Sergio Moro abre inquérito contra vídeo que encena rapto de sua filha para soltar Lula
O ministro da Justiça Sergio Moro pediu nesta quarta (4/9) a abertura de um inquérito na Polícia Federal sobre os responsáveis por um curta-metragem de ficção, exibido no YouTube, no qual sequestradores raptam sua filha e exigem a libertação de Lula para soltá-la. Intitulado “Operação Lula Livre”, o vídeo de 15 minutos foi postado em 20 de agosto no canal Cactus Intactus, no YouTube. Após a repercussão, o canal tirou o conteúdo do ar. Mas a descrição dizia o seguinte: “Troca de reféns era artifício empregado pelos heróis da resistência à ditadura, com o propósito de resgatar combatentes da democracia dos porões da repressão nos anos 1970″. Os autores poderão ser processados por ameaça e apologia ao crime. Além disso, o vídeo se enquadra na temática de “discurso de ódio” que levou o YouTube a banir milhares de canais de seu portal.
Bacurau ganha capa da revista francesa Cahiers du Cinéma
O filme “Bacurau” ilustra a capa da edição de setembro da “Cahiers du Cinéma”, conceituada revista francesa de cinema e mais conhecida publicação voltada a filmes de arte em todo o mundo. A revista traz uma entrevista com os diretores Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, e também um dossiê de 20 páginas sobre a situação do cinema brasileiro atual. Ilustrando a foto de capa, há uma chamada para “O Brasil de Bolsonaro”. Outros entrevistados da publicação incluem Fellipe Barbosa (“Gabriel e a Montanha”), Eryk Rocha (“Cinema Novo”), Marco Dutra (“As Boas Maneiras”), Camila Freitas (“Chão”) e Guto Parente (“Inferninho”). A Cahiers tem feito muito elogios sobre a qualidade do cinema feito no Brasil, considerando a atual geração de cineastas como a melhor do cinema brasileiro desde os movimentos do Cinema Novo e os chamados “marginais”. Ao mesmo tempo, lamenta que eles também precisem enfrentar o governo, em vez de receber apoio para levar sua arte ao resto do mundo. Um dos filmes brasileiros mais premiados do ano, “Bacurau” foi reconhecido nos festivais de Munique, de Lima e pelo importante Prêmio do Júri do Festival de Cannes. A trama, passada numa comunidade nordestina que desaparece dos mapas, promove uma mistura de gêneros que envolve o espectador numa trama misteriosa/metáfora de resistência estrelada por Sonia Braga (“Aquarius”), Barbara Colen (idem), Karine Teles (“Benzinho”) e pelo alemão Udo Kier (do clássico “Suspiria”), entre outros. Apesar da distribuição limitada a apenas 250 cinemas em todo o país, o longa arrecadou mais de R$ 1,5 milhão em seu fim de semana de estreia.
Grace and Frankie vira série mais longeva da Netflix e é cancelada
A Netflix anunciou mais uma renovação/cancelamento. A série de comédia “Grace and Frankie” vai chegar à sua 7ª temporada, que também será a última. A notícia foi postada nas redes sociais da plataforma. A renovação torna “Grace and Frankie” a mais longa série do catálogo original do serviço de streaming, completando 94 episódios. Com isso, vai superar “Orange Is the New Black”, que até então detinha o recorde da Netflix. Ambas chegaram ao mesmo número de temporadas, mas a comédia estrelada por Jane Fonda e Lily Tomlin terá três episódios a mais, graças à decisão de produzir uma season finale maior – com 16 capítulos, em vez dos tradicionais 13 episódios anuais. Fonda e Tomlin comentaram o paradoxo da renovação/cancelamento em comunicado. “Estamos deliciadas e de coração quebrado ao saber que Grace and Frankie vai voltar para a sua sétima temporada, mas também que será a última”, diz o texto. “Estamos gratas que a nossa série tenha sido capaz de lidar com assuntos que realmente se conectaram com espectadores da nossa geração. E seus filhos. E também, incrivelmente, os filhos dos filhos deles!”, continuaram. “Vamos sentir falta dessas duas velhinhas, Grace e Frankie, tanto quanto os seus fãs, mas continuaremos trabalhando por aí. Já duramos mais do que muita coisa — só esperamos que não precisemos durar mais do que o planeta Terra”, completaram. Fonda e Tomlin, amigas desde que estrelaram juntas o filme “Como Eliminar Seu Chefe” (1980), vivem as duas mulheres do título, que nunca se deram bem, mas que acabam tendo que conviver quando seus maridos se apaixonam entre si e se divorciam delas. Criada por Marta Kauffman (“Friends”) e Howard J. Morris (“Home Improvement”), o elenco da atração ainda inclui Martin Sheen (série “Anger Management”) como o ex-marido de Fonda, Sam Waterston (série “The Newsroom”) como o ex-marido de Tomlin, além de Brooklyn Decker (série “Friends with Better Lives”), Ethan Embry (série “Once Upon a Time”), June Diane Raphael (“Não Vai Dar”), Baron Vaughn (“Corporate”) e Peter Gallagher (série “Covert Affairs”). A série ainda não estreou sua 6ª temporada, que ganhou previsão de lançamento para janeiro de 2020. Assim, os últimos episódios só devem ir ao ar em 2021. Grace and Frankie foi renovada para a 7ª e última temporada e eu tô que não me aguento de tanta emoção. Será a minha série original mais longa, com 94 episódios, e eu tenho o maior AMOR por esse elenco. <3 Ah, a temporada 6 chega em janeiro de 2020. pic.twitter.com/GF10KA0BJN — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) September 4, 2019
Astro de 13 Reasons Why disputa papel de príncipe de A Pequena Sereia
A versão live-action de “A Pequena Sereia” pode transformar Christian Navarro, de “13 Reasons Why”, num príncipe encantado. O ator chamou atenção da Disney ao tuitar a respeito da recusa de Harry Styles para viver o príncipe Eric na trama. “Ouvi dizer que Harry Styles não quer ser o príncipe Eic. Bom, eu consigo cantar… e seria uma dupla com Eric latino e Ariel negra. Ninguém me chamou ainda, mas a 3ª temporada [de ’13 Reasons Why’] sai em breve e seria um teste bem legal.” A mensagem ganhou apoio dos fãs e acabou repercutindo para os lados da Disney, que entrou em contato com o ator. “Não sei o que aconteceu com o outro tuíte”, compartilhou Navarro em outra postagem. “Mas a Disney viu isso, viu o apoio de vocês e ligaram para a minha equipe, para verem o que eu consigo fazer. Enviei vídeos para a audição. Estou na torcida! Vamos fazer história.” Até agora, apenas a protagonista do remake está confirmada. A princesa Ariel será interpretada por Halle Bailey (da série “Grown-ish”), marcando uma mudança racial em relação ao desenho animado de 1989. O filme será a estreia cinematográfica de Bailey, que também é cantora. Ela tem um projeto musical com sua irmã, a dupla Chloe x Halle. A produção ainda negociou com Melissa McCarthy (“Poderia Me Perdoar?”), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Podres de Rico”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) para integrarem o elenco, mas não há confirmação de suas contratações. “A Pequena Sereia” é uma das últimas animações que restam para a Disney refilmar com atores, uma estratégia que continua a render hits, como “Aladdin”, lançado em maio com arrecadação de mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. Na trama, a filha do Rei Tritão da Atlântida rebela-se para fazer parte do mundo humano e acaba se casando com um humano, o príncipe Eric, que ela resgatou de um naufrágio. Diferente da versão Disney, o conto original de Hans Christian Anderson não tem final feliz, pois Eric se revela interessado apenas em usar Ariel, sem direito a um “e viveram felizes para sempre” em seu futuro – que por isso é trágico. A nova adaptação começou a ganhar vida com roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), que foi reescrito por David Magee a pedido do diretor Rob Marshall. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, no ano passado. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho dos anos 1980, também está no projeto, desenvolvendo com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) uma nova trilha. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar acostumados a trabalhar com Rob Marshall: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio colaborou com o cineasta em “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). Ainda não há previsão de estreia para o novo “A Pequena Sereia”. Idk what happened to the other tweet. But! @disney saw this, saw your support, and gave my team a call. They wanted to see what I could do. Tapes sent. Fingers crossed. Let’s make some history. #iloveyou3000 #PrinceEric #TheLittleMermaid https://t.co/192ZTsfqyH — Christian Navarro (@ChristianLN0821) September 3, 2019
Billie Eilish vira anjo caído com mensagem ambientalista em clipe infernal
A revelação do pop Billie Eilish lançou um novo clipe, “All the Good Girls Go to Hell”, em que se transforma em um anjo caído. Ao chegar na Terra, ela troca suas penas por asas de demônio, enquanto o inferno se manifesta ao seu redor. O clipe dirigido por Rich Lee – o mesmo que transformou Lana del Rey em gigante no vídeo de “Doin’ Time” – mostra a anja Eilish caindo do céu direto num vazamento de petróleo, e conforme luta para se livrar e caminhar pelas ruas, o mundo pega fogo. A letra de “All the Good Girls Go to Hell” fala em Lucifer, no fato de até Deus ter inimigos e que é melhor ter o diabo a seu lado na hora do pega pra capar. Mas a cantora sugere que se trata de metáfora. Tudo seria uma mensagem ambientalista – alusão, por exemplo, ao incêndio da Amazônia. “Neste momento, existem milhões de pessoas ao redor do mundo implorando para os nossos líderes prestarem atenção. Nossa Terra está aquecendo em um ritmo sem precedentes, os icebergs estão derretendo, nossos animais estão sendo envenenados, nossas florestas estão queimando”, escreveu a artista em uma nota postada na descrição do vídeo no YouTube. O fato é que “All the Good Girls Go to Hell” amplia as referências góticas da videografia da cantora. Indo mais longe que Garbage, para citar quem chegou perto, Billie Eilish está inventando um “death pop”, que mantém a imagem satânica do death metal, mas troca os urros do metal por sussurros melódicos e as guitarras distorcidas por beats e sintetizadores evocativos do rap/R&B/pop mais comercial.
Scarlett Johansson apoia Woody Allen contra denúncias de abuso da filha
A atriz Scarlett Johansson rompeu o piquete virtual do movimento #MeToo para defender o cineasta Woody Allen em entrevista de capa da revista The Hollywood Reporter. Estrela de três filmes do cineasta nos anos 2000, ela disse acreditar na inocência do diretor em relação à denúncia da filha, Dylan Farrow, de que ele a teria molestado quando tinha um relacionamento com sua mãe, a atriz Mia Farrow. Johansson trabalhou com Allen em “Match Point” (2005), “Scoop – O Grande Furo” (2006) e “Vicky Cristina Barcelona” (2008), numa fase criativa que representou o renascimento da carreira do diretor em contato com paisagens europeias. “Eu amo Woody. Eu acredito nele e trabalharia com ele a qualquer momento”, declarou a estrela. “Eu vejo Woody sempre que posso, e tive conversas com ele sobre isso. Eu fui muito direta com ele, e ele foi muito direto comigo. Ele mantem a sua inocência, e eu acredito nele”, completou. Johansson reconhece que esta não é uma opinião capaz de vencer concurso de popularidade em Hollywood neste momento. Vários astros de filmes de Allen, como Marion Cotillard, Mia Sorvino, Greta Gerwig, Colin Firth e até Rebeca Hall, com quem Scarlett contracenou em “Vicky Cristina Barcelona”, expressaram arrependimento por trabalhar com o diretor, e ele entrou em litígio com a Amazon, que se recusou a lançar seu filme mais recente, “Um Dia de Chuva em Nova York” (2019), e optou por descumprir contrato firmado de distribuição de novos projetos. “É difícil, porque as pessoas estão muito envolvidas [em ativismo] no momento, e isso é compreensível. As coisas precisavam mudar, e então as pessoas estão muito apaixonadas, têm muitos sentimentos e estão com raiva, o que faz sentido. É um momento muito intenso”, definiu. As acusações, porém, não são novas, apesar de ganharem mais força após Dylan Farrow aproveitar o movimento #MeToo para desenterrar suas denúncias, reafirmando ter sido molestada quando criança por Allen, há cerca de três décadas. Allen sempre negou tudo, creditando a acusação à lavagem cerebral promovida pela mãe da jovem, Mia Farrow. Outro de seus filhos, Moses Farrow, confirma a versão de Allen, que não foi condenado quando o caso foi levado a tribunal em 1990, durante a disputa da guarda das crianças. A denúncia, porém, fez com que perdesse a guarda dos filhos, objetivo de Mia Farrow. O mais importante a destacar é que ele nunca foi acusado de abuso ou assédio por nenhuma outra mulher, tendo levado várias atrizes a vencerem o Oscar por desempenhos em seus filmes. Mesmo as que juram jamais voltar a trabalhar com ele não tem nada negativo a relatar, além do extremo distanciamento do diretor. São meio século de carreira sem uma queixa sequer. Sem outras histórias que reforcem a acusação, o caso se resume à recordação de Dylan, aos sete anos de idade, durante o período tenso de separação entre Mia Farrow e Woody Allen, que trocou a ex pela filha adotiva dela, Soon-Yi (que não era adotada por Allen, como Dylan). Foi realmente um período polêmico e escandaloso, mas Allen e Soon-Yi se casaram, estão juntos desde então e também adotaram duas filhas que parecem adorar os pais. O fato é que os amigos de Woody Allen diminuíram muito após o ressurgimento das denúncias, mas alguns mais antigos, como Diane Keaton, e outros que reconhecem a contribuição de Allen para suas carreiras, como Penelope Cruz, ficaram do lado do diretor. Cruz, que venceu o Oscar por “Vicky Cristina Barcelona”, voltará inclusive a trabalhar com o diretor em seu próximo filme, atualmente em produção na Espanha. O último filme rodado por Allen, “Um Dia de Chuva em Nova York”, chega ao Brasil em 26 de dezembro.
Adam Sandler é cotado para o Oscar por filme dos diretores de Bom Comportamento
Adam Sandler, quem diria, está sendo cotado para um Oscar. Segundo maior vencedor do troféu Framboesa de Ouro, que consagra os piores de Hollywood, o comediante impressionou a crítica por um raro papel semi-dramático no thriller “Uncut Gems”, dos irmãos Joshua e Benjamin Safdie, diretores do também elogiado “Bom Comportamento”, que deu status de ator sério a Robert Pattinson. “Uncut Gems” arrancou elogios da crítica durante sua exibição no festival americano de Telluride, que foi frequentado em peso por alguns dos integrantes mais influentes da Academia de Artes e Ciências de Hollywood. Considerado o trabalho mais tenso e frenético do evento, surpreendeu positivamente por mostrar que Sandler sabe sim atuar. O consenso é que se trata do melhor desempenho da carreira do ator. Maldosos acrescentam que é, na verdade, o único desempenho bom da filmografia do astro de “Eu os Declaro Marido e… Larry”, “Zohan: O Agente Bom de Corte” e “Cada um tem a Gêmea que Merece”. Mas isso é exagero, pois Sandler já demonstrou que, quando quer, é capaz de sensibilizar, como em “Embriagado de Amor” (2002), “Tá Rindo do Quê?” (2009) e “Os Meyerowitz: Família Não se Escolhe” (2017). No filme dos irmãos Safdie, Sandler vive Howard Ratner, um joalheiro trambiqueiro de Nova York viciado em jogos de azar que se mete em uma aposta de alto risco, o que afeta sua vida e de sua família. De acordo com o crítico Eric Kohn, do site IndieWire, Sandler é o grande destaque da obra. “É o primeiro filme a de fato se comunicar com as forças performáticas de Sandler desde ‘Embriagado de Amor'”. E Todd McCarthy, da revista The Hollywood Reporter, faz um trocadilho com o título do filme, considerando o desempenho de Sandler uma “joia”. “É um grande personagem, e Sandler acerta em cheio.” Mas Peter Debruge, da revista Variety, prefere dar aos diretores os méritos pelo desempenho do humorista. “O filme prova como um diretor certo pode pegar o que sempre irritou os críticos sobre a atuação de Sandler, a do eterno homem infantil, e engrandecer num estudo de personagem mais sutil.” No site Rotten Tomatoes, principal agregador de críticas dos Estados Unidos, “Uncut Gems” está com 100% de aprovação. E não apenas pela atuação de Sander. A crítica Leah Greenblatt, da Entertainment Weekly, resume o que causa impressão tão positiva: “O filme também tem um dos finais mais chocantes e satisfatórios de praticamente todos os filmes deste ano.” O longa estreia em 13 de dezembro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Will Smith e Martin Lawrence retomam parceira no primeiro trailer de Bad Boys 3
A Sony divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Bad Boys for Life”, terceiro filme da antiga franquia “Bad Boys”, que volta a juntar os atores Will Smith e Martin Lawrence em torno de cenas de ação explosiva. Eles retomam os papéis de Mike Lowrey e Marcus Burnett, respectivamente, que já viveram em dois filmes anteriores – o primeiro, de 1995, lançou Michael Bay (“Transformers”) como diretor de cinema. Mas enquanto Smith se manteve em forma e ainda segue carreira como astro de ação, o sumido Lawrence ganhou alguns quilos e ressurge fora de forma para o papel. Esta discrepância foi incorporada na trama, que traz Burnett pensando em se aposentar, enquanto Lowrey tenta convencê-lo a apoiá-lo numa perigosa investigação final. O terceiro “Bad Boys” também inclui em seu elenco os atores Vanessa Hudgens (“A Princesa e a Plebeia”), Alexander Ludwig (o Bjorn de “Vikings”), Charles Melton (o Reggie de “Riverdale”) e a mexicana Paola Nuñez (“The Son”), além dos músicos DJ Khaled e Nicky Jam. A direção é da dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah, mais conhecidos por seu trabalho na série “Snowfall”, e a estreia está marcada para janeiro de 2020.
Fotos da volta de Riverdale tem choro e tristeza pela morte de Luke Perry
A rede americana The CW divulgou as primeiras três fotos da estreia da 4ª temporada de “Riverdale”. Intitulado “In Memoriam”, o episódio inaugural será um tributo ao ator Luke Perry, que interpretava Fred Andrews, o pai de Archie na série, e que O clima é de muita tristeza e choro. Numa das imagens, Archie (KJ Apa) e sua mãe, Mary (Molly Ringwald) compartilham um emocionante abraço, em que ela não contém as lágrimas. Em outra, Archie, Veronica (Camila Mendes), Betty (Lili Reinhart) e Jughead (Cole Sprouse) aparecem sentados no gramado (parece um quintal) olhando entristecidos para o alto, possivelmente para uma homenagem projetada numa tela. A terceira foto mostra ainda mais personagens no mesmo local e revela que haverá estouro de fogos (os foguetes podem ser vistos no canto inferior). Os fogos também podem ter relação com a data, já que a trama vai se passar durante o feriado da Independência. O criador da série, Roberto Aguirre-Sacasa disse à revista Entertainment Weekly em julho que a estréia é “um episódio realmente emocional, um estremecimento”. “Quando fizemos a leitura coletiva do roteiro, não vou mentir, estávamos todos chorando”, acrescentou. Ele completou, em seu Twitter, dizendo que se trata de “provavelmente o episódio mais importante de ‘Riverdale’ que faremos este ano, se não de toda a série. Um tributo ao nosso amigo que se foi”. Além do elenco da série, “In Memoriam” contará com uma participação muito especial. A atriz Shannen Doherty, amiga de Perry desde que os dois viveram namorados na série “Barrados no Baile”, dos anos 1990, vai aparecer como convidada. “Eles eram muito bons amigos, e quando estávamos pensando neste episódio tributo, queríamos que fosse o mais especial possível. Perguntamos a Shannen se ela aceitaria interpretar este papel, que é importante, muito emocional. Ela leu o roteiro e disse ‘sim’ rapidamente”, contou o produtor em julho, durante a participação da WBTV (Warner Bros. Television) na Comic-Con International, em San Diego. A volta de “Riverdale” está marcada para 9 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Temporada final de Modern Family ganha trailer com retrospectiva
A rede americana ABC divulgou o trailer da 11ª e última temporada de “Modern Family”. A prévia oferece uma retrospectiva dos dez primeiros anos da atração. Centrada em três casais e filhos de uma mesma grande família, a série de Steve Levitan e Christopher Lloyd representa em sua premissa a diversidade das famílias modernas, como prometido pelo seu título, ao mostrar casal gay, casal inter-racial de grande diferença etária e até o casal papai e mãe do subúrbio. Todos com suas dificuldades, mas com grande harmonia na hora de se mostrar uma mesma família. Indicada a 22 Emmys, dos quais 5 como Melhor Série de Comédia, a série perdeu muito de seu prestígio inicial após uma década de produção e a ascensão das séries de streaming. Tanto que a ideia original de seus criadores, Steve Levitan e Christopher Lloyd, era acabar a série na 10ª temporada. A temporada final estreia em 25 de setembro nos Estados Unidos. “Modern Family” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox Life.
Novos pôsteres destacam personagens de Malévola: Dona do Mal
A Disney divulgou nove pôsteres de “Malévola: Dona do Mal”, que destacam os personagens do filme. As imagens enfatizam as participações da fada/bruxa Malévola (vivida por Angelina Jolie), da princesa Aurora (Elle Fanning), da Rainha Ingrith (Michelle Pfeiffer) e do fada Connal (Chiwetel Ejiofor), mas também mostram ao fundo o príncipe Felipe (Harris Dickinson) e outros personagens. Nesta versão do conto de fadas, a Malévola de Angelina Jolie é malvada só de nome e supera suas tendências sombrias para criar a princesa Aurora como sua própria filha. Mas este não foi o final feliz da história. Ao decidir se casar com Felipe, Aurora traz uma nova maldição a seu reino, na forma de sua sogra, a rainha Ingrith, que resolve se tornar uma “mãe de verdade” para a jovem. Furiosa, Malévola deixa seus piores instintos prevalecerem ao entrar em guerra contra a mãe de Filipe. “Malévola: Dona do Mal” foi escrita por Jez Butterworth (roteirista de “No Limite do Amanhã”) e Linda Woolverton (do primeiro “Malévola”). A direção está a cargo do norueguês Joachim Rønning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) e a estreia em 17 de outubro vai encerrar um ano repleto de lançamentos de versões live-action de animações da Disney, após “Dumbo”, “Aladdin” e “O Rei Leão” – sem esquecer de “A Dama e o Vagabundo”, que chega em streaming.
Rambo: Até o Fim ganha seu trailer mais violento
A Imagem Filmes divulgou o novo trailer legendado de “Rambo: Até o Fim”. E é o mais violento já apresentado. As cenas são cortadas instantes antes dos detalhes mais sangrentos, deixando em dúvida qual será a classificação etária da produção. A prévia remete ao tipo de ação vista no primeiro filme da franquia, com John Rambo cercado de inimigos e revidando com armadilhas e brutalidade. O filme revela uma neta de uma antiga empregada do rancho de sua família, que Rambo adotou por não possuir parentes vivos, e a história envolve a descoberta da garota de seu verdadeiro pai, no México, e sua decisão de ir encontrá-lo. Assim, ela acaba refém de um grupo de traficantes. E Stallone requenta a história do primeiro “Os Mercenários” para resgatá-la. O roteiro foi escrito pelo próprio Stallone, com a ajuda de Matthew Cirulnick (“Absentia”), e a direção ficou a cargo de Adrien Grunberg, que dirigiu Mel Gibson em “Plano de Fuga”. O elenco inclui os espanhóis Paz Vega (“Não Pare na Pista: A Melhor História de Paulo Coelho”), Óscar Jaenada (“Escobar: A Traição”), Sergio Peris-Mencheta (“Resident Evil 4”), o mexicano Joaquín Cosio (“Narcos: México”), a americana Jessica Madsen (“Massacre no Texas”) e Yvette Monreal (de “Faking It”) como a jovem raptada. A estreia está marcada para 19 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Zach Galifianakis mata Matthew McConaughey em trailer de comédia da Netflix
A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer (sem legendas) de “Between Two Ferns – O Filme”. Como “explica” o título, a produção é um filme sobre o programa “Between Two Ferns”, um talk show do comediante Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”), produzido pela trupe do website “Funny or Die!” desde 2008 com estética de programa barato de canal público. O título se deve ao fato do cenário se constituir de duas samambaias (fern, em inglês) e Galifianakis sentar-se com seus convidados entre elas. A prévia mostra como uma tragédia leva a equipe a levar o programa para a estrada, com roteiristas, produtores, Galifianakis e as duas plantas num carro apertado. Tudo porque, durante uma entrevista, Galifianakis simplesmente “mata” o ator Matthew McConaughey, durante uma inundação no cenário precário – spoiler: McConaughey já melhorou. Will Ferrell, que é realmente produtor do programa, ameaça cancelar a atração, mas aceita produzir mais 10 episódios para encerrar o contrato do apresentador. A ideia de pegar estrada se deve à obstinação de Galifianakis de entrevistar o maior número de celebridades possível antes do fim do programa. Em seus 11 anos de produção, Between Two Ferns recebeu celebridades como Natalie Portman, Brad Pitt, Bladley Cooper, Charlize Theron, Justin Bieber e até mesmo o ex-presidente americano Barack Obama. E, para o filme, vai concentrar número recorde de famosos, incluindo, além dos já citados, Keanu Reeves, Benedict Cumberbatch, Peter Dinklage, Brie Larson, Jon Hamm, Tessa Thompson, Paul Rudd, Rashida Jones, John Legend, Awkwafina, Hailee Steinfeld, Tiffany Haddish, Adam Scott, John Cho, Chrissy Teigen, Jason Schwartzman, Chance the Rapper e David Letterman, entre outros. “Between Two Ferns: o Filme” estreia em 20 de setembro em streaming.









