das aglomerações festivas por eventos virtuais como o organizado por Elton John e, no caso da Vanity Fair e da Academia, a troca completa das festas por uma sessão distanciada de fotos. Conhecida por organizar o pós-Oscar mais badalado de Hollywood, a revista Vanity Fair investiu em criar um estúdio temporário, em parceria com a Academia, onde os astros do Oscar registraram suas poses vencedoras e vestidos de gala logo após descerem do palco na estação de trem Union Station, em Los Angeles. Os cliques foram feitos pelo fotógrafo Quil Lemmons e disponibilizados simultaneamente no Instagram da Academia e da Vanity Fair. A página da rede social da revista também publicou vídeos do making of da produção, que podem ser vistos abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Vanity Fair (@vanityfair) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Vanity Fair (@vanityfair)
Saiba porque Frances McDormand uivou ao receber o Oscar
Um dos momentos mais inusitados da cerimônia de premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, realizado no domingo (26/6) em Los Angeles, aconteceu quando Frances McDormand literalmente uivou no palco. A atriz terminou o discurso de agradecimento pelo Oscar de Melhor Filme, conquistado por “Nomadland”, que ela co-produziu, dizendo que o prêmio era “dedicado aos lobos” e imitando um lobo. Foi inesperado, mas tinha um significado. O gesto foi uma homenagem a Michael Wolf Snyder, que foi o responsável pela captação e mixagem de som de “Nomadland”. Ele se suicidou aos 35 anos, no mês passado, e sua foto apareceu durante o segmento In Memoriam do evento. Em inglês, o sobrenome do técnico, Wolf, significa “lobo”. Frances McDormand também venceu o Oscar de Melhor Atriz e a diretora do filme, Chloé Zhao, tornou-se a segunda mulher a conquistar o Oscar de Melhor Direção – 11 anos após a vitória pioneira de Kathryn Bigelow por “Guerra ao Terror”.
Onde assistir ao Oscar 2021 no Brasil
A transmissão oficial do Oscar 2021 começa neste domingo (25/4) às 20h (horário de Brasília). Em vez do tradicional tapete vermelho, que acontece antes da premiação, a premiação será aberta por um evento musical, com a apresentação dos cinco indicados ao Oscar de Melhor Canção. Não está claro como o canal de TV por assinatura TNT, que fará a transmissão do evento ao vivo na TV brasileira, irá cobrir esta abertura, pois programou para o mesmo horário um “Esquenta TNT”, um aquecimento com informações sobre a cerimônia, apresentado por Tiago Abravanel e Carol Ribeiro. Em paralelo, no canal de YouTube da emissora, também vai acontecer uma live comentada por Carol Moreira, Jhordan Matheus e convidados. A transmissão da cerimônia no Brasil está oficialmente marcada para começar às 21h, com apresentação da jornalista Aline Diniz e Michel Arouca, na TNT e na TNT Series, com exibição simultânea na plataforma TNT Go. A Globo é responsável pela transmissão na TV aberta. A emissora incluirá flashes durante a transmissão do “Fantástico”, mas só vai começar a exibição em si depois do “BBB 21” – previsto para acabar às 23h35 – com apresentação de Maria Beltrão e comentários de Artur Xe Xéo e Dira Paes. Após a entrega da última estatueta, a Globo ainda mostrará uma edição dos melhores momentos da noite. A Globoplay, plataforma oficial da emissora, também prepara uma cobertura evento, que recebeu divulgação confusa. O que se sabe é que a programação vai começar cedo, a partir das 19h30, junto com o portal G1. No site do grupo Globo, consta a informação de que haverá transmissão ao vivo do “tapete vermelho” (que será azul e acontecerá na estação de trem Union Station, em Los Angeles) e dos shows previstos. Um programa humorístico temático (um “Sinta-se em Casa no Oscar”) com os humoristas Marcelo Adnet, Luciana Paes e Paulo Vieira ainda está programado para o mesmo horário na Globoplay. Mas nas últimas horas o G1 anunciou que a plataforma também fará uma transmissão ao vivo da cerimônia, que contará com o trio de apresentadores oficiais da Globo, em exibição conjunta com o G1. Ou seja, este ano vai ter Oscar ao vivo, do começo ao fim, com a equipe da Globo – no G1 e no Globoplay. O sinal da plataforma de streaming estará aberto para não assinantes.
Oscar 2021 quer ser o mais cinematográfico de todos
Afinal de contas, o Oscar é um evento cinematográfico ou um programa de TV? A questão é relevante porque, embora premie os melhores do cinema, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA sofre pressão constante da rede ABC para que sua cerimônia tenha grande audiência. E historicamente esta pressão tem influenciado várias decisões, inclusive a seleção dos indicados. Desde a vitória de “Moonlight” em 2017, os organizadores do Oscar têm recebido orientações explícitas da rede televisiva do grupo Disney para ter mais artistas e filmes populares em sua seleção. Isto levou até à discussão da criação de uma categoria de Melhor Filme Popular em 2018 – prontamente rechaçada pela crítica. A pressão acabou resultando na inclusão de cada vez mais blockbusters, inclusive filmes de super-heróis, na disputa do prêmio principal. Só que isso não teve o efeito desejado. A audiência, na verdade, desabou de vez. Vale a pena comparar. A vitória de “Moonlight”, um filme independente de temática LGBTQIA+, com diretor e elenco negros, foi vista por 32,9 milhões de pessoas – o pior público da premiação até então. No ano passado, com o blockbuster “Coringa” no páreo, a audiência foi de 23,6 milhões. Quem apontar que a vitória histórica de “Parasita”, uma produção sul-coreana, alienou o público vai ignorar que os demais candidatos representavam as maiores bilheterias já reunidas numa lista de indicações – além disso, o resultado surpreendente só foi conhecido ao fim da transmissão. A conclusão é óbvia. O que torna o Oscar duro de assistir não são os candidatos. É o formato. Durante anos, o evento foi influenciado pelos musicais da Broadway, com shows de dança e canções entre seus anúncios de premiados. Vestidos em trajes de gala, os apresentadores também evocam bailes de elite de dois séculos atrás. O Oscar é antiquado, careta, cafona, porque muitos de seus eleitores e seu comitê organizador são da época em que se falava careta e cafona. Nos últimos seis anos – desde que a hashtag #OscarSoWhite abalou a Academia – , várias mudanças de bastidores foram feitas no processo de votação, em busca de maior representatividade entre os eleitores, que conseguiram de fato assegurar indicados mais inclusivos. Ao mesmo tempo, porém, pouco mudou no palco do Dolby Theatre – fora sua mudança de nome, diante das dificuldades financeiras da Kodak, que batizava o local. A pandemia de coronavírus proporcionou um novo desafio e uma alternativa radical ao Oscar de sempre. Afinal, com poucos blockbusters no mercado, por opção dos próprios estúdios, o período acabou trazendo de volta o cinema independente ao primeiro plano, além de abrir de vez as portas da Academia para o streaming. Logicamente, grandes bilheterias ficaram de fora da premiação. Sem saída senão inovar, o Oscar inovou – uma aposta que pode dar certo ou errado, mas que finalmente foi feita. Entre outras coisas, a cerimônia vai se passar numa estação de trem, a Union Station de Los Angeles, mudando toda a expectativa do ambiente. Mais que isso: a premiação está sendo encarada, pela primeira vez, com uma visão cinematográfica – em vez da tradicional abordagem de programa de variedades. Haverá um cenário, tema, enquadramentos e roteiros com padrões de cinema, garantem os organizadores. Os responsáveis pela cerimônia incluem um cineasta indie, Steven Soderbergh, uma produtora de filmes cults, Stacey Sher, e o produtor Jesse Collins, que este ano encenou a melhor cerimônia de premiação da indústria do entretenimento americano, o Grammy Awards. A experiência de Collins, ao realizar o primeiro evento de premiação presencial do ano, influenciou a decisão de fazer um Oscar sem participações por videochamadas – artistas europeus que não puderam viajar a Los Angeles contracenarão com os colegas em cenários especiais preparados em Londres e Paris. Esta proposta coincidiu com a expertise de Soderbergh como diretor de “Contágio”, que já o tinha colocado à frente dos esforços de Hollywood na elaboração de protocolos de trabalho durante a pandemia. Soderbergh também é ousado por natureza, sempre buscando formatos diferentes para contar suas histórias. Para completar, Sher (a produtora de “Pulp Fiction”!) trouxe a capacidade de transformar projetos inovadores em realizações factíveis. A maioria dos detalhes estão sendo guardados para o público descobrir ao vivo, durante a noite deste domingo (25/4), mas uma coisa os três fizeram questão de reforçar: o Oscar 2021 será o mais cinematográfico de todos, ainda que continue a ser exibido pela televisão. A transmissão está marcada para começar a partir das 20h nos canais pagos TNT e TNT Séries, na plataforma TNT Go e na rede Globo (somente o final, após o “Big Brother Brasil”).
Brasileira faz parte da equipe de “Mank” que concorre ao Oscar 2021
Uma cenógrafa brasileira integra o time de profissionais do filme “Mank”, produção da Netflix dirigida por David Fincher, que disputa o Oscar 2021 neste domingo (25/4). Daniela Medeiros já recebeu, inclusive, reconhecimento do Sindicato dos Diretores de Arte, levando para casa seu ADG Award como integrante da equipe de “Mank”, premiada com o troféu de Melhor Direção de Arte em Filme de Época do ano. Formada em Arquitetura e Urbanismo e Design de Mobiliário em Curitiba, onde também fez um curso de cinema, ela se mudou para Los Angeles em 2013, a princípio para um mestrado no American Film Institute. Como surgiram convites de trabalho, em filmes da Marvel como “Thor: Ragnarok” e “Homem-Formiga e a Vespa”, ela acabou ficando em Hollywood, onde também trabalhou em “Godzilla II: Rei dos Monstros” e na série “Star Trek: Picard”, entre muitos outros projetos. Em “Mank”, ela foi responsável pelos desenhos de três sets diferentes, que levaram os espectadores de volta aos anos 1930, num trabalho de reconstituição que foi materializado em um grande galpão no centro de Los Angeles. Por conta da pandemia, que restringiu o número de participantes do Oscar, a premiação destacou apenas dois profissionais, chefes de departamento, para acompanhar a cerimônia. Daniela não foi convidada e deve torcer em casa sozinha. Ao todo, “Mank” tem 10 indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, mas é favorito apenas na categoria em que a curitibana trabalhou, disputando o prêmio de Melhor Design de Produção com “Meu Pai”, “A Voz Suprema do Blues”, “Relatos do Mundo” e “Tenet”. A artista brasileira está atualmente envolvida nas produções do filme de super-herói “Adão Negro”, para a Warner Bros., e da fábula “Pinóquio, da Disney. Quem quiser conhecer melhor seu trabalho está convidado a visitar seu Instagram, onde ela detalha etapas da produção cenográfica, das plantas arquitetônicas ao visual finalizado das cenas cinematográficas. Clique abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por DANIELA MEDEIROS (@danielamedeiros_)
Mercado publicitário reage à projeto homofóbico da Assembleia Legislativa de SP
Um projeto de lei (PL) em tramitação na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) colocou o mercado publicitário em alerta e chamou atenção de diversas entidades pela clareza de sua intenção, ao promover preconceito e buscar marginalizar um grupo social. Apresentado pela deputada estadual Marta Costa (PSD), o projeto pretende proibir veiculação de publicidade no estado de São Paulo que “contenha alusão a preferências sexuais e movimentos sobre diversidade sexual relacionado a crianças”. Segundo a autora do PL, tais propagandas trariam “desconforto emocional a inúmeras famílias” e mostram “práticas danosas” às crianças. Para ela, a proibição vai “evitar a inadequada influência na formação de jovens e crianças”. A discussão em plenário estava prevista para terça passada (20/4), mas foi atropelada por outras pautas e só deverá entrar em votação na semana que vem. Ainda que a proposta seja inconstitucional, chocou o mercado por ter chegado tão longe. Entidades ligadas aos direitos LGBTQIA+, como Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), Mulheres EIG (Evangélicas pela Igualdade de Gênero) e a ONG Mães pela Diversidade no Estado de São Paulo repudiaram prontamente o projeto, que discrimina mães e pais LGBTQIA+, e enviaram ofícios à Alesp. A Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap) também emitiu um comunicado afirmando o óbvio: que a proposta é inconstitucional por “impor discriminação à liberdade de expressão comercial e ao direito de orientação sexual”. Além disso, é uma tentativa de “censura de conteúdo, abrindo um precedente perigosíssimo para a liberdade de expressão e os direitos de minorias”. O mesmo fez a Associação Brasileira de Anunciantes (Aba), reforçando que se trata de iniciativa inconstitucional e ilegal. O PL viola o artigo 220 da Constituição, que defende que “a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição”. Vai além, ao usar o termo “preferência sexual”, que é incorreto e preconceituoso, para se referir à “orientação sexual”, e, ainda por cima, pretende legislar sobre publicidade e propaganda, o que é de competência exclusiva da União. Ao contrário do que pretendia, a iniciativa ofensiva serviu para fortalecer a defesa dos direitos LGBTQIA+ pelo mercado. A agência Mutato, por meio de seu Comitê de Diversidade, criou um grupo de discussão sobre o assunto, que já tem o apoio de mais de 110 líderes de diferentes empresas — entre anunciantes (como Ambev, Avon, iFood e Mastercard), agências de propaganda (como Africa, AlmapBBDO, Ogilvy e Publicis), plataformas de mídia (como o Twitter, Facebook e TikTok) e entidades de classe (como a Aba e a Abap). O objetivo é rechaçar iniciativas preconceituosas como a PL da deputada do PSD para criar (e assumir) compromissos públicos que assegurem representatividade em novas campanhas publicitárias e segurança à comunidade LGBTQIA+ nas equipes responsáveis por elas.
Zac Efron choca fãs com transformação visual
Convidado do evento ao vivo “Earth Day! The Musical”, que celebrou o “Dia da Terra” nesta quinta (22/4), o ator Zac Efron acabou chamando atenção por parecer muito diferente de seu visual habitual. Embora os dias da fase adolescente de “High School Musical” tenham ficado para trás, muitos se assustaram com expressão plastificada do ator, caracterizada por um maxilar bem marcado e lábios inchados, que parecem ter aumentado muito o tamanho de sua cabeça. A suspeita de uma possível harmonização facial gerou uma procissão de lamentações nas redes sociais. Os comentários negativos foram ampliados pela circulação de uma foto retocada (acima), que explorou ainda mais a estranheza do novo visual. O novo rosto acompanha ainda uma mudança física completa do ator, que nos últimos meses investiu em desenvolver um corpo marombado. Por conta disso, os brasileiros chegaram a comprar o ator com o cantor musculoso Eduardo Costa. Já os norte-americanos – e os brasileiros mais pops – lembraram de outro artista: The Weeknd no clipe de “Save Your Tears”, em que ele aparece deformado após passar por uma “demonização facial”. Veja abaixo a reação dos fãs à incrível transformação de Efron, que também foi comparada a um Shrek da vida real. Não faltou bullying, até que uma voz da razão veio reclamar de outro exagero: a falta de noção. I refuse to believe this is Zac Efron pic.twitter.com/ReQOj0qSZU — 〄 Yousra 〄 | House of Gucci stan | (@youyaslife) April 22, 2021 zac efron, por que? pic.twitter.com/qqjCR50f3A — camila 🐣 (@camilalinda444) April 23, 2021 Gente, a pessoa é bonita e faz harmonização fácil pra ficar feia. Pq eu nunca vi uma pessoa que fez isso ficar bonita — Yslla K ⁷ (@YsllaKeyssi) April 22, 2021 Foto inédita do Zac Efron cantando Start of something new no set de High school musical! pic.twitter.com/20Vuv7e4u4 — 𝐧𝐲𝐱𝐱 𓆗 | 📖: Lágrimas de diamante (@NyxxLangdon) April 22, 2021 Zac Efron virou o Shrek pic.twitter.com/OuTaF3UCYv — I’m ᴱᵘ (@eudontlikevoce) April 22, 2021 Essa foto tem um pouco de edição, ele tá bem diferente, mas vcs tão exagerando. (Essas são do video de onde a foto foi tirada) pic.twitter.com/TfXLf3oMjp — Lila (@LilaCim19) April 22, 2021 Some people telling Zac Efron botched surgery photo is fake. But looking at his Instagram, he most certainly messed up his face. pic.twitter.com/RykX18bCHS — Renard (@RenardInk) April 22, 2021 What did Zac Efron do to himself… pic.twitter.com/C9Nae3rIwp — Connor Behrens (@ConnorBehrens) April 23, 2021 meu deus o zac efron ta igual o the weeknd no clipe de save your tears pic.twitter.com/YGir9TDqsb — ؘ (@hscrawnyy) April 22, 2021 zac efron confirmado no live action de sherek pic.twitter.com/6n2IQHJBlc — a varinha do harry potter (não disse qual) (@XXXXvictorr) April 22, 2021 PRECISAVA DISSO ZAC EFRON????? pic.twitter.com/igytHzz8Ls — ⁸Guiny⁷ (@Chantaejg) April 23, 2021 o ator zac efron pic.twitter.com/CzWj3o48qv — Danilo Sanches (@danilo_sanches) April 22, 2021 Zac Efron is the new KEN pic.twitter.com/eVWKCO972L — Brenda (@igrosa1) April 22, 2021 So it's not okay to mock women by how they look, but it is okay to mock men by how they look? WTF is wrong with you all?! Zac Efron is 33 years old so he actually looks his age and still looks hot. pic.twitter.com/7mydLIdNUp — 𝐜𝐡𝐚𝐧𝐚𝐧𝐝𝐥𝐞𝐫 𝐛𝐨𝐧𝐠 🦋🧡 (@thatwritechick) April 23, 2021
Campanha com outdoor pede volta de Tony Stark aos filmes da Marvel
Dois anos depois de “Vingadores: Ultimato” dar a Tony Stark um final heroico bem merecido, sacrificando-se para salvar o universo inteiro da ameaça de Thanos, fãs do personagem vivido por Robert Downey Jr continuam acreditando que a Marvel pode trazê-lo de volta em um novo filme. Agora, uma campanha pela volta do Homem de Ferro ganhou impulso com a publicação de uma mensagem num outdoor em Los Angeles, implorando à Marvel Studios para reviver o herói. A campanha, aparentemente criada por fãs, também lançou uma hashtag, #BringBackTonyStarkToLife, que pode ser traduzida como “tragam de volta Tony Stark à vida”. Além de pedir a volta do personagem, o outdoor mostra uma data: 24 de abril de 2021, o próximo sábado. Ninguém sabe o que isso significa. Veja o outdoor abaixo. A new billboard has been put up by fans in Los Angeles, and asks Marvel Studios to bring the Iron Man, Tony Stark, back to life. pic.twitter.com/JtG2GvdzmL — Lights, Camera, Pod (@LightsCameraPod) April 22, 2021
Gal Gadot revela que espera terceira filha
Gal Gadot vai dar à luz mais uma Mulher-Maravilha. É a terceira da carreira. E não é no cinema, não. A atriz anunciou que sua terceira gravidez, revelada em março passado, vai trazer mais uma menina para sua família, depois de Alma (nove anos) e Maya (três). A revelação do sexo aconteceu durante aparição da estrela no programa “Live with Kelly and Ryan”, quando chegou a brincar que “não vai mexer em time que está ganhando”. Na entrevista, a atriz também comentou as dificuldades de ser mãe, dizendo que ela e o marido, Jaron Varsano, “fizeram tudo errado” em relação à rotina de sono da filha mais velha. “Quando Maya, nossa segunda, nasceu, pensamos: ‘De novo não’. Então a treinamos do jeito certo, e ela dorme a noite toda desde os cinco meses. Enquanto isso, Alma ainda vem para a nossa cama às vezes. […] Acho que essa é a parte mais difícil da maternidade: a falta de sono, estar cansada o tempo todo”, contou Gadot. Ela também confessou que fica mais emotiva quando está grávida. “Não dá para subestimar os hormônios. Na gravidez, eu choro com comerciais, com coisas que passam pela minha cabeça por acaso, com músicas. E normalmente não sou assim!”. Veja a entrevista (em inglês) abaixo.
Emilia Clarke vira autora de quadrinhos e revela capa da primeira publicação
A atriz Emilia Clarke, intérprete de Daenerys Targaryen em “Game of Thrones”, virou autora de quadrinhos. Ela revelou nas redes sociais que criou uma minissérie em quadrinhos chamada “M.O.M.: Mother of Madness”, que será lançada em três edições pela Image Comics, a partir do dia 21 de julho nos EUA. A publicação vai acompanhar uma super-heroína: Maya, uma mãe solteira “badass”. “Ela é engraçada, feroz e simplesmente uma mulher normal tentando entender suas m*rdas, mas com a adição de alguns poderes femininos úteis…”, descreveu Clarke em seu Instagram. “Não poderia ser mais feminino, não poderia ser mais fabuloso. Escrevi de coração e o projetei com nada além de amor”. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, a atriz revelou que trabalha no projeto em segredo há dois anos com a ilustradora Jo Ratcliffe, responsável por artes da revista Vogue, das grifes Louis Vuitton, Kenzo, Jimmy Choo e até do clipe “Applause”, de Lady Gaga. “Sempre chamamos as mães de super-heroínas. Então, pensei: e se elas forem de verdade?”, disse Clarke na entrevista. “Maya teve uma vida muito difícil, e ela está em um momento em que tem raiva e vergonha de tudo o que a torna única. É só quando descobre seus poderes que ela encontra a aceitação de quem realmente é”. Emilia Clarke se junta a um time seleto de atores quadrinistas, que inclui Keanu Reeves, Rosario Dawson e poucos mais. E pode seguir seus colegas na ambição de adaptar seus personagens como uma atração live-action. Tanto “BRZRKR”, criada por Reeves, quanto “O.C.T.: Occult Crimes Taskforce”, de Dawson, têm projetos para virar filmes e/ou séries – respectivamente na Netflix e no canal pago A&E. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @emilia_clarke
HBO Max chega a 44,2 milhões de assinantes antes de estrear no Brasil
A WarnerMedia revelou os números do desempenho do seu serviço de streaming no primeiro trimestre do ano. Entre janeiro e março, a HBO Max ganhou cerca de 2,7 milhões de novos assinantes, em grande parte devido ao impulso dos lançamentos da “Liga da Justiça de Zack Snyder” e de “Godzilla vs. Kong”. O crescimento é significativo porque, no mesmo período, a Netflix só conseguiu acrescentar mais 450 mil novos assinantes. A diferença é que a Netflix tem 207,6 milhões de assinantes globais, enquanto a HBO Max chegou agora a 44,2 milhões de assinantes, com base nos números medidos no final de março. Mas, por outro lado, a plataforma da Warner ainda não está presente em muitos países. O lançamento no Brasil, por exemplo, está marcado apenas para junho. Outro dado relevante foi o retorno financeiro da prioridade dada pela empresa ao streaming. O relatório preparado pela WarnerMedia para o mercado revelou que sua receita do primeiro trimestre cresceu 9,8% em relação ao ano passado, chegando a US$ 8,5 bilhões. As assinaturas da HBO Max foram consideradas forças motrizes na geração desse dinheiro, demonstrando que a empresa fez uma escolha inteligente com sua estratégia para 2021, ao decidir disponibilizar simultaneamente filmes no cinema e no streaming. Vale mencionar que os executivos da WarnerMedia acreditam que o sucesso da HBO Max se deve justamente a esta estratégia de lançamento, e em especial a “Godzilla vs. Kong”, minimizando os créditos da “Liga da Justiça de Zack Snyder” nessa estratégia.
Estrela de “Cinquenta Tons de Cinza” lança modelo de vibrador
A atriz Dakota Johnson está aproveitando a fama conquistada após estrelar a trilogia “Cinquenta Tons de Cinza” para fazer um lançamento especial de sua marca Maude. A atriz de 31 anos apresentou o “Drop”, um vibrador versátil, em sua conta pessoal do Instagram. “É com um grande prazer que apresento a vocês nosso novo produto. A Maude está lançando esse massageador que pode ser usado para estimular todas as zonas erógenas, com um parceiro ou sozinho”, explicou. “Sua versatilidade como um massageador íntimo e massageador corporal em todos os lugares é absolutamente épica. Sem mencionar que é o tamanho da viagem, discreto e legítimo.” “Eu o mantenho na minha bolsa? Sim. Obrigado e boa noite”, completou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dakota Johnson (@dakotajohnson)












