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    Próxima animação do diretor de Operação Big Hero e Moana será lançada pela Netflix

    5 de novembro de 2018 /

    A Netflix dá sequência à sua disputa com a Disney com o anúncio de que produzirá o próximo filme de animação de Chris Williams, diretor de três longas de sucesso do estúdio do Mickey, “Bolt: O Supercão” (2008), “Operação Big Hero” (2014, pelo qual venceu um Oscar) e “Moana: Um Mar de Aventuras” (2016). Uma curiosidade é que, em todos os seus trabalhos na Disney, ele sempre dividiu os créditos com um codiretor. A produção da Netflix, intitulada “Jacob and the Sea Monster”, marcará a primeira vez que Williams assina um filme sozinho. Ele também escreveu o roteiro da aventura, inspirada por mapas dos séculos 16 e 17 que incluíam detalhados desenhos de monstros marinhos nas regiões mais afastadas do oceano. Assim como “Moana”, a animação será uma jornada por mares distantes. Mas com um protagonista masculino – um “charmoso marinheiro”, segundo a sinopse divulgada. Intrépido, ele decide conduzir o seu navio por águas ainda não mapeadas e encontra um improvável aliado ao se deparar com um simpático monstro marinho. A Netflix espera lançar o longa em 2022.

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    The Ballad of Buster Scruggs: Comédia western dos irmãos Coen ganha segundo trailer e 13 fotos

    5 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou 13 fotos e o segundo trailer de “The Ballad of Buster Scruggs”, filme dirigido pelos irmãos Joel e Ethan Coen (“Ave, César!”), que venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza 2018. Ainda sem legendas, o vídeo também reforça que o lançamento vai chegar aos cinemas americanos uma semana antes do streaming. Originalmente planejado como uma série, o filme é uma antologia que reúne seis histórias independentes do Velho Oeste, todas conectadas ao personagem título Buster Scruggs, interpretado por Tim Blake Nelson (“E Aí, Meu Irmão, Cadê Você?”). A volta dos Coen ao western, após o sucesso de “Bravura Indômita” (2010), se dá em tom de sátira com uma comédia mordaz, que lida com os exageros dos mitos do Velho Oeste – inclusive os hollywoodianos, como o “cowboy cantor” – e inclui em seu elenco James Franco (“Artista do Desastre”), Liam Neeson (“Busca Implacável”), Brendan Gleeson (“O Guarda”), Zoe Kazan (“Ruby Sparks”) e o músico Tom Waits (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”). A estreia está marcada para 16 de novembro em streaming.

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    Série derivada do filme O que Fazemos nas Sombras ganha primeiros teasers

    5 de novembro de 2018 /

    O canal pago FX divulgou os primeiros teasers da série baseada na comédia vampírica “O que Fazemos nas Sombras” (What We Do in the Shadows), criada pelos mesmos responsáveis pelo filme: Taika Waititi, que ganhou proeminência após dirigir “Thor: Ragnarok”, e Jemaine Clement, visto em outro projeto recente da Marvel, como ator na série “Legion”. Os dois colaboraram na direção, no roteiro e estrelaram a produção original, concebida como um falso documentário sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses. “O que Fazemos nas Sombras” venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. No filme, uma equipe de documentaristas era convidada por um trio de vampiros a ter acesso exclusivo a seu mundo secreto. Mas em vez de captar momentos tensos e aterrorizantes, eles acabam testemunhando vampiros que fazem tricô e tarefas domésticas, como passar aspirador de pó – mas nunca lavar as louças, que se acumulam há séculos. Mesmo quando saem para a noite, eles não provocam medo nem fazem sucesso com as mulheres, encontrando grande dificuldade para entrar em bares sem serem convidados. A série será bem diferente. Para começar, os protagonistas não serão três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos. E ainda haverá um assistente humano, similar ao melhor amigo de um dos vampiros no longa-metragem. Além disso, vai se passar em Nova York. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”) e Harvey Guillen (“The Magicians”). Waititi assinou o piloto aprovado, que será exibido como primeiro episódio da série, ainda sem previsão de estreia. Além desta série, “O que Fazemos nas Sombras” também rendeu outra produção derivada na TV neozelandesa: “Wellington Paranormal”, que acompanha os policiais Karen (vivida por Karen O’Leary) e Mike (Mike Minogue), responsáveis por manter os humanos a salvo de todos as atividades sobrenaturais que ocorrem em sua cidade. Foi ao ar entre julho e agosto no canal neozelandês TVNZ 2.

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    Norman Reedus e Melissa McBride fecham contrato para aparecer em derivados de The Walking Dead

    5 de novembro de 2018 /

    Após confirmar a produção de filmes centrados em Rick, o personagem de Andrew Lincoln em “The Walking Dead”, o canal pago AMC fechou novos contratos com Norman Reedus e Melissa McBride para outros projetos derivados de “The Walking Dead”, e atualmente negocia o mesmo acordo com e Danai Gurira. A intérprete de Michonne está contratada apenas até o final da 9ª e atual temporada, e uma solução para manter a personagem na trama poderia ser um reencontro com Rick nos filmes já anunciados da série. Os novos contratos renderam aumentos salariais aos intérpretes. Reedus passará a receber US$ 350 mil por episódio e McBride recebeu um total de US$ 20 milhões para permanecer na franquia pelos próximos três anos. Isto garante a sobrevivência de seus personagens, Daryl e Carol, por mais três temporadas ou especiais que cubram período equivalente. Eles também poderão aparecer simultaneamente na série e nos projetos derivados. O próximo episódio da 9ª temporada de “The Walking Dead” vai ao ar no domingo (11/11). A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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    Três cenas inéditas e 22 fotos do próximo capítulo de The Walking Dead destacam novos personagens e mudanças da série

    5 de novembro de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou três cenas e 22 fotos do próximo episódio de “The Walking Dead”, intitulado “Who Are You Now?”. Enquanto uma das cenas destaca os novos personagens, as fotos mostram as mudanças sofridas pelos protagonistas após o salto temporal introduzido no capítulo anterior. Os novos integrantes da série foram as primeiras novidades desse salto, vistos nos últimos minutos do episódio passado. Trata-se de um grupo formado por Magna (Nadia Hilker, de “The 100”), Connie (Lauren Ridloff, de “Sem Fôlego”), Yumiko (Eleanor Matsuura, de “Into the Badlands”), Kelly (a novata Angel Theory) e Luke (Dan Fogler, de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”). Líder do grupo, Magna formará o primeiro casal lésbico da série com Yumiko. Connie, por sua vez, será a primeira personagem com deficiência auditiva. Kelly é irmã de Connie. E Luke, bom, tem uma história curta nos quadrinhos. O salto temporal também trouxe mudanças nos visuais de todos os personagens, como demonstram as fotos. A transformação mais radical aconteceu entre os intérpretes das crianças, que foram substituídos. A nova Judith Grimes, apresentada no capítulo de domingo passado, é vivida por Cailey Fleming, atriz mirim de 12 anos de idade que já tem experiência como heroína de franquia famosa. Ela viveu a jovem Rey em flashbacks de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Também foi a filha que Jennifer Garner queria vingar no thriller “A Justiceira” (2018). Além dessa mudança, Macsen Lintz, intérprete do menino Henry, foi substituído por seu irmão Matt Lintz (da série “The Alienist” e do filme “Pixels”), que é cinco anos mais velho. Isto significa que Henry assumirá a narrativa de Carl (Chandler Riggs) na série – é que Carl ainda está vivo nos quadrinhos e tem função importante no desenrolar da trama. O próximo episódio da 9ª temporada de “The Walking Dead” vai ao ar no domingo (11/11). A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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    Trailer dos próximos três episódios de The Walking Dead detalha salta no tempo e chegada dos Sussurradores

    5 de novembro de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou um trailer com cenas dos próximos três episódios de “The Walking Dead”, que revelam detalhes do salto temporal verificado nos últimos minutos do capítulo passado. Além de mostrar os personagens com novos penteados, a prévia destaca a chegada dos Sussurradores, que serão os piores vilões da série. Os Sussurradores têm este nome pela forma como sobrevivem ao apocalipse zumbi. Vestindo peles de zumbis, caminham em meio aos infectados e comunicam-se apenas por sussurros, conduzindo hordas de mortos-vivos em ataques contra comunidades para ficar com os espólios. Eles são liderados por Alpha (que será interpretada por Samantha Morton, de “Minority Report”) e seu segundo em comando Beta (Ryan Hurst, de “Sons of Anarchy”), e o grupo ainda inclui Lydia (Cassady McClincy, de “Castle Rock”), a filha adolescente de Alpha. Mas Alexandria também recebe reforço de outro grupo de sobreviventes, introduzido no capítulo anterior. Ele é formado por Magna (Nadia Hilker, de “The 100”), Connie (Lauren Ridloff, de “Sem Fôlego”), Yumiko (Eleanor Matsuura, de “Into the Badlands”), Kelly (a novata Angel Theory) e Luke (Dan Fogler, de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”). Líder do grupo, Magna formará o primeiro casal lésbico da série com Yumiko. Connie, por sua vez, será a primeira personagem com deficiência auditiva. Kelly é irmã de Connie. E Luke, bom, tem uma história curta nos quadrinhos. O fato é que, nos quadrinhos de Robert Kirkman, nem todos sobrevivem ao confronto com os Sussurradores, inclusive membros já estabelecidos da série. O salto temporal também trouxe mudanças nos intérpretes das crianças. A nova Judith Grimes foi apresentada no capítulo de domingo passado, interpretada por Cailey Fleming, atriz mirim de 12 anos de idade que já tem experiência como heroína de franquia famosa. Ela viveu a jovem Rey em flashbacks de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Também foi a filha que Jennifer Garner queria vingar no thriller “A Justiceira” (2018). Além dessa mudança, Macsen Lintz, intérprete do menino Henry, foi substituído por seu irmão Matt Lintz (da série “The Alienist” e do filme “Pixels”), que é cinco anos mais velho. Isto significa que Henry assumirá a narrativa de Carl (Chandler Riggs) na série – é que Carl ainda está vivo nos quadrinhos e tem função importante no desenrolar da trama. O próximo episódio da 9ª temporada de “The Walking Dead” é intitulado “Who Are You Now?” e vai ao ar no domingo (11/11). A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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    The Walking Dead também se despediu de Lauren Cohan no episódio passado

    5 de novembro de 2018 /

    O episódio de domingo (4/11) de “The Walking Dead” não marcou apenas a despedida de Andrew Lincoln da série. Outra protagonista também saiu de cena, ainda que de forma mais sutil. Lauren Cohan terminou sua participação contratual e não voltará a aparecer como Maggie quando a série retornar no próximo capítulo, após um salto temporal na trama. Em entrevista ao site da revista The Hollywood Reporter, a showrunner da série, Angela Kang, confirmou que a personagem não aparecerá mais no restante da 9ª temporada, mas que pode ressurgir mais adiante, já que seu destino ficou em aberto. A saída de Maggie já tinha sido anunciada pela atriz Cohan e pelos produtores da série, após problemas salariais travarem sua renovação de contrato. A atriz vai estrelar outra série, a comédia de ação “Whiskey Cavalier” na rede americana ABC, e seu possível retorno para “The Walking Dead” dependerá do desempenho dessa produção. A última aparição de Maggie se deu após seu confronto com Negan (Jeffrey Dean Morgan). Decidida a matar o homem que tirou a vida do seu amado Glenn, Maggie desiste no minuto final, ao perceber que passar a vida aprisionado seria ainda pior para ele do que a morte. Depois disso, ela é vista ao lado de Michonne (Danai Gurira), Carol (Melissa McBride) e Daryl (Norman Reedus), testemunhando o sacrifício de Rick, ao explodir a ponte que impedirá os zumbis de chegar em Hilltop, a sua comunidade. O episódio não deixa claro o que Maggie faz ao voltar para Hilltop, que lidera, mas fãs especulam que ela pode deixar tudo para trás, após verificar que sua trilha conduzia à violência, passando a questionar suas ações. Assim como Rick e Carl (Chandler Riggs), a personagem de Maggie ainda está viva e no centro da trama da história em quadrinhos em que a série é baseada. Sobre um possível retorno da personagem, a showrunner Kang diz estar esperançosa. “Nós estivemos conversando com Lauren, e espero que possamos contar mais da história de Maggie. Temos algumas cartas na manga e adoraríamos a oportunidade de mostra-las. Mas tem mais a ver com agendar as filmagens no momento certo, estão espero que cheguemos a um acordo”, ela explicou.

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    História de Rick Grimes vai continuar em filmes derivados de The Walking Dead

    5 de novembro de 2018 /

    Andrew Lincoln se despediu de “The Walking Dead” no último domingo (4/11) com a exibição do episódio intitulo “What Comes After” (o que vem depois). Conforme anunciado, ele não voltará mais à série. Entretanto, o destino de seu personagem, Rick Grimes, não foi como a maioria esperava, embora tenha sido exatamente como descreviam boatos do fórum The Spoiling Dead. Se não viu, não leia abaixo. Rick Grimes foi salvo da morte certa no último minuto por Jadis (Pollyanna McIntosh) e seu destino será explorado fora da atração. O ator fechou contrato para estrelar vários filmes da franquia, revelou Scott M. Gimple, roteirista do episódio passado, durante o programa de entrevistas “Talking Dead”, exibido logo após “What Comes After”. O ex-showrunner da série tinha sido promovido a mentor de uma espécie de universo “Walking Dead” para criar novas atrações e expandir a franquia, e a primeira novidade será um filme que contará o destino de Rick, visto pela última vez sendo levado para longe num helicóptero. A ideia dos filmes foi uma forma de manter Lincoln na franquia, já que o ator não queria passar tantos meses do ano gravando no interior de Atlanta e longe da família na Inglaterra. O novo projeto consumirá menos tempo da agenda do astro, permitindo-lhe maior folga. E isso foi o maior incentivo para ele assinar o contrato. A produção do primeiro longa-metragem deve começar no início de 2019, com roteiro de Gimple, para ser exibido no final do ano na rede AMC e em outras plataformas. “Temos muitas coisas no horizonte, começando com um novo épico estrelado por um dos maiores protagonistas da história da TV e uma das melhores pessoas que já conheci”, explicou Gimple em comunicado oficial. “Esses filmes serão grandes evoluções do que estamos fazendo na série. Vamos começar com a primeira continuação da história de Rick Grimes e há muito mais no caminho, incluindo mundos ainda não vistos de ‘The Walking Dead’”. Durante “Talking Dead”, Gimple explicou que a história de Rick continuará em pelo menos três dos filmes previstos. Também serão criadas novas séries, minisséries e especiais que se passarão em outras linha de tempo, acompanhando personagens favoritos dos fãs que já morreram na série principal e novos personagens situados em momentos mais avançados do apocalipse zumbi. Além disso, serão exploradas locações bastante diversificadas, mostrando a evolução da epidemia zumbi ao redor do mundo. E Rick estará no centro disso, ganhando maior conhecimento sobre o quadro completo do mundo zumbi. Um quadro que Gimple define como a “vasta mitologia” por trás da comunidade misteriosa por trás do helicóptero que resgata Rick e busca de pessoas do tipo “A ou B” . “Isso será a base da próxima história que temos para Rick”, contou Gimple ao site The Hollywood Reporter. O presidente de programação da AMC, David Madden, completou a informação, dizendo que os filmes centrados em Rick não serão uma espécie de bônus ou episódio mais longo da série, mas sim “filmes grandiosos em escala”, ​​com duração de duas horas e um orçamento digno de blockbuster.

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    Diretor de It: A Coisa vai filmar nova versão do clássico sci-fi A Máquina do Tempo

    4 de novembro de 2018 /

    A sci-fi clássica “A Máquina do Tempo”, escrita por H.G. Wells em 1895, vai ganhar uma nova adaptação no cinema, e quem vai assinar a direção é Andy Muschietti, responsável por “It: A Coisa”, com produção de ninguém menos que Leonardo DiCaprio. O longa será uma parceria entre Warner Bros, Paramount Pictures e Appian Way, a produtora de DiCaprio, e tem roteiro escrito por Muschietti e sua irmã, Barbara. O filme levará aos cinemas a terceira versão da famosa história do cientista que cria uma máquina capaz de enviá-lo ao futuro. Dirigida por George Pal e estrelada por Rod Taylor em 1960, a primeira adaptação é considerada um grande clássico do gênero. A segunda é bem mais recente. Foi estrelada por Guy Pearce em 2002 e dirigida por Simon Wells, bisneto de H.G. Wells. De acordo com o site Deadline, a nova versão terá “alterações criativas” na história clássica, que culmina, após o cientista testemunhar várias guerras mundiais, com a divisão da humanidade entre homens alienados e predadores canibais num futuro pós-apocalíptico. Ainda não há previsão para a estreia.

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    Elenco de The Walking Dead presta homenagem a Andrew Lincoln em vídeo de despedida

    4 de novembro de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou um vídeo de homenagem a Andrew Lincoln, intérprete de Rick Grimes em “The Walking Dead”. O ator saiu da série no episódio deste domingo (4/11) e a produção aproveitou para registrar depoimentos dos colegas de elenco sobre a experiência de trabalhar com ele. Os elogios rasgados incluem intérpretes que já morreram na atração – e alguns até reapareçam para se despedir pessoalmente, em participação especial no episódio final de Lincoln. Intitulado “What Comes After”, o episódio de despedida do ator contou com aparições dos intérpretes de Shane (Jon Bernthal), Sasha (Sonequa Martin-Green) e Hershell, num retorno que marcou o derradeiro trabalho do ator Scott Wilson, falecido em outubro. O próximo episódio de “The Walking Dead”, que vai ao ar em 11 de novembro, vai mostrar um grande salto no tempo. Não serão apenas meses, como aconteceu entre a temporada anterior e a atual. A diferença será significativa, a ponto de gerar trocas nos intérpretes das crianças. Já está confirmado que Macsen Lintz, intérprete do menino Henry, será substituído por seu irmão Matt Lintz (da série “The Alienist” e do filme “Pixels”), que é cinco anos mais velho. Isto significa que Henry assumirá a narrativa de Carl na série – é que Carl ainda está vivo nos quadrinhos e tem função importante no desenrolar da trama. Além disso, vários personagens novos serão introduzidos. Surgirão os Sussurradores, vilões que ganham seu nome pela forma como sobrevivem ao apocalipse zumbi: vestindo peles de zumbis, caminham em meio aos infectados e comunicando-se apenas através de sussurros. Eles são liderados por Alpha (que será interpretada por Samantha Morton, de “Minority Report”) e seu segundo em comando Beta (Ryan Hurst, de “Sons of Anarchy”), e ainda incluem Lydia (Cassady McClincy, de “Castle Rock”), a filha adolescente de Alpha. Mas Alexandria também receberá reforço de outro grupo de sobreviventes, formado por Magna (Nadia Hilker, de “The 100”), Connie (Lauren Ridloff, de “Sem Fôlego”), Yumiko (Eleanor Matsuura, de “Into the Badlands”), Kelly (a novata Angel Theory) e Luke (Dan Fogler, de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”). A série é transmitida simultaneamente no Brasil pelo canal pago Fox.

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    Sessões de Bohemian Rhapsody são alvo de homofobia no Brasil

    4 de novembro de 2018 /

    Relatos no Twitter revelaram que projeções do filme “Bohemian Rhapsody” estão inspirando gritos homofóbicos nos cinemas brasileiros. O longa que conta a história de Freddie Mercury e da banda Queen, que estreou na quinta-feira (1/11), tem sido saudado por fãs de rock e conquistou uma bilheteria acima das expectativas nos Estados Unidos, mas também levou aos cinemas quem não sabia que o cantor da banda era gay. Durante as cenas de beijos e carinhos de Freddie Mercury em outros homens, o filme está sendo vaiado e xingado por telespectadores. Há relatos até de ameaças de que Bolsonaro vai pegar o cantor, que morreu em 1991. Veja abaixo alguns dos tuítes que registram essas manifestações impressionantes de intolerância. que doideira ler que teve gente em sessão de Bohemian Rhapsody vaiando quando tinha cena de flerte/beijo LGBT os caras foram pro cinema assistir um filme sobre o FREDDIE MERCURY esperando O QUE exatamente — cansada do fascismo em niterói (@anarcobs) 3 de novembro de 2018 Na sessão que a minha mãe foi gritaram “bolsonaro vai pegar vcs” na cena do beijo. O pior de tudo é que todo mundo riu — BRUNA MELO (@mrunabelo) 3 de novembro de 2018 Na minha sessão gritaram “Bolsonaro” logo no primeiro beijo. Não pararam de dizer durante todo o filme “que nojo”, “que tristeza”. Que tristeza digo eu, que plateia é essa? Achei que eu tinha sido azarada, pelo visto a idiotice é generalizada — Rosimar Guarize (@rguarize) 3 de novembro de 2018 Na sessão em que fui, um cara foi embora — Paula Belchior (@paulabel) 3 de novembro de 2018 Isso que, como tem um pessoal dizendo, pegaram leve ao mostrar essa parte da vida do Freddie. Imagina se fosse como o Sacha queria. Iriam até começar uma campanha para banir o filme do país. — Fabio Farro ♋ (@FabioFarro) 3 de novembro de 2018 … e essa idiotice tende a só piorar …? — Kroll Ferro (@KarolFerro) 4 de novembro de 2018

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    Bohemian Rhapsody supera expectativas com US$ 50 milhões nas bilheterias da América do Norte

    4 de novembro de 2018 /

    A estreia de “Bohemian Rhapsody” superou as expectativas, conquistando US$ 50 milhões nas bilheterias da América do Norte e US$ 141 milhões em todo o mundo neste fim de semana. Trata-se da segunda maior estreia de uma cinebiografia musical no mercado norte-americano, atrás apenas dos US$ 60 milhões de “Straight Outta Compton: A História do NWA”, lançada em 2015. O filme sobreviveu a bastidores tumultuados para conseguir sua façanha. O diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) sumiu na reta final das filmagens e acabou demitido. Apesar de ser creditado como único diretor do longa, o trabalho foi completado por Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Além disso, as críticas se dividiram, com 56% de aprovação no Rotten Tomatoes. Embora com aplausos para a interpretação de Rami Malek (“Mr. Robot”) como Freddie Mercury, grande destaque do longa, a cinebiografia foi considerada muito superficial. Produzida pelos músicos da banda, deixou as polêmicas de lado, em especial a vida desregrada do cantor, que o levou a se contaminar e morrer de Aids, e preferiu destacar sua antiga relação heterossexual em vez do parceiro do final de sua vida. Em compensação, os fãs do Queen foram servidos com um repertório clássico fantástico e recriações de shows marcantes da carreira da banda. Até com exagero. A certa altura, a impressão chega a ser de um documentário sobre o Live Aid, por exemplo. O bom desempenho do filme também marcou a segunda maior abertura da Fox no ano, atrás de “Deadpool 2” (US$ 125,5 milhões), e serve de canto de despedida do estúdio como produtora independente. Os próximos lançamentos da Fox já devem ser distribuídos pela Disney. A própria Disney ficou em 2º lugar com “O Quebra – Nozes e os Quatro Reinos”, fábula infantil destruída pela crítica (34% no Rotten Tomatoes), que abriu em sentido oposto ao de “Bohemian Rhapsody”, muito abaixo das expectativas, com US$ 20 milhões, depois de custar US$ 125 milhões de produção. Trata-se da pior estréia doméstica da Disney em mais de dois anos, excluindo documentários. Mas isto não é o mais alarmante. Todos os lançamentos de 2018 do estúdio Walt Disney Pictures deram prejuízo, mostrando como o conglomerado depende da Marvel. Os demais foram “Uma Dobra no Tempo” e “Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível”. Assim, a expectativa está agora voltada para “O Retorno de Mary Poppins”, que chega aos cinemas em 20 de dezembro. Outra estreia ocupou o 3º lugar: “Nobody’s Fool”, novo filme de Tyler Perry estrelado por Tiffany Haddish, que fez US$ 14 milhões. O valor também representa uma das piores aberturas da carreira do diretor, mas as críticas se mantiveram na média – negativa – com execráveis 25%. Com isso, “Nasce uma Estrela” caiu para o 4º lugar e “Halloween” desabou, saindo do 1º para o 5º lugar em sua terceira semana em cartaz. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Bohemian Rhapsody Fim de semana: US$ 50m Total EUA e Canadá: 50m Total Mundo: US$ 141,7m 2. O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos Fim de semana: US$ 20m Total EUA e Canadá: US$ 20m Total Mundo: US$ 58,5m 3. Nobody’s Fool Fim de semana: US$ 14m Total EUA e Canadá: US$ 14m Total Mundo: US$ 14,2m 4. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 11,1m Total EUA e Canadá: US$ 165,6m Total Mundo: US$ 293,9m 5. Halloween Fim de semana: US$ 11m Total EUA e Canadá: US$ 150,4m Total Mundo: US$ 229,6m 6. Venom Fim de semana: US$ 198,6m Total EUA e Canadá: US$ 198,6m Total Mundo: US$ 541,5m 7. PéPequeno Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 77,4m Total Mundo: US$ 192,6m 8. Goosebumps 2 – Halloween Assombrado Fim de semana: US$ 3,7m Total EUA e Canadá: US$ 43,8m Total Mundo: US$ 82,4m 9. Fúria em Alto Mar Fim de semana: US$ 3,5m Total EUA e Canadá: US$ 12,9m Total Mundo: US$ 21,5m 10. O Ódio que Você Semeia Fim de semana: US$ 3,4m Total EUA e Canadá: US$ 23,4m Total Mundo: US$ 25,5m

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    Novo trailer da série de She-Ra revela música-tema e princesa com… bigode!

    4 de novembro de 2018 /

    A DreamWorks Animation divulgou um novo trailer da série “She-Ra e as Princesas do Poder”, que vai estrear em 12 dias na Netflix. A prévia destaca a nova musiquinha da produção, “Warriors”, cantada por Aaliyah Rose, além de apresentar as princesas do título, inclusive uma princesa com… bigode! Aguarda-se reações contra o “kit gay” da agenda LGBTQIA+ para desencaminhar as criancinhas. Por outro lado, “Super Drags” deixará de ser alvo exclusivo da extrema direita. Curiosamente, a produção já foi alvo de controvérsia quando suas primeiras imagens foram reveladas. Fãs do desenho original reclamaram do visual da heroína, bastante modificado em relação à versão dos anos 1980. Menos que a aparência de anime, o que chamou atenção foi a dessexualização da personagem, com diminuição do tamanho de seus seios e a inclusão de shorts sob sua saia curta. O desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, e logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora, irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova versão não tem He-Man, mas um monte de princesas aliadas, e é descrita como “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e ao empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”, segundo a descrição oficial. Nota-se, pela coleção de Princesas, uma proposta de diversidade e inclusão, por meio de sua representação com cores, alturas, larguras e sexualidades diferentes. A produção está sendo realizada sob o comando de Noelle Stevenson, roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”, e traz em seu elenco de dubladores diversos atores conhecidos, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, além de Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). A atração estreia na Netflix em 16 de novembro.

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