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    Amy Schumer e Emily Ratajkowski são detidas durante protesto nos Estados Unidos

    4 de outubro de 2018 /

    A comediante Amy Schumer e a modelo Emily Ratajkowski (que trabalharam juntas em “Sexy por Acidente”) foram detidas nesta quinta-feira (4/10) enquanto participavam de um protesto contra a indicação de Brett Kavanaugh para a Suprema Corte dos Estados Unidos – o equivalente ao STF brasileiro. O juiz indicado por Donald Trump, conhecido por posições conservadoras e anti-feministas, é acusado por três mulheres de abusos sexuais, que teriam acontecido nos anos 1980. Por conta disso, os protestos contra ele têm se intensificado, visando pressionar o Senado a rejeitar sua indicação. Segundo a MSNBC, as atrizes estavam junto a um grupo de mais de uma centena de militantes, concentrado na Colina do Capitólio, em Washington, e foram detidas para a dispersão da manifestação. “Não importa como isso continue, eles não podem nos parar. Nós vamos vencer. Um voto por Kavanaugh é um voto afirmando que as mulheres não importam”, disse Schumer antes de ser detida. Emily Ratajkowski informou o que aconteceu pelo Twitter: “Hoje eu fui presa porque protestava contra a indicação de Brett Kavanaugh, um homem que foi acusado por várias mulheres de agressão sexual. Homens que machucam mulheres não podem mais ser colocados em posições de poder”, escreveu. Today I was arrested protesting the Supreme Court nomination of Brett Kavanaugh, a man who has been accused by multiple women of sexual assault. Men who hurt women can no longer be placed in positions of power. pic.twitter.com/nnwq1O4qk3 — Emily Ratajkowski (@emrata) October 4, 2018

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  • Série

    Meg Ryan pode estrelar duas séries de comédia simultâneas na TV americana

    4 de outubro de 2018 /

    Considerada a rainha das comédias românticas dos anos 1990, Meg Ryan se jogou com tudo na televisão. Ela vai estrelar e produzir sua segunda série de comédia consecutiva, “The Obsolescents”, que está sendo desenvolvida para a rede NBC. Criada por Andrew Gottlieb (roteirista de “Fuller House”) e coproduzida por Lorne Michaels (“Saturday Night Live”), “The Obsolescents” se passa num subúrbio pacato de Nova Jersey, que tem sua tranquilidade abalada quando um político local é misteriosamente assassinado. O tema lembra “Desperate Housewives”. Mas ainda precisa ter seu piloto aprovado para virar série. De todo modo, a atriz já tem sua volta à TV garantida com a série “Picture Paris”, outra comédia que ela vai estrelar e produzir. A trama acompanha um casal do subúrbio que decide viajar para França, depois que seus filhos cresceram e já saíram de casa. Porém, o plano não sai exatamente como o esperado… “Picture Paris” foi criada por Brad Hall (“Os Descasados”), baseada num curta-metragem homônimo de 2011 (que tinha Julia Louis-Dreyfus no papel principal), e foi anunciada no ano passado pelo canal pago americano Epix. Só que ainda segue sem previsão de estreia. Para a atriz, estrelar séries representa um retorno às origens, já que ela começou a carreira na TV, integrando o elenco da novela “As the World Turns” em 1982. Ryan ainda participou da série western “Wildside”, que durou só seis episódios em 1985, antes de estourar no cinema como atriz de comédias românticas. Nos últimos anos, ela participou da série “Web Therapy” e fez sua estreia como diretora de cinema, à frente do drama “Ithaca”, lançado em 2016 nos EUA.

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  • Série

    Krypton: Intérprete de Lobo aparece à caráter na primeira foto do personagem

    4 de outubro de 2018 /

    A produção da série “Krypton” divulgou a primeira foto de Emmett J. Scanlan (série “Safe”) como o anti-herói Lobo, famoso personagem da DC Comics. Na imagem, ele está bem caracterizado como o personagem nos quadrinhos, que, contudo, em carne e osso parece bem politicamente incorreto – um “white face” com dreadlocks. Considerado um dos personagens mais brutais da DC, Lobo é um mercenário e caçador de recompensas alienígena com superforça e praticamente invulnerável, que combina a violência de Wolverine com o humor ácido de Deadpool. Criado por Keith Giffen e Roger Slifer em 1983 como o último sobrevivente do planeta pacífico Czarnia, Lobo nasceu feito um demônio no meio da utopia e, ainda adolescente, massacrou sozinho toda a sua civilização. Agora, vaga o universo em sua motocicleta espacial, sendo pago para fazer o que mais ama: assassinato e desordem. O personagem chegou a ser cotado para ter seu próprio filme. A adaptação ficou em desenvolvimento por pelo menos 15 anos, com Will Smith e Dwayne Johnson interessados no papel, em diferentes fases. Em 2009, a Warner queria o diretor inglês Guy Ritchie à frente da produção. Mas, em vez disso, Ritchie foi implodir outra franquia no estúdio, “Rei Arthur”. Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) também esteve na lista de cineastas cotados para a produção. E, no começo do ano, o cineasta Michael Bay (“Transformers”) chegou a abrir conversas, mas o projeto nunca saiu do papel. Os produtores ainda não explicaram como o personagem entrará na 2ª temporada de “Krypton”, que examinará as consequências do arco inicial e, de certa forma, verá a série começar de novo, redefinindo o planeta natal de Superman. A série segue o avô de Superman, Seg-El (Cameron Cuffe), como um jovem confrontado com o dilema de salvar seu planeta ou deixá-lo ser destruído para preservar o destino de seu futuro neto. A volta de “Krypton” está prevista para a primavera norte-americana, entre março e maio de 2019 no canal pago Syfy.

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  • Filme

    Chris Evans se despede do Capitão América em post nas redes sociais

    4 de outubro de 2018 /

    O ator Chris Evans pendurou o escudo do Capitão América. Após oito anos interpretando o super-herói nos filmes da Marvel, ele usou seu Twitter para se despedir, após o final de sua participação nas refilmagens de “Vingadores 4”. “Oficialmente finalizei as filmagens de ‘Vingadores 4′”, escreveu o ator. “Foi um dia muito emotivo, para dizer o mínimo. Interpretar esse papel nos últimos oito anos tem sido uma honra. Para todo mundo na frente e atrás da câmera, além de todo mundo na plateia, obrigado pelas memórias! Eternamente grato”. O post repercutiu entre os fãs, fazendo as hashtags #ChrisEvans e #ThankYouChrisEvans entraram para os tópicos mais compartilhados. Desde o ano passado, o ator vem dizendo que “Vingadores 4” – até hoje sem título oficial! – marcaria sua despedida do papel. Em entrevista feita em abril de 2017 para o jornal USA Today, ele afirmou que se sentia grato e sem arrependimentos por viver o Capitão América, mas “nada dura para sempre”. “Eu estaria mentindo se dissesse que não seria difícil para mim, mas a passagem do tempo e das tochas é parte da experiência. Nada dura para sempre. Existe beleza nessa partida, mesmo que seja triste às vezes, também é alegre”, ele comentou. “Eu me diverti muito. Super-heróis são entidades reinventáveis, como o Batman, ou mesmo o James Bond. Esses filmes encontram outras formas e encarnações para contar a história. Estou bem com isso. Eles querem continuar depois de ‘Vingadores 4’ e isso é com eles. Eu vou embora sem nenhum arrependimento e infinitamente grato”. Três meses depois, em entrevista ao jornal britânico The Telegraph, ele contou que seu contrato acabaria com “Vingadores: Guerra Infinita”, mas a Marvel conseguiu convencê-lo a filmar mais um longa dos Vingadores, graças à promessa de encerrar a trajetória do seu Capitão América nessa história. “Eu tinha seis filmes no meu contrato da Marvel, então eu poderia ter dito que, depois de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, não faria mais, mas eles queriam fazer o terceiro e quarto ‘Vingadores’ em duas partes”, explicou. “Eles disseram que tinham tantos personagens para encaixar – Guardiões da Galáxia, Pantera Negra, Capitão Marvel, Doutor Estranho, Homem-Formiga – que não conseguiriam em um único filme. Concordo, porque fazia sentido. O quarto ‘Vingadores’ vai encerrar tudo”. A despedida do Capitão América está agendada para chegar aos cinemas brasileiros em 2 de maio de 2019, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Officially wrapped on Avengers 4. It was an emotional day to say the least. Playing this role over the last 8 years has been an honor. To everyone in front of the camera, behind the camera, and in the audience, thank you for the memories! Eternally grateful. — Chris Evans (@ChrisEvans) October 4, 2018

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  • Filme

    Remake americano de Intocáveis ganha trailer com Bryan Cranston e Kevin Hart

    4 de outubro de 2018 /

    A STX divulgou o pôster e o trailer de “The Upside”, remake de “Intocáveis”, um dos maiores sucessos mundiais do cinema francês, lançado em 2011. Tão bem sucedido, com seus US$ 416 milhões de arrecadação, que todo mundo que quis ver a história da amizade entre um tetraplégico rico e seu cuidador, um negro pobre, já viu. Até a Argentina fez uma versão em espanhol desta história, “Inseparáveis”, há dois anos. Mas Hollywood acha que vale a pena ver de novo, já que desta vez os personagens falam inglês. Na versão americana, Bryan Cranston (“Breaking Bad”) é o paralítico e Kevin Hart (“Jumanji – Bem-Vindo à Selva”) o responsável por lhe dar uma nova perspectiva de vida. O remake tem direção de Neil Burger (“Divergente”), roteiro de Paul Feig (“Um Pequeno Favor”) e ainda inclui em seu elenco Nicole Kidman (“Big Little Lies”), Julianna Margulies (“The Good Wife”), Genevieve Angelson (“House of Lies”) e Aja Naomi King (“How to get away with Murder”). Passou sem alarde no Festival de Toronto e estreia em 11 de janeiro nos Estados Unidos, semana geralmente marcada por descarte de dramas que não conseguiram empolgar a crítica durante as premiações de fim de ano – e que passam batidos quando os “filmes do Oscar” empilhados no fim de dezembro ampliam seus circuitos. Não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Clint Eastwood vira traficante idoso no trailer de sua volta à atuação

    4 de outubro de 2018 /

    A Warner divulgou o primeiro trailer de “The Mule”, que marca a volta de Clint Eastwood à atuação. O astro de 88 anos de idade não atuava desde “Curvas da Vida”, em 2012. Ele também é o diretor do filme, sobre um idoso de 90 anos, veterano da 2ª Guerra Mundial, que foi preso pela DEA (Agência Americana Antidrogas) por transportar drogas para um conhecido cartel mexicano – uma quantidade de cocaína avaliada em US$ 3 milhões – através de Michigan em sua antiga caminhonete. A história é real e encenada por um elenco fabuloso em clima de suspense criminal. Para contracenar com Eastwood, o filme reúne Bradley Cooper (“Sniper Americano”), Laurence Fishburne, Michael Peña (ambos de “Homem Formiga e a Vespa”), Dianne Wiest (“Life in Pieces”), Taissa Farmiga (“American Horror Story”), Clifton Collins Jr. (“Westworld”), Victor Rasuk (“Jack Ryan”), Manny Montana (“Good Girls”) e Andy Garcia (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”). A estreia está marcada para 14 de dezembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Nova série do criador de La Casa de Papel ganha primeiro trailer e imagens

    4 de outubro de 2018 /

    A Beta Film divulgou o pôster, as fotos e o primeiro trailer de “El Embarcadero”, nova série de Alex Pina, o criador do fenômeno internacional “La Casa de Papel”. A prévia dramática da nova produção espanhola é bem diferente da tensão do thriller criminal, mas tem atrativos para os fãs de “La Casa de Papel”, a começar pela participação de Álvaro Morte, intérprete do Professor na série distribuída pela Netflix. Na nova trama, ele é o centro de um mistério. Com oito episódios, a série acompanha o impacto do inesperado suicídio de seu personagem na vida de sua mulher, uma arquiteta chamada Alejandra (Verónica Sánchez). Sem aceitar que ele tenha se matado, ela passa a investigar pistas sobre o que teria acontecido na noite fatídica em que virou viúva. E descobre que não conhecia realmente o marido, que tinha uma vida dupla com outra mulher, Veronica (Irene Arcos). Há cenas quentes de flashback envolvendo Morte e Arcos, mas também uma atmosfera de suspense na área rural em que as vidas das duas mulheres se encontram. Tanto que a produção é descrita como um suspense romântico. “El Embarcadero”, que vai se chamar “The Pier” para exportação internacional, foi criada em parceria entre Pina e Esther Matínez Lobato, que escreveu diversos episódios de “La Casa de Papel”. A produção será exibida em 2019 pelo canal pago espanhol Movistar+ e apresentada em 16 de outubro no evento Mipcom, em Cannes, para compradores do mercado internacional.

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  • Série

    Rei do Crime se vinga do Demolidor no trailer legendado da 3ª temporada

    4 de outubro de 2018 /

    A Netflix divulgou 14 novas fotos e o trailer completo legendado da 3ª temporada de “Demolidor” (Daredevil), que destaca a volta de Vincent D’Onofrio ao papel de Wilson Fisk, o Rei do Crime, em sua vingança contra o herói que o prendeu. O confronto entre o Demolidor (Charlie Cox) e Fisk vai marcar a temporada, que adapta de forma bem livre a história de “Born Again” (1986), arco clássico dos quadrinhos escrito por Frank Miller e desenhado por David Mazzucchelli, que foi lançado no Brasil como “A Queda de Murdock”. Os novos episódios serão continuação da minissérie “Os Defensores”, que terminou com o Demolidor sendo considerado morto na explosão de um prédio. Os instantes finais, porém, revelaram que ele tinha sobrevivido e estava sendo cuidado por freiras, cena que remete diretamente à trama de Miller. Para completar a referência, a série terá a adição da atriz Joanne Whalley (“Os Bórgias”, “White Princess”) no papel da freira Maggie, que cuida dos ferimentos do herói. Originalmente introduzida em “A Queda de Murdock”, ela surgiu nas páginas da Marvel para ajudar o Demolidor após ele ser derrotado pelo Rei do Crime e ficar entre a vida e a morte – quando o vilão descobre sua identidade e destrói todo o que ele tinha conquistado na vida. Ao ajudar sua recuperação, a freira se revela mais do que se poderia imaginar: a mãe de Murdock. A prévia aponta que as partes mais polêmicas da trama dos quadrinhos – que tem a ver com Karen Page (Deborah Ann Woll) – ficaram de fora da adaptação. Mas a presença de um falso Demolidor, concebido por Fisk para arruinar a reputação do herói, sai diretamente das páginas desenhadas por Mazzucchelli. Os 13 episódios da 3ª temporada serão disponibilizados no dia 19 de outubro em streaming.

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  • Filme

    Venom é a maior, pior e inescapável estreia de cinema da semana

    4 de outubro de 2018 /

    “Venom” chega em 1,4 mil telas nesta quinta (4/10). Ou seja, estará em todos os shoppings com multiplexes do país, numa tática de saturação para atingir uma grande bilheteria de estreia. Já que não atrai pela qualidade, quem sabe pela quantidade. Infelizmente, o primeiro filme do universo de personagens do Homem-Aranha que a Sony quer estabelecer no cinema pode muito bem ser o último, como “A Múmia” e o propalado universo de monstros da Universal, já que é um pastelão quando tenta ser sério e constrangedor quando busca ser engraçado. Com um visual trash, que parece a Bolha Assassina com músculos e dentes, o simbionte se ressente da falta do Homem-Aranha em sua história. A participação do herói na origem do monstro foi substituída por clichês de ficção científica, resultando num filme B do gênero, que nem o orçamento de US$ 100 milhões consegue disfarçar. Bom para Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) e Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”) que receberam parte desse dinheiro – se não tiverem a carreira arranhada por esse trabalho. Ruim para o público, que é conclamado a ajudar a pagar a conta de uma obra com apenas 28% de aprovação no Rotten Tomatoes. A outra estreia vistosa da semana é “apenas” medíocre. O remake desnecessário de “Papillon” tem 53% de aprovação no Rotten Tomatoes, 30% a menos que o original de 1973. A começar pelo óbvio: Charlie Hunnam (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Rami Malek (“Mr. Robot”) não são Steve McQueen e Dustin Hoffman. Fracasso retumbante, ficou só quatro semanas em cartaz nos cinemas norte-americanos, com desempenho de streaming – bilheteria total de US$ 2,3 milhões. Bem melhores são os dois lançamentos indies que completam a safra semanal americana: a comédia romântica “Juliet Nua e Crua” (82%) e a dramédia “Ponto Cego” (93%). A primeira bate na tecla familiar da mulher mal-amada (Rose Byrne) que troca o namorado geek-obcecado (Chris O’Dowd) pelo objeto de adoração dele: um roqueiro semi-aposentado (Ethan Hawke). A segunda mostra maior ambição, ao alternar elementos de comédia de amigões com temas dramáticos pesados, como racismo e violência policial. Venceu diversos prêmios no circuito dos festivais americanos. A seleção estrangeira ainda inclui o alemão “Os Invisíveis”, sobre a história real de quatro judeus que se disfarçaram de católicos para sobreviver em Berlim durante o Holocausto, e o argentino “O Futuro Adiante”, uma comédia sobre amizade feminina sem a histeria que o público passou a esperar dos exemplares nacionais similares. Para completar, há dois brasileiros: “Mare Nostrum”, um drama simples e afetuoso com elementos “mágicos” de fábula infantil, e “Verão em Rildas”, um pseudo-documentário que contrasta a geração bicho-grilo que resiste no interior do Brasil e outro anacronismo, o conservadorismo militante que busca sufocar as artes com campanhas em defesa da família, da moral e dos bons costumes. Poderia ser fascinante assistir um embate dos anos 1970 no século das redes sociais, mas a realização é tão amadora que resulta em nada. Confira abaixo as sinopses e veja os trailers para repassar todas as estreias da semana. Venom | EUA | Super-Heróis Eddie Brock (Tom Hardy) é um jornalista que investiga o trabalho de um cientista, suspeito de utilizar cobaias humanas em experimentos mortais. Quando ele acaba entrando em contato com um simbionte alienígena, Eddie se torna Venom, uma máquina de matar incontrolável. Papillon | EUA | Aventura Henri Charrière (Charlie Hunnam), chamado de Papillon, é condenado à prisão perpétua por um crime que não cometeu. Enviado para a Ilha do Diabo, na Guiana Francesa, ele conhece Louis Dega (Rami Malek), homem que Papillon promete ajudar em troca de auxílio para escapar da prisão. Juliet, Nua e Crua | EUA | Comédia Annie (Rose Byrne) está presa em um relacionamento de longa data com Duncan (Chris O’Dowd), fã obsessivo do obscuro roqueiro Tucker Crowe (Ethan Hawke). Sua idolatria é tamanha que ele chega a ser mais dedicado ao ídolo do que à própria namorada, com quem vive junto há anos. Quando surge uma nova gravação de Tucker, que após estourar há 25 anos nunca fez um segundo álbum, Annie é extremamente crítica ao material, enquanto Duncan imediatamente o venera. Após publicar um comentário negativo no site dedicado ao cantor, o próprio Tucker entra em contato com Annie, através de um e-mail onde diz que concorda totalmente com o que ela disse. Ponto Cego | EUA | Drama Collin precisa passar pelos últimos três dias de liberdade condicional para ganhar a chance de ter um novo começo. Ele e seu amigo de infância problemático, Miles, trabalham como mensageiros e, quando Collin testemunha um tiroteio policial, a amizade dos dois homens é testada à medida que lidam com suas identidades e diferentes realidades no bairro em que cresceram. Os Invisíveis | Alemanha | Drama Após o Partido Nazista tornar oficial a perseguição ao povo judeu, muitos deles precisam se tornar praticamente invisíveis. Quatro deles, Hanni Lévy, Cioma Schönhaus, Eugen Friede e Ruth Arndt, sonham em viver na América, enquanto circulam disfarçados em meio aos nazistas. O Futuro Adiante | Argentina | Drama Romina e Florencia possuem uma história de amizade que resiste ao tempo. Desde o primeiro amor até o primeiro divórcio, com desentendimentos e desafetos, as amigas atravessam diferentes etapas da vida juntas. Mare Nostrum | Brasil | Drama Roberto (Silvio Guindane) e Mitsuo (Ricardo Oshiro) são dois desconhecidos que, após uma série de coincidências, voltam para o Brasil no mesmo dia, depois de um longo tempo no exterior. Eles se encontram devido a um terreno que foi negociado por seus pais décadas atrás e decidem tentar ganhar dinheiro em cima do local. No entanto, entram em conflito quando começam a achar que o lote possui poderes mágicos. Verão em Rildas | Brasil | Pseudo-Documentário Um grupo de estudantes universitários, moradores da cidade litorânea de Rio das Ostras, decide organizar um festival de artes no local. Durante a divulgação do evento nas redes sociais, eles são surpreendidos pela repercussão equivocada de um postagem, e as consequências do ato ultrapassam as barreiras do mundo online afetando suas vidas e rotinas diretamente.

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  • Série

    Primeira série live action do universo Star Wars ganha título e ligação com personagem conhecido

    4 de outubro de 2018 /

    A primeira série “live action” (com atores reais) de “Star Wars” ganhou título e contexto. O diretor Jon Favreau (“Homem de Ferro” e “Mogli: O Menino Lobo”), responsável pela produção, revelou as primeiras informações importantes sobre o projeto em seu Instagram. Com o nome oficial de “The Mandalorian”, a série seguirá um pistoleiro solitário, que seria uma espécie de “herdeiro” de Boba Fett. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. Favreau já tinha comentado anteriormente que a produção ia se passar sete anos após a Batalha de Endor. Isto significa que o enredo vai cobrir o grande hiato entre os eventos de “O Retorno de Jedi” e os de “O Despertar da Força”, o que abre inúmeras possibilidades para os roteiristas se aventurarem. Naquela galáxia distante, mandaloriano é quem nasceu no planeta Mandalore, um território da Orla Exterior que abriga uma comunidade de guerreiros que se opõe aos Jedi. O termo ficou mais conhecido por ser de lá que vem Boba Fett, o caçador de recompensas que foi despachado por Luke Skywalker em “O Retorno de Jedi” – além de seu “pai”, Jango Fett, visto em “O Ataque dos Clones”. A sinopse de Favreau sugere que “outro guerreiro” emerge após as histórias de Jango e Boba, insinuando a possibilidade de outro clone da família Fett ou um contemporâneo de Mandalore. Para completar, há rumores de que Pedro Pascal (“Narcos”) pode viver o protagonista da série. A produção ainda está em estágio inicial e não tem previsão de estreia, mas a expectativa é que integre a primeira leva de séries exclusivas do novo serviço de streaming da Disney, com lançamento estimado para o final de 2019. Visualizar esta foto no Instagram. #starwars #TheMandalorian Uma publicação compartilhada por Jon Favreau (@jonfavreau) em 3 de Out, 2018 às 4:17 PDT

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  • Série

    Matt Bomer será o Homem-Negativo na série da Patrulha do Destino

    4 de outubro de 2018 /

    A série da Patrulha do Destino completou seu super-elenco com o anúncio de que Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”) viverá o herói Homem-Negativo. A escalação foi compartilhada durante painel da plataforma DC Universe na New York Comic Con. A grande ironia da contratação é que o ator, conhecido pela boa aparência, vai interpretar um personagem que nos quadrinhos se esconde o tempo inteiro atrás de bandagens – como o Homem Invisível clássico. Larry Trainor era um piloto de testes da Força Aérea que entrou em contato com uma estranha energia radioativa durante um acidente de avião. Como resultado, ganhou a capacidade de projetar-se fora de seu corpo, voar e muito mais, mas precisa se manter coberto por bandagens para evitar a propagação de sua radioatividade. Por conta disso, Bomer fará basicamente trabalho de dublagem e aparecerá em flashbacks, enquanto um dublê (Matthew Zuk) aparecerá sob as bandagens. A maioria dos personagens da série, por sinal, tem alguma deformação ou “defeito”, porque adquiriram poderes graças a tragédias, sofrendo mutilações ou desequilíbrio mental no processo. A Patrulha do Destino foi concebida desta forma pelos autores dos quadrinhos, Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, que queriam personagens capazes de causar mais medo e repulsa que as reações positivas associadas aos super-heróis. Nisto são parecidos com os X-Men, com quem costumam ser comparados. Com o detalhe de que os heróis da DC chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. O anúncio de Matt Bomer também confirma que “Doom Patrol” (o título original) terá elenco diferente daquele que será introduzido na série dos “Titãs”. Originalmente apresentada como um spin-off, a produção só manterá uma intérprete inalterada entre a aparição nos Titãs e a estreia da série própria. Curiosamente, é uma das poucas personagens que não se disfarça, a Mulher-Elástica. April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) viverá a heroína tanto em “Titã” quando na série da Patrulha. Os demais intérpretes são Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane, Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) como o Homem-Robô, Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) no papel do herói Ciborgue e Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) como o Dr. Niles Caulder, mais conhecido como O Chefe. Eles enfrentarão Alan Tudyk (da série “Powerless”), que viverá o vilão Sr. Ninguém. A série está sendo desenvolvida por Jeremy Carver, roteirista de “Supernatural” e criador de “Frequency”, e fará parte do universo DC administrado pelo produtor Greg Berlanti. Com a encomenda da nova série, o produtor-roteirista estará à frente de oito adaptações de quadrinhos da DC Comics, nove se “Batwoman” for confirmada, sem contar as animações, como “Ray: Freedom Fighters” e “Constantine: City of Demons”, e aumentará seu recorde histórico para 16 séries em produção simultânea. Ainda sem previsão de estreia, “Doom Patrol” fará parte da programação exclusiva da plataforma de streaming DC Universe, lançada em 15 de setembro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Série de super-heróis Titãs é renovada para a 2ª temporada antes da estreia

    4 de outubro de 2018 /

    A plataforma DC Universe anunciou a renovação de “Titãs” (Titans), sua primeira série original, para a 2ª temporada. O anúncio foi feito na New York Comic Con na noite de quarta (4/10), uma semana antes da estreia prevista da atração nos Estados Unidos, demonstrando grande confiança no material. E também vem logo após a Warner negociar a distribuição internacional da série com a Netflix. Segundo a sinopse oficial, a história gira em torno de Dick Grayson, que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”), Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). Além dos citados, outros heróis dos quadrinhos também vão aparecer na série, como a dupla Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”) e Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”), Jason Todd, que é o segundo Robin (vivido por Curran Walters, de “Mulheres do Século 20”), Donna Troy, a Moça-Maravilha/Troia (Conor Leslie, da minissérie “Shots Fired”) e o grupo Patrulho do Destino, que ganhará um spin-off após a estreia em “Titãs”. Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans”, em inglês. Os Titãs clássicos também incluíram Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad, Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, trazendo Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titãs” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, roteirista do pior de todos os “Transformers” e do fiasco “A Torre Negra”, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A atração vai estrear em 12 de outubro no DC Universe, mas ainda não há previsão para sua estreia na Netflix. É possível que a Warner só libere os episódios após o último capítulo ir ao ar nos Estados Unidos. Como são 13 episódios semanais, isso deixaria o lançamento nacional para janeiro de 2019.

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  • Filme

    Animação da Arlequina ganha primeiro teaser com dublagem de Kaley Cuoco

    4 de outubro de 2018 /

    O DC Universe divulgou o primeiro teaser da série animada da Arlequina, desenvolvido especialmente para a New York Comic Con. O vídeo foi acompanhado pelo anúncio de que Kaley Cuoco (a Penny de “The Big Bang Theory”) será a responsável por dublar a protagonista na atração. Curiosamente, sua colega Melissa Rauch (intérprete de Bernadette em “The Big Bang Theory”) dublou a Arlequina no mais recente longa animado da personagem para o mercado de home video – “Batman e Arlequina” (2017). De todo modo, Cuoco faz um ótimo trabalho na prévia, em que a vilã demonstra timing cômico. No teaser, Arlequina aparece bastante animada, em franco contraste com sua colega deprimida de cela no Asilo Arkham, Hera Venenosa, para anunciar o que se pode esperar de sua animação: “Comédia, ação, violência e, diferente do desenho do Deadpool, realmente vai ser lançada”. A cutucada na Marvel se deve ao fato da série animada do Deadpool ter sido anunciada, mas não vai sair do papel. Saiba mais aqui. Hera retruca: “Eu pensei que fosse para a gente fazer uma show sombrio, sangrento e depressivo. Uma coisa tipo como a DC sempre faz”. O que é outra crítica, embutida em piada. No fim, tem até uma participação especial de Batman, que aparece para garantir que não há diversão no Asilo Arkham. Outra novidade revelada pelo teaser diz respeito à aparência da Arlequina. Na primeira arte liberada, a personagem aparecia com um visual muito diferente, mais próximo da versão do filme “Esquadrão Suicida”, mas a prévia mostra outro caminho, mantendo o estilo adotado nas produções de Bruce Timm, criador da Arlequina na série animada do Batman dos anos 1980. Mesmo assim, a série não é uma produção do time das animações da DC Comics, mas dos produtores da série de comédia “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. Além de dublar a Arlequina, Cuoco também será produtora executiva da atração, que ainda terá as vozes de outros atores famosos. Lake Bell (“Childrens Hospital”), por exemplo, faz a igualmente excelente voz depressiva de Hera Venenosa. O elenco de dubladores ainda inclui Alan Tudyk (“Powerless”), Ron Funches (“Undateable”), JB Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Jason Alexander (“Seinfeld”), Wanda Sykes (“Perfeita é a Mãe!”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Natalie Morales (“Bojack Horseman”), Jim Rash (“Community”), Diedrich Bader (“Veep”), Tony Hale (“Veep”) e Christopher Meloni (“Happy!”). Com o título de “Harley Quinn” (nome da personagem em inglês), a série terá uma 1ª temporada de 26 episódios de 30 minutos cada. Mas ainda não há previsão de estreia. A expectativa é que a Warner mantenha o modelo de negócios de “Titãs” (Titans), outra série do DC Universe, e negocie a distribuição internacional da Arlequina com a Netflix.

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