
Divulgação/Paramount
Morte de Hayden Panettiere é investigada sob suspeita de overdose
Investigadores tentam rastrear comprimido de oxicodona que teria sido adulterado com fentanil, enquanto laudo toxicológico segue pendente
Investigação aponta para comprimido adulterado
A morte de Hayden Panettiere, aos 36 anos, passou a ser investigada sob a suspeita de overdose provocada por um comprimido de oxicodona adulterado com fentanil. Fontes policiais com conhecimento direto do caso disseram ao TMZ nesta segunda (14/9) que a atriz teria tomado a pílula na manhã de 16 de agosto, poucas horas antes de ser encontrada inconsciente em Greenville, na Carolina do Sul. A hipótese ainda depende dos exames toxicológicos, e a causa oficial da morte não foi determinada.
O que aconteceu no dia da morte?
Segundo a apuração do TMZ, Hayden mantinha contato em Los Angeles com um homem apontado pelos investigadores como fornecedor habitual de medicamentos vendidos ilegalmente, entre eles oxicodona. A atriz teria consumido diferentes substâncias compradas desse fornecedor durante o voo para a Carolina do Sul, no dia anterior à morte. Na manhã seguinte, teria ingerido o comprimido que os investigadores agora suspeitam conter fentanil.
Hayden foi encontrada inconsciente e em parada cardíaca na residência onde estava hospedada. Zach Hickerson, irmão de Brian Hickerson, contou anteriormente que chamou o serviço de emergência enquanto Brian administrou Narcan, medicamento à base de naloxona usado para reverter overdoses por opioides. Os dois também fizeram manobras de reanimação até a chegada dos socorristas. A atriz foi declarada morta às 14h32.
DEA tenta rastrear fornecedor
A DEA, agência federal americana de combate às drogas, tenta agora determinar a origem do comprimido. O TMZ afirma que agentes em Los Angeles investigam a relação entre Hayden e o suposto fornecedor para estabelecer se a pílula passou por ele. A investigação também envolve autoridades da Carolina do Sul, o que ampliou a apuração para os dois lados do país.
Brian Hickerson já foi ouvido pela DEA, segundo uma fonte ligada à investigação que confirmou a informação à People na quinta-feira (10/9). Outras pessoas também foram entrevistadas. Até o momento, ninguém foi preso ou acusado criminalmente pela morte da atriz, e Hickerson não foi apontado como suspeito.
A hipótese de overdose ainda não equivale a uma conclusão do legista. A autópsia realizada em 17 de agosto não encontrou sinais de trauma que pudessem ter contribuído para a morte. O gabinete do médico-legista do Condado de Greenville informou que a causa e as circunstâncias continuam indefinidas até a conclusão dos exames complementares. A polícia também declarou inicialmente não ter encontrado sinais de violência ou circunstâncias suspeitas.
Dependência já havia sido relatada
Hayden falou publicamente durante anos sobre problemas com álcool e opioides. Em entrevista à People em 2022, descreveu o período de dependência como “uma época muito sombria e complicada da minha vida”. Ela passou por tratamentos e retomou a carreira posteriormente, voltando ao papel de Kirby Reed em “Pânico 6” (2023).
O tema voltou a aparecer em sua autobiografia, “This Is Me: A Reckoning”, lançada em maio. Após sua morte, o diretor Griff Furst, que trabalhou com Hayden em “A Breed Apart” (2025), revelou que integrantes da equipe chegaram a discutir uma intervenção para ajudá-la a permanecer sóbria. Ele aceitou participar, mas disse não saber se o encontro chegou a acontecer.
Aberto para posicionamentos
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