Jussie Smollett se declara inocente em juizo da acusação de ter forjado ataque racista e homofóbico
Jussie Smollett, ator da série “Empire”, declarou-se inocente da acusação de ter mentido à polícia ao relatar ter sido vítima de uma agressão racial e homofóbica. Ele se pronunciou no tribunal de Chicago, nesta quinta-feira (14/3), diante do juiz Steven Watkins, designado para seu caso. O ator de 36 anos permaneceu sério e quieto perto de seus advogados, fazendo apenas sua declaração de “não culpado”. Agora, ele deverá voltar ao tribunal no dia 12 de abril para o início do julgamento. Ele enfrenta 16 acusações de conduta desordeira por supostamente ter feito relatos falsos sobre o ataque de que teria sido vítima. Cada acusação implica em uma pena máxima de três anos de prisão e uma multa de US$ 25 mil. Smollett e seus advogados não fizeram comentários ao sair da sala do tribunal. A expectativa é que a história mirabolante comece a fazer mais sentido durante o julgamento, que deve se tornar uma sensação midiática. Abertamente gay, Smollett disse ter sido agredido por dois homens que gritavam palavras racistas e homofóbicas, ao sair de um restaurante em 29 de janeiro, e o caso inspirou uma grande onda de solidariedade. Mas apesar de testemunhar que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros como suspeitos. Eles são irmãos e pelo menos um deles já trabalhou como figurante na série da rede Fox. A polícia teria encontrado evidências em suas casas e eles se tornaram colaboradores da investigação, transformando o próprio ator em suspeito. A polícia de Chicago diz que chegou aos dois irmãos de origem nigeriana por meio do complexo sistema de vigilância por vídeo que existe em Chicago. Os vídeos foram elogiadíssimos no detalhamento de como os investigadores conseguiram identificar os suspeitos. Entretanto, nenhum vídeo da agressão foi visto, embora ela tenha ocorrido diante de câmeras – estariam viradas para o lado errado. Ao prender o ator, a polícia de Chicago afirmou que o ataque foi “um golpe publicitário” para chamar atenção visando obter um aumento de salário. Mas a revista The Hollywood Reporter fez sua própria investigação sobre essas afirmações e descobriu que Smollett já tem um dos maiores salários do elenco de “Empire”, tinha conseguido aumento recente e não negociava com os produtores por mais dinheiro. Nem seus agentes nem a Fox sabiam que ele queria receber mais. Antes desta hipótese ser apresentada, a investigação teria vazado que o objetivo do falso ataque seria evitar que ele fosse dispensado da série. Só que os roteiristas de “Empire” e a rede Fox também rechaçaram essa teoria, alegando que nunca houve planos para dispensá-lo. O ator agora se declarou inocente em juízo. Mas, por via das dúvidas, ele foi cortado dos episódios finais da 5ª temporada de “Empire”.
Netflix cancela One Day at a Time após três temporadas
A Netflix cancelou “One Day at a Time” após três temporadas. O anúncio foi feito num raro comunicado de cancelamento da empresa, assinado pelo diretor de conteúdo Ted Sarandos. “Foi uma grande honra trabalhar com o lendário Norman Lear em ‘One Day at Time’. Eu pessoalmente conversei com Norman e os co-criadores Gloria Calderon Kellett e Mike Royce para expressar minha gratidão a eles, todos os roteiristas e a equipe e elenco dedicados, incluindo a brilhante Justina Machado e a deslumbrante Rita Moreno, por criarem uma série com tanto humor, coração e humanidade”, disse Sarandos. “Essa foi uma decisão muito difícil, e estamos agradecidos a todos os fãs que apoiaram a série, nossos parceiros da Sony e todos os críticos que a abraçaram. Embora seja decepcionante que mais espectadores não tenham descoberto ‘One Day at a Time’, eu acredito que a série vai resistir ao teste do tempo”. A Sony Pictures Television, estúdio responsável pela sitcom, tem a intenção de procurar uma nova casa para a série. No entanto, a missão pode ser mais difícil do que parece, por que a Netflix ainda terá os direitos exclusivos das três primeiras temporadas. A série é um reboot latino da atração homônima, um marco da TV americana, exibido ao longo de nove temporadas entre 1975 e 1984, com produção de Norman Lear, um dos principais roteiristas-produtores de sitcoms de famílias americanas dos anos 1970 – também criou “Os Jefferson”, “Maude”, “Tudo em Família” e “Good Times”. A versão original acompanhava uma mãe divorciada (Bonnie Franklin), após ela se mudar com suas duas filhas (Mackenzie Phillips e Valerie Bertinelli) para um prédio de apartamentos em Indianápolis, onde a família conta com a ajuda do zelador Schneider (Pat Harrington) para lidar com os problemas do dia-a-dia. Na versão da Netflix, a família se tornou latina. O remake gira em torno de três gerações de uma família de origem cubana que vive sob um mesmo teto. A mãe e veterana militar Penélope (Justina Machado) alista a “ajuda” de sua mãe cubana Lydia (a lendária Rita Moreno, de “Amor, Sublime Amor”) e do rico proprietário do imóvel Schneider (Todd Grinnell), enquanto cria dois adolescentes: sua filha radical Elena (Isabella Gomez) e o filho introvertido Alex (Marcel Ruiz). Sim, a produção mudou diversos detalhes, incluindo o sexo de um dos filhos. Com isso, além de fazer graça com situações do cotidiano familiar, a série também discutiu raça e imigração. Mais que isso, como a filha assumiu uma namorada, também pautou homofobia, sem esquecer de alcoolismo, drogas, ansiedade e estresse pós-traumático, em seu – por incrível que pareça – bom humor. Elogiadíssima, “One Day at a Time” tem média de 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mas o terceiro ano, disponibilizado em fevereiro em streaming, atingiu nota máxima: 100%.
Responsáveis por Super Drags desenvolvem série para o Cartoon Network
O Combo Estúdio, responsável pelo desenho “Super Drags”, lançado no ano passado na Netflix, fechou contrato com o Cartoon Network para desenvolver uma série baseada na personagem Any Malu, criada de forma independente pela produtora como a primeira youtuber animada do mundo em 2015. A adolescente de cabelos cor de rosa chegará ao canal pago infantil já neste sábado (16/3) num especial que reunirá os melhores momentos dos vídeos já publicados no canal “O (Sur)real Mundo de Any Malu”, no YouTube. A partir da estreia, os vídeos entrarão ao longo da programação da emissora. Enquanto isso, os produtores preparam aventuras inéditas da personagem exclusivamente para a TV paga. Assista abaixo o vídeo em que Any Malu anuncia sua contratação pelo Cartoon Network.
Netflix fecha parceria com cinco produtoras japonesas de séries animadas
A Netflix fechou parcerias com cinco dos principais estúdios de animação do Japão para a produção de novas séries originais. A negociação aconteceu em duas etapas. Primeiro, acordos foram feitos com os estúdios Production I.G e Bones. Agora, somaram-se ao esforço as produtoras Anima, Sublimation e David Production. As primeiras atrações dessas parcerias já estão definidas, incluindo a série de animação “Altered Carbon: Nova Capa”, da Anima, baseada na série original de ficção científica live-action da Netflix. Com a Sublimation, a Netflix desenvolve “Dragon’s Dogma”, baseada no videogame de mesmo nome aclamado pela crítica. E a David Production prepara “Spriggan”, adaptação do mangá de mesmo nome. Esses títulos se juntam às séries que serão produzidas pela Production I.G e pela Bones. São elas: “Ghost in the Shell: SAC _2045”, novo capítulo da saga anime de “Ghost in the Shell”, da Production IG, com estreia na Netflix em 2020, e “Super Crooks”, da Bones, baseada nos quadrinhos criados pelo roteirista Mark Millar e pelo artista Leinil Francis Yu. Além destas, também está em desenvolvimento “Vampiro no Jardim”, do Wit Studio, que pertence à I.G. Os acordos de produção refletem o sucesso dos animes no catálogo da Netflix. A plataforma planeja atrair cada vez mais parceiros para desenvolver conteúdo exclusivo, visando se estabelecer como referência no setor. Mitsuhisa Ishikawa, presidente e CEO da Production I.G, observou a grande vantagem que a Netflix oferece para as empresas de anime. “O acordo de produção vai permitir que nossos criadores possam ir além do ecossistema de negócios de anime japonês. Esta é uma grande oportunidade, que nos desafia a entregar o conteúdo exclusivo de nossos talentos para fãs de todo o mundo”, disse, no comunicado que anunciou as parcerias.
Netflix vai lançar série de antologia com estrela do K-pop
A cantora e estrela de K-pop Lee Ji-eun, mais conhecida pelo nome artístico IU, vai protagonizar uma nova série antológica da Netflix. As primeiras imagens da produção, intitulada “Persona”, foram liberadas nas redes sociais pela produtora Mystic Entertainment. Veja abaixo. A série será composta por quatro episódios que contarão histórias diferentes, todas estreladas por IU. O primeiro deles, “Love Set”, vai acompanhar uma partida de tênis entre duas amigas que acaba revelando algo mais profundo sobre sua relação. No segundo, “Collector”, IU aparecerá como uma garota que tem o “dom” (ou a maldição) de fazer cada rapaz com quem tem um encontro lhe confessar seus maiores segredos. O terceiro capítulo, “Kiss Burn”, trará uma jovem se vingando do pai de uma amiga por suas atitudes machistas. Por fim, “Walking at Night” faz o raio-X da relação complicada de um casal ao apresentar com tons surrealistas a noite em que eles se conheceram. Fãs de “Sense8” também devem esperar uma participação especial de Doona Bae (a Sun da série) num dos capítulos. Cada capítulo será comandado por um diretor diferente com previsão de lançamento para abril, em dia ainda não divulgado.
Após vencer o Oscar, Rami Malek vai estrelar podcast de suspense
Depois de fazer séries e filmes, vencendo o Emmy e o Oscar, o ator Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) resolveu estrelar uma produção em nova mídia. Ele será o protagonista de um podcast de suspense, chamado de “Blackout”. A decisão de atuar na nova mídia foi inspirada por seu parceiro criativo na série “Mr. Robot”, Sam Esmail. O diretor e roteirista recentemente transformou um podcast, “Homecoming”, em uma série da Amazon com Julia Roberts. “Eu realmente havia amado ‘Homecoming’ [o podcast], mas foi ainda mais incrível vê-lo realizado na tela, através da visão de Sam”, explicou Malek, em entrevista à revista Entertainment Weekly. “As pessoas estão cada vez mais ouvindo podcasts. Há algo de antiquado nisso, é como voltar à época das novelas de rádio”. Criado por Scott Conroy, “Blackout” traz Malek como um DJ de New Hampshire, região dos EUA, que tenta proteger sua família durante uma pane da rede elétrica dos Estados Unidos, que é sabotada, gerando o caos. “Na verdade, esta é uma história hiper-realista sobre o que aconteceria se a nossa rede elétrica caísse. O nosso país está completamente despreparado para as consequências disso”, disse o ator. “Os temas que abordamos são bem profundos. ‘Blackout’ vai te fazer pensar sobre como o nosso senso de comunidade foi perdido com a tecnologia tomando conta das nossas vidas, e o que acontece quando precisamos nos reverter para um mundo em que temos que ouvir uns aos outros”, acrescentou. “Meu personagem é um cara comum, alguém com quem todo mundo é capaz de se identificar. Eu gosto de pensar que seria como ele em uma crise, tentando ajudar a minha comunidade da forma que pudesse”, completou.
Elenco de Jumanji volta a se juntar em foto dos bastidores da continuação
O ator Dwayne “The Rock” Johnson divulgou em seu Instagram a primeira foto de bastidores com os quatro protagonistas originais da sequência de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. Na foto, ele aparece posando no set com Karen Gillan, Kevin Hart e Jack Black. Apesar das filmagens estarem acontecendo há semanas, poucos detalhes da continuação foram divulgados até agora, mas vários atores novos foram confirmados no elenco, entre eles Danny DeVito (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), Awkwafina (“Oito Mulheres e um Segredo”) e Danny Glover, que já se achava muito velho na época de “Máquina Mortífera” (1987), . “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” foi lançado em janeiro de 2018 e arrecadou quase US$ 1 bilhão, garantindo rapidamente uma sequência. A continuação está prevista para dezembro de 2019, dirigida novamente por Jake Kasdan, que assinou o longa anterior. Visualizar esta foto no Instagram. Yes, you’re favorite band is back ~ lookin’ lean (ish) and mean. Even though things may not be as they seem ? So buckle up world because soon we’ll all play When a brand NEW JUMANJI drops this Holiday! Oh the fun you’re gonna have. Love, The Smoldering Dr. Bravestone #NewAdventuresAwait #TheGameThatPlaysYou #JUMANJI THIS CHRISTMAS??? ? @hhgarcia41 Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 12 de Mar, 2019 às 12:38 PDT
The Big Bang Theory já tem data definida para acabar
A rede CBS marcou a data da despedida de “The Big Bang Theory”. O último episódio da 12ª e derradeira temporada da série vai ao ar no dia 16 de maio nos Estados Unidos. O capítulo final será duplo, com o dobro da duração dos episódios normais da sitcom. No Brasil, a série é exibida pelo Warner Channel, e ainda não há data definida para a transmissão do encerramento. Com o fim de “The Big Bang Theory”, a CBS espera que “Young Sheldon” continue o legado da franquia. Para tanto, já renovou o spin-off para mais duas temporadas. Série mais vista da TV americana, “The Big Bang Theory” também atraiu a atenção da mídia por pagar os salários mais caros da indústria a seus protagonistas. No começo da atração, o trio principal (Johnny Galecki, Jim Parsons e Kaley Cuoco) recebia em torno US$ 60 mil por episódio, valor que decolou para US$ 200 mil na 4ª temporada, foi para US$ 350 mil na 7ª e foi para US$ 1 milhão quando seus contratos acabaram e a emissora precisou renegociar a continuação da série a partir do oitavo ano. Além de uma porcentagem significativa nos lucros da série – por exibições internacionais, em streaming, Blu-ray e reprises. Enquanto isso, os coadjuvantes negociaram um salário por episódio que ficava em torno dos US$ 500 mil para a 8ª temporada. Mas a disparidad não durou: na 10ª temporada, Simon Helberg (Howard) e Kunal Nayyar (Raj) alcançaram os mesmos US$ 1 milhão dos protagonistas. Finalmente, em março de 2017, os cinco atores aceitaram um corte nos seus pagamentos (para US$ 900 mil) para que suas duas companheiras de elenco, Melissa Rauch (Bernadette) e Mayim Bialik (Amy), também tivessem um amento. Mas não foi só o salário dos atores que cresceu. Depois de uma temporada inaugural com média de 7 milhões de telespectadores por episódio, “The Big Bang Theory” dobrou esse público no terceiro ano. E este a 6ª temporada, não sai da lista das três séries mais vistas da TV aberta americana, onde geralmente ocupa o 1ª lugar. Para se ter noção, a 11ª temporada da sitcom atraiu uma média de 18,6 milhões de telespectadores por semana. Já o episódio mais visto da série foi “The Deception Verification”, segundo capítulo da 7ª temporada, que atraiu mais de 20 milhões de pessoas.
Morgan Freeman supera acusações de assédio e entra na continuação de Dupla Explosiva
O veterano ator Morgan Freeman (“O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos”) vai reforçar o elenco da sequência de “Dupla Explosiva”, filme de ação estrelado por Samuel L. Jackson (“Capitã Marvel”) e Ryan Reynolds (“Deadpool”). O papel de Freeman ainda não foi divulgado, mas sinaliza que o ator segue com a carreira inabalada pelas acusações trazidas à tona numa reportagem da rede de notícias CNN há 10 meses. Ele foi acusado de assédio sexual por oito mulheres. Mas se defendeu dizendo que havia diferença muito grande em “elogios fora de lugar e brincadeiras humorísticas” e “casos horríveis de abuso sexual”. O advogado do ator afirmou que a acusação feita com estardalhaço foi leviana e poderia causar prejuízo à imagem de um homem inocente. Desde então, Freeman completou duas filmagens de thrillers de ação, a produção italiana “The Poison Rose” e “Angel Has Fallen”, continuação de “Invasão à Londres” (2016) e “Invasão a Casa Branca” (2013). A continuação de “Dupla Explosiva” mostrará uma nova reunião entre o guarda-costas Michael Bryce (Reynolds) e o assassino de aluguel Darius Kincaid (Jackson), além da mulher deste, Sonia (Salma Hayek), numa missão secreta nas praias de Amalfi, na Itália. O diretor Patrick Hughes e o roteirista Tom O’Connor, responsáveis pelo primeiro filme, também retornam na sequência, que ainda não tem data de estreia definida. “Dupla Explosiva” teve um desempenho modesto nas bilheterias, arrecadando quase US$ 180 milhões em todo o mundo. Só que foi feito por apenas US$ 30 milhões, o que incentivou o estúdio Liongate a investir na franquia.
Atrizes Felicity Huffman e Lori Loughlin são presas em operação do FBI sobre fraudes no vestibular americano
As atrizes Felicity Huffman, que estrelou “Desperate Housewives” e foi indicada em 2006 ao Oscar de Melhor Atriz por sua atuação em “Transamérica”, e Lori Loughlin, conhecida pela série “Três é Demais” (Full House) e integrante recorrente do atual revival “Fuller House”, foram presas e estão sendo investigadas por pagar suborno para que seus filhos fossem aprovados no equivalente americano ao processo do vestibular. Elas deverão ser soltas após prestar depoimentos. O suborno teria sido pago pelos investigados para que os filhos fossem aprovados em escolas de alto nível, como Georgetown, Stanford, UCLA e Yale com mudanças nas notas do SAT (o ENEM americano) ou como atletas recrutados, independentemente de suas capacidades atléticas de fato. Além delas, dezenas de treinadores da divisão de futebol americano universitário, a NCAA Division I, também foram incluídos nas investigações. Documentos apresentados pelas autoridades mostram que as pessoas investigadas pagaram milhões em propinas para que seus filhos entrassem nessas faculdades. As investigações estão centradas em um homem da Califórnia que “ajudava estudantes a entrar na universidade”. A polícia informou que os pais pagavam para essa pessoa tendo pleno conhecimento do que ele estava fazendo. Lori e seu marido Mossimo Giannulli foram acusados de pagar US$ 500 mil para a USC (University of South California) em troca das duas filhas serem aprovadas na equipe esportiva da universidade, embora elas não participassem do grupo. Felicity e seu marido, o ator William H. Macy (protagonista da série “Shameless” e indicado ao Oscar em 1997 de Melhor Ator Coadjuvante por “Fargo”), teriam pago US$ 15 mil para que melhorar a nota do SAT da filha mais velha, visando sua aprovação. Eles também tentaram fazer o mesmo esquema para a filha mais nova, mas desistiram. O FBI gravou conversas telefônicas que comprovariam os crimes, que incluem fraude, suborno e lavagem de dinheiro. Mas Macy não foi indiciado. As prisões foram resultado de uma operação da polícia federal americana, batizada de Operação Varsity Blues em homenagem a um filme de 1999, batizado no Brasil de “Marcação Cerrada”. Cerca de 200 agente do FBI participaram da investigação e seus desdobramentos. A promotoria de Boston informou que ainda não decidiu se vai processar os alunos, além dos pais. Mas declarou que as universidades não são responsáveis pelos crimes, mas vítimas.
Jed Allan (1935 – 2019)
O ator Jed Allan, que interpretou o personagem Rush Sanders na série “Barrados no Baile”, morreu aos 84 anos. O filho de Allan confirmou a morte do pai em um post no Facebook no último sábado (9/3). “Eu sinto muito por ter que postar a triste notícia da morte do meu pai nesta noite”, escreveu Rick Brown. “Ele morreu pacificamente, cercado por sua família, e muito amado por todos nós e muitos outros”. O personagem de Allan em “Barrados no Baile” era pai de Steve Sanders (Ian Ziering), um dos protagonistas da série. Ele apareceu em um total de 18 episódios, entre 1994 e 1999. Ziering postou uma homenagem ao ator em seu Instagram, dizendo-se entristecido por revelar que perdeu mais um colega de “Barrados no Baile”. Veja abaixo. Allan é o segundo ator da série a morrer neste mês. Na segunda passada (4/3), Luke Perry, intérprete o galã Dylan McKay na série, faleceu em decorrência de um AVC (acidente vascular cerebral) aos 52 anos. As duas mortes aconteceram pouco depois do anúncio de um revival de “Barrados no Baile”, pela emissora norte-americana Fox. Vários membros do elenco original vão se juntar novamente para uma minissérie de seis episódios. Além de “Barrados”, o nova-iorquino Allan ficou conhecido por seus papéis em novelas diurnas (as chamadas soup operas). Ele começou a carreira fazendo aparições em atrações do gênero nos anos 1960, como “General Hospital”, “Love of Life” e “The Secret Storm”, antes de encarar um de seus papéis mais duradouros em “Days of Our Lives”, a partir de 1977. Ele interpretou Don Craig na novela interminável por 14 anos, tendo recebido uma indicação ao Emmy em 1979. E em 1986 estrelou mais de mil episódios diários como o patriarca C.C. Capwell em “Santa Barbara”. Visualizar esta foto no Instagram. So sad to hear we've lost another 90210 castmate. I had the pleasure of working with Jed Allan from 94 to 99. He played Rush Sanders, Steve's father. Such a great guy to work with, he will be missed. #ripjedallan Uma publicação compartilhada por Ian Ziering (@ianziering) em 10 de Mar, 2019 às 10:15 PDT
Revival da série Barrados no Baile fará homenagem especial a Luke Perry
O revival da série “Barrados no Baile” pretende realizar uma homenagem especial a Luke Perry, astro do elenco original da série, que faleceu na segunda passada (4/3), aos 52 anos, após um acidente vascular cerebral (AVC). A revelação foi feita pelo presidente da CBS TV Studios, David Stapf, durante a conferência internacional de televisão (INTV) nesta segunda (11/3) em Jerusalém, Israel. “Ainda não determinamos como vamos lidar com a morte dele na série, ainda vamos pensar. Mas Luke sem dúvida será notado e homenageado de alguma forma”, garantiu o executivo, que ainda lembrou que “ele seria um dos poucos atores do elenco original que não ia atuar na nova série, por causa de seu comprometimento com ‘Riverdale'”, referindo-se ao papel de Perry como Fred Andrews na série da rede CW. A morte do ator será assunto inescapável porque a atração reunirá o elenco dos anos 1990 não como seus personagens, mas como eles próprios, refletindo sobre os anos que se passaram desde o sucesso de “Barrados no Baile”, enquanto tentam tirar do papel uma continuação. Stapf contou que a abordagem do revival partiu de Tori Spelling. “Ela costuma vir no escritório e despejar várias ideias de séries”. Uma delas finalmente empolgou o suficiente para ser levada adiante. “Ela brincou com ideia de como seria divertido reunir toda a turma novamente”. E o passo seguinte foi sugerir o projeto para a rede Fox, que exibiu o “Barrados no Baile” original nos Estados Unidos. O projeto foi aprovado sem gravação de piloto e só agora a sala de roteiristas foi formalizada. Os responsáveis pelos roteiros estão atualmente escrevendo os seis episódios da minissérie, prevista para estrear no meio do ano, durante o verão norte-americano, com o título de “90210” como o primeiro revival, exibido na rede CW nos anos 2000. O título original da atração criada por Darren Starr era “Beverly Hills 90210”. Seis integrantes do elenco clássico estarão de volta na continuação: Jason Priestley (Brandon), Jennie Garth (Kelly), Ian Ziering (Steve), Gabrielle Carteris (Andrea), Brian Austin Green (David) e Tori Spelling (Donna). Mas após a morte de Perry surgiu a possibilidade de Shannen Doherty (Donna) também aparecer para prestar homenagem ao intérprete de Dylan, que foi seu namorado na série. Ela encheu sua página do Instagram com fotos do amigo.
Minissérie baseada em crime chocante de estupro coletivo na Índia ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado da minissérie “Crimes em Déli” (Delhi Crime), baseada no caso real de estupro coletivo que abalou a Índia e ganhou repercussão mundial em 2012. A prévia recria a investigação criminal do ataque da jovem estudante de Medicina que foi estuprada e torturada num ônibus por seis pessoas, incluindo um menor e o motorista, a partir do ponto de vista da policial encarregada do caso (vivida pela atriz Shefali Shah, de “Um Casamento à Indiana”). Enquanto detalhes gráficos são evitados, a prévia deixa clara a violência do ataque, que culminou na morte da vítima após entrada no hospital. A barbárie chocante revoltou a população local e gerou manifestações ferozes de protestos contra a perpetuação da cultura do estupro na Índia. Cenas da reação popular também aparecem no vídeo. O cineasta canadense Richie Mehta (“Amal”) pesquisou durante seis anos os arquivos da polícia de Deli para reconstituir detalhes do caso de Nirbhaya, que não é o nome real da vítima, mantido em sigilo, mas como ela ficou conhecida na mídia. A palavra significa “destemida”. A história de Nirbhaya já foi abordada num documentário de 2015 da BBC, “India’s Daughter”, e inspirou o filme de 2016 “Anatomy of Violence”, da diretora Deepa Mehta, que por coincidência também vive no Canadá como o criador de “Crimes em Déli”. Apesar da resolução do crime – todos foram presos e condenados – e de avanços significativos na legislação indiana sobre crimes sexuais, nos anos seguintes novos casos de estupros coletivos ganharam manchetes internacionais, envolvendo jovens e até uma freira de 71 anos. A estreia na plataforma de streaming está programada para 22 de março.












