Diretor iraniano é assassinado, desmembrado e jogado no lixo pelos próprios pais
Os pais do diretor iraniano Babak Khorramdin, de 47 anos, confessaram ter matado e esquartejado o filho no último domingo (16/5). Segundo a agência de notícias iraniana Rok News Agency, o pai, Akbar Khorramdin, não se arrepende do crime. Em seu depoimento, ele disse: “Estou aliviado… Não tenho mais preocupações na minha vida”. O corpo do diretor foi encontrado dentro de uma mala numa lata de lixo em Ektaban, bairro da capital iraniana Teerã. Khorramdin formou-se na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Teerã em 2009 com um mestrado em cinema e no se mudou para Londres em 2010 para continuar seus estudos. Depois de passar anos morando na Inglaterra, o diretor retornou ao país natal para dar aulas na Universidade Karaj. Seus créditos incluem uma série de curtas-metragens feitos em Londres, incluindo “Crevice” e “Oath to Yashar”, que conta a história da experiência de um jovem fictício de se mudar para Londres para estudar e sentir falta de sua família em casa. “Desde a pandemia e o início das aulas online, Babak trazia estudantes para a nossa casa três vezes por semana, dizendo que daria aulas particulares”, disse o pai à Corte Criminal de Teerã. “Mas ele só trazia estudantes mulheres para casa. Nem sabíamos se eram estudantes mesmo”, acrescentou como justificativa para o assassinato, supostamente cometido em nome da honra e da decência. Akbar relatou que queria vender o carro e dar dinheiro para o filho alugar o próprio apartamento, mas Babak, ao ouvir a proposta, respondeu que nunca sairia da casa dos pais. “Eu avisei que ou ele saía, ou eu conhecia alguém que aceitaria 10 milhões de tomãs [moeda iraniana] para matá-lo. Babak sorriu e disse: ‘Não seja bobo. Eu sou o Babak; ninguém pode fazer nada comigo'”. Com a recusa, o pai confessou que planejou o assassinato do filho com a esposa. De acordo com o depoimento, a mãe colocou sonífero na comida do filho e o pai o esfaqueou até a morte. Em seguida, os dois levaram o corpo até o banheiro, onde o esquartejaram para colocá-lo em uma mala. Pai e mãe do diretor agora estão presos.
Billy Porter revela ser soropositivo como seu personagem de “Pose”
Vida e arte voltam a se refletir. O ator Billy Porter revelou publicamente um “segredo” que escondeu por 14 anos. Assim como seu personagem Pray Tell, na série “Pose”, ele é portador do vírus do HIV. O status de soropositivo, descoberto em 2007, permaneceu em segredo para todos fora de seu círculo mais íntimo, inclusive a equipe da série, até recentemente. “Eu sou parte da geração que deveria se cuidar melhor, mas aconteceu comigo de qualquer forma. Foi o pior ano da minha vida”, contou o ator num artigo de capa da revista The Hollywood Reporter nesta quarta (19/5). Em seu relato, Billy Porter contou que foi diagnosticado com diabetes em fevereiro de 2007, declarou falência em março, e recebeu a notícia de que era soropositivo em junho. “A vergonha que eu senti naquela época, adicionada à vergonha que já tinha acumulado em toda a minha vida [pela homofobia] me silenciou, e eu tenho vivido envergonhado e em silêncio por 14 anos. Ser soropositivo, no lugar de onde eu vim, crescendo dentro da igreja pentecostal em uma família muito religiosa, era a punição de Deus”, disse Porter. A declaração revela outras coincidências com a série. No último episódio exibido na TV americana, após ser diagnosticado com apenas seis meses de vida, Pray Tell resolve se despedir da família, revelando ter crescido na igreja e ter mãe e tias profundamente religiosas. Porter diz que pesou na sua decisão de manter o contágio pelo vírus HIV em segredo o medo sobre como isso afetaria sua carreira. “Eu não sabia se seria capaz de atuar se as pessoas erradas descobrissem. Seria uma outra forma de as pessoas discriminarem contra mim, em uma profissão já bastante discriminatória. Então tentei pensar nisso o mínimo possível, bloquei tudo. Mas a quarentena me ensinou muita coisa”, disse. “Agora, não é mais só sobre mim. Chegou o momento de amadurecer e seguir adiante, porque a vergonha pode ser algo destrutivo – se você não lida com ela, a vergonha pode destruir tudo em seu caminho”, disse o ator sobre mudança de perspectiva conquistada com o casamento. O ator sugeriu que vencer um Emmy por “Pose” em 2019 lhe deu mais segurança profissional. Além disso, um ano antes da estreia da série, ele se tornou um homem casado, reforçando sua segurança pessoal. “Isso não poderia ter acontecido em um momento melhor. Todos os sonhos que eu já tive estão se realizando ao mesmo tempo”, afirmou, dizendo que encerrar o segredo o fez “sentir o coração mais leve”. “Como uma pessoa negra, especialmente um homem negro neste planeta, você precisa ser perfeito se não quiser ser morto. Mas olhe para mim: eu sou uma estatística, mas também a transcendi. Ser HIV positivo, hoje em dia, é isso. Eu vou morrer por algum outro motivo antes de morrer de AIDS. A minha contagem de glóbulos brancos [células que cuidam da imunidade do corpo] é duas vezes maior do que a sua, por causa da medicação que eu tomo”, apontou sobre como as expectativas mudaram desde os anos 1990, época retratada em “Pose”, e que hoje é bastante normal viver com HIV. “Tenho certeza que isso vai me seguir por aí. Tenho certeza que vão me introduzir como: ‘O ator HIV positivo, blá blá blá’. Okay. Tudo bem. Não é a única coisa que eu sou. Sou muito mais do que meu diagnóstico. Se você não quiser trabalhar comigo por causa do meu status, então você não merece trabalhar comigo”, conclui. E depois do episódio de “Pose” exibido nos EUA no último domingo, em que ele canta como uma anjo, chora como um mártir e abala uma comunidade inteira com sua presença, quem não gostaria de contar com o enorme talento de Billy Porter em qualquer trabalho? Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Billy Porter (@theebillyporter) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Billy Porter (@theebillyporter)
Atriz de “Grey’s Anatomy” viverá personagem não-binária no revival de “Sex and the City”
A atriz Sara Ramirez (a Callie de “Grey’s Anatomy”) é a primeira novidade confirmada no revival de “Sex and the City”. E põe novidade nisso. Ela interpretará a primeira personagem não-binária a aparecer na franquia. Ramirez interpretará Che, que usará os pronomes neutros (em inglês) “they/them” por não se ver nem como homem nem como mulher. Comediante de stand-up, Che também apresenta um podcast, no qual Carrie (Sarah Jessica Parker) é uma convidada frequente. “Com uma grande personalidade e um coração ainda maior, um bom humor irrepreensível e uma visão progressista e humanitária dos papéis de gênero, Che é muito popular no mundo dos podcasts e da comédia”, diz a descrição da personagem. Vale lembrar que a própria Sara Ramirez revelou, em 2020, que se identifica como uma pessoa não-binária. Em “Grey’s Anatomy”, sua personagem viveu um triângulo amoroso com pessoas de sexo diferentes. Ela também se destacou na série “Madam Secretary”, onde passou a adotar uma aparência mais masculina. A atriz mostrou seu entusiasmo com a opção dos produtores com um post do roteiro do revival no Instagram. A inclusão de uma personagem não-binária demonstra que “Sex and the City” vai voltar bem diferente na plataforma HBO Max. Não por acaso, até o título será outro: “And Just Like That…”, uma frase usada por Carrie na série original. Ainda sem data de estreia definida, o reboot terá 10 episódios e vai seguir três das estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), enquanto lidam com a evolução de suas vidas após os 50 anos em Nova York. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o quarteto central ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. Mas enquanto o primeiro foi um sucesso de público e crítica, o fracasso do segundo implodiu os planos de uma trilogia e fez Kim Catrall (Samantha) jurar nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Das quatro protagonistas da série original, Kim Cattrall é a única que não participará do retorno – e há sites de apostas promovendo lances sobre o destino de Samantha na trama. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sara Ramirez (@therealsararamirez)
Demi Lovato se assume como pessoa não-binária
A cantora e atriz Demi Lovato anunciou que se identifica como uma pessoa não-binária e prefere que as pessoas passam a chamá-la com pronomes neutros. A mudança aconteceu na estreia do seu novo podcast, “4D with Demi Lovato”. “Durante o último ano e meio, eu passei por um processo de cura e reflexão. Com a ajuda deste trabalho, eu tive a revelação que me identifico como pessoa não-binária. Dito isso, eu oficialmente vou mudar meus pronomes para ‘they/them’. Acredito que isso representa melhor a fluidez que sinto na minha expressão de gênero, e permite com que eu tenha mais autenticidade e honestidade em relação a quem sou, a quem ainda estou descobrindo”, disse Demi Lovato no podcast. Em inglês, os pronomes “they/them” tem sido adotados como opção de neutralidade de gênero para se referir a homens, mulheres ou pessoas não-binárias — que não se identificam como nenhum dos dois gêneros. Em português, porém, os pronomes são plurais masculinos – eles/deles, em tradução literal – e não funcionam da mesma forma numa linguagem “politicamente correta”. Demi frisou que não se considera expert no assunto, e nem quer “falar por todas as pessoas não-binárias”. “Eu também não vou me irritar quando as pessoas deslizarem e usarem ‘ela/dela’ para falar de mim. Eu sei que, estando na minha posição [de pessoa pública], vai demorar um tempo para que as pessoas se acostumem”, acrescentou. Também deixou claro que sua aparência ou forma de se vestir não vai mudar por causa desse anúncio. “Eu quero que todo mundo entenda que ser uma pessoa não-binária não significa que eu não vá continuar me vestindo da forma como quiser”. Ou seja, não há obrigação de se vestir como homem de uma hora para outra, e quem reparar pode perceber que ela já tem buscado um visual unissex nos últimos tempos. “Eu poderia dar as costas para a minha carreira hoje, mas amanhã eu ainda iria me identificar como uma pessoa não-binária. Pela primeira vez na minha vida, estou colocando o meu bem-estar acima da minha carreira. Essa é a diferença entre fazer algo buscando atenção, e fazer algo porque é a sua verdade. Eu sei que nem todo mundo vai amar esse meu anúncio. Eu sei que algumas pessoas vão reagir com um medo irracional”, acrescentou. Por fim, ela relacionou sua “saída do armário” binário à sua overdose de 2018, quando “ficou a 5 ou 10 minutos da morte”, em suas próprias palavras. “Sinto que o motivo de aquilo ter acontecido é que eu não estava vivendo a minha verdade”, considerou. “Eu estava suprimindo quem eu realmente era para agradar stylists ou membros do meu time, ou mesmo os fãs, que queriam que eu fosse uma popstar feminina que usava roupas sexy. Eu achei que aquilo era o que eu deveria ser. Agora, percebo que é muito mais importante viver minha verdade do que me suprimir, porque isso [a overdose] é o tipo de coisa que acontece quando você se suprime”, afirmou, contextualizando sua overdose. Veja a íntegra do podcast abaixo.
Ex-assistente processa Marilyn Manson por abusos sexuais
Marilyn Manson está sofrendo um segundo processo por abusos sexuais. Segundo apurou a Page Six – coluna e site de celebridades do jornal New York Post – , desta vez as denúncias partem de uma ex-assistente, Ashley Walters. Os dois se conheceram em 2010 por uma rede social. Manson teria se mostrado interessado em seu trabalho como fotógrafa e fez uma proposta para que ela o retratasse. Ashley conta que foi até a casa do cantor, onde ele insistiu em realizar um ensaio fotográfico tarde da noite e, em um certo ponto, pediu para que ela tirasse a blusa. Em sua acusação, a ex-assistente alega que, depois das fotos, Manson a empurrou para a cama, usou o peso de seu próprio corpo para prendê-la e tentou beijá-la à força. Ele ainda teria mordido a orelha de Ashley e colocado a mão da profissional em sua cueca. Ela disse que, na época, acreditou que Manson “provavelmente” não havia cometido abuso, pois as coisas pararam naquele ponto. Depois disso, ele lhe ofereceu um emprego como sua assistente pessoal, propondo o dobro do salário que recebia. Mas quando começou a trabalhar, a jovem se viu forçada a virar noites para acompanhar a agenda noturna do cantor, regada a festas e drogas. Ela alega que Manson a ameaçava, jogava pratos nela e a empurrava contra a parede por qualquer coisa. Ela denunciou que Manson até teria enviado uma foto de ferimentos que causou na atriz Esmé Bianco com a mensagem “está vendo só o que acontece?”. Integrante do elenco de “Game of Thrones”, Esmé Bianco é responsável pelo primeiro processo aberto contra Manson na Justiça, afirmando ter sido agredida, esfaqueada e perseguida com machado pelo cantor. Em seu próprio processo, Ashley Walters ainda acusa Manson de tentar prostitui-la, oferecendo-a para seus amigos influentes da indústria, incluindo um diretor que teria abusado sexualmente dela. Ela diz que se sentia como propriedade do ex-chefe. Um membro da equipe de Manson “negou veementemente” todas as acusações de abuso para a Page Six. Mas uma fonte próxima ao cantor, que preferiu não se identificar, afirmou que aquele era realmente o comportamento de Manson, que mandava a ex-assistente sentar no colo de outros homens. Outros detalhes da acusação incluem obrigar Ashley e a ex-noiva de Manson, Evan Rachel Wood, a posar junto com a coleção de itens nazistas do cantor, que usava as fotos para chantageá-las. Estrela da série “Westworld”, Evan Rachel Wood foi a primeira a denunciar publicamente o comportamento de Manson, mencionado que estava cansada de se calar por medo de chantagens, enquanto outras garotas continuavam a ser abusadas. “Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens”, escreveu Wood em suas redes sociais em fevereiro passado. “Estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. Walters afirma que o abuso físico e psicológico que Wood e Esmé Bianco denunciaram foram muito similares à sua própria experiência. Marilyn Manson demitiu Walters em 2011. Antes disso, teria invadido o Facebook da ex-assistente. Segundo a denunciante, o cantor a acusou de roubo e continuou ameaçando-a de forma contínua mesmo depois de sua demissão. Em sua primeira e até aqui única manifestação sobre as denúncias, antes das ações na Justiça, Manson alegou que os abusos denunciados eram práticas consensuais entre adultos. “Obviamente, minha arte e minha vida sempre foram ímãs para polêmica, mas essas afirmações recentes sobre mim são horríveis distorções da realidade”, ele escreveu no Instagram em fevereiro. “Meus relacionamentos íntimos sempre foram inteiramente consensuais com parceiros que pensam como eu. Independentemente de como – e por que – os outros agora estão optando por representar mal o passado, essa é a verdade. ” Após a onda de acusações, Manson foi dispensado de sua gravadora, teve suas participações nas séries “American Gods” e “Creepshow” cortadas, e acabou ficando sem empresariamento artístico, com o rompimento de seu contrato pela agência de talentos CAA, uma das maiores de Hollywood.
A$AP Rocky confirma namoro com Rihanna: “É o amor da minha vida”
Finalmente alguém assumiu. Rumores sobre um possível caso entre Rihanna e A$AP Rocky circulam desde 2013, quando ele foi o responsável por abrir os shows da turnê “Diamonds”, da cantora. E, pelo menos desde junho de 2020, há mais que sinais de que os dois estão num relacionamento muito sério, a ponto dele posar para uma campanha da grife dela. Agora, porém, não há mais dúvidas. Em entrevista à revista GQ, o rapper declarou que não só namora como está totalmente apaixonado pela colega cantora. A publicação ainda destaca que, durante a entrevista, A$AP percebeu que não deveria falar sobre Rihanna, mas não conseguiu mais esconder o que sentia. “Assim que a mencionei, ele começou a brilhar como um adolescente cujo crush acabou de aceitar seu convite para o baile”, escreveu o jornalista que o entrevistou. Ao comentar sobre a namorada, A$AP Rocky se declarou: “É o amor da minha vida, é minha dama”. Ao ser questionado sobre como é estar em um relacionamento amoroso com a estrela, ele derreteu. “É muito melhor quando você tem a pessoa certa. Ela equivale a provavelmente, tipo, um milhão das outras. Acho que quando você sabe, sabe. Ela é a única”.
Tim Burton escala atriz de “Você” como a nova Wandinha Addams
O cineasta Tim Burton definiu quem vai ser a estrela da série que ele está desenvolvendo sobre a filha de Gomez e Mortícia Adams para a Netflix. A atração, que se chamará “Wednesday” (nome em inglês da Wandinha), será estrelada pela atriz Jenna Ortega (a Ellie de “Você” e a jovem Jane de “Jane the Virgin”). A atriz teve uma experiência recente como heroína gótica e mandou bem ao coestrelar “A Babá: Rainha da Morte” no ano passado. Ela comemorou a escalação postando fotos ao lado do roteiro da série em seu Instagram. Veja abaixo. A ideia da produção é transportar os personagens de “A Família Addams” para os dias de hoje e contar a história do ponto de vista da filha do clã, Wandinha. Mas se os fãs esperavam ver uma estrela mirim roubando as cenas, como Christina Ricci nos filmes da Família Addams de 1991 e 1993, a escolha da intérprete demonstra que isso não vai acontecer. A série vai apresentar uma versão mais velha da personagem. Apesar de mais velha, Wandinha ainda manterá os mesmos hábitos e valores da mesma jovem gótica que os fãs conhecem. Na trama, ela será uma estudante na Nevermore Academy, onde tentará dominar suas habilidades psíquicas emergentes, frustrar uma monstruosa onda de assassinatos que aterroriza a cidade local e resolver um mistério sobrenatural que envolveu seus pais 25 anos atrás – tudo enquanto navega em seus novos e complicados relacionamentos. Vale lembrar que Christina Ricci também trabalhou com Tim Burton no filme “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” (1999) e os fãs adorariam vê-la envolvida no projeto – talvez no papel de Mortícia, a mãe de Wandinha. Conhecido por vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, incluindo “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990), Burton vai dirigir os episódios e produzir a atração. Mas os roteiros estão a cargo de Alfred Gough e Miles Millar, dupla responsável pelo sucesso de “Smallville” e da recente sci-fi de artes marciais “Into the Badlands”. A data de estreia ainda não foi definida. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jenna Ortega (@jennaortega)
Especial de reencontro de “Friends” ganha trailer oficial
A HBO Max divulgou o pôster nacional e o trailer do especial de reencontro do elenco de “Friends”. A prévia mostra David Schwimmer, Jennifer Aniston, Lisa Kudrow, Matthew Perry, Courteney Cox e Matt LeBlanc conversando entre si numa réplica do cenário original da série, sendo entrevistados por James Corden e encontrando atores que participaram da atração dos como convidados, como Tom Selleck, que esteve nas primeiras temporadas. O trailer reforça que o foco do programa são as lembranças da sitcom – há até um jogo de memória entre os protagonistas – , exibida originalmente em dez temporadas, entre 1994 e 2004, e maratonada até hoje em streaming. Mas o vídeo não deixa claro como serão as participações dos músicos Justin Bieber, BTS e Lady Gaga, além da ativista Malala Yousafzai, o ex-jogador de futebol David Beckham, a ex-modelo Cindy Crawford e os atores Kit Haringon (o Jon Snow de “Game of Thrones”), Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) e Mindy Kaling (“Projeto Mindy”) – todos confirmados. Falando sobre o BTS, o responsável pelas gravações afirmou que eles só dariam um depoimento dizendo como gostam da série… O responsável é Ben Winston (justamente do “The Late Late Show with James Corden”), que assina sozinho a direção e compartilha a produção com os criadores de “Friends”, David Crane e Marta Kauffman, e todos os seis astros. Chamado de “Friends: The Reunion”, o especial vai chegar daqui a uma semana na HBO Max, no dia 27 de maio, mas os fãs brasileiros precisarão esperar ainda mais um mês pela estreia da plataforma no Brasil – “disponível em junho”, segundo o cartaz do programa, que garante o lançamento após a fusão da WarnerMedia com a Discovery.
Kerry Washington e Charlize Theron viram professoras da “Escola do Bem e do Mal”
As primeiras imagens de “A Escola do Bem e do Mal” se materializaram nas redes sociais, cortesia do diretor Paul Feig (“Missão Madrinha de Casamento”) e das atrizes Kerry Washington (da série “Scandal”) e Charlize Theron (do filme “O Escândalo”). Os três aparecem nas fotos reveladas em suas contas no Twitter e Instagram. Baseado no best-seller infantil de Soman Chainani, o filme tem uma premissa que lembra “Harry Potter” e “Descendentes”. A trama acompanha duas melhores amigas, Sophie e Agatha, que entram numa escola onde meninos e meninas comuns são treinados para serem heróis e vilões de contos de fadas. Com suas ambições de princesa, Sophie acredita que será escolhida para a Escola do Bem para se juntar às fileiras de ex-alunas como Cinderela e Branca de Neve. Enquanto isso, a aparência sombria de Agatha parece se encaixar naturalmente entre os vilões da Escola do Mal. Mas a sorte das meninas se inverte, com Sophie caindo na Escola do Mal e Agatha na Escola do Bem, o que coloca sua amizade à prova. Washington e Theron são as professoras das duas meninas, respectivamente na Escola do Bem e na Escola do Mal. Já as protagonistas mirins serão interpretadas por Sophia Anne Caruso (“Valete de Copas”), no papel de Sophie, e Sofia Wylie (“High School Musical: A Série: O Musical”) como Agatha. O roteiro está a cargo de David Magee, que escreveu “As Aventura de Pi” (2016) e a vindoura versão live-action de “A Pequena Sereia”, na Disney, e o lançamento vai acontecer na Netflix em breve – numa data ainda não revelada. First look at Lady Lesso and Professor Dovey of the School for Good and Evil, apparently hanging with the swing choir teacher of good and evil. Every day with these two powerhouses is a joy. #schoolforgoodandevil #timeofmylife pic.twitter.com/9Goz5zupJc — Paul Feig (@paulfeig) May 18, 2021 More GOODness to come👸🏾😇👑…#SchoolForGoodandEvil pic.twitter.com/BBJsiqNFpa — kerry washington (@kerrywashington) May 18, 2021 Ain’t no rest for the Evil 😈Can’t wait for you all to meet Lady Lesso #SchoolForGoodAndEvil @NetflixFilm pic.twitter.com/G74m39YltG — Charlize Theron (@CharlizeAfrica) May 18, 2021
À Segunda Vista: Primeiro filme da comediante Iliza Shlesinger ganha trailer
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “À Segunda Vista” (Good on Paper), que marca a estreia da comediante Iliza Shlesinger como autora e estrela de uma produção de longa-metragem. Na trama escrita por ela mesma, Iliza vive uma comediante profissional que conhece um financista careta, bem educado e simpático durante um voo, e logo se vê num relacionamento sério com ele. Até que, aos poucos, começa a suspeitar que o Sr. Perfeito não é quem diz ser e, com a ajuda de suas amigas, passa a acreditar cada vez mais que virou vítima de um golpe. “À Segunda Vista” também é o primeiro filme dirigido pela atriz Kimmy Gatewood (de “GLOW” e “Atypical”) e o elenco destaca Ryan Hansen (de “Veronica Mars”) como o romântico suspeito, além de Margaret Cho (“Drop Dead Diva”), Rebecca Rittenhouse (“Era Uma Vez Em… Hollywood”), Matt McGorry (“How to Get Away with Murder”), Britney Young (“GLOW”), Rebekka Johnson (“GLOW”), Beth Dover (“Orange Is the New Black”) e Kimia Behpoornia (“Atypical”). A estreia está marcada para 23 de junho em streaming.
Nova atriz de “iCarly” sofre ataque racista nas redes sociais
O revelação do elenco completo e as primeiras imagens do revival de “iCarly” na Paramount+ renderam um efeito inesperado nas redes sociais, com ataques racistas contra a atriz Laci Mosley. Ela interpretará a nova melhor amiga da protagonista, ocupando a vaga da personagem Sam Puckett, vivida por Jennette McCurdy na produção original. Supostos fãs da série xingaram Mosley de um palavrão racista por “roubar” o lugar de McCurdy, que se recusou a voltar, disse que não atua mais e ainda tinha vergonha de “iCarly”. Os produtores e elenco da atração tentaram chamar atenção sobre o que estava acontecendo no Twitter. “Recentemente, vimos relatos de racismo contra membros de nosso elenco e isso não é aceitável. Então, por favor, pense em suas palavras e dedique seu tempo para entender como o que você diz pode impactar outras pessoas”, postou Miranda Cosgrove, a própria iCarly. “Nunca mais quero ouvir a frase ‘os fãs de iCarly são racistas’. Eu preciso que os verdadeiros fãs se manifestem e superem o ódio”, acrescentou Jerry Trainor, o Spencer. “‘iCarly’ é um programa alegre e inclusivo feito para promover a gentileza (e algumas pegadinhas ocasionais). Ideologias de supremacia branca e assédio não têm lugar em nossa série ou nos discursos em torno dela. Se esse for o seu modo de comunicação preferido, sugerimos que você procure outra coisa para ver”, disse, de forma dura, a produtora Ali Schouten. A situação se tornou tão séria que levou à publicação de um post oficial, no perfil de “iCarly”, em defesa da atriz. “Nós apoiamos todo nosso elenco e equipe e nos posicionamos contra todos os ataques de ódio e racismo”, diz o texto no Instagram, também reproduzido pelos integrantes da atração. A própria Mosley se pronunciou em diversos stories em seu perfil, dizendo-se triste pelos ataques. “Adoro ser negra. Eu odeio como os afrodescendentes são tratados neste planeta. Assumi o papel em ‘iCarly’ porque a sala de roteiristas é diversa (Franchesca Ramsey, você é um sonho). Nossa showrunner Ali Schouten é incrivelmente gentil e atenciosa, o elenco é talentoso e eles são algumas das melhores pessoas que eu já conheci. Fiquei surpreso quando a celebração de todo o nosso trabalho árduo foi ofuscada pelo maior racismo que já experimentei num período de 72 horas. Eu me sinto ridícula por estar tão chateada porque estive neste corpinho marrom minha vida inteira e o racismo não é novo, mas ainda dói. Não vou “substituir Sam”. Nunca a conheci, mas sei que ela é extremamente talentosa e espero que ela não aprove esse comportamento. O racismo mata. Não posso implorar que me ame ou a si mesmo o suficiente para ser bom para as pessoas, mas posso bloqueá-lo e proteger minha paz. Agradeço aos meus amigos e familiares que me procuraram para saber como estou. Eu realmente agradeço a todos vocês. O preto é lindo e nenhuma quantidade de calúnias raciais e hostilidade que você joga na internet vai mudar isso”, ela desabafou. Originalmente exibida entre 2007 e 2012, “iCarly” acompanhava uma estudante do ensino médio (Cosgrove) que apresentava um webcast ao lado de seus amigos. Por conta de seu tema, a atração se tornou conhecida por incorporar diversas referências da cultura pop, o que a tornou um dos maiores sucessos do canal pago infantil Nickelodeon. A série fez tanto sucesso que ganhou um spin-off, “Sam & Cat”, que terminou após uma única temporada vitaminada (de 35 episódios), supostamente por brigas de bastidores entre suas protagonistas Jennette McCurdy (a Sam de “iCarly”) e ninguém menos que Ariana Grande (a Cat de “Brilhante Victoria”). A volta de “iCarly” vai mostrar o que aconteceu com o Carly e seus amigos, incluindo Spencer (Jerry Trainor) e Freddie (Nathan Kress), ao iniciarem a vida adulta. Laci Mosley (de “Florida Girls”) e Jaidyn Triplett (“The Affair”) suprem as ausências de Sam e Gibby (Noah Munck). A primeira será a nova colega de quarto e melhor amiga de Carly, enquanto a segunda vai interpretar a enteada de Freddie, descrita como sarcástica e habilidosa com as redes sociais. Os novos episódios têm roteiro e produção de Jay Kogen (um veterano de “Os Simpsons”) e Ali Schouten (“Feliz Natal e Tal”), e serão exibidos com exclusividade na plataforma Paramount+ (Paramount Plus) a partir do dia 17 de junho. #iCarly pic.twitter.com/qmUR5nQaFz — Ali Schouten (@SCHOUTOUT) May 17, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carly (@icarly) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jerry Trainor (@jerrytrainor)
Ragnarok: “Thor da Netflix” retorna em novo trailer
A Netflix divulgou um novo trailer legendado da 2ª temporada da série norueguesa “Ragnarok”. Inspirada na mitologia nórdica, a atração propõe um Thor (ou Magne) diferente da versão da Marvel. Na prévia, ele até atira seu martelo asgardiano. A série se passa em uma pequena e fictícia cidade norueguesa chamada Edda, envenenada pela poluição e abalada pelo derretimento das geleiras. Em meio a esses sinais apocalípticos, os deuses antigos voltam a se manifestar. Na prévia dos próximos episódios, Magne procura aliados para a batalha que está apenas começando. Criação de Adam Price, responsável pelo fenômeno nórdico “Borgen”, a série foi lançada em janeiro do ano passado com apenas seis episódios e um final com gancho para eventos importantes, que devem ser finalmente revelados. A 2ª temporada da atração – que é estrelada por três atores da série “Skam”, David Stakston, Herman Tømmeraas e Theresa Frostad Eggesbø, além de Jonas Strand Gravli (“Wisting”) e Emma Bones (“Heimebane”) – será lançada em 27 de maio.
Netflix revela o trailer da série animada de “Resident Evil”
A Netflix divulgou três pôsteres e o trailer completo de “Resident Evil: No Escuro Absoluto” (Resident Evil: Infinite Darkness), primeira série animada derivada dos videogames da Capcom. A trama destaca os irmãos Leon S. Kennedy e Claire Redfield, personagens clássicos dos jogos, apresentados em “Resident Evil 2” (de 1998), que tentam desvendar uma conspiração ligada à epidemia de zumbis. Um detalhe interessante é que suas vozes são dubladas em inglês pelos mesmos atores dos jogos, Nick Apostolides e Stephanie Panisello – que assumiram os papéis no remake de “Resident Evil 2” lançado em 2019. “Resident Evil: No Escuro Absoluto” é uma criação de Hiroyuki Kobayashi, responsável por vários games da franquia – conhecida como “Biohazard” no Japão – , e também conta com produção de Kei Miyamoto, o produtor de “Resident Evil: Vendetta”, último longa animado baseado no game, lançado em 2017. A estreia vai acontecer em 8 de julho. Veja abaixo duas versões do trailer, com dublagens em português e inglês.












