Halloween massacra concorrência com recordes de bilheteria na América do Norte
O novo “Halloween” massacrou a concorrência nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá, com uma arrecadação de US$ 77,5 milhões em seus três primeiros dias de exibição. O valor faz até sangrar alguns recordes. Para começar, trata-se da maior estreia dos 40 anos da franquia. Também é a maior arrecadação de abertura de uma produção da Blumhouse Pictures, estúdio especializado em terror que lançou, entre outros sucessos, “Atividade Paranormal”, “Fragmentado” e “Corra!”. A bilheteria ainda representa a maior abertura de um filme estrelado pela atriz Jamie Lee Curtis, melhor estreia de um terror estrelado por qualquer mulher e o melhor lançamento de um filme de qualquer gênero protagonizado por uma mulher com mais de 50 anos de idade. Tem mais: é a segunda maior estreia já registrada no mês de outubro na América do Norte – atrás apenas dos US$ 80 milhões de “Venom”, lançado há três semanas. Mais impressionante que isso: é a segunda maior abertura de terror de todos os tempos – perde só para os US$ 123,4 milhões de “It: A Coisa”. O desempenho internacional não foi tão voraz – US$ 14,3 milhões em 23 países – , levando a bilheteria total do filme a US$ 91,8 milhões. Mas os principais mercados ainda não começaram sua exibição. No Brasil, a estreia está marcada para a próxima quinta (26/7), a poucos dias da data em que se comemora o Halloween. Vale observar que o novo “Halloween” foi produzido por apenas US$ 10 milhões, menos do que deve ter sido investido em publicidade para sua divulgação. Isto significa que, três dias após entrar em cartaz, o filme já está dando lucro. E a fortuna só tende a aumentar. O que deve manter o psicopata Michael Myers à solta para mais sequências, além de voltar a chamar atenção para projetos similares que estão no limbo, como o revival de “Sexta-Feira 13”. Entre os diversos detalhes da produção, um fato específico merece ser louvado nesse sucesso: o envolvimento do criador do filme original, o cineasta e músico John Carpenter, que não foi só um nome listado no projeto, mas compositor da trilha sonora da nova continuação. Dirigido por David Gordon Green, o novo “Halloween” é uma sequência direta do filme clássico comandado por Carpenter em 1978, e ignora todos os longas intermediários. A crítica norte-americana também respondeu positivamente, rendendo 80% de aprovação ao filme na média apurada pelo site Rotten Tomatoes. A popularidade de “Halloween” desalojou “Venom” do 1º lugar, fazendo-o cair duas posições. Mas o êxito de “Venom” já está consolidado, graças ao mercado internacional, que o filme da Sony segue liderando. A adaptação dos quadrinhos já soma US$ 461,8 milhões em todo o mundo. Em meio a esta disputa de facadas e dentadas, “Nasce uma Estrela” permaneceu imperturbável em seu 2º lugar. O musical estrelado por Lady Gaga também atingiu sucesso mundial, tendo cruzado a marca de US$ 200 milhões neste fim de semana. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Halloween Fim de semana: US$ 77,5m Total EUA e Canadá: 77,5m Total Mundo: US$ 91,8m 2. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 19,3m Total EUA e Canadá: US$ 126,3m Total Mundo: US$ 201m 3. Venom Fim de semana: US$ 18,1m Total EUA e Canadá: US$ 171,1m Total Mundo: US$ 461,8m 4. Goosebumps 2 – Halloween Assombrado Fim de semana: US$ 9,7m Total EUA e Canadá: US$ 28,8m Total Mundo: US$ 39,9m 5. O Primeiro Homem Fim de semana: US$ 8,5m Total EUA e Canadá: US$ 29,9m Total Mundo: US$ 55,4m 6. O Ódio que Você Semeia Fim de semana: US$ 7,5m Total EUA e Canadá: US$ 10,6m Total Mundo: US$ 10,6m 7. PéPequeno Fim de semana: US$ 6,6m Total EUA e Canadá: US$ 66,3m Total Mundo: US$ 137,1m 8. Operação Supletivo – Agora Vai! Fim de semana: US$ 5m Total EUA e Canadá: US$ 66,9m Total Mundo: US$ 84,48m 9. Maus Momentos no Hotel Royale Fim de semana: US$ 3,3m Total EUA e Canadá: US$ 13,3m Total Mundo: US$ 21,4m 10. The Old Man and the Gun Fim de semana: US$ 2m Total EUA e Canadá: US$ 4,2m Total Mundo: US$ 4,2m
Martin Freeman vai estrelar nova série de comédia no canal pago FX
O ator Martin Freeman (“O Hobbit” e “Pantera Negra”) vai estrelar uma nova série de comédia do canal pago FX, intitulada “Breeders”. Na trama, Freeman viverá um pai cuidadoso que descobre não ser exatamente o homem que imaginava. Criada por Simon Blackwell (criador de “Black” e roteirista de “Veep”), “Breeders” pretende examinar os paradoxos da paternidade/maternidade, onde é possível, ao mesmo tempo, amar seus filhos até os confins do Universo e ficar zangado o suficiente para querer mandá-los para o mesmo lugar. “Breeders” será a segunda série estrelada por Freeman no FX. Ele foi o protagonista da 1ª temporada de “Fargo”. O elenco também inclui Daisy Haggard (“Episodes”), Michael Gambon (o Prof. Dumbledore dos filmes de “Harry Potter”), Susy Kane (“Mistério de Anubis”), Patrick Baladi (“The Office”) e Francisco Labbe (“Filhos da Esperança”). A previsão de estreia é apenas para 2020 nos Estados Unidos. Vale observar que a compra da Fox pela Disney não terá impacto nos planos de programação do FX, já que a Disney anunciou que não mudará a chefia do canal. Mas há promessa de maior investimento para novas séries.
Cantora Paloma Faith será a vilã da série sobre a juventude do mordomo Alfred
A cantora britânica Paloma Faith vai viver a vilã da série “Pennyworth”, que vai acompanhar a juventude do futuro mordomo e melhor amigo do Batman, Alfred Pennyworth. Faith interpretará Bet Sykes, descrita como uma “vilã espirituosa, sádica e de língua afiada” e que “testará a coragem” dos jovens Alfred e Thomas Wayne – o futuro pai de Bruce Wayne, o Batman. Os interpretes de Alfred e Thomas Wayne também já foram definidos. Jack Bannon (“O Jogo da Imitação”) foi escalado no papel-título e Ben Aldridge (“Reign”) viverá o jovem milionário. São todos atores britânicos. A série está sendo desenvolvida para o canal pago Epix por Bruno Heller e Danny Cannon, respectivamente criador e produtor de “Gotham”, a série sobre a juventude de Bruce Wayne e os primeiros anos de James Gordon na força policial de Gotham City. Desta vez, eles voltam ainda mais no tempo para mostrar a juventude de Alfred, na época em que ele vivia em Londres, recém-saído do exército britânico, e o começo de seu relacionamento com o pai de Bruce, Thomas Wayne. A série não será relacionada diretamente ao universo de “Gotham”, onde o personagem é vivido pelo ator Sean Pertwee. As gravações da 1ª temporada, que terá dez episódios, começam na segunda-feira (22/10) em Londres. Ainda não há previsão para a estreia.
Mark Ruffalo viverá irmãos gêmeos em minissérie do diretor de A Luz Entre Oceanos
O ator Mark Ruffalo (“Vingadores: Guerra Infinita”) vai protagonizar a minissérie “I Know This Much Is True”, da HBO, baseada no livro homônimo do autor Wally Lamb, em que terá papel duplo. Ele vai viver irmãos gêmeos na produção. A minissérie dramática é descrita pelo canal como “uma saga familiar que segue a vida paralela de irmãos gêmeos idênticos em uma história épica de traição, sacrifício e perdão, tendo como pano de fundo a América do século 20”. Ruffalo interpretará os irmãos Dominick e Thomas Birdsey. “I Know This Much Is True” terá 6 episódios, todos escritos, dirigidos e produzidos pelo cineasta Derek Cianfrance (de “A Luz Entre Oceanos”), e ainda não há previsão de estreia.
Clássico gótico O Retrato de Dorian Gray pode virar série de comédia feminina
A rede americana The CW está desenvolvendo o projeto de uma série de comédia baseada em “O Retrato de Dorian Gray”. Desenvolvida pela atriz Marisa Coughlan (“Super Tiras”), trata-se de uma adaptação do clássico gótico de Oscar Wilde com inversão sexual. Intitulada “Dorian”, a trama vai acompanhar uma mulher vaidosa que faz um acordo com o diabo para nunca envelhecer. Décadas depois, ela continua vivendo de forma egoística e sem sofrer consequências. Até que começa a perceber desvantagens na juventude eterna e decide que está pronta para amadurecer e envelhecer graciosamente, mas, para fazer isso, terá que compensar meio século de mau comportamento. O projeto ainda está em fase de roteiro e só vai virar série se receber autorização de produzir piloto e este piloto ser aprovado. O livro de 1890 já ganhou várias versões de cinema. A versão clássica mais famosa foi produzida em 1945 pela MGM. Entre as mais recentes, destaca-se a de 2009, estrelada por Ben Barnes (das séries “Westworld” e “Justiceiro”).
Continuação de Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros pode virar série
A rede NBC encomendou o roteiro para o piloto de uma série sobre o vampiro “bonzinho” do filme “Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”. O projeto está sendo desenvolvido por Terry Matalas, criador da ótima série sci-fi “12 Monkeys”, também baseada num filme – “Os 12 Macacos” (1995). O projeto tem produção do roteirista do filme e autor do livro que originou a trama, Seth Grahame-Smith, e adota o título da sequência literária da história original, “The Last American Vampire” (o último vampiro americano). Entretanto, enquanto o segundo livro continuava a história no final do século 19, a adaptação vai trazer o protagonista, o vampiro Henry Sturges, para o século 21. A premissa da série é focada numa jovem analista do FBI chamada Abby, que é recrutada para uma divisão especial que investiga crimes estranhos e sem explicações plausíveis até mesmo para os mais céticos. Na Fox, isto se chama “Arquivo X”. Ao se deparar com uma série de assassinatos bizarros, ela vai descobrir que seu parceiro na investigação, Henry Sturges, é mais velho do que aparenta, com seus 500 anos de idade. E embora Sturges acredite ser o último de sua espécie, as características das mortes que estão investigando sugerem que há outros vampiros no mundo. No filme, Sturges foi interpretado por Dominic Cooper (de “Preacher”). Mas o fato de a trama se passar nos dias atuais tira o principal diferencial da franquia literária, que incluía encontros com diversas personalidades históricas. De todo modo, a atualização da trama pode fazer uso de flashbacks para aproveitar esta característica. O roteiro precisa agradar para ter seu piloto encomendado e passar por nova fase de aprovação, antes de virar série. Veja abaixo a capa do livro original que compartilha o título do projeto.
Quadrinhos do Sexteto Secreto podem virar nova série da DC Comics
A DC Comics continua a expandir seu universo na televisão. A rede CBS, que exibiu a 1ª temporada de “Supergirl”, encomendou um roteiro baseado nos quadrinhos do Sexteto Secreto. A trama segue seis estranhos moralmente ambíguos, cada um com suas próprias especialidades únicas e seus passados secretos. Eles são reunidos por uma figura enigmática que os chantageia para trabalhar em equipe a fim de expor a corrupção da elite corporativa e política. Introduzido pela primeira vez nos quadrinhos em uma minissérie de 7 edições entre 1968 e 1969 por E. Nelson Bridwell e Frank Springer, o Sexteto Secreto já teve duas outras versões distintas, com um relançamento nos anos 1980 e uma recriação completa a partir de 2005. Foi nesta terceira versão, escrita por Gail Simone, que os supervilões entraram na trama e a premissa se tornou mais similar ao Esquadrão Suicida. A diferença é que os vilões que se reúnem nesse grupo estão soltos e não tem compromisso nenhum em fazer boas ações. Para se ter ideia, personagens como Charada e Lex Luthor já comandaram o time, que teve formações com Bane, Arlequina, Pistoleiro, Chapeleiro Maluco, Vandal Savage e Pinguim. O Sexteto Secreto e o Esquadrão Suicida, por sinal, já se enfrentaram em 2010. A produção será a primeira a trazer para a TV a nova tendência das produções de cinema da DC Comics, que, com o filme do Coringa e a participação da Arlequina nas Aves de Rapina, tem dado mais ênfase aos vilões dos quadrinhos. O desenvolvimento de “Secret Six” (título original) está a cargo de Rick Muirragui, produtor-roteirista de “Suits”, que vai trabalhar na série com os produtores Bill Lawrence (criador de “Cougar Town” e “Scrubs”) e Jeff Ingold (“Life Sentence”). O projeto vai entrar agora em fase de escalação de elenco para seu piloto, que precisará ser aprovado pela emissora para virar série. Veja abaixo capas das três fases diferentes do Sexteto Secreto.
Helen Hunt vai estrelar série passada na Europa durante a 2ª Guerra Mundial
A atriz Helen Hunt vai estrelar a série “World on Fire”, produção da BBC passada na Europa durante a 2ª Guerra Mundial. Vencedora do Oscar de Melhor Atriz por “Melhor É Impossível” (1997), ela esteve recentemente na série “Shots Fired” e vai contracenar na nova atração com Lesley Manville (indicada ao Oscar por “Trama Fantasma”), Jonah Hauer-King (“Retorno a Howard’s End”), Julia Brown (“The Last Kingdom”), Brian J. Smith (“Sense8”), Zofia Wichlacz (“Warsaw 44”), Tomasz Kot (“Guerra Fria”), Parker Sawyers (“A Autópsia”), Bruno Alexander (“Negócio Arriscado”) e Eugenie Derouand (“Genius”). Criada pelo roteirista Peter Bowker (“Blackpool”) “World on Fire” vai acompanhar momentos da guerra desde o cerco de Varsóvia à fuga de Dunquerque, a queda de Paris e a Batalha da Grã-Bretanha, formando uma história épica contada com uma escala humana e um elenco internacional. “Essas são histórias de pessoas comuns que moldaram nosso mundo. Histórias de lealdade e brutalidade, coragem e medo, esperanças, histórias de amor e perda, esperanças e sonhos forjados em tempos extraordinários”, completa Bowker. As gravações já começaram em Praga, e a produção deve passar por Manchester, Londres, Paris e Berlim. “World on Fire” terá 7 episódios e deve estrear em 2019.
Trilha de Bohemian Rhapsody traz versões inéditas de hits da banda Queen
A 20th Century Fox Music divulgou a trilha sonora completa de “Bohemian Rhapsody” no Spotify. Veja abaixo. O álbum traz diversos hits da banda Queen, cuja trajetória é abordada no filme. Mas se as músicas são conhecidas, alguns dos registros são inéditos. O disco traz versões ao vivo de diversos momentos da carreira do Queen, com destaque para gravações feitas no evento Live Aid, que nunca tinham sido lançadas oficialmente em áudio. Elas são: “Bohemian Rhapsody”, “Radio Ga Ga”, a brincadeira com o público “Ay-oh”, “Hammer to Fall” e “We Are the Champions”. Também há uma versão de “Love of My Life” registrada no Rock in Rio. Além disso, algumas músicas aparecem em versões bem diferentes das registradas nos discos oficiais da banda. A “mudança” mais radical se dá em “Doing All Right”. A música aparece no primeiro álbum do Queen, de 1973. Mas a faixa que está na trilha é anterior. Antes de o baterista Roger Taylor e o guitarrista Brian May se juntarem a Freddie Mercury, eles tinham uma banda chamada Smile, que incluía esta música em seu repertório, com vocal de Tim Staffell. A versão da trilha sonora é um resgate da gravação original, com Tim nos vocais. Outra curiosidade é uma gravação mais roqueira de “Don’t Stop me Now”, que dá mais destaque para as guitarras que o registro do disco “Jazz” (1978), soando mais próxima da execução ao vivo. Para completar, “We Will Rock You” também ganhou uma nova versão, replicando a forma como ela aparece no filme: executada inicialmente em estúdio e, em seguida, ao vivo. Este detalhismo contrasta com a recriação da gravação da música no filme. “We Will Rock You” faz parte do disco “News of the World” (1977), mas o ator Rami Malek aparece na cena que origina a canção com o visual que Freddie Mercury adotaria apenas a partir de 1980. Uma falha de continuidade que é gritante para quem é realmente fã do Queen. Veja aqui. Ao lado de Malek, o elenco de “Bohemian Rhapsody” traz Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, em meio a uma crise de bastidores, a produção teve dois diretores, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Dexter Fletcher (“Voando Alto”). A estreia vai acontecer em 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Netflix cancela a série Luke Cage após duas temporadas
A Netflix cancelou sua segunda série da Marvel. “Infelizmente, ‘Luke Cage’ não vai retornar para uma 3ª temporada”, afirmaram a Netflix e a Marvel numa declaração conjunta. “Todos na Marvel Television e na Netflix são gratos à dedicação do showrunner, dos roteiristas, elenco e equipe que deram vida ao herói do Harlem nas últimas duas temporadas. E também a todos os fãs que apoiaram a série”. O cancelamento acontece uma semana após o anúncio de que a série “Punho de Ferro” não seria mais produzida na Netflix. Desde então, fãs iniciaram uma caminha ruidosa nas redes sociais, com a hashtage #SaveIronFist (Salvem Punho de Ferro) e uma petição online, que já foi assinada por 28 mil pessoas. Apesar da lamentação, ainda havia a expectativa de que os personagens de “Punho de Ferro” continuassem aparecendo em “Luke Cage”, após a revista Entertainment Weekly afirmar que eles continuariam a existir no universo das séries da Marvel. Se esse caminho ficou inviável, por outro lado, o cancelamento de ambas as séries pode originar uma recombinação que as junte numa nova atração, já que os dois super-heróis do título já compartilharam uma publicação da Marvel. Esta é a versão esperançosa da notícia. O fato é que os dois cancelamentos consecutivos podem ter consequências maiores para o negócio entre a Marvel e a Netflix. “Demolidor” acaba de estrear sua 3ª temporada nesta sexta (20/10), “Jessica Jones” gravou os episódios de sua 3ª temporada, mas de forma suspeita viu sua criadora e showrunner sair para outros projetos, e a 2ª temporada de “Justiceiro” também está pronta. E não há nenhuma garantia de que estas séries irão continuar após os episódios já produzidos. O site Deadline apurou que o problema de “Luke Cage” foi isolado e sem relação contratual com a Disney: as boas e velhas diferenças criativas. A Netflix teria rejeitado os roteiros da 3ª temporada. Supostamente, houve um desentendimento entre a plataforma e o showrunner Cheo Hodari Coker, que pode até ter resultado em demissão, ainda segundo o site, levando ao cancelamento. A verdade é que há muitos detalhes dos bastidores dos dois cancelamentos que não vieram à público. E entre eles pode estar uma renegociação entre a Netflix e a Disney, que poderia estar querendo recuperar os títulos da Marvel e relançá-los em seu serviço de streaming. A repercussão do cancelamento de “Luke Cage” deve começar a ser sentida ao longo do fim de semana.
Thom Yorke divulga nova música arrepiante da trilha de Suspiria
O músico Thom Yorke, vocalista do Radiohead, compartilhou uma nova composição feita para a trilha sonora de “Suspiria”. Intitulada “Open Again”, a música volta a trazer os vocais do cantor, num clima psicodélico e arrepiante. A divulgação foi feita no YouTube, e assim como as anteriores conta com um vídeo criado a partir de cenas do longa, tratadas com efeitos e animadas por Ruffmercy (diretor de clipes de Run The Jewels e Lily Allen). A nova música reforça o clima hipnótico e fantasmagórico da trilha, reminiscente tanto do krautrock do fim dos anos 1960 quanto da psicodelia tardia da trilha da obra original de Dario Argento – cultuadíssima, por sinal – composta pela banda italiana de rock progressivo Goblin em 1977. Durante o Festival de Veneza, Yorke explicou que queria evocar um tom de encantamento, como nas recitações de feitiços. Com esse trabalho, ele segue os passos de seu companheiro de banda, o guitarrista Jonny Greenwood, que foi indicado ao Oscar 2018 pela trilha de “Trama Fantasma”. O álbum da trilha sonora do novo “Suspiria” será lançado em 26 de outubro, mesmo dia em que o filme estreia nos cinemas americanos. “Suspiria” ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Aproveite e recorde abaixo as outras três músicas anteriormente divulgadas.
A Mula: Clint Eastwood vira traficante no trailer legendado de sua volta à atuação
A Warner divulgou o trailer legendado de “A Mula” (The Mule), que marca a volta de Clint Eastwood à atuação. O astro de 88 anos de idade não atuava desde “Curvas da Vida”, em 2012. Ele também é o diretor do filme, sobre um veterano idoso da 2ª Guerra Mundial que foi preso pela DEA (Agência Americana Antidrogas) por transportar drogas para um conhecido cartel mexicano – uma quantidade de cocaína avaliada em US$ 3 milhões – pelas estrados dos Estados Unidos em sua antiga caminhonete. A história é real e chega às telas encenada por grande elenco, em clima de suspense criminal. Para contracenar com Eastwood, o filme reúne Bradley Cooper (“Sniper Americano”), Laurence Fishburne, Michael Peña (ambos de “Homem Formiga e a Vespa”), Dianne Wiest (“Life in Pieces”), Taissa Farmiga (“American Horror Story”), Clifton Collins Jr. (“Westworld”), Victor Rasuk (“Jack Ryan”), Manny Montana (“Good Girls”) e Andy Garcia (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”). A estreia está marcada para 14 de fevereiro no Brasil, dois meses exatos após o lançamento nos Estados Unidos.
Escape Room: Trailer legendado de terror transforma mania de jogos de fuga em armadilhas de Jogos Mortais
A Sony divulgou o pôster, sete fotos e o trailer legendado de “Escape Room”, que explora a mania de experiências imersivas de fuga, como o Escape Hotel em São Paulo. Na trama, um grupo de crianças recebe o bilhete dourado… não, outro filme. Um grupo de adultos recebe um convite para participar do jogo Escape Room e ser o primeiro a escapar, com direito a ganhar o prêmio de US$ 1 milhão. Ao chegarem lá, os desconhecidos descobrem que a brincadeira é séria, com ameaças reais e armadilhas mortais, e que o convite não foi parar em suas mãos de forma aleatória. A trama atualiza uma premissa clássica de Agatha Christie – “E Não Sobrou Nenhum”, também conhecida como “O Caso dos Dez Negrinhos” – , em que pessoas que não se conhecem vão para uma ilha para a leitura de um testamento milionário, ficam presas no local e começam a morrer até sobrar apenas uma. Mas em vez da ilha, o ambiente está mais para “O Cubo” e as mortes acontecem em armadilhas que evocam a agenda sádica de “Jogos Mortais”. O elenco destaca Deborah Ann Woll (a Karen Page de “Demolidor”), Logan Miller (“Com Amor, Simon”), Taylor Russell (a Judy da nova série “Perdidos no Espaço”), Nik Dodani (“Atypical”), Jay Ellis (“Insecure”) e Tyler Labine (“New Amsterdam”). Com direção de Adam Robitel (“A Possessão de Deborah Logan”) e roteiro de Bragi F. Schut (“Caça às Bruxas”) e Maria Melnik (série “American Gods”), o filme estreia em 7 de fevereiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.












