“Succession” e HBO lideram indicações ao Emmy 2022. Confira a lista
A Academia de Artes e Ciências Televisivas dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira (12/7) os indicados à seu prêmio anual, o Emmy Awards. A maior premiação da indústria americana de televisão e streaming consagrou vários favoritos do público, como “Stranger Things”, “Round 6” e “Euphoria”. Mas o campeão de indicações foi uma produção queridinha da crítica, o drama “Succession”, que atingiu 25 nomeações por sua 3ª temporada na HBO. Entre as comédias, a liderança ficou “Ted Lasso”, da Apple TV+, com 20 indicações, mesmo número que atingiu a minissérie mais lembrada, “The White Lotus”, da HBO Max. Outros destaques da seleção ficaram por conta das comédias “Hacks” e “Only Murders in the Building”, com 17 indicações, e o drama “Euphoria”, com 16. Além disso, quatro títulos empataram com 14 nomeações cada: “Barry”, “Dopesick”, “Ruptura” e “Round 6”. De forma notável, das produções citadas apenas “Round 6” foi lançada pela Netflix, maior plataforma de streaming do mundo. “Round 6”, por sinal, se tornou a primeira produção em língua não inglesa indicada na categoria de Melhor Série de Drama. Mas não foi a única indicação histórica do dia. Zendaya também entrou para a História como a mais jovem atriz a ser indicada duas vezes consecutivas em sua categoria, bem como a produtora mais jovem a concorrer por um prêmio de Melhor Série com “Euphoria”. A 74ª edição do Emmy também restabeleceu o reinado da HBO, com 140 indicações (incluindo produções da HBO Max), após ser superada pela Netflix no ano passado. Neste ano, a Netflix ficou longe, com 105. Menos até que a HBO tradicional (excluindo produções da HBO Max), que teve 108 nomeações. Quem também obteve bons resultados foram Hulu (Star+ no Brasil), com 58, e Apple TV+, com 51, crescendo significativamente em relação a anos anteriores. Apesar da quantidade de prêmios em disputa, séries de grande repercussão ficaram fora da lista, assim como estrelas de primeira grandeza, como Nicole Kidman e até Selena Gomez, uma das favoritas a Melhor Atriz de Comédia, que acabou esnobada apesar da inclusão de seus parceiros de “Only Murders in the Building”, Steven Martin e Martin Short, na categoria masculina. Também não houve espaço para o elenco de “Stranger Things”, apesar do desempenho elogiadíssimo de Sadie Sink. A série conseguiu 13 indicações, mas em categorias técnicas. Vale lembrar que a Parte 2 da 4ª temporada ficou para o Emmy 2023, já que a premiação só considera episódios que estrearam entre 1 de junho de 2021 e 31 de maio deste ano nos Estados Unidos. Por isso “The Boys” também não apareceu na lista. Confira abaixo a lista das principais indicações da premiação. Além destas, há muitas outras – como edição, fotografia, maquiagem, etc – , num total de 119 categorias, que levam o prêmio a ser dividido em três noites. As duas primeiras noites são dedicadas aos troféus técnicos e estão marcadas para 3 e 4 de setembro. Já os Emmys principais serão entregues no dia 12 de setembro, numa cerimônia de gala em Los Angeles, mas o endereço e o apresentador ainda não foram anunciados. Melhor Série de Drama “Better Call Saul” (AMC) “Euphoria” (HBO) “Ozark” (Netflix) “Severance” (Apple TV+) “Succession” (HBO) “Round 6” (Netflix) “Stranger Things” (Netflix) “Yellowjackets” (Showtime) Melhor Atriz em Série de Drama Jodie Comer, “Killing Eve” Laura Linney, “Ozark” Melanie Lynskey, “Yellowjackets” Sandra Oh, “Killing Eve” Reese Witherspoon, “The Morning Show” Zendaya, “Euphoria” Melhor Ator em Série de Drama Jason Bateman, “Ozark” Adam Scott, “Severance” Brian Cox, “Succession” Lee Jung-jae, “Round 6” Bob Odenkirk, “Better Call Saul” Jeremy Strong, “Succession” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Patricia Arquette, “Severance” Julia Garner, “Ozark” Jung Ho-yeon, “Round 6” Christina Ricci, “Yellowjackets” Rhea Seehorn, “Better Call Saul” J. Smith-Cameron, “Succession” Sarah Snook, “Succession” Sydney Sweeney, “Euphoria” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Nicholas Braun, “Succession” Billy Crudup, “The Morning Show” Kieran Culkin, “Succession” Park Hae-soo, “Round 6” Matthew Macfadyen, “Succession” John Turturro, “Severance” Christopher Walken, “Severance” Oh Yeong-su, “Round 6” Melhor Direção em Série de Drama Jason Bateman, “Ozark” (Episódio A Hard Way To Go) Ben Stiller, “Ruptura” (Episódio The We We Are) Hwang Dong-hyuk, “Round 6” (Episódio Red Light, Green Light) Mark Mylod, “Succession” (Episódio All The Bells Say) Cathy Yan, “Succession” (Episódio The Disruption) Lorene Scafaria, “Succession” (Episódio Too Much Birthday) Karyn Kusama, “Yellowjackets” (Episódio Piloto) Melhor Roteiro em Série de Drama Thomas Schnauz, “Better Call Saul” (Episódio Plan And Execution) Chris Mundy, “Ozark” (Episódio A Hard Way To Go) Dan Erickson, “Ruptura” (Episódio The We We Are) Hwang Dong-hyuk, “Round 6” (Episódio One Lucky Day) Jesse Armstrong, “Succession” (Episódio All The Bells Say) Jonathan Lisco, Ashley Lyle e Bart Nickerson, “Yellowjackets” (Episódio F Sharp) Ashley Lyle e Bart Nickerson, “Yellowjackets” (Episódio Piloto) Melhor Série de Comédia “Abbott Elementary” (ABC) “Barry” (HBO) “Curb Your Enthusiasm” (HBO) “Hacks” (HBO) “Maravilhosa Sra. Maisel” (Amazon Prime Video) “Only Murders in the Building” (Hulu) “Ted Lasso” (Apple TV+) “What We Do in the Shadows” (FX) Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Brosnahan, “Maravilhosa Sra. Maisel” Quinta Brunson, “Abbott Elementary” Kaley Cuoco, “The Flight Attendant” Elle Fanning, “The Great” Issa Rae, “Insecure” Jean Smart, “Hacks” Melhor Ator em Série de Comédia Donald Glover, “Atlanta” Bill Hader, “Barry” Nicholas Hoult, “The Great” Steve Martin, “Only Murders in the Building” Martin Short, “Only Murders in the Building” Jason Sudeikis, “Ted Lasso” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein, “The Marvelous Mrs. Maisel” Hannah Einbinder, “Hacks” Janelle James, “Abbott Elementary” Kate McKinnon, “Saturday Night Live” Sarah Niles, “Ted Lasso” Sheryl Lee Ralph, “Abbott Elementary” Juno Temple, “Ted Lasso” Hannah Waddingham, “Ted Lasso” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Donald Glover, “Atlanta” Bill Hader, “Barry” Nicholas Hoult, “The Great” Steve Martin, “Only Murders in the Building” Martin Short, “Only Murders in the Building” Jason Sudeikis, “Ted Lasso” Melhor Direção em Série de Comédia Hiro Murai, “Atlanta” (Episódio New Jazz) Bill Hader, “Barry” (Episódio 710N) Lucia Aniello, “Hacks” (Episódio There Will Be Blood) Mary Lou Belli, “The Ms. Pat Show” (Episódio Baby Daddy Groundhog Day) Cherien Dabis, “Only Murders In The Building” (Episódio The Boy From 6B) Jamie Babbit, “Only Murders In The Building” (Episódio True Crime) MJ Delaney, “Ted Lasso” (Episódio No Weddings And A Funeral) Melhor Roteiro em Série de Comédia Quinta Brunson, “Abbott Elementary” (Episódio Piloto) Duffy Boudreau, “Barry” (Episódio 710N) Alec Berg e Bill Hader, “Barry” (Episódio starting now) Lucia Aniello, Paul W. Downs e Jen Statsky, “Hacks” (Episódio The One, The Only) Steve Martin e John Hoffman, “Only Murders In The Building” (Episódio True Crime) Jane Becker, “Ted Lasso” (Episódio No Weddings And A Funeral) Sarah Naftalis, “What We Do In The Shadows” (Episódio The Casino) Stefani Robinson, “What We Do In The Shadows” (Episódio The Wellness Center) Melhor Minissérie ou Série de Antologia “Dope Sick” “The Dropout” “Inventing Anna” “Pam and Tommy” “The White Lotus” Melhor Telefilme “Tico e Teco: Defensores da Lei” “Ray Donovan: The Movie” “Reno 911!: The Hunt For QAnon” “The Survivor” “Zoey’s Extraordinary Christmas” Melhor Atriz em Minissérie ou Antologia Toni Collette, “A Escada” Julia Garner, “Inventando Anna” Lily James, “Pam and Tommy” Sarah Paulson, “Impeachment: American Crime Story” Margaret Qualley, “Maid” Amanda Seyfried, “The Dropout” Melhor Ator em Minissérie ou Antologia Colin Firth, “The Staircase” Andrew Garfield, “Under the Banner of Heaven” Oscar Issac, “Scenes from a Marriage” Michael Keaton, “Dopesick” Himesh Patel, “Station Eleven” Sebastian Stan, “Pam and Tommy” Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Connie Britton, “The White Lotus” Jennifer Coolidge, “The White Lotus” Alexandra Daddario, “The White Lotus” Kaitlyn Dever, “Dopesick” Natasha Rothwell, “The White Lotus” Sydney Sweeney, “The White Lotus” Mare Winningham, “Dopesick” Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Murray Bartlett, “The White Lotus” Jake Lacy, “The White Lotus” Will Poulter, “Dopesick” Seth Rogen, “Pam & Tommy” Peter Sarsgaard, “Dopesick” Michael Stuhlbarg, “Dopesick” Steve Zahn, “The White Lotus” Melhor Direção em Minissérie ou Telefilme Danny Strong, “Dopesick” (Episódio The People vs. Purdue Pharma) Michael Showalter, “The Dropout” (Episódio Green Juice) Francesca Gregorini, “The Dropout” (Episódio Iron Sisters) John Wells, “Maid” (Episódio Sky Blue) Hiro Murai, “Estação Onze” (Episódio Wheel Of Fire) Mike White, “The White Lotus” Melhor Roteiro em Minissérie ou Telefilme Danny Strong, “Dopesick “(Episódio The People vs. Purdue Pharma) Elizabeth Meriwether, “The Dropout” (Episódio I’m In A Hurry) Sarah Burgess, “Impeachment: American Crime Story” (Episódio Man Handled) Molly Smith Metzler, “Maid” (Episódio Snaps) Patrick Somerville, “Estação Onze” (Unbroken Circle) Mike White, “The White Lotus” Melhor Animação “Arcane” (Episódio When These Walls Come Tumbling Down) “Bob’s Burgers” (Episódio Some Like It Bot Part 1: Eighth Grade Runner) “Rick And Morty” (Episódio Mort Dinner Rick Andre) “The Simpsons” (Episódio Pixelated And Afraid) “What If…?” (Episódio What If… Doctor Strange Lost His Heart Instead Of His Hands?) Melhor Programa de Variedade Pré-Gravado “Adele: One Night Only” “Dave Chappelle: The Closer” “Harry Potter 20th Anniversary: Return to Hogwarts” “Norm Macdonald: Nothing Special” “One Last Time: An Evening with Tony Bennett & Lady Gaga” Programa de Variedade Ao Vivo “The 64th Annual Grammy Awards” “Live In Front Of A Studio Audience: The Facts Of Life And Diff’rent Strokes” “Oscar” “The Pepsi Super Bowl LVI Halftime Show Starring Dr. Dre, Snoop Dogg, Mary J. Blige, Eminem, Kendrick Lamar and 50 Cent” “The Tony Awards Present: Broadway’s Back!” Melhor Série de Esquetes “A Black Lady Sketch Show” “Saturday Night Live” Melhor Talk Show “The Daily Show with Trevor Noah” “Jimmy Kimmel Live!” “Last Week Tonight with John Oliver” “Late Night with Seth Meyers” “The Late Show with Stephen Colbert” Melhor Reality de Competição “The Amazing Race” “Lizzo’s Watch out for the Big Girls” “Nailed It” “Rupaul’s Drag Race” “Top Chef”
Criador de “The Boys” assume que inspiração do Capitão Pátria é Donald Trump
O produtor e roteirista Eric Kripke, criador de “The Boys”, resolveu deixar claro que a série é uma crítica óbvia e escancarada à direita e que o Capitão Pátria é um psicopata inspirado em Donald Trump. A iniciativa de assumir as comparações se deu após Kripke perceber que um grupo ruidoso das redes sociais estava adorando o Capitão Pátria, vilão da história, por incorporar valores ditos “conservadores”. Numa longa entrevista feita pelo site americano Vulture, o produtor destrinchou os aspectos ideológicos da produção, assumindo sua inclinação política e sua descrença na falta de percepção do público, que acredita ver mensagens positivas e incentivadoras para a direita na produção. “Eu não entendo, cara. Essa série é um monte de coisas, mas sutil não é uma delas… e se você está assistindo o programa desde o primeiro episódio e não entendendo a política dele, não posso ajudá-lo. Só digo: ‘obrigado por assistir'”, ele apontou. Refletindo um pouco mais, acrescentou: “Se eu fosse inteligente, diria: ‘Pense o que você quiser pensar’. Isso geralmente é sábio. Mas então esta seria uma entrevista curta”. “Falando como alguém que se inclina à esquerda, ela têm um problema real de relações públicas”, continuou Kripke, citando “iniciativas sem noção” em defesa do politicamente correto. “A esquerda pode ser um pouco infeliz e também miramos nela, mas em termos de onde está minha urgência, meu alvo geralmente é a direita. Ela é uma ameaça existencial, ao contrário de alguns ridículos politicamente corretos, que podem fazer coisas absurdas, mas não vão destruir a sociedade como a conhecemos”. Kripke disse achar engraçado que pessoas vejam o Capitão Pátria como um símbolo de qualquer coisa positiva. Afinal, o personagem demonstra psicopatia clara desde os primeiros episódios. “Pistas simples como: ele derrubou um avião de civis inocentes! Ele é tão, tão terrivelmente malvado desde o início!” Mas entende que isso faz parte de um fenômeno que a própria série está criticando. Lavagem cerebral mesmo. Neste sentido, o criador de “The Boys” assumiu estar baseando o Capitão Pátria em discursos e comportamentos do ex-presidente Donald Trump. “Eu li uma coisa interessante uma vez, sobre as pessoas não amarem Trump apesar de seu comportamento horrível; elas o amam por causa disso. Ele é um anti-herói. Quanto mais selvagem ele age, quanto mais faz bullying com as pessoas ao seu redor, mais elas o amam”, comentou. Ele decidiu usar essa característica para ilustrar a reação do público ao comportamento cada vez mais horrível do Capitão Pátria. “Discutimos essa psicologia de que quanto pior ele agir, mais fãs ele terá”. “Olha, eu admito que é um pouco menos elegante e mais urgente do que fizemos no passado. Mas eu diria que a sociedade é um pouco menos elegante e mais urgente. A invasão do Capitólio aconteceu enquanto estávamos escrevendo a temporada. Somos um produto do tempo em que o escrevemos. E 6 de janeiro me assustou pra caralho. Isso assustou todo mundo, mas me assustou de uma maneira que poucas coisas durante o governo Trump fizeram”, disse, referindo-se à violenta invasão do Congresso dos EUA por simpatizantes de Trump que não aceitaram sua derrota nas últimas eleições. “Esses foram os tipos de pensamentos que tivemos nos últimos episódios, essa noção de que os líderes estão realmente dispostos a destruir a sociedade, se isso significar que eles podem garantir seu poder e popularidade”, acrescentou. O final da temporada até materializou um exemplo dado por Trump sobre a adoração cega de seus seguidores. “Nós totalmente adaptamos aquela infame citação de Trump, de que ele poderia atirar em alguém na Quinta Avenida e seus apoiadores ainda o amariam”. Spoiler! Na cena referida, Capitão Pátria assassina de forma sangrenta um opositor diante dos fãs, e o que acontece em seguida são gritos de incentivo e aplausos, num sinal do aumento de sua adoração. Kripke revelou que a próxima temporada vai lidar com os efeitos dessa adoração do discurso do ódio sobre o filho pequeno do herói, Ryan. “Muito do foco da 4ª temporada estará em Ryan, porque a maneira como esse garoto se transforma representa o destino do mundo. Ou teremos um segundo Capitão Pátria ou alguém capaz de realmente enfrentar o Capitão Pátria”, adiantou. Os novos episódios ainda não foram escritos. O trabalho vai começar em agosto, após Kripke tirar um mês de férias. Portanto, a próxima temporada de “The Boys” ainda vai demorar muito para acontecer.
Escritora de “Um Lugar Bem Longe Daqui” é procurada pela polícia de Zâmbia
A escritora Delia Owens, autora do romance “Um Lugar Bem Longe Daqui” (Where the Crawdads Sing), base de um filme que estreia nesta semana nos EUA, está sendo procurada para interrogatório pelas autoridades de Zâmbia pelo assassinato de um homem em 1996. A revelação foi feita na segunda-feira (11/2) numa reportagem do editor-chefe da revista The Atlantic, Jeffrey Goldberg. Segundo a apuração, Delia e seu marido Mark Owens dedicaram-se à missão de salvar elefantes africanos de caçadores e funcionários corruptos nos anos 1990. Mas para isso, supostamente criaram, treinaram, equiparam e comandaram uma milícia local brutal, que fazia operações de estilo militar contra qualquer pessoa considerada ameaça à reserva que patrulhavam – cometendo tortura, sequestro e assassinato. Em 1996, uma equipe da ABC News filmava o casal para o programa de notícias “Turning Point” quando registrou um homem – que pode ter sido um caçador, embora sua identidade nunca tenha sido confirmada – sendo executado a tiros enquanto estava caído no chão. O atirador não foi registrado pela câmera. Em 2010, Goldberg já tinha escrito um artigo para a revista The New Yorker em que citava um dos cinegrafistas da ABC, que filmou o assassinato, dizendo que foi Mark Owens quem disparou os tiros fatais. Agora, ele acrescenta que um detetive encarregado da investigação concluiu que Owens, “com a ajuda de seus batedores, colocou o corpo da vítima em uma rede de carga, prendeu-o ao seu helicóptero e depois o jogou em uma lagoa próxima”. O corpo nunca foi encontrado e o ex-comissário da polícia nacional da Zâmbia, Graphael Musamba, disse que a investigação não foi adiante pela falta do cadáver: “A floresta é o lugar perfeito para se cometer assassinato… Os animais comem as evidências”. Embora nenhum dos Owens tenha sido formalmente acusado de crime, as autoridades da Zâmbia dizem que ambos são procurados para interrogatório não apenas pela morte registrada pelas câmeras, mas pela extensão de suas atividades durante seu tempo na África. De acordo com a reportagem, a polícia zambiana estaria mais interessada em falar com Mark Owens e o filho do casal, Chris – supostamente encarregado de treinar e disciplinar recrutas – , mas “também acredita que Delia Owens deveria ser interrogada como uma possível testemunha, co-conspiradora e cúmplice de crimes dolosos”. Até o momento, não houve manifestação dos representantes literários de Delia Owens, da produtora Hello Sunshine, de Reese Witherspoon (“Big Little Lies”), responsável pela adaptação de “Um Lugar Bem Longe Daqui”, e do estúdio Sony Pictures, que fará o lançamento do filme. O drama estrelado por Daisy Edgar-Jones (“Normal People”), que conta com música inédita de Taylor Swift, gira em torno de Kya, uma jovem que cresceu sozinha no brejo de uma cidadezinha e passou a ser tratada como se fosse um bicho. Só que é uma menina doce, que acaba atraindo o interesse de dois rapazes. Quando um deles aparece morto, ela passa a ser caçada pela polícia e precisa provar sua inocência diante de uma população que a odeia. O filme foi escrito por Lucy Alibar (indicada ao Oscar por “Indomável Sonhadora”), dirigido por Olivia Newman (“Minha Primeira Luta”) e só será lançado em 1 de setembro no Brasil, um mês e meio após a estreia nos EUA. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Delia Owens (@authordeliaowens)
Taika Waititi topa fazer mais um filme de “Thor”
O filme “Thor: Amor e Trovão” termina com uma mensagem pós-créditos que avisa que “Thor estará de volta”. O anúncio não é exatamente spoiler, mas foi uma surpresa para o diretor Taika Waititi e o próprio intérprete do herói, Chris Hemsworth. Waititi disse recentemente ao site Insider que não fazia ideia de que a Marvel estava adicionando esse aviso ao final do filme. “Isso também foi uma surpresa para mim. Não estou brincando”, revelou o diretor. “Eu vi no cinema e fiquei tipo, ‘Oh, m*rda. Sério?’ Até Chris ficou tipo, ‘O quê?’. Mas é claro que Thor vai voltar. Ele é o melhor personagem. Quer dizer, posso ser um pouco tendencioso, mas ele é o mais divertido de assistir.” Apesar do anúncio inesperado, o diretor afirmou que adoraria voltar para dirigir seu terceiro “Thor”, desde que Chris Hemsworth também estivesse envolvido. “Eu definitivamente faria mais um, mas apenas se Chris também fizesse”, disse Waititi. “Mas precisaria ser algo surpreendente e inesperado para eu querer fazer isso. Como seria a nova abordagem? Eu gostaria de algo que fosse inesperado, como um filme de US$ 5 milhões sem nenhuma luta, apenas Thor em uma viagem. Igual a ‘Nebraska’”. Agora é spoiler. “Thor: Amor e Trovão” tem um gancho potencial para uma quinto filme, graças à introdução de Hércules (Brett Goldstein, de “Ted Lasso”) nos créditos finais, encarregado da missão de se vingar do Deus do Trovão. Tudo aponta para um inevitável confronto entre Thor e Hércules, reeditando brigas clássicas da era de ouro da Marvel nos quadrinhos. O próximo filme de Waititi será uma produção de “Star Wars” para a Disney e Lucasfilm.
Busi Lurayi: Atriz de “Como Acabar com o Natal” morre aos 36 anos
A sul-africana Busi Lurayi, que estrelou a série de comédia “Como Acabar com o Natal”, da Netflix, morreu aos 36 anos de idade. Sua agência emitiu um comunicado revelando que ela “faleceu repentinamente e foi declarada morta em sua residência no domingo (10/7) pela equipe médica. A razão de sua morte ainda é desconhecida, e aguardamos os resultados do relatório da autópsia”. A atriz viveu a personagem Tumi nas duas temporadas de “Como Acabar com o Natal”, lançadas em 2020 e 2021 pela plataforma de streaming. A 1ª temporada da produção sul-africana acompanhava um casamento grandioso, marcado para o Natal. Era a cerimônia dos sonhos de Beauty Sello (interpretada por Thando Thabe), que acaba virando uma catástrofe graças à chegada de sua irmã pródiga, Tumi, responsável por arruinar todo o planejamento. Já a 2ª temporada girou em torno de um funeral. Lurayi estreou nas telas em 2005, aos 19 anos de idade, no elenco da série de comédia “City Ses’la”, que ficou seis anos no ar e lhe rendeu dois prêmios da SAFTA (principal premiação de cinema e TV da África do Sul), como Melhor Coadjuvante em 2006 e Melhor Atriz em 2011. Aos 20 anos, emplacou uma participação num episódio da série americana “Plantão Médico” (E.R.) e no ano seguinte ela ainda se destacou na atração britânica “Wild at Heart” (2007), sobre uma família inglesa que se muda para a África do Sul para estabelecer um hospital para animais. Apesar dessas participações internacionais, Lurayi só foi se tornar mais conhecida do público mundial com “Como Acabar com o Natal”. Em um comunicado, a Netflix África do Sul lamentou sua morte: “Uma luz incrível se apagou na indústria de entretenimento sul-africana. Estamos profundamente tristes com o falecimento da premiada atriz dos palcos e da tela Busi Lurayi. Vamos nos agarrar às risadas, à beleza e aos momentos de alegria que ela nos trouxe.” Lembre abaixo o trailer de “Como Acabar com o Natal: O Casamento”.
Johnny Depp faz acordo para evitar julgamento por agressão
Johnny Depp chegou a um acordo provisório para resolver seu novo processo judicial, protocolado por um membro da equipe do filme “Cidade de Mentiras” (City of Lies, 2018) que o acusava de agressão no set. De acordo com documentos apresentados ao tribunal nesta segunda-feira (11/7), Depp negociou com o gerente de locação Greg “Rocky” Brooks a realização de condições não especificadas até o final de agosto. Embora não fale em dinheiro, isso está subentendido no texto. “O acordo de liquidação condiciona a extinção deste processo ao cumprimento satisfatório de termos especificados que devem ser cumpridos dentro do prazo de 45 dias a partir da data da assinatura”, diz o documento. “Um pedido de arquivamento do processo será apresentado até 05/01/2023”. O caso será reaberto se Depp não cumprir os termos não revelados. O julgamento do processo estava marcada para começar no dia 25 de julho, em Los Angeles. A revelação de detalhes da acusação poderia jogar nova luz sobre o comportamento do ator e interessava também à Amber Heard, que busca apelar de sua sentença, após perder um processo de difamação por sugerir ser vítima de violência doméstica durante seu casamento com o ator. Brooks abriu seu processo em junho de 2018, denunciando ter sido agredido fisicamente por Depp no set de filmagens de “Cidade de Mentiras” no dia 13 de abril de 2017, quando o astro estava filmando fora do Barclay Hotel, em Los Angeles (EUA). Segundo o denunciante, a produção tinha permissão para trabalhar até às 19h fora do hotel, e 22h dentro do estabelecimento. Trabalhando como gerente de locação, Brooks conseguiu permissão duas vezes para que as filmagens seguissem por mais tempo, já que Depp teve a ideia de dirigir uma versão maior da cena com dois amigos. Quando o relógio bateu 23h, o responsável pelo hotel pediu para que a produção fosse embora. Segundo relatou no processo, ele chegou ao diretor, Brad Furman, e deu a má notícia, recebendo como resposta: “Por que você não fala isso para o Johnny Depp?”. Brooks afirma que tentou convencer um policial que tomava conta da produção para ajudá-lo a dar a notícia ao ator, mas, antes de conseguir, o próprio Depp se aproximou dele gritando: “Quem é você? Você não tem o direito de me falar o que fazer”. Após explicar a situação, ele teria ouvido do ator: “Eu não importo quem você seja e você não pode me falar o que fazer”. Enquanto gritava, Depp teria desferido dois socos em Brooks. Ele também ofereceu US$ 100 mil para que ele o socasse de volta. Nos documentos do processo, Brooks também diz que Johnny Depp costumava usar drogas no set e estava bêbado durante a gravação – situação corroborada por uma testemunha ao site Page Six na ocasião. O integrante da equipe afirma que foi demitido três dias depois, por se negar a assinar um contrato que pedia para ele não entrar com um processo contra Depp. Além de Johnny Depp, ele também processou o diretor Brad Furman, a produtora Miriam Furman e a empresa Good Film Productions por demissão injusta. Furman chegou a afirmar na época que o incidente estava sendo exagerado. “Johnny Depp é um profissional consumado, grande colaborador e um defensor de outros artistas”, disse ele em um comunicado. “Ele sempre trata a equipe e as pessoas ao seu redor com o maior respeito. Filmes podem ser estressantes, e eventos não frequentes costumam ser exagerados. Nós todos amamos histórias — mas não há uma aqui.” Entretanto, essa história foi considerada suficiente para um processo. A publicidade negativa do episódio também levou ao cancelamento da estreia do filme dos cinemas. “Cidade das Mentiras” chegou no Brasil direto em VOD. No filme, Depp vivia Russell Poole, um detetive da polícia de Los Angeles que investigou o assassinato dos rappers Notorious B.I.G. e Tupac Shakur nos anos 1990, e que acabou descobrindo o envolvimento de policiais corruptos nos crimes. O ator chegou a prestar um depoimento sobre o caso em 2019 e alegou que interveio após ver que Brooks estava ofendendo uma mulher idosa em situação de rua no set de filmagens. Esta versão da história foi confirmada pela supervisora de roteiro do filme, Emma Danoff, que disse ter testemunhado a briga, mas que Depp só confrontou Brooks depois que o gerente repreendeu uma mulher negra sem-teto com insultos raciais. “Ele imediatamente se levantou e foi até Brooks para defender a mulher”, disse Danoff. “O Sr. Depp disse ao Sr. Brooks: ‘Você não pode falar com ela assim. Você acha que ela é algo menos do que você? Quem você pensa que é? Como ousa?’.” Danoff também contestou a afirmação de Brooks de que Depp o socou, dizendo que tinha como provar que isso nunca aconteceu. Neste processo, Depp era representado pela advogada Camille Vasquez, que se tornou a integrante mais popular de sua equipe jurídica durante o processo de difamação contra Amber Heard.
Disney anuncia três produções com membros do BTS
A Walt Disney Company e o estúdio sul-coreano Hybe anunciaram uma nova parceria de conteúdo global nesta segunda-feira (11/7) que renderá cinco títulos originais para os serviços de streaming da Disney, incluindo três projetos com membros do BTS, o grupo mais popular do K-pop. Os projetos com os cantores do BTS incluem o documentário “BTS: Permission to Dance on Stage – LA”, que registra uma apresentação ao vivo no Sofi Stadium de Los Angeles em novembro passado, o reality “In the Soup: Friendcation”, que acompanha uma viagem surpresa com um elenco repleto de estrelas, incluindo V do BTS e a atriz Woo-shik Choi (de “Parasita”), e a série documental “BTS Monuments: Beyond the Star”, que promete um “acesso sem precedentes a uma vasta biblioteca de músicas e imagens nos últimos novos anos da banda”, apresentando “o cotidiano, pensamentos e planos dos membros do BTS, enquanto se preparam para seu segundo capítulo”, de acordo com comunicado. “Esta colaboração representa nossa ambição criativa: trabalhar com criadores de conteúdo icônicos e grandes estrelas da Ásia para que seu talento possa ser apreciado pelo público de várias maneiras. Acreditamos que esses novos títulos cativarão os consumidores em todo o mundo e esperamos introduzir mais conteúdo musical em nosso serviço”, disse Jessica Kam-Engle, diretora de conteúdo da Disney, sobre a parceria. A empresa disse anteriormente que lançaria mais de 20 títulos sul-coreanos neste ano em streaming, incluindo pelo menos 12 produções originais. O título original sul-coreano mais popular da Disney até o momento é a série “Snowdrop”, disponibilizada na Star+ e estrelada por Jisoo, membro do grupo feminino de K-pop Blackpink. O BTS comunicou no início deste mês que pretende se focar em projetos solo. O estúdio Hybe esclareceu que se trata de um hiato e que, apesar do interesse em empreendimentos individuais, os sete membros do BTS continuariam a participar de atividades em grupo.
Chris Hemsworth compartilha fotos de sua filha em “Thor”
O astro Chris Hemsworth publicou em seu Instagram dois registros de sua filha ao longo da saga de “Thor”. Na primeira imagem, ela aparece ainda bebê numa visita ao set do primeiro filme, lançado em 2011. Na segunda, o registro é uma cena de “Thor: Amor e Trovão”, que marcou a estreia de India Rose Hemsworth como atriz, aos 10 anos de idade. Na trama, ela interpreta a filha do vilão Gorr, o Caniceiro dos Deuses (Christian Bale). “Ela é minha super-heroína favorita”, escreveu o pai coruja ao lado das imagens. Além de India, o filme também contou com os filhos gêmeos de Hemsworth, Sasha e Tristan, de oito anos, que compartilham o papel da versão infantil de Thor. Todos são fruto do casamento do ator com a atriz Elza Pataki (da franquia “Velozes e Furiosos”). Uma curiosidade é que a personagem de India se chama Amor. E sua cena junto com Thor, que é o Deus do Trovão, dá o sentido literal do título da produção, “Thor: Amor e Trovão”. Em entrevista para o jornalista Kevin McCarthy, o astro afirmou que não foi o único a incluir os seus filhos na produção: “Taika teve seus filhos lá, Bale teve os dele, Natalie também. Então trouxe os meus também… E sabe, parecia uma experiência familiar, única e divertida. Eu não quero que eles agora virem estrela ou atores infantis. Foi apenas um tipo de experiência especial que todos nós tivemos e todas as crianças adoraram, se divertiram muito”. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Chris Hemsworth (@chrishemsworth) "…Taika had his children in there. Christian Bale had his. Natalie had…her kids as well. That's my daughter…as well. She plays the character of Love…" Chris Hemsworth talks how special it was to have his children in #ThorLoveAndThunder. pic.twitter.com/IwCiPF8b0T — Kevin McCarthy (@KevinMcCarthyTV) June 27, 2022
Técnicos de efeitos acusam Marvel de ser empresa tóxica
Um tópico publicado no fórum do Reddit está acumulando várias acusações de má condições de trabalho para equipes de efeitos visuais em produções do Marvel Studios. A discussão revela que muitos profissionais estão se recusando a trabalhar com a empresa devido a prazos impraticáveis, pagamento baixo e cobrança extrema, situações que criam um ambiente estressante e resultados insatisfatórios – entregues de qualquer jeito, só pra cumprir contrato. Aqueles que não conseguem evitar de trabalhar com a Marvel confirmam que a situação só tem piorado nos últimos anos, devido ao começo de produções de séries. “Estou há quase três anos seguidos com a Marvel. Bem-vindo ao sétimo nível do inferno”. Outro usuário compartilhou que seu tempo na Marvel foi um “buraco negro de privação de sono e alimentação ruim”. Um dos usuários do Reddit disse que o estúdio tem o “pior gerenciamento de efeitos visuais que existe”. Outro deu um exemplo da insanidade exigida: “No novo ‘Thor’, eles pediram uma sequência completa de efeitos com prazo de duas ou três semanas” pra ficar pronta. Um usuário diferente afirmou que começou a recusar projetos do estúdio, apesar de trabalhar numa empresa com contrato com a Marvel. “Peço para não trabalhar em filmes e séries [da Marvel]. Infelizmente, eles estão se tornando nosso maior cliente. Eles esperam uma miscelânea de opções de efeitos para que possam escolher e mudar de ideia três vezes.” Todas as manifestações foram feitas sob pseudônimos no Reddit, mas um profissional do ramo decidiu confirmar as acusações em seu Twitter oficial. “Trabalhar em produções da Marvel foi o que me empurrou para fora da indústria de efeitos especiais. Eles são um cliente horrível, e eu vi muitos e muitos colegas meus terem problemas psicológicos por causa do trabalho excessivo, tudo isso enquanto a Marvel tenta gastar cada vez menos com efeitos”, comentou Dhruv Govil, que trabalhou nos efeitos de “Guardiões da Galáxia” (2014) e “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017). Ele ainda acrescentou que o problema não explodiu agora, com as séries e com a gestão de Bob Chapek na Disney. O estresse é antigo. “O problema é que a Marvel é grande demais. Eles podem exigir o que quiserem, e as empresas de efeitos precisam aceitar o trabalho. É um relacionamento tóxico”. A Marvel ainda não se manifestou sobre as denúncias. So just because a lot of folks have mentioned it, this has been the case since the earliest days of the MCU. It didn't start recently, and it's not because of Chapek. The issue is #Marvel is too big, and can demand whatever they want. It's a toxic relationship. — Dhruv Govil (@DhruvGovil) July 10, 2022
Bodes de “Thor: Amor e Trovão” foram inspirados em meme de Taylor Swift
Dois personagens novos que chamaram atenção em “Thor: Amor e Trovão” – a ponto de ganhar até pôster oficial da produção – foram um par de bodes gigantes, que o herói ganha de presente. O que que mais marcou suas participações no filme nem foi tanto seu tamanho vitaminado, mas o fato de serem muito barulhentos. E esta característica se deve a um meme de Taylor Swift. A revelação foi feita pelo diretor Taika Waititi em entrevista ao site Insider. “Não era para eles gritarem. Os bodes estariam na trama, porque estão nos quadrinhos, mas não sabíamos como eles soariam. Alguém da pós-produção achou esse meme de uma música da Taylor Swift que tem bodes gritando. Eu nem sabia que isso existia. Quando eu ouvi os bodes, achei incrível. Muita gente acha que sou eu gritando, mas não é”. Waititi se refere a uma versão viral da música “I Knew Your Were Trouble”, em que os gritos de Swift foram substituídos pelos de um bode. Não lembra? Esqueceu? Confira abaixo. Meme também é cultura.
Apple renova comédia “Fortuna” para 2ª temporada
A Apple TV+ anunciou a renovação de “Fortuna” (Loot), série de comédia em que Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”) vive uma bilionária mimada e extravagante. Criada por Alan Yang (“Little America”) e Matt Hubbard (“30 Rock”), “Fortuna” é uma sátira da ostentação dos ricaços. Na trama, a personagem de Rudolph tem sua vida virada do avesso ao descobrir a amante de duas décadas do marido. Ridicularizada pelas publicações de fofoca e sem saber como lidar com o divórcio, ela faz uma segunda descoberta: tem uma fundação beneficente em plena atividade no seu nome. A partir daí, decide provar que é mais que uma ricaça alienada, reinventando-se como filantropa. “Obrigado a Maya, Alan, Matt e todo o elenco incrivelmente talentoso e equipe criativa que criaram um programa cheio de personagens cativantes e envolventes, e momentos hilários e emocionantes ao longo de cada episódio”, disse o chefe de programação da Apple TV+, Matt Cherniss, no comunicado da renovação. “Esta série conquistou os corações do público global, e mal podemos esperar pela 2ª temporada.” Além de Rudolph, a atração também destaca Michaela Jaé “MJ” Rodriguez em seu primeiro papel após “Pose”, como a gerente da fundação da protagonista. “Fortuna” foi disponibilizada em streaming no dia 24 de junho e está atualmente na fase intermediária da exibição semanal de sua 1ª temporada. Veja abaixo o trailer oficial da atração.
Diretora de “Cinquenta Tons de Cinza” fará filme de Amy Winehouse
A produtora Studiocanal contratou a diretora Sam Taylor-Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) para filmar a cinebiografia da cantora Amy Winehouse, que morreu em 2011, após ingerir grandes quantidades de álcool, aos 27 anos de idade. O filme vai se chamar “Back to Black”, mesmo nome do segundo álbum da artista. O disco a projetou em 2006 com hits como “Rehab” e a própria faixa-título, chamando atenção para sua belíssima voz e penteados extravagantes, mas também para sua vida pessoal marcada pelo vício em drogas e álcool e pela relação tempestuosa com seu namorado, Blake Fielder-Civil. A produção tem roteiro de Matt Greenhalgh, que já escreveu duas cinebiografias musicais: “Controle: A História de Ian Curtis” (2007), sobre o cantor da banda Joy Division, e “O Garoto de Liverpool” (2009), sobre a juventude de John Lennon. “O Garoto de Liverpool” também foi dirigido por Sam Taylor-Johnson. “Back to Black” será produzido com apoio do espólio de Winehouse. Além deste filme, há outra produção em andamento sobre a vida da artista. Ainda sem título, este projeto foi escrito e será dirigido por Kirsten Sheridan (“O Som do Coração”), e já anunciou sua intérprete de Amy Winehouse: Noomi Rapace (“Prometheus”).
Lea Michele realiza sonho de “Glee” com papel na Broadway
A atriz Lea Michele vai realizar o sonho de Rachel Berry, sua personagem na série “Glee”. Ela foi escalada para interpretar Fanny Brice no nova montagem de “Funny Girl”, na Broadway, justamente o papel que Rachel sonhava em viver na série musical. Em “Glee”, Michele cantou várias músicas da peça, entre elas a famosa “Don’t Rain on My Parade”, e na reta final da atração chegou a assumir o papel no musical. Michele substituirá Beanie Feldstein, que anunciou no último domingo (10/7) sua saída em razão do desejo da produção “de levar a peça para outra direção”. O elenco de “Funny Girl” já incluía uma atriz de “Glee”: Jane Lynch, a intérprete de Sue Sylvester. Mas as duas atrizes não vão contracenar. Lynch também está de partida e será substituída por Tovah Feldshuh (“Crazy Ex-Girlfriend”) no papel da Sra. Brice a partir de 6 de setembro, mesma data em que Michele fará sua estreia como protagonista. Além de ser um musical de sucesso há 48 anos na Broadway, a peça também virou um filme: “Funny Girl: A Garota Genial”, lançado em 1968 com a então jovem Barbra Streisand no papel principal. Lembre abaixo a interpretação de Lea Michele para a música “Don’t Rain on My Parade” em “Glee”.












