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    Barbara Shelley (1932 – 2021)

    4 de janeiro de 2021 /

    Barbara Shelley, uma das maiores estrelas do terror britânico dos anos 1960, morreu nesta segunda-feira (4/1) aos 88 anos, após contrair covid-19. A atriz inglesa começou sua filmografia em produções italianas, aparecendo, entre outras, no drama “Luna Nova” (1955), ao lado de Virna Lisi, e em duas comédias de Totó, “Totó, Chefe de Estação” (1955) e “Totó Fora da Lei” (1956). Sua carreira mudou de rumo quando ela voltou ao Reino Unido e se transformou na mulher-gato do título de “Cat Girl” (1957), uma versão britânica do clássico de terror “A Marca da Pantera” (Cat People, 1942). Ela emendou esse papel com um primeiros filmes do revival gótico britânico, “Sangue de Vampiro” (1958), produção independente (do Artistes Alliance) escrita por Jimmy Sangster, que se tornaria um dos mais importantes autores do gênero. E em seguida estrelou a cultuadíssima sci-fi de terror “A Aldeia dos Amaldiçoados” (1960), como uma das mães das crianças paranormais do filme, considerado um dos mais influentes de sua época. Mas sua especialização só veio mesmo após estrear na principal produtora de horror do Reino Unido, a Hammer Films, como protagonista de “A Sombra do Gato” (1961), “O Segredo da Ilha de Sangue” (1965) e várias outras produções, que lhe renderam o apelido de Rainha da Hammer. Shelley contracenou com a maior estrela do estúdio, Christopher Lee, nada menos que três vezes: em “A Górgona” (1964), “Drácula, o Príncipe das Trevas” (1966, também assinado por Sangster) e “Rasputin: O Monge Louco” (1966). E finalizou sua passagem pela Hammer com uma das obras mais cultuadas do estúdio, “Uma Sepultura na Eternidade” (1967), sobre a descoberta de um artefato nas escavações do metrô de Londres capaz de influenciar o comportamento das pessoas. Depois disso, atriz só fez mais um longa, o terror independente “Ghost Story” (1974), ao lado da cantora Marianne Faithfull, mas teve uma longa carreira televisiva. Ela apareceu em várias séries que marcaram época, especialmente nos gêneros de ação, mistério e fantasia, como “Danger Man”, “O Santo”, “Os Vingadores”, “O Agente da UNCLE”, “Blake’s 7” e “Doctor Who”, onde teve um arco de quatro episódios em 1984. Seu último trabalho foi na minissérie de mistério “The Dark Angel”, estrelada por Peter O’Toole, em 1989. No entanto, os fãs de terror nunca a esqueceram. Barbara Shelley foi celebrada e entrevistada por Mark Gatiss, co-criador de “Sherlock” e do recente “Drácula”, da Netflix, na série documental inglesa “A History of Horror with Mark Gatiss”, em 2010.

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  • Filme

    Continuação de Homem-Aranha no Aranhaverso ganha primeiras imagens

    4 de janeiro de 2021 /

    O perfil oficial da animação “Homem-Aranha no Aranhaverso” no Twitter postou as primeiras pistas da sequência do filme: duas imagens do Homem-Aranha 2099. Apesar de não confirmar a participação do personagem, a legenda das fotos diz: “Um ano mais perto de 2022”. O Homem-Aranha 2099 foi visto nas cenas pós-créditos do longa animado, dublado por Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”). O personagem surgiu nos quadrinhos em 1992, criado por Peter David e Rick Leonardi, e introduziu o universo Marvel 2099, uma dimensão futurista, distópica e cyberpunk. Além disso, sua identidade secreta, Miguel O’Hara, representou o primeiro latino a assumir a identidade de Homem-Aranha. A publicação do Aranha futurista acabou em 1996, mas em 2014 o roteirista Dan Slott decidiu reviver o personagem na revista “Homem-Aranha Superior”, em que Miguel O’Hara viaja para o presente e encontra Peter Parker, como parte de um crossover do Aranhaverso. Como resultado, o Homem-Aranha 2099 voltou a ganhar sua própria revista, que novamente durou pouco tempo – até 2017. Não está claro se Oscar Isaac voltará a dublar o personagem. Até o momento, o único ator confirmado na continuação da animação que venceu o Oscar 2019 é Shameik Moore (“The Get Down”), novamente como a voz de Miles Morales. Com estreia marcada para 7 de outubro de 2022 nos EUA, o filme terá direção do português Joaquim dos Santos, que faz sua estreia em longa-metragem após dirigir e produzir episódios das séries “Liga da Justiça Sem Limites”, “Avatar: A Lenda de Aang” e “Avatar: A Lenda de Korra”. Veja abaixo o post e a cena pós-créditos de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, que conclui com uma homenagem ao desenho clássico dos anos 1960 (e a um famoso meme das redes sociais). One year closer to 2022 pic.twitter.com/Foeq36SMVE — Spider-Man: Into The Spider-Verse (@SpiderVerse) January 1, 2021

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  • Série

    Jodie Whittaker estaria de saída da série Doctor Who

    4 de janeiro de 2021 /

    O jornal Daily Mirror publicou no domingo (4/1) que Jodie Whittaker está de saída da série “Doctor Who”. A informação foi apurada pelo jornalista bem conectado Nicola Methven e estaria sendo mantida em segredo durante as gravações da 13ª temporada. Procurada por outros veículos de comunicação, a BBC, que produz a série, recusou-se a comentar a reportagem. Um porta-voz da rede britânica disse: “Não comentaremos sobre qualquer especulação sobre o futuro de Jodie no programa”. The Mirror citou uma fonte da produção de “Doctor Who” que teria dito: “É tudo muito secreto, mas já sabe no set que Jodie está partindo e eles estão se preparando para uma regeneração. A partida dela é ultrassecreta, mas em algum momento nos próximos meses a chegada do 14º Doutor precisará ser gravada”. Vale lembrar que rumores sobre a saída da atriz começaram a circular desde o final da 1ª temporada. Ela tem um filho pequeno e não estaria disposta a passar muito tempo longe do menino, o que é forçada a fazer com as gravações da série. Se ela realmente sair da Tardis na 13ª temporada, manterá a média de seus antecessores, que geralmente ficam por três anos antes de seguirem para outros projetos. Whittaker fez história quando se tornou a primeira intérprete feminina do Doutor em 2017. Ela substituiu Peter Capaldi, que estrelou “Doctor Who” por quatro temporadas. Os demais antecessores recentes (desde o reboot de 2005) foram Matt Smith (três temporadas), David Tennant (três temporadas) e Christopher Eccleston (uma temporada).

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  • Música

    Gerry Marsden (1942 – 2021)

    3 de janeiro de 2021 /

    Gerry Marsden, líder da banda Gerry and the Pacemakers, morreu neste domingo (3/1) aos 78 anos, após uma infecção em seu coração. O cantor e guitarrista formou Gerry and the Pacemakers em 1959 com seu irmão Fred, Les Chadwick e Arthur McMahon (que foi substituído por Les Maguire em 1961). Eles começaram antes dos Beatles na mesma cidade de Liverpool e chegaram a rivalizar com a banda de John, Paul, George e Pete (substituído por Ringo) no início de sua carreira, tocando nos mesmos lugares. Gerry and the Pacemakers também foram o segundo grupo a assinar com o empresário dos Beatles, Brian Epstein, que lhes conseguiu um contrato com a Columbia Records. Seu primeiro single foi “How Do You Do It?”, de março de 1963, que alcançou o 1º lugar nas paradas britânicas. A música tinha sido rejeitada pelos Beatles quando o produtor George Martin tentou persuadir o grupo a gravá-la como seu primeiro single. Em vez disso, os Beatles optaram por lançar a composição original, “Love Me Do”, de Lennon e McCartney. Mas Martin se vingou quando os Beatles gravaram uma segunda versão de “How Do You Do It?”, após o sucesso da gravação da banda de Marsden. Seus dois singles seguintes, “I Like It” e o cover de “You Never Walk Alone” de Rodgers e Hammerstein, também foram lançados em 1963 e alcançaram o topo das paradas. “You Never Walk Alone”, por sinal, logo se tornou o hino do Liverpool Football Club. Cinco meses após a estreia de “Os Reis do Iê-Iê-Iê” (A Hard Day’s Night), primeiro filme dos Beatles, Gerry and the Pacemakers também estrelaram sua própria produção cinematográfica. Lançado no Brasil como “Frenéticos do Rítmo”, o longa de 1964 se chamava originalmente “Ferry Cross the Mersey”, nome de um dos maiores sucessos do grupo, e acompanhava uma versão artística dos músicos reais. A banda, entretanto, acabou se separando em 1967 – três anos antes dos Beatles – , e Marsden acabou se afastando da música para se tornar uma personalidade da televisão. Ele chegou a participar da série infantil britânica “The Sooty Show” de 1968 a 1976. Marsden reformou os Pacemakers em 1972 e, ao longo dos anos, excursionou esporadicamente com diferentes formações da banda. Ele acabou se destacando em 1989 por seu envolvimento nas atividades beneficentes que se seguiram à “Tragédia de Hillsborough”, quando uma invasão em massa levou ao desabamento de parte do Estádio Hillsborough, em Sheffield (Inglaterra), durante o jogo entre Liverpool FC e Nottingham Forest, cujo saldo foram 96 torcedores do Liverpool pisoteados até a morte e outros 766 feridos. Foi o maior desastre de futebol do mundo. O artista organizou shows e regravou “You Never Walk Alone” para ajudar a comunidade de Liverpool e acabou reconhecido com a Ordem Mais Excelente do Império Britânico em 2003 por seus esforços de caridade. Após a confirmação de sua morte, o Liverpool Football Club prestou-lhe uma homenagem no Twitter, escrevendo: “É com grande tristeza que ouvimos sobre o falecimento de Gerry Marsden. As palavras de Gerry viverão para sempre conosco. Você nunca andará sozinho.” Relembre abaixo o trailer de “Frenéticos do Rítmo” e alguns dos hits de Gerry and the Pacemakers.

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  • Série

    WandaVision ganha novos pôsteres e vídeos com cenas inéditas

    3 de janeiro de 2021 /

    A Marvel divulgou uma coleção de pôsteres e dois novos vídeos de “WandaVision”, que trazem muitas cenas novas da série, incluindo uma referência ao tempo dos heróis como Vingadores. Estrelada pelos intérpretes dos personagens Wanda e Visão nos filmes dos Vingadores, Elizabeth Olsen e Paul Bettany, “WandaVision” foi desenvolvida por Jac Schaeffer, a roteirista do vindouro filme solo da “Viúva Negra”. Além disso, Teyonah Parris (da série “Cara Gente Branca”) aparecerá como Monica Rambeau, que foi introduzida ainda criança em “Capitã Marvel” (passado em 1995), e Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) viverá “uma vizinha barulhenta”. Os quatro atores ilustram os novos pôsteres de personagens divulgados. Mas o elenco ainda inclui Kat Dennings e Randall Park, que retomam seus papéis do MCU, respectivamente como Darcy Lewis (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Primeira série produzida pela Marvel Studios, a empresa cinematográfica da Marvel – as anteriores eram feitas pela Marvel Television – , a atração terá ligação direta com os lançamentos de cinema da empresa, tanto os do passado, como “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, quanto os futuros títulos do estúdio. A estreia está marcada para 15 de janeiro na plataforma Disney+ (Disney Plus). "We are an unusual couple." 📺 ✨ @wandavision, an Original Series from Marvel Studios, starts streaming Jan. 15 on @DisneyPlus. #WatchOnDisneyPlus pic.twitter.com/7YCuMLmL0p — Disney Channel (@DisneyChannel) January 1, 2021 A visionary new era arrives! #WandaVision, an Original Series from Marvel Studios, starts streaming Jan. 15 on @DisneyPlus. pic.twitter.com/ILOq017Dne — WandaVision (@wandavision) January 1, 2021

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  • Filme

    Aprovação de Mulher-Maravilha 1984 despenca para 60% no Rotten Tomatoes

    3 de janeiro de 2021 /

    No fim de semana seguinte à sua estreia nos EUA, “Mulher-Maravilha 1984” está enfrentando uma queda brusca de aprovação crítica, chegando a 60% no Rotten Tomatoes, site que agrega opiniões da crítica de cinema em inglês. Apesar de ter sido inicialmente certificado como “Fresh” (ou fresco) com 88% de aprovação dos críticos, novas resenhas foram adicionadas após o lançamento norte-americano e a nota despencou, fazendo o filme perder o selo de aprovação. Com a nova queda, “Mulher-Maravilha 1984” começa a se aproximar da zona “medíocre”, de acordo com o padrão do site agregador de críticas. Essa mudança impressionante de nota também demonstra como o entusiasmo dos fanboys pode distorcer a percepção de um filme. Resenhistas de blogs geeks chegaram a manifestar elogios rasgados à produção, ao registrarem suas “primeiras impressões” no Twitter. Eles também foram os primeiros a publicar suas críticas, colocando a nota do filme lá em cima e influenciando até a imprensa oficial. Mas após um começo entusiasmado, houve uma queda inédita de 28% na avaliação, que transforma “Mulher-Maravilha 1984” num caso de estudo. Das 354 resenhas compiladas pelo site, 210 são positivas, enquanto 140 são negativas. Como parâmetro do comparação, o primeiro “Mulher-Maravilha”, de 2017, teve 93% de aprovação. Segundo avalia o próprio site, o consenso geral é que “’Mulher-Maravilha 1984′ luta com todo o excesso que acompanha uma sequência, mas ainda oferece um escapismo vibrante para satisfazer os fãs da franquia e da clássica personagem central”. Além de estar disponível nos cinemas, o filme também foi lançado simultaneamente na HBO Max para o público norte-americano.

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  • Filme

    China bate recorde de bilheteria em Ano Novo frustrante dos EUA

    3 de janeiro de 2021 /

    As bilheterias do primeiro fim de semana de 2021 foram de recorde na China e frustração na América do Norte, confirmando a mudança de guarda no mercado internacional de cinema. Levantamento da vendagem mundial de ingressos de 2020 já tinha mostrado a China com maior faturamento anual que os EUA. E a diferença deve aumentar significativamente em 2021. Enquanto os cinemas chineses registraram seu maior recorde de Ano Novo, com US$ 92 milhões arrecadados em apenas um dia (a sexta, 1/1), graças ao lançamento de “A Little Red Flower”, de Yan Han, o primeiro blockbuster de 2021, as salas dos EUA e Canadá (com apenas 40% em funcionamento) somaram US$ 13 milhões nos três últimos dias, de sexta a domingo (3/1). “Mulher-Maravilha 1984”, que também foi lançada na HBO Max para assinantes americanos, liderou as bilheterias com US$ 5,5 milhões, uma queda de 67% em relação à sua semana de estreia. Ao todo, o filme rendeu US$ 28,5 milhões na América do Norte, atingindo US$ 118 milhões mundiais. Em sentido oposto ao desempenho da superprodução da Warner, alguns filmes conseguiram ter um Ano Novo melhor que o Natal, aumentando suas bilheterias em relação à semana passada. Exemplo disso aconteceu com “The Croods 2: Uma Nova Era”, da Universal, que arrecadou US$ 2,2 milhões em sua sexta semana de exibição. O valor leva a arrecadação doméstica da sequência animada para US$ 34,5 milhões e seu total global para pouco menos de US$ 115 milhões. O filme também já está disponível em PVOD (aluguel digital premium), devido a um pacto entre o estúdio e o circuito exibidor, pelo qual os filmes podem ser lançados em vídeo premium sob demanda após três fins de semana sua estreia no cinema. Em troca, as redes de cinemas em dificuldades recebem uma parte das receitas digitais. Por ser o único estúdio a propor este acorde, a Universal é a empresa cinematográfica com mais títulos em cartaz. O 3º lugar, por sinal, pertence a outro lançamento do estúdio, “Relatos do Mundo”, western com Tom Hanks que será lançado no Brasil (e no resto do mundo) pela Netflix. A produção arrecadou US$ 1,7 milhão, elevando seu total doméstico para US$ 5,4 milhões. Em contraste, “A Little Red Flower” fechou seu primeiro fim de semana com U$ 116,2 milhões na China, seguido, em 2º lugar, pela comédia “Warm Hug”, também chinesa, com US$ 80 milhões no ranking do agora maior mercado de cinema do mundo.

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  • Série

    Nova Gossip Girl apresenta os personagens da série

    3 de janeiro de 2021 /

    A conta oficial do Instagramdo reboot de “Gossip Girl” iniciou o Ano Novo com a introdução dos personagens da nova versão da série, desenvolvida para a plataforma HBO Max. Cada postagem apresenta os membros do elenco, o nome de seus personagens e suas características mais importantes. Como a série original, a nova “Gossip Girl” é escrita por Joshua Safran e baseada no livro de Cecily von Ziegesar. A trama se passa oito anos depois que o blogue original da “garota fofoqueira” foi desativado, quando uma nova Gossip Girl surge para vigiar outra geração de estudantes da elite de Nova York. A série abordará o quanto a mídia social – e a própria paisagem de Nova York – mudou desde o fim da trama da rede The CW em 2012. O elenco inclui Emily Alyn Lind (“A Babá”), Jordan Alexander (“Sacred Lies”), Whitney Peak (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Eli Brown (“Pretty Little Liars: The Perfeccionists”), Johnathan Fernandez (“Lethal Weapon”), Tavi Gevinson (“Scream Queens”), Thomas Doherty (“Alta Fidelidade”), Adam Chanler-Berat (“Next to Normal”), Zion Moreno (“Claws”) e o veterano da Broadway Jason Gotay (“Peter Pan Live!”). Além deles, a série contará novamente com Kristen Bell (“The Good Place”) como narradora, no papel da “garota fofoqueira”, que espalha rumores sobre a vida das personagens via internet. Vale lembrar que, apesar da voz ser feminina, o final da série original revelou que a verdadeira Gossip Girl era um homem: Dan Humphrey, papel de Penn Badgley (hoje na série “Você”). O ator, por sinal, já se dispôs a fazer uma participação para ligar as tramas. A atriz Karena Evans (“Mary Kills People”), que virou diretora à frente de clipes de Drake em 2018, vai comandar os dois primeiros episódios do reboot. Produzido pela Fake Empire e Alloy Entertainment em associação com a Warner Bros. Television e CBS Studios, a nova “Gossip Girl” tem produção dos criadores da versão original, Josh Schwartz e Stephanie Savage. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gossip Girl (@gossipgirl) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gossip Girl (@gossipgirl) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gossip Girl (@gossipgirl) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gossip Girl (@gossipgirl) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gossip Girl (@gossipgirl) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gossip Girl (@gossipgirl) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gossip Girl (@gossipgirl) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gossip Girl (@gossipgirl) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gossip Girl (@gossipgirl) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gossip Girl (@gossipgirl)

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  • Música

    KondZilla lidera YouTube brasileiro com folga de 20 milhões sobre a concorrência

    3 de janeiro de 2021 /

    O Canal KondZilla, voltado para o funk brasileiro e comandando pelo diretor paulista Konrad Dantas, de 32 anos, encerrou 2020 como o maior canal brasileiro do YouTube. E com muita folga. São 62,5 milhões de inscritos, 20 milhões a mais que os youtubers Whindersson Nunes, o segundo da lista, com 41,6 milhões, e Felipe Neto, terceiro colocado com 41 milhões. A lista dos cinco maiores ainda conta com o canais “Você Sabia?” (38,7 milhões) e Luccas Neto (33,2 milhões).

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  • Filme

    Governo FHC vai ganhar documentário do diretor de Menino 23

    3 de janeiro de 2021 /

    O período da presidência de Fernando Henrique Cardoso vai ganhar um longa e uma minissérie documental. Visando lançamento em junho, quando FHC completa 90 anos, o documentário vai se chamar “Presidente Improvável” e refletir sobre sua era presidencial (1995-2003) e o momento atual do Brasil. Dirigido por Belisário Franca (do premiadíssimo documentário “Menino 23: Infâncias Perdidas no Brasil”) e produzido pela Giros Filmes, o projeto será posteriormente desdobrado numa série de cinco episódios, ainda sem nome. A ideia é que a minissérie siga mais rigorosamente a cronologia e o contexto do Brasil e do mundo do que o documentário, que vai dar mais espaço para os pensamento do ex-presidente do Brasil. O documentário pretende analisar acertos, erros e conceitos de FHC por meio de conversas do ex-presidente com mais de 20 convidados. Gilberto Gil, Pedro Malan, Raul Jungmann, Celso Lafer e até o ex-presidente americano Bill Clinton estão entre os que já gravaram depoimentos. Para 2021, é aguardada a confirmação de nomes como o do ex-primeiro ministro britânico Toni Blair, do ex-primeiro ministro português Antonio Guterrez e Graça Machel, viúva de Nelson Mandela. Um dos pontos altos do filme, a conversa com Gil, girou em torno de Ruth Cardoso, de quem o cantor era muito próximo durante o governo FHC por causa da atuação social da então primeira-dama. Segundo a coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, artista passou a gravação inteira chamando Fernando Henrique de professor porque, segundo ele, trata-se de “um grande mestre”. Já com Clinton, o papo com “o amigo Cardoso” foi sobre o atual contexto mundial. Segundo eles, houve uma mudança de governantes que representavam o “nós” e toda a comunidade, para mandatários que só pensam no “eu”, tanto internamente quanto na política internacional.

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  • Série

    Alexander Ludwig ganhou a espada de Bjorn no final de Vikings

    2 de janeiro de 2021 /

    A final de “Vikings”, após seis temporadas, emocionou o astro Alexander Ludwig, intérprete de Bjorn Ironside, que ganhou um presente especial de despedida da produção. Em entrevista ao programa Entertainment Tonight, ele revelou ter recebido a espada de seu personagem, que lhe foi entregue por Michael Hirst, criador da série. “Michael e os produtores me deram a espada dos reis”, disse o ator. “Ela tem Bjorn Ironside, gravado em nórdico. Então agora tenho isso, foi um presente incrível”, disse. A espada foi utilizada por Ragnar Lothbrok no começo da série e, em seguida, passada para seu filho, Bjorn. Ludwig também disse ter ficado feliz com o rumo de Bjorn na trama, mas também terrivelmente triste com o final da produção. Ele foi às lágrimas ao se despedir da equipe de “Vikings”. “Foi um adeus muito agridoce”, contou. “Sei que o público já ouviu muito isso, mas éramos como uma família. Eu não estava me despedindo apenas do meu personagem, mas também de toda a equipe que virou minha família.” Ele concluindo dizendo que “sentirei muita falta de ‘Vikings’, mas principalmente da família que criamos”. Os últimos episódios da série foram disponibilizados nesta semana, simultaneamente pela Fox Play e pela Netflix.

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  • Filme

    Diretor confirma que O Esquadrão Suicida será para maiores

    2 de janeiro de 2021 /

    O diretor James Gunn confirmou que “O Esquadrão Suicida” será lançado com classificação etária “R”, o equivalente americano a “proibido para menores”. A confirmação aconteceu numa resposta do cineasta a um fã pelo Twitter. Seguindo a linha dos filmes de super-heróis “Deadpool”, “Logan”, “Coringa” e “Aves de Rapina”, o filme deve conter muita violência e palavrões. Com a classificação “R”, o filme também busca se diferenciar do primeiro “Esquadrão Suicida”, que foi classificado como “PG-13” (para maiores de 13 anos). Gunn já havia sugerido anteriormente que o filme “não era nada contido” e afirmado que a série derivada do longa, “Peacemaker (sobre o vilão Pacificador), seria para maiores. Embora os filmes de super-heróis para maiores tenham se tornado mais comuns desde “Deadpool”, o sucesso da série “The Boys” também pode ter facilitado a decisão da Warner. Soma-se a isso, o lançamento simultâneo em streaming (que não está sujeito às restrições etárias cinema) nos EUA. “O Esquadrão Suicida” tem estreia prevista para em 6 de agosto, tanto nos cinemas quando na plataforma HBO Max, que nesta data já pode estar disponível no Brasil – o plano da WarnerMedia visa um lançamento no segundo trimestre na América Latina.

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  • Etc

    Hollywood registra recorde de diretoras femininas em 2020

    2 de janeiro de 2021 /

    Mulheres dirigiram mais filmes que nunca em 2020 nos EUA. Ao todo, 16 das 100 produções de maior bilheteria do ano passado tiveram diretoras femininas, indicou um estudo da Universidade de San Diego repercutido pela revista Variety neste sábado (2/1). Embora pequena, a porcentagem de 16% é a maior já registrada pelo estudo, que é realizado anualmente há mais de duas décadas. Em 2019, mulheres dirigiram 12% dos filmes mais lucrativos do ano, e em 2018 foram só 4%. Os coordenadores do estudo na Universidade de San Diego apontaram que o resultado foi atingido mesmo com o adiamento de vários títulos importantes com direção feminina, como “Eternos” (de Chloé Zhao) e “Viúva Negra” (de Cate Shortland”), para 2021. Mas apesar do crescimento da participação de diretoras em Hollywood, outras áreas da produção cinematográfica continuam sem muita representação feminina. As mulheres ainda respondem por apenas 28% dos produtores, 21% das produtores executivos, 18% das editores, 12% dos roteiristas e 3% dos diretores de fotografia no cinema americano em 2020. A maioria desses índices se manteve inalterado desde o ano passado, mas alguns números até piorou consideravelmente, como o das roteiristas, que caiu 8% entre 2019 e 2020, e o das editoras, que diminuiu 5%.

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