Milhares de sites distorcem frase “bombástica” de Catherine Zeta-Jones sem a menor vergonha
Loucos por cliques, milhares de sites propagaram uma distorção indefensável de uma frase de Catherine Zeta-Jones, que rendeu uma profusão de manchetes sensacionalistas e uma pseudo-polêmica envolvendo a atriz neste fim de semana. Uma rápida pesquisa no Google aponta nada menos que 2 mil artigos propagando o texto inflamatório. A grande ironia é que a estrela de cinema se tornou uma Maria Antonieta moderna, segundo a caixa de reverberação das redes sociais, por conta de uma frase que, em seu contexto correto, foi bastante aplaudida. A frase que se tornou malvista é a seguinte: “Estou farta de ser humilde. Eu realmente estou. Sinto muito se sou rica. Sinto muito se sou casada com um astro de cinema. Sinto muito por não ser feia. Chega de desculpas. Basta!” A atriz teria feito esse desabafo supostamente numa entrevista realizada na sexta-feira (15/6) para o tabloide sensacionalista The Mirror. Mas tem um detalhe. O jornal que costuma informar coisas como a escalação de Megan Fox no papel de Batgirl em “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012) jamais entrevistou a atriz. Sem citar a origem, o jornal usou uma frase fora de contexto para atrair cliques. E conseguiu, dando razão em quem desacredita na imprensa sensacionalista. A versão integral da frase foi proferida em maio, durante um evento do SAG-AFTRA, o Sindicato dos Atores dos Estados Unidos. Em uma conversa de cerca de uma hora de duração, Zeta-Jones abordou o fato de ter sido muito humilde ao longo da carreira, até que a maturidade a permitiu repensar a situação e lhe empoderar para decidir seu destino e seu valor pessoal. “Eu venho de uma família de classe trabalhadora no País de Gales e trabalhei duro para chegar onde estou”, ela disse à platéia, numa descrição pessoal que não tem nada de Rainha da França. “E acho que todos nós somos vítimas da nossa humildade… Nos esquecemos do trabalho e das dificuldades que tivemos que enfrentar para chegar onde chegamos e os sacrifícios que fizemos”, ela continuou. Na conversa, Zeta-Jones apontou a importância de não deixar que o medo a detivesse quando sua carreira parou de progredir. “Você sabe o que me moldou como atriz? Ficar mais velha. É verdade, pelo simples fato de não ter mais medo”, disse ela. “Eu realmente perdi meu tesão… não na carreira, mas aqui na minha barriga. Em algum lugar do meio, fiquei assustada novamente e comecei a me questionar como atriz e minhas escolhas”, ela ponderou, explicando que chegou à conclusão de que isso se devia ao fato de ter sido destemida na juventude, mas aos poucos foi buscando aprovação e voltou a ter medo do que os outros pensavam. “À medida que amadureci como mulher, como ser humano, como mãe, como esposa, como pessoa no planeta, percebi que não estava mais com medo. Eu deixei de ficar assustada. Porque uma coisa que eu não sou mais é humilde”. “Estou farto de ser humilde”, disse ela a uma multidão que aplaudiu a frase. “Eu realmente estou. ‘Sinto muito se sou rica. Sinto muito se sou casada com um astro de cinema. Sinto muito por não ser tão feia. Chega de desculpas. Basta! Tudo o que é importante para mim agora é o meu trabalho”. Ela falava de como deixou de pedir desculpas de tudo o que construiu na vida, perdendo o medo de não ser apreciada por seu talento para lembrar que lutou muito para atingir o ponto de merecer respeito. A atriz vencedora do Oscar continuou: “Vocês sabem como é. Se não fôssemos atores, se fôssemos estrelas do esporte e ganhássemos um prêmio, nós iríamos dizer ‘P’rra, yeah! Esse foi o melhor trabalho que já fiz! Eu arrebentei!’ Mas, como somos atores, falamos ‘Oh, me desculpe e obrigado. Posso dizer obrigado?’ Não!”. “Eu fico feliz fazendo um bom trabalho em torno de pessoas boas e sem idiotas”, acrescentou. “Isso é o que eu amo e o resto da minha vida também é uma alegria porque eu tenho dois filhos lindos e um marido saudável e feliz. E está tudo bem, porque eu não vou ser humilde por isso também!” O público aprovou suas palavras com muitos aplausos, como se pode conferir no vídeo abaixo, em torno da marca de 44 minutos. Isto é contexto e esta é a verdade. O resto são os outros sites.
Filme com atores da Turma da Mônica ganha novas imagens
Depois das fotos iniciais das filmagens, a produção de “Turma da Mônica: Laços”, o primeiro longa-metragem live-action (com atores reais) dos personagens criados por Mauricio de Sousa, ganhou seu primeiro pôster e a primeira foto individual da Mônica, vivida por Giulia Benite, em comemoração ao aniversário da menina. As imagens foram divulgadas no Instagram oficial da produção, que está sendo filmada no interior paulista com direção de Daniel Rezende (de “Bingo, o Rei das Manhãs”). O filme tem como base a graphic novel homônima, uma releitura do trabalho de Mauricio de Sousa produzida pelos irmãos Lu e Vitor Cafaggi, com uma trama mais adulta e repleta de referências à cultura pop dos anos 1980. Os autores da graphic novel assinam o roteiro da adaptação, que acompanha Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali na pré-adolescência, durante uma jornada de perigos e aventura em busca do cão Floquinho, que fugiu. O elenco infantil foi escolhido após uma longa seleção, que chegou a ter mais de 7,5 mil inscritos. Além de Giulia Benite como Mônica, as crianças são Laura Rauseo como Magali, Kevin Vecchiato como Cebolinha e Gabriel Moreira como o Cascão. Todos são estreantes. Já o elenco adulto foi confirmado com Monica Iozzi (“Mulheres Alteradas”), Paulo Vilhena (“Como Nossos Pais”) e Ravel Cabral (“Vai que Dá Certo 2”). As filmagens tem previsão de acontecer até o final de julho, mas a estreia, conforme mostra o pôster, ficará para 2019.
Crítica de cinema rebate Mindy Kaling e ideia de que “filmes femininos” não possam ser criticados por homens
Uma importante crítica americana de cinema, Alison Willmore, usou o Twitter na sexta (15/6) para rebater o mau uso de um recente estudo da USC (Universidade do Sul da Califórnia), que observou que a maioria esmagadora dos críticos dos Estados Unidos são homens brancos. A falta de representatividade feminina e de outros grupos étnicos na pesquisa já inspirou os festivais de Sundance e Toronto a criar cotas em suas coberturas de imprensa para jornalistas mulheres e “de cor”. Mas enquanto a inclusão de maior diversidade na cobertura de cinema é bem vinda, o estudo também tem sido usado como escudo de certos filmes contra críticas negativas. Nesta semana, a atriz Mindy Kaling abordou a “injusta” predominância masculina e branca entre os críticos para reclamar da nota (positiva, por sinal) registrada no Rotten Tomatoes sobre “Oito Mulheres e um Segredo”, que ela estrela, apontando que a falta de diversidade da crítica era a razão da aprovação moderada do filme. “Homens brancos, críticos, podem gostar, apreciar o meu trabalho, mas muitas vezes eu penso que sempre tem um crítico que irá condená-lo, porque eles não entendem e são tão poderosos.” No Rotten Tomatoes, “Oito mulheres e Um Segredo” está com 68% de aprovação pela crítica. Já a porcentagem de aceitação da audiência não passa de 51%. Mas a jornalista do BuzzFeed News, Alison Willmore, resolveu peitar a suposta polêmica, dizendo, em outras palavras, que toda essa conversa é muito fiada. “Talvez ‘Oito Mulheres e um Segredo’ tivesse mais críticas positivas se mais mulheres tivessem escrito sobre ele. Talvez não. Se você precisa apagar a opinião de críticas femininas que não gostaram do filme para provar seu argumento, ele não é um bom argumento para começar. As mulheres não são monolíticas”, ela introduziu. Willmore sustenta que não há garantia de que uma crítica feminina vá gostar mais de um filme ruim, apenas porque é seu público alvo. Para ela, deve-se buscar mais diversidade entre os críticos, porque isso permite maior abrangência de avaliações, inclusive sobre filmes de homens brancos – ela cita “Dunkirk” – , mas não se pode usar a falta de inclusão na imprensa como desculpa para defender filmes ruins. Ela apontou que essa falsa controvérsia parece tititi de fã da DC, que não se conforma porque a crítica não considera os filmes baseados nos quadrinhos da editora como obras-primas. Nesta linha argumentativa, os críticos não teriam gostado de “Batman vs. Superman”, “Esquadrão Suicida” e “Liga da Justiça” porque não seriam o público-alvo das produções. Ou seja, não eram nerds de 13 anos que preenchem todos os requisitos para serem clichês-ambulantes. “‘Esse filme não é para você’ é o mesmo argumento que um adolescente irritado usa para me dizer que eu não deveria ponderar sobre ‘Esquadrão Suicida’. É também um argumento cuja conclusão final é o de que nunca deveriam existir críticas negativas, pois isso apenas significaria que o crítico simplesmente não era o público certo para o filme”, concluiu Willmore no Twitter. Veja abaixo. Maybe reviews of OCEAN'S 8 would have skewed more positive if it'd been majority women-identifying critics reviewing it. Maybe not! If you need to erase the opinions of female critics who didn't like it in order to make this argument, it's not a good one. Women aren't monolithic! — Alison Willmore (@alisonwillmore) June 15, 2018 "This movie isn't for you" is the same argument an angry teen boy uses when telling me why I shouldn't get to weigh in on SUICIDE SQUAD. It's also an argument whose end point is that there should never be bad reviews, because that just means the critic wasn't the right audience — Alison Willmore (@alisonwillmore) June 15, 2018
Goleiro da Islândia que parou Messi é cineasta
Consagrado na Copa do Mundo 2018 como o goleiro que parou Messi, Hanners Thor Halldórsson, destaque do time de futebol da Islândia, é realmente um jogador diferenciado. Quando não está à frente das traves, o atleta de 34 anos costuma estar atrás das câmeras. Halldórsson é cineasta. Ele já tem diversos clipes de rock islandês e campanhas comerciais em seu portfólio. Além disso, foi editor assistente de “Hrafnhildur” (2012), vencedor do Adda Awards, o equivalente ao Oscar da Islândia, na categoria de Melhor Documentário. O jogador-diretor também assinou o comercial épico da Coca-Cola sobre a seleção da Islândia, que é sem dúvida uma das melhores peças publicitárias criadas para o evento. Veja abaixo. Mas sua influência no time de futebol de seu país não fica nisso. Ele transformou a seleção da Islândia na mais cinéfila do torneio mundial, criando o hábito entre os jogadores de se reunirem na concentração para assistirem filmes juntos, duas ou três noites antes de cada partida. Graças às suas conexões na indústria de cinema da Islândia, Halldórsson também consegue realizar premières mundiais para os colegas da equipe, como na ocasião em que os jogadores puderam assistir “Evereste”, de Baltasar Kormákur, antes do filme chegar aos cinemas e na véspera da vitória contra a seleção da Holanda em Amdesterdã em 2015. Ao parar Lionel Messi em uma cobrança de pênalti e em várias defesas importantes, ele passou a viver seu próprio filme. Mas é um filme que não começou agora. Vem desde a Eurocopa de 2016, quando segurou Cristiano Ronaldo no empate de sua equipe diante de Portugal. Resta saber se o filme de sua vida tem final Hollywoodiano, em que os pequenos surpreendem e conseguem vencer os gigantes. “Eu tenho muita confiança no nosso time. Conseguimos resultados tão bons nos últimos anos que realmente não tememos ninguém”, Halldórsson disse após o jogo deste sábado (16/6). Uma coisa é certa, ele já sabe o que fará quando parar de jogar bola. “Tenho utilizado meu tempo livre de jogador profissional para terminar o roteiro de um filme de terror. Tenho esperança que esteja pronto para produzir quando terminar de jogar”, contou o goleiro ao jornal português Publico.
Jeremy Jordan deixa elenco fixo de Supergirl
O ator Jeremy Jordan vai se despedir de “Supergirl”. Seu personagem Winn Schott deixará o elenco fixo na 4ª temporada, mas ainda aparecerá de forma recorrente, provavelmente para preparar sua saída definitiva. “Nós amamos Jeremy e ainda não estamos dizendo adeus para Winn, de forma alguma. Estamos planejando grandes histórias para ele durante o próximo ano e acho que os fãs vão ficar bem animados com o que virá por aqui”, declaram os showrunners Robert Rovner e Jessica Queller em comunicado. Não foi revelado o que acontecerá com o personagem, afinal o último episódio da 3ª temporada ainda não foi exibido, porém a dupla garante que o nerd continuará “procurando atingir seu potencial”. Jeremy Jordan segue os passos de Peter Facinelli (Maxwell Lord), Calista Flockhart (Cat Grant), Floriana Lima (Maggie Sawyer) e Dean Cain (Dr. Jeremiah Danvers), que tinham personagens importantes na série, mas saíram da produção. A saída do ator também ajuda a explicar o anúncio da promoção de Jesse Rath, o intérprete de Brainiac 5, para o elenco regular da 4ª temporada. O integrante da Legião dos Super-Heróis deve ocupar a vaga de especialista em tecnologia socialmente deslocado que Winn preenchia na produção. “Supergirl” encerra sua 3ª temporada na segunda-feira (18/6), num episódio que contará justamente com participação de Jesse Rath como Brainiac 5. A 4ª temporada vai estrear no outono norte-americano, entre setembro e novembro. A série é exibida pelo canal pago Warner no Brasil.
Roteirista do filme Star Trek vira showrunner da série Star Trek: Discovery
A série “Star Trek: Discovery” passou por mudanças nos bastidores em meio às gravações de sua 2ª temporada. Gretchen Berg e Aaron Harberts, os showrunners que fizeram a série decolar após a saída do criador da atração, Bryan Fuller, ainda durante a pré-produção, não fazem mais parte do programa. O produtor executivo Alex Kurtzman, co-criador da série, ganhou mais responsabilidade para virar o showrunner único da atração. Kurtzman tem forte ligação com a franquia, tendo escrito os filmes “Star Trek” (2009) e “Além da Escuridão: Star Trek” (2013). Recentemente, ele tentou virar diretor de cinema, mas o fracasso de “A Múmia” (2017) o trouxe de volta ao mundo das séries. Fontes ouvidas pelo Deadline disseram que a mudança de showrunners não foi motivada por problemas criativos, mas operacionais. Não está claro o que isso significa, mas a revista Variety joga lenha na fogueira, ao denunciar que o motivo do afastamento foi um clima de tensão na sala de roteiristas. Eles foram demitidos. Além da dupla, o produtor-roteirista Akiva Goldsman (que derrubou “A Torre Negra”) também não volta na próxima temporada. Uma nota emitida pela CBS TV comunicou a mudança em tom genérico. “Fizemos algumas mudanças de produtores em ‘Star Trek: Discovery’. A série continua sob a visão criativa e liderança do produtor executivo e co-criador Alex Kurtzman. A ‘Discovery’ continua em curso para a 2ª temporada em 2019, com novas e contínuas histórias que se baseiam em sua temporada de estréia de sucesso.” A série está atualmente gravando o quinto episódio da nova temporada e, após isso, a produção entrará num pequeno hiato. Há grande expectativa entre os fãs de “Star Trek” pelo desenrolar da trama, já que os próximos capítulos mostrarão um encontro entre a nave Discovery e a clássica Enterprise, comandada pelo Capitão Pike. Além disso, a série apresentará uma versão jovem de Spock. Ainda não há previsão de estreia para a 2ª temporada, mas o comunicado fala em 2019. A série é produzida para o serviço de streaming CBS All Access, mas chega ao Brasil pela Netflix.
Homem-Elástico será personagem fixo da 5ª temporada de The Flash
O Homem-Elástico enganou a morte para virar um personagem fixo da 5ª temporada de “The Flash”. Depois de recorrer por boa parte do quarto ano da produção, “morrer” e voltar no último episódio para salvar o mundo, Ralph Dibny estará de volta em tempo integral ao time Flash. Seu intérprete, o ator Hartley Sawyer, fechou contrato para integrar o elenco permanente da atração. Além dele, a atriz Danielle Nicolet também foi promovida de recorrente para fixa. Ela vive a promotora Cecile Horton, recém-casada com Joe West (Jesse L. Martin) e, por isso, sogra do herói interpretado por Grant Gustin. Mas enquanto Cecile é uma personagem bastante secundária nos quadrinhos originais – se os leitores não lembra da advogada, é porque ela é ruiva nos quadrinhos, como a maioria dos personagens interpretados por atores negros nas séries de super-heróis produzidas por Greg Berlanti – , o Homem-Elástico tem alongada tradição. Ralf Dibny, o Homem-Elástico, é um dos aliados mais antigos de Barry Allen nos quadrinhos. Ele fez sua estreia justamente numa história do Velocista Escarlate, criado por John Broome e Carmine Infantino em 1960, com grande input do editor Julius Schwartz, que queria um novo coadjuvante para o Flash. Eventualmente, ele ganhou histórias próprias e também entrou na Liga da Justiça. Ao longo dos anos, Ralf fez fortuna no showbusiness e casou com a namorada Sue Dearbon, formando um dos casais mais bacanas dos quadrinhos. Uma das características de suas histórias individuais era que Ralf e Sue investigavam pistas e mistérios ao estilo dos antigos romances de detetives, conseguindo resolver mais crimes que o próprio Batman. Até tudo ruir na minissérie “Crise de Identidade” em 2004, quando Sue foi assassinada por Jean Loring, a esposa de Ray Palmer (o Elektron), levando o herói divertido a se tornar sombrio. Obcecado em trazer Sue de volta à vida, ele fez todo tipo de pactos sobrenaturais, mas só conseguiu reencontrá-la com sua própria morte no crossover “52”. A série destaca o Ralph Dibny divertido das primeiras aventuras do herói, e ele realmente roubou as cenas em quase todos os episódios dos quais participou. A 5ª temporada vai estrear no outono norte-americano, entre setembro e novembro. “The Flash” é exibida pelo canal pago Warner no Brasil.
Brainiac 5 será personagem fixo da 4ª temporada de Supergirl
Haverá mais Legião dos Super-Heróis no futuro de “Supergirl”. O ator Jesse Rath, que fez aparições recorrentes como Brainiac 5 nos últimos episódios da série estrelada por Melissa Benoist foi promovido a integrante regular da 4ª temporada. Brainiac 5 foi um dos poucos integrantes do grupo de super-heróis do século 31 vistos na série até aqui. Além dele, também apareceram Satúrnia e Mon-El. Destes, apenas Mon-El, que é originalmente do século 21, teve suas características respeitadas na TV. Imra Ardeen, a Satúrnia, é uma telepata loira nos quadrinhos e virou uma morena telecinética na série. Já Querl Dox, a inteligência artificial de forma humanoide batizada de Brainiac 5, sempre foi impresso na cor verde nos gibis. Com os cabelos loiros, rendia um típico torcedor verde-amarelo. Mas bateu daltonismo na produção televisiva, que optou por cabelos mais esbranquiçados e maquiagem azul, além de um visual completamente diferente dos quadrinhos. Sua permanência na produção aponta para a introdução de novos integrantes da Legião nos próximos episódios. A esta altura, porém, os fãs não devem saber se vibram ou temem este possibilidade, tamanha bagunça que a série fez com os personagens já apresentados. “Supergirl” encerra sua 3ª temporada na segunda-feira (18/6), num episódio que contará justamente com participação dos três legionários já estabelecidos na trama. A 4ª temporada vai estrear no outono norte-americano, entre setembro e novembro. A série é exibida pelo canal pago Warner no Brasil.
Gotti: Novo filme de John Travolta consegue 0% de aprovação no Rotten Tomatoes
A cinebiografia do mafioso John Gotti, estrelada por John Travolta, virou um fenômeno de rejeição coletiva. “Gotti” atingiu a unanimidade da crítica, com 0% de aprovação no site Rotten Tomatoes. E isto porque foi escondido da imprensa, que só pôde assistir ao lançamento quando o longa chegou aos cinemas nesta sexta (15/06). A crítica do jornal The New York Times definiu a produção como “uma bagunça decepcionante”, a do Newsday chamou de “desastre” e a da revista The Hollywood Reporter resumiu: “O filme é muito terrível, mal escrito, desprovido de tensão, ridículo em alguns pontos e simplesmente aborrecido em outros”. Apesar da avaliação de 0% ser bastante rara, “Gotti” é o quarto longa na filmografia de John Travolta a conquistar esta marca, após “Os Embalos de Sábado Continuam” (1983), “Olha Quem Está Falando Agora!” (1993) e “A Vida Por Um Fio” (2015). Vale citar ainda que “A Reconquista” (2000), considerado por muitos a pior ficção científica de todos os tempos, também se destaca entre os filmes do ator com 3%. Mas Gotti é um desastre à parte, por envolver Travolta, mulher e filha. O filme mostra a vida tumultuada dos Gotti, enquanto o mafioso (Travolta) e sua mulher (Kelly Preston, esposa de Travolta) tentam manter a família unida durante vários crimes, tragédias e prisões. A filha de Travolta, Ella Bleu Travolta, também está no elenco como, claro, filha do protagonista na trama. Terceiro filme dirigido pelo ator Kevin Connolly (da série “Entourage”), “Gotti” foi escrito por Lem Dobbs (“Sem Proteção”) e outro ator, Leo Rossi (“As Três Faces do Crime”), e é contado pelo ponto de vista do filho do mafioso, John Gotti Jr (Spencer Lofranco, de “Invencível”). A Lionsgate viu que o resultado era radioativo e desistiu de lançar na véspera da previsão original de estreia, em dezembro do ano passado, mas o infame Keya Morgan, preso no começo da semana por preencher um boletim falso na polícia e proibido pela Justiça de se aproximar de seu “sócio” Stan Lee, descreveu o longa como “obra prima” e se juntou aos produtores para comprar o filme, visando lançá-lo por conta própria. O prejuízo tende a ser enorme, já que a expectativa é que a produção fature algo entre US$ 1 e 2 milhões no fim de semana.
Terry Gilliam perde batalha judicial na luta para exibir seu filme maldito
A justiça francesa decidiu contra Terry Gilliam no processo em que o cineasta buscava anular seu contrato com o produtor português Paulo Branco, com quem brigou após ceder os direitos de distribuição de “The Man who Killed Don Quixote” (O Homem Que Matou Dom Quixote). A interpretação da Corte de Apelação de Paris é que o contrato continua válido, embora a realização definitiva do filme não tenha sido financiada pela produtora de Branco. Gilliam trabalha há mais de 20 anos no longa, que finalmente veio à público durante o recente Festival de Cannes, como filme de encerramento do evento. Mas mesmo esta exibição envolveu angústia e disputa judicial. Branco tentou vetar a première mundial, mas o festival conseguiu uma liminar para realizar a projeção. Para entender os percalços dessa história, é preciso retroceder 25 anos, quando as primeiras páginas do roteiro de “The Man Who Killed Dom Quixote” foram escritas. A pré-produção começou em 1998 e as primeiras filmagens aconteceram em 2000, com Johnny Depp no papel principal. Já neste momento, foram tantos problemas, incluindo inundações no set, interferências das forças armadas espanholas e uma hérnia sofrida pelo astro Jean Roquefort, que a produção precisou ser interrompida e o filme abandonado. Todas as dificuldades enfrentadas pelo projeto foram registradas num documentário premiado, “Lost in La Mancha” (2002). Uma década depois, em 2010, Gilliam voltou a ficar perto de realizar o longa, chegando a filmar Ewan McGregor (“Trainspotting”) como protagonista e Robert Duvall (“O Juiz”) no papel de Dom Quixote, mas a produção precisou ser novamente interrompida, desta vez por problemas financeiros. Em 2015, ele chegou a anunciar uma nova tentativa, agora estrelada por Jack O’Connell (“Invencível”) e John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”), mas a briga com o produtor português Paulo Branco adiou o projeto. Os dois se desentenderam durante a pré-produção, o que levou o diretor a entrar na justiça francesa para anular a cessão de direitos, enquanto buscava realizava o longa com apoio de outros produtores. Neste meio tempo, John Hurt acabou morrendo e precisou ser substituído na quarta filmagem anunciada, desta vez definitiva. Assim, quem acabou nos papéis principais foram, finalmente, Adam Driver e Jonathan Pryce. Mas enquanto Gilliam comemorava a conclusão das filmagens amaldiçoadas no ano passado, um tribunal de Paris se pronunciou em primeira instância em favor do produtor português, embora tenha rejeitado seu pedido de interromper a produção. O cineasta recorreu e a audiência de apelação foi marcada para esta sexta (15/6). E ela manteve a goleada do destino contra Gilliam. Por enquanto, apenas o público do Festival de Cannes pôde ver a obra. Alguns dizem que a obra é prima, outros que é perda de tempo. O que é certo é que a maldição continua. A decisão da justiça francesa levou o produtor a ameaçar as empresas que fecharam contrato de distribuição do filme, entre elas a Amazon nos Estados Unidos. Em comunicado, Paulo Branco afirma que, após a sentença, “a exploração do filme só pode ser feita pela Alfama ou pela Leopardo filmes — em Portugal, pela Leopardo, no resto do mundo, pela Alfama Films — e [que] todos os outros contratos são ilegais”. Neste sentido, a Alfama e a Leopardo Filmes, produtora e distribuidora de Paulo Branco, garantem que “agirão em conformidade de modo a serem ressarcidas e indenizadas dos danos resultantes da atuação de todos os intervenientes na produção deste filme, assim como todos aqueles que ilegalmente o exploraram em desrespeito aos direitos da Alfama Films”. Mas apesar do tom ameaçador, já há contestação da interpretação do produtor a respeito da sentença. Outra empresa portuguesa, a Ukbar Filmes, que entrou na produção do longa no final de 2016, apontou, em seu próprio comunicado, que a Corte de Apelação de Paris “diz que o contrato [entre Gilliam e Branco] ainda está válido e que Terry Gilliam tem de pagar dez mil euros a Paulo Branco”, mas o valor diz apenas respeito a custas judiciais e “não tem qualquer impacto na exploração” do filme nos cinemas. Terry Gilliam já avisou que pretende recorrer da decisão. E Paulo Branco também diz querer ser indenizado pelos “danos” causados pelas disputas judiciais. Ou seja, a saga continua.
AT&T muda o nome da Time Warner para WarnerMedia
A Time Warner já mudou de nome e de direção sob o comando da AT&T. A empresa, que inclui a HBO, Turner, a editora DC e o estúdio Warner Bros., foi rebatizada de WarnerMedia em um memorando distribuído aos funcionários pelo novo presidente da companhia nesta sexta-feira (15/6). A empresa de telecomunicações finalizou a compra da Time Warner na quinta-feira (14/6) depois de uma prolongada batalha antitruste com o governo dos Estados Unidos. Com isso, já começaram as mudanças internas na empresa, com o afastamento de diversos executivos da cúpula da Warner Bros. e da Turner. O presidente da nova WarnerMedia é John Stankey, um executivo da AT&T, que em seu memorando prometeu manter a autonomia criativa da HBO, Turner e Warner Bros., trabalhando em parceria com essas divisões da companhia para realizar o objetivo principal do negócio. O acordo, anunciado originalmente em 2016, permitirá que a AT&T alie novas ofertas de conteúdo em TV e streaming, junto com seus serviços principais de provedora de TV paga e banda larga. O novo nome enfatiza como a AT&T enxerga sua aquisição, como fonte de conteúdo de mídia. Mas também confirma o fim de uma era. Vale lembrar que o nome Time Warner foi estabelecido em 1989, quando editora Time Inc., que publicava a Time e outras revistas, fundiu-se com a Warner Communications, uma empresa de filmes, música e TV paga, formando a Time Warner – então o maior conglomerado de mídia e entretenimento do mundo. Mas a chegada da internet tornou o negócio impresso deficitário, levando a empresa a ser dividida e vendida, a ponto de a única parte da Time que ainda permanecia no grupo estava em seu próprio nome. A editora de revistas foi adquirida no ano passado pela Meredith Inc. A Time Warner Cable foi vendida em 2016 para a gigante Charter Communications Inc. E a ironia é que até mesmo a própria revista Time está perto de ser vendida novamente pela Meredith, tamanha é a crise atual das publicações impressas. Em seu memorando, Stankey disse que a AT&T decidiu mudar o nome não apenas por a empresa não ter mais nada a ver com a Time, mas porque as pessoas ainda confundiam a Time Warner, empresa de mídia, com a Time Warner, a antiga empresa de TV paga do grupo, embora a Charter a tenha renomeado como Spectrum ao comprá-la em 2016. “Nossa pesquisa de consumo sugere que essa confusão não vai desaparecer tão cedo”, disse ele, no texto que justificou a mudança.
Lucifer é resgatada e terá 4ª temporada pela Netflix
A campanha dos fãs deu certo. A série “Lucifer” foi oficialmente resgatada pela Netflix, que encomendou uma 4ª temporada da atração, cancelada pela Fox no mês passado. O anúncio foi feito pelo Twitter do serviço de streaming e repercutido pelo elenco da série nas redes sociais, que comemorou muito, com vídeos e posts, alternando-se entre surpresa, êxtase e agradecimento aos fãs pelo esforço feito para “Lucifer” continuar a ser produzida. Veja abaixo. “Vocês, fãs, fizeram isso acontecer!, escreveu Tom Ellis, intérprete do personagem-título. A atriz Aimee Garcia se pronunciou com um palavrão em vídeo. E o produtor Joe Henderson postou uma sequência de “obrigados” em agradecimento e ainda brincou com os fãs. “Vocês nos trouxeram de volta. Agora relaxem, respirem e coloquem gelo nos dedos depois dessa chuva de hashtags”, postou. Henderson também publicou um hilário meme de Jon Snow voltando à vida em “Game of Thrones”, para comemorar que a série também voltou à vida. Curiosamente, nessa semana a presidente da Amazon chegou a afirmar que a plataforma estava conversando sobre a possibilidade de resgatar “Lucifer”. Esta revelação pode ter ajudado a Netflix a tomar sua decisão. E foi um salvamento digno de cliffhanger, no último segundo. Segundo a atriz Lauren German, intérprete da detetive Chloe Decker na série, o resgate teria que ser anunciado até sábado (16/6), porque depois disso ficaria muito difícil manter o elenco junto. “Há uma chance de que um serviço de streaming possa nos resgatar, mas isso terá que acontecer até 16 de junho”, ela afirmou, durante um painel na Comic Con da Austrália no fim de semana passado, explicando a razão do prazo. “Contratualmente, nós não podemos fazer testes para outros papéis até 16 de junho e, infelizmente, ficaremos livres depois disso. Então, estamos apenas rezando para que (o resgate da série) aconteça”, completou. No Brasil, “Lucifer” ainda está exibindo sua 3ª temporada pelo canal pago Universal, mas os episódios ainda não produzidos deverão ser exclusividade da Netflix. A mudança para a Netflix deve afetar a forma como a série é realizada. A última temporada de “Lucifer” na Fox teve 24 episódios oficiais e mais dois de bônus, mas o serviço de streaming costuma exibir 13 episódios por temporada de suas séries dramáticas. A Netflix também costuma produzir todos os episódios de uma temporada para disponibilizá-los ao mesmo tempo, enquanto a Fox liberava um por semana. Por conta disso, o mais provável é que a 4ª temporada não seja vista em 2018, como aconteceria se a série tivesse sido renovada na TV aberta americana. Por outro lado, o streaming não enfrenta as mesmas restrições de conteúdo da TV aberta e a Netflix tem demonstrado gosto pela polêmica, algo que não falta nos quadrinhos originais que inspiram “Lucifer” e que foi deixado de lado pelos produtores da série, provavelmente por conta da exibição na Fox. Segue tradução: OQQQQQQQQQ!???!11!!? (Sim, #Lucifer estará de volta para uma quarta temporada original Netflix.) https://t.co/1jU5yG3pyI — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) June 15, 2018 #LuciferSeason4 on @Netflix wow that sounds nice. You fans made this happen. #LuciFansrock #Lucifersaved ✊? — tom ellis (@tomellis17) June 15, 2018 WE DID IT !!!!!!!!!!! Thank you to everyone for your continued support and love for #Lucifer I am so happy for all our fans I’m going to burst ✊?❤️ https://t.co/DhvTdevGW2 — tom ellis (@tomellis17) June 15, 2018 BOOM!!!!! HELL YES!!! https://t.co/jOVrlAMmzm — Joe Henderson (@Henderson_Joe) June 15, 2018 pic.twitter.com/CpkfKOEdJX — Joe Henderson (@Henderson_Joe) June 15, 2018 HOLY MOLY WE ARE BACK PEOPLE!!!! #SaveLucifer https://t.co/W0Zpj1Wbli — Joe Henderson (@Henderson_Joe) June 15, 2018 Thank you thank you THANK YOU to all the #Lucifer fans. You brought us back. YOU did this. So relax, take a breath, put some ice on those fingers that have been hashtagging up a storm… and get ready for more deviltime ? — Joe Henderson (@Henderson_Joe) June 15, 2018 WE DID IT ?????????????? @netflix & #Lucifer fans #Heroes NEVER. GIVE. UP. ?? pic.twitter.com/lIECelQxBr — Aimee Garcia (@Aimee_Garcia) 15 de junho de 2018 Thank u 2 our Lucifans … YOU ALL (& @netflix ) were OUR angels!!! LUCIFER. FANS. ROCK. ??????? https://t.co/NgBJrTzGZa — Aimee Garcia (@Aimee_Garcia) June 15, 2018 You fans are incredible. You did this. We are so happy to keep the family together. Lucifer on Netflix is back. Has a ring to it I say. Thank you @netflix and Thank you to each and everyone of you who fought like a demon! — ?Lesley-Ann Brandt (@LesleyAnnBrandt) June 15, 2018 It official!!! Netflix picks up #LUCIFER! Thank you @TVLine !! https://t.co/MzjYkSwRvY — Rachael Harris (@RachaelEHarris) June 15, 2018 Ahhhhhhh!!! I ❤️ our Lucifans so much!!!! I’m not crying… YOURE crying. ??❤️❤️??? #Lucifer https://t.co/73be0pFU3X — Ildy Modrovich (@Ildymojo) June 15, 2018 Oh my Dad, you guys, WE DID IT!!!!!!!! We #SavedLucifer YOU did this!!! YOU!!!! ❤️❤️❤️❤️? https://t.co/VO3KK4wp1V — Ildy Modrovich (@Ildymojo) June 15, 2018 YOU DID IT @netflix ❤️YOU ARE OUR HERO ?? LUCIFANS CANNOT THANK YOU ENOUGH!#LuciferSeason4 #LuciferSaved pic.twitter.com/gEqojmnKK6 — Equipe Lucifer (@EquipeLucifer) June 15, 2018 BEYOND GRATEFUL to be part of a company like @netflix Also a huge thank you to all #Lucifer fans who poured their hearts out, tweeted, screamed, cried & showed us they wanted it….and wanted it bad. Thank you #Netflix for snatching us up, we love you already ❤️ Uma publicação compartilhada por @ laurengerman em 15 de Jun, 2018 às 1:56 PDT
Versão estendida do clássico Nasce uma Estrela revela cena inédita com Barbra Streisand
A Netflix divulgou dois vídeos relacionados à versão estendida de “Nasce uma Estrela” (1976), que será disponibilizada com exclusividade pelo serviço de streaming, em sua primeira iniciativa para restaurar e relançar um filme clássico. Um dos vídeos revela uma cena inédita nos cinemas e o outro traz a estrela do título, a atriz e cantora Barbra Streisand, comentando porque o trecho foi cortado na época, e como ela aprendeu a tocar violão especialmente para filmar naquele momento uma versão acústica do hit “Evergreen”. O relançamento aproveita a publicidade gerada pelo novo remake de “Nasce Uma Estrela” com Lady Gaga, para relembrar o clássico estrelado por Streisand em 1976, A versão dos anos 1970 foi a primeira do romance entre um astro decadente e uma estrela em ascensão passada no universo musical – as anteriores, dos anos 1930 e 1950, tinham Hollywood como bastidores. Por isso, é a mais próxima do remake atual. Na época, Streisand contracenou com o cantor country Kris Kristofferson, e agora Lady Gaga atuará ao lado de Bradley Cooper, que tem o papel de um cantor country. “Nasce Uma Estrela” rendeu a Streisand o Globo de Ouro de Melhor Atriz e o Oscar de Melhor Canção por “Evergreen (Love Theme from A Star Is Born)”. A versão estendida do clássico foi disponibilizada nesta sexta (15/6) na Netflix americana, acompanhada por seis especiais de TV da cantora.












