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  • Série

    Série de “O Senhor dos Anéis” bate recorde de público na Amazon Prime Video

    3 de setembro de 2022 /

    O lançamento de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” bateu o recorde de público para uma estreia da Amazon Prime Video. A plataforma, que sempre foi muito sigilosa com seus números, informou oficialmente que a atração foi vista por 25 milhões de pessoas em todo o mundo em um período de 24 horas. O primeiro episódio da trama, inspirada na obra literária de J.R.R. Tolkien, estreou na noite de quinta-feira (1/9) e, de acordo com o serviço de streaming, “quebrou todos os recordes, tornando-se a maior estreia da história do Prime Video”. Essa foi a primeira vez que a plataforma divulgou dados referentes ao sucesso de suas produções originais. O êxito de público ajuda a demonstrar como são minoritários, ainda que estridentes, os racistas que criaram uma campanha para diminuir a nota da série em sites abertos para a avaliação de espectadores. Se alguém fosse se basear nos comentários publicados no Metacritic, poderia acreditar que “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” é a pior série de todos os tempos e um fracasso de público. Nada mais longe da verdade. Os pedidos de boicote, porque “não existem elfos negros”, não colaram, em mais uma derrota do fandom tóxico. Os mesmos racistas e misóginos já tinham sido confrontados pela realidade ao fracassarem em campanhas para distorcer a recepção do público em filmes como “Pantera Negra”, “Capitã Marvel” e “Star Wars: O Despertar da Força”, todos sucessos bilionários. De forma apropriada, Jennifer Salke, Head do Amazon Studios, mencionou os fãs reais de Tolkien, que fizeram a série atingir números nunca vistos na plataforma, em seu agradecimento pelo recorde, citando “as dezenas de milhões de fãs assistindo – claramente tão apaixonados pela Terra-Média quanto nós – que são nossa verdadeira medida de sucesso”. “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder” continuará a lançar seus episódios semanalmente no Prime Video, sempre à 1h da madrugada das sextas-feiras.

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  • Série

    Racistas atacam série de “O Senhor dos Anéis” porque “não existem elfos negros”

    3 de setembro de 2022 /

    Os dois primeiros episódios de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder” estrearam no Prime Video na noite de quinta (1/9) sob elogios e aclamação da maioria dos fãs das obras de J.R.R. Tolkien. Mas um grupo estridente odiou tanto que iniciou uma campanha para sabotar a nota da série nos sites de avaliação aberta ao público. No Metacritic, a nota do público chegou a 1,9 (de 10) contra 71% de aprovação da crítica, enquanto no Rotten Tomatoes a diferença bateu em 37% de aprovação do público contra 84% da crítica. Sem a preocupação de esconder sua motivação, os inconformados com a série deixam claro como suas peles o que está por trás do ataque à produção: racismo e misoginia assumidos. A maioria dos comentários negativos vem carregados de menções pesadas à raça de alguns personagens (negros e latinos) e à decisão de dar protagonismo para uma mulher (Galadriel, interpretada por Morfydd Clark). Os comentários chamam Galadriel de “Karen”, apelido criado por homens de perfil “incel” para mulheres “reclamonas”. Outros reclamam da inclusão de “todas as minorias” na trama, afirmando que não existiam elfos negros e latinos na obra de Tolkien nem nos filmes que adaptaram “O Senhor dos Anéis”. Para estes, a Terra Média da fantasia é baseada na Europa medieval, onde a população era majoritariamente branca, e a série peca por incluir outras raças na história. A Europa também não tinha dragões, elfos ou orcs, mas isso é detalhe no argumento racista. Sim, há pessoas baseando seus ataques contra a série no argumento de que “não existem elfos negros”. Além de um elfo negro e latino (Ismael Cruz Cordova), há um hobbit/”pé-peludo” negro (Lenny Henry), uma princesa negra (Sophia Nomvete) e uma rainha negra (Cynthia Addai-Robinson), entre outros personagens não brancos na produção bilionária da Amazon. Durante décadas, nerds e geeks foram vítimas de bullying por formarem uma minoria de fãs de conteúdos que apenas eles curtiam. Muitos viam os X-Men como símbolos dessa multidão de rejeitados e perseguidos. Mas com a popularização da cultura geek, os nerds saíram das sombras para se mostrar da pior forma, atacando produções que ousam dar lugar a minorias e mulheres em suas tramas. Foi assim que esses “fãs” se tornaram o verdadeiro lado negro da Força na franquia “Star Wars”, miraram as produções da Marvel por suas representações de heróis negros e super-heroínas, e agora querem fazer a Terra Média grande de novo, proibindo a entrada de negros e latinos. Numa inversão de valores, os ditos nerds autênticos condenam como “agenda política” o que vai contra sua própria agenda política conservadora, que tem o objetivo de manter o mundo segregado como era até meados do século 20. O bullying se tornou tão radical que vários sites que cobrem conteúdos geek passaram a desabilitar comentários. Chegou neste ponto. “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder” continuará a lançar seus episódios semanalmente no Prime Video, sempre à 1h da madrugada das sextas-feiras.

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  • TV

    Roteirista de “Medida de Provisória” vai escrever novela da Globo

    3 de setembro de 2022 /

    O escritor Elisio Lopes Jr, que trabalhou no roteiro do filme “Medida Provisória”, de Lázaro Ramos, vai fazer sua primeira novela da Globo. Ele entrou na equipe de criação de texto de “Amor Perfeito”, onde vai trabalhar com os autores Duca Rachid e Julio Fischer. “Amor Perfeito” está sendo desenvolvida para substituir “Mar do Sertão” no horário das 18h. A trama se passa numa cidade fictícia de Minas Gerais ao longo de oito anos. Ela começará em 1934 e avançará para 1942. A história acompanhará a saga de um garoto criado num mosteiro para encontrar a mãe. A inspiração é o clássico espanhol “Marcelino Pão e Vinho”, obra de 1953 de José María Sánchez Silva que virou um filme infantil de enorme sucesso em 1955. A novela terá direção de André Câmara, que já trabalhou anteriormente com Duca Rachid em “Órfãos da Terra”.

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  • Reality,  TV

    Rodrigo Mussi volta à Globo para cobertura do Rock in Rio

    3 de setembro de 2022 /

    O ex-BBB Rodrigo Mussi está de volta à Globo, como parte da cobertura digital dos shows do Rock in Rio. Cinco meses após sofrer um acidente grave e ficar entre a vida e a morte, Rodrigo foi escalado para apresentar o festival musical pelo site Gshow, que faz parte do conglomerado. Ele já tinha experimentado a função no Lollapalooza Brasil, em março, pouco antes de ficar hospitalizado. Na época, ele foi como convidado especial do evento, mas apareceu durante alguns momentos com o microfone do Multishow nas mãos. Agora, ele está oficialmente contratado. Fã de Post Malone, principal atração deste sábado (3/9) no festival, ele contou à coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo sua reação ao convite para esse trabalho, que foi feito quando ele ainda estava no hospital. “Foi uma surpresa gigantesca. Ainda estava acordando, não sabia direito o que estava acontecendo, se ia conseguir andar e falar direito. Eu não sabia como seria, mas isso me animou na hora. Quis sair do hospital rápido”, disse Rodrigo, que sofreu traumatismo craniano e diversas fraturas pelo corpo após uma batida de carro. “Sempre foi um sonho ir ao Rock In Rio. Quando eu era garoto assistia pela TV. Meu pai, quando estava vivo, também era muito fã e nunca pôde ir. Fiquei dias sem acreditar, parece mesmo que estou vivendo um sonho. Foi até difícil pegar no sono esses dias. Ainda mais depois da gravidade do acidente. Quem imaginaria que eu estaria aqui pouco tempo depois?”, acrescentou. Rodrigo revelou que ainda sofre com sequelas na perna esquerda e tem dificuldade na fala, mas nada que o prejudique no dia a dia. Seus planos são continuar atuando como influencer e se dedicar à reabilitação para ficar “100% e deixar o acidente para trás”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por gshow (@gshow)

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  • Filme

    Bones and All: Filme com Timothée Chalamet é o mais aplaudido do Festival de Veneza

    3 de setembro de 2022 /

    Além de levar as fãs à histeria como se fosse um dos Beatles – ou Justin Bieber – no tapete vermelho de Veneza, Timothée Chalamet encantou a crítica presente no festival de cinema. Seu novo filme dirigido por Luca Guadagnino, que o comandou em “Me Chame Pelo Seu Nome”, recebeu a maior salva de aplausos do evento cinematográfico deste ano até o momento. Foram oito minutos e meio de palmas, gritos e assobios ao final da sessão da première mundial de “Bones and All”. O filme, que reúne Chalamet com a atriz Taylor Russell, da série “Perdidos no Espaço”, é uma história de amor canibal. Baseada no romance homônimo de Camille DeAngelis, “Bones and All” segue a personagem de Russell em uma viagem em busca do pai que nunca conheceu, na tentativa de entender por que sente vontade de matar e comer as pessoas que a amam. Nessa jornada, ela encontra um vagabundo intenso e desprivilegiado, e os dois partem para uma odisseia de mil milhas que os leva por estradas secundárias, passagens escondidas e alçapões dos EUA na época de Ronald Reagan, alimentando-se de membros mastigados com “ossos e tudo”, como diz o título em inglês. Diante da intensidade da reação, o diretor italiano do filme precisou enxugar as lágrimas de emoção que escorreram de seus olhos. Chalamet, Russell e o elenco desceram os degraus do mezanino da Sala Grande para se aproximar mais da multidão, que continuou enchendo-os de aplausos por mais tempo que qualquer outro filme. As críticas também soaram como uma aprovação unânime. Recomendado com elogios rasgados, o filme atingiu 95% de aprovação no Rotten Tomatoes com as primeiras publicações na imprensa. Entre 20 críticas avaliadas, apenas a da revista Variety passou mal e reprovou pelo excesso de sangue. O roteiro de “Bones and All” foi escrito por Dave Kajganich, que trabalhou com Luca Guadagnino em “Suspiria”, e o elenco também inclui Mark Rylance (“Não Olhe para Cima”), André Holland (“Moonlight”), Jessica Harper (“Suspiria”), Michael Stuhlbarg (“Dopesick”), o diretor David Gordon-Green (“Halloween”), Francesca Scorsese (“We Are Who We Are”) e Chloë Sevigny (também de “We Are Who We Are”). Depois de Veneza, o filme será exibido no Festival de Nova York em outubro e chegará ao circuito comercial em 23 de novembro nos EUA. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil. Enquanto isso, confira abaixo a reação do público à participação de Timothée Chalamet em Veneza.

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  • Etc

    Jafar Panahi envia carta da prisão para o Festival de Veneza

    3 de setembro de 2022 /

    O cineasta iraniano Jafar Panahi, que se encontra preso pelo regime ultraconservador de seu país, enviou uma mensagem em desafio à censura do Irã, que foi revelada no Festival de Veneza neste sábado (3/9). Um dos diretores mais premiados do Irã, que já venceu o Leão de Ouro de Veneza com “O Círculo” (2009), Panahi participa do festival deste ano com seu novo filme, “No Bears”, apesar de estar preso desde o mês passado, condenado a seis anos de encarceramento por fazer “propaganda contra o governo”. A propaganda consiste em filmes de temática social e o apoio do diretor aos protestos de 2009 contra a reeleição do ultraconservador Mahmud Ahmadinejad como presidente da República Islâmica. Detido por dois meses em 2010, ele já tinha passado 12 anos em prisão domiciliar e proibido de filmar por 25 anos. Apesar da sentença, ele conseguiu enviar a carta de sua cela na prisão, que o diretor do festival, Alberto Barbara, leu no início de um painel do festival intitulado “Cineastas sob ataque: fazendo um balanço, agindo”. “Somos cineastas, para nós viver é criar”, escreveu Panahi. “O trabalho que criamos não é encomendado [portanto] alguns de nossos governos nos veem como criminosos… alguns [cineastas] foram proibidos de fazer filmes, outros foram forçados ao exílio ou reduzidos ao isolamento. E, no entanto, a esperança de criar novamente é uma razão de existência.” Panahi foi o terceiro cineasta iraniano a ser preso no país em agosto. Além dele, também foram jogados em prisões Mohammad Rasoulof, que venceu o Urso de Ouro de Berlim com “Não Há Mal Algum” (2020), e Mostafa Aleahmad (“Poosteh”), em meio a uma onda de repressão aos artistas em todo o país. Panahi foi preso depois de protestar contra as prisões de Rasoulof e Aleahmad. O produtor de “Não Há Mal Algum”, Kaveh Farnam, disse no painel de Veneza, que o governo do Irã realiza “um grande ataque ao cinema iraniano independente, aos cineastas e tudo que não compartilha 100% da mesma ideologia do governo”. Fazer cinema no Irã, disse Farnam, “não é um direito, é um privilégio. O governo dá o privilégio a quem faz propaganda ou apresenta outra imagem [positiva] do país”. Quem não se sujeitar a isso ou não faz cinema ou é preso. Ele agradeceu à comunidade internacional por “fazer barulho” em apoio aos cineastas iranianos, mas alertou que a repressão “ainda não terminou” e outros cineastas correm riscos. Além da situação no Irã, o painel discutiu a perseguição de cineastas em outros países, com destaque para a repressão na Turquia, Egito e Mianmar. Um dos casos mais absurdos lembrados foi o do cineasta turco Cidgem Mater, que não foi preso por fazer um filme, mas “por pensar em fazer um filme” sobre um assunto proibido. Mater também enviou uma carta a Veneza, escrita de sua cela na prisão, agradecendo à comunidade cinematográfica internacional por seu apoio. Vanja Kalurdjercic, diretora do Festival Internacional de Cinema de Roterdã e uma das fundadoras da Comissão Internacional de Cineastas em Risco (ICFR, na sigla em inglês), disse que é necessário que a comunidade cinematográfica global “soe um alarme muito alto” sobre o “aumento dramático” de censura, prisão e abuso de cineastas em todo o mundo. Até agora, o ICFR arrecadou 420 mil euros para ajudar cineastas na Ucrânia e conseguiu ajudar centenas de integrantes da indústria cinematográfica do Afeganistão a fugir do país em segurança, após a nova ascensão do Talebã.

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  • Etc

    “Bebê do Nirvana” perde processo contra banda por capa do disco “Nevermind”

    3 de setembro de 2022 /

    Spencer Elden, conhecido como “bebê do Nirvana”, perdeu seu segundo processo em Los Angeles, onde acusava a banda Nirvana de pornografia infantil por mostrá-lo pelado, ainda bebê, na capa do disco “Nevermind” de 1991. Ele já tinha perdido um processo, após um juiz rejeitar sua primeira ação por falhas processuais. E agora viu seu segundo caso ser arquivado por ser uma perda de tempo. Literalmente, ele perdeu muito tempo antes de dar entrada na queixa. Em decisão na sexta-feira (2/9), o juiz distrital Fernando Olguin disse que Elden esperou décadas para alegar que a banda o explorou sexualmente e mandou o arquivar o caso por prescrição do prazo legal para fazer a reclamação. Elden, que hoje tem 31 anos, apresentou sua denúncia no segundo semestre de 2021 argumentando que nem ele e nem seus pais autorizaram o uso de sua imagem, “e menos ainda para a exploração comercial de sua pessoa com imagens de pornografia infantil”. A famosa capa do disco do Nirvana retrata Elden debaixo d’água em uma piscina como sua genitália exposta, nadando em direção a um anzol com uma nota de dólar. A imagem é geralmente entendida como uma crítica ao capitalismo e jamais gerou outro entendimento, como deixam claras as ausências de protestos conservadores contra sua venda em lojas de discos. Fotos não sexualizadas de bebês nus não são consideradas pornografia infantil de acordo com a lei dos EUA. No entanto, Robert Y. Lewis, o advogado de Elden, acreditava que poderia vencer o processo graças a uma interpretação incomum da imagem. Ele argumentou que a foto ultrapassava os limites porque a inclusão de dinheiro num anzol faz com que o bebê pareça “um trabalhador do sexo”. Os alvos do processo incluíam os membros sobreviventes do Nirvana, Dave Grohl e Krist Novoselic, o primeiro baterista da banda Chad Channing (que saiu do Nirvana um ano antes de “Nevermind”), a viúva de Kurt Cobain, Courtney Love, Guy Oseary e Heather Parry, que são gerentes do espólio de Cobain, o fotógrafo Kirk Weddle, responsável pelo clique, o diretor de arte Robert Fisher e várias gravadoras existentes ou extintas que lançaram ou distribuíram o álbum nas últimas três décadas. Em sua defesa, os músicos alegaram falta de mérito. Os advogados demonstraram que, se a teoria de Elden fosse legítima, qualquer um que possuísse uma cópia do disco seria culpado por posse de pornografia infantil, por exemplo. Além disso, destacaram que, até recentemente, o jovem usufruía com prazer da notoriedade adquirida como o “bebê do Nirvana”. “Ele reencenou a fotografia muitas vezes; tatuou o título do álbum no peito; apareceu em um talk show vestindo um macacão cor nude e fez uma paródia de si mesmo; autografou cópias da capa do álbum para vender no eBay; e usou a fama para tentar se aproximar de mulheres”, diz o texto da resposta jurídica ao processo original.

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  • Série

    Tim Roth revela ter gravado cena com Mark Ruffalo para “Mulher-Hulk”

    3 de setembro de 2022 /

    A série “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” ainda não se despediu de Emil Blonsky, o Abominável. O ator Tim Roth, que interpreta o vilão reformado, entregou em entrevista ao site The Hollywood Reporter que chegou a gravar uma cena com Mark Ruffalo, o Bruce Banner/Hulk, para a série. “Eu sempre quis trabalhar com ele, e acabou acontecendo, o que foi divertido”, contou Roth. Na entrevista, ele revelou que os dois brincaram sobre a mudança de intérpretes do Hulk. Vale lembrar que em “O Incrível Hulk” (2008), filme que introduziu o Abominável, quem deu vida ao Gigante Esmeralda foi Edward Norton. “Eu não sei se algo disso foi para a série, mas quando olhei para ele, disse ‘você ganhou peso, tem algo diferente em você…’ Nós brincamos, e fomos encorajados a improvisar, então falamos disso”, explicou o ator. Roth não revelou em qual capítulo o encontro com o Hulk vai ao ar, mas a cena pode ter sido cortada, uma vez que a trama já mostrou o herói indo para o espaço. Mesmo assim, a participação ainda pode aparecer numa cena pós-créditos em outro contexto. “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” foi desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e traz Tatiana Maslany (“Orphan Black”) como Jennifer Walters, advogada que, da noite para o dia, se vê transformada na super-heroína chamada de Mulher-Hulk. Mas o que a princípio parece um problema logo se torna um grande chamariz, já que seu novo perfil acaba atraindo uma nova clientela, formada por suspeitos superpoderosos.

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  • Série

    Vídeo de bastidores detalha participação de Megan Thee Stallion em “Mulher-Hulk”

    2 de setembro de 2022 /

    A Disney+ divulgou um vídeo de bastidores sobre a badalada participação de Megan Thee Stallion em “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”. O vídeo é focado nas várias participações especiais da série, mas assume que a rapper foi a mais inesperada e divertida. “Megan foi simplesmente impressionante”, disse a diretora Kat Coiro. A prévia mostra que rolaram muitos selfies por trás das câmeras, com o elenco tietando a cantora. “Eu sou uma grande fã, fiquei louca”, assumiu a atriz Tatiana Maslany, que vive a Mulher-Hulk. O material só não conta como a rapper foi parar na série. Tudo aconteceu graças a um convite de Jameela Jamil, que vive a vilã Titânia. As duas já tinham trabalhado no reality show “Legendary”. Ao final do vídeo, Coiro promete que “tem muito mais por vir”, mas os próximos capítulos tem guardado como destaque apenas a participação do Demolidor, que deverá ser a maior de todas. Os demais personagens que acabarão envolvendo a advogada Jennifer Walters (Maslani) são inéditos nas telas, adaptados pela primeira vez dos quadrinhos. A participação de Megan Thee Stallion faz parte do terceiro episódio de “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”, que foi disponibilizado nesta quinta (1/9) na Disney+.

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  • TV

    Globo planeja volta do “Linha Direta” na onda da temática “true crime”

    2 de setembro de 2022 /

    Em meio à disparada de interesses por podcasts e documentários de true crime, a Globo decidiu resgatar seu principal programa policial, o “Linha Direta”, que teve episódios exibidos entre 1990 e 2007. Segundo a coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, o projeto de resgate ainda está em fase inicial e sendo desenvolvido em sigilo pelo diretor Mariano Boni. O sucesso do podcast/série sobre o Caso Evandro, na Globoplay, teria alertado para o interesse do público nas notícias de crime real. E o fenômeno da audiência da série sobre o assassinato de Daniella Perez, na HBO Max, só confirmou a tendência. Além disso, um canal independente que reúne edições antigas do próprio “Linha Direta” virou um fenômeno no YouTube, com quase 200 mil inscritos e 3 milhões de visualizações em alguns episódios. Ainda não há detalhes sobre quem seria o novo apresentador, nem se a atração seguirá o mesmo formato dos últimos anos em que ficou no ar. A versão original do “Linha Direta” estreou em março de 1990 com casos de crimes em que os suspeitos estavam foragidos da Justiça. O programa exibia simulações feitas por atores e depoimentos de testemunhas. Essa primeira fase do Linha Direta ficou no ar até julho daquele ano, apresentada por Hélio Costa. Em 1999 o programa voltou, desta vez sob o comando de Marcelo Rezende (1951-2017), com base em noticiários recentes, mas também reconstituindo casos célebres, como o assassinato de Ângela Diniz. Domingos Meirelles assumiu o programa em 2002 e permaneceu até o fim da atração, em 2007. Ao longo de sua exibição, a produção jornalística contribuiu para a prisão de quase 400 foragidos. Em setembro de 2002, representantes do Centro Brasileiro de Defesa dos Direitos Humanos afirmaram que a atração era de utilidade pública. “Linha Direta” também teve edições especiais sobre casos com elementos sobrenaturais, como o do Edifício Joelma e o da Operação Prato.

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  • TV

    SBT desiste de cancelar “Casos de Família”

    2 de setembro de 2022 /

    Conhecido por anunciar e voltar atrás dos anúncios em questões de dias, o SBT manteve a tradição com “Casos de Família”. Dez dias depois de um comunicado sobre o fim do programa, o canal decidiu mantê-lo na grade de programação. O último programa inédito seria exibido no feriado de 7 de setembro, mas a direção do canal reconsiderou e decidiu continuar a exibi-lo, introduzindo algumas novidades, que ainda não foram anunciadas. Apresentadora atual, Christina Rocha, vai permanecer no posto. O anúncio sobre o cancelamento se deu por meio de uma nota oficial enviada à imprensa em 23 de agosto. Na época, o SBT disse que iria suspender as gravações do “Casos de Família” a partir daquela semana e que haveria a possibilidade do programa voltar em 2023 com novas histórias. No lugar, a programação da emissora exibiria uma nova faixa de novelas. No ar desde maio de 2004, a atração foi criada numa época em que barracos davam boa audiência na TV. Cada edição era baseada em conflitos diferentes entre membros da mesma família, vizinhos e até no ambiente de trabalho, e muitas vezes incluía gritos, xingamentos e briga generalizada entre os participantes. Mas também exibiu distribuição de beijos em desconhecidos por casais brigados. Além dos convidados, a plateia participava ativamente do programa com opiniões e perguntas sobre as histórias relatadas. Apesar do climão garantir a audiência, a justificativa do programa para se basear em conflitos era orientar e até mesmo solucionar os casos apresentados, contando com a participação de um psicólogo. Entretanto, a produção não escapou de ser questionada pela autenticidade dos relatos. Frequentemente, participantes do “Casos de Família” eram vistos em outros programas, como “Programa do Ratinho” no SBT e “Você na TV” e “Teste de Fidelidade” da RedeTV!.

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  • Série

    Rutherford Falls: Nova comédia do criador de “Parks and Recreation” é cancelada

    2 de setembro de 2022 /

    A plataforma americana Peacock cancelou “Rutherford Falls”, nova criação de Dan Schur (“Parks and Recreation”), após a 2ª temporada. Em um comunicado reagindo à decisão, a showrunner e cocriadora Sierra Teller Ornelas indicou que a equipe tentará encontrar um novo lar em outra plataforma, mas nenhuma série cancelada conseguiu ser resgatada desde “Manifest” há um ano, vindo da TV aberta para o streaming. A série era elogiada por sua representação nativa-americana, tanto na frente quanto atrás da câmera. Aclamada pela crítica, tinha 96% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Seu cancelamento é o segundo consecutivo de uma atração de Dan Schur, que teve o projeto da adaptação do filme “Campo dos Sonhos” descartado em junho, um mês antes de começar a ser gravado. Schur criou “Rutherford Falls” em parceria com Ornelas e o ator Ed Helms. Ele e o ator trabalharam juntos em outro sucesso televisivo, “The Office”, que Schur escreveu e Helms estrelou. A comédia gira em torno de dois melhores amigos de longa data, Nathan Rutherford (Helms) e Reagan Wells (Jana Schmieding, de “Blast”), que se encontram em uma encruzilhada – literalmente – quando sua cidadezinha interiorana, à beira de uma reserva indígena, passa a ser “ameaçada” pelo progresso. Nathan é descendente do fundador da cidade e quer defender a estátua de seu ancestral da remoção pela Prefeitura, enquanto Reagan busca construir um centro cultural indígena para o qual nem os índios dão importância. A série entrou para a História da TV por incluir cinco roteiristas indígenas em sua equipe de produção – um marco na representatividade nativa-americana na televisão dos EUA. Os escritores incluem a própria Schmieding (descendente da nação Cheyenne e Lakota Sioux), Ornelas (Navajo), Bobby Wilson (Sisseton-Wahpeton Dakota), Tai Leclaire (da nação Moicana e Mi’kmaq) e Tazbah Chavez (descendente das tribo Paiute, Navajo e Apache). O elenco ainda destaca Michael Greyeyes (da nação Muskeg Lake Cree, que estrelou “I Know This Much Is True”), Jesse Leigh (“Heathers”) e Dustin Milligan (“Schitt’s Creek”). Veja abaixo o trailer da atração, que permanece inédita no Brasil.

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    Jane Fonda revela câncer e inicio de quimioterapia

    2 de setembro de 2022 /

    A atriz Jane Fonda (“Grace and Frankie”) revelou nesta sexta-feira (2/9) por suas redes sociais que está com câncer. Ela já está fazendo quimioterapia contra o linfoma não Hodgkin, tipo de câncer que tem origem nas células do sistema linfático, descoberto há seis meses. No texto, ela também se diz “privilegiada” por ter plano de saúde, ao contrário de muitos americanos. “Quase todas as famílias nos EUA já tiveram que lidar com câncer uma vez ou outra e muitas não têm acesso aos cuidados de saúde de qualidade que estou recebendo, e isso não está certo”. Publicando uma foto serena e sorridente ao lado da informação, Jane Fonda procurou passar otimismo sobre o enfretamento da doença. “Este é um câncer muito tratável. 80% das pessoas sobrevivem, então me sinto com muita sorte”, afirmou. Por isso, ela diz que o tratamento não vai interferir com seu cotidiano, que atualmente é se dividir entre filmes e lutas em favor da defesa do meio ambiente e contra as mudanças climáticas. “Estamos vivendo o momento mais importante da história humana porque o que fazemos ou não fazemos agora determinará que tipo de futuro teremos, e não permitirei que o câncer me impeça de fazer tudo o que puder, usando todas as ferramentas que disponho, e isso inclui continuar a construir uma comunidade e encontrar novas maneiras de usar nossa força coletiva para fazer mudanças”. Mesmo assim, ela afirma que a doença lhe sacudiu para a realidade da idade. “O câncer é um professor e estou prestando atenção nas lições que ele guarda para mim. Uma coisa que já me mostrou é a importância da comunidade. De crescer e aprofundar a comunidade para que não estejamos sozinhos. E o câncer, junto com minha idade – quase 85 – definitivamente ensina a importância de se adaptar a novas realidades”, acrescentou. Desde o fim da série “Grace & Frankie” em abril na Netflix, Jane Fonda já filmou as comédias “Moving On”, de Paul Weitz (“Um Grande Garoto”), que vai estrear no Festival de Toronto, “Eighty for Brady”, ainda sem previsão de estreia, e a continuação de “Do Jeito que Elas Querem” (2018), com estreia marcada para maio de 2023. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jane Fonda (@janefonda)

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