Facada em Bolsonaro vai virar filme
O cineasta Josias Teófilo, que estreou com o documentário “O Jardim das Aflições”, sobre o guru bolsonarista Olavo de Carvalho, vai lançar um curta-metragem sobre o atentado à faca contra Jair Bolsonaro em setembro de 2018, quando o capitão reformado ainda era candidato à presidência. A trama não será uma reprise de “Os 12 Macacos”, em que um homem considerado maluco era enviado no tempo para impedir um genocida de causar o apocalipse com um vírus contagioso, apenas para falhar na tentativa de matar seu alvo. Em vez disso, trata-se de um documentário com depoimentos de Carlos e Eduardo, filhos de Bolsonaro, além do deputado Gil Diniz e do advogado Victor Metta. O curta é resultado de sobras de outro trabalho. São imagens que não entraram na versão final do próximo documentário de Teófilo, “Nem Tudo se Desfaz”, sobre a ascensão de Bolsonaro, que deve ser lançado ainda neste ano.
Ryan Reynolds é personagem de videogame em novo trailer legendado de “Free Guy”
O 20th Century Studios divulgou o pôster nacional e um novo trailer legendado de “Free Guy: Assumindo o Controle”, comédia fantasiosa em que Ryan Reynolds vive um personagem de videogame. Na trama, Reynolds vive um bancário comum chamado Guy (cara, em inglês), que é figurante numa cena de assalto de videogame. Mas com ajuda de uma jogadora, ele acaba se tornando autoconsciente e descobre que sua existência é artificial, criada por um programador de games (Taika Waititi, de “Jojo Rabbit”). A partir daí, passa a ajudar outros figurantes a enfrentar as ameaças do jogo, o que o torna um problema que precisa ser eliminado pelo programador. O elenco também destaca Joe Keery (“Stranger Things”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Jodie Comer (“Killing Eve”), que vive a heroína responsável por “despertar” Guy e ajudá-lo a superar os perigos causados por sua rebelião. O filme foi escrito por Matt Lieberman (dos novos longas animados de “A Família Addams” e “Scooby-Doo”) e marca o retorno do diretor Shawn Levy à direção, sete anos após o fracasso de seu último longa, “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”. Desde então, ele vinha se concentrando na atividade de produtor, inclusive da série “Stranger Things”. A estreia de “Free Guy” estava originalmente prevista para julho do ano passado, mas a pandemia de coronavírus atrasou seu lançamento em mais de um ano. “Free Guy” agora vai chegar em 13 agosto aos cinemas brasileiros, seis dias depois dos EUA. Exclusivamente nos cinemas.
Tick, Tick… Boom!: Veja o trailer do primeiro filme dirigido por Lin-Manuel Miranda
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Tick, Tick … Boom!”, primeiro longa dirigido por Lin-Manuel Miranda (o autor de “Hamilton”), que adapta a peça homônima de Jonathan Larson, outro autor célebre da Broadway, responsável por “Rent”. Originalmente concebido como um trabalho solo autobiográfico, interpretado pelo próprio Larson em 1990, a peça foi ampliada após sua morte em 1996, fazendo sua estreia como musical off-Broadway em 2001. A versão que chega aos cinemas foi adaptada por outro autor de sucesso em musicais, Steven Levenson, responsável por “Dear Evan Hansen” – além de ter vencido o WGA Award (prêmio do Sindicato dos Roteiristas) pela minissérie “Fosse/Verdon”, homenagem ao gênero. “Tick, Tick … Boom!” traz Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”) como Jonathan Larson na véspera de seu aniversário de 30 anos e da estreia de um novo musical, “Superbia”, uma ópera rock inspirada em “1984”, de George Orwell, que nunca foi produzida. Na vida real, a frustração com o destino de “Superbia” levou o autor a criar “Tick, Tick … Boom!” como desabafo, dispensando a estrutura grandiosa dos espetáculos da Broadway para se apresentar acompanhado apenas por uma banda em pequenos palcos. Ao mesmo tempo em que apresentava o espetáculo solo, Larson acabou desenvolvendo “Rent”, seu maior sucesso, que infelizmente nunca pôde apreciar. Ele morreu de problemas cardíacos na manhã da première, aos 35 anos, vencendo todos os prêmios possíveis (do Tony ao Pulitzer) postumamente. A adaptação dessa fase criativa da vida de Larson também inclui em seu elenco MJ Rodriguez (“Pose”), Bradley Whitford (“The Handmaid’s Tale”), Judith Light (“Transparent”) e marca a volta de Vanessa Hudgens aos musicais que a consagraram na adolescência, como estrela da franquia “High School Musical”, da Disney. A produção vai estrear em streaming no outono norte-americano (nossa primavera), em data ainda não divulgada. E também terá exibição limitada nos cinemas, manifestando uma aposta da Netflix em indicações ao Oscar 2022.
Nova série do He-Man aposta na nostalgia em trailer dublado
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Mestres do Universo: Salvando Eternia”, a nova série animada de He-Man. Em versão dublada em português, a prévia aposta alto na nostalgia, incluindo até um hit dos anos 1980 como trilha musical, “Holding Out For a Hero”, música de Bonnie Tyler. Criada pelo cineasta Kevin Smith (“O Balconista”), a nova série é descrita como uma continuação, que abordará “histórias não resolvidas dos anos 1980, ao retomar a jornada dos personagens de onde a história parou décadas atrás”. “Nós escolhemos retomar a trama exatamente onde a era clássica se encerrou para contar uma história épica daquela que pode ser a batalha final entre He-Man e Esqueleto!”, disse Smith em comunicado, quando o projeto foi anunciado. “Essa vai ser a história de ‘Mestres do Universo’ que você sempre quis ver quando era criança!”, completou. A adaptação tem realmente um visual mais retrô em contraste com a nova versão de She-Ra, a série da irmã do He-Man, que foi totalmente reformulada para uma estética de anime e ainda ganhou apelo LGBTQIA+ para as novas gerações. Embora a Netflix tenha divulgado a versão dublada em português, vale a pena conferir o trailer original em inglês, porque a produção tem um elenco de voz impressionante, com Chris Wood (“Supergirl”) como o Príncipe Adam/He-Man, Mark Hamill (“Star Wars”) como o Esqueleto, Lena Headey (“Game of Thrones”) como Maligna, Sarah Michelle Gellar (“Buffy, a Caça-Vampiros”) como Teela, Liam Cunningham (também de “Game of Thrones”) como Mentor, Alicia Silverstone (“As Patricinha de Beverly Hills”) como a Rainha Marlena e muitos outros. Até Alan Oppenheimer, que fez a voz original do Esqueleto, faz parte da equipe de dubladores interpretando outro vilão, Homem-Musgo. A série tem produção da Powerhouse Animation, estúdio por trás de “Castlevania”, e estreia em streaming em 23 de julho.
Nova “Gossip Girl” ganha primeiro trailer legendado
A HBO Max divulgou o primeiro trailer legendado do reboot de “Gossip Girl”. A prévia apresenta os personagens e revela o principal paralelo com a série original ao mostrar o grupo de adolescentes privilegiados acolhendo uma garota novata, de menor status social. Na série original foi um garoto, que acabou se revelando a verdadeira identidade da Gossip Girl. Ao som de “Super Rich Kids”, de Frank Ocean, o vídeo também revela como a passagem do tempo afetou o universo das fofocas digitais. No Brasil, “Gossip Girl” ganhou o título de “A Garota do Blog”. Mas a versão atual da personagem é mais evoluída e tem uma conta no Instagram. O detalhe é que, apesar dessa mudança, a produção ainda propaga os textos venosos com a mesma narração, cortesia de Kristen Bell (“The Good Place”). Como a série original, a nova “Gossip Girl” é escrita por Joshua Safran e baseada no livro homônimo de Cecily von Ziegesar. A trama se passa oito anos depois que o blog original da “garota fofoqueira” foi desativado, quando uma nova Gossip Girl surge para vigiar a atual geração de estudantes da elite de Nova York. O elenco está definido desde o ano passado com Emily Alyn Lind (“A Babá”), Jordan Alexander (“Sacred Lies”), Whitney Peak (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Eli Brown (“Pretty Little Liars: The Perfeccionists”), Johnathan Fernandez (“Lethal Weapon”), Tavi Gevinson (“Scream Queens”), Thomas Doherty (“Legacies”), Adam Chanler-Berat (“Next to Normal”), Zion Moreno (“Claws”) e o veterano da Broadway Jason Gotay (“Peter Pan Live!”) – como de praxe, intérpretes bem mais velhos (alguns 10 anos mais velhos) que a idade dos personagens supostamente adolescentes. Além deles, a série contará com Elizabeth Lail, a vítima da 1ª temporada de “Você”. E aí rola uma curiosidade. “Você” foi estrelado pelo verdadeiro Gossip Girl. Penn Badgley viveu Dan Humphrey (que se revela o garoto do blog) antes de atormentar Lail como o psicopata Joe Goldberg. A nova “Gossip Girl” também tem produção dos criadores da versão original, Josh Schwartz e Stephanie Savage. E a direção dos primeiros episódios está a cargo da atriz Karena Evans (“Mary de Morte/Mary Kills People”), que virou diretora com clipes de Drake em 2018. A série vai estrear na plataforma de streaming em 8 de julho, nove dias após a HBO Max chegar no Brasil, permitindo aos fãs brasileiros acompanharem a série desde seu primeiro episódio.
Cinemas recebem animação, drama premiado e quatro filmes brasileiros
Os exibidores de cinema apostam em “Spirit – O Indomável” para manter a tendência de aumento no público durante mais um fim de semana. A produção da DreamWorks Animation tem a maior distribuição desta quinta (10/6), chegando a cerca de 300 salas. Infelizmente, também é uma das animações mais fracas do estúdio, uma reciclagem da reciclagem. O filme é uma adaptação da série “Spirit Riding Free” da Netflix, que por sua vez era inspirada no longa animado “Spirit: O Corcel Indomável” (2002). Só que a obra original, indicada ao Oscar, não tinha garotinhas galopando, mas índios. A nova versão troca o contexto histórico-cultural por uma trama com DNA de fábula de princesinha. Com direção de Elaine Bogan (“Como Treinar o Seu Dragão – A Série”) e do brasileiro Ennio Torresan (chefe de arte de “Abominável”), o longa acompanha a menina Lucky Prescott, que tem sua vida alterada para sempre ao se mudar da cidade grande para um pequeno vilarejo fronteiriço, onde se torna amiga de um cavalo selvagem chamado Spirit. Em circuito limitado, o destaque é “First Cow – A Primeira Vaca da América”, que só não apareceu no Oscar porque seu pequeno estúdio, A24, não tinha dinheiro para fazer campanha conjunta para dois títulos e optou por “Minari”. Mesmo assim, o novo longa da diretora Kelly Reichardt (“Certas Mulheres”) venceu nada menos que 24 prêmios e foi eleito pelos críticos de Nova York como o melhor filme do ano passado. A trama gira em torno de um padeiro habilidoso (John Magaro) em viagem para o Velho Oeste que encontra uma verdadeira conexão com um imigrante chinês também em busca de sua fortuna. Juntos, eles percebem que podem ficar ricos ao transformar o leite da primeira vaca da região em biscoitos. Infelizmente, a vaca não é deles. E o que se segue é uma fábula sobre amizade, capitalismo e sustentabilidade. A programação ainda inclui o drama alemão “Eu Estava em Casa, Mas…”, que rendeu o Urso de Prata do Festival de Berlim à diretora Angela Schanelec (“Uma Tarde Qualquer”) e é uma verdadeira aula sobre a técnica cinematográfica. Mas… o que chama realmente atenção no leque de opções é o lançamento simultâneo de quatro longas brasileiros de ficção. A maior expectativa recai sobre “Acqua Movie”, primeiro longa do premiado pernambucano Lírio Ferreira desde “Sangue Azul” em 2014. O road movie é passado no mesmo universo do cult “Árido Movie” (2005), com fotografia e elenco impressionantes. Um contraste enorme com “AmarAção”, cheio de problemas, que é quase cinema de guerrilha pela falta de recursos evidentes. Mas em termos de narrativa coesa são as comédias bobas que se saem melhor. O tema sobrenatural de “Missão Cupido” é realmente para não se levar a sério e rende boa diversão, enquanto “Quem Vai Ficar com Mário?” parte de uma premissa com pontos de conexão com “A Gaiola das Loucas” para, além de fazer rir, ajudar a refletir sobre preconceito sexual. Veja abaixo os trailers de todos os lançamentos. Spirit – O indomável | EUA | 2021 First Cow – A Primeira Vaca da América | EUA | 2020 Acqua Movie | Brasil | 2020 Quem Vai Ficar com Mário? | Brasil | 2020 Missão Cupido | Brasil | 2020 AmarAção | Brasil, França, Israel | 2020 Eu Estava em Casa, Mas | Alemanha, Sérvia | 2020
Claudia Barrett (1929–2021)
A atriz Claudia Barrett, que ficou conhecida ao ser carregada por um alienígena com roupa de gorila no famoso trash “O Robô Alienígena”, morreu em 30 de abril de causas naturais aos 91 anos, em sua casa em Palm Desert. A notícia foi publicada por sua família na quarta-feira (9/6). A cena de Barrett carregada nos braços do extraterrestre peludo com capacete de mergulho (seu “traje” espacial) tornou-se icônica ao ilustrar incontáveis listas de piores filmes de todos os tempos. Interpretado pelo dublê George Barrows, o monstro meio robô chamava-se Ro-Man e entrou para a cultura pop como uma das invenções mais ridículas da ficção científica dos anos 1950. Nascida Imagene Williams em West Los Angeles, Barrett estudou atuação, dança e canto quando criança, porque sua mãe esperava que isso a ajudasse a superar a timidez. Depois de vencer um concurso de beleza local, mudou seu nome para Claudia Barrett, conseguiu um agente e assinou com a Warner Bros. Ela foi uma dos últimas atrizes da era do “sistema de estúdio”, e assim que foi contratada voltou a estudar atuação, dança, canto, dicção e modelagem na Warner, trabalhando por 15 anos consecutivos sob contrato. Ela apareceu principalmente em faroestes na TV e no cinema. Entre seus créditos estão três bangue-bangues estrelados por Allan Lane entre 1950 e 1953 e séries como “Hopalong Cassidy”, “Cisco Kid”, “O Cavaleiro Solitário” (The Lone Ranger) e “Roy Rogers”, entre outras. Mas a fama só veio mesmo quando ela foi escalada como Alice, filha da última família sobrevivente no mundo pós-apocalíptico de “O Robô Alienígena” (Robot Monster). Versão alienígena de “King Kong”, a trama seguia uma criatura semelhante a um macaco cujas instruções para eliminar a raça humana são questionadas quando ele se apaixona pela adorável Alice de Barrett. O filme foi rodado em preto e branco, mas em 3-D, em um canyon de Los Angeles durante quatro dias, com um orçamento de meros US$ 16 mil. E poderia ter sido facilmente esquecido se não tivesse se tornado célebre por sua ruindade. Na sua própria época de lançamento, as críticas foram tão negativas que seu jovem diretor teria tentado o suicídio (“Eu finalmente percebi que meu futuro na indústria cinematográfica era sombrio”, escreveu Phil Tucker em uma nota que entrou para as lendas de Hollywood). A ironia é que o tempo transformou “O Robô Alienígena” em cult de tão ruim, ganhando elogios por divertir com sua precariedade hilária. Graças a isso, tornou-se icônico e até influente, inspirando paródias em séries, desenhos animados dos Looney Tunes e em clipes de rock – o hit “You Might Think”, da banda The Cars. Embora tenha continuado a carreira com participações em séries e filmes por mais uma década – ela parou de atuar em 1963, com o western “Império da Vingança” – Barrett só é lembrada pelos fãs por seu papel no clássico cult. Por conta disso, costumava receber inúmeras cartas e convites para participar de convenções. “Embora adorasse atuar, em meados dos anos 1960 ela percebeu que sua carreira não estava avançando, então mudou para empregos paralelos na distribuição de filmes, publicidade e relações públicas”, de acordo com o obituário escrito por sua família nas redes sociais. Até que em 1981 ela encontrou “o emprego dos seus sonhos” na Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Barrett trabalhou na divisão que produzia os prêmios de avanços científicos e técnicos, e participou da premiação do Oscar todos os anos desde então.
Ernie Lively (1947–2021)
O veterano ator Ernie Lively, pai da atriz Blake Lively (“Um Pequeno Favor”), que apareceu em mais de 100 filmes e séries, morreu na quinta passada (2/6) em Los Angeles, aos 74 anos, de complicação cardíacas. Ele começou a carreira em 1975, ao aparecer num episódio de “Os Waltons”, e quatro anos depois conseguiu seu primeiro papel recorrente, na série “Os Gatões” (The Dukes of Hazzard). Foram décadas de pequenos papéis em “Fama”, “Ilha da Fantasia”, “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues), “Falcon Crest”, “Assassinato por Escrito” (Murder, She Wrote), “The West Wing”, “Seinfeld”, “Arquivo X”, “That ’70s Show” e até mesmo “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”, entre muitas outras atração. No cinema, os primeiros papéis foram ainda menores, quase sempre como guarda, xerife ou policial em filmes como “Admiradora Secreta” (1985), “Difícil de Matar” (1990), “Massacre no Bairro Japonês” (1991), “Sonâmbulos” (1992), “Passageiro 57” (1992), “Misteriosa Paixão (1998) etc. Mas com o passar dos anos seu tempo de tela foi aumentando. Um de seus desempenhos mais lembrados foi justamente como pai de sua filha real, Blake Lively, nos dois filmes da saga “Quatro Amigas e um Jeans Viajante”, em 2005 e 2008. Ironicamente, seu último filme foi o primeiro em que pôde viver o protagonista, o terror “Phobic”, lançado no ano passado em VOD nos EUA. Lively também deu aulas de atuação e se tornou o mentor de vários astros famosos, como Alyson Hannigan, Brittany Murphy, Scott Grimes, seus filhos Blake e Eric Likely e os enteados Lori, Jason e Robyn Lively. Todos os seus cinco filhos se tornaram atores, e ele também era sogro de Ryan Reynolds.
“Zoey e a Sua Fantástica Playlist” é cancelada após duas temporadas
A rede NBC cancelou “Zoey e a Sua Fantástica Playlist” (Zoey’s Extraordinary Playlist) ao final de sua 2ª temporada. O último episódio foi ao ar no dia 16 de maio. A série tinha uma média de 1,8 milhão de telespectadores ao vivo, mas aumentava seu público nas plataformas digitais – atingindo até 3,6 milhões – e era bem cotada, com 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. Por isso, havia a expectativa de uma mudança da atração para o serviço de streaming Peacock, do mesmo conglomerado, o que acabou não acontecendo. A trama girava em torno da personagem-título, vivida por Jane Levy (“O Homem nas Trevas”), uma jovem inteligente, mas socialmente deslocada, que de uma hora para outra passa a escutar os pensamentos de todos ao seu redor. O detalhe é que eles se manifestam de uma forma peculiar: por meio de canções e grandes números musicais. Em suma, todos passam a cantar e dançar à sua volta, expressando o que realmente estão pensando. Criada por Austin Winsberg, escritor da adaptação do musical “A Noviça Rebelde Ao Vivo!” (2013), e produzida pelo cineasta Paul Feig, diretor de “Missão Madrinha de Casamento” (2011), “Caça-Fantasmas” (2015) e “Um Pequeno Favor” (2018), “Zoey e a Sua Fantástica Playlist” também incluía em seu elenco Lauren Graham (“Gilmore Girls”), Skylar Astin (“A Escolha Perfeita”), Alex Newell (“Glee”), John Clarence Stewart (“Luke Cage”), Peter Gallagher (“Covert Affairs”) e Mary Steenburgen (“The Last Man on Earth”/”O Último Cara da Terra”). No Brasil, a 1ª temporada foi disponibilizada pela Globoplay.
Alok faz live com tema da série “Loki”
O DJ Alok começa uma live às 21h desta quarta (9/6) em seu Instagram, como parte da campanha de divulgação da série “Loki”, da Disney+. A relação entre as duas coisas? A ideia é fazer uma festa para mostrar que as quartas-feiras são as novas sextas-feiras, já que “Loki” é a primeira série do Disney+ a ter estreia no meio da semana. Outro ponto em comum é a semelhança do nome artístico do DJ brasileiro. Mas vale lembrar que quem cantou “Loki” no Brasil foi Arnaldo Baptista, que todo mundo lembra como ex-mutante – não da Marvel, mas da banda Os Mutantes. Para quem não sabe, “Loki” foi título de um disco lançado em 1974 pelo cantor e músico, que incluía a famosa faixa “Cê Tá Pensando que Eu Sou Loki?”. Enfim, Alok não é ex-mutante, mas já ligou um show de luzes em seu prédio para dar inveja à Cristal (Dazzler, em inglês), a heroína mutante das discotecas, que transformava som em luzes. A live também conta com participação da cantora Marília Mendonça. Corre lá para ver (em https://www.instagram.com/alok/).
Trailer mostra transformação de Jessica Chastain para viver televangelista famosa
A Searchlight Pictures divulgou o primeiro trailer de “The Eyes of Tammy Faye”, que mostra a impressionante transformação física de Jessica Chastain (“It: Parte 2”) para viver a televangelista americana Tammy Faye Bakker. O filme se dedica a contar a história de Tammy Faye e seu marido Jim Bakker, vivido por Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”), com quem construiu um império de entretenimento evangélico nos EUA nas décadas de 1970 e 80, até o marido ser preso por vários crimes de fraude e conspiração criminal em 1989. Durante sua carreira, Tammy Faye ficou conhecida pela personalidade excêntrica e glamourosa. Mas embora parecesse desconectada da realidade ao encarnar o materialismo da “teologia da riqueza”, ela também é lembrada por defender pontos de vista éticos, que divergiam dos televangelistas tradicionais, particularmente na aceitação da comunidade LGBTQIAP+ e apoio aos pacientes com HIV no auge da epidemia de AIDS. Além de Chastain e Garfield, o elenco da biografia inclui Vincent D’Onofrio (“Demolidor”), Cherry Jones (“Transparent”), Sam Jaeger (“The Handmaid’s Tale”) e Fredric Lehne (“Supernatural”). Escrito por Abe Sylvia (roteirista das séries “Disque Amiga para Matar” e “Nurse Jackie”) e dirigido por Michael Showalter (criador de “Search Party” e “Wet Hot American Summer”), “The Eyes of Tammy Faye” tem estreia marcada para 17 de setembro nos EUA e ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.
Raised by Wolves: Série sci-fi de Ridley Scott ganha trailer para estreia nacional
A HBO Max divulgou o trailer legendado da série sci-fi “Raised by Wolves”, produzida e dirigida pelo cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”). A prévia apresenta o visual cinematográfico, efeitos “de outro mundo”, clima tenso e o grande suspense da trama, que foi um dos primeiros sucessos da plataforma ao ser lançada nos EUA no ano passado. Criada por Aaron Guzikowski (roteirista de “Os Suspeitos”), a série encantou a crítica – 74% de aprovação no Rotten Tomatoes – e deslumbrou fãs de sci-fi com sua história sobre um casal de androides que cria crianças em um planeta deserto, ensinando-lhes valores humanistas e ateístas após a destruição da Terra numa guerra religiosa apocalíptica. No entanto, integrantes da facção religiosa fundamentalista também sobreviveram e chegam ao planeta para estabelecer uma colônia, iniciando uma guerra pelas crianças contra os androides. Gravados em cenários naturais da África do Sul, os episódios de “Raised by Wolves” tem direção do próprio Ridley Scott, em sua estreia em séries, além de seu filho Luke Scott (“Morgan: A Evolução”) e do brasileiro Alex Gabassi (“The ABC Murders”), entre outros. Já o elenco destaca a dinamarquesa Amanda Collin (“Guerreiro da Escuridão”) em sua estreia em inglês, como a Mãe androide superpoderosa, o inglês Abubakar Salim (“Jamestown”) como o Pai, e Travis Fimmel (“Vikings”) como um integrante da milícia religiosa que não é quem aparenta ser – além de Winta McGrath (“Doctor Doctor”), Niamh Algar (“The Bisexual”), Susan Danford (“A Salvação”), Jenna Upton (“Um Dia para Viver”), Matias Varela (“Assassins’ Creed”), Jordan Loughran (“Emerald City”), Ethan Hazzard (“O Desafio”), Aasiya Shah (“Unforgotten”) e Felix Jamieson (“Game of Thrones”). “Raised by Wolves” terá sua estreia nacional em 29 de junho, com a chegada da HBO Max ao Brasil. A série já está produzindo os episódios de sua 2ª temporada.
Invasion: Série sci-fi do diretor de “X-Men: Fênix Negra” ganha trailer de blockbuster
A Apple TV+ divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Invasion”, série de invasão alienígena criada por Simon Kinberg (diretor de “X-Men: Fênix Negra”) em parceria com David Weil (criador de “Hunters”). A prévia exibe ambição narrativa, cinematografia épica e efeitos visuais de blockbuster cinematográfico, e só deixa pistas de que se trata de uma série pela quantidade de personagens e situações exibidas na tela. O elenco variado e multiétnico se deve ao fato de a trama cobrir a chegada de uma raça de alienígenas à Terra a partir de vários pontos de vistas diferentes, ao redor do mundo. A produção é encabeçada por Sam Neill (“Jurassic Park”), que narra o vídeo, e também inclui Shamier Anderson (“Awake”), Golshifteh Farahani (“Resgate”), Firas Nassar (“Fauda”), Noah Bean (“12 Macacos”), Michael Harney (“Orange Is the New Black”) e Shilo Kutsuna (“Deadpool 2”), entre outros. A estreia está marcada para 22 de outubro.












