Ned Beatty (1937-2021)
O ator Ned Beatty, que marcou gerações de cinéfilos com sua aflição em “Amargo Pesadelo”, morreu neste domingo (13/6) de causas naturais aos 83 anos. A angustiante saga de sobrevivência, dirigida por John Boorman em 1972, trazia Beatty, Burt Reynolds, Jon Voight e Ronnie Cox como um grupo de amigos da cidade grande que resolvem fazer um passeio de canoa por um rio interiorano, apenas para acabar aterrorizados por caipiras das florestas ao redor. A sequência de 10 longos minutos, em que Beatty é forçado a grunir como um porco, enquanto era estuprado por seus captores, traumatizou gerações, fazendo jus ao título nacional da produção – “Amargo Pesadelo”, muito mais impactante que o nome original, “Deliverance” (libertação) em inglês. Foi o primeiro filme da carreira de Beatty. E embora tenha causado grande impacto, não projetou o ator à condição de protagonista. Ele foi um dos eternos coadjuvantes de Hollywood, o que nunca lhe incomodou. “Sinto pena das pessoas que viram estrelas”, ele chegou a dizer à revista People. “O estrelato causa mais problemas do que vale”. Ele coadjuvou vários filmes de Burt Reynolds, após os dois se tornarem amigos nas filmagens de “Amargo Pesadelo”. Trabalharam juntos no thriller “Sob o Signo da Vingança” (1973) e sua continuação “Gator, O Implacável” (1976), nas comédias “W.W. and the Dixie Dancekings” (1975), “O Imbatível” (1983) e “Troca de Maridos” (1988), e num episódio da série “BL Stryker”, estrelada por Reynolds em 1989. Muitos dos filmes de Beatty exploravam seu sotaque natural de Louisville, Kentucky, o que lhe rendeu diversos papéis de caipiras sulistas em sua carreira, fosse como um gordinho bonachão ou como um criminoso malvado. Sua filmografia incluiu alguns dos maiores clássicos de Hollywood dos anos 1970, como “Nashville” (1975), de Robert Altman, “Todos os Homens do Presidente” (1976), de Alan J. Pakula, “Rede de Intrigas” (1976), de Sidney Lumet, e até “Superman – O Filme” (1978), de Richard Donner, em que viveu Otis, o capanga atrapalhado do vilão Lex Luthor (Gene Hackman). Beatty retomou o papel de Otis em “Superman II: A Aventura Continua” (1980), que foi ainda mais bem-sucedido que o primeiro longa. A partir daí, emplacou várias comédias de grandes bilheterias, como “O Espião Trapalhão” (1980), “De Volta às Aulas” (1986) e principalmente “Escute Minha Canção” (1991), onde interpretou o tenor irlandês Josef Locke, um dos seus maiores papéis. Ao mesmo tempo, também demonstrou talento dramático como o pai de uma criança com doença terminal em “Promessa ao Amanhecer” (1979), de John Huston, e o pai de um improvável herói do futebol em “Rudy” (1993). Ele ainda se destacou na televisão durante os anos 1990, como o pai de John Goodman na série “Roseanne” e o Detetive Stanley “The Big Man” Bolander na série policial “Homicídio”. Seus últimos trabalhos incluem mais sucessos e filmes premiados, como o thriller de ação “Atirador” (2007), de John Fucqua, a comédia política “Jogos do Poder” (2007), de Mike Nichols, “O Assassino em Mim” (2010), de Michael Winterbottom, “Um Tira Acima da Lei” (2011), de Oren Overman, e “Toy Story 3” (2010), em que dublou o urso de pelúcia maligno Lotso. Apesar da longa carreira, Beatty recebeu pouco reconhecido da indústria audiovisual. Teve apenas uma indicação ao Oscar, como Melhor Ator Coadjuvante por “Rede de Intrigas”, e outra para o Globo de Ouro, por “Ouça a Minha Canção”. Sua última lembrança foi na disputa do MTV Movie Awards de 2011, como Melhor Vilão por “Toy Story 3”.
Milton Moses Ginsberg (1943–2021)
Milton Moses Ginsberg, o diretor nova-iorquino que era cultuado por dois filmes independentes de décadas atrás, morreu de câncer em 23 de maio, em Manhattan, aos 85 anos. A informação foi revelada por sua esposa, Nina Ginsberg, neste domingo (13/6). Ginsberg era editor de cinema quando suas ambições o levaram a filmar “Coming Apart” em 1969. O filme em preto e branco usou uma câmera estática para, basicamente, documentar Rip Torn no papel de um psiquiatra que, por sua vez, registrava suas sessões com uma câmera escondida. Na época, a produção dividiu a crítica, mas acabou ganhando admiradores com o passar do tempo e muitos o apontam como grande influência na série “Em Terapia” (e sua versão brasileira, “Sessão de Terapia”). O cineasta assumiu uma estética marginal em 1973 com “O Lobisomem de Washington”. O filme trazia Dean Stockwell como um funcionário da Casa Branca que se transformava em lobisomem em momentos inoportunos, matando personagens baseados em figuras políticas conhecidas da época. Problemas de saúde obrigaram Ginsberg a abandonar a direção. Mas ele conseguiu se manter trabalhando com edição de filmes, entre eles dois documentários vencedores do Oscar: o longa “Down and Out in America” (1986) e o curta “The Personals” (1999). Em seus últimos anos, Ginsberg fez pequenos ensaios experimentais em curtas e vídeo.
Veja a íntegra do evento Geeked Week da Netflix
Entre segunda e sexta (11/6) passadas, a Netflix realizou um evento virtual batizado de “Geeked Week”, em que apresentou várias novidades de suas produções ligadas ao universo geek (quadrinhos, games, sci-fi e fantasia em geral). As edições do evento, com duração entre 2 e 3 horas cada, foram disponibilizados na página do YouTube da Netflix americana, mas não ganharam legendas para o público internacional – uma das muitas frustrações resultantes da iniciativa. Reunidos abaixo, os vídeos seguem uma estética de programa de variedades para adolescentes, repletos de atividades lúdicas que podem ser considerados passatempos ou perdas de tempo – como observar pessoas jogar games e fazer comentários aleatórios sobre trailers exibidos na tela. Com apresentação do ator Rahul Kohli (“iZombie”, “A Maldição da Mansão Bly”) e Mari Takahashi (do humorístico “Smosh”), a “Geeked Week” também trouxe entrevistas, depoimentos, vídeos e fotos inéditas de várias atrações, como “The Witcher”, “Cobra Kai”, “Lucifer”, “Locke & Key”, “Umbrella Academy”, etc. Houve grandes anúncios, como a produção de um anime derivado de “Castlevania”, e visuais impactantes, do set de “Sandman” à primeira cena de “Arcane”, anime com personagens de “League of Legends”. Mas, em contraste à sua extensão, não foram tantas novidades – as principais estão resumidas em uma dúzia de vídeos individuais no YouTube. Também faltaram pautas sobre as produções geeks live-action internacionais (não faladas em inglês) da plataforma. Não está claro se a ideia é transformar a iniciativa num evento anual. Caso positivo, há a oportunidade de se aperfeiçoar o projeto em próximos anos com uma abordagem mais interativa, para não dizer jornalística, pois a falta de engajamento ficou claro nas 248 mil visualizações no YouTube em seu dia mais movimentado, muito aquém dos 22 milhões de geeks que sintonizaram a DC Fandome.
Instagram de Samantha Schmütz é desativado e volta após protestos contra censura
A atriz Samantha Schmütz ficou cinco horas com sua conta do Instagram desativada na tarde deste domingo (13/6). Ela relatou o problema em seu Twitter logo após o almoço e imediatamente recebeu apoio de seguidores e artistas, que se posicionaram com protestos contra a censura. A conta teria sido alvo de denúncias de apoiadores do governo Bolsonaro. Desde a morte de Paulo Gustavo, Samantha tem se engajado na denúncia do negacionismo e descaso do governo em relação à vacinação da população contra o coronavírus. Ela também tem sido a maior crítica da isenção – que pode ser chamada de alienação – de artistas diante das dificuldades criadas por Bolsonaro no enfrentamento da covid-19, que já matou quase 500 mil brasileiros. Nenhum de seus posts contém fake news. “Querem me enterrar, mas esqueceram que sou semente!”, ela escreveu em seu desabafo no Twitter, após ver a conta desativada. O Instagram não deu explicações para o desativação nem para a volta da conta da atriz, que aconteceu assim que os protestos entraram nas principais tendências do Twitter. Ao anunciar a volta, às 18 horas, ela fez um apelo a seus seguidores: “Não vamos calar, combinado?!”. Desativaram minha conta do Instagram! — Samantha Schmütz (@samanthaschmutz) June 13, 2021 Querem me enterrar mas , esqueceram que sou semente !!!! #desativarammeuinstagra — Samantha Schmütz (@samanthaschmutz) June 13, 2021 Voltaram com minha conta do Instagram !!!!! Não vamos calar, combinado!?! — Samantha Schmütz (@samanthaschmutz) June 13, 2021
Dennis Berry (1944–2021)
O ator e cineasta americano Dennis Berry, que foi casado com duas estrelas da nouvelle vague francesa, Jean Seberg e Anna Karina, morreu no sábado (12/6), em Paris, aos 76 anos. “Ele vai reencontrar Anna Karina”, que faleceu em 2019, declarou seu agente ao informar à imprensa. Nascido nos Estados Unidos, Dennis Berry era filho do também diretor de cinema John Berry (“Fúria de Conflitos”), que se mudou com a família para Paris nos anos 1950, para filmar diversos filmes. Dennis cresceu falando francês fluentemente e fez sua estreia no cinema como ator em “A Colecionadora” (1967), um clássico de Éric Rohmer. Sua carreira de intérprete não foi muito longe, mas incluiu participações em mais três clássicos, “Amor Louco” (1969), marco da nouvelle vague dirigido por Jacques Rivette, “Borsalino” (1970), de Jacques Deray, e “Promessa ao Amanhecer” (1970), de Jules Dassin. Em 1972, casou-se com Jean Seberg, que como ele era uma americana em Paris. Seberg se tornou a grande musa da nouvelle vague ao estrelar o mítico “Acossado” de Jean-Luc Godard em 1960 e, após seu casamento, tornou-se a primeira estrela de um filme dirigido por Denis, “Le Grand Délire”, em 1975. O casal já estava separado quando a atriz morreu em Paris em 1979. Em 1982, Berry se casou com outra estrela da nouvelle vague, a dinamarquesa Anna Karina, que também trabalhou com Godard – não em um, mas em vários filmes, incluindo “Viver a Vida” (1962), “Bando à Parte” (1964) e “O Demônio das Onze Horas” (1965). Eles trabalharam juntos pela primeira vez no último filme de Berry como ator, “Ave Maria”, em 1984, e ele a dirigiu em seu segundo longa como diretor, “Last Song”, em 1987. Nos anos 1990, passou a dirigir várias séries e telefilmes, incluindo atrações americanas como “Stargate SG-1” e “Highlander: A Série”, só voltando ao cinema em 2001 com “Laguna”, filme que lançou a carreira do astro inglês Henry Cavill (o Superman de “Liga da Justiça”). Um de seus últimos trabalhos foi um documentário sobre a esposa, “Anna Karina, Souviens-toi”, lançado em 2017, antes de encerrar a carreira com o drama “Selvagens” um ano depois.
Orlando Drummond, o Seu Peru, tem alta após dois meses internado
O ator Orlando Drummond, intérprete do Seu Peru na “Escolinha do Professor Raimundo”, recebeu alta neste sábado (12/6) após passar cerca de dois meses internado para tratar uma infecção urinária. O ator e dublador de 101 anos deu entrada no Hospital Quinta D’Or, na Zona Norte do Rio de Janeiro, em abril, preocupando amigos e fãs, e passou boa parte do tempo no CTI (Centro de Terapia Intensiva). O quadro de saúde se agravou no início de maio, mas agora, curado da infecção urinária, ele deve seguir em observação em casa. Orlando Drummond fez parte do elenco original da “Escolinha do Professor Raimundo” e já integrava o esquete num quadro do “Chico Anysio Show”, antes da atração ganhar programa próprio. Em 2019, ao completar 100 anos, recebeu uma homenagem da nova versão do humorístico, revivendo o papel que o consagrou. Ele também atuou em novelas, como “Caça Talentos” (1996), integrou a equipe do “Zorra Total” entre 1999 e 2013, e fez dublagens que marcaram a infância de várias gerações, como a voz brasileira do Scooby Doo, de Alf, O Eteimoso, do Popeye e do Vingador da “Caverna do Dragão”, entre outros personagens de animações.
Julio Calasso (1941-2021)
O cineasta, ator e produtor musical Julio Calasso morreu na sexta-feira (11/6), aos 80 anos. A informação foi confirmada pela família, mas a causa da morte não foi divulgada. O artista paulistano trocou o curso de Filosofia pelos Teatros Oficina e Arena em 1964. Mas já no ano seguinte se encantou pelo cinema, iniciando a carreira como assistente de Geraldo Sarno no emblemático documentário “Viramundo”. Ele passou três anos trabalhando em produção, roteiro e edição na antiga TV Excelsior, de onde saiu para se tornar assistente de produção do clássico “O Bandido da Luz Vermelha”, de Rogério Sganzerla, marco do cinema marginal, no qual também estreou como ator. Seu passo seguinte foi escrever, produzir e dirigir seu próprio filme, “Longo Caminho da Morte”, em 1972. O longa narrava a vida e morte do Coronel Orestes (Othon Bastos), fazendeiro de café decadente, e antecipava temas como sustentabilidade, a falência da política e da vida no planeta. Foi selecionado para os festivais de Locarno e Nova Deli, mas acabou proibido de participar pela censura federal. A ditadura impediu que Calasso fosse mais apreciado, impactando sua carreira. Desencantado, ele abandonou a direção e até mesmo o cinema, virando produtor artístico de grupos musicais como Joelho de Porco, Novos Baianos, Sindicato e da carreira solo de Moraes Moreira. Até o dia em que recebeu convite para um pequeno papel em “O Vampiro da Cinemateca” (1977), de Jairo Ferreira. Voltou a ser convidado a atuar em “O Baiano Fantasma” (1984), de Denoy Oliveira, “Filme Demência” (1986), de Carlos Reinchenbach, “A Dama do Cine Shanghai” (1987), de Guilherme de Almeida Prado, e quando reparou já tinha virado ator de várias obras, com muitas outras pela frente. Paralelamente, o amor à sétima arte o levou a se tornar idealizador de mostras alternativas e itinerantes, como Cinema Bandido, Cinema de Invenção, Cinema Negro e Cine Teatro Brasil. Entre 1998 e 2007, finalmente voltou a pegar a câmera para começar a filmar imagens de espetáculos teatrais ousados, que resultaram em três documentários licenciados para a Sesc TV. Essa iniciativa foi a semente de sua volta à direção de cinema, com a obra “Plínio Marcos – Nas Quebradas do Mundaréu”, documentário lançado em 2015 com a participação de Neville d’Almeida e Tônia Carrero. Nos últimos anos, Colasso tinha sido descoberto pelas séries, integrando o elenco de “Unidade Básica” e “Me Chama de Bruna” (ambas em 2016). Entre seus últimos trabalhos, destacam-se ainda o filme “Estamos Juntos” (2011), de Toni Venturi, e a comédia “Fala Sério, Mãe!” (2017), de Pedro Vasconcelos, com a qual se despediu das telas.
Rebel Wilson diz que caminhar a ajudou a perder 30 kg
Conhecida por interpretar a gordinha engraçada de várias comédias, a australiana Rebel Wilson reapareceu magrinha, após declarar que 2020 seria seu “ano da saúde”. Ela se dedicou a uma nova dieta e hábitos saudáveis e conseguiu perder 30 kg. E sem se esforçar tanto, segundo contou numa entrevista para a revista Shape. Segundo a atriz de 41 anos, o segredo para seu emagrecimento radical foram caminhadas regulares. Ela explicou que descobriu o poder do exercício ao passar por um centro médico de desintoxicação e bem-estar na Áustria. “Lá, aprendi que a caminhada moderada – nem mesmo rápida – é a melhor maneira de perder gordura corporal desnecessária”, explicou à publicação. Rebel contou que aproveita a atividade física como hora de laser, ouvindo podcasts caminha. “Gosto daqueles que trazem mensagens positivas, como o Happy Place e On Purpose, e de podcasts de namoro como o U Up?”, contou. Mas ela confessou que caminhar foi apenas parte da jornada. Ela também passou a tomar suplementos, a se exercitar com um personal trainer três vezes por semana, numa conversão ao modo de vida fitness, que a ajudou a abandonar o hábito de compensar emoções com a comida. “Agora eu sinto aquilo de que as pessoas falam – se você é saudável por dentro, você brilha por fora”, refletiu. “Não quero parecer superficial e a aparência não é tudo, mas acho que estou ficando melhor com a idade”, concluiu. Além de ter estrelado os três filmes de “A Escolha Perfeita”, a atriz australiana também integrou os elencos de “Missão Madrinha de Casamento”, “Jojo Rabbit”, “Cats”, “Megarromântico” e “As Trapaceiras”, entre outras produções. Ela acaba de filmar “The Almond and the Seahorse” com Charlotte Gainsbourg e se prepara para filmar a comédia “Senior Year” ao lado de Justin Harley (da série “This Is Us”).
Netflix lança loja de produtos online
A Netflix lançou sua primeira loja online, oferecendo produtos derivados das séries e filmes de seu catálogo. A netflix.shop, criada em parceria com a empresa de e-commerce Shopify, começou a funcionar na quinta-feira (10/6) nos Estados Unidos e vai começar a atender outros países nos próximos meses. Os primeiros produtos à venda são principalmente roupas com estampas de séries como “Lupin” e dos animes “Eden” e “Yasuke”, com preços que variam de US$ 30 para camisetas até US$ 74 para moletons. Mas há também robôs-relógios e colecionáveis. Segundo a empresa, nos próximos meses o site terá itens de outras produções como a série “Stranger Things”. O lançamento do site de compras é uma alternativa para a Netflix capitalizar seu conteúdo, já que não explora publicidade em seu serviço, preferindo sempre ações pontuais de merchandising com determinadas marcas. A principal receita da empresa sempre foram as assinaturas de mais de 200 milhões usuários ao redor do mundo. Mas iniciativa também reflete uma demanda, que estava entregue à pirataria, com várias empresas de fundo de quintal lançando camisetas com nomes das séries da Netflix sem que a plataforma lucrasse com isso. Uma nova fonte de lucro ainda é bem vinda em meio à alta competitividade do mercado de streaming, que se encontra mais quente que nunca com a entrada de novos players. Os lançamentos de HBO Max, Peacock, Paramount+ e Disney+ já começaram a afetar os rendimentos da companhia. Em seu último balanço financeiro, a Netflix viu seu crescimento desacelerar: entre janeiro e março deste ano, ganhou apenas 3,98 milhões de novos assinantes, sendo que no trimestre anterior havia somado mais 8,51 milhões.
Giovanna Ewbank revela mudança da família para Portugal
A atriz Giovanna Ewbank anunciou nesta sexta-feira (11/6) no Instagram que sua família se mudou para Portugal. “Nosso novo lar”, ela descreveu, postando uma série de fotos bucólicas, em meio à vegetação, na rede social. Ela explicou que a decisão foi tomada depois que o marido Bruno Gagliasso precisou se deslocar para a Espanha, onde grava uma série para a Netflix. Com a mudança, o casal e seus filhos podem ficar mais próximos. “Nos mudamos de mala e cuia para Portugal. Já estávamos há uns meses distantes do Bruno Gagliasso e morrendo de saudades! Ele está em Madrid gravando até setembro e agora poderemos ficar mais pertinho do papai”, contou. “Agora estamos a só uma horinha de distância e muito mais felizes!”. Ewbank ainda ponderou que a questão da pandemia foi algo que incentivou a mudança. “Sempre fui apaixonada por Portugal e o fato da pandemia estar mais controlada por aqui nos ajudou muito nessa decisão”, assumiu. A série espanhola que Bruno Gagliasso está gravando se chama “Santo”. Criada por Carlos López (“Tempos de Guerra”), é uma trama policial que também destaca Raúl Arévalo (“Pecados Antigos, Longas Sombras”) no elenco. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Giovanna Ewbank (@gioewbank)
Estrela de “Pretty Little Liars” deu à luz dentro de um carro com ajuda do marido
Troian Bellisario, a Spencer de “Pretty Little Liars”, revelou na semana passada que deu à luz a sua segunda filha com o marido Patrick J. Adams, o Mike Ross de “Suits”. Ao postar uma foto segurando a bebê no colo, ela chegou a comentar que o parto aconteceu nas situações “mais loucas”, alimentando a curiosidade dos fãs. No podcast Katie’s Crib, finalmente ficou claro o que ela quis dizer com isso. A menina Elliot Rowena Adams nasceu nas mãos do pai, dentro de seu carro, no estacionamento do hospital. A atriz revelou que quando começou a sentir as primeiras contrações, na verdade já eram dores do parto, e foi tão rápido que não deu tempo de entrar no hospital. Quando chegaram no estacionamento, Troian não aguentou segurar. “Assim que eu apertei o botão para pegar o ticket de entrada, ela começou a gritar”, relatou o ator. “Quando me virei para olhar, ela já estava apoiada com mãos e os joelhos na parte de trás do carro.” Patrick contou que correu para buscar ajuda, mas Troian gritou para ele voltar e tirar as calças dela. “Quando eu puxei a roupa dela, a cabeça do bebê já estava lá”, relembrou o papai de Elliot. Então, Patrick simplesmente fez o parto ele mesmo, dentro do carro. Ele checou o pescoço da filha, para ter certeza que o cordão umbilical não estava enrolado nele, e pediu que a esposa empurrasse mais uma vez, porque era apenas isso que faltava para o bebê nascer!
Lojistas de Niterói querem desfazer homenagem a Paulo Gustavo em nome de rua
O Sindicato dos Lojistas do Comércio de Niterói (Sindilojas Niterói) apelou ao prefeito da cidade, Axel Grael, para que reverta a alteração do nome da Rua Coronel Moreira César, rebatizada como Rua Ator Paulo Gustavo após a morte do artista. A reclamação tem como justificativa um suposto prejuízo aos comerciantes da região, que precisarão arcar com os custos de alterar o endereço em materiais de marketing, e também nos documentos de suas empresas, já que fornecedores não fecham contratos caso o nome da rua esteja diferente no endereço de entrega e no CNPJ. Em ofício enviado à Prefeitura no dia 10 de maio, antes da aprovação da mudança, o sindicato afirmou que vê como “justíssima” a homenagem, mas questiona: “Guardadas as devidas proporções, imagine o Rio de Janeiro trocar o nome da Avenida Rio Branco, ou São Paulo rebatizar a Avenida Paulista. Pois é o que, numa escala obviamente muitíssimo menor, a Moreira César representa para Niterói”. Além da reclamação do Sindilojas, o Conselho Comunitário da Orla da Baía de Niterói (CCOB) fez uma representação ao Ministério Público do Rio de Janeiro alegando uma suposta irregularidade na mudança de nome da rua. Neste caso, a representação foi indeferida. Em sua decisão, a promotora Renata Scarpa afirmou que “a alteração do nome da rua trará ainda mais visibilidade ao logradouro e, consequentemente, ao comércio.” Desde a mudança, várias celebridades como Fábio Porchat, Tatá Werneck, Lilia Cabral e Regina Casé comemoraram o novo nome da rua, postando imagens da placa e comprovando a tese de que a troca do nome tende a beneficiar o comércio por se tornar um atrativo turístico, com o consequente aumento da circulação na região. Além disso, como qualquer microempresário sabe, os custos contábeis para alteração de endereço comercial são baixos.
Humorista viraliza no Instagram com vídeo sobre vacinas da “Pifaizer”
O humorista mineiro Esse Menino viralizou nas redes sociais nas últimas 24 horas com um esquete sobre os 57 e-mails da Pfizer ignorados pelo governo Bolsonaro. Tudo começou na noite de quarta (9/6), quando alguns artistas repostaram o vídeo. Em um dia, a página do Instagram do humorista saltou de 40 mil seguidores para 220 mil e os curiosos seguem subindo. No vídeo hilário, Esse Menino (que na verdade se chama Rafael Chalub) transformou a omissão do governo em piada, assumindo a personalidade da “Pifaizer”, enquanto digita e-mails e fica cada vez mais sentido ao ser ignorado por Bolsonaro. O grau de comédia aumenta conforme se estende a falta de respostas a seus apelos para disponibilizar sua vacina no Brasil. A inspiração para o surto engraçadíssimo foi a raiva. Ao lado do vídeo, Esse Menino assumiu sua revolta com a situação. “O desgoverno Bozo ignorou 57 e-mails da Pfizer ano passado. Eles queriam fazer o Brasil de vitrine para imunização, até ofereceram as vacinas pela metade do preço quando não viam sinais de resposta. Era pra gente tá vacinado, muitas pessoas morreram e estão morrendo por capricho desse bost*”, ele escreveu, em protesto. Veja abaixo o post original, que já foi linkado, copiado, repostado e reproduzido milhares de vezes. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por 𝑬𝒔𝒔𝒆 𝑴𝒆𝒏𝒊𝒏𝒐 (@essemenino)












