Ministro do Meio Ambiente leva #ForaSalles e invertida de Anitta nas redes sociais
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, foi alvo de tuitaço nesta quarta (21/4) com a hashtag #ForaSalles, mas escolheu especificamente a cantora Anitta para retrucar. Ao subestimá-la, acabou levando uma invertida ainda maior que o comentário inicial da estrela. Divulgada por organizações ligadas à agenda ambiental, a iniciativa do tuitaço mobilizou milhares de internautas. Além de aderir ao #ForaSalles, Anitta acrescentou que o ministro, denunciado por corrupção pelo superintendente da PF (Polícia Federal) do Amazonas, presta “um desserviço para o meio ambiente”. Salles repostou o tuíte da cantora e ironizou: “Fica na sua ai, ô Teletubbie”. A ofensa foi uma referência ao programa infantil de mesmo nome criado em 1997. Anitta rebateu: “Que resposta madura. Quantos anos você tem? 12? Então é melhor sair do ministério anyway”. O ministro insistiu: “Se você conseguir demonstrar, sem ajuda de outra pessoa, que sabe quais são as capitais do Brasil ou pelo menos os nomes dos seis biomas brasileiros a gente começa conversar…”. Aí, Anitta destruiu: “Desculpa, querido. Não consigo te responder em 5 minutos como você me responde porque eu trabalho. Tava dando umas entrevistas em inglês, espanhol, em francês… você fala francês? Liga pra presidente da França? Ouvi dizer que ele AMA vocês. Aliás é uma loucura a quantidade de perguntas que tenho que responder sobre esse desgoverno de bosta que vocês estão fazendo. A única parte boa é que eu nem preciso explicar pq eu escolhi lançar algo pra fazer o Brasil lembrar que temos várias coisas pra se orgulhar. Pq com vocês no comando tá puxado… Se você conseguir explicar, pode ter ajuda de alguém, porque sozinho você não conseguiu raciocinar: qual o perigo de acabar com a fiscalização do Ibama ou de ir contra a Polícia Federal para defender madeireiros na maior apreensão de madeira na Amazônia… aí a gente começa a conversar”. O jornalista Nelson Motta oficializou o placar da luta: “Levou uma merecida mijada da Anitta. Alguém precisa avisar a ele que ela tem 50 milhões de seguidores nas redes sociais…” Para completar, a cantora ainda lembrou, ironicamente numa enquete postada no seu Twitter, que o ministro do Meio Ambiente não sabe onde vive o Mico Leão Dourado.
Tempest Storm (1928–2021)
A pin-up Tempest Storm, ícone do teatro burlesco americano, conhecida por seus cabelos de fogo e por ter estrelado filmes de Russ Meyer e Irving Klaw, morreu na terça (20/4) em seu apartamento em Las Vegas aos 93 anos. A artista sofria de demência e recentemente foi submetida a uma cirurgia no quadril. Nascida Annie Blanche Banks em Eastman, Geórgia, ela se mudou para Hollywood aos 20 anos, já divorciada duas vezes. O dinheiro como garçonete não pagava as contas e, assim, virou stripper no Follies Theatre, adotando o nome artístico Tempest Storm no final dos anos 1940. Suas apresentações burlescas a tornaram amiga de várias celebridades de Hollywood, desde a vizinha Marilyn Monroe até Frank Sinatra. Mas foi o diretor e produtor Russ Meyer quem teve a ideia de levá-la ao cinema, escalando-a em seus primeiros documentários de exploitation (exploração sexual), que registravam espetáculos de striptease e alimentavam o fetiche de mulheres de seios grandes. Sua estreia foi no curta “The French Peep Show” (1949), de Meyer, logo seguida pelos longas “Strip Strip Hooray” (1950), “Striptease Girl” (1952), “A Night in Hollywood” (1953) e muitos outros. Em 1955, ela chegou a dividir a tela com outra pin-up icônica, Bettie Page, no clássico “Teaserama” de Irving Klaw. Ela também estrelou “Buxom Beauties” (1956), de Klaw, no ano em que, de acordo com Review-Journal, tornou-se a artista burlesca mais bem pago da história, com um contrato de US$ 100 mil por 10 anos com a produtora burlesca Bryan-Engels. Em 1957, Storm começou a se apresentar em espetáculos exclusivos no Dunes Hotel and Casino, em Las Vegas, mantendo-se como uma das atrações principais da Cidade do Pecado até o final dos anos 1980. Dois anos após a estreia no Dunes, ela se casou com Herb Jeffries, um cantor de jazz da Orquestra de Duke Ellington. Mais tarde, disse que o casamento lhe custou um empresário e uma carreira no cinema porque Jeffries era negro. Sua lista de amantes conhecidos – ou pelo menos muito comentados – também inclui Elvis Presley, Mickey Rooney, Louis Armstrong, Sammy Davis Jr., o gangster Mickey Cohen e até o presidente John F. Kennedy. Em uma entrevista deste século, ela lembrou uma piada que Frank Sinatra costumava contar quando a apresentava ao público durante participações em seus shows. Ele a introduzia dizendo: “Ela me ensinou a me vestir”. E quando a multidão aplaudia, Sinatra acrescentava: “Vocês pensaram que eu ia dizer que ela me ensinou a me despir!” Embora tenha feito consideravelmente muitos filmes, Storm atuou pouco, pois a maior parte de sua filmografia foram registros documentais. Mesmo assim, participou de filmes de ficção, todos de títulos sugestivos, como “Paris After Midnight” (1951), “Paris Topless” (1966) e “Mundo Depravados” (1967). Nos anos 1970, Storm mudou de público, virando musa do rock. Em 1973, chegou a compartilhar uma turnê com a banda James Gang, que incluiu uma parada no Carnegie Hall de Nova York. “Essa foi a melhor apresentação”, ela disse mais tarde. “Que emoção.” Sua última apresentação ao vivo aconteceu em junho de 2010 durante um show de ícones do Burlesque Hall of Fame. Naquela noite, ela fraturou o quadril esquerdo, encerrando suas aparições no palco. Mas ela continuou aparecendo na mídia. Em 2011, foi entrevistada pelo roqueiro Jack White para um álbum chamado “Interview With Tempest Storm”, lançado pela própria empresa do guitarrista. E em 2016 sua vida foi tema de um documentário, “Tempest Storm: Burlesque Queen”, dirigido pela cineasta canadense Nimisha Mukerji e premiado no festival Hot Docs. O trailer do filme pode ser visto abaixo.
Ronda Rousey anuncia primeira gravidez
A atriz e lutadora Ronda Rousey, uma das principais responsáveis pela popularização do MMA feminino, anunciou nesta quarta-feira (21/4) que espera o primeiro filho. A novidade foi contada por meio de um vídeo publicado no canal do Youtube da ex-campeã do UFC. Rousey, que atualmente tem 34 anos, já está no quarto mês de gravidez. O bebê é fruto do casamento de Rousey e Travis Browne, juntos desde 2015 e casados desde agosto de 2017. Também lutador, o havaiano já possui outros dois filho de um relacionamento anterior. De acordo com a ex-campeã do UFC, seu primogênito deve vir ao mundo no mês de setembro. “Pow! Grávida de quatro meses? O quê? Vocês nem sabiam… os últimos quatro meses. Eu estou grávida desde janeiro. Woo, barriga de grávida. Eu não consigo escondê-la mais, então é hora de mostrá-la. Eu só queria compartilhar com vocês um pouco da jornada que nós estamos seguindo, e definitivamente tem mais que nós vamos contar depois, mas aqui vamos nós”, anunciou Ronda, num sofá ao lado de Browne. Campeã de judô e medalha de bronze nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, Ronda Rousey migrou de sua categoria para o MMA profissional três anos depois, sagrando-se campeã peso-galo do Strikeforce poucos meses depois, ao derrotar Miesha Tate, que viria a se tornar uma de suas principais rivais na carreira. Vitoriosa nos ringues e carismática diante das câmeras, ‘Rowdy’ chamou a atenção de Dana White, presidente do UFC, que até então negava qualquer interesse em criar categorias femininas na sua organização. Tudo isso mudou em novembro de 2012, quando o Ultimate anunciou a contratação de Ronda, primeira atleta mulher a assinar um contrato com a entidade. Credenciada pela passagem no Strikeforce, a americana já chegou na organização como campeã peso-galo, reinado que durou até novembro de 2015, quando foi nocauteada por Holly Holm, perdendo o cinturão e a invencibilidade na carreira. Ela abandonou as lutas de MMA profissional um ano depois, ao perder da brasileira Amanda Nunes, mas virou uma atriz bem-sucedida, com diversas participações em filmes (como “Os Mercenários 3”, “Velozes e Furiosos 7” e “22 Milhas”) e séries (um arco longo em “9-1-1”), além de se aventurar no pro wrestling (luta livre profissional), onde conquistou o título da liga WWE em 2018. O vídeo do anúncio, com direito a ultrassom do bebê, pode ser visto abaixo.
Monte Hellman (1929–2021)
O diretor Monte Hellman, que dirigiu os clássicos cultuados “O Tiro Certo” (The Shooting) e “Corrida Sem Fim” (Two-Lane Blacktop), morreu na terça-feira, uma semana após sofrer uma queda em casa, aos 91 anos. Chamado de o cineasta americano mais talentoso de sua geração pela influente revista francesa Cahiers du Cinema, Monte Himmelbaum (seu nome verdadeiro) começou sua carreira nos anos 1950, abrindo uma companhia de teatro em Los Angeles. Ninguém menos que Roger Corman, o rei dos filmes B, foi um de seus investidores e eles se juntaram na primeira montagem de “Esperando Godot”, de Samuel Beckett, na cidade. Quando foi expulso de seu espaço depois de um ano, Hellman foi encorajado pelo produtor a entrar no cinema e assim fez sua estreia em 1959, dirigindo o terror barato “A Besta da Caverna Assombrada” com produção de Corman. Ele também foi um dos envolvidos nas filmagens de “Sombras do Terror”, que aconteceu apenas para aproveitar dois dias de estúdio agendado com cenários góticos, numa sobra do cronograma da produção de “O Corvo”, em 1963. Após Corman filmar dois dias de cenas de Boris Karloff subindo e descendo escadas, andando por corredores e abrindo portas num castelo, vários diretores foram convocados para completar a produção com cenas ao ar livre, entre eles Hellman e Francis Ford Coppola. Foi nessa produção inusitada que Hellman conheceu Jack Nicholson, astro do filme – trajado no uniforme napoleônico de Marlon Brando, contrabandeado de “Désirée, o Amor de Napoleão” (1954). Os dois se tornaram parceiros em várias produções. Hellman e Nicholson rodaram dois filmes consecutivos nas Filipinas para Corman em 1964, “Flight to Fury” e “Guerrilheiros do Pacífico”. O diretor filmou o segundo enquanto editava o primeiro, e antes de terminar o ano ainda completou “Cordilheira”, o que dá ideia do ritmo insano das produções de Corman. Depois de mostrar serviço, Hellman procurou o produtor para financiar um faroeste escrito por uma amiga de Jack Nicholson, a estreante Carole Eastman (que depois escreveria outro clássico, “Cada um Vive como Quer”). O produtor topou, desde que o mesmo orçamento rendesse dois westerns. O resultado foi “O Tiro Certo”, escrito por Eastman, e “A Vingança de um Pistoleiro”, com história concebida rapidamente por Nicholson. Os dois filmes marcaram época pelo uso das paisagens desertas e empoeiradas em Kanab, Utah, e levaram apenas três semanas para serem concluídos em 1966. “O Tiro Certo” também inaugurou a parceria do diretor com outro astro, Warren Oates (1928–1982), que Hellman passou a considerar seu alter ego no cinema. Na trama, o personagem de Oates era contratado para guiar uma mulher misteriosa (Millie Perkins) pelo deserto opressivamente quente, cuja agenda de vingança acaba incluindo um terceiro viajante, um pistoleiro habilidoso retratado por Nicholson. Já “A Vingança de um Pistoleiro” trazia Nicholson e mais dois cowboys em fuga, sendo caçados por vigilantes. “Achávamos que estávamos fazendo ‘Duelo ao Sol’”, Hellman disse uma vez ao LA Weekly sobre as filmagens, citando um western clássico dos anos 1940. Mas embora os dois longas tenham sido exibidos no Festival Cannes em 1966, nenhum recebeu distribuição nos cinemas dos Estados Unidos, porque a companhia europeia que os adquiriu no festival faliu. Eles só chegaram aos EUA na TV, onde estrearam dois anos depois. Por isso, a crítica cinematográfica demorou a descobri-los, o que só aconteceu na era do VHS, quando se tornaram cultuadíssimos e considerados pioneiros do western subversivo que revolucionou o gênero nos anos 1960. A decepção com o destino dos longas fez Hellman levar cinco anos para voltar a dirigir. Nesse meio tempo, trabalhou como editor em cult movies como “Os Anjos Selvagens” (1966) para Corman e “Os Monkees Estão de Volta” (Head, 1968) para Bob Rafelson. Mas quando decidiu que era hora de voltar ao cinema, trouxe ao mundo sua obra mais cultuada, “Corrida Sem Fim”, em 1971. O filme trazia o cantor James Taylor e o baterista dos Beach Boys, Dennis Wilson, como dois hot-rodders, que ganhavam a vida vencendo corridas de arrancada com seu Chevy One-Fifty de 1955 incrementado. Eles acabam desafiados pelo personagem de Warren Oates, proprietário de um novo Pontiac GTO, numa corrida pelas estradas do Arizona a Washington. As sessões de imprensa do longa chamaram atenção pelos aplausos, as primeiras críticas rasgaram elogios e o então chefe da Universal Pictures, Ned Tanen, chegou a dizer que “Corrida Sem Fim” era o melhor filme ao qual ele já tinha se associado. Infelizmente, seu chefe, Lew Wasserman, não compartilhou do mesmo entusiasmo. Ao contrário, achou que o filme era “subversivo”, segundo contava Hellman, e proibiu que o estúdio gastasse publicidade para promovê-lo, resultando num fracasso comercial. Hellman fez mais dois longas com Warren Oates, “Galo de Briga” (1974) e “A Volta do Pistoleiro” (1978), este último um spaghetti western rodado na Espanha. E passou muitos anos envolvido em projetos – mais de 50, segundo uma contagem – que acabaram nunca sendo realizados. Ele ainda trabalhou como editor de “Elite de Assassinos” (1975) para Sam Peckinpah e diretor de segunda unidade nas cenas de ação de “Agonia e Glória” (1980), de Samuel Fuller, e “RoboCop” (1987), de Paul Verhoeven. Além disso, como produtor executivo, ajudou a financiar “Cães de Aluguel” (1992), primeiro filme dirigido por Quentin Tarantino, enquanto pensava que poderia dirigir o roteiro do colega, que vislumbrava como um potencial clássico. Após seus últimos longas fracassarem – a aventura “Iguana: A Fera do Mar” (1988) e o terror “Noite do Silêncio” (1989), lançado direto em vídeo – o diretor só foi ressurgir mais de duas décadas depois, com “Caminho para o Nada” (2010), produzido por sua filha. Exibido no Festival de Veneza, o filme foi recebido com curiosidade, mas sua maior repercussão foi trazer de volta a lembrança de Monte Hellman para os cinéfilos de todo o mundo.
Netflix anuncia investimento de US$ 17 bilhões em conteúdo para 2021
A Netflix anunciou que vai gastar US$ 17 bilhões em conteúdo em 2021 – pela primeira vez mantendo a média anual de seus gastos. A plataforma revelou o valor em seus relatório financeiro do primeiro trimestre. “Embora a distribuição de vacinas seja muito desigual em todo o mundo, estamos voltando e produzindo com segurança em todos os principais mercados, com exceção do Brasil e da Índia. Presumindo que isso continue, gastaremos mais de US$ 17 bilhões em dinheiro em conteúdo este ano e continuaremos a entregar uma variedade incrível de títulos para nossos membros com mais produções originais neste ano do que no passado”, observou a empresa em comunicado aos acionistas. Os gastos da Netflix nos últimos anos atingiram os mesmos US$ 17 bilhões em 2020, um pouco mais de US$ 15 bilhões em 2019 e na casa dos US$ 12 bilhões em 2018. Grande parte do investimento será voltado para produções de língua não inglesa, que experimentam aumento de popularidade em 2021 – inclusive nos EUA, diante da falta de produtos novos em streaming. O investimento pesado também será um forma de enfrentar a concorrência cada vez maior em streaming, com o fortalecimento de plataformas como Disney+ (que pretende gastar cerca de US$ 8 bilhões em 2021), HBO Max, Apple TV+, Paramount+, Peacock e Amazon.
Produtor vencedor do Oscar se afasta de Hollywood após denúncias de violência e abusos
Um dos produtores mais premiados da indústria do entretenimento dos EUA, Scott Rudin, vencedor do Oscar por “Onde os Fracos Não Têm Vez’ (2007), vai se afastar de todas as atividades de teatro, cinema e TV após vários funcionários virem à público denunciar seu comportamento violento. Segundo relatos, por décadas ele agiu de forma beligerante nos bastidores, utilizando o assédio moral como forma de tratamento habitual. Chamado de “monstro” em algumas denúncias, Rudin teria ultrapassado do limite várias vezes, extrapolando no uso de tortura psicológica e até violência física em seu arsenal de bullying cotidiano no ambiente de trabalho. As denúncias se acumularam nos últimos dias, até o produtor se ver forçado a se manifestar. Ele se desculpou publicamente por meio de uma nota enviada à imprensa americana e anunciou seu afastamento de Hollywood e da Broadway. O anúncio chegou após algumas produtoras com quem mantinha relação comercial terem declarado que não voltariam a trabalhar com ele. Rudin virou pessoa non-grata no estúdio A24, para quem produziu os filmes “Joias Brutas” e “Lady Bird”, e vai sair de todos os projetos que desenvolvia para a produtora, incluindo “Men”, de Alex Garland, e “Red, White and Water”, um drama de guerra que será estrelado por Jennifer Lawrence. Ele também tem um acordo com o 20th Century Studios desde 2015, que atualmente possui várias produções finalizadas e com exibição agendada, entre elas o suspense “A Mulher da Janela”, que será lançado em 14 de maio na Netflix, e “A Crônica Francesa” (The French Dispatch), novo filme de Wes Anderson com première agendada para o Festival de Cannes 2021. Além disso, Rudin é produtor da série “O Que Fazemos nas Sombras” (What We Do in the Shadows) do canal pago FX, entre outras atrações televisivas e de streaming. A decisão de se afastar dos filmes e das séries foi tomada poucos dias após o anúncio de abandono de suas produções da Broadway, onde estava à frente de “The Music Man”, protagonizada por Hugh Jackman, e “O Livro de Mórmon”. “Depois que comentei no fim de semana que estava focado na reabertura da Broadway e não queria que meu comportamento prejudicasse os esforços de todos para voltarem a apresentar espetáculos [após a covid-19], ficou claro para mim que devo seguir o mesmo caminho nos filmes e streaming. Lamento profundamente a dor que meu comportamento causou e dou este passo com o compromisso de crescer e mudar”, ele declarou em nota oficial. Não está totalmente claro o que isso implicará, se Rudin vai lucrar com os projetos que finalizou e se ele continuará a ser creditado como produtor. “Muito tem sido escrito sobre minha história de interações problemáticas com colegas, e lamento profundamente a dor que meu comportamento causou aos indivíduos, direta e indiretamente”, disse Rudin em sua primeira nota, sobre a Broadway. Na denúncia original, publicada pela revista The Hollywood Reporter, o produtor de “A Rede Social”, “Sangue Negro” e “Capitão Phillips” foi retratado como um patrão que jogava coisas nos empregados, incluindo um grampeador e até um prato de batata assada. Ele também quebrou um monitor de computação num assistente, que foi parar num pronto socorro, e teria ameaçado funcionários com retaliação profissional se o denunciassem ou deixassem o emprego. A queda de Rudin é um sinal de que Hollywood não vai mais tolerar a tirania dos produtores e cineastas arrogantes, mudando o foco das denúncias de assédio sexual para enquadrar o comportamento abusivo dos poderosos nos sets de gravação. O cineasta Joss Whedon foi o primeiro a cair em desgraça por conta disso, após investigação interna da WarnerMedia. Ele não pediu desculpas. Ganhando tração, a revolta contra o assédio moral pode trazer consequências para outros executivos famosos de temperamento explosivo, que alimentaram em Hollywood uma cultura tóxica de bullying.
Ex-presidente do Globo de Ouro é demitido após e-mail racista
A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) anunciou a expulsão de Philip Berk, ex-presidente da entidade responsável pelo Globo de Ouro, após o vazamento de uma mensagem de e-mail considerada racista. “Com efeito imediato, Phil Berk não é mais membro da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood”, disse de forma sucinta o conselho da HFPA em um comunicado divulgado na tarde desta terça-feira (20/4). A decisão foi tomada após a associação ser pressionada pela rede NBC, que exibe o Globo de Ouro na TV, e a MRC, dona da Dick Clark Productions, que produz o evento. As duas empresas exigiram a expulsão de Berk. Aos 88 anos e até esta manhã membro da HFPA, Berk encaminhou um e-mail aos colegas no domingo (18/4) chamando o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), criado para protestar contra o extermínio de negros pela polícia dos EUA, de “um movimento de ódio racista”. Não satisfeito, ainda comparou uma das líderes do movimento ao psicopata Charles Manson. No texto, o jornalista sul-africano criticou Patrisse Cullors, uma das fundadoras do Black Lives Matter, por supostamente comprar uma casa no Topango Canyon. “A propriedade se localiza na mesma rua de uma das casas envolvidas nos assassinatos de Charles Manson, o que é apropriado, já que o objetivo dele era começar uma guerra racial. Este trabalho é continuado pelo Black Lives Matter hoje em dia”, disparou Berk. O conteúdo do e-mail, revelado pelo jornal Los Angeles Times, criou ainda mais atrito por virado assunto no dia em que o policial Derek Chauvin foi condenado pelo assassinato de George Floyd, homem negro que foi asfixiado até a morte por nove minutos, sob custódia policial no estado de Minneapolis, nos Estados Unidos. O homicídio foi o estopim para os principais protestos do Black Lives Matter. Embora tenha sido rapidamente condenado por outros membros da organização como “racista”, “vil” e “não apropriada”, a opinião de Berk ajuda a explicar o motivo da falta de integrantes negros no HFPA. Não por acaso, a nova controvérsia acendeu o sinal amarelo para o cancelamento do Globo de Ouro. Literalmente. A rede NBC, que se manifestou prontamente, estaria avaliando encerrar seu contrato para exibir a premiação. A HFPA meteu-se em uma série de polêmicas neste ano após sua seleção de indicados para o Globo de Ouro 2021 se provar completamente desconectada da realidade, sem destaque para filmes de temáticas negras. A situação se agravou após o Los Angeles Times trazer à luz detalhes de sua organização pouco transparente, como um histórico de subornos aceitos por seus membros e a completa ausência de integrantes negros em seus quadros. Pressionada por movimentos sociais e agentes de talentos, que ameaçaram impedir que atores famosos fossem ao próximo Globo de Ouro, a HFPA jurou que faria mudanças em seus quadros para refletir melhor a sociedade. As mudanças, consideradas insuficientes por ativistas, ainda não aconteceram e há uma reunião marcada para 5 de maio com vários representantes de astros de Hollywood que pode definir o futuro do prêmio. A HFPA tem o hábito de anunciar medidas que nunca toma. O próprio Berk é um exemplo disso, afinal não foi a primeira vez que ele cria constrangimento para a instituição. O e-mail foi o terceiro problema criado pelo sul-africano para a HFPA. Anteriormente, ele chegou a tirar licença após a repercussão de um livro de memórias que lançou em 2014 e que deixou a organização mal com vários artistas. E, em 2018, foi denunciado por assédio sexual pelo ator Brendan Fraser. Segundo o astro de “A Múmia”, Berk apalpou seu bumbum sem permissão durante um evento do Globo de Ouro. A HFPA chegou a dizer que estava investigando a acusação, mas nenhuma ação foi tomada contra seu ex-presidente. Ele continuou votando no Globo de Ouro e influenciando a premiação.
Filha caçula de Michael Douglas e Catherine Zeta-Jones faz 18 anos
A atriz Catherine Zeta-Jones usou seu perfil no Instagram para homenagear a filha Carys Douglas, que está completando 18 anos de idade. A jovem é filha da atriz de 51 anos com o ator Michael Douglas, de 76. “Feliz aniversário de 18 anos, Carys Zeta! Você é tudo e tudo é você. Obrigado pela alegria que você me traz”, escreveu a mãe coruja ao lado de fotos que mostram Carys criança e nos dias atuais. “Às cinco da manhã, você me mandou uma mensagem para me agradecer por ter te dado à luz”, continuou a atriz. “Esse é o tipo de mulher que você é, gentil, sábia. Sua beleza é profunda e o seu coração é grande o suficiente para amar e envolver o mundo, seu senso de humor é intransponível. Eu poderia continuar…”, acrescentou, finalizando com “Te amo, anjo. Mama”. Catherine Zeta-Jones e Michael Douglas também são pais de Dylan, de 20 anos. Mas o ator tem outro filho, Cameron Douglas, de 42 anos, de seu casamento anterior com Diandra Luker. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Catherine Zeta-Jones (@catherinezetajones)
Ex-presidente do Globo de Ouro chama Black Lives Matter de “movimento de ódio racista”
O vazamento de uma mensagem de e-mail polêmica de Philip Berk, ex-presidente de Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês), voltou a escancarar o preconceito racial da organização responsável pelo Globo de Ouro. Aos 88 anos e ainda membro da HFPA, Berk encaminhou um e-mail aos colegas no domingo (18/4) chamando o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), criado para protestar contra o extermínio de negros pela polícia dos EUA, de “um movimento de ódio racista”. Não satisfeito, ainda comparou uma das líderes do movimento ao psicopata Charles Manson. No texto, ele criticou uma das fundadoras do Black Lives Matter, Patrisse Cullors, por supostamente comprar uma casa no Topango Canyon. “A propriedade se localiza na mesma rua de uma das casas envolvidas nos assassinatos de Charles Manson, o que é apropriado, já que o objetivo dele era começar uma guerra racial. Este trabalho é continuado pelo Black Lives Matter hoje em dia”, disparou Berk. O conteúdo do e-mail foi revelado pelo jornal Los Angeles Times e ajuda a explicar o motivo da falta de integrantes negros no HFPA. Embora tenha sido rapidamente condenado por outros membros da organização como racista, “vil” e “não apropriada”, a opinião de Berk acendeu o sinal amarelo para o cancelamento do Globo de Ouro. Literalmente. A rede NBC, que se manifestou prontamente, estaria avaliando encerrar seu contrato para exibir a premiação. A HFPA meteu-se em uma série de polêmicas neste ano após sua seleção de indicados para o Globo de Ouro 2021 se provar completamente desconectada da realidade, sem destaque para filmes de temáticas negras. A situação se agravou após o Los Angeles Times trazer à luz detalhes de sua organização pouco transparente, como um histórico de subornos aceitos por seus membros e a completa ausência de integrantes negros em seus quadros. Pressionada por movimentos sociais e agentes de talentos, que ameaçaram impedir que atores famosos fossem ao próximo Globo de Ouro, a HFPA jurou que faria mudanças em seus quadros para refletir melhor a sociedade. As mudanças, consideradas insuficientes por ativistas, ainda não aconteceram e há uma reunião marcada para 5 de maio com vários representantes de astros de Hollywood que pode definir o futuro do prêmio. A HFPA tem o hábito de anunciar medidas que nunca toma. O próprio Berk é um exemplo disso, afinal não foi a primeira vez que ele cria constrangimento para a instituição. O e-mail foi o terceiro problema criado pelo sul-africano para a HFPA. Anteriormente, ele chegou a tirar licença após a repercussão de um livro de memórias que lançou em 2014 e que deixou a organização mal com vários artistas. E, em 2018, foi denunciado por assédio sexual pelo ator Brendan Fraser. Segundo o astro de “A Múmia”, Berk apalpou seu bumbum sem permissão durante um evento do Globo de Ouro. A HFPA chegou a dizer que estava investigando a acusação, mas nenhuma ação foi tomada contra seu ex-presidente. Ele continuou votando no Globo de Ouro e influenciando a premiação. Agora, porém, tanto a rede NBC, que exibe o Globo de Ouro na TV, quando a MRC, dona da Dick Clark Productions, empresa que produz o evento, estão exigindo a expulsão de Berk da HFPA.
Atriz de “90210” revela ter múltiplas personalidades
A atriz AnnaLynne McCord, que viveu a malvadinha Naomi Clark na série “90210” (ou “Barrados no Baile: Nova Geração” na TV aberta), revelou ter sido diagnosticada com transtorno dissociativo de identidade, anteriormente conhecido como transtorno de personalidade múltipla. Ela discutiu sobre o tema durante um bate-papo recente no canal do YouTube da Clínica Amen. “Não estou interessada em sentir vergonha”, disse ela ao Dr. Daniel Amen, fundador da clínica, ao falar do estigma em torno do assunto. AnnaLynne diz que concordou em assumir o transtorno em um esforço para remover o estigma em torno dos problemas de saúde mental. “Não há mais nada na minha jornada que me traga vergonha […] Chegamos ao ponto em que podemos articular a natureza desses traumas generalizados e outras coisas, por mais horríveis que sejam”, analisou a atriz de 33 anos. Durante a conversa, ela disse que seu médico uma vez lhe disse que o distúrbio era muito sério. “Ele disse que um dia eu apareceria com uma peruca preta e uma nova personalidade. Eu seria uma vilã durona e, no dia seguinte, voltaria como uma pacifista boêmia.” Ela acredita que a imersão em seus papéis revelaram seu diagnóstico. No ano passado, ela já tinha revelado à revista People que também enfrentou transtorno de estresse pós-traumatico após ser vítima de um estupro na adolescência.
Paulo Gustavo demonstra recuperação e marido celebra “pequenas interações”
Boletim médico divulgado nesta terça-feira (20/4) afirma que o ator Paulo Gustavo vem apresentando sinais “mais evidentes de recuperação das funções pulmonares”. Internado desde 13 de março por causa de complicações da covid-19, ele segue na unidade de terapia intensiva de um hospital na Zona Sul do Rio e seu estado de saúde é considerado grave. Mas os problemas mais urgentes de seu estado de saúde foram contornados. “Após várias intervenções como broncoscopias e alguns procedimentos cirúrgicos, os problemas mais urgentes foram contornados”, afirma o texto da nota. A pequena melhora foi comemorada pelo marido do ator, o médico Thales Bretas, que citou em seu Instagram “pequenas interações” registradas na UTI nos últimos dias. Uma dessas interações foi comentada pela diretora Susana Garcia (“Minha Mãe é uma Peça 3: O Filme”), que contou ter feito uma visita no domingo e viu que o ator “mexeu duas vezes e tentou abrir a boca”. Em seu texto, Bretas comentou os altos e baixos dos últimos dias, quando Paulo Gustavo precisou passar por uma série de procedimentos para normalizar sua coagulação e conseguir interromper as hemorragias que atingiram os pulmões. Positivo, ele afirmou que Paulo Gustavo está “cada dia mais perto” de voltar para casa. “Quem diria que você, que é tão rápido para tudo, exigiria de si mesmo um passo mais lento, uma desaceleração para a sua recuperação?!”, afirmou o médico. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Thales Bretas (@thalesbretas) v Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Susana Garcia (@susanagarciacapri)
Filha de Tom Cruise e Katie Holmes completa 15 anos
A atriz Katie Holmes compartilhou no Instagram uma galeria de fotos antigas para celebrar o aniversário da filha Suri Cruise, que completou 15 anos no domingo (18/4). “Feliz 15º aniversário, querida! Eu amo Você! Não acredito que você já tem 15 anos”, escreveu a atriz na legenda da postagem. A adolescente, que nasceu durante o casamento de Holmes com o ator Tom Cruise, raramente tem fotos reveladas por seus pais. Ela também não tem uma página no Instagram e sua presença online se deve a registros de fãs (como uma página do Instagram que se descreve como oficial) e/ou paparazzi. Em agosto do ano passado, Katie afirmou que passar a quarentena com a filha se tornou um aprendizado. “Estamos valorizando o que temos e celebrando a simplicidade de fazer a janta juntas”, ela disse ao jornal The Daily Telegraph. Katie Holmes se separou de Tom Cruise em 2012 após 6 anos de casamento, segundo rumores para impedir que Suri fosse doutrina pela Igreja da Cientologia como os dois filhos mais velhos do ator, Connor e Isabella, adotados durante seu casamento com Nicole Kidman. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Katie Holmes (@katieholmes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Suri Cruise (@suricruise.official)
“Wandavision” lidera indicações do MTV Movie & TV Awards
A MTV divulgou nesta segunda (19/4) a lista de indicados ao seu prêmio MTV Movie & TV Awards, dedicado ao reconhecimento de filmes e programas de televisão. O maior destaque coube a “Wandavision”, primeira atração da Marvel lançada na Disney Plus, que disputa cinco categorias, incluindo Melhor Série do ano. “Emily em Paris” e “The Boys” aparecem logo em seguida com quatro indicações, seguidas por “Bridgerton” e “The Mandalorian”, listadas em três categorias da premiação. Entre os prêmios de cinema, “Borat: Fita de Cinema Seguinte” foi o mais lembrado, concorrendo a três prêmios, incluindo Melhor Filme. Neste ano, a premiação acontecerá em duas partes, entre os dias 16 e 17 de maio. Para fãs de filmes e séries, a data a ser guardada é 16 de maio, quando serão revelados os vencedores das categorias de filmes e séries, deixando o etc para o dia 17 de maio – reality shows, talk shows e atrações documentais que tem mais a ver com a MTV atual. Ao contrário de outras premiações, a MTV Movie & TV Awards é baseada na votação do público e cada espectador pode votar até 20 vezes por dia em cada indicado. A votação ficará aberta até o dia 30 de abril. Confira a lista dos indicados abaixo. Melhor Filme “Borat: Fita de Cinema Seguinte” “Judas e o Messias Negro” “Bela Vingança” “Soul” “Para Todos os Garotos: Agora e Para sempre” Melhor Série “Bridgerton” “Cobra Kai” “Emily em Paris” “The Boys” “WandaVision” Melhor Performance em Filme Carey Mulligan, por “Bela Vingança” Chadwick Boseman, por “A Voz Suprema do Blues” Daniel Kaluuya, por “Judas e o Messias Negro” Sacha Baron Cohen, por “Os 7 de Chicago” Zendaya, por “Malcolm & Marie” Melhor Performance em Série Anya Taylor-Joy, por “O Gambito da Rainha” Elizabeth Olsen, por “WandaVision” Elliot Page, por “The Umbrella Academy” Emma Corrin, por “The Crown” Michaela Coel, por “I May Destroy You” Melhor Herói Anthony Mackie, por “Falcão e o Soldado Invernal” Gal Gadot, por “Mulher-Maravilha 1984” Jack Quaid, por “The Boys” Pedro Pascal, por “The Mandalorian” Teyonah Parris, por “WandaVision” Melhor Vilão Aya Cash, por “The Boys” Ewan McGregor, por “Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa” Giancarlo Esposito, por “The Mandalorian” Kathryn Hahn, por “WandaVision” Nicholas Hoult, por “The Great” Melhor Beijo Chase Stokes & Madelyn Cline, por “Outer Banks” Jodie Comer & Sandra Oh, por “Killing Eve” Lily Collins & Lucas Bravo, por “Emily em Paris” Maitreyi Ramakrishnan & Jaren Lewison, por “Eu Nunca…” Regé-Jean Page & Phoebe Dynevor, por “Bridgerton” Melhor Performance Cômica Annie Murphy, por “Schitt’s Creek” Eric Andre, por “Bad Trip” Issa Rae, por “Insecure” Jason Sudeikis, por “Ted Lasso” Leslie Jones, por “Um Príncipe em Nova York 2” Melhor Performance de Ator/Atriz Revelação Antonia Gentry, por “Ginny & Georgia” Ashley Park, por “Emily em Paris” Maria Bakalova, por “Borat: Fita de Cinema Seguinte” Paul Mescal, por “Normal People” Regé-Jean Page, por “Bridgerton” Melhor Luta “Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa” “Cobra Kai” “The Boys” “WandaVision” “Liga da Justiça de Zack Snyder” Performance Mais Assustadora Elisabeth Moss, por “O Homem Invisível” Jurnee Smollett, por “Lovecraft Country” Simona Brown, por “Por Trás de seus Olhos” Victoria Pedretti, por “A Maldição da Mansão Bly” Vince Vaughn, por “Freaky” Melhor Dupla Star (Kristen Wiig) & Barb (Annie Mumolo), de “Barb & Star Go To Vista Del Mar” Falcão (Anthony Mackie) & Soldado Invernal (Sebastian Stan), de “Falcão e o Soldado Invernal” Din Djarin (Pedro Pascal) & Grogu, de “The Mandalorian” Emily Cooper (Lily Collins) & Mindy Chen (Ashley Park), de “Emily em Paris” Borat Sagdiyev (Sacha Baron Cohen) & Tutar Sagdiyev (Maria Bakalova), de “Borat: Fita de Cinema Seguinte” Melhor Reality Show Documental “Below Deck Mediterranean” “Black Ink Crew New York” “Bling Empire” “Jersey Shore Family Vacation” “Love & Hip Hop: Atlanta” Melhor Programa de Namoro “90 Day Fiancé” “Ex On The Beach” “Love Is Blind” “Ready to Love” “The Bachelorette” Melhor Elenco de Reality Show “90 Day Fiancé” “Jersey Shore Family Vacation” “Love & Hip Hop: Atlanta” “RuPaul’s Drag Race” “The Real Housewives of Atlanta” Melhor Série de Competição “Legendary” “RuPaul’s Drag Race” “The Challenge” “The Circle” “The Masked Singer” Melhor Série sobre Estilo de Vida “Deliciousness” “Fixer Upper: Welcome Home” “Making The Cut” “Nailed It!” “Queer Eye” Melhor Série Não-roteirizada “Bling Empire” “Cardi Tries” “Selena + Chef” “The Real Housewives of Salt Lake City” “VH1 Family Reunion: Love & Hip Hop Edition” Melhor Talk Show “A Little Late with Lilly Singh” “Red Table Talk” “The Breakfast Club” “The Daily Show with Trevor Noah” “Watch What Happens Live with Andy Cohen” Melhor Programa de Comédia/Jogo “Floor Is Lava” “Impractical Jokers” “Kids Say the Darndest Things” “Nick Cannon Presents: Wild ‘N Out” “Ridiculousness” Melhor Apresentador Nicole Byer, por “Nailed It!” Rob Dyrdek, por “Ridiculousness” RuPaul, por “RuPaul’s Drag Race” T.J. Lavin, por “The Challenge” Tiffany Haddish, por “Kids Say the Darndest Things” Influencer Revelação Addison Rae Bretman Rock Charli D’Amelio Jalaiah Harmon Rickey Thompson Melhor Série de Mistério/Crime Baseado em Fatos Reais “Catfish: The TV Show” “Evil Lives Here” “Night Stalker: The Hunt for a Serial Killer” “Tiger King: Murder, Mayhem and Madness” “Unsolved Mysteries” Melhor Briga Sem Roteiro “Selling Sunset” (Chrishell Stause vs. Christine Quinn) “The Real Housewives of New Jersey” (Jackie Goldschneider vs. Teresa Giudice) “Untucked: RuPaul’s Drag Race” (Kandy Muse vs. Tamisha Iman) “Keeping Up With The Kardashians” (Kourtney Kardashian vs. Kim Kardashian West) “Legendary” (Law Roach vs. Guest Judge Dominique Jackson) Melhor Reality Show Internacional “Acapulco Shore” “Geordie Shore” “Love Island (UK)” “¡Nailed it! México” “RuPaul’s Drag Race UK”












