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    Sebastião Salgado lança campanha contra extermínio indígena por covid-19 com apoio da O2 Filmes

    2 de maio de 2020 /

    A O2 Filmes realizou um vídeo em apoio a uma campanha do fotógrafo Sebastião Salgado para que os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário brasileiros intervenham e evitem um extermínio indígena por conta da pandemia do novo coronavírus. Produzido pelo cineasta Fernando Meirelles (“Dois Papas”), o vídeo tem narração do premiado fotógrafo e é ilustrado por fotos que ele tirou ao longo dos sete anos em que conviveu com os povos da Amazônia, além de incluir os rostos de alguns apoiadores famosos. A campanha busca assinaturas numa petição que já conta com mais de 6 mil signatários, incluindo algumas personalidades nacionais e internacionais, como Paul McCartney, Madonna, Chico Buarque, Brad Pitt, Richard Gere, Meryl Streep, Glenn Close, Sylvester Stallone, Sting, João Carlos Martins, Caetano Veloso e os cineastas Oliver Stone, Pedro Almodóvar, Alfonso Cuarón, Alejandro G. Iñárritu e, claro, Fernando Meirelles. A lista também traz os nomes do escritor Mario Vargas Llosa, da modelo brasileira Gisele Bündchen, da apresentadora e empresária americana Oprah Winfrey, do príncipe Albert de Mônaco, do cientista brasileiro Carlos Nobre e muitos outros. “Os povos indígenas do Brasil enfrentam uma ameaça extrema à sua própria sobrevivência devido à pandemia de coronavírus. Há cinco séculos atrás, esses grupos étnicos foram dizimados por doenças trazidas pelos colonizadores europeus. Desde então, sucessivas crises epidemiológicas mataram a maioria de suas populações. Agora, com esse novo flagelo se espalhando rapidamente por todo o Brasil, povos indígenas, como aqueles que vivem isolados na Bacia Amazônica, podem ser completamente eliminados, uma vez que não têm defesa contra o Coronavírus. Sua situação é duplamente crítica, porque os territórios reconhecidos para o uso exclusivo dos povos indígenas estão sendo invadidos por atividades ilegais de garimpeiros, madeireiros e grileiros”, alerta o fotógrafo na petição. “Esses povos indígenas fazem parte da extraordinária história de nossa espécie. Seu desaparecimento seria uma grande tragédia para o Brasil e uma imensa perda para a humanidade. Não há tempo a perder”, completa o texto da campanha, assinado por Salgado e sua esposa, Lélia Wanick Salgado. Para completar a mensagem, o vídeo produzido por Meirelles pede: “pressione o governo”, além de pedir para que a campanha seja compartilhada. O endereço da petição é este aqui), e a iniciativa também tem uma página no Instagram: 2020 Indígenas. Salgado, Meirelles e a O2 Filmes já tinham trabalhado juntos anteriormente num vídeo sobre a Amazônia concebido para eventos da Cúpula do Clima, da ONU, em setembro passado.

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  • Filme

    Próximo papel de Adam Driver será como líder da Revolução Cubana

    2 de maio de 2020 /

    O ator Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) vai estrelar o próximo filme de Jeff Nichols (“Amor Bandido”). Será a segunda parceria dos dois, após a sci-fi “Destino Especial” de 2016. Intitulado “Yankee Comandante”, o filme vai contar a história de um líder americano da revolução cubana. Baseado numa reportagem da revista The New Yorker, a história acompanha duas pessoas que subiram ao posto de el comandante das tropas castristas. Um deles era Che Guevara. O outro foi William Alexander Morgan (papel de Driver), um americano de Ohio, EUA, que ajudou a assegurar a vitória de Fidel Castro. A produção deve ser independente – ainda não há estúdio envolvido. E, além de dirigir, Nichols também assina o roteiro. As filmagens de “Yankee Comandante” só devem começar em 2021, após o fim da crise sanitária causada pela pandemia do novo coronavírus. Não há previsão para a estreia.

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  • Filme

    Diretor de Aquaman e roteirista de John Wick farão sci-fi distópica

    2 de maio de 2020 /

    O diretor e produtor James Wan, responsável pela franquia “Invocação do Mal” e “Aquaman”, juntou-se a Derek Kolstad, roteirista da trilogia “John Wick”, para realizar um longa de ficção científica com temática distópica. Intitulado “Hunting Season”, a trama se passa no futuro, quando subversivos são enviados ao passado para servirem de caça e entreter aristocratas. Mas quando um membro da classe privilegiada é condenado ao mesmo destino, o sistema começa a ser questionado. Apesar da trama estar sendo comparada à sci-fi “O Sobrevivente” (1987), trata-se de uma adaptação do livro homônimo de Frank M. Robinson (1926-2014), lançado em 1951 nos EUA. Robinson também é autor da obra que inspirou o clássico filme de desastre “Inferno na Torre” (1974), além de ter sido o escritor dos discursos do político assassinado Harvey Milk, tema de um longa de 2008, que rendeu um Oscar a Sean Penn. Wan vai produzir o filme por meio de sua empresa, a Atomic Monster, mas não deve dirigir. Até o momento, não foi confirmado quem será o diretor oficial do longa. “Hunting Season” também não teve sua data de estreia definida.

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  • Etc,  Filme

    John Lafia (1957 – 2020)

    2 de maio de 2020 /

    O cineasta John Lafia, que co-escreveu o filme de terror “Brinquedo Assassino” em 1988 e dirigiu sua continuação de 1990, suicidou-se em Los Angeles, na quarta-feira passada (29/4). Ele tinha 63 anos. Lafia colaborou com o diretor Tom Holland e o co-roterista Don Mancini na história do filme original. Não apenas ajudou a criar um dos monstros mais famosos do terror moderno como também o batizou. Foi ele quem sugeriu o nome Chucky e criou a frase “Oi, eu sou Chucky, quer brincar?”. “Brinquedo Assassino” foi um dos grandes campeões de bilheteria de 1988 e recebeu um prêmio Saturn de Melhor Filme de Terror do ano. O criador de Chucky se formou em cinema e televisão pela UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles). Ele trabalhou no departamento de arte de “Fugitivos das Galáxias” (1983) e no cultuado “Repo Man: A Onda Punk” (1984), de Alex Cox, antes de progredir para roteiros e direção. A carreira de cineasta começou com “The Blue Iguana”, uma comédia de ação que ele escreveu e dirigiu em 1988, no mesmo ano de “Brinquedo Assassino” – e que teve première no Festival de Cannes. Mas o sucesso de seu terror eclipsou todo o resto. Ao coescrever e dirigir “Brinquedo Assassino 2”, que fãs e críticos consideram o melhor da franquia, consolidou sua identificação com o gênero. Os trabalhos que se seguiram foram episódios da série baseada no terror “A Hora do Pesadelo” e um filme de cachorro feroz, “Max: Fidelidade Assassina” (1993), que ele também escreveu e dirigiu. O fracasso nas bilheterias desse lançamento enterrou sua carreira cinematográfica. Nos 13 anos seguintes, ele ficou restrito a trabalhos televisivos, dirigindo episódios de “Babylon 5” e “The Dead Zone” (O Vidente, na TV aberta) e telefilmes de baixa qualidade, até o teledesastre “Fogo Mortal” (2006). Sem ser remunerado, ele decidiu realizar por conta própria um último projeto, “The Ballad of Frank and Cora”. Lafia escreveu, dirigiu, editou, produziu e ainda desenvolveu a trilha do filme, em parceria com o músico Bill Jones. Mas, com apenas 30 minutos, a ópera rock teve um lançamento limitadíssimo em vídeo em 2013 e nem mesmo o IMDb identifica o responsável pela obra. “The Ballad of Frank and Cora” foi a culminação de outro aspecto pouco conhecido de sua carreira. Lafia fez parte da cena musical underground de Los Angeles na década de 1980. Seu último registro artístico, por sinal, foi uma compilação de suas gravações, um álbum duplo chamado “John Lafia 1980-1985”, lançado em 2019. Ele também recebeu créditos pelo roteiro original de “Brinquedo Assassino” na produção do remake de 2019. Seu co-roteirista nos filmes de Chucky, Don Mancini, se disse arrasado ao saber da morte do antigo parceiro e amigo. “Estamos arrasados ​​ao saber da morte de nosso amigo John Lafia. Ele foi uma parte crucial da família ‘Chucky’ desde o início. Ele co-escreveu o roteiro original de ‘Brinquedo Assassino’, juntamente com o diretor Tom Holland e eu, e John dirigiu ‘Brinquedo Assassino 2’ – o filme favorito entre os fãs de ‘Chucky’. John era um artista incrivelmente generoso. Ele me deixou acompanhá-lo em todas as reuniões e observá-lo no set; ele me ensinou mais sobre cinema durante a produção daquele filme que vários semestres na escola de cinema. John também foi uma das pessoas mais naturalmente curiosas e constantemente criativas que eu já conheci, alguém que estava sempre tirando fotos e anotando idéias”, pronunciou-se Mancini, em comunicado divulgado pelos dois filhos de Lafia.

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  • Filme

    Paramount anuncia data de lançamento do próximo Transformers

    2 de maio de 2020 /

    A Paramount programou um novo filme da franquia “Transformers”. O estúdio incluiu uma produção dos brinquedos da Hasbro na atualização de seu calendário pós-pandemia, com data de lançamento marcada para 24 de junho de 2022. Entretanto, o estúdio não revelou que longa é esse. Atualmente, a Paramount trabalha em três filmes do universo dos robôs transformistas. Um deles se baseia na série animada “Beast Wars”, outro é continuação do derivado “Bumblebee” (2018) e ainda há uma terceiro longa animado. A produção baseada no universo “Beast Wars” tem roteiro de James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”) e mostra robôs que, em vez de carros, ganham formas de animais – como nos desenhos dos anos 1990. Por sua vez, a sequência de “Bumblebee” está sendo escrita pelo roteirista Joby Harold (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”). Mas o mais adiantado em sua produção é o longa animado, que já tem roteiro pronto, da dupla Andrew Barrer e Gabriel Ferrari (“Homem-Formiga”), e diretor definido: Josh Cooley (“Toy Story 4”). A trama funcionará como prólogo, contando uma história passada antes dos filmes exibidos entre 2007 e 2018. Com seis filmes lançados (incluindo “Bumblebee”), “Transformers” é uma das franquias mais lucrativas de Hollywood. Sua bilheteria acumulada ultrapassa os US$ 4 bilhões em todo o mundo. Por outro lado, também é (excluindo “Bumblebee”) uma das piores franquias de todos os tempos na avaliação da crítica.

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    Dinheiro que pode salvar indústria audivisual está bloqueado há 17 meses por Bolsonaro

    2 de maio de 2020 /

    Jair Bolsonaro já demonstrou claramente como gosta de governar: criando crises para causar paralisias setoriais. O caso mais dramático acontece na área da Cultura. Ao tomar posse em Brasília, ele transformou o MinC em Secretaria e a subordinou ao Ministério da Cidadania. Poucos meses depois, trocou tudo de novo, transformando a Cultura num apêndice do Ministério do Turismo. Só que “esqueceu” de completar totalmente a mudança, criando impasses no organograma que deixam a pasta numa espécie de limbo, dividida entre dois ministérios. Paralelamente, Bolsonaro também “esqueceu” de nomear representantes de comitês e agências, vetou renovações de leis de incentivo, impediu patrocínios de estatais e reduziu a importância do secretário especial da Cultura até transformá-lo num cargo figurativo e tapa-buraco. Aliados do presidente espalham nas redes sociais que a atual secretária, Regina Duarte, já estaria com os dias contados. Ela foi empossada sob ataques de bolsonaristas e, dois meses depois, ainda não terminou o processo de definir os novos chefes de fundações, museus, entidades, pastas, etc, devido a vetos daquele que teria lhe dado “carta branca”. Quando cair, quem assumir seu lugar provavelmente recomeçará todas as nomeações de novo, com nova “carta branca” de Bolsonaro. A repetição escancarada do método revela a tática de mudar tudo, o tempo todo, para que nada aconteça e ninguém faça coisa alguma. Esta paralisia por incompetência planejada tem acumulado uma fortuna nos cofres do governo. E ajudado a quebrar setores que Bolsonaro considera inimigos. Em crise desde antes da pandemia do novo coronavírus, graças à suspensão de fontes de verbas que dependiam de liberação estatal, a indústria audiovisual brasileira experimenta uma agonia sem precedentes. Enquanto isso, o governo deixa parado mais de R$ 700 milhões do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual), que deveriam ter sido liberados no começo de 2019. O método das demissões em série, desorganização estrutural e sabotagem assumida fizeram com que o governo Bolsonaro levasse 12 meses para viabilizar a criação do comitê responsável por formular editais e gerir o FSA. E mesmo formado há cinco meses, o comitê ainda não se reuniu uma vez sequer para deliberar sobre a verba – sua função primordial. Por conta disso, o dinheiro que poderia salvar a indústria audiovisual do país está bloqueado há 17 meses sob o caos criado propositalmente pelo governo Bolsonaro. Embora a secretaria da Cultura tenha sido transferida para o Ministério do Turismo, o comitê gestor do FSA ainda está ligado, em seu organograma, ao Ministério da Cidadania. Essa é uma das confusões propositais que impedem o andamento de muitas medidas. São propositais, porque o presidente não faz nada para colocar ordem na situação, apesar de apelos de representantes do setor e provavelmente da própria Regina Duarte. Mas não há pressa. Para manter tudo parado, Bolsonaro só avança para dar ré. Outro exemplo dessa estratégia de rodar parafuso espanado materializa-se na iniciativa de nomear para a Ancine pessoas que o mercado jamais pressionaria para que assumissem logo suas funções. Bolsonaro indicou em fevereiro um pastor, Edilásio Barra, o Tutuca, e a produtora de um festival evangélico, Veronica Blender, para duas de três vagas que estão abertas na diretoria da Ancine desde o ano passado. Nomes sem nenhuma representatividade, quase nulidades no mercado, e até agora nenhum dos dois foi sabatinado pelo Senado. A situação de Blender é até pior. Sua indicação sequer foi enviada para análise pelo Planalto. Com tanta inércia, o dinheiro do FSA continua aplicado e rendendo juros. Estes juros não podem ser revertidos diretamente em novos projetos. Eles são remetidos ao Tesouro Nacional. Como a taxa Condecine, que gera o montante do FSA, não deixou de ser cobrada, os mais de US$ 700 milhões declarados, relativos a taxação da indústria audiovisual em 2018, já dobraram e começam a triplicar. Os números totais não foram revelados. Mas o governo deve ter mais de US$ 1,5 bilhão da indústria audiovisual bloqueados, enquanto o setor quebra. Como o comitê gestor não formula editais nem providencia a gestão dessa verba, a Ancine resolveu formular sua própria política para o dinheiro, propondo emprestar à juros para cineastas e produtores. O dinheiro, que deveria servir como investimento em fomento, viraria assim instrumento bancário. Só que até esse desvio de objeto – pode chamar de acinte – precisaria de aval do comitê gestor… Enquanto isso, a indústria segue quebrando, porque subestima Bolsonaro. Muitos ainda acham que é possível argumentar com o governo do “e daí?”. Já deveria ser evidente que o FSA só será liberado por via judicial.

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    Sam Lloyd (1963 – 2020)

    2 de maio de 2020 /

    O ator Sam Lloyd, conhecido pela série de comédia médica “Scrubs”, morreu na noite de quinta-feira (30/4) em Los Angeles, aos 56 anos, de câncer. O ator ficou famoso como Ted Buckland, o advogado do hospital em que se passava “Scrubs”, coestrelando 95 episódios da série entre 2001 e 2009. O papel marcou tanto que ele o repetiu em mais três episódios de “Cougar Town”, de 2011 e 2012. Ajudou o fato de ambas as séries terem o mesmo roteirista-produtor, Bill Lawrence. Sua carreira, porém, começou uma década antes, em programas clássicos como “Night Court”, “Matlock”, “Mad About You” (Louco por Você, na TV aberta) e até “Seinfeld”. Ele também teve um papel recorrente em “Desperate Housewives” e, no cinema, participou das comédias “Flubber: Uma Invenção Desmiolada” (1997), com Robin Williams, e “Heróis Fora de Órbita” (1999), produção cultuadíssima que reuniu ainda Tim Allen, Sigourney Weaver e Alan Rickman. Entre seus últimos trabalhos estão episódios das séries “Modern Family” (Família Moderna) e “American Housewife” (Bela, Recatada e do Lar) exibidos no ano passado, um pouco antes do ator ser diagnosticado com câncer no pulmão e um tumor cerebral inoperável. O astro de “Scrubs”, Zach Braff, descreveu Lloyd como “um dos atores mais engraçados com quem já tive a alegria de contracenar” em seu Twitter. “Sam Lloyd me fez rir e sair do personagem toda vez que fizemos uma cena juntos. Ele não poderia ter sido um homem mais gentil. Vou sempre amar o tempo que tive com você, Sammy”, completou.

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  • Filme

    Filmes Esportivos baseados em Fatos Reais

    1 de maio de 2020 /

    O esporte e o cinema são duas das formas de entretenimento mais queridas. E quando eles se juntam, trazem momentos de emoção e lições de vida que podem ser utilizadas em várias áreas de nossas vidas. É por isso que muitos buscam esse gênero que é um dos preferidos e que traz grandes histórias que podem ser de superação ou perdas. E aqui trouxemos uma lista de dramas esportivos baseados em fatos reais. Prepare a pipoca e acompanhe conosco: Um Sonho Possível (The Blind Side, 2009) “Um Sonho Possível” não poderia ter um título nacional mais adequado. O filme conta a história de superação do jogador de futebol americano Michael Oher, interpretado por Quinton Aaron. Com uma mãe viciada, Michael vivia nas ruas e passava por grandes dificuldades. Uma noite, ele foi avistado por Leigh Anne Tuouhy, mãe de uma de suas colegas de classe. Comovida, ela o acolhe e inicia uma mudança na vida do rapaz, que com o tempo passou a jogar na liga Universitária e chegou até a NFL. Bastante rentável, esse filme rendeu a Sandra Bullock (“Oito Mulheres e um Segredo”) o Oscar de Melhor Atriz do ano. O Homem que Mudou o Jogo (Moneyball, 2011) Estrelado por Brad Pitt, “O Homem que mudou o Jogo” traz um recorte na vida de Billy Beane, gerente geral do time de beisebol Oakland Athletics e que utilizou o moneyball (baseado na ciência de dados) para ajudar sua equipe. Beane tinha um orçamento apertado, principalmente depois de várias derrotas e perdas de jogadores importantes. Com isso, ele decide recrutar jogadores que sejam mais baratos, mas que tenham grande potencial. Fazendo isso através de análises estatísticas, ele consegue um time bem rentável e que se tornou um dos mais importantes. Além de Pitt, o filme traz no elenco nomes importantes como Philip Seymour Hoffman (vencedor do Oscar por “Capote”) e Jonah Hill. Bem Vindo ao Jogo (Lucky You, 2007) Nem todo o esporte exige prática física, como o poker e o xadrez. Estes demandam apenas esforço mental, e por isso são chamados de esportes da mente. “Bem Vindo ao Jogo” faz parte daqueles filmes de poker que todo jogador deveria assistir, e os motivos não são poucos. Primeiramente, ele gira em torno de um dos torneios mais famosos do mundo. E embora se passe de maneira fictícia, traz alguns eventos que se baseiam em fatos reais, como o que ocorreu em 2003 durante o Evento Principal em Las Vegas. Na ocasião, 829 jogadores disputavam o prêmio e um novato conseguiu derrotar um veterano profissional. No filme, a cena é revivida através do personagem Jason Keyes (Evan Jones). Arremesso de Ouro (Million Dollar Arm, 2014) O agente esportivo J.B. Bernstein estava falindo quando resolveu ir para Índia para recrutar jovens que se tornariam os novos ídolos do beisebol. Para isso, criou um reality show que acabou chamando a atenção de mais de 38 jovens que se inscreveram na época. Produzido pela Disney, o filme traz alguns clichês de filmes de Hollywood e se destaca pela boa interpretação de Jon Hamm, Suraj Sharma e Madhur Mitall. A título de curiosidade, no reality original o vencedor ganhou a oportunidade de fazer um teste na Liga principal de Beisebol e um prêmio de 100 mil dólares. Rush, no limite da emoção (Rush, 2013) Os fãs da Fórmula 1 podem recordar um dos campeonatos mais acirrados da história, aquele que trouxe como personagens principais Niki Lauda e James Hunt ao maior duelo da história do campeonato. Interpretados nas telas por Daniel Brühl e James Hunt respectivamente, Rush intercala momentos de emoção e também de extrema rivalidade entre os pilotos. Aclamado pelo público, No Limite da Razão teve várias cenas rodadas em locações reais e também utilizou réplicas dos carros originais. Os atores principais também se prepararam bastante antes de incorporar dois ídolos da Fórmula 1, e Daniel Brühl (conhecido por sua seriedade em encarar seus papéis) chegou a ter aulas de corridas para entender melhor como funcionavam os carros. Heleno (2011) E é claro que nossa lista não estaria completa se não trouxéssemos um filme sobre futebol, uma grande paixão dos brasileiros. Um dos mais recentes, Heleno retrata a vida de Heleno de Freitas, o primeiro galã do futebol brasileiro. Com uma boa formação (ele era advogado), o jogador brilhava nos campos defendendo o do Botafogo de Futebol e Regatas e fazia muito sucesso também entre as mulheres. Boêmio, o artilheiro da Copa América de 1945 começou a viver um drama pessoal que traria consequências terríveis e o levaria a viver seus últimos dias em um sanatório. Rodrigo Santoro está em excelente forma nesta que é uma de suas melhores interpretações ao lado de “Abril Despedaçado” (2001) e “Bicho de Sete Cabeças” (2000). Além disso, vale destacar a excelente fotografia em preto e branco que traz um ar de melancolia sob os dias de glória de Heleno. Dirigido por José Henrique Fonseca, o filme foi baseado em “Nunca houve um homem como Heleno”, livro escrito por Marcos Eduardo Novaes.

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  • Série

    Queen Sono: Netflix renova sua primeira série africana para 2ª temporada

    1 de maio de 2020 /

    A Netflix renovou “Queen Sono”, sua primeira série original produzida na África. A produção é, especificamente, da África do Sul. Criação do cineasta Kagiso Lediga, a série é estrelada por Pearl Thusi (a Dayana Mampasi de “Quantico”), que vive o papel-título, uma espiã altamente treinada de uma agência governamental sul-africana, que assume sua missão mais perigosa enquanto enfrenta mudanças em sua vida pessoal. Pearl Thusi já tinha trabalhado em 2018 com o diretor e a produtora da série, Diprente Films, no romance “Mais uma Página” (Catching Feelings), também distribuído pela Netflix. Dorothy Ghettuba, responsável pelos lançamentos originais africanos da Netflix, disse em comunicado que “Queen Sono” “marcou o início de nossa jornada para apresentar ao mundo histórias emocionantes feitas na África”, além de representar uma visão “sem precedentes de uma protagonista feminina forte numa produção africana de TV”. “Na 1ª temporada, vimos coragem e glamour, força e vulnerabilidade, além do passado e do presente, convergindo para uma narrativa poderosa que explorou as complexidades e nuances da experiência africana. Kagiso Lediga e a equipe da Diprente apresentaram uma história convincente que ressoou com nossos telespectadores e mal podemos esperar para ver o que eles reservam para ‘Queen Sono’ na próxima temporada”, completou. A 2ª temporada levará a personagem a outros países africanos, numa trama que vai misturar busca pela verdade e desejo de vingança. Na esteira do sucesso da atração, a Netflix já planeja sua segunda série original sul-africana: “Blood & Water”, drama sobre jovens adultos ambientado na Cidade do Cabo. Mas vale destacar que “Queen Sono” emplacou apesar de não ter sido divulgada no Brasil. A plataforma não disponibilizou trailer nacional em sua página no YouTube. Se, por conta disso, você não conheceu a série, veja abaixo seu trailer internacional. A atração merece ser descoberta pelos fãs de thrillers de ação.

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  • Série

    Homecoming: Trailer da 2ª temporada apresenta novo mistério e personagem de Janelle Monáe

    1 de maio de 2020 /

    A Amazon divulgou o trailer completo da 2ª temporada de “Homecoming”, que destaca Janelle Monáe como nova protagonista e apresenta um mistério inédito. Na prévia, a personagem de Monáe acorda em uma canoa no meio de um lago, sem nenhuma memória de como chegou lá – ou mesmo de quem ela é. Aos poucos, ela vai descobrindo pedaços do quebra-cabeça de sua identidade, como fotos em trajes do exército, e que várias pessoas de sua unidade estão mortas. Paralelamente, cenas começam a revelar pesquisas científicas com produtos agrícolas, desenvolvidas com finalidade militar. Protagonista da 1ª temporada, Julia Roberts não voltará a aparecer nos novos episódios, mas ainda seguirá como produtora executiva da atração, ao lado de Sam Esmail (criador de “Mr. Robot”). Mas alguns membros do elenco original, como Stephan James e Hong Chau, ainda permanecem na série ao lado das novas adições, como Joan Cusack (“De Repente Uma Família”) e Chris Cooper (“Adoráveis Mulheres”). Janelle Monáe já tinha aparecido num episódio da antologia sci-fi “Electric Dreams”, da própria Amazon, mas a participação em “Homecoming” representa o primeiro papel fixo da cantora numa série, após se destacar no cinema em “Moonlight” e “Estrelas Além do Tempo” (ambos de 2016). A estreia está marcada para 22 de maio em streaming.

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  • Série

    Upload: Nova série do criador de Parks and Recreation estreia na Amazon

    1 de maio de 2020 /

    A Amazon lançou nesta sexta (1/5) a 1ª temporada de “Upload”, a primeira série de Greg Daniels desde o fim de “Parks and Recreation”. A série é uma espécie de “The Good Place” digital – e capitalista. A trama se passa no futuro, quando os seres humanos podem continuar existindo após a morte, por meio de um upload de suas consciências num céu virtual. Mas o negócio é caro e apenas os muito ricos conseguem um céu deluxe, com tudo o que poderiam sonhar, enquanto os remediados precisam se consolar com uma versão mais próxima do purgatório e os pobres nem sequer podem parcelar o ingresso no paraíso. O protagonista Nathan (vivido por Robbie Amell, o Nuclear da série “The Flash”) é apenas remediado, mas sua nova namorada é rica e fútil. Quando ele está para morrer, ela resolve lhe pagar um céu de luxo para poder continuar a vê-lo via realidade virtual. Ao ter a consciência enviada para esse local, Nathan passa a conviver com Nora (Andy Allo, de “A Escolha Perfeita 3”), funcionária responsável pelo atendimento ao cliente desse negócio. “Upload” segue os dois enquanto Nathan se acostuma com a vida longe de seus entes queridos, ao mesmo tempo em que Nora, ainda viva, luta para conciliar sua vida real e a virtual com o rapaz. A comédia, que contém várias críticas ao consumismo contemporâneo, ainda revela que pagar a entrada para o céu é apenas a primeira parcela de uma variedade infinita de compras que os clientes precisam fazer se quiserem aproveitar ao máximo as ofertas da pós-morte eterna. Greg Daniels, que desenvolveu a atração com Howard Klein, seu parceiro nas produções de “Parks and Recreation” e “The Office”, também assina a direção do primeiro episódio. “A Amazon é o lugar perfeito para ‘Upload'”, disse Daniels, no comunicado que apresentou a série. “Devido à sua forte equipe criativa e por ser uma empresa que poderia, na verdade, um dia sediar uma vida digital pós-morte. Se eu ficar bem com eles, estou esperando um grande desconto nos meus primeiros mil anos”, brincou o produtor. Veja abaixo o trailer e o pôster oficiais da produção, já disponível para os assinantes brasileiros do serviço Prime Video.

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  • Filme

    Estreia de John Wick 4 é adiada em um ano

    1 de maio de 2020 /

    A estreia de “John Wick 4” foi adiada em um ano, devido à pandemia do novo coronavírus. Originalmente previsto para 21 de maio de 2021, o filme agora só vai estrear em 27 de maio de 2022. A mudança significa um alívio para os fãs de Keanu Reeves, que temiam ter que escolher entre este filme e “Matrix 4”, programados para estrear no mesmo dia. Os mais entusiasmados, que pretendiam ver os dois, chegaram a batizar 21 de maio de 2021 de “Keanu Day” nas redes sociais. Por curiosidade, Chad Stahelski, o diretor de “John Wick 4”, revelou nesta semana que vai coordenar cenas de ação em “Matrix 4”. Ele e seu colega David Leitch, que dirigiram juntos o primeiro filme da nova franquia, trabalharam na trilogia original de “Matrix” como dublês, coordenadores de dublês e diretores de segunda unidade. “John Wick 4” ainda não começou a ser filmado. A produção aguarda o final dos trabalhos em “Matrix 4” para poder contar com Keanu, mas este filme teve as filmagens suspensas em seu começo, pela pandemia. De todo modo, o longa de Stahelski foi apenas uma das produções da Lionsgate a ter sua data de lançamento afetada pela pandemia do coronavírus. O estúdio anunciou ainda novas datas para “Espiral – O Legado de Jogos Mortais” e “Dupla Explosiva 2”, entre outros. Chama atenção o fato de que o primeiro lançamento programado para o estúdio vai acontecer em outubro deste ano. Confira as novas datas abaixo, lembrando que elas se referem às estreias nos Estados Unidos. “Fatale”: 30 de outubro de 2020 “Voyagers”: 25 de novembro de 2020 “The Devil’s Light”: 8 de janeiro de 2021 “Chaos Walking”: 22 de janeiro de 2021 “The Unbearable Weight of Massive Talent”: 19 de março de 2021 “The Asset”: 23 de abril de 2021 “Espiral”: 21 de maio de 2021 “Barb and Star Go to the Vista Del Mar”: 16 de julho de 2021 “Antebellum”: agosto de 2021 “Dupla Explosiva 2”: agosto de 2021 “American Underdog”: 10 de dezembro de 2021 “John Wick 4”: 27 de maio de 2022

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  • Série

    Insecure é renovada para 5ª temporada

    1 de maio de 2020 /

    A HBO renovou a série de comédia “Insecure” para sua 5ª temporada. O anúncio foi feito após a exibição de apenas três episódios da 4ª temporada do programa, que estreou em 12 de abril. Criada e estrelada por Issa Rae, a série acompanha como ela enfrenta racismo e outros problemas da vida real, enquanto tenta lidar com uma série interminável de experiências cotidianas desagradáveis. A produção adapta uma websérie (“The Misadventures of Awkward Black Girl”) anterior da atriz. “Estamos empolgados com o fato de Issa e toda a equipe de ‘Insecure’ voltarem a se reunir numa 5ª temporada”, disse Amy Gravitt, vice-presidente executiva de programação da HBO. “Suas histórias nos deixam sentir um pouco menos sozinhos no mundo”. A renovação reforça ainda mais os laços entre Rae e HBO. Além de “Insecure”, a artista também produz o humorístico “A Black Lady Sketch Show”, que foi renovado para a 2ª temporada, e está desenvolvendo duas novas séries: “Tre Cnt”, sobre luta livre profissional, em parceria com Dwayne Johnson, e “The Dolls”, sobre bonecas dos anos 1980, com Laura Dern.

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