Santa Clarita Diet: Trailer legendado da 3ª temporada tem nazistas e caçadores de zumbis
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 3ª terceira temporada de “Santa Clarita Diet”, a série de comédia em que Drew Barrymore vive uma mãe suburbana zumbi. A prévia mostra novidades em seu cardápio canibal, com direito a vizinho nazista, mas também o ataque de caçadores de zumbis. Criada por Victor Fresco (série “Better Off Ted”), “Santa Clarita Diet” acompanha um casal de corretores imobiliários que tem sua vida suburbana perfeita colocada em cheque por um vírus zumbi. Quando a mulher começa a manifestar desejos carnais, em mais de um sentido, o marido se esforça para manter as aparências. O elenco inclui Timothy Olyphant (série “Justified”) como o marido de Barrymore, além de Liv Hewson (série “Dramaworld”) como a filha do casal e Skyler Gisondo (“Férias Frustradas”) como o nerd adolescente que quer fazer parte da família. A 3ª temporada estreia em 29 de março.
Guitarrista-mirim do filme Escola do Rock é preso por roubar guitarras
Joey Gaydos Jr., que viveu uma das crianças do filme “Escola do Rock” em 2003, vai ser julgado na Flórida por roubar várias guitarras e um amplificador em lojas de instrumentos musicais. Segundo o site TMZ, ele teria sido flagrado em quatro roubos nas últimas cinco semanas. Atualmente com 27 anos, Gaydos entrava nas lojas e pedia para testar as guitarras, depois deixava o local com o instrumento. Preso em flagrante durante um dos furtos, no mês passado, ele confessou os crimes e culpou seu vício em drogas. Após roubar as guitarras, ele as penhorava em troca de dinheiro. Gaydos nunca mais fez outro filme (ou qualquer série) após “Escola de Rock“. No filme, ele interpretou Zack, o principal guitarrista da banda escolar formada pelo professor pouco ortodoxo vivido por Jack Black.
Deixando Neverland pode ganhar sequência com novas acusações contra Michael Jackson
O documentário “Deixando Neverland” (Leaving Neverland), que está dando o que falar por conta de suas acusações de pedofilia contra Michael Jackson, pode ganhar uma continuação. Em entrevista à revista Variety, o diretor Dan Reed disse que voltaria prontamente ao caso se outras supostas vítimas do cantor o procurassem para falar publicamente sobre o assunto. Ele chega a citar dois casos notórios, envolvendo Jordan Chandler e Gavin Arvizo, os meninos cujas famílias levaram Michael Jackson ao tribunal, em 1993 e 2003, respectivamente. No primeiro caso, Jackson firmou um acordo milionário para que a acusação fosse retirada. Já no segundo processo, o cantor foi inocentado pela justiça. Em “Deixando Neverland”, são outros dois homens que denunciam fatos de sua convivência com Michael Jackson na infância, James Safechuck e Wade Robson. “Se Jordan Chandler se apresentasse, eu sentaria e conversaria com ele da mesma forma que eu fiz com Wade (Robson) e James (Safechuck), e acho que esse seria o coração de um filme muito interessante sobre essa história, e a mesma coisa vale para Gavin”, afirmou o cineasta. Ao contrário do que aconteceu com Wade e Safechuck, Chandler e Arvizo tiveram seus casos levados à tona quando Michael Jackson ainda estava vivo, e tiveram grande cobertura da imprensa, o que renderia uma abordagem diferente de “Deixando Neverland”s. “Eu com certeza usaria as entrevistas que já gravei com investigadores desses casos — os procuradores e todas as pessoas que fizeram parte desse drama de forma mais ampla — , e assim você não estaria trancado em um quarto com os Safechucks e os Robsons. Eu contaria a história do ponto de vista de Jordan e Gavin, mas também pelos olhos de todos os outros participantes”, detalhou Reed. Uma das maiores audiências de documentário da HBO, o filme será exibido em duas partes no Brasil nos dias 16 e 17 de março.
Julianne Moore revela que foi demitida do papel principal de Poderia Me Perdoar?
A atriz Julianne Moore fez uma revelação inusitada ao participar do programa “Watch What Happens Live”, do apresentador Andy Cohen, exibido na quinta-feira nos Estados Unidos. Ela confessou ter sido demitida do filme “Poderia Me Perdoar?”, onde interpretaria o papel que acabou rendendo uma indicação ao Oscar para Melissa McCarthy. Questionada porque deixou o filme, para o qual estava originalmente escalada, ela admitiu: “Eu não deixei o filme, fui demitida. Nicole me demitiu. Ela não estava gostando do que eu estava fazendo com o papel”. Até outubro de 2018, a atriz estava escalada para viver Lee Israel, a personagem real que foi presa por forjar cartas de escritores famosos, cuja história serve de base para “Poderia Me Perdoar?”. Mas a cineasta Nicole Holofcener (“Gente de Bem”), que escreveu o roteiro e negociava dirigir o filme (função que acabou ficando com Marielle Heller) não aprovou sua versão da personagem. Moore contou que isso aconteceu antes do começo das filmagens. “Nós só tínhamos ensaiado algumas coisas, estávamos na pré-produção. Eu acho que a ideia que ela tinha da personagem era bem diferente da minha”, disse. Por conta disso, ela também assumiu que não quis ver o filme. “Eu não assisti ao filme ainda, porque é meio doloroso para mim. Eu amo Melissa [McCarthy], eu a venero, e tenho certeza que está ótima no filme. Mas foi uma experiência ruim para mim. A única outra vez que eu fui demitida na vida foi em uma barraca de iogurte, quando tinha 15 anos”, completou. Julianne Moore já tem um Oscar na estante, por seu desempenho em “Para Sempre Alice” (2014). Veja a íntegra da entrevista abaixo.
Participação de Stan Lee em Capitã Marvel foi alterada após a morte do artista
Primeiro filme da Marvel a trazer uma participação póstuma de Stan Lee, “Capitão Marvel” teve a cena em que o artista aparece alterada para se transformar numa homenagem. A revelação foi feita pela codiretora Anna Boden (que assina o filme ao lado do marido, Ryan Fleck), em entrevista ao site Mashable. Lee aparece na cena em que a heroína entra num trem à procura de um skrull disfarçado. Como a raça de alienígenas é capaz de se transformar em qualquer pessoa, todos os passageiros são suspeitos. Originalmente, a personagem vivida por Brie Larson considera Lee particularmente suspeito, ao vê-lo absorto na leitura de um roteiro. Segundo Boden, era uma cena com tom mais cômico. Mas, na versão que é exibida nos cinemas, a heroína não suspeita de Lee, porque parece reconhecê-lo, dando um doce sorriso para ele, antes de voltar à sua busca. “Achamos que seria legal mudar da cena cômica para uma homenagem mais afetuosa. É como se ela [Brie Larson] estivesse saindo do personagem por um momento. Eu acho que reflete o sentimento do público ao ver a cena”, comentou Boden. Uma curiosidade a mais é saber que o roteiro que tanto interessa a Lee não é de um filme da Marvel, mas sim do filme “Barrados no Shopping”, em que ele teve participação especial. Dirigido por Kevin Smith, a comédia foi lançada em 1995, o mesmo ano em que a trama de “Capitã Marvel” se passa. “Capitã Marvel” já está em cartaz nos cinemas.
Produtores de Os Simpsons banem episódio com participação de Michael Jackson
Os produtores de “Os Simpsons” decidiram tirar de circulação um episódio antigo da série, que conta com dublagem de Michael Jackson. Ele não será mais exibido nas reprises do programa ou disponibilizado em plataformas de streaming, após a polêmica trazida à tona pelo documentário “Deixando Neverland” (Leaving Neverland), que denuncia supostos abusos sexuais do cantor a menores. O produtor executivo James L. Brooks, o criador Matt Groening e o showrunnner Al Jean tomaram coletivamente a decisão de banir o episódio “Stark Raving Dad” após assistirem ao documentário da HBO. “Pareceu claramente a única escolha a ser feita”, disse Brooks ao The Wall Street Journal. “Os caras com quem trabalho – e com o qual passei a vida inteira discutindo sobre piadas – chegaram a um consenso sobre isso.” O episódio com Michael Jackson foi ao ar em 1991, durante a 3ª temporada de “Os Simpsons”. Ele deu voz a um personagem de hospício que acreditava ser o próprio cantor. Além de “Os Simpsons”, algumas rádios do Canadá, Austrália e Holanda anunciaram que estavam tirando as músicas do cantor de suas programações. A família de Jackson classificou o documentário e a cobertura noticiosa das acusações de “linchamento público”, e disse que ele é “100% inocente”. O espólio do artista abriu um processo contra a HBO, devido à exibição de “Deixando Neverland”.
Cardeal denunciado no novo filme de François Ozon é condenado por acobertar abusos da Igreja na França
O cardeal Philippe Barbarin, um dos padres católicos abordados no filme “Grâce à Dieu”, de François Ozon, vencedor do Urso de Prata no recente Festival de Berlim, foi considerado culpado de encobrir o abuso sexual de crianças pela justiça francesa nesta quinta-feira (7/3), durante julgamento realizado na cidade de Lyon. Ele foi condenado a seis meses de prisão, mas a sentença foi convertida em condicional – ele se mantém em liberdade se não violar a lei. Barbarin anunciou que renunciaria à igreja após ser condenado por acobertar os casos de abuso sexual praticados por padres na França, em particular o caso do padre Bernard Preynat, que é alvo do filme de Ozon. Preynat foi à justiça para tentar impedir o lançamento de “Grâce à Dieu”, alegando que o filme era o linchamento público de alguém que não tinha sido condenado pela justiça. O caso dele também irá a julgamento, em data ainda não definida. Os advogados de Barbarin também acusaram o filme de ter responsabilidade pela condenação de seu cliente, dizendo que Ozon influenciou os juízes. “Foi difícil para o tribunal resistir à pressão com um filme”, disse o advogado Jean-Felix Luciani. “Isso coloca questões reais sobre o respeito pela justiça.” Em entrevista ao jornal Le Parisien, Ozon elogiou a decisão. “Esta é simbolicamente uma decisão muito importante para todas as vítimas de abuso sexual, o que permitirá uma maior liberdade de expressão”, disse o diretor. “A justiça não precisou do meu filme para dar seu veredito. Os fatos já eram amplamente conhecidos – em artigos, livros, relatos e especialmente nos testemunhos das vítimas”. O filme de Ozon conta a história do nascimento de La Parole Liberee, uma organização dedicada a denunciar os abusos cometidos por padres, e segue três vítimas que se unem para levar a público suas histórias. A forte repercussão do caso, que levou até o Papa Francisco a se pronunciar, fez com que “Grâce à Dieu” se tornasse um sucesso na França, com 500 mil ingressos vendidos desde seu lançamento em 20 de fevereiro – o que é muito para um drama de tema tão pesado.
Série derivada de O Senhor dos Anéis vai se passar na época do reinado de terror de Sauron
O Twitter oficial da série de “O Senhor dos Anéis” produzida pela Amazon fez uma importante revelação sobre a época em que a trama da produção vai se passar. Ao postar um mapa da Terra Média, criação do escritor J.R.R. Tolkien, o tuíte citou o Um Anel e a terra das sombras de Mordor. E foi acompanhado por um segundo post que deu boas-vindas à Segunda Era. Nos livros de Tolkien, a Segunda Era foi a época do reinado de terror de Sauron, o grande vilão de “O Senhor dos Anéis”, que habitava Mordor, e do forjamento dos anéis de poder que são parte importante da saga – incluindo o Um Anel, originalmente usado pelo vilão, considerado precioso por Gollum e destruído por Frodo e Sam na saga literária, muito tempo depois. Esta época também marcou a ascensão e a queda da raça de homens conhecida como Dúnedain, que habitavam a mítica ilha de Númenor. Em “O Senhor dos Anéis”, Aragorn é descendente desta civilização. A atração da Amazon será a série mais cara já produzida e ainda não tem previsão de estreia. Welcome to the Second Age: https://t.co/Tamd0oRgTw — The Lord of the Rings on Prime (@LOTRonPrime) March 7, 2019
O Rei da Noite tem um alvo específico para matar em Game of Thrones
O ator e dublê Vladimir “Furdo” Furdik deu uma das entrevistas mais reveladoras sobre a temporada final de “Game of Thrones” para a revista Entertainment Weekly. Embora seu nome não seja muito conhecido, seu personagem é o mais temido da série. Ele vive, sob muita maquiagem, o terrível Rei da Noite, líder dos Caminhantes Brancos e principal vilão da série da HBO. Ele contou muitos detalhes sobre a ofensiva de seu personagem sobre Westeros na 8ª temporada da série, inclusive que deseja matar uma pessoa em especial. “As pessoas verão que ele tem um alvo específico para matar”, disse Furdik. “Vocês vão descobrir quem é este alvo. Há também aquele momento no episódio ‘Hardhome’ em que ele olha para Jon Snow e levanta os braços. O Rei da Noite tem um momento similar com Jon nesta temporada, mas ainda mais impactante”. Furdik também disse que o vilão está atrás de vingança por sua transformação em Rei da Noite. Um flashback anteriormente exibido pela série mostrou ele era um homem comum que foi transformado em um monstro gelado pelos Filhos da Floresta, que pretendiam usá-lo para derrotar o seu inimigo mortal, os Primeiros Homens. “Alguém transformou ele no Rei da Noite”, comentou o ator. “Ninguém sabe quem ele era antes, um soldado ou parte da nobreza. Ele nunca quis ser o Rei da Noite. Eu acho que ele está atrás de vingança”. Apesar disso, o ator avisou que esse desejo não significa que o Rei da Noite tenha “um lado humano”. “Todos os personagens de ‘Game of Thrones’ tem bondade e maldade dentro de si, mas ele não. Ele só tem o lado ruim”, garantiu. “Game of Thrones” começa a exibir seus episódios finais a partir de 14 de abril na HBO.
Onisciente: Nova sci-fi brasileira do criador de 3% define seu elenco
A Netflix anunciou o elenco de “Onisciente”, nova série de ficção científica brasileira criada pela mesma equipe de “3%”. Com clima de suspense e ambientação futurista, a série será estrelada por Carla Salle (“Os Dias Eram Assim”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Luana Tanaka (“3%”), Guilherme Prates (“Motorrad”), Sandra Corveloni (“Linha de Passe”) e Marcello Airoldi (“Flores Raras”). “Onisciente” se passa em um futuro próximo, onde cada cidadão é seguido constantemente por um pequeno (quase imperceptível) drone. A máquina alimenta um supercomputador com dados, aos quais ninguém tem acesso. As taxas de criminalidade são quase zero, uma vez que os criminosos sabem com certeza que serão capturados. O Sistema Onisciente parece perfeito, até que uma jovem chamada Nina descobre uma falha: um assassinato que não foi relatado pelo Sistema. Agora, cabe a ela descobrir o que o sistema está tentando esconder. A série foi criada por Pedro Aguilera (o criador de “3%”), que também atuará como roteirista, produtor e showrunner da atração, enquanto Isabel Valiante (“Psi”) e Julia Jordão (“O Negócio”) vão dirigir os episódios. Serão, ao todo, seis episódios na 1ª temporada e ainda não há previsão de estreia confirmada.
George R.R. Martin diz não saber como Game of Thrones termina
O escritor George R.R. Martin, criador dos livros que inspiraram “Game of Thrones”, não sabe como a série termina. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, o autor da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo” revelou que não leu os roteiros da 8ª e última temporada, nem foi aos sets acompanhar as gravações. “Eu não os li e não visitei o set porque estou trabalhando em ‘Winds'”, contou, referindo-se a “The Winds of Winter” (Os Ventos de Inverno), sexto e muito postergado livro da série literária. Ele confessou ter “sentimentos confusos” sobre o final de “Game of Thrones”, porque o desfecho foi inteiramente concebido por David Benioff e D.B. Weiss, os criadores da série televisiva. “É claro, eles me ultrapassaram anos atrás. Pode ser que existam grandes discrepâncias”, acrescentou, ao lembrar que, desde o final da 5ª temporada (exibida em 2015), “Game of Thrones” continuou a história criada por ele sem ter mais referências literárias. “Obviamente, eu gostaria de ter terminado estes livros antes, para que a série não tivesse me ultrapassado. Nunca pensei que isso aconteceria”, disse Martin, que, além de “The Winds of Winter”, planeja escrever ainda um sétimo livro, “A Dream of Spring” (Um Sonho de Primavera), que encerrará a versão literária (e original) da saga dos Starks, Targaryens e Lannisters. Nem ele sabe o quão diferente o final de “Game of Thrones” será em relação à conclusão de “As Crônicas de Gelo e Fogo”.. “Eu sei algumas das coisas [que vão acontecer], mas outras coisas menores, dos personagens, eles criaram sozinhos”, comentou o escritor, que ainda disse que só podia reclamar de si mesmo, pela lentidão com que escreve. “A experiência de ‘Game of Thrones’ foi incrível”, acrescentou. “Quase tudo nela foi ótimo”. Além dos livros, Martin também está trabalhando num spin-off de “Game of Thrones, desenvolvido em parceria com a roteirista Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), que está em fase de piloto para ser transformado em nova série no canal pago HBO.
Atriz de Capitã Marvel vai estrelar série de ação na plataforma da Apple
Brie Larson já definiu seu próximo projeto após “Capitã Marvel” e “Vingadores: Ultimato”. E não será no cinema. A atriz vai estrelar e produzir uma série de ação para o novo serviço de streaming de Apple. O projeto, que ainda não tem título, trará a atriz como uma agente da CIA, baseando-se nas experiências reais de Amaryllis Fox, uma ex-agente secreta que trabalhou anos para a CIA e era especialista em disfarces. A série será baseada na autobiografia da espiã, “Life Undercover: Coming of Age in the CIA”, que ainda não foi publicada. Os produtores Lynette Howell Taylor (“Nasce Uma Estrela”) e Michael Ellenberg (“Prometheus”) se juntaram a Larson para comprar os direitos do livro antes da publicação. O trio levou a ideia para várias emissoras, e acabou fechando com a Apple. A roteirista Megan Martin (“Animal Kingdom”) está finalizando negociações para assinar o roteiro do piloto e coproduzir a série. Cada vez mais envolvida com bastidores de produção, Larson também vai lançar este ano em streaming o filme que marcou sua estreia na direção. A comédia “Unicorn Store” ainda antecipou a parceria da atriz com seu parceiro em “Capitã Marvel”, Samuel L. Jackson. Originalmente feito em 2017, o longa será disponibilizado pela Netflix em data ainda não divulgada.
Jared Leto divulga foto dos bastidores das filmagens de Morbius
O ator Jared Leto (“Esquadrão Suicida”) compartilhou em suas redes sociais uma foto dos bastidores de “Morbius”, filme de vilão do Homem-Aranha, para marcar o final da primeira semana de filmagens em Londres. “Uma semana já foi, ainda faltam 11”, indicou. “Se preparem para ‘Morbius'”. Criado por Roy Thomas e Gil Kane nos quadrinhos do Aranha em 1971, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, que, ao tentar descobrir a cura para um doença sanguínea, transforma-se acidentalmente num vampiro. O personagem tem uma história trágica, que o diferencia de Drácula e outros vampiros malévolos. Além disso, as características de sua transformação lhe renderam a alcunha de “Vampiro Vivo”, porque, ao contrário dos demais, ele não morreu para renascer como uma criatura da noite. Após se destacar como vilão do Homem-Aranha, Morbius chegou a ter histórias próprias, em que sua natureza nobre lutava contra a sede de sangue, passando a ser visto como um anti-herói. Por sinal, esta é a mesma característica de Venom, outro vilão do Aranha que ganhou filme. O roteiro é da dupla Burk Sharpless e Matt Sazama (do infame “Os Deuses do Egito”), a direção está a cargo do sueco Daniel Espinosa (“Vida”) e o elenco inclui ainda Tyrese Gibson (“Velozes e Furiosos 8”), Jared Harris (séries “Mad Men” e “The Crown”), Adria Arjona (“Círculo de Fogo 2: A Revolta”) e Matt Smith (de “Doctor Who” e “The Crown”). Entretanto, seus personagens não foram divulgados. O único papel revelado até o momento é o de Leto, que vive o protagonista. A estreia de “Morbius” foi marcada para 31 de julho de 2020 nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. Caption this… if you dare ?♀️ ?♀️ Week 1 down, 11 to go… Get Ready ? #MORBIUS @morbiusmovie #notanad Uma publicação compartilhada por JARED LETO (@jaredleto) em 5 de Mar, 2019 às 9:11 PST












