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    Doctor Who: Próximo episódio vai mostrar primeira atriz brasileira na série

    27 de janeiro de 2020 /

    O próximo episódio de “Doctor Who” marcará a primeira participação de uma intérprete brasileira na série. A paulista Gabriela Toloi será vítima de um vírus alienígena em “Praxeus”, sexto capítulo da da 12ª temporada. Veja a prévia abaixo. A atriz confirmou a participação no Twitter, comemorando poder contar ao público: “Guardei segredo durante um ano, mas finalmente posso compartilhar com todos! Assistam a nova temporada de ‘Doctor Who’ pra verem minha versão alien! Também representando o Brasil! Sou a primeira atriz brasileira a fazer parte da série! Foi incrível, espero que todos gostem!” Toloi já tinha aparecido anteriormente na série brasileira “Psi”, da HBO. Em “Doctor Who” ela interpretará uma brasileira de férias no Peru, ao lado da melhor amiga. Por sinal, embora essa amiga, Gabriela, também fale português e até apareça com uma camiseta da seleção brasileira, a personagem não é interpretada por outra sul-americana, mas pela atriz portuguesa Joana Borja. O episódio inédito da sci-fi britânica vai ao ar no próximo domingo (2/2) no Reino Unido. Enquanto isso, a 12ª temporada de “Doctor Who” estreia na sexta (31/1) no Brasil, pela plataforma Globoplay. Guardei segredo durante um ano, mas finalmente posso compartilhar com todos! Assistam a nova temporada de Doctor Who pra verem minha versão alien! Também representando o Brasil! Sou a primeira atriz brasileira a fazer parte da série! Foi incrível, espero que todos gostem! https://t.co/7GNEFk7uur — Gabriela Toloi (@gabitoloi) January 26, 2020

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    Malu Mader é professora da Mônica em foto da nova adaptação dos quadrinhos

    27 de janeiro de 2020 /

    A produção de “Turma da Mônica: Lições” divulgou a primeira imagem da atriz Malu Mader no longa dirigido por Daniel Rezende. Ela interpreta a professora da Mônica na continuação do sucesso do ano passado. O segundo longa vai levar a Turma da Mônica para a escola e voltará a reunir o elenco de “Laços”, Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão). Assim como o anterior, a continuação também é baseada numa graphic novel dos irmãos Lu e Vitor Cafaggi. Em “Lições”, os quatro amigos esquecem de fazer as lições da escola e têm que encarar as consequências, que não são poucas. A nova jornada valorizará ainda mais a amizade desta turma. O elenco também volta a trazer Monica Iozzi, como Dona Luísa, e Paulo Vilhena, vivendo Seu Cebola. As filmagens tem previsão de durar até 11 de fevereiro na cidade de Poços de Caldas, em Minas Gerais, mas a data de estreia ainda não foi marcada.

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    Aves de Rapina ganha novo pôster e vídeo de bastidores de 7 minutos

    26 de janeiro de 2020 /

    A produção de “Aves de Rapina” ganhou novo pôster, para IMAX, e um vídeo de bastidores com mais de 7 minutos de duração. A prévia traz entrevistas com o elenco, o produtor e a diretora, comentando vários detalhes do filme, da coreografia de lutas ao figurino. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”), dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”) e com um longo título oficial, “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa” junta a Arlequina (vida por Margot Robbie) com novas “amiguinhas”: o grupo de heroínas conhecido como Aves de Rapina, formado por Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), Caçadora (vivida por Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Cassandra Cain (Ella Jay Basco, da série “Teachers”) e até a policial Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”) na versão do cinema. Na trama, elas se aliam para enfrentar os vilões Máscara Negra (Ewan McGregor, de “Christopher Robin”) e Victor Zsasz (Chris Messina, de “The Mindy Project”). A estreia está marcada para 6 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Os Órfãos vira segundo terror do ano considerado lixo pelo público americano

    26 de janeiro de 2020 /

    Críticas negativas não costumam espantar fãs de filmes de terror, gênero que sempre sofreu muito preconceito entre “especialistas” em cinema. Mas em 2020 o público está sendo tão duro quanto a crítica. Neste fim de semana, “Os Órfãos” (The Turning) virou o segundo terror de 2020 a receber classificação “F” no CinemaScore (pesquisa de opinião entre o público de cinema dos EUA). Trata-se da pior nota possível, raramente dada por quem pagou para ver o filme pesquisado. Entretanto, o terrível “F” marcou de forma infame o lançamento da Universal apenas três semanas após o reboot de “O Grito” receber a mesma praga do público. Ou seja, em apenas dois meses, dois filmes de terror foram considerados lixo completo pelos espectadores de cinema dos Estados Unidos. Para entender a dimensão dessa repulsa, é importante notar que nenhum filme tirou nota “F” durante todo o ano de 2019. Nem em 2018. Na verdade, o “F” não era pronunciado pelo público americano desde o divisivo “Mãe!”, de Darren Aronofsky, em 2017. “Mãe!”, ao menos, conseguiu agradar parte da crítica, obtendo 69% de aprovação no Rotten Tomatoes. No caso dos novos terrores, porém, a execração é unânime. “O Grito” teve apenas 16% de aprovação no Rotten Tomatoes. E “Os Órfãos” conseguiu se sair pior, com 13%. Ambos são histórias batidíssimas, que consagram a falta de criatividade dos produtores de Hollywood. A história de “O Grito” é tão manjada que a produção já é a segunda versão americana levada às telas neste século. E olha que o “original” do cinema japonês também era refilmagem de outra produção, um telefilme do mesmo diretor, Takashi Shimizu. Para resumir: foi a quarta vez que a mesma história chegou às telas desde 2000. Isto, porém, é risível perto da quantidade de vezes que a história de “Os Órfãos” já foi filmada. O filme de Floria Sigismondi (“Runaways – Garotas do Rock”) é uma adaptação do clássico do terror gótico americano “A Volta do Parafuso”, de Henry James, uma das histórias de fantasmas mais conhecidas e filmadas de todos os tempos. A obra já rendeu um clássico absoluto, “Os Inocentes” (1961), com Deborah Kerr, e tem até versão brasileira, “Através da Sombra” (2015), de Walter Lima Jr. Para não falar que a iniciativa foi motivada por falta de versão recente na língua inglesa, a BBC produziu uma versão com Michelle Dockery em 2009. Considerando a unanimidade conquistada, “Os Órfãos” deve ser a pior adaptação de todas. Mas o longa em que Mackenzie Davis (“Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”) é aterrorizada por Finn Wolfhard (o Mike de “Stranger Things”) e Brooklynn Prince (a revelação de “Projeto Flórida”) pode perder esse título em breve. Como se não bastasse, em agosto será lançada uma versão neozelandesa da mesma história e a Netflix pretende usá-la como base da 2ª temporada de “A Maldição da Residência Hill”. A estreia de “Os Órfãos” no Brasil está marcada para quinta-feira (30/1), enquanto “O Grito” se dispõe a ser xingado em português a partir de 13 de fevereiro.

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    Bilheterias: Bad Boys para Sempre mantém liderança pela segunda semana nos EUA

    26 de janeiro de 2020 /

    “Bad Boys para Sempre” manteve a liderança das bilheterias da América do Norte, após arrecadar US$ 34 milhões em seu segundo fim de semana em cartaz nos EUA e Canadá. O filme chegou a US$ 120,6 milhões no mercado doméstico e já soma US$ 215,6 milhões em todo o mundo. Embora ainda não tenha coberto suas despesas de produção (US$ 90 milhões), o longa estrelado por Will Smith e Martin Lawrence vai chegar em mais países nesta semana, inclusive no Brasil, onde estreia na próxima quinta (30/1). A certeza de lucro é tão grande que a Sony já começou a desenvolver mais um filme da franquia iniciada em 1995. A campanha vitoriosa na temporada de premiações continua a impulsionar as bilheterias de “1917”, que recuperou o 2º lugar, empurrando “Dolittle” para baixo. Com as conquistas deste fim de semana, especificamente o DGA Award (prêmio do Sindicato dos Diretores) e o ASC Award (prêmio do Sindicato dos Diretores de Fotografia), o filme de Sam Mendes se tornou favoritíssimo ao Oscar 2020. Tanta consagração – que incluiu o PGA Award (prêmio do Sindicato dos Produtores), o Globo de Ouro e o Critics Choice de Melhor Direção – , tem despertado a curiosidade do público, que está lotando as sessões do longa distribuído pela Universal. Com isso, “1917” superou os US$ 100 milhões no mercado doméstico e os US$ 200 milhões em todo o mundo. Por coincidência, os valores de custo e arrecadação de “1917 são muito parecidos com os de “Bad Boys para Sempre”. Mas o drama de guerra está a mais tempo nos cinemas e tende a ter carreira mais longeva, graças ao burburinho em torno do Oscar. Primeiro fracasso milionário do ano, “Dolittle” caiu para o 3º lugar em sua segunda semana de exibição. O filme que custou US$ 175 milhões para ser produzido – sem considerar despesas de P&A (cópias e publicidade) – atingiu, ao todo, US$ 44 milhões na América do Norte e US$ 91 milhões no mundo. Com isso, o “melhor” lançamento da semana abriu apenas em 4º lugar. “Magnatas do Crime” (The Gentleman), que marca a volta do cineasta inglês Guy Ritchie (do blockbuster “Aladdin”) ao ciclo criminal do começo de sua carreira, faturou US$ 11 milhões em seus primeiros três dias de exibição nos EUA e Canadá, chegando a US$ 33,5 milhões na soma mundial. Apesar do elenco repleto de astros famosos (Matthew McConaughey, Charlie Hunnam, Michelle Dockery, Colin Farrell e Hugh Grant), foi uma produção barata, orçada em US$ 18,4 milhões, e não corre risco de prejuízo. Vale destacar que a crítica aprovou sua estreia, com média de 72% no Rotten Tomatoes. Mas ainda não há previsão para a exibição no Brasil. A segunda novidade do ranking, por outro lado, foi amplamente execrada. “Os Órfãos” (The Turning) afundou em 7º lugar, com US$ 7,3 milhões nas bilheterias, 17% no Rotten Tomatoes e a segunda nota “F” do ano no CinemaScore (pesquisa de opinião entre o público de cinema dos EUA). Curiosamente, o primeiro “F” de 2020 foi para outro terror: o reboot de “O Grito”. Assim como “O Grito”, “Os Órfãos” também é uma história batida de terror. Trata-se da enésima versão do clássico do terror gótico americano “A Volta do Parafuso”, de Henry James, uma das histórias de fantasmas mais conhecidas e filmadas de todos os tempos – tem até versão brasileira: “Através da Sombra” (2015). E, considerando a unanimidade conquistada, trata-se provavelmente da pior adaptação de todas. Siga este link para saber mais sobre a repulsa causada por “Os Órfãos no público americano. A estreia no Brasil está marcada para quinta-feira (30/1). Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Bad Boys para Sempre Fim de semana: US$ 34M Total EUA e Canadá: US$ 120,6M Total Mundo: US$ 215,6M 2. 1917 Fim de semana: US$ 5,8M Total EUA e Canadá: US$ 103,8M Total Mundo: US$ 200,4M 3. Dolittle Fim de semana: US$ 12,5M Total EUA e Canadá: US$ 44,6M Total Mundo: US$ 91M 4. Magnatas do Crime Fim de semana: US$ 11M Total EUA e Canadá: US$ 11M Total Mundo: US$ 33,5M 5. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 7,9M Total EUA e Canadá: US$ 283,4M Total Mundo: US$ 737,4M 6. Os Órfãos Fim de semana: US$ 7,3M Total EUA e Canadá: US$ 7,3M Total Mundo: US$ 8,1M 7. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 5,1M Total EUA e Canadá: US$ 501,5M Total Mundo: US$ 1B 8. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 93,7M Total Mundo: US$ US$ 146,7M 9. Luta por Justiça Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 27M Total Mundo: US$ 30,4M 10. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA e Canadá: US$ 151,8M Total Mundo: US$ 283,3M  

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    ASC Awards: Roger Deakins vence prêmio do Sindicato dos Diretores de Fotografia por 1917

    26 de janeiro de 2020 /

    O Sindicato dos Diretores de Fotografia dos EUA, conhecido pela sigla ASC, consagrou o veterano Roger Deakins por seu trabalho em “1917”, em evento realizado na noite de sábado (25/1), em Los Angeles. Segunda parceria premiada de Deakins com o diretor Sam Mendes (que trabalharam juntos em “007: Operação Skyfall”, vencedor do ASC Award de 2013), a direção de fotografia de “1917” era favorita ao prêmio, pelo virtuosismo das câmeras, que enfrentam correrias e o terreno acidentado para retratar o filme inteiro como uma longa tomada contínua – o que é especialmente difícil em filmagens feitas ao ar livre. Foi o quinto prêmio do Sindicato dos Diretores de Fotografia conquistado por Deakins, que já tem até um ASC Award especial pelas realizações da carreira, recebido em 2011. Apesar de só contar com um Oscar, por “Blade Runner 2049” (2017), deve incluir uma segunda estatueta da Academia entre seus troféus neste ano. Por sinal, enquanto Deakins comemorava sua vitória, seu parceiro Sam Mendes venceu o troféu do Sindicato dos Diretores (DGA), apontando “1917” como o filme a ser batido no Oscar 2020. Outros prêmios de cinematografia foram para “Honeyland”, na categoria de Documentário, e “O Farol”, com o troféu Spotlight, dedicado a obras com exibição limitada. Veja a lista completa dos vencedores do ASC Awards 2020 abaixo. MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA – 1917 – Roger Deakins Ford vs. Ferrari – Phedon Papamichael O Irlandês – Rodrigo Prieto Era Uma Vez em… Hollywood – Robert Richardson Coringa – Lawrence Sher PRÊMIO SPOTLIGHT – O Farol – Jarin Blaschke Honey Boy – Natasha Braier Monos – Jasper Wolf MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA EM DOCUMENTÁRIO – Honeyland – Fejmi Daut e Samir Ljuma Anthropocene: The Human Epoch Obscuro Barroco MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA EM SÉRIE PREMIUM – The Handmaid’s Tale – Episódio “Night” – Colin Watkinson The Marvelous Mrs. Maisel – Episódio “Simone” Das Boot – Episódio “Gegen die Zeit” Carnival Row – Episódio “Grieve No More” Titãs – Episódio “Dick Grayson” MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA EM SÉRIE – Project Blue Book – Episódio “The Flatwoods Monster” – Kim Miles Legion – Episódio “Chapter 20” Legion – Episódio “Chapter 23” Vikings – Episódio “Hell” Gotham – Episódio “Ace Chemicals” MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA EM MINISSÉRIE, TELEFILME OU PILOTO DE SÉRIE – The Terror: Infamy – Episódio “A Sparrow in a Swallow’s Nest” – John Conroy The Rook – Episódio “Chapter 1” Doom Patrol – Episódio “Pilot” Catch-22 – Episódio “Episode 5” The Twilight Zone – Episódio “Blurryman”

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    DGA Awards: Sam Mendes vence prêmio do Sindicato dos Diretores por 1917

    26 de janeiro de 2020 /

    O Sindicato dos Diretores dos EUA, conhecido pela sigla DGA, premiou Sam Mendes como Melhor Diretor do ano por “1917”. A cerimônia, realizada na noite de sábado (25/1) em Los Angeles, aumentou o favoritismo do filme de guerra no Oscar. Os vencedores do prêmio sindical também costumam levar o Oscar da categoria. Foi o que aconteceu, por exemplo, com os mexicanos Guillermo del Toro e Alfonso Cuarón nos dois últimos anos. O DGA Awards ainda premiou Alma Har’el como Melhor Diretora Estreante por “Honey Boy” – a cinebiografia do ator Shia LaBeouf – , refletindo o aumento de cineastas femininas com trabalhos de qualidade em Hollywood. Ela não foi a única mulher premiada. Nicole Kassel também recebeu um prêmio por “Watchmen”, como diretora de “It´s Summer, and We’re Running Out of Ice”, o primeiro da série, superando dois diretores de “Game of Thrones”. Nas categorias televisivas, Johan Renck, por “Chernobyl”, e o ator Bill Hader, por “Barry”, também saíram vencedores da cerimônia. Confira a lista de vencedores e indicados abaixo. Melhor Direção em Longa-Metragem – Sam Mendes, por 1917 Bong Joon Ho, por Parasita Martin Scorsese, por O Irlandês Quentin Tarantino, por Era Uma Vez Em… Hollywood Taika Waititi, por Jojo Rabbit Melhor Direção em Filme de Estreia – Alma Har’el, por Honey Boy Mati Diop, por Atlantique Melina Matsoukas, por Queen & Slim Tyler Nilson e Michael Schwartz, por The Peanut Butter Falcon Joe Talbot, por The Last Black Man in San Francisco Melhor Direção em Documentário – Steven Bognar e Julia Reichert, por Indústria Americana Feras Fayyad, por The Cave Alex Holmes, por Maiden Ljubomir Stefanov e Tamara Kotevska, por Honeyland Nanfu Wang e Jialing Zhang, por One Child Nation Melhor Direção em Minissérie ou Telefilme – Johan Renck, por Chernobyl Ava Duvernay, por Olhos Que Condenam Vince Gilligan, por El Camino: A Breaking Bad Movie Thomas Kail, por “Nowadays” (Fosse/Verdon) Minkie Spiro, por “All I Care About is Love” (Fosse/Verdon) Jessica Yu, por “Glory” (Fosse/Verdon) Melhor Direção em Série de Drama – Nicole Kassell por Watchmen – Episódio: “It’s Summer and We’re Running Out of Ice” Mark Mylod por Succession – Episódio: “This Is Not For Tears” David Nutter por Game of Thrones – Episódio: “The Last of the Starks” Miguel Sapochnik por Game of Thrones – Episódio: “The Long Night” Stephen Williams por Watchmen – Episódio: “This Extraordinary Being” Melhor Direção em Série de Comédia – Bill Hader por Barry – Episódio: “ronny/lily” Dan Attias por The Marvelous Mrs. Maisel – Episódio: “It’s the Sixties, Man!” David Mandel por Veep – Episódio: “Veep” Amy Sherman Palladino por The Marvelous Mrs. Maisel – Episódio: “It’s Comedy or Cabbage” Daniel Palladino por The Marvelous Mrs. Maisel – Episódio: “Marvelous Radio”

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    Annie Awards: Klaus, Perdi Meu Corpo e Netflix dominam “Oscar da Animação”

    26 de janeiro de 2020 /

    O Annie Awards, premiação considerada uma espécie de “Oscar da animação”, surpreendeu expectativas com a vitória avassaladora de “Klaus”, produção natalina da Netflix, que venceu todos os sete troféus a que concorria na noite de sábado (25/1), incluindo Melhor Filme Animado do ano. O personagem-título de “Klaus” é um misterioso carpinteiro que vive sozinho em uma casa cheia de brinquedos feitos à mão. Vendo a facilidade do velho para fabricar brinquedos, o carteiro Jesper se propõe a distribuir suas criações às crianças da cidade, causando uma revolução da pequena Smeerensburg, cidade fria e triste em que os vizinhos não se falam. O filme marcou a estreia na direção do espanhol Sergio Pablos, que é o autor da história original de “Meu Malvado Favorito” (2010) e chegou a trabalhar em “Rio” (2011). Produtora de “Klaus”, a Netflix dominou a premiação, vencendo ao todo 19 categorias, incluindo Melhor Filme Independente com o francês “Perdi Meu Corpo”, que também venceu as categorias de Roteiro e Música, e Melhor Série Animada com “BoJack Horseman”. Outras atrações da plataforma que conquistaram troféus foram as séries “Love, Death & Robots”, “Carmen Sandiego” e a precocemente cancelada “Tuca & Bertie”. Outros destaques do Annie 2020 foram “Mickey Mouse”, como Melhor Série Animada Infantil, “Frozen 2”, que levou os prêmios de Melhor Dublagem em Filme Animado (Josh Gad como Olaf), e “Vingadores: Ultimato”, que ficou com o troféu de Melhor Animação de Personagens em Filme Live-Action. “Klaus” e “Perdi Meu Corpo” também vão disputar o Oscar 2020 com “Toy Story 4” (Disney/Pixar), “Como Treinar o Seu Dragão: O Mundo Secreto” (DreamWorks Animation) e “Link Perdido” (Laika).

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    Goya 2020: Dor e Glória é o grande vencedor do “Oscar espanhol”

    26 de janeiro de 2020 /

    “Dor e Glória” foi o grande vencedor dos prêmios Goya, a mais importante distinção do cinema espanhol. O novo longa de Pedro Almodóvar venceu ao todo sete estatuetas na cerimônia realizada na noite de sábado (26/1), incluindo Melhor Filme. O próprio Almodóvar levou para casa dois troféus, de Melhor Direção e Roteiro Original, enquanto Antonio Banderas conquistou o prêmio de Melhor Ator. Banderas também disputa o Oscar de Melhor Ator, enquanto “Dor e Glória” está indicado na categoria de Melhor Filme Internacional na premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. O “Oscar espanhol”, por sua vez, também concentrou troféus em “Mientras Dure la Guerra”, de Alejandro Amenábar, que conquistou 5 categorias, entre elas Melhor Ator Coadjuvante para Eduard Fernández. Os prêmios internacionais foram para o francês “Os Miseráveis”, considerado o Melhor Filme Europeu, e o argentino “A Odisséia dos Tontos”, Melhor Filme Ibero-Americano.

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    Diretora de A Despedida tem reunião com a Marvel

    26 de janeiro de 2020 /

    A diretora Lulu Wang, da aclamada comédia “A Despedida” (The Farewell), um dos melhores filmes de 2019 que não tem previsão para chegar aos cinemas brasileiros, teve uma reunião com a Marvel Studios para discutir um novo projeto. “Sendo bem honesta, acho que eu não poderia ter dito isso!”, ela acrescentou, ao falar sobre o encontro com Kevin Feige ao site da revista The Hollywood Reporter. O projeto ficou em segredo, mas, considerando que “Capitã Marvel 2” entrou oficialmente em desenvolvimento há pouco tempo, é uma boa aposta. No começo da semana, a Marvel contratou Megan McDonnell, roteirista da vindoura série “WandaVision”, para escrever a história da continuação do filme estrelado por Brie Larson. De acordo com a apuração do próprio THR, o casal Anna Boden e Ryan Fleck, que co-escreveram e dirigiram o longa original, não voltarão para a sequência e Marvel estaria buscando uma cineasta feminina para assumir a direção, visando um possível lançamento em 2022.

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    Diretor de Deadpool 2 vai filmar versão de cinema da série clássica Kung Fu

    26 de janeiro de 2020 /

    A Universal contratou o diretor David Leitch, responsável pelos sucessos “Velozes e Furiosos: Hobbs & Show” e “Deadpool 2”, para comandar uma versão cinematográfica da série clássica “Kung Fu”. A série original, criada por Ed Spielman, trazia David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acabava vagando pelo Velho Oeste americano do século 19. Durou ao todo três temporadas, entre 1972 e 1975, mas Carradine realizou um revival nos anos 1990, passado nos dias atuais e intitulado “Kung Fu: The Legend Continues”, que rendeu mais quatro temporadas. Não há qualquer informação sobre como será a nova versão, mas o anúncio pode significar que o projeto de série que retomaria a franquia, desenvolvido pelo produtor Greg Berlanti (criador do Arrowverso), foi recusado na rede The CW. Berlanti estava desenvolvendo um piloto passado nos dias atuais e protagonizado por uma mulher, em parceria com Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”).

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    Série UnReal vai ganhar versão brasileira

    25 de janeiro de 2020 /

    A série “UnReal”, que aborda os bastidores de um reality show de namoro, vai ganhar remake brasileiro. A A+E Networks International vendeu os direitos da série para produtora Floresta Produções (“Lady Night”, “Shark Tank Brasil”), que pretende desenvolver uma versão nacional para a Sony. O acordo marca a primeira venda de scripts da A+E na América Latina. “UnReal” durou quatro temporadas e acompanhava os bastidores de um reality show de relacionamentos ao estilo de “The Bachelor”, revelando as manipulações dos produtores em busca de audiência, que geralmente deixam muitos efeitos colaterais. O elenco era encabeçado por Shiri Appleby e Constance Zimmer como as produtoras principais do programa. Criada por Marti Noxon e Sarah Gertrude Shapiro em 2015, “UnReal” foi um grande sucesso de crítica em sua 1ª temporada, recebendo duas indicações ao Emmy – inclusive de melhor atriz coadjuvante para Constance Zimmer. Entretanto, disputas internas entre as duas criadoras causaram grande fricção na 2ª temporada. A decisão de Noxon de se afastar resultou numa temporada polêmica, com tramas de puro sensacionalismo. Assim, a credibilidade conseguida foi colocada em cheque. Para complicar mais, o canal adiou a estreia da 3ª temporada em quase dois anos, criando um hiato grande o suficiente para o público esquecer da atração, o que fez com que a audiência desabasse. Para completar a auto-sabotagem, a 4ª temporada foi licenciada para a plataforma Hulu, que decidiu lançar o material inteiro de uma vez, apenas três meses após a exibição do terceiro ano na TV paga. A Lifetime, que ainda não tinha exibido o quarto ano, resolveu, então, desistir da série.

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    Personagens de Mulan ganham coleção de pôsteres

    25 de janeiro de 2020 /

    A Disney divulgou um coleção de pôsteres nacionais dos personagens de sua versão live-action de “Mulan”. As imagens destacam Liu Yifei (“O Reino Perdido”) no papel-título, além de Yoson An (“Máquinas Mortais”) como Chen, Donnie Yen (“Rogue One”) como o comandante Tung, Jet Li (“Os Mercenários”) como o Imperador da China, Jason Scott Lee (“Dragão: A História de Bruce Lee”) como o vilão Bori Khan e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”) como a vilã Xian Lang. A direção é da neozelandesa Niki Caro (da série “Anne with an E”), primeira mulher a comandar um versão live-action das fábulas da Disney, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), “Dumbo” e “Aladdin” (2019) terem sido dirigidos por homens. A estreia está prevista para 26 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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