PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Crise nas Infinitas Terras surpreende ao juntar os universos televisivo e cinematográfico da DC

    15 de janeiro de 2020 /

    Alerta de spoiler agudo. O final de “Crise nas Infinitas Terras”, megacrossover do Arrowverso, exibido na noite de terça-feira (14/1) nos EUA, surpreendeu o público com o encontro de dois Flash: o herói da série “The Flash”, vivido por Grant Gustin, e sua versão de cinema, vista no filme “Liga da Justiça” e interpretado por Ezra Miller. Foi a primeira vez que os universos televisivo e cinematográfico da DC Comics se encontraram. A participação surpresa de Ezra Miller foi mantida em segredo pelos produtores e só foi descoberta pelos telespectadores no momento da exibição. Com o público ainda de boca aberta, Grant Gustin compartilhou fotos de bastidores desse encontro histórico em seu Instagram. Em 12 horas, mais de 1,3 milhão de pessoas curtiram as imagens. Veja abaixo. O desfecho de “Crise nas Infinitas Terras” teve várias outras citações às infinitas versões dos super-heróis da DC, além de incluir uma aparição especial de Marv Wolfman, o escritor da “Crise nas Infinitas Terras” nos quadrinhos. Mas o detalhe mais divertido ficou para a cena final. Juntando-se em homenagem a Oliver Queen, os heróis resolvem manter uma sede secreta para se reunir sempre que fosse necessário enfrentar uma nova crise de proporções infinitas. Seria a criação da Liga da Justiça? Não exatamente. Ao mostrar o exterior, o lugar se revela a Sala da Justiça da animação clássica “Superamigos” – com direito à trilha do desenho e referência ao macaco Gleek, dos Super-Gêmeos, para reforçar a conexão. Desta vez com impacto duradouro no Arrowverso, a saga de cinco episódios culminou na morte de Oliver Queen e acomodou as infinitas Terras numa única Terra – ou seja, “Supergirl” e “Raio Negro” agora fazem parte do mesmo universo de “The Flash”, “Legends of Tomorrow” e “Batwoman”. Infelizmente, o crossover será exibido incompleto na TV brasileira pelo canal pago Warner. Isto porque o canal não tem direito à série “Batwoman” – que será lançada no mercado internacional junto da plataforma HBO Max – e só vai exibir quatro dos cinco episódios. Claro que isso deixará os telespectadores confusos (não bastasse a própria história ter uma narrativa incoerente), além de eliminar a aparição do Batman do Futuro em outra participação histórica – a primeira vez que o dublador oficial dos desenhos de Batman, Kevin Conroy, viveu o personagem. A estreia está prevista para o próximo domingo (19/1). Ver essa foto no Instagram How about that? Ezra is one of a kind. So glad we could make this happen and keep it a secret until today. Thank you to @dccomics. Uma publicação compartilhada por Grant Gustin (@grantgust) em 14 de Jan, 2020 às 8:26 PST

    Leia mais
  • Filme

    Boneco do Mal 2: Katie Holmes enfrenta terror de plástico no trailer legendado da continuação

    15 de janeiro de 2020 /

    A Galeria Distribuidora divulgou a versão legendada do trailer de “Brahms: Boneco do Mal 2” (Brahms: The Boy II), segundo filme do boneco assassino que não é Chucky nem Annabelle, mas também rendeu pegadinha do Programa Sílvio Santos. Escrito e dirigido pelos responsáveis pelo filme original de 2016, respectivamente o roteirista Stacey Menear e o diretor William Brent Bell, o novo filme troca a história de babá de boneco sinistro por uma trama de família assombrada pelo terror de plástico. Desta vez, Katie Holmes (“Batman Begins”) muda-se com a família para uma mansão afastada, onde seu filho, que já tem tendências violentas, encontra o boneco do título, que ele passa a tratar como um menino real. O elenco também inclui Owain Yeoman (“Emergence”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e o menino Christopher Convery (“Gotham”). A estreia está marcada para 5 de março no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Série

    Amazon confirma série baseada em Jack Reacher

    15 de janeiro de 2020 /

    A Amazon oficializou a produção da série “Jack Reacher”, baseada nos livros de Lee Child (pseudônimo de James D. Grant), que já rendeu dois filmes estrelados por Tom Cruise. A adaptação está a cargo de Nick Santora (criador de “Scorpion”) e também conta com a participação do cineasta Christopher McQuarrie, que dirigiu os filmes de 2012 e 2016, como produtor. A 1ª temporada será baseada no primeiro livro de Reacher, “Dinheiro Sujo” (The Killing Floor), publicado em 1997, introduzindo o personagem como ele foi criado na literatura. Vale lembrar que os longas estrelados por Cruise adaptaram o 9º e o 18º livros da franquia. E descontentaram os leitores devido à baixa estatura do ator, que não combina com a descrição do personagem. Outro ator será agora escalado no papel, e o escritor garantiu que a produção escolherá um intérprete mais alto e encorpado. A série está sendo desenvolvida pela Skydance e a Paramount, que já foram bem-sucedidas ao relançar outra franquia literária que derrapava nos cinemas e renasceu com sucesso como uma série da Amazon: “Jack Ryan”.

    Leia mais
  • Série

    Homeland: Série retoma premissa original no trailer da última temporada

    15 de janeiro de 2020 /

    O canal pago Showtime divulgou um novo trailer da 8ª e última temporada de “Homeland”. A prévia leva Carrie Mathison (Claire Danes) de volta ao Afeganistão, numa missão final para a CIA, enquanto a trama sofre uma reviravolta para retomar a premissa original da 1ª temporada, sobre a existência de um agente inimigo infiltrado. Desta vez, porém, a suspeita é a própria protagonista, após meses de aprisionamento na Rússia. Desde que foi lançada em 2011, “Homeland” venceu cinco Globos de Ouro e oito Emmys. A estreia dos episódios finais foi marcada para 9 fevereiro, dois anos após a 7ª temporada. A demora se deve a complicações no agendamento de gravações internacionais, mais especificamente às locação no Marrocos, que faz as vezes de Afeganistão na trama da produção. A série faz parte da programação do canal pago FX no Brasil.

    Leia mais
  • Série

    Superman & Lois vira a mais nova série do Arrowverso

    15 de janeiro de 2020 /

    A rede The CW anunciou a produção de uma nova série do Arrowverso, “Superman & Lois”. A atração teve sua 1ª temporada aprovada sem piloto, numa iniciativa rara do canal, que costuma aprovar novas produções apenas após avaliar seus pilotos. A série vai trazer os atores Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais, e a atriz postou uma mensagem em seu Instagram dizendo que os dois estavam “surtando” com a notícia. Veja abaixo. O casal já tinha aparecido como Superman e Lois Lane em “Supergirl” e em crossovers do Arrowverso. O mais recente, “Crise nas Infinitas Terras”, encerrou-se na noite de terça (14/1) nos EUA. Em outubro, quando o projeto veio à tona, Tyler Hoechlin escreveu nas redes sociais que “não poderia pedir por uma parceira melhor do que Elizabeth Tulloch em tudo isso”. E acrescentou: “Todas as pessoas por trás das câmeras se importam tanto com os personagens, suas vidas e todas as partes que vamos discutir na série. Me traz grande conforto saber que vão nos colocar no caminho certo. Obrigado a todos que disseram, ‘Sim’ para esse projeto (Warner, DC, CW). Não vamos decepcionar. Será uma grande aventura. Mal posso esperar para começar a trabalhar!” Segundo a sinopse oficial, a série “segue o super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. A premissa, portanto, inclui o bebê do casal, que foi introduzido em “Supergirl” durante a primeira parte de “Crise nas Infinitas Terras”. A paternidade de Superman chegou a ser explorada no filme “Superman – O Retorno” (2006), mas era um tema inédito na TV. “Superman & Lois” será a primeira série protagonizada por Superman em mais de 20 anos – desde “Lois & Clark: As Novas Aventuras de Superman” (1993-1997) – , lembrando que “Smallville” era centrada em Clark Kent, o herói conhecido como “Borrão” (Blur). Na época, os produtores foram proibidos de chamar o super-herói de Superman por imposição da divisão de cinema da Warner. Tyler Hoechlin e Tom Welling, o intérprete do “Borrão”, chegaram a dividir uma cena de “Crise nas Infinitas Terras”, que mostrou o que aconteceu com Clark e Lois após o final da série clássica. A nova atração do Arrowverso faz parte do acordo milionário do produtor Greg Berlanti com a Warner – ele produz todas as séries de super-heróis da CW e boa parte das atrações da plataforma DC Universe – e pode vir acompanhada de mais uma adaptação de quadrinhos, centrada na filha do Arqueiro Verde. Este projeto teve piloto produzido, que será exibido como episódio normal de “Arrow” na próxima semana, mas ainda não teve sua produção oficializada. Além de “Superman & Lois”, a CW também anunciou ter aprovado – sem piloto – a 1ª temporada do remake de “Walker Texas Ranger” (conhecida no Brasil como “Chuck Norris: Homem da Lei”), que trará Jared Padalecki (o Sam de “Supernatural”) no papel do xerife imortalizado por Chuck Norris nos anos 1990. Ver essa foto no Instagram So grateful to @gberlanti, Warner Brothers, DC Comics, CW et al for believing in us. Straight to series! I’m with @tylerhoechlin right now and we are freaking out! 🎉🎉🎉 Uma publicação compartilhada por Elizabeth Tulloch (@bitsietulloch) em 14 de Jan, 2020 às 12:41 PST

    Leia mais
  • Série

    Jared Padalecki é oficializado como “Chuck Norris” em remake de Walker, Texas Ranger

    15 de janeiro de 2020 /

    A rede americana The CW anunciou que vai continuar sua relação com o ator Jared Padalecki após o fim de “Supernatural”. O intérprete de Sam Winchester vai deixar de caçar monstros para ir atrás de criminosos, como protagonista do remake/reboot de “Walker, Texas Ranger”, série dos anos 1990 estrelada por Chuck Norris – que foi exibida no Brasil com o nome do astro original em seu título, “Chuck Norris: Homem da Lei”. Numa iniciativa rara do canal, a série foi aprovada sem que um piloto fosse produzido. A ideia por trás da aprovação precoce é se adiantar aos concorrentes para montar rapidamente uma equipe de roteiristas e encaminhar logo as gravações dos episódios. Assim, a CW pretende ter uma prévia disponível já para maio, quando apresentará sua nova programação para os anunciantes. Em nove temporadas (entre 1993 e 2001), a “Walker, Texas Ranger” original acompanhou o veterano Cordell Walker (Norris), um Texas Ranger que acreditava nos próprios instintos e lidava com os malfeitores à moda antiga. A nova versão trará Padalecki como o mesmo Cordell Walker, que, entretanto, não será mais tão veterano – Chuck Norris tinha 53 anos no começo da série, Padalecki está com 37. Na sinopse divulgada, Walker volta para sua cidade natal após servir na força policial de elite do Texas. Pai viúvo de dois filhos, ele chega em sua casa em Austin depois de dois anos trabalhando infiltrado em um caso de alta prioridade, e acaba descobrindo que tem muito mais o que fazer em sua comunidade. O remake/reboot tem roteiro de Anna Fricke (criadora de outro remake, “Being Human”), com produção executiva do próprio Padalecki e Dan Lin (“Lethal Weapon”), e está sendo desenvolvido pelo estúdio CBS. A rede The CW é uma joint venture da Warner e da CBS e sempre encomenda produções das duas empresas. Além de “Walker, Texas Ranger”, o canal comandado por Mark Pedowitz também anunciou a produção – sem piloto – de “Superman & Lois”, nova série do Arrowverse com produção da WBTV (Warner Bros Television). Padalecki, que é texano de verdade, ainda pode ser visto nos últimos episódios de “Supernatural”, que vai se encerrar nos próximos meses nos Estados Unidos. A série faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Wagner Moura diz que Marighella não consegue estrear no Brasil por censura do governo

    14 de janeiro de 2020 /

    O ator Wagner Moura (“Tropa de Elite”) declarou que não consegue lançar seu primeiro filme como diretor no Brasil devido à censura do governo federal. Em entrevista para a coluna de Leonardo Sakamoto, ele usou explicitamente a palavra “censura” e falou em “perseguição política” para abordar o cancelamento da estreia de “Marighella” e a dificuldade enfrentada para colocar o filme em cartaz. “Como grande empresa, a [produtora] O2 não pode chegar e dizer que a Ancine censurou o filme. Mas eu posso. Sustento o que já disse. É uma censura diferente, mas é censura, que usa instrumentos burocráticos para dificultar produções das quais o governo discorda. Não há uma ordem transparente por parte do governo para que isso aconteça, no entanto já vimos Bolsonaro publicamente dizer que a cultura precisa de um filtro. E esse filtro seria feito pela Ancine”. O longa chegaria aos cinemas em novembro de 2019, mas a estreia foi cancelada após a produtora O2 ter dois pedidos de suplementação de verba negados pela Ancine. Segundo Moura, um processo era de redimensionamento de orçamento e outro de ressarcimento de recursos do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual) para cobrir a extensão do orçamento. Segundo Moura, os trâmites, que eram comuns em projetos culturais, passaram a enfrentar dificuldades burocráticas adicionais após a eleição de Bolsonaro. Ele revela que até outro filme da O2, o documentário “O Sentido da Vida”, está sendo usado como desculpa para trancar a verba que poderia ser usada na distribuição do filme. A Ancine alega que a O2 deve esse lançamento. “O atraso na conclusão desse filme ocorreu apenas em novembro de 2019, enquanto a negativa do pedido relativo ao ‘Marighella’ veio em agosto. Ou seja, uma coisa não tem nada a ver com a outra”. De acordo com ele, a forma que o governo escolheu para censurar produções artísticas foi “aparelhar” instituições. “Quando a Ancine é aparelhada pelo bolsonarismo, qualquer pedido com relação a um filme como o Marighella será negado”, afirmou. “Depois que a Ancine negou os pedidos feitos pela O2, o cancelamento da estreia foi comemorado pelos filhos de Bolsonaro nas redes sociais”, apontou. “Bolsonaro já gastou tempo para detonar o filme e a mim. Quando o presidente de um país se declara pessoalmente contra uma obra cultural específica e um setor específico, não dá para não dizer que não é perseguição política”. Moura disse ainda que está procurando apoiadores na iniciativa privada para lançar a produção, embora tenha a “esperança de que a Ancine honre o compromisso, uma vez que já havíamos sido contemplados pelo fundo”. Para completar, Moura também comentou a indicação da situação do cinema brasileiro sob Bolsonaro e a indicação do documentário “Democracia em Vertigem” ao Oscar 2020. “No ano em que investiram na destruição do nosso cinema, ‘Bacurau’ e ‘A Vida Invisível’ ganharam prêmios em Cannes e, agora, ‘Democracia em Vertigem’ foi indicado ao Oscar. Duvido que qualquer um desses filmes conseguisse financiamento através da Ancine hoje”. “Marighella” teve sua première mundial há quase um ano, no Festival de Berlim, sob aplausos. O filme narra os últimos anos da vida do guerrilheiro baiano Carlos Marighella, entre 1964 e 1969, quando ele morreu em uma emboscada por policiais na época da ditadura militar. Protagonizado por Seu Jorge, o elenco conta com Adriana Esteves, Humberto Carrão e Bruno Gagliasso.

    Leia mais
  • Filme

    Stephen King polemiza ao defender “qualidade” sobre diversidade no Oscar

    14 de janeiro de 2020 /

    O escritor Stephen King causou polêmica nas redes sociais ao decidir opinar sobre o que muitos chamam de “mimimi” da diversidade no Oscar 2020. Neste ano, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA voltou a sofrer críticas por indicar poucos atores de “cor” (negros, latinos, asiáticos, etc) e poucas mulheres em áreas de maior impacto criativo. “Como um escritor, eu posso ser indicado em apenas três categorias: Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado, e Melhor Roteiro Original. Para mim, o problema da diversidade – da forma que se aplica aos atores e diretores individualmente – não surgiu. Dito isto, eu nunca consideraria a diversidade quando o assunto é arte. Somente a qualidade. Para mim, fazer o contrário é errado”, ele escreveu. O post dividiu opiniões. Angie Thomas, autora do livro “O Ódio Que Você Semeia”, foi uma das milhares de questionou o colega de profissão. “E quem determina o que é qualidade?”, ela ponderou. Outra seguidora escreveu: “Com todo respeito, eu acho que isso é injusto. Quando filmes criados por pessoas de cor são constantemente ignorados por instituições que são predominantemente formadas por homens brancos, há uma parcialidade explícita.” “Como sua fã, é doloroso ler isso vindo de você. Isso implica que diversidade e qualidade não podem ser simultâneas. Estes não são conceitos separados. Qualidade está em todo lugar, mas a maioria das indústrias só acredita na qualidade de uma parcela da população”, questionou outra. A escritora brasileira Bel Rodrigues também se manifestou, obtendo quase 5 mil curtidas em sua mensagem: “É fácil considerar só a qualidade quando você consegue se ver em todos os trabalhos de arte que existem.” Diante da reação, King resolveu mudar a abordagem, esquecendo o posicionamento conservador anterior e partindo para uma visão de mundo liberal. “A coisa mais importante que podemos fazer como artistas e pessoas criativas é garantir que todos tenham as mesmas chances, independentemente de sexo, cor ou orientação sexual”, escreveu o autor. “Neste momento, estas pessoas estão muito mal representadas, e não apenas nas artes. Ninguém consegue ganhar prêmios se estiver excluído do jogo”, completou Stephen King, sem sugerir soluções. Uma dessas soluções, quem diria, é fazer exatamente aquilo que ele considerava “errado” no tuíte anterior: chamar atenção para a injustiça social de indicações que priorizam obras de homens brancos aos trabalhos artísticos dos demais segmentos da sociedade, tão bons quanto e muitas vezes melhores que os das classes privilegiadas. Conservadores não gostam disso, porque afeta os privilégios de que usufruem, como homens e/ou brancos. Neste ano, Lupita Nyong’o (em “Nós”) e Awkwafina (“A Despedida”) deram shows de interpretações e foram totalmente ignoradas pela Academia, assim como os diretores de seus filmes, respectivamente Jordan Peele e Lulu Wang, porque não têm a cor da qualidade. Já Martin Scorsese fez um longa que, mesmo com 3h30 e a ambição de cobrir décadas da história dos EUA, dá voz apenas a homens brancos. Com essa visão preconceituosa de mundo, “O Irlandês” recebeu 10 indicações ao Oscar!

    Leia mais
  • Filme

    Eternos: Sinopse oficial do novo filme da Marvel referencia Vingadores: Ultimato

    14 de janeiro de 2020 /

    A Marvel divulgou a sinopse oficial do filme “Eternos”, que cita ‘Vingadores: Ultimato’ e, apesar de bastante vaga, confirma que o enredo vai se concentrar na luta entre os personagens do título e seus rivais dos quadrinhos, os Deviantes. “‘Os Eternos’ apresenta um empolgante novo time de super-heróis no Universo Cinematográfico da Marvel, alienígenas antigos que viveram em segredo na Terra por milhares de anos. Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, uma tragédia inesperada faz com que eles saiam das sombras e se reúnam contra os inimigos mais antigos da humanidade, os Deviantes”, diz o texto. “O elenco incrível inclui Richard Madden (‘Game of Thrones’) como o todo-poderoso Ikaris, Gemma Chan (‘Capitã Marvel’) como a amante da humanidade Sersi, Kumail Nanjiani (‘Silicon Valley’) como o cosmicamente poderoso Kingo, Lauren Ridloff (‘The Walking Dead’) como a super-rápida Makkari, Brian Tyree Henry (‘Brinquedo Assassino’) como o inteligente inventor Phastos, Salma Hayak (‘Dupla Explosiva’) como a líder sábia e espiritual Ajak, Lia McHugh (‘American Woman’) como a eternamente jovem Sprite, Don Lee (‘Invasão Zumbi’) como o poderoso Gilgamesh, Barry Keoghan (‘Dunkirk’) como o indiferente Druig, e Angelina Jolie (‘Malévola: Dona do Mal’) como a implacável guerreira Thena. Kit Harrington (‘Game of Thrones’) foi escalado como Dane Whitman”, completa a sinopse, sem mencionar que Whitman é mais conhecido como o super-herói Cavaleiro Negro. Nos quadrinhos, os Eternos são uma raça de super-humanos, surgidos como um desdobramento da evolução que criou a vida inteligente na Terra. Concebidos pelos alienígenas Celestiais, eram destinados a ser defensores da Terra. Mas algo deu errado, a ponto da experiência gerar ninguém menos que Thanos, que é um desses seres geneticamente evoluídos. A citação da sinopse a “Vingadores: Ultimato” pode ser justamente uma referência à Thanos. Toda essa história veio da mente febril do mestre Jack Kirby em sua volta à Marvel em 1976, e compartilha algumas semelhanças com os Novos Deuses, que ele próprio criou na DC Comics, alguns anos antes. A trajetória original dos personagens ficou sem fim, graças às vendas fracas e uma briga definitiva de Kirby com a editora. Por conta disso, os roteiristas Roy Thomas e Mark Gruenwald tentaram juntar as pontas soltas ao incluir os personagens num arco de Thor, que deveria encerrar a trama. Entretanto, foi preciso que Neil Gaiman (criador de “American Gods”) retomasse os personagens numa minissérie de 2006 para tudo fazer sentido. O filme será dirigido pela chinesa Chloé Zhao, que nasceu em Pequim, passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “Domando o Destino” (The Rider, 2017), ambos exibidos no Festival de Cannes e premiados no circuito internacional. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner colocar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina, atualmente em pós-produção. A estreia de “Eternos” está marcada para 29 de novembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Série

    Atriz de Counterpart entra na série de O Senhor dos Anéis, que oficializa seu elenco central

    14 de janeiro de 2020 /

    A série de “O Senhor dos Anéis”, da Amazon, teve seu elenco anunciado oficialmente nesta terça (14/1) durante o painel da plataforma no evento semestral da TCA (“Associação dos Críticos de TV dos EUA). A principal novidade da lista foi a inclusão de Nazanin Boniadi, estrela da série “Counterpart”. Os demais integrantes do elenco são Robert Aramayo (“Game of Thrones”), Morfydd Clark (“His Dark Materials”), Markella Kavenagh (da minissérie “Picnic at Hanging Rock”), Joseph Mawle (também de “Game of Thrones”), Maxim Baldry (“Years and Years”), Ema Horvath (“A Forca: Ato II”) Owain Arthur (“A Confession”), Tom Budge (“A Proposta”), Ismael Cruz Córdova (“The Mandalorian”), Tyroe Muhafidin (“Caravan”), Megan Richards (“Wanderlust”), Dylan Smith (“Into the Badlands”), Charlie Vickers (“Medici: Masters of Florence”), Daniel Weyman (“A Very English Scandal”) e da atriz de teatro Sophia Nomvete. “Depois de uma extensa procura global, nós estamos encantados por finalmente revelar o primeiro grupo de atores brilhantes que farão parte de ‘O Senhor dos Anéis’, da Amazon. Estes excepcionalmente talentosos homens e mulheres são mais do que nossos atores: são os novos membros de uma família criativa que sempre se expande e que, agora, está trabalhando incansavelmente para dar vida à Terra Média para fãs e públicos do mundo todo”, disseram os produtores J. D. Payne e Patrick McKay, em comunicado. Apesar do anúncio, os personagens desses intérpretes não foram abordados. Sabe-se que Morfydd Clark interpretará uma versão mais jovem de Galadriel, elfa vivida por Cate Blanchett na trilogia cinematográfica do cineasta Peter Jackson. Além disso, Robert Aramayo dará vida ao herói da história, batizado como Beldor, e Joseph Mawle será o vilão, chamado de Oren. A história da série se passará durante a “Segunda Era” da Terra Média – ou seja, antes dos eventos da trilogia de J. R. R. Tolkien, que contou as aventuras de Frodo, Gandalf e Aragorn. O cronograma das gravações, que vão acontecer na Nova Zelândia como nos filmes de Jackson, ainda não foi divulgado.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Tudum: Lana Condor e Noah Centineo vêm a São Paulo para a “Comic Con da Netflix”

    14 de janeiro de 2020 /

    A Netflix anunciou que Lana Condor e Noah Centineo, casal de “Para Todos os Garotos que já Amei”, virá a São Paulo na semana que vem para participar do Tudum Festival Netflix. Com isso, o evento ganha cara de uma Comic Con em miniatura. Em sua apresentação oficial, o Tudum foi definido como uma reunião de “experiências” e “ativações” para os fãs das produções do serviço streaming. Para quem não fala o idioma marketês, isso significa uma espécie de parque temático da Netflix, que vai oferecer “experiências” como gravar um funk como o MC Doni no estúdio de “Sintonia”, tomar um milkshake no Corner Cafe, como a Lara Jean de “Para Todos os Garotos que Já Amei”, e dar uma espiadinha no futuro num Tarot inspirado em “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Não deixa de ser uma espécie de estande vitaminado de Comic Con transformado em evento. Mas o que seria uma Comic Con sem o palco para os convidados internacionais, apenas a parte “Experience”, mudou de patamar com a vinda dos dois astros. Condor e Centineo vêm divulgar a continuação de “Para Todos os Garotos que Já Amei”, em que Lara Jean (Condor) e Peter (Centineo) não fingem mais ser um casal, eles são um casal. Intitulada “Para Todos os Garotos: P.S. Eu Ainda Amo Você”, a sequência vai estrear no serviço de streaming no dia 12 de fevereiro. Não está claro se a vinda do casal será a única atração internacional do evento ou se este é apenas o primeiro anúncio de convidados especiais. Vale lembrar que esse projeto é uma iniciativa de marketing e será totalmente gratuito, diferente da Comic Con Experience, onde o público precisa pagar para assistir à publicidade – painéis de divulgação que revelam trailers, vídeos, pôsteres, datas de estreia, etc. Pra quem não se ligou, o nome Tudum vem do som que acompanha o logotipo da Netflix, exibido na abertura das atrações da plataforma – que a gente aqui acha que soa como “tuduuum”. Além das atrações citadas, a programação promete “experiências” baseadas nas séries “Sex Education”, “Stranger Things”, “Big Mouth”, “Atypical”, “Você” (You) e “The End of the F***ing World”, além do filminho “A Barraca do Beijo” e as atrações brasileiras “Modo Avião” e “Whindersson Nunes: Adulto”. O evento gratuito acontece entre os dias 25 (feriado de aniversário de São Paulo) e 28 de janeiro no Pavilhão da Bienal no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Mas para comparecer ao evento, os interessados devem se cadastrar com seu CPF no site oficial do Tudum. Outro detalhe importante: menores de 16 anos deverão comparecer acompanhados por um responsável. Para Todos os Festivais Que Já Amei PS: Agora Eu Tenho O Meu. O @noahcent e a @lanacondor estão vindo me visitar na Bienal em SP no #TudumNetflix. O festival vai rolar entre os dias 25 e 28 de janeiro e é gratuito. Passa no link da bio pra garantir o seu ingresso. <3 pic.twitter.com/1olJKR6Owo — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) January 14, 2020

    Leia mais
  • Série

    Você: Psicopata romântico da Netflix vai atacar novamente na 3ª temporada

    14 de janeiro de 2020 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Você”, série estrelada por Penn Badgley, para a 3ª temporada. O anúncio foi feito nas redes sociais da plataforma. A produção traz Badgley como um homem que se insere de maneira obsessiva nas vidas das mulheres pelas quais se apaixona. A trama é inspirada na coleção literária de Caroline Kepnes, que por enquanto tem apenas dois volumes. A 2ª temporada adaptou, justamente, a história de “Corpos Ocultos” – lançado no mês passado no Brasil. Kepnes está atualmente escrevendo o terceiro volume. Enquanto a 1ª temporada foi uma coprodução entre a Netflix e o canal pago americano Lifetime, o serviço de streaming assumiu sozinho os episódios da 2ª e agora também da 3ª temporada. A adaptação tem produção de Greg Berlanti (criador de todas as séries da DC Comics do canal CW) e Sera Gamble (criadora de “The Magicians”), e os novos episódios deverão ser disponibilizados no começo de 2021 em streaming. #Você está renovada pra terceira temporada. #Você mesmo. — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) January 14, 2020

    Leia mais
  • Etc

    Diretor francês é preso após denúncia de abuso da atriz Adele Haenel

    14 de janeiro de 2020 /

    O diretor francês Christophe Ruggia foi preso nesta terça-feira (14/1), após investigações das denúncias de abuso sexual feitas por Adele Haenel, uma das principais atrizes da nova geração do cinema do país, atualmente em cartaz no Brasil com o filme “Retrato de uma Mulher em Chamas”. O advogado de Ruggia, Jean-Pierre Versini-Campinchi, nega qualquer má conduta do cineasta. Originalmente, Haenel tinha feito a denúncia numa entrevista, mas o caso ganhou grande repercussão e ela se viu pressionada por vários artistas e até integrantes do próprio governo da França a prestar queixa criminal. A vencedora do César (o Oscar francês) de Melhor Atriz por “Amor à Primeira Briga” (2014) disse ter decidido acusar o diretor em público depois de ver o documentário “Deixando Neverland”, da HBO, com acusações similares sobre Michael Jackson. Mas acreditava que “a justiça ignora” as vítimas em sua situação. Após Nicole Belloubet, ministra da Justiça, prometer que isso não ocorreria, porque os tempos mudaram, Haenel formalizou sua denúncia três semanas depois junto à polícia de Paris. Na extensa reportagem do site de jornalismo investigativo Mediapart, publicada em novembro passado, a atriz afirmou que Ruggia começou a assediá-la quando ela foi escalada em seu primeiro filme, “Les Diables” (2002), que ele dirigiu. Haenel disse que os avanços ocorreram em várias ocasiões, desde seus 12 anos e continuaram até ela completar 15 anos. A publicação também obteve documentos que corroboram a acusação da atriz, que hoje tem 31 anos, incluindo cartas de amor enviadas pelo cineasta à então menor de idade. Assim que o caso veio à tona, Ruggia foi expulso das Société des Réalisteurs de Films (SRT), espécie de sindicato dos cineastas franceses, que criou e organiza a famosa mostra Quinzena dos Realizadores, uma das seções paralelas de maior prestígio do Festival de Cannes. Foi a primeira vez em 50 anos de história que a associação expulsou um de seus membros. A prisão de Ruggia aconteceu dias depois de procuradores franceses iniciarem outra investigação de alegações de abuso de uma adolescente que provocou ondas de choque nos círculos culturais do país. Em um livro publicado neste mês, Vanessa Springora, hoje com 47 anos e chefe da prestigiosa editora francesa Julliard, alegou ter sofrido abuso sexual de Gabriel Matzneff, um autor proeminente de 83 anos, quando tinha 14 anos.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie