Warner investiga denúncias de Ray Fisher sobre bastidores de Liga da Justiça
A WarnerMedia iniciou uma investigação sobre os bastidores das refilmagens de “Liga da Justiça”. A decisão foi tomada após repetidas declarações públicas de uma das estrelas do filme, Ray Fisher, alegando má conduta do cineasta Joss Whedon e dos produtores Geoff Johns e Jon Berg durante a produção do filme. Na quinta-feira (20/8), Fisher escreveu no Twitter que, após cinco semanas de entrevistas com o elenco e a equipe, a WarnerMedia “lançou uma investigação independente de terceiros para chegar ao cerne do ambiente de trabalho tóxico e abusivo criado durante as refilmagens da Liga da Justiça”. Apesar dessa informação, a Variety e o Hollywood Reporter apuraram que as entrevistas não revelaram nada. A fonte das publicações também ressaltou que a WarnerMedia não pré-julga Whedon, Johns ou Berg, que a investigação não se limita a eles e que, para preservar a integridade da investigação, a empresa não a conduzirá em público. As denúncias começaram num tuíte do começo de julho, no qual Fisher definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que assumiu a produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher não deixou o assunto morrer. Poucas semanas depois, desafiou Whedon a processá-lo, reforçando as denúncias de abuso e, na semana passada, denunciou que Johns ameaçou sua carreira por causa das queixas no set. Whedon e Berg permaneceram em silêncio após as alegações de Fisher, enquanto Berg as negou publicamente. Ele ainda acusou o ator de estar exagerando. O produtor disse que as alegações se devem ao descontentamento do Fisher por ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos. Geoff Johns é o único dos três ainda envolvido ativamente com produções da DC Comics. Neste ano, Johns lançou a série “Stargirl”, que ele criou, escreveu e produziu, baseada em seus próprios quadrinhos para a editora. Ele também é roteirista de “Mulher-Maravilha 1984”. Berg, por sua vez, tenta tirar do papel vários projetos, mas seu último crédito como produtor de filmes da DC foi em “Aquaman” (2018). E embora não esteja mais atrelado a filmes da DC, Whedon continua trabalhando para a Warner. A HBO vai lançar sua próxima série, “The Nevers”, em 2021.
Ben Affleck voltará a viver Batman no filme do Flash
O diretor Andy Muschietti (“It: A Coisa”) revelou que Ben Affleck voltará a viver Batman mais uma vez, no filme do herói Flash, que servirá de sequência para “Liga da Justiça”. “The Flash” será estrelado por Ezra Miller, que apareceu como o herói do título ao lado de Affleck em “Liga da Justiça”. Em entrevista para a revista Vanity Fair, Muschietti contou que a participação de Affleck “é uma parte muito importante do impacto emocional do filme”. “A interação e relacionamento entre Barry Allen e Wayne de Affleck vai trazer um nível emocional que não vimos antes”, disse o cineasta argentino. “É o filme de Barry, é a história de Barry, mas seus personagens estão mais relacionados do que pensamos. Os dois perderam as mães num assassinato, e esse é um dos vasos emocionais do filme. É aí que o Batman de Affleck entra em ação.” Affleck vai se juntar a Michael Keaton, outro ator que interpretou Batman no passado, para dar vida ao super-herói na primeira produção que vai tentar materializar o “multiverso” da DC Comics no cinema. Por enquanto, a ideia de realidades alternativas, vindas de Terras paralelas, só foi explorada na TV, nas séries do Arrowverso. Mas o conceito original vem dos quadrinhos de “The Flash”. Tudo começou num exemplar de 1961, quando Barry Allen encontrou Jay Garrick, o Flash dos anos 1940, graças a um ajuste narrativo: Garrick habitava um mundo de realidade paralela, chamado de Terra 2. Há um tempo atrás, o filme do Flash chegou a ser batizado de “Flashpoint”, revelando a inspiração para sua história. Publicada em 2011 pela DC Comics, a saga “Flashpoint” foi responsável pelo reboot do universo inteiro da editora, que resultou nos “Novos 52”. Por sinal, a história já foi adaptada duas vezes: no longa animado “Liga da Justiça: Ponto de Ignição” (2013), lançado direto em vídeo, e na série “The Flash”, da rede CW. O primeiro episódio da 3ª temporada da atração também se chamou “Flashpoint”, mas a adaptação se deu de forma frustrante, por abandonar rapidamente o conceito e suas implicações. Nos quadrinhos, Barry Allen vai parar em uma realidade paralela, em que sua mãe está viva, a Liga da Justiça nunca existiu, Bruce Wayne morreu – , a persona de Batman foi assumida por seu pai, Thomas Wayne, e o Ciborgue tornou-se o principal super-herói do mundo. E essas são apenas algumas das alterações que Barry tem que encarar e buscar reverter, apesar de se encontrar subitamente sem poderes. Mas desde que o projeto do filme foi anunciado, a equipe mudou várias vezes, assim como o roteiro. Christina Hodson (“Aves de Rapina”) é responsável pela nova versão da história, que, segundo Muschietti já adiantou, não será uma adaptação literal de “Flashpoint”, mas conterá alguns elementos daquela história. Sem previsão para começar a ser filmado, devido à pandemia de coronavírus, “The Flash” tem previsão de estreia para junho de 2022.
Ludmilla vira atriz de cinema no primeiro filme feito na pandemia
Primeiro filme brasileiro rodado na pandemia, “Moscow”, que marca a estreia de Ludmilla no cinema, já terminou sua fotografia principal. A produção começou no início de agosto em São Paulo, após a flexibilização da quarentena na cidade, e suas filmagens duraram apenas 12 dias, tempo recorde para um longa, que costuma demorar mais (às vezes bem mais) de um mês de captação de imagens. A rapidez tem a ver com as condições de bastidores, com equipe reduzida e uso de manequins realísticos como figurantes, devido à pandemia de coronavírus. Mas para realizar tudo em tempo reduzido foram semanas de preparação em condições controladas de segurança e higiene. O resultado do empenho foi a ausência de casos de contaminação no set durante as filmagens. “Moscow” se passa em apenas uma noite, com foco em um clube de jazz em São Paulo e deve ter uma estética de quadrinhos. A direção está a cargo de outro estreante no cinema, Mess Santos, que vem do universo dos clipes nacionais, e está realizando o filme sem incentivos federais. O elenco ainda destaca Thaila Ayala (“Pica-Pau: O Filme”), que viverá a protagonista da história, Jennifer Nascimento (novela “Pega Pega”), Werner Schünemann (novela “Tempo de Amar”), Bruno Fagundes (“3%”) e Micael (novela “O Tempo Não Para”). Vale lembrar que Ludmilla faz sua estreia no cinema depois de gravar participação na 2ª temporada de “Arcanjo Renegado”, ainda inédita no Globoplay. Curiosamente, o filme se passa no mundo da música, mas ela não vai cantar. Quem canta na produção é Jennifer Nascimento, que disputou o reality musical “Popstar” e participa da equipe de “The Voice Brasil”. Para o lançamento, a equipe está negociando com uma grande plataforma de streaming, mas também busca distribuidoras que possam levar o filme aos cinemas.
Novo filme de Batman ganha primeiro pôster
A Warner divulgou o primeiro pôster do novo filme de Batman. O cartaz traz apenas o logotipo do longa, chamado em inglês de “The Batman”. A arte inclui o desenho de um morcego estilizado entre as letras vermelhas do título da produção. Escrito e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), o filme marca a estreia de Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) no papel do super-herói dos quadrinhos. Ele terá que enfrentar, de cara, uma galeria de supervilões famosos. O elenco da produção inclui Zoe Kravitz (da série “Big Little Lies”) como Mulher-Gato, Colin Farrell (“Dumbo”) como Pinguim, Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”) como Charada, John Turturro (“Transformers”) como o mafioso Carmine Falcone, além de Andy Serkis (“Pantera Negra”) como Alfred, Jeffrey Wright (“Westworld”) como Comissário Gordon e Peter Sarsgaard (“Sete Homens e um Destino”) como um promotor público de nome genérico, que não existe nos quadrinhos de Batman – mas seu equivalente mais conhecido é Harvey Dent/Duas Caras. “The Batman” tem estreia marcada para outubro de 2021.
Kevin Costner vira Rambo em trailer violento
A Focus Features, divisão da Universal, divulgou o pôster e o trailer de “Deixe-o Partir” (Let Him Go), filme em que Kevin Costner e Diane Lane viram Rambos para resgatar o neto das garras de uma família sádica. Se o “setentão” Stallone é capaz de enfrentar um cartel mexicano sozinho, Costner, que tem uma década a menos e ainda conta com a ajuda de Lane, tampouco vacila contra uma quadrilha caipira nesse “Rambo: Até o Fim” (2019) mais refinado, para tomar na porrada a guarda do neto pequeno. O clima também lembra westerns clássicos de John Wayne, como “Rastros de Ódio” (1956) e “Jake Grandão” (1971). Na trama passada nos anos 1950, o casal idoso descobre que a viúva de seu filho se juntou a um jovem agressivo, levando o único neto deles para uma região dominada pela mãe gângster do rapaz (vivida por Lesley Manville, de “Trama Fantasma”). Em visita ao “território inimigo”, eles tentam argumentar. Mas o trailer mostra que a situação sai do controle com troca de tapas entre as mulheres, descambando para socos, empurrões e tiroteio. Vale lembrar que Costner e Lane já formaram casal no cinema antes: em “O Homem de Aço”, onde viveram Martha e Jonathan Kent, os pais do Superman (Henry Cavill). O elenco também inclui Kayli Carter (“Godless”), Booboo Stewart (“Descendentes”), Jeffrey Donovan (“Burn Notice”) e Will Brittain (“Kong: Ilha da Caveira”). Baseado no livro de mesmo nome de Larry Watson, “Deixe-o Partir” tem roteiro e direção de Thomas Bezucha (“Monte Carlo”) e supostamente chega em 6 de novembro nos cinemas dos EUA. A produção ainda não tem previsão de estreia no Brasil.
Bella Thorne inaugura página em aplicativo adulto e derruba servidor
A atriz Bella Thorne postou um vídeo em seu Instagram para anunciar sua entrada no aplicativo Only Fans, muito popular na indústria de entretenimento adulto. E a estreia de sua página no serviço derrubou o servidor da plataforma. Segundo o jornal americano Page Six, o servidor ficou fora do ar por alguns minutos logo depois do lançamento da página da ex-estrela da Disney, que ficou famosa por protagonizar a série “No Ritmo”, ao lado de Zendaya. A plataforma permite que criadores de conteúdo recebam mensalmente, via assinatura, um financiamento direto de seus fãs, além de gorjetas, presentes e outros recursos. O link da atriz dá acesso à fotos e vídeos íntimos exclusivos, com assinatura mensal de US$ 20. Thorne ainda disponibilizou uma lista de presentes na Amazon, para os assinantes que quiserem presenteá-la. No comunicado sobre o novo projeto, Thorne contou que pretende fazer um documentário sobre sua experiência no site adulto, dirigido por Sean Baker, cineasta indie que fez os premiados filmes “Tangerine” (2015) e “Projeto Flórida” (2018). “Estou animada para falar sobre a política por trás do julgamento sobre o corpo feminino e sobre sexo. Com o maravilhoso diretor Sean Baker, que eu tenho orgulho de chamar de amigo”, comemorou a artista de 22 anos ao falar da parceria. Em agosto do ano passado, Thorne fez sua estreia na indústria pornô ao dirigir o curta-metragem “Her & Him” para a plataforma de streaming Pornhub, e acabou premiada no AVN Awards, prêmio da Adult Video News para os melhores do ano na indústria de filmes pornográficos dos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram ONLY FANS ^^^^ Uma publicação compartilhada por BELLA (@bellathorne) em 19 de Ago, 2020 às 12:11 PDT
Robin Williams não conseguia decorar falas de seu último filme
O diretor Shawn Levy revelou que Robin Williams estava emocionalmente “desmoronando” e com problemas para decorar falas durante as filmagens de seu último filme, “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba” de 2014. Levy teve aval da esposa de Williams para falar francamente sobre o estado do ator num depoimento para o documentário “Robin’s Wish”, sobre os últimos dias do comediante, que tirou a própria vida antes do lançamento do filme. “Eu diria que, com um mês de filmagem, estava claro para mim — estava claro para todos nós naquele set — que algo estava acontecendo com Robin”, diz Levy no documentário. “Vimos que Robin estava lutando de uma maneira que nunca tinha feito para lembrar as falas e combinar as palavras certas com a performance”, contou. “Quando Robin me ligava às 10 da noite, às 2 da manhã, às 4 da manhã, dizendo: ‘É utilizável? Alguma desta pode ser utilizada? Eu sou uma merda? O que está acontecendo?’, eu o tranquilizava. ‘Você ainda é você. Eu sei disso. O mundo sabe disso. Você só precisa se lembrar disso’.” “Minha fé nele nunca foi embora, mas vi sua moral desmoronar. Eu vi um cara que não era ele mesmo e isso era imperdoável”, completou Levy. Durante a filmagem, Williams lutava contra o avanço da demência por corpos de Lewy, uma doença degenerativa que afetou suas funções cognitivas e motoras. Ele nunca falou sobre o problema, mas os sintomas se tornaram tão graves que o levaram a tirar a própria vida em 2014. Dirigido por Tylor Norwood (“The United States of Detroit”), o documentário “Robin’s Wish” é produzido pela viúva do ator, Susan Schneider-Williams, e conta pela primeira vez como foi o declínio da saúde de Williams, com depoimentos de amigos, colegas e diretores que trabalharam com o comediante, além de cenas de filmes e imagens raras da família. A estreia está marcada para 1º de setembro nos EUA, mas ainda não há previsão de lançamento no Brasil. Veja abaixo o trailer da produção.
Veja fotos das gravações da 3ª temporada de The Girlfriend Experience
O canal pago americano Starz divulgou as primeiras fotos da 3ª temporada de “The Girlfriend Experience”, série antológica de Steven Soderbergh, que completou seu elenco e começou a ser gravada em Londres. As imagens revelam o uso de máscaras entre os integrantes da equipe que não aparecem diante das câmeras. Em comunicado, Soderbergh afirmou que as gravações estão seguindo protocolos rígidos de segurança em meio à pandemia de coronavírus. A atriz Julia Goldani Telles (“The Affair”) é a nova protagonista, no papel de Iris, uma jovem neurocientista que começa a explorar o mundo transacional de “The Girlfriend Experience”. O elenco também inclui Oliver Masucci (“Dark”), Frank Dillane (“Fear The Walking Dead”), Daniel Betts (“Atlantic Crossing”), Armin Karima (“Sexual Education”), Tobi Bamtefa (“Feel Good”) e Jemima Rooper (“Gold Digger”). Os dez novos episódios são escritos e dirigidos por Anja Marquardt (“Ela Perdeu o Controle”) e contam com a produção executiva de Soderbergh. “Nossa abordagem nesta série sempre foi empoderar cineastas independentes, e o que Anja conseguiu ao combinar tecnologia de ponta com o mundo ‘The Girlfriend Experience’ é superexcitante e muito provocativo”, disse o cineasta em comunicado. A série de antologia é inspirada no filme homônimo de Soderbergh, que no Brasil foi lançado como “Confissões de uma Garota de Programa” (2009). Cada temporada conta uma história diferente – ou, no caso da 2ª temporada, duas histórias. O terceiro ano deve envolver também inteligência artificial.
Netflix prepara documentário sobre a temporada vitoriosa de Neymar no futebol francês
A Netflix está preparando um documentário sobre a atual temporada vitoriosa de Neymar no time francês Paris Saint-Germain. O projeto veio à tona quando a imprensa reparou que o jogador tem sido visto sempre com uma minicâmera na mão, que ele, inclusive, levou para dentro de campo quando comemorou o título da Copa da Liga Francesa. Nas últimas semanas, essa pequena câmera também apareceu na mão do jogador durante momentos de comemoração das vitórias sobre Atalanta e RB Leipzig, que rendeu a classificação do time francês para a final da Liga dos Campeões da UEFA. No vestiário, ele também a utiliza para registrar momentos importantes. Além das gravações de Neymar, a produção inclui uma equipe da filmagens, que acompanha jogos e treinos do PSG e segue Neymar em momentos de lazer, fora do ambiente de trabalho. O documentário é uma aposta da Netflix para concorrer com as produções esportivas da Amazon, que incluem bastidores de Manchester City, Liverpool e até da Seleção Brasileira. Neymar jã fez uma parceria anterior com a Netflix, ao participar da série “La Casa de Papel”. Ele vestiu um macacão laranja característico dos personagens e gravou algumas cenas da 3ª temporada da atração espanhola. O documentário sobre Neymar ainda não tem data de lançamento. A produção sofreu grande atraso por conta da pandemia do coronavírus, mas está em fase final de filmagem. Procurada pelo UOL Esporte, a Netflix comentou não ter informações a publicar sobre o tema.
Festival de Curtas de São Paulo vira mostra online gratuita com 212 filmes
O Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo — Curta Kinoforum — chega à sua 31ª edição adaptado para os tempos de pandemia. O evento virou uma mostra online gratuita, que reúne 212 filmes produzidos em 46 países, disponíveis a partir desta quinta (20/8) às 19h e até o dia 30 de agosto. Na programação do Festival, um dos maiores e mais tradicionais eventos dedicados ao formato no mundo, há filmes que participaram e foram premiados nos festivais de Cannes, Veneza, Roterdã, Sundance, Locarno, entre outros. Já os títulos nacionais trazem representantes de 12 estados brasileiros e do Distrito Federal. Além da exibição online, ainda haverá a ação “A Cidade é Uma Tela”, que projetará durante todos os dias do festival, às 19h, na fachada de um prédio de São Paulo, os curtas do programa Experimenta. Criado e dirigido por Zita Carvalhosa e organizado pela Associação Cultural Kinoforum, o evento é dividido em mostras e programas temáticos, e um deles é o Novas Áfricas, que destaca a presença negra nas telas. O programa tem curadoria de Claire Diao, jornalista e crítica de cinema francesa com origem em Burkina Faso, na África, considerada especialista na cinematografia contemporânea da África e da diáspora africana. São 13 obras, realizadas de 2017 a 2019, em países como Senegal, Marrocos, Congo, Quênia e Líbia. Junto dos filmes, também estão agendados encontros, debates, masterclass, atividades de formação, um seminário internacional e happy hours. Todas as atividades virtuais poderão ser acompanhadas no endereço online do festival e nos aplicativos innsaei.tv para celulares, tablets e smart TVs, disponíveis nas lojas do Google Play ou Apple Store. Para televisores, pode-se utilizar Airplay e Chromecast. A programação completa do festival está disponível no site oficial: https://2020.kinoforum.org/.
Outlander ganha minissérie derivada com “conversações”
A Sony Pictures Home Entertainment anunciou a produção de uma minissérie derivada de “Outlander”, com “conversações” envolvendo diferentes facetas da produção. Intitulada “End of Summer”, a atração terá quatro episódios, que serão disponibilizados a partir deste domingo (23/8) na página “Outlander Collector” no Facebook, dedicada ao lançamento da série em Blu-ray. Cada domingo trará um capítulo inédito e temático, com conversas com artistas do universo “Outlander”. Os episódios são “Book Corner With Diana Gabaldon and Maril Davis” (em 23 de agosto), apresentando uma prévia do próximo (9º) livro da saga; “A Taste of Outlander” (30 de agosto), em que atores Lauren Lyle (Marsali) e John Bell (Young Ian) aprendem a fazer um prato de peixe e batatas fritas inspirado no livro “Outlander Kitchen”, de Theresa Carle-Sanders; “The Music of Outlander” (6 de setembro), com participação do compositor Bear McCreary, da cantora Raya Yarbrough e com uma apresentação de Maria Doyle Kennedy (Tia Jocasta); e “Catch Up With Caitriona and Sam” (13 de setembro), com as estrelas Caitriona Balfe e Sam Heughan. A série no Facebook também arrecadará fundos para a organização internacional de ajuda humanitária Médicos Sem Fronteiras. “Outlander” encerrou sua 5ª temporada em maio no canal pago americano Starz e encontra-se renovada para a 6ª temporada – embora não exista a menor previsão para sua estreia, devido à pandemia de coronavírus. No Brasil, a série é disponibilizada pelo canal pago Fox Premium.
Björk vai estrelar filme de vikings do diretor de A Bruxa
A cantora islandesa Björk entrou no elenco de “The Northman”, novo filme do diretor Robert Eggers, responsável pelos terrores “A Bruxa” e “O Farol”. Desta vez, a produção é uma saga de vingança Viking ambientada na Islândia na virada do século 10. Mas o papel de Björk deve ser de uma bruxa. Ela vai se juntar a um elenco grandioso, que inclui Nicole Kidman (“Aquaman”), Willem Dafoe (“O Farol”), Claes Bang (“Drácula”), Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”), Ralph Ineson (também de “A Bruxa”) e os irmãos Bill (“It: A Coisa”) e Alexander Skarsgård (“Big Little Lies”). O poeta e romancista islandês Sjón Sigurdsson co-escreveu o roteiro com Eggers. E além de estrelar, Alexander Skarsgård é um dos produtores.
Zack Snyder revela novo teaser da sua versão de Liga da Justiça
Zack Snyder segue divulgando a nova versão de “Liga da Justiça”, que estreará na HBO Max no próximo ano. O diretor revelou um novo teaser do “Snyder Cut” para antecipar o lançamento do trailer, que vai acontecer no sábado (22/8) durante o evento DC FanDome da Warner Bros. Recentemente, ele contou como o projeto surgiu. Tudo começou com a hashtag #ReleaseTheSnyderCut, que se manteve entre os principais tópicos do Twitter por meses, levando os novos chefes da Warner a contatá-lo. Snyder e sua esposa então prepararam uma apresentação da versão do diretor para uma seleta plateia, que incluiu o presidente da Warner, Walter Hamada, e o chefe dos quadrinhos da DC, Jim Lee. Diante deles, Snyder compartilhou várias ideias para o lançamento de sua versão de “Liga da Justiça”, inclusive a proposta de ser dividido em vários episódios, como uma minissérie. Todos teriam saído do encontro empolgados, planejando como fazer o projeto acontecer. E logo a produção foi confirmada para a HBO Max. Oficialmente intitulada, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será lançado em streaming na HBO Max. E será bem diferente do filme exibido nos cinemas em 2017. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. A inauguração da HBO Max fez a nova diretoria da Warner não só topar como desembolsar mais dinheiro, entre US$ 20 e 30 milhões, para trabalhos de pós-produção do longa, que, ao contrário do que o próprio diretor deu a entender, encontra-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento contará com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. A Warner só vetou refilmagens, que dariam ao projeto o orçamento de um novo longa-metragem. Teaser Premiere 8/22 2:30pm (PDT) #DCFanDome pic.twitter.com/bxxPLuCyv3 — Zack Snyder (@ZackSnyder) August 20, 2020












