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    Shang-Chi: Título oficial do filme sugere o vilão Mandarim

    21 de julho de 2019 /

    A revelação do título da adaptação dos quadrinhos do “Mestre do Kung Fu” neste sábado (20/7), durante a apresentação da Marvel na Comic-Con International, em San Diego, pode ter revelado uma mudança importante na trama e seu vilão. O filme não incluirá a expressão “Mestre do Kung Fu” no título, como na publicação original do personagem nos anos 1970. Em vez disso, vai se chamar, em inglês, “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” Em suas origem clássica, concebida por Steve Englehart e Jim Starlin em 1973, Shang-Chi, o Mestre do Kung Fu, era filho do lendário Fu Manchu, vilão da literatura pulp e primeiro grande gênio do mal da ficção, responsável por popularizar o clichê do vilão com bigodinho e planos de dominação mundial que se tornariam lugar-comum nas aventuras de James Bond. Nos quadrinhos, Fu Manchu se apresentava como um grande filantropo para o filho, enquanto o treinava para se tornar uma arma letal. Tudo muda quando Shang-Chi é enviado em sua primeira missão e descobre que o pai não era quem dizia ser. A partir dessa reviravolta, alia-se aos inimigos dele – os mesmos dos livros de Rohmer, com algumas criações inéditas, inclusive um suposto filho de James Bond. A Marvel, porém, não tem os direitos sobre Fu Manchu, que pertencem aos herdeiros do escritor inglês Sax Rohmer. Apesar disso, fontes da revista The Hollywood Reporter dizem que o filme preserva a trama da rebelião do filho altruísta contra o pai maligno. Por conta disso, o pai de Shang-Chi no filme seria o Mandarim. O Mandarim já foi citado no Universo Cinematográfico da Marvel, quando um ator (vivido por Ben Kingsley) foi contratado para lhe dar rosto durante ataques contra o Homem de Ferro (em “Homem de Ferro 3”), mas sua verdadeira identidade permanece um mistério até aqui inexplorado no cinema. O título “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, em tradução literal) indica que este pode mesmo ser o caso. O vilão é conhecido por seus anéis de poder nos quadrinhos, e por liderar uma organização terrorista conhecida como Dez Anéis (Ten Rings) nos filmes do Homem de Ferro. O ator canadense Simu Liu (da série “Kim’s Convenience”) vai viver Shang-Chi e o elenco também contará com a comediante Awkwafina (“Podres de Rico”) e o astro de filmes de ação de Hong Kong Tony Leung (“O Grande Mestre”). Caso o Mandarim seja confirmado, Leung é um forte candidato a interpretá-lo. A direção está a cargo do cineasta indie Destin Daniel Cretton, responsável por projetar a atriz Brie Larson (a Capitã Marvel) em “Temporário 12”, drama vencedor do Festival SXSW em 2013. Já o roteiro foi escrito por Dave Callaham, criador da franquia “Os Mercenários”, que também assina o roteiro de “Mulher-Maravilha 1984” e “Zumbilândia 2”, e atualmente desenvolve o reboot de “Mortal Kombat” e “Homem-Aranha no Aranhaverso 2”. “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” chega aos cinemas americanos em 12 de fevereiro de 2021.

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    Marvel anuncia elenco, data de estreia e título oficial do filme do Mestre do Kung Fu

    20 de julho de 2019 /

    O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, revelou o elenco, a data de estreia e o título oficial da adaptação dos quadrinhos do “Mestre do Kung Fu” neste sábado (20/7), durante a apresentação do estúdio na Comic-Con International, em San Diego. O filme não incluirá a expressão “Mestre do Kung Fu”, como na publicação original do personagem nos anos 1970. Em vez disso, vai se chamar, em inglês, “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” e chega aos cinemas americanos em 12 de fevereiro de 2021. A Marvel realizou vários testes de elenco para encontrar o intérprete de Chang-Chi, concentrando-se em três finalistas, que disputaram o papel até a última segunda-feira (15/7). O ator canadense Simu Liu foi o escolhido. Ele nasceu na China e imigrou para o Canadá quando tinha cinco anos, crescendo em Toronto. Sua estreia no cinema foi como figurante em “Círculo de Fogo” (2013), de Guillermo del Toro, mas em três anos se tornou protagonista com o lançamento da série “Kim’s Convenience” (2016), comédia sobre uma família de imigrantes coreanos que administram uma loja de conveniência em Toronto. Ele também co-estrelou a série “Blood and Water”, que lhe rendeu um prêmio de interpretação da indústria canadense em 2015. Além dele, o longa também contará com a comediante Awkwafina (“Podres de Rico”) e o astro de filmes de ação de Hong Kong Tony Leung (“O Grande Mestre”). A direção está a cargo do cineasta indie Destin Daniel Cretton, responsável por projetar a atriz Brie Larson (a Capitã Marvel) em “Temporário 12”, drama vencedor do Festival SXSW em 2013. Já o roteiro foi escrito por Dave Callaham, criador da franquia “Os Mercenários”, que também assina o roteiro de “Mulher-Maravilha 1984” e “Zumbilândia 2”, e atualmente desenvolve o reboot de “Mortal Kombat” e “Homem-Aranha no Aranhaverso 2”. Shang-Chi, o Mestre do Kung Fu, foi criado por Steve Englehart e Jim Starlin em 1973, refletindo o sucesso dos filmes de kung fu do período – especialmente “Operação Dragão”, clássico de Bruce Lee lançado no mesmo ano – e a série de TV “Kung Fu”. A origem do herói também pegava emprestado o lendário Fu Manchu, criado na literatura pulp em 1912 pelo escritor inglês Sax Rohmer. O personagem foi o primeiro grande gênio do mal da ficção, responsável por popularizar o clichê do vilão com bigodinho e planos de dominação mundial que se tornariam lugar-comum nas aventuras de James Bond. Nos quadrinhos, Shang-Chi foi apresentado como o filho rebelde de Fu Manchu, que passa a renegar o pai ao descobrir que ele não era o filantropo que dizia ser, aliando-se aos inimigos dele – os mesmos dos livros de Rohmer, com algumas criações inéditas, inclusive um suposto filho de James Bond. A Marvel não tem os direitos sobre Fu Manchu, mas fontes da revista The Hollywood Reporter dizem que o filme preserva a trama da rebelião do filho altruísta contra o pai maligno. Rumores já espalham que o pai de Shang-Chi no filme seria o Mandarim. O Mandarim já foi citado no Universo Cinematográfico da Marvel, quando um ator (vivido por Ben Kingsley) foi contratado para lhe dar rosto durante ataques contra o Homem de Ferro (em “Homem de Ferro 3”), mas sua verdadeira identidade permanece um mistério até aqui inexplorado. O título “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, em tradução literal) indica que este pode mesmo ser o caso. Mandarim é conhecido por seus anéis de poder nos quadrinhos, e por liderar uma organização terrorista conhecida como Dez Anéis (Ten Rings) nos filmes do Homem de Ferro. Suspeita: Tony Leung não teve seu papel revelado.

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    Vingadores: Ultimato ultrapassa Avatar e vira maior bilheteria mundial de todos os tempos

    20 de julho de 2019 /

    “Vingadores: Ultimato” se tornou o filme com maior bilheteria mundial de todos os tempos neste sábado (20/7), ao atingir US$ 2.789,8 bilhões de arrecadação, superando o campeão “Avatar” em cerca de US$ 100 mil. A marca foi comemorada pelo presidente dos estúdios Marvel, Kevin Feige, durante a Comic-Con International, em São Diego, e repercutida em comunicado oficial de Alan Horn, presidente da divisão cinematográfica da Disney. “Parabéns imensamente às equipes de Marvel Studios e Walt Disney Studios, e obrigado aos fãs de todo o mundo que levaram ‘Vingadores: Ultimato’ a esses números históricos”, disse Horn. “É claro que, mesmo com a passagem de uma década, o impacto de ‘Avatar’, de James Cameron, continua tão poderoso como sempre, e as realizações surpreendentes de ambos os filmes são provas contínuas do poder do cinema para emocionar as pessoas e reuni-las em um experiência compartilhada”, continuou Horn em sua declaração. “Os cineastas talentosos por trás desses mundos têm muito mais em estoque, e estamos ansiosos para o futuro do Universo Cinematográfico Marvel e de Pandora”. O comunicado também serve para lembrar que, com a compra da Fox, “Avatar” agora pertence à Disney, que lançará as continuações da sci-fi de 2009 a partir de 2021. Para superar “Avatar”, “Vingadores: Ultimato” contou com táticas inéditas, como o relançamento do filme sem tirá-lo de cartaz e a propagação de uma “versão estendida” sem nenhuma cena inédita na trama. Além dos dólares a mais obtidos por essa estratégia, o valor também cresceu por conta de uma revisão contábil. Todos os ingressos foram recontados nos países em que o filme já saiu de cartaz, resultando em aumento sensível na arrecadação. Nos últimos dias, a busca pelo recorde tinha se tornado tanto uma obsessão quanto uma corrida contra o relógio, já que o filme começou a ser retirado dos cinemas em vários mercados para seu lançamento digital. “Vingadores: Ultimato” será lançado em VOD no final do mês e, logo em seguida, ganha versão em Blu-ray.

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    Eternos: Marvel oficializa produção com Angelina Jolie

    20 de julho de 2019 /

    A Marvel aproveitou a Comic-Con International, em San Diego, para oficializar a produção de “Eternos”, sua próxima adaptação de quadrinhos cósmicos, com a presença dos primeiros nomes confirmados do elenco, entre eles Angelina Jolie (“Malévola”). As negociações com a atriz vieram à tona em março, mas a personagem que ela vai interpretar só foi revelado neste sábado (20/7). Ao contrário do que fanboys acreditavam, Angelina não viverá Sersi, mas sim Thena. Criada por Jack Kirby, como os demais Eternos, a personagem é filha do Rei Zuras e está entre o grupo de alienígenas que busca refúgio na Terra e acaba confundido com deuses pelos gregos antigos – nesta história, a cidade de Atenas teria sido batizada em sua homenagem. O elenco agora confirmado também inclui Richard Madden (o Robb Stark de “Game of Thrones”), Kumail Nanjiani (o Dinesh de “Silicon Valley”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Salma Hayek (“Dupla Explosiva”) e a menina Lia McHugh (“American Woman”). Apesar de boatos, Millie Bobby Brown (“Stranger Things”) não faz parte do filme. O nome da atriz tinha sido citado em reportagem da revista Variety sobre a produção. Se ela fez teste, perdeu o papel para Lia McHugh. O longa aborda uma raça de alienígenas que viveu na Terra, moldando sua história e suas civilizações. As filmagens ainda não começaram, mas a estreia foi marcada para 6 de novembro de 2020. O filme será dirigido pela chinesa Chloé Zhao, que nasceu em Pequim, passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “Domando o Destino” (The Rider, 2017), ambos exibidos no Festival de Cannes e premiados no circuito internacional. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner colocar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina, atualmente em pós-produção.

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    Vilão de Supergirl entra na 3ª temporada de Star Trek: Discovery

    20 de julho de 2019 /

    O ator David Ajala, que viveu o vilão Manchester Black em “Supergirl”, entrou no elenco fixo da 3ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Sua participação foi destacada nas primeiras fotos divulgadas da nova fase da produção, dividindo cenas com Sonequa Martin-Green, protagonista da série no papel de Michael Burnham. O personagem do ator se chama Book (livro, em inglês), é descrito como “inteligente e capaz” e tem “um carisma e atitude destemida que costuma colocá-lo em apuros, mas também ajudá-lo a escapar”. Sua aparição tem relação com a mudança radical que envolverá a trama dos próximos capítulos. Após uma temporada com grande intersecção com a “Jornada nas Estrelas” dos anos 1960, com direito a participações do Capitão Pike (Anson Mount) e Spock (Ethan Peck), os próximos episódios vão acompanhar a chegada da nave Discovery e sua tripulação num futuro ainda mais distante, projetados no tempo por um buraco de minhoca. A viagem no tempo muda a perspectiva da série, até então situada como prólogo da primeira “Star Trek” de 1966, e abre uma infinidade de possibilidades para os roteiristas, que se livram das amarras canônicas ao colocar os personagens num período histórico que ainda não foi abordado na franquia, 950 anos no futuro. A 3ª temporada ainda não tem previsão de estreia. “Star Trek: Discovery” é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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    Star Trek: Trailer dos novos Short Treks confirma volta da tripulação original da Enterprise

    20 de julho de 2019 /

    A plataforma CBS All Access divulgou o trailer da 2ª temporada de “Star Trek: Short Treks”. Originalmente uma antologia de curtas aleatórios, passados no universo trekker, a prévia revela que a nova temporada da produção ganhou a forma de um projeto requisitado pelos fãs da franquia: uma minissérie dedicada à tripulação original da Enterprise. Além de resgatar Capitão Pike (Anson Mount), Spock (Ethan Peck) e a Número Um (Rebecca Romijn), a prévia tem até participação dos impagáveis tribbles, criaturinhas fofas que se multiplicam sem parar e que renderam um dos episódios mais famosos da “Jornada nas Estrelas” original dos anos 1960. A tripulação da Enterprise teve grande importância na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” e, apesar do medo dos produtores ao incluir esses personagens – criados para o piloto original de “Jornada nas Estrelas” em 1964, antes do Capitão Kirk – , a estratégia acabou agradando aos fãs. Demais até, como se viu pelo surgimento de campanhas para que suas aventures continuassem. “Star Trek: Short Treks” atende a esses pedidos. Vale lembrar que o produtor Alex Kurtzman, criador e showrunner de “Discovery”, já tinha dito, ao final da temporada mais recente daquela série, que havia chance de os personagens voltarem. “Os fãs foram ouvidos. Tudo é possível no mundo de ‘Star Trek'”, afirmou Kurtzman na ocasião. “Eu adoraria trazer de volta essa tripulação, mais do que tudo. Foi um enorme risco para nós. Uma das coisas mais gratificantes foi ver quão profundamente os fãs abraçaram Pike, Spock, Número Um e a Enterprise. A ideia de contar mais histórias com eles seria uma delícia para todos nós”, acrescentou. A 2ª temporada de “Short Treks” também incluirá dois episódios animados e um capítulo que servirá como prólogo da vindoura série “Star Trek: Picard”. Aina não há previsão de estreia. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix, mas não é fácil de achar. Para encontrá-la, é preciso entrar na seção Trailers e mais dentro de “Star Trek: Discovery”, na plataforma de streaming.

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    Trailer da série Star Trek: Picard evoca premissa de Logan

    20 de julho de 2019 /

    A Amazon divulgou fotos e o primeiro trailer completo de “Star Trek: Picard”, produzido para a Comic-Con International. A prévia revela muitas semelhanças entre a volta do antigo capitão da Enterprise e a despedida do Professor Xavier em “Logan”. Os dois personagens icônicos vividos por Patrick Stewart interrompem sua reclusão para ajudar jovens em perigo – X-23 em “Logan” e uma mulher misteriosa vivida por Isa Briones (“Ladrões”) em “Picard” -, perseguidas por motivos nebulosos. Além de apresentar a premissa, a prévia também confirma as participações de Jeri Ryan, intérprete da borg Seven of Nine em “Star Trek: Voyager”, e Brent Spiner, o androide Data de “Star Trek: A Nova Geração”. Outras aparições previstas incluem Jonathan Frakes (Riker), Marina Sirtis (Troi) e Jonathan Del Arco (Hugh), de “A Nova Geração”. “Star Trek: Picard” vai se concentrar na etapa seguinte da vida do ex-Capitão, que será novamente interpretado pelo veterano ator inglês Patrick Stewart, de 78 anos de idade. Ele dividirá a atração com uma nova geração literal, formada por Alison Pill (de “Scott Pilgrim Contra o Mundo” e “Vice”), Harry Treadaway (“Penny Dreadful”, “Mr. Mercedes”), Santiago Cabrera (“Heroes”, “Big Little Lies”), Michelle Hurd (“Demolidor”, “Blindspot”) e Rebecca Wisocky (“Devious Maids”). Hanelle Culpepper, que trabalhou em “Star Trek: Discovery”, dirige os dois primeiros episódios da série, e Alex Kurtzman, que conduz produções da saga desde o filme “Star Trek” (2009), será um dos showrunners. Ainda não há previsão para a estreia da série, que é uma produção da plataforma americana CBS All Access, mas será disponibilizada no Brasil pela Amazon Prime Video.

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    Star Trek: Picard terá participação de atores de séries trekkers clássicas

    20 de julho de 2019 /

    “Star Trek: Picard” vai trazer de volta vários personagens das séries clássicas do universo trekker. Um deles está numa nova foto da produção, que pode ser vista acima: Jeri Ryan, intérprete da borg Seven of Nine em “Star Trek: Voyager” Ela foi uma das estrelas do painel da atração na Comic-Con International, que trouxe ao palco outros intérpretes que serão vistos na continuação ao lado de Patrick Stewart (o Picard do título), entre eles Brent Spiner, que viveu o androide Data, e Jonathan Del Arco, que interpretou o jovem borg Hugh, ambos em “Star Trek: A Nova Geração”. Além disso, Jonathan Frakes (Riker) e Marina Sirtis (Troi), ambos da tripulação do Capitão Picard em “A Nova Geração”, também tiveram participações confirmadas nos episódios. Frakes já estava na produção como diretor, função que desempenha em várias séries, inclusive “Star Trek: Discovery”. “Star Trek: Picard” vai se concentrar na etapa seguinte da vida do ex-Capitão, que será novamente interpretado pelo veterano ator inglês Patrick Stewart, de 78 anos de idade. Ele dividirá a atração com uma nova geração literal, formada por Alison Pill (de “Scott Pilgrim Contra o Mundo” e “Vice”), Harry Treadaway (“Penny Dreadful”, “Mr. Mercedes”), Isa Briones (“Ladrões”, “American Crime Story”), Santiago Cabrera (“Heroes”, “Big Little Lies”) e Michelle Hurd (“Demolidor”, “Blindspot”). Hanelle Culpepper, que trabalhou em “Star Trek: Discovery”, dirige os dois primeiros episódios da série, o roteirista Michael Chabon (“Homem-Aranha 2”) será o showrunner e o produtor Alex Kurtzman, que está ligado à saga desde o filme “Star Trek” (2009), vai supervisionar a produção. Ainda não há previsão para a estreia da série, que será disponibilizada no Brasil pela Amazon Prime Video.

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    Westworld: 3ª temporada ganha trailer grandioso, repleto de efeitos e ação

    20 de julho de 2019 /

    A HBO divulgou uma coleção de pôsteres e o novo trailer legendado da 3ª temporada de “Westworld”, produzidos para a Comic-Con International. A prévia revela uma diferença gritante de estilo nos novos episódios, que vão acompanhar Dolores (Evan Rachel Wood) no mundo “real” e os planos de Bernard (Jeffrey Wright) para impedir que ela cause destruição. Os cartazes destacam, justamente, a evolução dos personagens da série ao longo das três temporadas. Na nova fase, o visual sci-fi toma conta dos cenários, com muitos robôs, carros voadores e outros efeitos, revelando que a trama acontece num futuro muito mais distante que os episódios no interior do parque Westworld sugeriam. Entretanto, a nova abordagem não é um reboot completo, porque parte da trama continua a acompanhar eventos do parque. Como o cenário do Velho Oeste queimou no incêndio que devastou Malibu, a cidadezinha com cowboys foi substituídos por uma recriação temática da ocupação nazista da França durante a 2ª Guerra Mundial. Isto significa que boa parte do elenco não voltará a aparecer. Mas Rodrigo Santoro continua na série, graças à sua ligação com a personagem Maeve (Thandie Newton), que “volta à vida” como alternativa para deter Dolores. Além disso, há novos intérpretes, como Aaron Paul (de “Breaking Bad”) e Vincent Cassel (“O Filme da Minha Vida”), que se juntam a Tessa Thompson, Ed Harris e Luke Hemsworth, vistos de volta a seus papéis na prévia. Apesar da divulgação do trailer, o público vai demorar para conhecer essa nova fase da série. A estreia, como lembra o vídeo, só vai acontecer em 2020. No futuro mesmo.

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    Watchmen: Trailer confirma que série é continuação do filme e quadrinhos

    20 de julho de 2019 /

    A HBO divulgou o trailer completo legendado de “Watchmen”, produzido para a Comic-Con International. A prévia confirma que a série continua a trama do filme de Zack Snyder e dos quadrinhos clássicos de Alan Moore e Dave Gibbons. Não só isso: a ação acontece anos depois dos eventos da história original, envolve um grupo mascarado de terroristas inspirados no visual de Rorschach, nova conspiração de Ozymandias e até a volta do Dr. Manhattan. A prévia traz a maior quantidade de detalhes já disponibilizados da adaptação, que está sendo desenvolvido por Damon Lindelof (criador de “Lost” e “The Leftovers”). Até então, a única sinopse divulgada afirmava que a trama é “situada em uma realidade alternativa onde super-heróis são tratados como bandidos”. Além disso, “‘Watchmen’ abraça a nostalgia da graphic novel original inovadora e segue em busca de abrir novos caminhos próprios”. O elenco escalado é vasto. Inclui Tom Mison (estrela da série “Sleepy Hollow”), Jeremy Irons (“Liga da Justiça”), Yahya Abdul-Mateen II (“Aquaman”), Sara Vickers (“Endeavour”), Regina King (“American Crime”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”), Louis Gossett Jr. (“Extant”), Andrew Howard (“Bates Motel”), Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”), Frances Fisher (“Resurrection”), Jacob Ming-Trent (“White Famous”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”) e as meninas Dylan Schombing (“Sharp Objects”), Lily Rose Smith (“The Vampire Diaries”), Skylar Brooks (“Saved in the City”) e Adelynn Spoon (estreante). De toda essa gente, o único papel conhecido – ainda que não confirmado oficialmente – é o de Jeremy Irons, que interpretará uma versão mais velha de Adrian Veidt, mais conhecido como Ozymandias. O personagem é o responsável por tudo o que aconteceu nos quadrinhos – e no filme de 2009. A cineasta Nicole Kassell (de “O Lenhador” e das séries “Westworld” e “The Americans”) comandou o piloto e também será produtora executiva da atração, ao lado de Lindelof. A data da estreia ainda não foi anunciada, mas o trailer revela que o lançamento acontecerá “em breve”.

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    Todos querem a tatuagem da Batwoman em novo comercial da série

    20 de julho de 2019 /

    A rede americana The CW divulgou um novo comercial da série “Batwoman”. Passado num estúdio de tatuagem, revela diversos clientes apressados, em busca de tatuagens iguais ao símbolo do morcego usado no uniforme da heroína. Até a própria, em sua identidade civil de Kate Kate, aparece para conferir o surto de popularidade. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos derivados. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Ruby Rose (de “Megatubarão”) será a primeira atriz a interpretar uma versão live-action de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. Caroline Dries é a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. O elenco da série inclui ainda Dougray Scott (“Fear the Walking Dead”), Rachel Skarsten (a rainha Elizabeth de “Reign”), Meagan Tandy (“Teen Wolf”), Camrus Johnson (“Luke Cage”) e Nicole Kang (“You”). A estreia está marcada para 6 de outubro nos Estados Unidos.

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    Batwoman: Série vai contar origem da heroína e do vilão Silêncio

    20 de julho de 2019 /

    A série “Batwoman” vai contar a origem da heroína, que foi introduzida no Arrowverso durante o crossover “Elseworlds”, no ano passado. Isto significa que a história vai começar antes dos eventos vistos naqueles episódios. A revelação foi feita pelas produtoras-roteiristas Caroline Dries e Sarah Schechter durante a Comic-Con International. Elas acrescentaram que a origem da personagem irá refletir sua reintrodução nos quadrinhos da DC Comics, destacando como sua passagem por uma Academia Militar teve um papel crucial em sua decisão de se assumir lésbica e lutar pelo que acredita ser o certo. “Como esse foi um momento marcante em sua vida, sabíamos que tínhamos que sugerir isso no piloto”, disse Dries, explicando que a trama irá abordar a intolerância da escola militar de Kate em relação à homossexualidade. “Realmente, a jornada de Kate ao longo da 1ª temporada será tentar resgatar a humanidade que se encontra presa dentro desse monstro [da intolerância]”, acrescentou. As produtoras também confirmaram que a atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) vai vestir o uniforme da Batwoman no primeiro episódio. E que a série não vai repetir vilões do Arrowverse nem utilizar os criminosos mais óbvios de Gotham City. Além de Rachel Skarsten como Alice, líder da Gangue do País das Maravilhas, que será a principal vilã da temporada inaugural, Dries contou que série vai apresentar a transformação de Tommy Elliot em Silêncio (Hush), um dos novos supervilões que ganhou grande popularidade nos quadrinhos de Batman. O personagem ainda não teve a escalação revelada. A série da “Batwoman” estreia em 6 de outubro nos Estados Unidos e deve ser exibida no Brasil pelo canal pago Warner, que passa todas as demais produções do Arrowverso.

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    Batwoman e Supergirl vão virar melhores amigas na televisão

    20 de julho de 2019 /

    As produtoras-roteiristas Caroline Dries e Sarah Schechter, responsáveis pela nova série “Batwoman”, revelaram durante a Comic-Con International que Kate Kane, a Batwoman, e Kara Danvers, a Supergirl, vão se tornar cada vez mais amigas. As duas heroínas se conheceram nos episódios que introduziram a heroína de Gotham City no Arrowverse, durante o crossover “Elseworlds” no ano passado, e vão se tornar mais próximas no próximo cruzamento de séries, “Crise nas Infinitas Terras”, previsto para o final de dezembro nos Estados Unidos. A amizade das duas deve refletir na TV a famosa parceria entre Batman e Superman nos quadrinhos. Entretanto, Batwoman e Supergirl não tem a mesma proximidade nas publicações da DC Comics. Por outro lado, assim como nos quadrinhos, Batwoman será lésbica na produção televisão. Isto não significa romance entre as heroínas, mas reflete o fato de Supergirl ter uma irmã lésbica a quem também considera sua melhor amiga. Fãs, claro, podem sonhar. A série da “Batwoman” estreia em 6 de outubro nos Estados Unidos e deve ser exibida no Brasil pelo canal pago Warner, que passa todas as demais produções do Arrowverso.

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