Filhas de Stallone e Jamie Foxx enfrentam tubarões em novo trailer de Medo Profundo 2
A Entertainment Studios divulgou um novo trailer de “Medo Profundo: O Segundo Ataque”. O título lembra que este é o segundo filme com a mesma história, em que mulheres resolvem passar as férias em mares infestados por tubarões assassinos. A diferença é que, desta vez, as vítimas não estão protegidas por uma gaiola marinha – como reforça o título original, “47 Meters Down: Uncaged”. O primeiro “Medo Profundo” (47 Meters Down) era um filme B de poucas pretensões, que fez sucesso inesperado em 2017 graças à popularidade de suas estrelas, as atrizes Mandy Moore (série “This Is Us”) e Claire Holt (série “The Originals”), presas no fundo do mar, cercadas por tubarões e contando os minutos de oxigênio que lhes restavam. A história é praticamente a mesma na continuação, mas a locação e o elenco são diferentes. Com maior orçamento e o dobro de garotas em perigo, a produção se passa supostamente em Pernambuco. O detalhe é que foi filmada na República Dominicana e traz uma caverna com relíquias maias!!! O filme também não inclui traz nomes tão conhecidos quanto as protagonistas originais. Na verdade, duas das atrizes fazem sua estreia no cinema, Sistine Rose Stallone e Corinne Foxx – que são filhas de ninguém menos que Sylvester Stallone e Jamie Foxx. O resto do elenco inclui Brec Bassinger (a futura “Stargirl” da plataforma DC Universe), Sophie Nélisse (“A Menina que Roubava Livros” já crescida), Brianne Tju (“Light as a Feather”) e os mais experientes John Corbett (“Para Todos os Garotos que Já Amei) e Nia Long (“Vovó… Zona”). O filme foi escrito e dirigido pelo inglês Johannes Roberts, que assinou o primeiro filme. A estreia vai acontecer em 19 de agosto nos Estados Unidos e apenas três meses depois, em 7 de novembro, no país internacionalmente conhecido por suas relíquias maias – ou incas venusianas.
Versão teen de Anna Karenina vai virar série da HBO Max
O estúdio canadense eOne adquiriu os direitos de “Anna K: A Love Story”, livro ainda inédito de Jenny Lee que reimagina a história clássica de “Anna Karenina”, de Leon Tolstoy, como um romance adolescente. A produção será desenvolvida para a vindoura plataforma HBO Max em parceria da eOne com a WBTV (Warner Bros Television) e a SB Projects, de Scooter Braun (o empresário de Justin Bieber e Ariana Grande). A trama de “Anna K” é descrita como uma mistura de “Gossip Girl”, “13 Reasons Why” e “Podres de Ricos”, e acompanha uma adolescente rica e descendente de coreanos, dividida entre seu namorado perfeito, aprovado por sua família, e o cara que pode ser seu amor verdadeiro. A própria Jenny Lee vai adaptar seu livro como roteirista e showrunner da série, que foi aprovada sem necessidade de piloto. Ela já tem experiência como produtora-roteirista, tendo trabalhado nestas funções em séries como “Boomerang”, “Jovem e Gourmet” (Young & Hungry) e “No Ritmo” (Shake It Up). “Anna K: A Love Story” será publicado em março nos Estados Unidos. Veja abaixo a capa do livro.
Amazon vai produzir série de terrir com Simon Pegg e Nick Frost
A Amazon Prime Video adquiriu os direitos de produção da série “Truth Seekers”, que vai marcar a volta de Simon Pegg e Nick Frost ao terrir, 15 anos depois de “Todo Mundo Quase Morto” (2004). Os dois atores viverão caça-fantasmas e também assinam a série, que terá oito episódios de 30 minutos de duração. Segundo a sinopse, seus personagens “unem-se para descobrir e filmar fenômenos paranormais ao redor do Reino Unido. Eles investigam igrejas, bunkers subterrâneos e hospitais abandonados usando ferramentas caseiras de detecção de fantasmas e compartilham suas aventuras em um canal online. Suas experiências se tornam mais frequentes, aterrorizantes e mortais quando o par começa a desvendar uma conspiração que ameaça a raça humana”. A produção traz Pegg e Frost de volta ao gênero que os tornou conhecidos. Os dois atores viraram celebridades com a repercussão de “Todo Mundo Quase Morto”, uma hilária comédia britânica de zumbis, que também catapultou a carreira do então diretor de séries Edgar Wright. “Truth Seekers” será coproduzido pela Sony Pictures Television, que negociou com vários canais até se decidir pela Amazon como parceira do projeto.
Ator da série Younger entra no novo derivado de The Walking Dead
O galã Nico Tortorella (da série “Younger”) entrou na nova série derivada de “The Walking Dead”. Ele vai viver um dos protagonistas da trama, que será focada em uma geração mais jovem, que nasceu e cresceu durante o apocalipse zumbi. O personagem de Tortorella será Felix, descrito como um homem de honra, que não hesita em colocar as necessidades dos outros a frente das suas. Tortorella se junta a Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”) e Aliyah Royale (de “The Red Line”), que já haviam sido anunciados anteriormente no elenco. Ainda sem título, a nova série foi criada por dois veteranos da “Walking Dead” original: o roteiristas-produtores Scott Gimple e Matt Negrette. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve ser lançada em 2020, alternando-se na programação do AMC com “The Walking Dead” e “Fear the Walking Dead”.
Diretor de Godzilla vs. Kong desenvolve série baseada na sci-fi O Enigma do Horizonte
O serviço de streaming Amazon Prime Video está desenvolvendo uma série inspirada em “O Enigma do Horizonte”, terror espacial dirigido por Paul W.S. Anderson em 1997. A premissa do filme já vinha inspirando várias séries, como “Nightflyer” e “Origin”, além do filme “O Paradoxo Cloverfield” (2018). Estrelado por Laurence Fishburne (“Matrix”) e Sam Neill (“Jurassic Park”), “O Enigma do Horizonte” acompanhava um missão espacial para investigar o reaparecimento misterioso de uma nave, anos depois de um incidente envolvendo um buraco negro. Lá, os astronautas descobrem algo que testa suas convicções: o contato com uma dimensão demoníaca. A série está sendo produzida pelo cineasta Adam Wingard, que tem no currículo o terror original “Você É o Próximo” (2011), a continuação “Bruxa de Blair” (2016) e o remake de “Death Note” (2017), além de dirigir o mashup “Godzilla vs. Kong”, previsto para 2020. O projeto ainda está em fase inicial.
Estrela de Moana vai virar A Pequena Sereia em versão televisiva da Disney
A Disney resolveu concorrer com a Disney. O estúdio anunciou a produção de uma versão live-action de “A Pequena Sereia” para sua rede de televisão, a ABC. A produção foi oficializada um mês depois de a atriz Halle Bailey (da série “Grown-ish”) ser escolhida para estrelar a adaptação cinematográfica da obra, produzida pela mesma Disney. A versão da ABC será um musical live-action com exibição ao vivo – um teleteatro, ao estilo das adaptações de “Noviça Rebelde”, “Peter Pan”, “Grease” e “Hairspray”, que viraram febre recente. E a intérprete da princesa Ariel será ninguém menos que Auli’i Cravalho, a voz original de Moana no desenho animado de 2016. O resto do elenco inclui Queen Latifah (“Star”) como a vilã Ursula e o sumido rapper Shaggy (“Perda Total”) no papel de Sabastião. O especial vai misturar elementos do desenho clássico de 1989 com a adaptação feita para a Broadway em 2007. A exibição foi marcada para o dia 5 de novembro.
Netflix cancela a série The OA após a 2ª temporada
A Netflix cancelou “The OA”, série sci-fi criada e estrelada por Brit Marling (“A Outra Terra”), mais de quatro meses após a exibição de sua 2ª temporada, encerrada com um “gancho” gigante que não terá conclusão. O últimos capítulos, por sinal, estrearam 27 meses após os episódios inaugurais. A demora pode ter a ver com o preciosismo da produção, já que todos os episódios são dirigidos pelo cocriador, o cineasta Zal Batmanglij (irmão do ex-guitarrista da banda Vampire Weekend). Antes de fazer “The OA”, Marling e Batmanglij trabalharam juntos nos filmes “A Seita Misteriosa” (2011) e “O Sistema” (2013). A série, que abordava a existência de um multiverso e os esforços coletivos para alterar realidades, também incluía a espanhola Paz Vega (“O Mensageiro”), Emory Cohen (“Brooklyn”), Jason Isaacs (franquia “Harry Potter”), Phyllis Smith (série “The Office”), Will Brill (“Not Fade Away”), Patrick Gibson (minissérie “The Passing Bells”), a cantora Sharon Van Etten e o ator Scott Wilson (série “The Walking Dead”), que faleceu no ano passado. A decisão se soma a vários cancelamentos em marcha na Netflix, que repensa sua estratégia para enfrentar a “guerra dos streamings” em 2020.
Editorial: Bolsonaro volta a ameaçar Ancine sem checar informações
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) mostrou novamente seu despreparo para discutir a questão do cinema brasileiro durante entrevista simpática da jornalista Leda Nagle, disponibilizada nesta segunda (5/8) em seu canal no YouTube. A conversa durou cerca de 1h30 e foi marcada pela postura autoritária e desinformada que faz parte do “mito” político, construído em cima do lema “não conheço, não gosto e vou acabar com isso”. Na pauta, claro, entrou a extinção da Ancine (Agência Nacional de Cinema). Sem ter refletido nenhum segundo desde que iniciou a polêmica em torno do tema, Bolsonaro voltou a dizer as mesmas coisas, repetindo até seu ataque ao filme “Bruna Surfistinha”. “Mudou o governo, chama-se Jair Bolsonaro. De direita, família, respeito às religiões. E quando você fala em Ancine, de uma forma ou de outra, tem dinheiro público lá. E aí você vai fazer um filme da ‘Bruna Surfistinha’? Eu não estou censurando. Mas esse tipo de filme eu não quero. Quer insistir? A gente extingue a Ancine. A primeira medida, tem o decreto, vem para Brasília a Ancine. Tirar do Rio? Qual o problema? Vai ficar na nossa asa aqui”, disse o presidente. “A Ancine foi criada por medida provisória. Se não quiser entender que mudou o presidente, e o presidente tem autoridade e respeita a família, eu mando uma medida provisória para o Congresso. Se eles vão aprovar a MP, eu não sei. Mas vou fazer a minha parte. Nada contra a cultura, mas mudou”, ameaçou. Durante a conversa, Bolsonaro também lembrou do filme “Lula, o Filho do Brasil” e do documentário que está sendo desenvolvido sobre sua eleição presidencial, misturando as duas coisas. “Não quero filme nem de Bolsonaro, nem ‘Bruna Surfistinha’. Se quiser fazer do Bolsonaro…Até estão estudando. Mostra a verdade, mas não com dinheiro público, como foi o vexame do ‘Lula, O Filho do Brasil’. Pelo amor de Deus! Eu não sei quantos milhões custou aquele filme, mas dinheiro para contar uma mentira sobre quem foi o Lula”. Como o presidente é muito desinformado e desinteressado em se informar, vale a pena expor os fatos para os leitores não seguirem o mau exemplo e “mitar” – sinônimo de mentir ou demonstrar ignorância nas redes sociais. Para começar, a Ancine não é uma produtora estatal de cinema e sim uma agência reguladora com atribuições que incluem o investimento direto e indireto em produções. Ao contrário do que Bolsonaro diz, o fundo da Ancine não é composto por “verba pública”, ou não em sua maioria, que vem do Condecine, uma contribuição exigida das empresas de telecomunicações. É uma taxa cobrada apenas do setor audiovisual – porcentagens de ingressos de salas de exibição, das publicidades audiovisuais, das emissoras de televisão e, maior volume, das operadoras de telefonia – e reaplicada de volta no mesmo setor, a indústria de TV e cinema. Esta verba não faz parte do orçamento da União e tem função de regulação do mercado. É a chamada Lei do Audiovisual, por sua vez, que permite abatimentos no imposto para empresas que investirem na produção de filmes – o famoso incentivo cultural. Mas é limitado a 4% do IR devido para pessoas jurídicas. Ou seja, montantes geralmente inferiores à locação de um avião da FAB para transporte de parentes para casamentos da família. Por fim, “Lula, o Filho do Brasil” não recebeu nenhum dinheiro público. Ao menos, às claras. Foi totalmente bancado pelas empreiteiras comprometidas com o esquema de corrupção denunciado pela operação Lava Jato, que dispensaram incentivos e fomentos para realizar o agrado ao presidente – o mesmo que se encontra condenado, justamente, por receber agrados dessas empreiteiras. Para deixar claro o que Bolsonaro turva: “Lula, o Filho do Brasil” não foi feito com apoio da Ancine. O dinheiro da Ancine não é “verba pública”. A Ancine não é uma “produtora estatal”. O que a Ancine faz, além de “bancar” “Bruna Surfistinha”, é regular o mercado – “cota de tela” (quantidade de produções brasileiras reservadas para exibição na TV e no cinema), controle de distribuição de filmes (por exemplo, impedir que cinco salas de um mesmo cinema de shopping passem o mesmo filme), apoiar participação de filmes em festivais internacionais, além, claro, de incentivar o aumento da produção de cinema e séries nacionais. Quando o presidente anterior de direita, família e religião, Fernando Collor de Mello, teve a mesma ideia de Bolsonaro, extinguindo a Embrafilme, apenas três longas brasileiros foram lançados no ano seguinte, 1992, e o Brasil amargou uma das suas piores recessões econômicas, alimentada também pela falência do setor audiovisual. Em 2018, o número de filmes nacionais em cartaz somou 171 títulos. Nunca é demais lembrar que, se a Ancine não usa “verba pública” para produzir filmes, o presidente faz, sim, uso do dinheiro do imposto de pessoas físicas para bancar viagens de familiares e salários de parentes que nomeia para cargos públicos. E justifica dizendo que é isso mesmo, “e daí?”.
John Travolta dança “tango” no novo clipe de Pitbull
John Travolta volta a mostrar sua habilidade na pista de dança, que o consagrou no clássico “Os Embalos de Sábado à Noite”. Desta vez, o ritmo não é a disco music nem o rock de “Grease: Nos Tempos da Brilhantina”, mas uma salsa que o rapper Pitbull chama de tango, na música “3 to Tango”. Boa parte do vídeo mostra Travolta careca e de costas, num visual parecido com o de Pitbull, observando várias dançarinas executarem uma apresentação de cabaré salseiro. Mas perto do final ele se levanta, revelando sua identidade para a câmera, para encerrar o vídeo com alguns passos de dança com três companheiras embaladas. Não é a primeira vez que Pitbull e Travolta unem forças. O rapper recentemente estreou como compositor de trilha de cinema em “Gotti” (2018), estrelado e produzido pelo astro de Hollywood.
Katy Keene: Novo trailer da série derivada de Riverdale apresenta personagens
A rede The CW divulgou um novo trailer de “Katy Keene”, que, graças à duração de quase 3 minutos, é o primeiro a realmente apresentar a série, destacando seus personagens. Com tom assumido de novela, a prévia repleta de gente com padrão de beleza televisivo chega a lembrar “Melrose”. A atração é um spin-off de “Riverdale” baseado nos quadrinhos homônimos, publicados desde os anos 1940 pela editora Archie Comics. A trama ganhou uma roupagem mais moderna para a TV. Em vez de atriz, modelo e “rainha das pin-ups”, como na publicação original, Katy Keene é uma personal shopper aspirante que sonha em virar uma fashion designer. Ela divide seu apartamento em Nova York com um ator-dançarino gay, que deseja estourar na Broadway, e com a recém-chegada Josie, saída de Riverdale, em busca de sucesso como cantora profissional. Há ainda uma quarta melhor amiga, Pepper Smith, cujo papel é muito mal-explorado no vídeo, mas que, segundo a sinopse, quer estar sempre no centro dos acontecimentos culturais e sonha em abrir o club mais badalado de Nova York. A atriz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) vive a personagem-título, Ashleigh Murray repete seu papel de Josie McCoy, de “Riverdale”, Jonny Beauchamp (a Angelique de “Penny Dreadful”) é o ator Jorge/Ginger Lopez e Julia Chan (a Dra. Maggie Lin de “Saving Hope”) interpreta Pepper. Curiosamente, a atração vai incluir mais dois personagens dos quadrinhos (e série animada) de “Josie e as Gatinhas”, os irmãos Cabot, que, como Josie, serão interpretados por atores negros. A eterna vilã Alexandra Cabot será interpretada por Camille Hyde (“American Vandal), enquanto Alexander terá interpretação de Lucien Laviscount (“Scream Queens”). Mas eles serão coadjuvantes, assim como o personagem K.O. Kelly (Zane Holtz, da série “From Dusk to Dawn”), o namorado atlético de Katy Keene nos quadrinhos. Duas curiosidades: Ginger Lopez é uma garota nas publicações de Archie e Pepper costumava ser a melhor amiga de Josie até 1969, quando foi substituída por Valerie – a única integrante negra original da banda Josie e as Gatinhas. A atração foi criada por Roberto Aguirre-Sacasa, responsável também por “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, todas baseadas em quadrinhos da Archie Comics. “Katy Keene” estreia em janeiro de 2020 nos Estados Unidos e não será disponibilizada pela Netflix no Brasil, como “Riverdale”.
Personagens de Batwoman ganham imagens individuais
A rede The CW divulgou os retratos dos personagens da série “Batwoman”, que será estrelada pela atriz Ruby Rose (“Megatubarão”). Além da intérprete de Kate Kane, a Batwoman, as imagens trazem Dougray Scott (“Fear the Walking Dead”) como o pai da heroína, Jacob Kane, um ex-militar que comanda a empresa de segurança privada de Gotham, The Crows, e se dedica a proteger sua cidade melhor do que Batman poderia. Há também Meagan Tandy (“Teen Wolf”) como a cadete militar Sophie Moore, Camrus Johnson (“Luke Cage”) como Luke, o filho de Lucius Fox, Nicole Kang (“You”) como a irmã adotiva da heroína, Mary Hamilton, Elizabeth Anweis (“Twin Peaks”) como sua madrasta, Catherine Hamilton-Kane, e Rachel Skarsten (a rainha Elizabeth de “Reign”) na pele da vilã Alice, líder da Gangue do País das Maravilhas. Caroline Dries é a roteirista e showrunner da série. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. A estreia está marcada para 6 de outubro nos Estados Unidos.
Edição de fã de Vingadores: Ultimato viraliza com Black Sabbath na despedida do Homem de Ferro
Uma edição de fã de “Vingadores: Ultimato” viralizou nas redes sociais por um motivo muito bacana. O vídeo, criado por um usuário do Reddit, mudou a trilha da cena do estalo de Tony Stark, substituindo o arranjo orquestral do filme pelo rock “Iron Man” (Homem de Ferro, em português) da banda Black Sabbath. O resultado é perfeito. Confira abaixo. Vale lembrar que um trecho instrumental da música já tinha acompanhado os créditos do primeiro “Homem de Ferro”, em 2008, logo após Tony Stark dizer a frase icônica, que ele repete em sua apoteose, “Eu sou o Homem de Ferro”. Relembre abaixo. A declaração é também o primeiro verso da canção icônica do Black Sabbath, gravada em 1971. Assim, a frase marcou e introdução e a despedida de Robert Downey Jr. como o herói da Marvel. Nada mais apropriado que ouvi-la pela última vez ao som da música que a inspira. Maior bilheteria mundial do cinema em todos os tempos, “Vingadores: Ultimato” já está disponível no Brasil em VOD, e vai ganhar lançamento em DVD e Blu-ray na próxima semana, no dia 13 de agosto.
Crise nas Infinitas Terras deve contar com pelo menos um ator de Smallville
O elenco de coadjuvantes do supercrossover “Crise nas Infinitas Terras” não pára de crescer, reunindo atores de várias produções da história da DC Comics, desde o primeiro “Batman”, de 1966, até a animação “Batman do Futuro”, de 1999, que viverão versões alternativas dos personagens que consagraram. Entretanto, num representante de “Smallville”, justamente a série que introduziu esse universo na rede CW, foi confirmado até o momento. Falando sobre essa “falha”, o produtor Marc Guggenheim revelou, durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e a TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), que tem esperanças de conseguir encaixar pelo menos um integrante da série clássica no crossover. “É uma grande parte da história da DC na TV”, Guggenheim admitiu. “Eu adoraria ter pelo menos um personagem de ‘Smallville’ no crossover. Acho que posso dizer que todos os dias converso com algum diretor de elenco ou algum agente” a respeito disso. Talvez fosse mais simples usar a internet. Afinal, a atriz Kristin Kreuk, intérprete de Lana Lang em “Smallville”, já falou que toparia na hora, mas não recebeu nenhum convite. Para ficar ainda mais fácil, Erica Durance, intérprete de Lois Lane, faz parte do elenco recorrente de “Supergirl”, onde interpreta Alura Zor-El, a mãe kryptoniana da heroína. E Allison Mack, que viveu Chloe Sullivan, está com a agenda superlivre, já que ninguém a contrata após seu envolvimento com a seita sexual NXIVM. Em abril, ela se declarou culpada de extorsão e conspiração criminosa e aguarda uma sentença para saber seu destino. Um detalhe importante é que versões de Superboy e Lex Luthor têm papel de destaque na história original dos quadrinhos. Os personagens foram vividos por Tom Welling e Michael Rosenbaum na série exibida entre 2001 e 2011. “Há uma grande variedade de propriedades da DC no cinema e na TV”, Guggenheim acrescentou, explicando que gostaria de referenciar diversas produções no crossover. “A razão pela qual começamos a falar sobre o crossover tão cedo foi para nos dar tempo para ter todas essas conversas” com convidados. A história de “Crise nas Infinitas Terras” será contada em cinco capítulos, entre dezembro e janeiro, envolvendo as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”.








