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    Ben Affleck e Jennifer Garner concluem seu divórcio

    6 de outubro de 2018 /

    Os atores Ben Affleck e Jennifer Garner estão oficialmente divorciados, após três anos separados. De acordo com a revista People, o casal se encontrou com um juiz particular na casa da atriz na última quinta-feira (4/10), onde assinaram os papéis para os trâmites legais que dão um ponto final em seu casamento. A conclusão do divórcio era algo solicitado pela atriz, que ajudou o agora ex-marido a se internar para tratar do alcoolismo. Durante os 40 dias de tratamento, Jennifer foi vista ao seu lado constantemente, inclusive levando-o para a clínica. No último domingo (30/9), os dois foram vistos juntos em uma igreja com os filhos, comemorando o primeiro mês de sobriedade do astro. Um dia depois de assinar o divórcio, Ben reforçou a importância de estar se tratando para trazer bem-estar para sua família. “Combater qualquer vício é uma luta difícil e perpétua. Por conta disso ninguém nunca está dentro ou fora de tratamento. É um comprometimento em tempo integral. Estou lutando por mim e pela minha família”, escreveu em seu Instagram. Pais de Violet, de 12 anos, Seraphina, de 9, e Samuel, de 6, Jennifer e Bem Affleck começaram a namorar em 2004, casaram-se em 2005 e anunciaram a separação em 2017. Na época, rumores indicavam que o ator teria traído a esposa.

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  • Série

    Origin: Trailer da série espacial do diretor de Resident Evil revela projeto mais caro e ambicioso do YouTube

    6 de outubro de 2018 /

    O YouTube Premium divulgou o segundo trailer de “Origin”, nova série sci-fi espacial, que tem direção do cineasta Paul W.S. Anderson (da franquia “Resident Evil”). Ele assina os dois primeiros episódios – de um total de dez. E a prévia demonstra a aspiração cinematográfica da produção, repleta de efeitos visuais, que recriam cidades futuristas e espaçonaves, além de demonstrar o clima tenso da trama e revelar a data de estreia. Sem dúvida, trata-se da série mais ambiciosa e cara do YouTube até agora. A trama giram em torno de passageiros que embarcam numa viagem de hibernação rumo a um planeta distante. Origin é o nome da nave, onde despertam muito antes da hora e descobrem que foram abandonados à bordo pela tripulação, precisando trabalhar juntos para sobreviver, enquanto alguém ou algo começa a caçá-los no espaço. A história de terror espacial remete a elementos conhecidos de filmes sci-fi, de “Alien” (1978) e “Pandorum” (2009). O próprio Anderson já se aventurou em produção similar, em “O Enigma do Horizonte” (1997). A série foi criada por Mika Watkins (roteirista de “Troy: Fall of a City”) e o elenco destaca Tom Felton e Natalia Tena, ambos ex-integrantes da franquia “Harry Potter” – ele viveu o bruxinho Draco e ela a ninfadora Tonks – , além de Nora Arnezeder (série “Mozart in the Jungle”), Fraser James (“Resident Evil 6: O Capítulo Final”), Philipp Christopher (“Laços de Sangue”), Madalyn Horcher (“Jack Reacher: Sem Retorno”), Jóhannes Haukur Jóhannesson (série “Game of Thrones”) e Siobhán Cullen (“Jimi: Tudo a Meu Favor”). Todos os episódios serão disponibilizados em 14 de novembro.

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  • Série

    Manifest quebra recordes com audiência acumulada e vira maior estreia do século na rede NBC

    6 de outubro de 2018 /

    A série “Manifest” é o principal sucesso deste começo de temporada de outono (fall season) na TV americana, deflagrado oficialmente em 24 de setembro nos Estados Unidos. A cada medição, o episódio de estreia da atração cresce de forma impressionante, quebrando recordes históricos. Surpreendendo a própria rede NBC, o primeiro capítulo foi assistido por 10,3 milhões de telespectadores ao vivo no primeiro dia da fall season, e marcou 2,2 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Um desempenho melhor que o carro-chefe da emissora, exibido antes de seu horário, “The Voice”. A série foi vista por quase um 1 milhão de pessoas a mais que o reality de competição musical e se consagrou como a maior estreia ao vivo da NBC em três anos. Os números da audiência posterior, medidos pela empresa Nielsen, reforçaram o fenômeno. Nos primeiros três dias de exibição, as gravações digitais da série elevaram a audiência para 3,6 pontos, o maior crescimento entre todos os programas da primeira semana da temporada. Em termos de telespectadores, isto representou aumento de 5,7 milhões, ampliando o público total para 16 milhões de pessoas. O volume representa o terceiro maior crescimento de público já visto para uma série de estreia desde a invenção dos gravações digitais. Só perde para as premières de “Roseanne” e “How to Get Away with Murder”. Por fim, outro relatório complementar de audiência, com os resultados da primeira semana completa de gravações digitais, mostrou que o público continuou vendo a atração. Depois de sete dias de playback, “Manifest” atingiu um total de 18,4 milhões de telespectadores e 4,2 pontos na demo. Isto representa o segundo maior aumento de audiência com gravações digitais de todos os tempos, atrás só de “Roseanne”, na temporada passada. Os números semanais também fazem do episódio inicial de “Manifest” a estreia de série dramática mais vista entre os lançamentos de drama da emissora desde “Third Watch”, no século passado – 20,6 milhões de telespectadores em 1999, comemorados antes do boom da internet, quando havia mais público vendo televisão. O segundo episódio também teve bom desempenho, com 8,5 milhões em tempo real e 1,8 pontos na demo, perdendo apenas 18% do público de sua estreia ao vivo. A audiência completar ainda não foi informada, mas deve seguir o mesmo padrão. A TV americana não via um sucesso de sci-fi deste porte desde “Lost”, produção com a qual “Manifest” tem sido comparada, já que também trata de passageiros de um avião desaparecido. A diferença é que, em vez de chegarem numa ilha misteriosa, os protagonistas da nova série pousam em seu destino original… muitos anos depois. Criada por Jeff Rake (que também criou “The Mysteries of Laura”), “Manifest” acompanha um avião que desaparece dos radares e retorna cinco anos depois de ser considerado perdido no mar. Os passageiros estão exatamente como eram, sem que o tempo tivesse passado para eles. A trama reflete como isso afeta suas famílias, conforme eles tentam retomar suas rotinas pessoais, além de investigar o que motivou o desaparecimento e se isso serve a algum propósito obscuro. Segundo os produtores, a trama foi inspirada pelo desaparecimento misterioso do voo 370 da Malaysia Airlines, mas a premissa também sugere influência de “Lost” e “The 4400”. O elenco é liderado por Josh Dallas (o Príncipe Encantado de “Once Upon a Time”), Melissa Roxburgh (série “Valor”), Parveen Kaur (série “Beyond”), Luna Blaise (série “Fresh Off the Boat”), J.R. Ramirez (série “Jessica Jones”), Joel de la Fuente (série “The Man in the High Castle”), Athena Karkanis (série “Zoo”) e Curtiss Cook (série “House of Cards”). E a produção é do grande cineasta Robert Zemeckis (“O Voo”, “De Volta para o Futuro”, “Forest Gump”). Ele também está por trás de “Project Blue Book”, uma nova versão de “Projeto U.F.O.”, sobre as investigações do governo americano a respeito da existência de Discos Voadores, que estreia em janeiro no History Channel americano.

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  • Série

    Série baseada nos quadrinhos da Academia Umbrella ganha primeiras imagens e data de estreia

    5 de outubro de 2018 /

    A Netflix divulgou as primeiras imagens da série “The Umbrella Academy”, baseada nos quadrinhos do cantor Gerard Way ilustrados pelo brasileiro Gabriel Bá. São três fotos de cenas da série e nove pôsteres com os personagens centrais. Além disso, a plataforma também anunciou na New York Comic Con a data de estreia da atração. Os quadrinhos, publicados no Brasil como “A Academia Umbrella”, acompanham um grupo de crianças com poderes especiais, que são adotadas pelo enigmático milionário Sir Reginald Hargreeves com o objetivo de crescerem como heróis. Várias décadas depois de se separarem, eles são convocados a se reunir para enfrentar um dos seus integrantes originais. O elenco de heróis inclui Ellen Page (a Kitty Pryde de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) como Vanya, Tom Hopper (Dickon Tarly em “Game of Thrones”) como Luther, Robert Sheehan (o Nathan de “Misfits”) como Klaus, Emmy Raver-Lampman (do sucesso da Broadway “Hamilton”) como Allison, David Castañeda (“Guerra dos Monstros”) no papel de Diego e o adolescente Aidan Gallagher (o Nicky de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) como Número Cinco. A cantora Mary J. Blige (indicada ao Oscar 2018 por “Mudbound”), a atriz Kate Walsh (das séries “Private Practice” e “13 Reasons Why”) e o ator Cameron Britton (“Stitchers”) também fazem parte da produção. O roteiro do piloto foi escrito por Jeremy Slater, criador da série “The Exorcist”, e circulava atrás de interessados há pelo menos dois anos, até chegar na Netflix. Já o showrunner responsável será Steve Blackman (produtor-roteirista de “Fargo”). Com dez episódios, a 1ª temporada vai estrear em 15 de fevereiro de 2019.

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  • Filme

    Margot Robbie negocia virar a boneca Barbie no cinema

    5 de outubro de 2018 /

    A Mattel finalmente vai fazer o filme da Barbie com atores reais. A fábrica de brinquedos, que criou uma divisão de cinema no mês passado, fechou acordo de produção com a Warner e negocia com Margot Robbie (a Arlequina de “Esquadrão Suicida”) para estrelar o longa. Além de viver Barbie, ela ainda entraria como co-produtora. A pareceria com a Warner também aproxima o filme da diretora Patty Jenkins (de “Mulher-Maravilha”), que, segundo o site The Hollywood Reporter, estaria interessada, mas ainda não se sentou para discutir o negócio com os representantes do estúdio. Caso avance de verdade, a produção representará um grande prejuízo para a Sony, que investiu no desenvolvimento do mesmo projeto. A fabricante da boneca tinha fechado originalmente com a Sony para produzir o filme em 2014. O estúdio contratou a roteirista Diablo Cody (“Juno”, “Jovens Adultos” e “Tully”) para escrever o primeiro roteiro no ano seguinte, mas não aprovou o resultado e encomendou novos roteiros para escritores diferentes, na esperança de que surgisse algo melhor. A ideia vencedora foi a de Hillary Winston (criadora da série “Bad Teacher”). Definida a história, a Sony escalou a humorista Amy Schumer para viver a protagonista em 2016. Ela também resolveu mexer no roteiro, junto com sua irmã, Kim Caramele. E todo esse trabalho foi pago. Mas quando o estúdio foi marcar as filmagens, Schumer desistiu, alegando conflito de agenda. Assim, o projeto que ia ser lançado em 2018 teve que recomeçar do zero. A atriz Anne Hathaway (“Colossal”) foi contatada no ano passado pela produtora Amy Pascal para estrelar o filme. Só que o contrato para as filmagens previa um lançamento em cinco anos. A Sony marcou a estreia para 2020, seis anos após fechar o negócio. E a Mattel deu o acordo por encerrado. Paralelamente, a fábrica montou sua divisão cinematográfica e passou a administrar de forma diferente seus projetos, com o objetivo de se tornar como coprodutora, em vez de apenas ceder os direitos de seus brinquedos para as filmagens. Desta forma, a Mattel garante uma percentagem das bilheterias. Com essa nova configuração, foi ao mercado e acabou fechando com a Warner. E é assim que Margot Robbie pode ir de Arlequina para Barbie no cinema.

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  • Música

    Pabllo Vittar vende sorvete e dá seu telefone no clipe de Disk Me

    5 de outubro de 2018 /

    Pabllo Vittar lançou o clipe de “Disk Me”, que inova na estratégia de marketing. Não é por fazer uma propaganda descarada de sorvete, com a artista segurando o pote feito assistente de palco para mostrar o rótulo em posição frontal, com o logo voltado obrigatoriamente para o público de casa, mesmo porque a maioria dos clipes nacionais já caiu nesse dilema de virar comercial com som de música. A novidade do clipe brega é que o número exibido com evidência no celular da artista existe mesmo. Quem ligar para lá encontra uma gravação da “Central Disk Me”. “Central Disk Me. Você tentou retornar ligação para aquele boy lixo, mas estamos aqui pra te ajudar a ‘desaquendar’ daquele boy”, diz a gravação, que oferece opções numéricas para navegar pelo menu do atendimento, entre elas ouvir os conselhos de Pabllo. Diferente. Já a música, em si, não tem novidade. Na verdade, a melodia é reciclada de um brega histórico que falta vir na ponta da língua, interpretada de forma tão esganiçada que estoura a escala Florence Foster Jenkins da diva-pretensão. De resto, as imagens em que tudo brilha ou fica à mostra seguem a linha da ostentação e objetificação, que entope os tubos do YouTube. “Disk Me” faz parte do segundo álbum de Pabllo, “Não Para Não”, lançado na quinta (4/10).

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  • Filme,  Música

    Eminem vira Venom em clipe cheio de efeitos visuais para a trilha do filme

    5 de outubro de 2018 /

    O rapper Eminem divulgou o clipe de “Venom”, música-tema do filme homônimo. Repleto de efeitos visuais, o vídeo acompanha como um vírus se espalha a partir do novo CD do artista e passa a “possuir” pessoas aleatórias, levando-as a cantar a letra da música e se comportar de forma agressiva. A forma como a infecção alienígena pula de pessoas em pessoas lembra exatamente o bem-recebido filme, com 76% de aprovação no Rotten Tomatoes… “Hidden – O Escondido” (1987), produção sci-fi cultuadíssima. Mas como o último infectado vira Eminem, que, por sua vez, vira Venom, o espectador é convidado a não confundir a confusão dos responsáveis pelo vídeo. Trata-se mesmo de uma obra derivada do filme com 28% de aprovação, que estreou na quinta-feira (4/10) no Brasil. A música faz parte do disco “Kamikaze”, que dividiu opiniões.

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  • Filme

    Cidades-monstros atacam a humanidade no novo trailer legendado de Máquinas Mortais

    5 de outubro de 2018 /

    A Universal divulgou pôsteres de personagens e um novo trailer legendado de “Máquinas Mortais” (Mortal Engines), que exalta a ação em escala épica e aprofunda a premissa absurda da produção. O nonsense surreal acompanha cidades monstruosas que devoram o que encontram pelo caminho, transformadas em aparatos gigantescos via tecnologia steampunk, na vastidão desértica do pós-apocalipse. A trama é ambientada em um mundo futurista devastado, onde cidades inteiras foram transformadas em veículos – as Cidades Tração, que exploram os recursos naturais e consomem umas as outras. Londres é a principal Cidade-Tração e tem planos de se tornar a única sobrevivente. Um casal de jovens escapa de suas entranhas e é caçado, enquanto tentam evitar que uma nova arma terrível ameace o futuro do mundo. O elenco destaca Hera Hilmar (série “Da Vinci’s Demons”) como Hester Shaw, uma heroína com cicatriz na face, Robert Sheehan (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”) como seu ajudante relutante, Jihae (série “Mars”) como líder da resistência, e a dupla Hugo Weaving (“O Hobbit”) e Stephen Lang (“O Homem nas Trevas”) como vilões. Não são exatamente astros de blockbusters. Por isso, o maior destaque das prévias tem sido dado ao fato de que a obra é dos mesmos produtores de “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”. O cineasta Peter Jackson assina o roteiro e a produção, mas ele não é o diretor do longa. Escondido nos créditos finais, o diretor é Christian Rivers, que estreia na função, mas foi assistente de Jackson nos filmes do “Hobbit” e trabalhou nos efeitos visuais das duas trilogias da Terra Média. Jackson, por sua vez, compartilha o roteiro e a produção com sua esposa Fran Walsh e a parceira criativa Philippa Boyens. O trio foi mentor dos seis filmes baseados nas obras de J.R.R. Tolkien. “Maquinas Mortais” é a adaptação do primeiro volume das “Crônicas das Cidades Famintas” do escritor britânico Philip Reeve, e pode originar uma nova franquia. A história já rende quatro volumes, publicados desde 2001. O elenco ainda inclui Joel Tobeck (série “Ash vs Evil Dead”), Colin Salmon (série “Limitless”), Frankie Adams (série “The Expanse”), Caren Pistorius (“A Luz entre Oceanos”) e Leila George (“Minha Namorada É uma Vampira”). A estreia está marcada para 10 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Saoirse Ronan e Margot Robbie brigam pelo trono da Inglaterra no trailer legendado de Duas Rainhas

    5 de outubro de 2018 /

    A Universal divulgou o pôster brasileiro e o trailer legendado do drama histórico “Mary Queen of Scots”, que ganhou o título nacional de “Duas Rainhas”. A produção traz duas atrizes que disputaram o Oscar 2018: Saoirse Ronan (“Lady Bird”) como Mary Stewart, a Rainha da Escócia, e Margot Robbie (“Eu, Tonya”) como Elizabeth I, a Rainha da Inglaterra. A prévia impacta com aparência de épico, ao encenar a frustrada tentativa de golpe de Mary, no século 16, contra sua prima Elizabeth, tendo como pano de fundo a disputa entre católicos e protestantes pelo trono da Inglaterra. O trailer também chama atenção pela atenção dada às conspirações da corte, pela maquiagem que tenta enfeiar Robbie e pelo fato de as duas protagonistas se tratarem como irmãs. Talvez isso tenha um sentido figurado, já que elas pertenciam à família Tudor, mas eram realmente primas de primeiro grau. Esta história já foi bastante filmada. A primeira versão de cinema é tão antiga que chegou às telas ainda no século 19 e a dramatização mais famosa tem quase meio século de idade: “Mary Stuart, Rainha da Escócia” (1971), com Vanessa Redgrave e Glenda Jackson. A disputa entre as primas também foi contada na série “Reign”, encerrada no ano passado. O roteiro da nova versão é de Beau Willimon (criador da série “House of Cards”) e a direção está a cargo de Josie Rourke, especialista em filmagens de peças teatrais. “Mary Queen of Scots” chega aos cinemas americanos em 7 de dezembro, visando espaço na temporada de premiações, ma apenas em 14 de fevereiro01 no Brasil.

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    Novo trailer de Operação Overlord destaca climão de terror e elogios da crítica

    5 de outubro de 2018 /

    A Paramount liberou um novo trailer do terror “Operação Overlord”, produção de J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), que chegou a ser considerada para a franquia “Cloverfield” – seria chamado “Operação Cloverfield”, mas realmente não tem nada a ver com os filmes anteriores. A prévia tem climão de terror, mas também serve para exaltar os elogios da crítica, que tem 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Com roteiro de Billy Ray (“Jogos Vorazes”) e Mark L. Smith (“O Regresso”), e direção de Julius Avery (“Sangue Jovem”), o filme acompanha um grupo de soldados americanos durante a 2ª Guerra Mundial, que, ao invadir uma vila francesa ocupada por nazistas, depara-se com uma experiência de cientista louco: a transformação de soldados em mutantes deformados para lutar na guerra. A história é reminiscente de “O Exército das Trevas” (Frankenstein’s Army, 2013), mas o grande orçamento faz a diferença. O elenco inclui Jovan Adepo (série “The Leftovers”), Wyatt Russell (“Jovens, Loucos e Mais Rebeldes”), Iain de Caestecker (“Agents of SHIELD”), Bokeem Woodbine (“Fargo”), Jacob Anderson (“Game of Thrones”), Pilou Asbaek (“Ghost in the Shell”), John Magaro (“Máquina de Guerra”) e Mathilde Ollivier (“The Misfortunes of Francois Jane”). A estreia está marcada para 1 de novembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Aquaman ganha trailer épico legendado com mais de 5 minutos

    5 de outubro de 2018 /

    A Warner divulgou um novo trailer legendado de “Aquaman” que exibe cenas completas, enfatiza a escala épica do filme, repleta de exércitos invasores, criaturas marinhas e incontáveis efeitos visuais, e ainda mostra o herói do título em seu uniforme clássico dos quadrinhos. Para tanto, dura mais de cinco minutos de duração. Também disponibilizou um novo pôster, que destaca o tridente do monarca de Atlantis, vislumbrado no vídeo – e na foto acima. O mais interessante da prévia é a busca pela fidelidade aos quadrinhos, que pode ser vista na armadura do vilão Arraia Negra, finalmente revelada em detalhes, à grandiosidade de Atlantis, que ofusca Asgard e Wakanda nos filmes da Marvel. Não só pela arquitetura imponente e tecnologia avançada, mas pela atenção biológica na vida marinha da região. A movimentação de cardumes, que viram uma coreografia durante sequências de batalha, também sugerem a overdose visual de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”. Além de Jason Momoa no papel-título, o filme traz Amber Heard (“A Garota Dinamarquesa”) no papel de Mera, Patrick Wilson (“Invocação do Mal”) como o maligno Mestre dos Oceanos, Yahya Abdul-Mateen II (da série “The Get Down”) na armadura do vilão Arraia Negra (também chamado de Manta Negra em algumas traduções nacionais), Nicole Kidman (“Lion”) como a rainha Atlanna, Temuera Morrison (“Lanterna Verde”) como o pai do herói, Thomas Curry, e Willem Dafoe (“Projeto Flórida”) como o conselheiro Vulko. Com direção de James Wan (“Invocação do Mal”), “Aquaman” é o próximo filme de super-herói da DC Comics a chegar aos cinemas, com estreia marcada para 13 de dezembro no Brasil.

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    Disney desenvolve versão com atores da animação Lilo & Stitch

    5 de outubro de 2018 /

    A Disney está esgotando seu repertório de animações para transformar em filmes com atores. Seu mais novo projeto do gênero já vai adaptar um desenho lançado neste século: “Lilo & Stitch”. Apesar de não ter sido um grande sucesso para os padrões modernos de bilheteria, o filme de 2002 foi considerado um momento de virada na história da animação da Disney e lançou várias sequências diretas para vídeo, além de séries de televisão. A trama se passa no Havaí e acompanha a amizade entre uma garota humana solitária chamada Lilo e um alienígena parecido com um cachorro chamado Stitch, que foi projetado para ser uma força de destruição, mas acaba cativado pela amiguinha. O filme original foi escrito e dirigido por Dean DeBlois e Chris Sanders, que depois estouraram com a franquia “Como Treinar Seu Dragão” na DreamWorks Animation. A nova versão será um híbrido, misturando atores com um Stitch criado por meio de computação gráfica. E está sendo escrita por Mike Van Waes, novato que escreveu o terror “The Crooked Man”, próximo lançamento do universo de terror da franquia “Invocação do Mal”. A produção está a cargo de Dan Lin e Jonathan Eirich, os mesmos produtores envolvidos no remake de “Aladdin”, que estreia em maio de 2019. Ainda não se sabe se o filme será lançada nos cinemas ou no serviço de streaming da Disney, como o já anunciado remake de “A Dama e o Vagabundo”, e detalhes sobre elenco e direção ainda não foram anunciados.

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    Série live action da saga Star Wars ganha primeira foto e confirma Taika Waititi como diretor

    5 de outubro de 2018 /

    A Lucasfilm divulgou a primeira foto de “The Mandalorian”, primeira série live action (com atores) de “Star Wars”. A imagem (acima) destaca o mandaloriano do título, com um visual que lembra Boba Fett. Desenvolvida pelo cineasta Jon Favreau (“Homem de Ferro” e “Mogli: O Menino Lobo”) a série seguirá um pistoleiro solitário, que seria uma espécie de “herdeiro” de Boba Fett. Junto com a imagem oficial, o estúdio anunciou que Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”) será um dos diretores do projeto. Além dele, Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”), Dave Filoni (criador de “Star Wars Rebels”) e a atriz Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) vão comandar episódios. E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”). Favreau revelou a premissa da série num post publicado no Instagram na quarta (3/10). “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. Ele também comentou anteriormente que a trama seria situada sete anos após a Batalha de Endor. Isto significa que o enredo vai cobrir o grande hiato entre os eventos de “O Retorno de Jedi” e de “O Despertar da Força”, o que abre inúmeras possibilidades para os roteiristas se aventurarem. Na galáxia distante da saga, mandaloriano é quem nasceu no planeta Mandalore, um território da Orla Exterior que abriga uma comunidade de guerreiros que se opõe aos Jedi. O termo ficou mais conhecido por ser de lá que vem Boba Fett, o caçador de recompensas que foi despachado por Luke Skywalker em “O Retorno de Jedi” – além de seu “pai”, Jango Fett, visto em “O Ataque dos Clones”. A sinopse de Favreau sugere que “outro guerreiro” emerge após as histórias de Jango e Boba, insinuando a possibilidade de um novo clone da família Fett ou um contemporâneo de Mandalore. Para completar, há rumores de que Pedro Pascal (“Narcos”) pode viver o protagonista da série. A produção ainda está em estágio inicial e não tem previsão de estreia, mas a expectativa é que integre a primeira leva de séries exclusivas do novo serviço de streaming da Disney, com lançamento estimado para o final de 2019.

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