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    Margot Robbie adquire os direitos dos quadrinhos de Tank Girl

    11 de setembro de 2019 /

    A produtora LuckyChap, da atriz Margot Robbie, adquiriu os direitos dos quadrinhos de “Tank Girl” para uma nova adaptação cinematográfica. Ainda sem anúncio oficial, a notícia foi postada no Twitter por Alan Martin, co-criador da personagem (com Jamie Hewlett, o artista da banda Gorillaz). “Acabei de ouvir que a empresa de Margot Robbie comprou os direitos da MGM para fazer um novo filme de ‘Tank Girl'”, escreveu Martin, lembrando que uma produção baseada na personagem já estava “há vários meses em desenvolvimento” na MGM. “Não fomos contatados por nenhuma das partes envolvidas no projeto. Portanto, não temos certeza se haverá alguma contribuição dos criadores originais”, acrescentou. O site Collider foi atrás de detalhes. Segundo a publicação, Robbie fez mais que adquirir os direitos dos quadrinhos britânicos. A intérprete de Arlequina nos filmes da DC Comics já escalou um diretor para o projeto: Miles Joris-Peyrafitte (“Como Você É”). Os dois trabalharam juntos no filme “Dreamland”, que por enquanto só foi exibido no Festival de Tribeca, em abril passado. O Collider afirma ainda que, caso aprove o roteiro, Robbie também pode estrelar a produção. Criada em 1988, Tank Girl é uma operadora de tanque de guerra que navega por um cenário pós-apocalíptico parecido com a Austrália futurista de “Mad Max”, realizando missões estranhas e violentas, enquanto enche a cara e transa com seu parceiro, um canguru mutante. Os quadrinhos de Martin e Hewlett já foram transformados em um filme de 1995 estrelado por Lori Petty (vista mais recentemente em “Orange Is the New Black”) e dirigido por Rachel Talalay (atualmente comandando séries como “Riverdale” e “The Flash”). Just heard that Margot Robbie's company have optioned rights from MGM to make a new Tank Girl movie – now several months into development. We haven't been contacted by any of the parties involved with the project, so not sure if there will be any input from the original creators. pic.twitter.com/7RxbV4qLFt — Alan Martin (@AlienMartian23) September 9, 2019

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  • Série

    Titãs: Vídeo da 2ª temporada mostra a estreia da heroína Devastadora

    11 de setembro de 2019 /

    A plataforma DC Universe divulgou um novo vídeo de “Titãs”, que destaca a primeira cena completa da heroína Devastadora (Ravager, em inglês). A sequência faz parte do segundo episódio da 2ª temporada da série, intitulado “Rose”, que vai ao ar na sexta-feira (13/9) nos Estados Unidos. O título se refere à identidade civil da Devastadora, Rose Wilson, que é filha de Slade Wilson, mais conhecido como o vilão Exterminador – introduzido rapidamente no final do episódio inaugural da temporada. Um dos maiores desgostos da vida do vilão foi ver seus filhos se juntarem a seus maiores inimigos. Mas, no caso de Rose, quem a levou aos Titãs foi ele mesmo. Ao menos nos quadrinhos. O Exterminador só descobriu que tinha uma filha quando ela já era adolescente e manifestava seus poderes. Com a morte da mãe da jovem e sem saber como cuidar de uma garota superpoderosa, Slade procurou Asa Noturna para treiná-la. Rose se provou um desafio para o antigo Robin, com grandes problemas para distinguir o bem e o mal, mas ao final acabou se identificando mais com os heróis que com seu pai vilão – especialmente após desenvolver um crush pelo novo Robin, Tim Drake. A prévia divulgada não deixa claro se a série vai seguir essa direção. Mas é notável que os Titãs tenham incorporado um novo Robin, Jason Todd (vivido por Curran Walters), cuja primeira manifestação ao ver a Devastadora em ação sugere um crush, ao menos no que se refere à habilidade de luta. A atriz Chelsea T. Zhang (a Britney da série “Andi Mack”) vive Rose/Devastadora, apesar de a personagem ser uma jovem ocidental de cabelos prateados nos quadrinhos. Mas a produção não tem se preocupado com esses “detalhes”. Afinal, tampouco Slade Wilson é latino, apesar de ser vivido por Esai Morales (“Ozark”) na série. Os dois não serão os únicos membros da família Wilson a aparecer em “Titãs”. Joe Wilson, irmão de Rose, que vira o herói Jericó, também está confirmado na atração. Ele será interpretado pelo modelo transexual Chella Man, que é surdo como o personagem. “Titãs” foi a primeira série produzida pelo serviço de streaming americano DC Universe, exclusivo para produções da DC Comics, e é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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  • Filme

    Joaquin Phoenix teria surtado e abandonado várias vezes as filmagens de Coringa

    11 de setembro de 2019 /

    A história dos bastidores de “Coringa” daria um filme, segundo apurou o jornal The New York Times. Reportagem publicada na terça (10/9) revelou que o astro Joaquin Phoenix surtou repetidas vezes e “perdeu a compostura no set, às vezes espantando seus colegas de elenco.” O diretor Todd Phillips confirmou as histórias que o jornal apurou. “No meio de uma cena, ele simplesmente virava as costas e saía andando. Os outros pobres atores ficavam pensando que era culpa deles e nunca era – sempre era dele [Phoenix], porque ele achava que não estava conseguindo sentir a cena.” Apesar dos surtos, o ator sempre retornava após uma pausa. Phillips contou que Phoenix buscou tranquilizá-lo, depois de um momento particularmente tenso da filmagem, garantindo que tudo ficaria bem. “Nós vamos sair para dar uma caminhada e então vamos voltar e fazer isso.” A reportagem afirma que Phoenix só não aprontou com uma pessoa durante toda a produção. Ele nunca virou as costas para Robert De Niro, porque o idolatra. De Niro também foi convidado a comentar os bastidores e descreveu o colega como um “profissional intenso” durante as cenas que compartilharam no set. Com a experiência de quem interpretou vários personagens mentalmente instáveis no cinema, inclusive dois papéis que inspiram a interpretação de Phoenix em “Coringa” – Travis Bickle de “Taxi Driver” (1976) e Rupert Pupkin em “O Rei da Comédia” (1982), ambos dirigidos por Martin Scorsese -, o ator disse que conseguia entender o método de Phoenix. “Joaquin foi muito intenso no que fazia, como deveria ser e como ele deveria agir”, disse DeNiro. “Não há nada para ser dito, pessoalmente, sobre isso”. Phoenix, por sua vez, disse que não tinha percebido, até se comprometer e ver o interesse da imprensa, que interpretar o Coringa seria “um negócio realmente muito importante”. Isso aumentou a pressão. Mas não mudou seu mau humor para lidar com a divulgação de seus trabalhos. Ele ironizou, menosprezou e fez pouco caso de várias perguntas da jornalista do New York Times que o entrevistou. Todd Phillips confirmou que o ator segue seu próprio ritmo. “Se ele for no programa do Jimmy Kimmel e abandonar a entrevista na TV após dois minutos, eu vou só pensar: ‘Esse é o meu garoto'”. Phoenix resumiu a história sobre seus supostos exageros nas filmagens dizendo: “Se não sinto que estou me esforçando ao máximo, fico entediado, ou talvez eles fiquem entediados comigo. Não sei quem vai se cansar de quem primeiro.” Caso “Coringa” lhe garanta uma indicação ao Oscar 2020, será a quarta vez que a Academia reconhecerá seu talento. Joaquin Phoenix já disputou anteriormente o troféu de Melhor Ator Coadjuvante por “Gladiador” (2002) e duas o Oscar de Melhor Ator, por “Johnny & June” (2005) e “O Mestre” (2012). Ele nunca foi premiado. E na época da última indicação chamou o Oscar de “uma asneira completa” e completou: “Eu não quero fazer parte disso”.

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  • Filme

    Filmes da Netflix e da Amazon são boicotados pelo cinema oficial do Festival de Toronto

    11 de setembro de 2019 /

    Após passar em branco na premiação do Festival de Veneza deste ano, a Netflix sofreu outra decepção no Festival de Toronto (TIFF, na sigla em inglês), em sua estratégia para conseguir atenção da Academia para seus candidatos ao Oscar 2020. A rede de cinemas Cineplex, que patrocina o festival, barrou os filmes de plataformas de streamings em suas salas. Entre elas, o Scotiabank Theatre, local oficial de exibição dos filmes participantes do festival canadense. Com isso, diversos títulos da programação do festival perderam o palco principal do evento, entre eles “Meu Nome É Dolemite”, “História de um Casamento”, “Dois Papas” e “A Lavandeira”, da Netflix, e “Os Miseráveis”, “Honey Boy”, “O Relatório” e “The Aeronauts”, da Amazon. Sarah Van Lange, representante do Cineplex, declarou para à revista The Hollywood Reporter que a rede impediu a exibição dos filmes para manter a tradição de programar apenas títulos feitos para telas de cinema. “Existem centenas de filmes fantásticos sendo exibidos no festival este ano e, com todas essas opções, nós pedimos que os títulos exibidos em nossas telas sejam de estúdios que compreendem e apreciam a importância do modelo tradicional de cinema.” Diante da polêmica, os organizadores do festival programaram os filmes de streaming em cinemas menores. “O Cineplex tem sido um ótimo parceiro do TIFF por muitos anos. Este ano, estabeleceram novas restrições em relação ao uso das salas de cinema da Scotiabank durante o festival. Como resultado, agendamos filmes que não estão de acordo com os requisitos dos cinemas tradicionais em outros locais”

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  • Filme

    Vídeo revela como é feita a transformação de Angelina Jolie em Malévola

    11 de setembro de 2019 /

    A Disney divulgou um vídeo de bastidores de “Malévola: A Dona do Mal”, que mostra como é o processo de transformação de Angelina Jolie na vilã do título, com direito à maquiagem especial, chifre e dentes postiços. Veja abaixo. Nesta versão do conto de fadas, a Malévola de Angelina Jolie é malvada só de nome e supera suas tendências sombrias para criar a Princesa Aurora (Elle Fanning) como sua própria filha. Mas ao decidir se casar com o Príncipe Felipe (Harris Dickinson), Aurora cria uma nova ameaça para Malévola na forma de sua sogra, a Rainha Ingrith (Michelle Pfeiffer), que resolve se tornar uma “mãe de verdade” para a jovem. Furiosa, a protagonista deixa seus piores instintos prevalecerem ao entrar em guerra contra a mãe de Filipe. “Malévola: Dona do Mal” foi escrita por Jez Butterworth (roteirista de “No Limite do Amanhã”) e Linda Woolverton (do primeiro “Malévola”). A direção está a cargo do norueguês Joachim Rønning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) e as novidades do elenco também incluem Ed Skrein (“Deadpool”) e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”). A estreia em 17 de outubro vai encerrar um ano repleto de lançamentos de versões live-action de animações da Disney, após “Dumbo”, “Aladdin” e “O Rei Leão” – sem esquecer de “A Dama e o Vagabundo”, anunciado para streaming.

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  • Filme

    O Clube dos Canibais: Terror brasileiro ganha trailer e imagens

    11 de setembro de 2019 /

    A Olhar Distribuição divulgou o pôster, quatro fotos e o trailer de “O Clube dos Canibais”, novo terror brasileiro, que tem direção de Guto Parente (“Inferninho”). A trama é uma alegoria sanguinária da luta de classes, centrada num um casal de ricos que literalmente devora seus empregados. Mas há traições entre a elite faminta, alimentadas por seu próprio machismo. Otávio (Tavinho Teixeira, de “O Nó do Diabo”) é membro do clube do título, que só admite homens. Mas sua mulher (Ana Luiza Rios, de “O Último Trago”) não está nada feliz por ser excluída da diversão e logo descobre um segredo de Borges (Pedro Domingues, de “O Shaolin do Sertão”), líder do grupo e um poderoso deputado. Todo filmado no estado do Ceará – em Fortaleza e na praia de Guajiru – o longa surgiu a partir de uma história real que aconteceu em meados do século 19 em Porto Alegre (RS), conhecida como os Crimes da Rua do Arvoredo, onde um casal atraia suas vítimas para casa, as matava, as esquarteja e produzia linguiças de carne humana. As linguiças eram vendidas em um açougue da cidade e muito apreciadas pela população. As vítimas eram homens seduzidos por Catarina Palse, que os fazia acreditar que ela iria para a cama com eles, mas que acabavam assassinados por seu marido. “Esse jogo sexual perverso e fetichista do casal foi o que eu peguei emprestado dessa macabra história real para criar os personagens e práticas do ‘Clube dos Canibais’, que aponta para um lugar talvez mais exagerado e absurdo ainda, por envolver questões de classe e poder”, conta o diretor em nota sobre o lançamento. “O Clube dos Canibais” fez sua estreia mundial no Festival de Rotterdam e já foi exibido em mais de 30 festivais internacionais, além de ter sido vendido para diversos territórios, com distribuição garantida em países como EUA, Alemanha, Japão, Inglaterra, Suécia, Noruega e Dinamarca. A estreia nos cinemas brasileiros está marcada para o dia 3 de outubro.

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  • Série

    O Instituto: Novo livro de Stephen King vai virar série dos criadores de Mr. Mercedes

    11 de setembro de 2019 /

    O novo livro de Stephen King, “O Instituto” (The Institute), mal foi lançado nos Estados Unidos e já teve seus direitos negociados para a TV. O produtor-roteirista David E. Kelley (“Big Little Lies”) e o diretor Jack Bender (“Lost”) vão transformar a obra, que chegou às livrarias americanas na terça-feira (10/9), numa minissérie para a produtora Spyglass. Chamado pela crítica do jornal The New York Times de “o romance mais apavorante de Stephen King até hoje”, “O Instituto” se passa em uma instituição misteriosa que mantém aprisionadas várias crianças com talentos especiais. Entre elas está o protagonista Luke, capturado após ter seus pais assassinados. Ao ver amigos desaparecendo pouco a pouco, Luke busca desesperadamente fugir do local. Kelley e Bender já adaptaram com sucesso três outras obras de King, ao longo de três temporadas da série “Mr. Mercedes”, lançada em 2017 no canal pago Audience Network. “É um privilégio e uma alegria trabalhar com Stephen e Jack novamente”, disse Kelley em comunicado. “Stephen escreveu mais um livro brilhante e envolvente. Eu mal posso esperar para começar os trabalhos”. A adaptação de “O Instituto” ainda não tem canal ou plataforma de streaming definida. O livro chega ao Brasil em 20 de setembro pelo selo Suma, da Companhia das Letras.

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  • Etc

    Bolsonaro prepara corte de 43% no fundo que financia filmes e séries no Brasil

    11 de setembro de 2019 /

    Em novo ataque contra o cinema nacional, o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) decidiu reduzir a principal fonte de financiamento das produções audiovisuais no país. Um projeto de lei apresentado no Congresso prevê um corte de 43% do orçamento do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual) em 2020. Ao todo, serão disponibilizados R$ 415,3 milhões para a produção de filmes e séries. A maior redução será nos chamados investimentos retornáveis ao setor audiovisual por meio de participação em empresas e projetos. É por esta ação que a Ancine aporta dinheiro em produções em busca de retornos financeiros. Em 2020, esse orçamento passará de R$ 650 milhões para R$ 300 milhões. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o ex-ministro da Cultura e deputado federal Marcelo Calero (Cidadania-RJ) definiu o corte nos recursos do FSA como uma declaração de guerra do governo a um setor que gera empregos e é considerado icônico da nova economia. “Todos os países investindo em indústrias que se relacionem à criação, à criatividade, e o Brasil na contramão disso. Seja na parte de pesquisa e desenvolvimento científico, seja na parte de cultura e artes”, disse. Ele lembrou que o fundo se retroalimenta com os próprios resultados das produções e com as taxas cobradas, como a Condecine, tributo pago pela exploração comercial de obras audiovisuais. “Acaba sendo até pouco inteligente do ponto de vista da lógica administrativa”, criticou. “São medidas que têm um componente ideológico muito forte.” Calero considerou ainda que se trata de um processo “atrasado e obscuro” para conter a vanguarda de pensamentos. “No fundo, você tem aí mais um elemento de um grande processo autoritário.” O corte nos recursos do FSA é a mais recente medida adotada por Bolsonaro para tentar controlar a gestão do fundo. O presidente já manifestou vontade, em suas lives, de transferir o fundo para a Secretaria de Cultura, que faz parte do Ministério da Cidadania, de modo a colocar “filtros” sobre o material produzido. O objetivo seria acabar com o financiamento de conteúdo “impróprio”. Leia-se LGBTQIA+. E incentivar mais conteúdo “positivo”. Leia-se evangélico. No final de agosto, em almoço com jornalistas, Bolsonaro revelou planos de nomear um diretor evangélico para a Ancine e voltou a falar na criação de “filtros”. Bolsonaro também já disse que, se pudesse, simplesmente extinguiria a Ancine. Mas essa medida extrema afetaria até a regulação do setor. Assim, optou por medidas mais simbólicas, como a transferência da Ancine do Rio de Janeiro para Brasília em 2020 – operação que custará bilhões de reais a um governo que diz não ter dinheiro para apoiar a campanha de “A Vida Invisível” ao Oscar. Na verdade, o projeto anti-cultural do governo começou com a extinção do Ministério da Cultura e seguiu com a proibição de patrocínio de estatais a eventos culturais, imposição de limites mais restritos aos tetos de projetos que podem ser aprovados via Lei de Incentivo à Cultura (antiga Lei Rouanet), a exclusão de representantes do mercado e da sociedade civil do CSN (Conselho Superior de Cinema), a mudança do CSC para a pasta da Casa Civil, o fim de apoio da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) para o programa Cinema do Brasil, voltado à exportação de filmes brasileiros, e outras iniciativas similares. Bolsonaro também não assinou o decreto da Cota de Tela, que estipula um determinado número de dias obrigatórios para que os cinemas exibam filmes brasileiros, que deveria ter sido publicado em janeiro, não escolheu os nomes do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), que decide como alocar os recursos arrecadados pelas taxas do mercado, e não nomeou nomes que preencheriam vagas abertas na diretoria da Ancine. Aproveitando-se de seu próprio imobilismo, ainda suspendeu edital de financiamento que afeta diretamente a cadeia audiovisual em todo o país, com a justificativa de que não fez o que deveria, isto é, recompor os membros do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), responsável por direcionar as verbas arrecadadas com o Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional, taxa cobrada da indústria de cinema, TV e telefonia), para poder liberar o financiamento. Por conta disso, toda a verba do FSA está congelada por tempo indeterminado. São ações que tem o objetivo claro de dificultar o máximo possível a produção de filmes e séries que dependem de incentivo, o que afeta a maioria das produções brasileiras.

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  • Filme

    Novo Exterminador do Futuro ganha coleção de pôsteres de personagens

    11 de setembro de 2019 /

    A Paramount divulgou uma coleção de pôsteres americanos do sexto filme da franquia “Exterminador do Futuro”, que vai se chamar “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” (Terminator: Dark Fate). Os cartazes destacam os personagens, vividos por Arnold Schwarzenegger e Linda Hamilton, que retomam a parceria dos dois primeiros filmes da franquia, além de Mackenzie Davis (“Blade Runner 2049”), Natalia Reyes (série “2091”) e o Exterminador encarnado por Gabriel Luna (o “Motoqueiro” Fantasma da série “Agents of SHIELD”). A história vai mostrar que, embora Sarah Connor (Hamilton) tenha impedido o Dia do Julgamento, o futuro distópico aconteceu assim mesmo, apenas um pouco mais tarde. E ela vai num déjà vu, ao encontrar uma guerreira da resistência do futuro (Davis) lutando para proteger uma mulher (Reyes) importante para a sobrevivência da humanidade contra um Exterminador obstinado. O cineasta James Cameron, que criou a franquia em 1984, concebeu a história em parceria com Josh Friedman – criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles” – , mas o roteiro final ficou a cargo de David S. Goyer (“Batman vs. Superman”), Justin Rhodes (“Candidatos à Encrenca”) e Billy Ray (“Jogos Vorazes”). Já a direção é realizada por Tim Miller (“Deadpool”). “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” tem estreia marcada para 31 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Crise nas Infinitas Terras: Jonah Hex, Nora Allen e Flash dos anos 1990 vão aparecer no crossover

    11 de setembro de 2019 /

    O elenco de coadjuvantes do supercrossover “Crise nas Infinitas Terras” não pára de crescer. Fontes citadas por diferentes sites teriam vazado mais três participações: o cowboy Jonah Hex (Johnathon Schaech), que já apareceu em três episódios de “Legends of Tomorrow”, o Flash dos anos 1990 (John Wesley Shipp) e Nora West-Allen (Jessica Parker Kennedy), a filha de Barry Allen e Iris West do futuro, apagada da existência no final da 5ª temporada de “The Flash”. “Crise nas Infinitas Terras” será o maior crossover já feito entre as séries da DC Comics exibidas pela rede The CW, e sua trama será contada em cinco capítulos, entre dezembro e janeiro, envolvendo as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Considerada um marco dos quadrinhos, a história original de 1985 ficou famosa por matar super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. A série, porém, vai salvar os dois personagens, sacrificando no lugar deles o Arqueiro Verde. Não é spoiler porque isso já foi tratado de forma explícita no final da temporada passada de “Arrow”. Por conta disso, a série do Arqueiro Verde vai acabar logo após a exibição do crossover. Mas esta não deve ser a única baixa da trama. O autor dos quadrinhos originais, Marv Wolfman, vai ajudar a escrever a adaptação, o que permitirá aproximar melhor a trama clássica de sua contraparte televisiva. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a história apocalíptica elimine os problemas narrativos criados por situar Supergirl numa Terra paralela. O objetivo da DC ao lançar os quadrinhos em 1985 foi justamente simplificar a cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas da DC, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nos quadrinhos do Flash. Para isso, foi necessário destruir o Multiverso com uma catástrofe sem precedentes, que eliminou todas as Terras paralelas, reunindo os sobreviventes de outras dimensões no único mundo remanescente, a Terra 1 (também chamada de Terra Prime). O evento foi tão traumático que alterou as próprias linhas do tempo, apagando não só a existência, mas a própria lembrança das outras Terras eliminadas. Com isso, o crossover deve causar grande impacto em todas as séries de super-heróis da rede CW. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil, mas muito provavelmente deve acontecer em janeiro no canal pago Warner.

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    Grey’s Anatomy: Meredith cumpre serviço comunitário no trailer da 16ª temporada

    10 de setembro de 2019 /

    A rede ABC divulgou um teaser da volta de “Grey’s Anatomy”, que reflete diretamente os vários cliffhangers do final da temporada passada. Entre eles, o destino de Meredith Grey (Ellen Pompeo) após ser demitida. Ela aparece cumprindo serviço comunitário, mas fingindo ser voluntária. Na prévia, a Dra. Bailey (Chandra Wilson) revela ainda que, por causa de atividades criminais, Meredith, Alex Karev (Justin Chambers) e Richard Webber (James Pickens Jr.) não estão mais trabalhando no hospital. Para completar, há até um trocadilho com o nome da série “Orange Is the New Black”. O vídeo encerra em tom dramático, focando-se no destino do Dr. Jackson Avery (Jesse Williams). “Ele está vivo?”, pergunta a desesperada Maggie Pierce (Kelly McCreary) à beira de uma estrada. Um dos maiores sucessos da ABC, “Grey’s Anatomy” recentemente superou “Plantão Médico” (E.R.) para virar a série médica mais duradoura da história da TV americana. A 16ª temporada estreia em 26 de setembro e a produção já se encontra renovada até a 17ª temporada. A transmissão no Brasil acontece no canal pago Sony.

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    Serviço de streaming da Apple será o mais barato do mercado

    10 de setembro de 2019 /

    A Apple deu os detalhes que o mercado aguardava sobre sua plataforma de streaming. Em evento realizado nesta terça (10/9) em sua sede em Cupertino, nos Estados Unidos, a empresa de tecnologia informou a data de lançamento e o preço do serviço. Para começar, a Apple TV+ (Apple TV Plus) será lançada em 1º de novembro, duas semanas antes da Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), em aproximadamente 100 países de forma simultânea. E sua assinatura custará US$ 4,99 por mês. Ou seja, sairá por US$ 2 menos que a Disney+ (Disney Plus) e praticamente pela metade do preço da opção mais barata da Netflix. Antes e mais barato, assim pode ser resumida a estratégia da Apple para enfrentar a Disney, a Netflix e todos os demais players da vindoura guerra dos streamings. Para arrematar – e confirmar rumores – , a Apple também vai oferecer um ano de assinatura gratuita da plataforma como bônus para compradores de novos iPads, iPhones ou computadores da marca. O ponto fraco do projeto é que, inicialmente, a Apple TV+ terá uma oferta limitada de conteúdo original. Mas Tim Cook, o CEO da empresa, prometeu adicionar novas produções a cada mês. Em seu lançamento, a plataforma terá disponível episódios de apenas quatro séries: “The Morning Show”, “See”, “Dickinson” e “For All Mankind”. Também incluirá as produções infantis “Helpsters”, dos criadores de “Sésamo”, e o desenho “Snoopy in Space”, além do documentário “The Elephant Queen”. Muitos outros projetos estão em desenvolvimento. A ideia inicial é disponibilizar até três episódios das séries em 1º de novembro, lançando os demais de forma semanal. Mas, segundo a empresa, isso não impedirá que outras produções sejam disponibilizadas de forma integral em suas estreias. Clique aqui para saber mais sobre os projetos da Apple em desenvolvimento e nos títulos das quatro séries para conhecer melhor cada uma delas, que já tiveram seus trailers disponibilizados. Veja a apresentação integral do projeto – e de outras novidades da Apple – no vídeo abaixo.

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    Baby: 2ª temporada da série italiana da Netflix ganha teaser legendado

    10 de setembro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster original e o teaser legendado da 2ª temporada da série italiana “Baby”. Os primeiros episódios renderam polêmica na Itália, por retratarem sexo de menores. Mas a trama é supostamente “baseada em uma história real”. Na verdade, um escândalo que ocupou muitas páginas da imprensa do país, conhecido como o caso de Baby Squillo. Em 2013, foi revelado que o ex-policial Mauro Floriani, marido de Alessandra Mussolini, a neta do ex-ditador fascista, comandava um esquema de prostituição com garotas entre 14 e 16 anos. Contratadas para entreter clientes importantes durante festas, elas ganhavam milhares de euros para comprar roupas de grifes famosas e celulares de última geração. A série acompanha duas garotas em situações como as do escândalo real, alternando seu cotidiano entre os dias na escola e as noites nas baladas. Dirigido pelos cineastas Andrea De Sica (I Figli della Notte”) e Anna Negri (“Riprendimi”), com Benedetta Porcaroli (“Quando Basta”), Alice Pagani (“Entre Tempos”), Isabella Ferrari (“A Grande Beleza”), Claudia Pandolfi (“A Primeira Coisa Bela”) e outros atores italianos, a 2ª temporada terá mais 6 episódios e chega ao streaming em 18 de outubro.

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