HBO Max lançará novas séries animadas de Batman e Superman
A HBO Max anunciou a produção de novas séries animadas de Batman e Superman, que serão conduzidas pelo co-criador de “Batman: A Série Animada”, Bruce Timm, e o presidente da Warner Bros. Animation, Sam Register. Com maior impacto, “Batman: Caped Crusader” trará Bruce Timm de volta ao universo que já rendeu para o estúdio a personagem da Arlequina. Ele vai trabalhar no novo projeto com ninguém menos que os cineastas JJ Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Matt Reeves (do vindouro filme do “Batman”. “Estamos muito empolgados em trabalhar juntos para trazer esse personagem de volta, para contar novas histórias cativantes em Gotham City”, disseram o trio num comunicado conjunto. “A série será emocionante, cinematográfica e evocativa das raízes noir do Batman, enquanto mergulha mais fundo na psicologia desses personagens icônicos. Mal podemos esperar para compartilhar este novo mundo.” “’Batman: A Série Animada’ foi uma obra-prima que moldou a percepção do personagem para toda uma geração de fãs”, acrescentou Sam Register. “É com esse espírito que estamos reunindo três mestres contadores de histórias em JJ, Matt e Bruce – cada um com sua própria compreensão intuitiva e afeição pelo personagem – para criar uma nova série que continuará o mesmo legado inovador.” Register é o principal produtor de “My Adventures With Superman”, que está mais adiantada, tem dubladores definidos, e vai estrear com a 2ª temporada já encomendada. A atração vai mostrar Clark Kent, identidade do super-herói mais poderoso do mundo, em seus primeiros dias como repórter do Planeta Diário. A trama vai destacar sua parceria como seu melhor amigo, o fotógrafo Jimmy Olsen, conforme eles começam a descobrir o que podem realizar juntos como uma equipe de jornalismo investigativo. Olsen será retratado como um jovem preto, seguindo a mudança estabelecida pela série “Supergirl”, em vez do visual ruivo dos quadrinhos originais. A série também destacará Lois Lane como uma estrela das notícias, que coloca Jimmy sob sua proteção, enquanto começa a se apaixonar por Clark. Os atores Jack Quaid (“The Boys”) e Alice Lee (“Zoey’s Extraordinary Playlist”) darão voz aos supernamorados mais conhecidos dos quadrinhos. “Tem sido uma ótima parceria trabalhar com Cartoon Network e HBO Max para trazer mais super-heróis da DC para a plataforma de maneiras novas e criativamente interessantes”, declarou Register. “Esta é a primeira série animada do Superman em muitos anos e queremos contar nossa história do Superman através do trio formado por Clark, Lois e Jimmy – cuja dinâmica de relacionamento permitirá tramas ricas, serializadas e envolventes, enquanto exploramos suas vidas como indivíduos e seu crescimento como melhores amigos.” As séries terão abordagens e visuais bem diferentes, como se pode ver pelo material adiantado. A atração de Batman se inspira nos desenhos mais sombrios de Bob Kane, criador do personagem em 1939, enquanto o material de Superman assume uma aparência moderna e leve de anime. As fotos acima e abaixo já são registros das duas produções.
Jeremy Irvine negocia viver Lanterna Verde gay na HBO Max
A Greg Berlanti Productions começou a definir o elenco de sua série baseada nos quadrinhos do “Lanterna Verde”. Depois de escolher Finn Wittrock (“American Horror Story”) como Guy Gardner, os produtores agora negociam com Jeremy Irvine (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) para o papel de Alan Scott. Scott é um dos personagens gays de maior destaque no Universo DC, embora sua sexualidade seja um desenvolvimento recente. Ele foi criado em 1940 como o Lanterna Verde original, duas décadas antes da editora redefinir o personagem como um herói espacial encarnado por Hal Jordan. Com o sucesso da versão de Jordan, o original ficou esquecido até ser reintroduzido como um Lanterna Verde de uma Terra paralela. Graças aos sucessivos reboots da DC, Scott acabou rejuvenescido e reconcebido como gay, como parte de uma iniciativa por maior inclusão na editora. Desenvolvida para a plataforma HBO Max, a série deverá ser a mais cara produção de Greg Berlanti, o mentor do “Arrowverso”, trazendo vários Lanternas Verdes diferentes. O projeto pretende apresentar a Tropa dos Lanternas Verdes como uma saga que se estende por décadas e galáxias. Nos quadrinhos, os Lanternas Verdes são os policiais galácticos que patrulham o universo conhecido e desconhecido. O roteiro da adaptação está a cargo de Seth Grahame-Smith (“Lego Batman: O Filme”) e Marc Guggenheim (co-criador do “Arrowverso”). E curiosamente representa uma segunda chance para Berlanti e Guggenheim de acertar a mitologia desses personagens. Os dois assinaram o roteiro do fracassado filme do “Lanterna Verde” (com Michael Green, de “Logan”).
Diretores de “Bad Boys Para Sempre” farão filme da Batgirl
A Warner contratou os diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pelo sucesso de “Bad Boys Para Sempre” (2020), para comandarem o filme da Batgirl. A escolha quebra uma regra não escrita dos estúdios, que vinham escalando mulheres para dirigir filmes de heroínas dos quadrinhos. A própria Warner fez isso com “Mulher Maravilha” (dirigido por Patty Jenkins) e “Aves de Rapina” (de Cathy Yan). Por outro lado, a dupla de “Bad Boys” sucede outra opção masculina para a adaptação. Joss Whedon começou a escrever o primeiro filme solo de Barbara Gordon em 2017, mas nunca encontrou o tom e desistiu (antes de se envolver em várias polêmicas por mau comportamento nos bastidores de “Liga da Justiça” e se queimar em Hollywood). Com sua saída, o roteiro ficou a cargo de Christina Hodson, que escreveu “Aves de Rapina” e também assina o vindouro filme do “Flash”. Em março desse ano, a Warner confirmou que, em meio a essas mudanças, continuava a avançar com o filme. A revelação aconteceu durante a apresentação de uma lista de produções em desenvolvimento com conteúdo baseado em propriedades da DC Comics. “Batgirl”, porém, não deve chegar aos cinemas e sim ser lançada diretamente na HBO Max. “Com ‘Batgirl’, esperamos levar o público a um passeio divertido e mostrar um lado diferente de Gotham”, disse a produtora Kristin Burr (que também está à frente de “Cruella”). “O roteiro de Christina é repleto de espírito. Adil e Bilall têm uma energia entusiasmada e alegre, que é contagiante, tornando-os os cineastas perfeitos para este Batprojeto. E estou empolgada por fazer parte do universo DC, o que é muito legal”, completou. El Arbi e Fallah nasceram no Marrocos e estudaram cinema na Bélgica, mas se destacaram na TV americana. Eles comandaram a série “Snowfall”, que lhes rendeu o convite para dirigir o terceiro filme de “Bad Boys”, maior bilheteria de 2020. Depois disso, ainda adquiriram experiência com adaptações de quadrinhos e super-heroínas, ao assumirem a direção de episódios da vindoura série “Ms. Marvel”, da editora rival da DC Comics, que deve estrear na Disney+ no fim do ano. Curiosamente, o novo filme da Warner tende a conflitar com a primeira aparição da personagem na HBO Max, já que Barbara Gordon será deficiente na 3ª temporada de “Titãs”, que estreia ainda este ano em streaming. Embora a sinopse não tenha sido revelada, “Batgirl” deve contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar sua identidade secreta e combater o crime. Esta origem já foi apresentada em formato live-action, logo na estreia da personagem. Batgirl surgiu em 1967, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada. Escolhida como intérprete da personagem, a atriz Yvonne Craig acabou também servindo como modelo físico para as primeiras artes da personagem, quando Batgirl foi integrada aos quadrinhos – quase simultaneamente à sua estreia na TV. Apesar de ter se tornado uma das heroínas mais populares da DC Comics, ela só apareceu no cinema 30 anos depois, quando Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). O fracasso de público e crítica daquela produção acabou reforçando a aposentadoria da personagem, que nos quadrinhos virou tetraplégica e passou a adotar a identidade de Oráculo, especializando-se em computação e serviços de inteligência para outros heróis. Essa versão de Barbara Gordon também já foi vista em carne e osso, na série “Birds of Prey” (lançada no Brasil com o título equivocado de “Mulher Gato”), interpretada por Dina Meyer em 2002. Duas outras heroínas assumiram sua identidade, mantendo o nome de Batgirl vivo nos quadrinhos. Até que a DC Comics passou por dois reboots e mudou tudo, voltando a trazer Barbara Gordon em forma e de volta à ação como a Batgirl original.
Criadora de “The Vampire Diaries” fará série da saga “Academia dos Vampiros”
A saga literária “Academia dos Vampiros” vai ganhar uma nova adaptação, desta vez como série. Os livros de Richelle Mead serão transformados em episódios de streaming por uma especialista no gênero dos vampiros adolescentes, Julie Plec, criadora de “The Vampire Diaries” e seus dois derivados, “The Originals” e “Legacy”. A produção está sendo desenvolvida para a plataforma americana Peacok, do grupo de mídia NBCUniversal, que encomendou uma 1ª temporada de 10 episódios. No anúncio do projeto, a produtora Julie Plec revelou que tinha vontade de fazer a série acontecer há tempos, mas que a oportunidade só veio agora com a explosão do streaming. “Quando assinei meu novo contrato com a Universal Television, eles perguntaram qual projeto eu sempre estive morrendo de vontade de fazer e minha resposta imediata foi ‘Academia dos Vampiros'”, ela disse no comunicado da atração. A série vai ter o nome original da saga, “Vampire Academy” em inglês, e levar às telas uma história que se estende por seis livros e se passa em uma escola de elite. A trama retrata um mundo em que vampiros são a classe dominante, uma aristocracia cheia de privilégios e glamour, que tem seu status colocado em cheque quando a amizade entre uma jovem vampira da nobreza e uma adolescente comum transcende suas diferenças, em meio a conspirações e uma tentativa de golpe pela liderança dos vampiros. O primeiro volume dessa história já foi adaptado pelo cinema, num filme lançado em 2014, que trazia Zoey Deutch e Lucy Fry nos papéis principais. Mas o lançamento, que pretendia pegar carona no sucesso de “Crepúsculo” e, ironicamente, da série “The Vampire Diaries”, acabou chegando atrasado na moda dos vampiros românticos e fracassou nas bilheterias. Veja abaixo o trailer legendado do filme dirigido por Mark Waters (“Meninas Malvadas”) em 2014.
KJ Apa, o Archie de “Riverdale”, vai virar papai
O ator KJ Apa, que interpreta Archie em “Riverdale”, anunciou que vai virar papai. A revelação foi feita em seu Instagram com uma foto em que aparece ao lado da namorada, a modelo Clara Berry. A imagem traz o barrigão da futura mamãe bem à mostra, indicando que ela já está grávida de vários meses. A futura mamãe também divulgou outras fotos em seu Instagram, dando ainda maior destaque para o tamanho de sua barriga. “Ela está grávida, a propósito”, comentou KJ no Instagram de Berry, recebendo parabéns de Camila Mendes, Lili Reinhart, Madelaine Petsch e outros colegas de “Riverdale”, na sequência da publicação. Camila Mendes, por sinal, usou a palavra “neném”, em português, para cumprimentar os novos papais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por KJ Apa (@kjapa) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Clara Berry (@clara.berry)
Paul Mooney (1941–2021)
O comediante Paul Mooney morreu nesta quarta (19/5), vítima de um ataque cardíaco, enquanto estava em estava em sua casa, na cidade de Oakland, na Califórnia. Ele tinha 79 anos e era conhecido por uma duradoura parceria com o amigo Richard Pryor (1940–2005). Mooney começou sua vida artística no circo, onde desenvolveu sua paixão por escrever e contar piadas. Ao longo de sua careira, apareceu em várias produções do cinema e da TV, mas começou em 1972 como roteirista de “Sanford and Son”, sitcom pioneira sobre uma família negra. Desde o começo, seu estilo cômico foi marcado por questionamentos sociais, procurando usar o riso como forma de denunciar o racismo e provocar reflexões sobre a política racial nos Estados Unidos. Sua longa parceira profissional com Richard Pryor teve início quando o famoso humorista foi convidado a aparecer na 1ª temporada do programa “Saturday Night Live”, em 1975, e requisitou Mooney para escrever seus esquetes. Ele gostou tanto das piadas que o contratou como roteirista de um especial de TV e de seu próprio programa, “The Richard Pryor Show”, em 1977. Nessa época, as piadas de Mooney lançaram a carreira do ator Robin Williams, que estreava na TV como um dos comediantes da produção da rede NBC. A transição de Mooney para frente das câmeras também começou durante o programa de Pryor e se estendeu para o cinema no mesmo ano, na comédia “O Que Vai Ser Agora?” (1977), também estrelada por Pryor. Os dois voltaram a atuar juntos no clássico “Rompendo Correntes” (1981) e Mooney ainda escreveu o especial “Richard Pryor… Here and Now” (1983) e o drama “Nos Palcos da Vida” (1986), únicos filmes dirigidos pelo comediante, além de servir como “consultor” em “Chuva de Milhões” (1985), um dos maiores sucessos comerciais do amigo. Paralelamente, lançou-se em carreira “solo”, aparecendo em “A História de Buddy Holly” (1977), “Confusões em Hollywood” (1987), “Um Maluco no Exército” (1994) e “A Hora do Show” (2000), que foi dirigido por Spike Lee, entre outros projetos. Ele também se especializou em roteirizar especiais musicais para a televisão e escreveu vários esquetes do famoso programa humorístico dos anos 1990 “In Living Colour”, que lançou Jennifer Lopez, Jamie Foxx e Jim Carrey (além de estabelecer a dinastia de humor da família Wayans). Nos últimos anos, Mooney vinha se dedicando à sua própria carreira como comediante, escrevendo e estrelando shows e especiais de stand up (lançados entre 2002 e 2014).
Casal de “High School Musical” vai voltar a viver romance nas telas
Um dos casais dos telefilmes “High School Musical” vai voltar a se envolver romanticamente numa nova produção televisiva. Corbin Bleu e Monique Coleman, que interpretaram Chad e Taylor na trilogia da Disney, serão as estrelas do vindouro filme “A Christmas Dance Reunion”, no canal pago americano Lifetime. No longa, a bem-sucedida advogada Lucy Mortimer (Monique) retorna com sua mãe Virginia ao local em que passou a infância para ajudar a celebrar o último Natal do Winterleigh Resort, antes que o hotel feche suas portas. Lá, Lucy se reencontra com seu antigo parceiro de dança, Barrett Brewster (Corbin), e deve decidir se está disposta a se arriscar no amor e ser sua parceira no que pode ser o último Baile de Natal do resort. O canal Lifetime divulgou um pôster da atração, que tem direção de Brian Herzlinger, especialista em filmes de Natal (“A Christmas Switch”, “A Christmas Movie Christmas”, “A Welcome Home Christmas”, etc) e estreia no fim do ano nos EUA – justamente durante a programação natalina – , mas ainda não tem previsão de exibição no Brasil. Confira abaixo a primeira imagem oficial do longa.
Netflix confirma produção da primeira série de Arnold Schwarzenegger
A Netflix oficializou a produção da primeira série estrelada por Arnold Schwarzenegger. A plataforma superou vários candidatos interessados em exibir a atração produzida pela Skydance Television. Ainda sem título, a série foi criada por Nick Santora (criador de “Scorpion”), e trará o astro de 73 anos como um pai de família que se envolve em uma trama global de espionagem ao lado da filha. A personagem feminina será vivida por Monica Barbaro, que estrela a vindoura continuação de “Top Gun”. O negócio foi fechado apenas com uma apresentação preliminar e antes do roteiro do piloto ser finalizado, apurou o site The Hollywood Reporter. Mas a postagem na rede social revela a premissa existente: “Arnold Schwarzenegger vai estrelar e produzir uma nova série sobre um pai e uma filha (Monica Barbaro) que descobrem que ambos trabalharam secretamente como agentes da CIA. Forçados a se unir de uma hora para outra, eles precisam enfrentar o fato de que tudo o que pensavam que sabiam sobre o outro era uma mentira”. Curiosamente, a trama lembra “True Lies”, série de espionagem em que Schwarzenegger vivia um agente secreto que escondia sua verdadeira profissão da família. Na época, mãe e filha de seu personagem eram vividas por Jamie Lee Curtis (“Halloween”) e a então adolescente Eliza Dushku (das séries “Buffy” e “Dollhouse”). Além de estrelar, Schwarzenegger é um dos produtores da atração, ao lado de Nick Santora e executivos da Skydance. A Skydance já tem uma tradição de parceria com Schwarzenegger. Juntos, fizeram os dois últimos filmes da franquia “O Exterminador do Futuro” – “Gênesis” (2015) e “Futuro Sombro” (2019). Ainda em fase de desenvolvimento, a série só deve estrear em 2023. Arnold @Schwarzenegger will star in & EP a new series about a father & daughter (Monica Barbaro) who discover they’ve both been secretly working as CIA Operatives. Now, forced to team up, they must confront the fact everything they thought they knew about the other has been a lie pic.twitter.com/HwEDAvR0qj — Netflix (@netflix) May 19, 2021
Vida de Cher vai virar filme do roteirista de “Forest Gump”
A cantora Cher anunciou que vai ganhar um filme sobre a sua vida. Ela revelou nas redes sociais que o longa está sendo desenvolvido pelo estúdio Universal, com roteiro do vencedor do Oscar Eric Roth (por “Forest Gump”) e produção dos responsáveis pela franquia “Mamma Mia!”. “Tenho algo a contar para vocês”, escreveu a estrela de 74 anos ao se dirigir aos fãs no começo do desta quarta (19/5). Depois de manter os seguidores em suspense por três horas, ela publicou que era para esperarem uma novidade, que descreveu como “maravilhosa”. Enfim, estendendo o hiato por mais uma hora, tempo de “ir ao chuveiro”, ela soltou: “Ok, a Universal fará uma biografia com a produção dos meus amigos Judy Craymer e Gary Goetzman. Eles produziram os dois filmes de ‘Mamma Mia!’. Meu querido amigo e vencedor do Oscar, Eric Roth, será o roteirista! ‘Forrest Gump’, ‘Nasce uma Estrela’ e ‘Sob Suspeita’ são alguns de seus filmes”, contou a cantora. Cher integrou o elenco de “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”, em 2018. E está escalada para estrelar “Artist in Residence”, vindouro longa de Raymond De Felitta (diretor de “Confusões em Família” e da minissérie “Madoff”). Mais detalhes de sua biografia devem ser divulgados em breve. I have something to tell youFIRST💋 — Cher (@cher) May 19, 2021 Maybe you won’t Think it’sAs wonderful as I Think it is,but I Promise you….At some point you will.I would Have held Onto infoFor a while… but what do I Know….0 — Cher (@cher) May 19, 2021 Have to take shower — Cher (@cher) May 19, 2021 Ok Universal is Doing Biopic With My Friends JUDY CRAYMER,GARY GOETZMAN PRODUCING.THEYY PRODUCED BOTH MAMMA MIA’S,&MY DEAR DEAR Friend 4 YRS, & OSCAR WINNER..ERIC ROTH IS GOING 2 WRITE IT👻🎂‼️FORREST GUMPA STAR IS BORNSUSPECTTO NAME A FEW OF IS FILMS — Cher (@cher) May 19, 2021
Salma Hayek revela que quase morreu de covid-19
Salma Hayek revelou que ficou à beira da morte em decorrência da covid-19. Em entrevista à revista Variety, a estrela mexicana contou que passou a maior parte de 2020 tentando se recuperar da doença, após contrair o vírus no início da pandemia. “Meu médico implorou que eu fosse para o hospital porque eu estava muito mal. Eu disse: ‘Não, obrigada. Eu prefiro morrer em casa'”, ela admitiu. A estrela de 54 anos precisou receber oxigênio e passou sete semanas isolada em um dos quartos de sua mansão, onde mora com o marido, o empresário francês François-Henri Pinault, e a filha Valentina, de 13 anos. Antes de pegar covid-19, ela filmou o filme da Marvel “Eternos” e “Dupla Explosiva 2 e a Primeira Dama do Crime”. E especialmente no segundo teve várias cenas de ação – ao lado de Samuel L. Jackson e Ryan Reynolds, astros do primeiro “Dupla Explosiva” (2017). Mas ela observou que não conseguiria fazer isso hoje. Mesmo tendo passado um ano do contágio, Hayek afirmou que ainda não recuperou a energia que tinha antes. A atriz só voltou ao trabalho no mês passado, para filmar sua participação no filme “House of Gucci”, dirigido por Ridley Scott. Ela tem o papel de uma vidente que foi condenada por ajudar Patrizia Reggiani (interpretada por Lady Gaga) a orquestrar o assassinato de seu ex-marido Maurizio Gucci (vivido por Adam Driver), herdeiro da marca Gucci. “Como não foi por muito tempo, foi fácil. Foi o emprego perfeito para voltar ao trabalho”, contou a atriz. Os cinemas brasileiros receberão os três filmes que ela já finalizou nos próximos meses: “Dupla Explosiva 2” tem previsão de estreia para 1 de julho, “Eternos” em 28 de outubro e “House of Gucci” em 25 de novembro.
Montanha de “Game of Thrones” perde 50 kg na pandemia
O ator e fisiculturista islandês Hafthór Júlíus Björnsson, que ficou conhecido por viver personagem Gregor Clegane, o Montanha, em “Game Of Thrones”, perdeu 50 kg durante a pandemia de coronavírus. Mas se engana quem achou que ele perdeu massa muscular. A mudança de peso foi resultado de malhação intensiva e uma nova dieta. Ele está até mais definido do que antes. “De 205kg a 155kg. Deslize para ver a diferença”, anunciou Hafthór no Instagram, com uma foto do “antes” e do “depois”. O gigante de 2,06 metros de altura vem descrevendo sua nova dieta em seu canal do Youtube. Além de ator, Hafthór é campeão de várias competições de força, tendo vencido várias vezes o título de “Homem Mais Forte do Mundo”. No entanto, ele decidiu abandonar as competições em 2020, após ganhar o título de “Homem Mais Forte da Islândia” pela décima vez consecutiva. “Ótima maneira de terminar minha carreira de homem forte. Agora começa uma jornada diferente e estou superanimado”, explicou na época. Ele voltou recentemente à atuação e poderá ser visto em 2022 no filme de vikings “The Northman”, de Robert Eggers (“A Bruxa”, “O Farol”), ao lado de Anya Taylor-Joy, Alexander Skarsgård e Nicole Kidman. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Hafþór Júlíus Björnsson (@thorbjornsson)
Netflix revela trailers dos episódios “extras” de “Elite”
A Netflix divulgou nas redes sociais os trailers dos episódios “extras” de “Elite”, que serão disponibilizados antes da estreia da 4ª temporada. São ao todo quatro curtas com os personagens da série, incluindo cenas de romances e reconciliações, que serão liberados diariamente (um por dia), a partir de 14 de junho como um aquecimento para a estreia dos episódios oficiais no dia 18. A iniciativa pretende criar uma “semana de Elite”, chamando ainda mais atenção para a volta da atração. A trama dos mini-episódios se passará durante as férias dos alunos de Las Encinas e, conforme adiantou a plataforma, “contará com muitas surpresas”. Veja abaixo as prévias. una Historia Breve de una fiesta fuera de control 💚 A Short Story about a wild party 💚14 JUN #EliteWeek pic.twitter.com/aklBwAKZTh — EliteNetflix (@EliteNetflix) May 14, 2021 una Historia Breve de una relación de larga distancia 💜A Short Story about a long-distance relationship 💜15 JUN #EliteWeek pic.twitter.com/vy0Pi1WwN8 — EliteNetflix (@EliteNetflix) May 15, 2021 una Historia Breve de amistad incondicional 💙A Short Story about an unconditional friendship 💙16 JUN #EliteWeek pic.twitter.com/GADUVtq9Jz — EliteNetflix (@EliteNetflix) May 16, 2021 Una Historia Breve de un amor imposible 💗A Short Story about an impossible love 💗17 JUN #EliteWeek pic.twitter.com/DKRAyUzKqR — EliteNetflix (@EliteNetflix) May 17, 2021 Tô pronta pra esse aquecimento da 4ª temporada de Elite. Com uma história por dia, de 14 a 17 de junho. Vem aí: Elite Histórias Breves. 🔥 pic.twitter.com/pZe2NndkuX — netflixbrasil (@NetflixBrasil) May 19, 2021
Atrizes de “Stranger Things” vão estrelar trilogia de terror na Netflix. Veja o trailer
A Netflix divulgou o pôster e o trailer da trilogia de terror “Rua do Medo” (Fear Street). O vídeo mostra cenas de três filmes diferentes inspirados na famosa coleção literária de mesmo nome, escrita por R.L. Stine, o “Stephen King da literatura infantil”. Stine vem escrevendo a dezena de obras de “Rua do Medo” e seus spin-offs desde 1989 – o livro mais recente é de 2015. Trata-se da segunda maior franquia do escritor, perdendo apenas para a mais popular de todas, “Goosebumps”, que já virou série de TV e filmes. A adaptação live-action estava em desenvolvimento desde 2015, originalmente com a intenção de ser apenas um filme. Agora, multiplicado pela plataforma que popularizou as maratonas de conteúdo, será três longas passados em épocas diferentes – nos anos de 1666, 1978 e 1994 – , mas sempre no mesmo local: a pequena cidade de Shadyside, em Ohio, nos EUA. O elenco da trilogia vai reunir rostos conhecidos das séries e filmes da Netflix, como Maya Hawke e Sadie Sink de “Stranger Things”, Kiana Madeira, de “Gatunas”, Gillian Jacobs de “Love”, Olivia Welch de “Inacreditável”, Michael Provost de “Insaciável”, Benjamin Flores Jr. de “Fim do Mundo” e Ashley Zukerman de “Designed Survivor”. Com direção de Leigh Janiak (do terror “Honeymoon” e de episódios da série “Pânico”/Scream), os filmes serão lançados semanalmente entre os dias 2 e 16 de julho, começando por “Rua do Medo: 1994” até chegar em “Rua do Medo: 1666”. O detalhe é que história de 1666 é a origem e as demais lidarão com as consequências, mostrando adolescentes apanhados em eventos aterrorizantes, que remontam à séculos atrás. Outra informação importante sobre o projeto é que os filmes terão classificação etária mais elevada que os livros, originalmente feito para crianças. Mas como a Netflix Brasil divulgou o trailer apenas em versão dublada com vozes de desenho animado infantil, a intenção pode ficar menos clara para o público nacional. Compare abaixo os trailers com a dublagem em português e a versão original da Netflix americana, que soam completamente diferentes.












