PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc

    Ministério Público Federal processa ministro da Cidadania no caso da suspensão de edital de séries LGBTQIA+

    2 de outubro de 2019 /

    O Ministério Público Federal ajuizou nesta quarta (2/10) no Rio de Janeiro uma ação civil pública contra o ministro da Cidadania, Osmar Terra, por improbidade administrativa, em virtude da suspensão de um edital da Ancine para produções de audiovisual para emissoras de televisão públicas. O edital suspenso previa a produção de 80 séries brasileiras, entre elas atrações de temática LGBTQIA+ que foram alvo de críticas preconceituosas do presidente Jair Bolsonaro em uma live de agosto passado. Citando quatro títulos do edital, Bolsonaro afirmou que tinha vetado as produções porque não tinha “cabimento fazer filmes com esse tema”. Após esse ataque, o ministro da Cidadania Osmar Terra assinou uma portaria suspendendo o edital e prejudicando os 80 projetos que estavam aguardando a liberação de verbas para começar suas produções. Como justificativa, o ministro citou a necessidade de recomposição dos membros do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), responsável por direcionar as verbas arrecadadas com o Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional, taxa cobrada da indústria de cinema, TV e telefonia), para poder liberar o financiamento. A portaria também afirma que, uma vez recomposto, o comitê revisará os critérios e diretrizes para a aplicação dos recursos do fundo, assim como os parâmetros de julgamento dos projetos e seus limites de valor. A medida foi considerada como um ato de censura formal praticado pelo governo, motivado por homofobia. O MPF considerou ainda que a suspensão causou prejuízo aos cofres públicos, uma vez que o governo federal já havia gasto quase R$ 1,8 milhão na análise das 613 propostas que disputavam o edital, aberto em março de 2018 e que já se encontrava na fase final. Na ação, o MPF pede a anulação da portaria que cancelou o edital, a conclusão do concurso e que o ministro devolva o dinheiro gasto até agora aos cofres públicos. Além da devolução do dinheiro gasto, a ação do MPF pode resultar, em caso de condenação, na perda do cargo do ministro, a suspensão de seus direitos políticos por oito anos e o pagamento de multa de duas vezes o valor do dano – R$ 3,6 milhões. Se Terra for condenado, ele poderá ainda ser proibido de ser contratado pelo Poder Público Federal ou dele receber benefícios ou incentivos fiscais durante cinco anos. Em sua defesa, o Ministério da Cidadania afirma que o concurso previa a possibilidade de suspensão ou anulação. Segundo a nota, “o edital suspenso não havia sido discutido por esse governo”. Ou seja, o projeto é anterior à eleição de Bolsonaro, o que não serve de desculpa para descaso com o dinheiro público, censura e homofobia. Para o MPF, a questão da censura e da homofobia está subentendida na suspensão. A ação contra o ministro afirma que o objetivo do ministro foi impedir que os projetos mencionados pelo presidente tivessem a chance de vencer o concurso. Como não havia meio legal de tirar os quatro projetos do concurso em sua fase final, a “solução” encontrada foi a de sacrificar todo o processo, de acordo com a análise do MPF. Além dos danos aos cofres públicos causados pela suspensão do concurso, o MPF afirma que “a discriminação contra pessoas LGBT promovida ou referendada por agentes públicos constitui grave ofensa aos princípios administrativos da honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade as instituições”. O texto do processo lembra que em junho de 2019 o Supremo Tribunal Federal, na ação que criminalizou a homofobia, afirmou expressamente que “os homossexuais, os transgêneros e demais integrantes do grupo LGBT têm a prerrogativa, como pessoas livres e iguais em dignidade e direitos, de receber a igual proteção das leis e do sistema político-jurídico instituído pela Constituição da República, mostrando-se arbitrário e inaceitável qualquer estatuto que exclua, que discrimine, que fomente a intolerância, que estimule o desrespeito e que desiguale as pessoas em razão de sua orientação sexual ou de sua identidade de gênero”. A ação do MPF é a segunda proposta na Justiça Federal do Rio sobre o caso. Em agosto, o deputado federal Marcelo Calero (Cidadania-RJ), ex-ministro da Cultura na gestão Michel Temer (MDB), ajuizou uma ação popular para anular a portaria que cancelou o edital. O deputado alega que a medida é inconstitucional. No final de agosto, a juíza Andréa de Araújo Peixoto, da 29ª Vara Federal do Rio, abriu a ação e deu 20 dias para o governo federal explicar a suspensão do edital. Em agosto, procuradores da área de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico do MPF-RJ, instauraram Inquérito Civil Público para apurar o caso. Além disso, a suspensão do edital também está enfrentando processos da entidades representantes da indústria audiovisual brasileira. A suspensão do edital causou a saída do secretário de Cultura do Ministério da Cidadania, Henrique Pires, que pediu demissão no dia 21 de agosto, chamando claramente a anulação do edital de “censura”. Ele prestou depoimento no inquérito do MPF, no último dia 26 de setembro e afirmou que considera que a suspensão do edital foi “imotivada”, ou seja, não foi baseada em critérios legais. Segundo as regras do edital, o Ministro da Cidadania e o Secretário Especial de Cultura, enquanto órgãos de direção superior, não participam legalmente do processo de seleção dos projetos. Entretanto, de acordo com o que foi apurado pelo MPF, no dia seguinte à manifestação de Bolsonaro, Terra determinou a elaboração de pareceres para uma minuta de portaria para a suspensão do concurso, justificando, para tanto, que a medida era necessária para a recomposição dos membros do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual. O detalhe é que a formação do comitê depende das indicações de seis integrantes do governo, vindos de diferentes ministérios. Em dez meses de governo, Bolsonaro ainda não indicou nenhum representante. O decreto assinado por Osmar Terra prevê a suspensão do edital por 180 dias, podendo prorrogar o prazo caso o comitê gestor continue sem as indicações dos membros do governo. Trata-se de uma paralisia provocada propositalmente pelo governo, com aviso prévio de prorrogação indefinida. E se for considerada válida, na prática impede qualquer financiamento de produção nacional pelo FSA. Isto porque o Ministério da Cidadania afirmou que a recomposição do Comitê Gestor do FSA (CGFSA) depende da posse do Conselho Superior de Cinema (CSC), que ainda não tem data. Mesmo assim, o mesmo Ministério disse não haver previsão de suspender mais editais. Entretanto, se a justificativa para suspender um edital específico não se aplicar aos demais, o caso assume dimensões criminais, por condução arbitrária e/ou fraude na seleção de concursos públicos. Desde 2011, isto pode render pena de até oito anos de reclusão, quando o crime tiver sido cometido por funcionário público. Por enquanto, a investigação se dá na esfera civil, levando em conta apurações sobre prática de censura, dano aos cofres públicos e ato de homofobia. Mas a situação do ministro pode piorar, dependendo da reação da governo. E, caso Bolsonaro se manifeste oficialmente, também pode ser incluído entre os réus, fornecendo matéria prima para seu Impeachment.

    Leia mais
  • Filme

    William Hurt é flagrado em filmagens de Viúva Negra

    2 de outubro de 2019 /

    O ator William Hurt foi flagrado na terça-feira (1/10) participando de filmagens do filme solo da Viúva Negra no estado da Georgia. Segundo os paparazzi que fotografaram o astro, a atriz Scarlett Johansson não participou das cenas registradas. Vale lembrar que a produção já terminou oficialmente suas filmagens e as novas cenas são ou refilmagens ou material para ser inserido após os créditos do longa. No MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), Hurt dá vida ao General Thaddeus “Thunderbolt” Ross, que em “Capitão América: Guerra Civil” (2016) assumiu o cargo de Secretário de Defesa dos EUA. Prólogo dos filmes mais recentes da Marvel, “Viúva Negra” se passa exatamente após “Guerra Civil”, acompanhando a fuga da heroína após ajudar o Capitão América contra o governo americano. Especula-se que a participação do ator seria uma cena pós-créditos, que poderia levar a um filme dos Thunderbolts. Nos quadrinhos, Ross foi responsável por reformular o grupo original (formado por supervilões disfarçados), juntando os principais anti-heróis da Marvel – como Elektra, Justiceiro, Cavaleiro da Lua, Motoqueiro Fantasma, Deadpool e Venom. Sem anular essa possibilidade, outra função de sua participação poderia ser o recrutamento de Yelena Belova (vivida por Florence Pugh, atualmente em cartaz em “Midsommar”) para trabalhar para o governo como a nova Viúva Negra. “Viúva Negra” também destaca em seu elenco David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”). O roteiro foi escrito por Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e a direção é da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”). A estreia está prevista para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Morte no Nilo tem elenco completo revelado no começo das filmagens

    2 de outubro de 2019 /

    A Fox anunciou o elenco completo e o começo das filmagens de “Morte no Nilo”, continuação de “Assassinato no Expresso do Oriente”, que traz Kenneth Branagh de volta ao papel do detetive Hercule Poirot. O filme, que também é novamente dirigido por Branagh, será estrelado por Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”), Letitia Wright (“Pantera Negra”), Armie Hammer (“Me Chame Pelo Seu Nome”), Annette Bening (“Capitã Marvel”), Ali Fazal (“Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha”), Sophie Okonedo (“Hellboy”), Tom Bateman (outro que retorna de “Assassinato no Expresso do Oriente”), Emma Mackey (“Sex Education”), Dawn French (“Delicious”), Rose Leslie (“Game of Thrones”), Jennifer Saunders (“Absolutely Fabulous”) e Russell Brand (“Arthur, o Milionário Irresistível”). Veja a arte divulgada pelo estúdio com todo o elenco abaixo. A obra original de Agatha Christie foi publicada em 1937 e já teve uma adaptação anterior no cinema. Em 1978, também serviu de continuação para “Assassinato no Expresso Oriente” (1974) e reuniu outro elenco notável, formado por Bette Davis, Jane Birkin, Angela Lansbury, Maggie Smith, Mia Farrow, David Niven, Jon Finch e George Kennedy, além de Peter Ustinov no papel de Poirot. A premissa é basicamente a mesma de “Assassinato no Expresso do Oriente”. A diferença é que, em vez de um trem europeu, Poirot terá que descobrir um assassino a bordo de um cruzeiro pelo Egito. Assim como no filme anterior, o roteiro foi escrito por Michael Green. A estreia da nova versão está marcada para 9 de outubro de 2020.

    Leia mais
  • Série

    Superman encontra Superman nos bastidores de Crise nas Infinitas Terras

    2 de outubro de 2019 /

    O ator Brandon Routh divulgou no Instagram uma foto dos bastidores do novo crossover do Arrowverso. 13 anos depois de estrelar “Superman: O Retorno” (2006), ele vai voltar a viver o herói em “Crise das Infinitas Terras”. Na imagem, Brandon aparece uniformizado ao lado de outro Superman, Tyler Hoechlin, que interpreta o personagem na série “Supergirl”. Ao fundo, é possível ver ainda o logotipo do jornal Planeta Diário. “Visão dupla – a nova habilidade de Superman”, ele brincou na legenda. A explicação para esse encontro é o multiverso da DC Comics, que vai mostrar várias versões dos mesmos personagens, vindo de realidades (na verdade, filmes e séries) diferentes. A versão de Superman interpretada por Routh é um personagem clássico do multiverso. Ele pode ser lembrado pelos leitores mais antigos de quadrinhos como o herói da Terra 2, mas os mais jovens talvez só conheçam sua existência da minissérie/graphic novel “O Reino do Amanhã” (Kingdom Come), de Mark Waid e Alex Ross. O uniforme envergado por Routh até reproduz o “S” estilizado do design de Ross para a publicação de 1996. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de “Supergirl” na mesma Terra dos demais integrantes do Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Além disso, embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil, mas muito provavelmente deve acontecer em janeiro no canal pago Warner. A participação no crossover marcará a primeira vez que Routh voltará ao uniforme de Superman desde o mal-fadado filme de Bryan Singer de 2006. A oportunidade foi comemorada pelo ator. Entretanto, ele também compartilhou uma má notícia, dando a entender que seu personagem no Arrowverso, Elektron/Ray Palmer, será uma das vítimas de “Crise das Infinitas Terras”. Tanto ele quando sua esposa, Courtney Ford, intérprete de Nora Darhk, estão deixando o elenco fixo da série “Legends of Tomorrow” nos próximos episódios. Outra pequena informação (leia aqui) completa o quadro de despedida/transição do Elektron no Arrowverso. Ver essa foto no Instagram #DoubleVision—the new #Superman ability! ? Grateful to share the #Arrowverse as #Superman for a short time with the charming & gracious @tylerhoechlin! I never really thought I’d get to meet #Superman in person… Gotta say, it’s all it’s cracked up to be! ??? #crisisoninfiniteearths @dccomics @thecw @warnerbrostv #SupermanTeamUp ?: @redheadtattoos Uma publicação compartilhada por Brandon Routh (@brandonjrouth) em 1 de Out, 2019 às 12:28 PDT

    Leia mais
  • Série

    Ava DuVernay vai dirigir e produzir nova série baseada em quadrinhos da DC Comics

    1 de outubro de 2019 /

    A cineasta Ava DuVernay, responsável pela premiada minissérie “Olhos que Condenam” na Netflix, vai dirigir e produzir o piloto de uma nova série baseada em quadrinhos da Vertigo, antiga linha adulta da DC Comics. Trata-se de “DMZ”, que está sendo desenvolvida para a plataforma HBO Max. Criados por Brian Wood e Riccardo Burchielli, os quadrinhos de “DMZ” se passam num futuro próximo, após uma guerra civil abalar os Estados Unidos e Manhattan virar uma zona desmilitarizada (daí o título, cuja sigla significa exatamente zona desmilitarizada, em inglês) e sem lei, isolada do resto do mundo. A trama acompanha uma médica que entra em Manhattan em busca de seu filho, enfrentando gangues e milícias, mas também salvando vidas ao longo do caminho. A premissa tem vários pontos em comum com a trama clássica de “Fuga de Nova York” (1981), de John Carpenter. A adaptação está a cargo do roteirista Robert Patino (“Westworld”, “Sons of Anarchy”), que dividirá a produção com DuVernay. As gravações só devem começar no início de 2020. A série será o segundo projeto de DuVernay envolvendo quadrinhos da DC Comics. Ela está à frente do filme baseado nos “Novos Deuses”, personagens clássicos de Jack Kirby dos anos 1970, que ainda está em fase de roteiro.

    Leia mais
  • Etc

    Ex-estrela da série teen O Mundo É dos Jovens vira atriz pornô

    1 de outubro de 2019 /

    A atriz Maitland Ward, que ficou conhecida no final dos anos 1990 pela série teen “O Mundo É dos Jovens” (Boy Meets World), resolveu mudar radicalmente seu ramo de atuação. A intérprete de Rachel McGuire na série do Disney Channel – e que também estrelou a popular comédia “As Branquelas” (2004) – , virou atriz pornô. Ela fez sua estreia na indústria dos vídeos adultos no mês passado, aos 42 anos de idade, e atualmente está promovendo seu novo filme “Drive”. Em entrevista para a revista americana In Touch, ela falou sobre a nova carreira. Entre muitas declarações óbvias, disse que considera seus projetos atuais mais fortes do que qualquer coisa que já fez na TV. Ainda disse achar “que meus fãs nunca me viram assim antes”. E até destacou “a profundidade” do roteiro. Mas pelo menos deixou escapar uma observação sincera: “Depois de um tempo, você simplesmente pensa: ‘F*da-se'”. Curiosamente, ela não é a primeira ex-estrelinha do Disney Channel a enveredar pela pornografia recentemente. A atriz Bella Thorne, que estrelou “No Ritmo” com Zendaya, virou diretora de filme pornô e até vai ganhar um prêmio pela nova atividade.

    Leia mais
  • Série

    Segunda Chamada: Trailer da nova série da Globo é uma tragédia atrás da outra

    1 de outubro de 2019 /

    Preparem os lencinhos descartáveis. A Globo divulgou quase 40 fotos e um trailer de 11 minutos de duração da nova série “Segunda Chamada”. A prévia tem tom tão dramático que pode ser considerada uma coleção de tragédias. Apesar disso, suas histórias são claramente extraídas do noticiário real. Em contraste com a boa vida dos protagonistas ricos das novelas da emissora, “Segunda Chamada” acompanha apenas personagens da classe trabalhadora. A trama gira em torno de professores e estudantes de uma escola noturna de Ensino Médio em São Paulo. A trama aborda diversos problemas sociais atuais, de aborto clandestino aos imigrantes venezuelanos, ilustrados por uma coleção de alunos que não se vê na Escolinha do Professor Raimundo, incluindo mãe adolescente que leva bebê pra escola, prostituta que enfrenta bullying, crentes que condenam tudo, aluno traficante que leva arma pra aula e até travesti vítima de homofobia. O elenco inclui Paulo Gorgulho (“O Matador”) como diretor da escola, Debora Bloch (“Justiça”), Hermila Guedes (“Paraíso Perdido”), Silvio Guindane (“1 Contra Todos”), Thalita Carauta (“S.O.S.: Mulheres ao Mar”), como professores, além de uma grande diversidade de intérpretes de alunos, familiares, amantes e professores substitutos, incluindo Nanda Costa (“Entre Irmãs”), Carol Duarte (“A Vida Invisível”), Caio Blat (“Califórnia”),Marcos Winter (“Magnífica 70”), Otávio Müller (“Benzinho”), José Dumont (“Tungstênio”), Felipe Simas (“Os Dias Eram Assim”), Mariana Nunes (“Divino Amor”), Teca Pereira (“Trash”) e Linn da Quebrada (“Corpo Elétrico”), que deve roubar as cenas como a travesti da trama. A série é uma criação de Carla Faour e Julia Spadaccini (roteiristas de “Chacrinha: O Velho Guerreiro”), com direção artística de Joana Jabace (“Filhos da Pátria”), e estreia na próxima terça-feira (8/10) por volta das 22h.

    Leia mais
  • Filme

    1917: Vídeo de bastidores revela desafios das filmagens do épico de guerra de Sam Mendes

    1 de outubro de 2019 /

    A Universal divulgou um vídeo de bastidores de “1917”, que destaca como o cineasta Sam Mendes e o veterano diretor de fotografia Roger Deakins (que trabalharam juntos em “007: Operação Skyfall”) recriaram a tensão dos combates da 1ª Guerra Mundial. O vídeo destaca o trabalho virtuoso das câmeras, que enfrentam correrias e o terreno acidentado para retratar o filme inteiro como uma longa tomada contínua, além de mostrar as dificuldades adicionais das filmagens feitas inteiramente ao ar livre. Passado na frente de batalha, a trama acompanha dois soldados britânicos encarregados de enfrentar bombas e o tiroteio inimigo para entregar uma mensagem que pode salvar milhares de vidas, inclusive a de um irmão deles. Repleta de explosões e intensidade, a prévia também sugere uma produção épica. Os soldados encarregados da missão são interpretados por George McKay (“Capitão Fantástico”) e Dean-Charles Chapman (“Game of Thrones”). Seu comandante é vivido por Colin Firth (vencedor do Oscar por “O Discurso do Rei”) e o elenco grandioso ainda inclui Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”), Mark Strong (“Shazam!”) e Richard Madden (também de “Game of Thrones”). Além de dirigir, Sam Mendes também escreveu o roteiro em parceria com Krysty Wilson-Cairns (“Penny Dreadful”). De olho no Oscar 2020, a estreia está marcada para 25 de dezembro nos EUA, mas o longa só vai chegar em 20 de fevereiro no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Contato Visceral: Terror com Armie Hammer e Dakota Johnson ganha primeiro trailer

    1 de outubro de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o trailer de “Contato Visceral” (Wounds), novo terror do diretor Babak Anvari, vencedor do BAFTA (o Oscar britânico) de Melhor Estreia por “Sob a Sombra” (2016). A produção estrelada por Armie Hammer (“Me Chame pelo Seu Nome”), Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Zazie Beetz (“Deadpool 2”) parte da premissa de que mexer em celulares alheios nunca é uma boa ideia. Como a prévia mostra, pode conduzir a um mundo de horrores inimagináveis. Na trama, Hammer vive o dono de um bar de Nova Orleans acostumado a apartar inúmeras brigas que acontecem no seu estabelecimento. Uma noite, após uma confusão particularmente violenta envolvendo um grupo de adolescentes, ele encontra um celular esquecido por um deles. Ao tentar descobrir a identidade de seu dono, ele se depara com vários vídeos perturbadores e, a partir daí, sua vida muda drasticamente, com a contaminação de sua namorada (Johnson) por algo terrível. Depois de ser exibido nos festivais de Sundance e Cannes, o filme será lançado pela Hulu em 18 de outubro. Embora não tenha sido muito divulgado, ele chega na mesma data no Brasil pela Netflix, que já tinha distribuído “Sob a Sombra” no mercado internacional. Veja também abaixo oito fotos e dois posteres (da Hulu e da Netflix) do filme.

    Leia mais
  • Filme

    Esquadrão 6: “Velozes e Furiosos de Michael Bay” ganha primeiro trailer legendado

    1 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou três fotos e o primeiro trailer legendado de “Esquadrão 6” (6 Underground), que tira uma dúvida que alguém pode ter tido: como seria um “Velozes e Furiosos” dirigido por Michael Bay. O resultado pode ser conferido abaixo, porque são as mesmas cenas de carros em velocidade, quedas vertiginosas de prédios elevados, elenco multirracial, equipe especializada fora da lei e ação frenética. Os diferenciais são as explosões com mais chamas, câmeras que se contorcem até em closes “parados” e atrizes que desfilam nas cenas de violência como modelos num comercial de produtos de beleza – o que foi cool em “Bad Boys II”… há 16 anos. A fortuna de explosivos utilizada fez a produção ser orçada em US$ 125 milhões, o que torna “Esquadrão 6” um dos filmes mais caros já feitos para celular. A história acompanha um grupo de ex-militares que se transforma em “heróis secretos”, agindo em segredo, em missões sigilosas, após serem dados como mortos. O roteiro é de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram “Zumbilândia” e “Deadpool”, e o elenco destaca Ryan Reynolds (o próprio “Deadpool”), Dave Franco (“O Artista do Desastre”), Mélanie Laurent (“Truque de Mestre”), Ben Hardy (“X-Men: Apocalipse”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sicario: Dia do Soldado”), Adria Arjona (“Amanda 2018 Círculo de Fogo: A Revolta”) e Corey Hawkins (série “24: Legacy”). “Esquadrão 6” estreia em streaming no dia 13 de dezembro.

    Leia mais
  • Série

    Claws vai acabar em sua 4ª temporada

    1 de outubro de 2019 /

    O canal pago americano TNT anunciou que a série “Claws” vai acabar em sua 4ª temporada. A atração foi renovada para seus episódios finais, quase dois meses após o desfecho de seu terceiro ano de produção. Criada por Eliot Laurence (roteirista de “Bem-Vindos ao Mundo”) e produzida pela atriz Rashida Jones (séries “Parks and Recreation” e “Angie Tribecca”), “Claws” conquistou a audiência mais jovem do canal. A série acompanha funcionárias de um salão de manicures, que resolvem virar gângsteres. Niecy Nash (série “Scream Queens”) lidera o elenco no papel de Desna Simms, a proprietária do salão localizado no sul da Flórida, onde trabalham outras cinco mulheres: Polly (Carrie Preston, da série “True Blood”), que cumpriu pena por roubo de identidade, Jennifer (Jenn Lyon, da série “Justified”), uma garota tentando se livrar dos vícios, Quiet Ann (Judy Reyes, da série “Devious Maids”), a segurança do lugar, e Virginia (Karrueche Tran, da série “The Bay”), sempre entediada com o próprio trabalho. O problema é que, sob esse esmalte de normalidade, o salão é uma fachada para lavagem de dinheiro da máfia russa. E, ao longo da série, as manicures resolvem peitar os criminosos e construir seu próprio império. O elenco ainda conta com Dean Norris (série “Breaking Bad”), Kevin Rankin (também de “Breaking Bad”), Jack Kesy (série “The Stain”), Jason Antoon (série “Famous in Love”) e Harold Perrineau (“Lost”). “Nas últimas três temporadas, ‘Claws’ lidou com temas delicados e culturalmente relevantes, como raça, classe, gênero, idade e orientação sexual, com graça e humor, por meio de uma narrativa excelente”, disse Brett Weitz, gerente geral da TNT, TBS e TruTV, em comunicado. “Os fãs adoram os momentos ‘clawsianos’ exagerados que definiram a produção e faremos justiça a eles ao encerrarmos a história de Desna [Nash] e sua equipe”, concluiu. A 4ª e última temporada vai estrear em 2020, em data ainda não divulgada.

    Leia mais
  • Etc

    Ruby Rose revela detalhes do acidente que quase a deixou paraplégica no set de Batwoman

    1 de outubro de 2019 /

    A atriz Ruby Rose deu novos detalhes do acidente que sofreu, no set da série “Batwoman”, que a levou a passar por cirurgia na coluna para evitar ficar paraplégica. Falando com Jimmy Fallon, no programa “The Tonight Show”, a australiana de 33 anos contou que ignorou os perigos da cena. Ela contou que, após uma sequência de ação de sete horas de gravação, todos pensaram que ela tinha fraturado uma costela. Mas após semanas de dor crônica, ela passou a não sentir os braços. “Achei estranho”. Então, fez um exame de ressonância magnética – na Romênia, onde trabalhava num novo filme – , enviou para seu médico e ouviu que poderia ficar paraplégica pelo menor esforço – “apenas por dormir mal ou virar minha cabeça para o lado errado”, explicou, confessando que “foi aterrador”. Aconselhada a parar tudo e voar de volta para os Estados Unidos para uma cirurgia de emergência, ela pensou “Bem, ao menos eu não tenho outra opção”. E se resignou a fazer a operação. “Eu não estava prestando atenção ao meu corpo, não estava ouvindo. Estava com muita pressa de fazer tudo”, disse, revelando que filmou o piloto de “Batwoman”, correu para fazer um filme e pretendia voltar rapidamente para continuar a trabalhar na série. “Essa foi a maneira do mundo me dizer que você tem que prestar atenção e diminuir a velocidade. E que realmente não somos super-heróis”. E assim fez a cirurgia. E voltou a trabalhar em 10 dias! Este foi o pior problema da sua carreira como estrela de filmes (e agora série) de ação. Mas “Batwoman” ainda lhe revelou outra surpresa. Após os primeiros dias de gravação, ela descobriu que era alérgica ao material da máscara da heroína. E seu rosto teve uma reação, que a deixou deformada por algumas horas. “Eu parecia vir de um filme de terror”, disse. Substituíram o material e ela voltou a gravar. Ruby Rose contou tudo em tom de piada, divertindo-se muito ao explicar problemas que afetaram a sua saúde. Ela chegou, inclusive, a postar nas redes sociais o vídeo de sua cirurgia. Quem tiver curiosidade – e estômago forte – pode ver como foi sua operação aqui.

    Leia mais
  • Filme

    Aves de Rapina: Arlequina tem novas amiguinhas em coleção de pôsteres e primeiro trailer legendado

    1 de outubro de 2019 /

    A Warner divulgou o primeiro trailer legendado e uma coleção de pôsteres de “Aves de Rapina”, que destacam a atriz Margot Robbie caracterizada como Arlequina. Ao som do “Hymne a L’amour”, de Edith Piaf, a prévia traz a Arlequina declarando sua independência do Coringa, apresenta suas aliadas relutantes e os novos vilões. Tudo isso numa edição bastante picotada, que capricha no visual colorido, esconde a trama e embaralha várias cenas diferentes, inclusive uma recriação de coreografia musical icônica que traz Arlequina como Marilyn Monroe/Madonna. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”), dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”) e com um longo título oficial, “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”, o filme vai juntar a Arlequina com novas “amiguinhas”: o grupo de heroínas conhecido como Aves de Rapina, formado por Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), Caçadora (vivida por Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Cassandra Cain (Ella Jay Basco, da série “Teachers”) e Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”). Na prévia, apenas Arlequina parece uma personagem de quadrinhos, embora com figurino diferente do impresso. As demais nem sequer lembram as personagens que os leitores da DC Comics conhecem. E não apenas por conta da decisão de escalar uma atriz negra (e fora de forma) no papel de Canário Negro – que já foi vivido por três loiras diferentes no Arrowverso. Nenhuma delas usa “fantasia” de super-heroína. Renee Montoya está uns 20 anos mais velha. E a assassina fria Cassandra Cain virou uma criança assustada. Para completar, a lista dos vilões destaca Máscara Negra (Ewan McGregor, de “Christopher Robin”) sem máscara negra e o “careca” Victor Zsasz (Chris Messina, de “The Mindy Project”) loiro. Pelo visto, o filme de Arthur Fleck já fez escola. A estreia está prevista apenas para 6 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie