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    A melhor estreia da semana é um drama brasileiro com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes

    23 de agosto de 2018 /

    As melhores estreias desta quinta (23/8) são produções brasileiras, mas a maioria dos cinemas só oferecerá opção de filmes americanos, que tem a maior distribuição. Quem tiver oportunidade, porém, deve dar atenção a “Benzinho”. O filme de Gustavo Pizzi, co-escrito e estrelado por Karine Teles, repete a qualidade da parceria anterior do casal, o drama “Riscado” (2010). Levou oito anos para voltarem ao cinema. Mas a espera compensou, pois se trata de um dos melhores filmes de 2018. O fato de dramatizar o cotidiano familiar, com situações aparentemente banais, pode soar pouco atraente para o grande público. No entanto, nas mãos de Pizzi e Karine, “Benzinho” alcança profundidade poética e transforma a crise de uma mãe sufocada pela família em algo tocante. Exibido no Festival de Sundance 2018, nos Estados Unidos, o longa arrebatou a imprensa internacional, que empilhou elogios e lhe rendeu 93% de aprovação na média da avaliação do site Rotten Tomatoes. Vale tentar também encontrar os documentários, dois brasileiros e um estrangeiro filmado no Brasil, escondidos em circuito semi-invisível. Especialista em documentários sobre música brasileira, o francês Georges Gachot passa a carreira de João Gilberto à limpo em “Onde Está Você, João Gilberto?”, enquanto embarca numa missão impossível, achar o músico que não sai de casa há anos. Igualmente lúdico, “Histórias que Nosso Cinema (Não) Contava”, de Fernanda Pessoa, propõe contar a história da ditadura por meio de cenas dos filmes da época, especialmente pornochanchadas. O resultado, um show de montagem, é hilário e bastante instrutivo. Por fim, “Missão 115”, de Silvio Da-Rin, traz às claras os planos das forças de repressão para impedir a redemocratização do Brasil, por meio do infame atentado ao Rio Centro em 1981, cuja bomba acabou explodindo antes, matando as pretensões sanguinárias da direita militar. Todos esses quatro são recomendadíssimos. E todos os demais não. Entretanto, os filmes ruins têm mais destaque no circuito. Justamente o pior lançamento chegará em mais cinemas, quase 500. Mesmo sendo um horror, literalmente. “Slender Man” evita a atual fase criativa do terror americano ao optar por sustos batidos. O chamariz é o monstro virtual do título, criado na internet, que virou lenda urbana ao inspirar surtos de violência entre adolescentes. A história real que envolveu a criatura dá um pau na ficção barata levada às telas, que, com 9% de aprovação, é um dos filmes mais mal-avaliados do ano no site Rotten Tomatoes. As comédias americanas que preenchem o circuito dos shoppings seguem a toada. “Meu Ex É um Espião” é uma correria de mulheres bobinhas que, sem querer, acabam se envolvendo num caso de espionagem internacional, porque uma delas (Mila Kunis) namorou um espião. E “Te Peguei!” é uma correria de homens bobões que, já quarentões, ainda brincam de pega-pega. As duas histórias medíocres são variações de muitas outras – e, por coincidência, existe até um filme que junta ambas: “Gotcha!: Uma Arma do Barulho” (1985). Os dois dramas europeus também não compensam o espaço recebido em circuito limitado. “Escobar – A Traição” é praticamente um déjà vu ao contar a versão espanhola da trama melhor abordada na série “Narcos” – com Javier Bardem no papel de Pablo Escobar e Penélope Cruz como sua amante, ambos indicados ao Goya (o Oscar espanhol). Por fim, em “Gauguin – Viagem ao Taiti”, quem desperdiça talento é Vincent Cassel, competindo pela atenção do diretor Edouard Deluc, no papel-título, com a paisagem tropical – também no título. Confira abaixo sinopses e trailers dos filmes mencionados, com risco de acreditar no marketing e tropeçar no escuro dos cinemas. Slender Man – Pesadelo Sem Rosto | EUA | Terror As amigas Wren, Hallie, Chloe e Katie levam uma vida entediante no colégio. Quando ouvem falar num monstro chamado Slender Man, decidem invocá-lo através de um vídeo na Internet. A brincadeira se transforma num perigo real quando todas começam a ter pesadelos e visões do homem se rosto, com vários braços, capaz de fazer as suas vítimas alucinarem. Um dia, Katie desaparece. Como a polícia não dispõe de nenhuma prova para a investigação, cabe às três amigas fazerem a sua própria busca, enfrentando a criatura. Meu Ex É Espião | EUA | Comédia Duas melhores amigas embarcam numa atrapalhada aventura de espionagem pela Europa depois que o ex-namorado de uma delas revela-se um agente secreto caçado internacionalmente por assassinos. Te Peguei! | EUA | Comédia Um pequeno grupo de ex-colegas de classe organizam um elaborado jogo anual insano de pega-pega. Neste ano, no casamento do jogador mais invencível da trupe, eles farão de tudo para derrubá-lo. Benzinho | Brasil | Drama O filho mais velho de uma família de classe média é convidado para jogar handebol na Alemanha e lança sua mãe (Karine Teles) em uma espiral de sentimentos pois, além de ajudar a problemática irmã (Adriana Esteves), lidar com as instabilidades do marido (Otávio Müller) e se desdobrar para dar atenção ao seus outros filhos, ela terá de enfrentar sua partida antes de estar preparada. Escobar – A Traição | Espanha | Drama 1981, Colômbia. Líder do Cartel de Medellín, Pablo Escobar (Javier Bardem) é um dos maiores traficantes de cocaína para os Estados Unidos, o que faz com que governo de Ronald Reagan insista na criação de um tratado entre os dois países que permita que ele seja julgado em solo americano. Decidido a combater tal ideia, Escobar se candidata e é eleito deputado federal. Paralelamente, ele se envolve com Virginia Vallejo (Penélope Cruz), uma popular apresentadora de TV que não se importa em como o amante consegue sua fortuna, apenas em como o dinheiro é empregado. Gauguin – Viagem ao Taiti | França | Drama No ano de 1891, o célebre pintor francês Gauguin se exila no Taiti. Lá, ele espera reencontrar sua pintura livre, selvagem, longe dos códigos morais, políticos e estéticos da Europa civilizada. Mas, no local, acaba se afundando na selva, enfrentando a solidão, pobreza e a doença. Mas também conhece Tehura, que se tornará sua esposa e tema das suas telas mais importantes. Onde Está Você, João Gilberto? | Alemanha, França, Suiça | Documentário Inspirado no livro “HO-BA-LA-LÁ – À Procura de João Gilberto”, do escritor alemão Marc Fischer, Georges Gachot resolve realizar o sonho do autor, e o seu também, e desembarca no Rio de Janeiro em busca de João Gilberto. Seguindo os passos de Fischer, ele não mede esforços e entra em contato com diversos amigos e parceiros do músico em sua jornada. Histórias que Nosso Cinema (Não) Contava | Brasil | Documentário O longa realiza uma releitura histórica da ditadura militar no Brasil, a partir apenas de imagens oriundas de 27 filmes produzidos no período e que foram considerados “pornochanchadas”, o gênero mais visto e mais produzido durante a década de 1970. Missão 115 | Brasil | Documentário Missão 115 foi o nome atribuído pelo DOI-CODI, órgão de repressão do exército durante a ditadura militar, a uma suposta operação de “vigilância” no Rio de Janeiro, durante um show no Riocentro. Na verdade, tratava-se de um atentado à bomba, organizado pelas forças no poder, que visava incriminar organizações de esquerda e sabotar a redemocratização do país. Mas a bomba explodiu antes da hora.

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    Nova denúncia de agressão sexual é apresentada contra Kevin Spacey

    22 de agosto de 2018 /

    Um porta-voz da promotoria de Los Angeles revelou nesta quarta-feira (22/8) que uma nova denúncia de agressão sexual foi apresentada contra o ator Kevin Spacey (“Em Ritmo de Fuga”). “Um caso de agressão sexual foi apresentado ontem ao nosso escritório pelo Departamento do Xerife do Condado de Los Angeles envolvendo Kevin Spacey. Ele continua em análise”, disse o porta-voz Greg Risling, sem fornecer detalhes. Representantes do ator não comentaram a denúncia, mas a promotoria de Los Angeles vinha investigando desde abril uma acusação de assédio contra Spacey, que teria ocorrido em 1992 e envolvia um homem adulto. Mais de 30 homens disseram que foram vítimas de avanços sexuais indesejados por Spacey, desde que o ator Anthony Rapp (da série “Star Trek: Discovery”) o acusou de tentar seduzi-lo em 1986, quando tinha apenas 14 anos de idade. Em outubro, Spacey pediu desculpas por qualquer conduta inadequada com Rapp, mas não comentou as novas denúncias que surgiram desde então. O escândalo foi tão grande que Spacey foi demitido da série “House of Cards”, na qual vivia o protagonista, e teve sua atuação apagada em “Todo o Dinheiro do Mundo”, sendo substituído em refilmagens por outro ator. A repercussão atingiu vários outros projetos que o envolviam. A Netflix, por exemplo, assumiu o prejuízo de ter produzido uma biografia de Gore Vidal com o ator, optando por vetar seu lançamento. A nova acusação coincide com o lançamento do último filme estrelado por Spacey. “Billionaire Boys Club” já estava filmado quando o escândalo estourou e chegou aos cinemas dos Estados Unidos na sexta-feira (17/8), com um número abismal de espectadores. Mesmo assim, foi um lançamento pro forma, pois a distribuição do longa foi negociada para plataformas de VOD (video on demand), com uma campanha que destacou outros atores do elenco.

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    Ator mirim que teria sido abusado por Asia Argento se manifesta pela primeira vez após o escândalo

    22 de agosto de 2018 /

    O ator Jimmy Bennett, que alega ter sido abusado sexualmente por Asia Argento quando tinha 17 anos, pronunciou-se pela primeira vez após a revelação do escândalo no domingo (19/8) pelo jornal The New York Times. Num comunicado enviado para imprensa americana, ele contou a sua versão sobre o que aconteceu em um hotel em Marina Del Rey (Califórnia), em maio de 2013. “Eu não falei inicialmente sobre minha história porque preferi resolver o assunto de forma privada com a pessoa que me violentou”, ele afirmou. “Meu trauma voltou quando ela apareceu como vítima. Eu não fiz uma declaração pública nos últimos dias porque estava envergonhado e com medo de fazer parte de uma narrativa pública”, completou Bennet, que hoje tem 22 anos. Segundo o jornal The New York Times, ele procurou Argento em busca de dinheiro para não revelar o acontecido, e ela teria lhe pago secretamente para não ser acusada. Nove anos antes do sexo, ele tinha vivido o filho da atriz no segundo longa que ela dirigiu, “Maldito Coração” (de 2004). “Eu era menor de idade quando o caso aconteceu”, escreveu Jimmy. “E eu tentei buscar a justiça de uma forma que fizesse sentido na época, porque eu não estava pronto para lidar com ramificações desta história em ambiente público. Na época, ainda havia um estigma em nossa sociedade sobre o tema, e não pensei que as pessoas entenderiam o que aconteceu pelos olhos de um adolescente”. “Eu tive que lidar com muitas adversidades em minha vida, e esta é outra que vou ter que lidar, ao seu tempo. Eu gostaria de esquecer este evento em minha vida, e hoje escolhi seguir em frente, não mais em silêncio”, completou. Asia Argento chegou a negar, por meio de seu próprio comunicado, que tivesse se relacionado sexualmente com o adolescente. Mas o site TMZ revelou uma foto em que os dois aparecem deitados juntos, sem camisas, em uma cama. Ele não se mostra traumatizado na imagem, mas documentos escritos por seu advogado e obtidos pelo Times afirmam que a atriz o teria embebedado. Pelas leis da Califórnia, onde o encontro aconteceu em 2013, relação sexual entre adulto e menor de 18 anos é considerada crime. Bennet teria contatado Asia em busca de dinheiro em abril, ameaçando tomar medidas legais contra ela a partir de alegações de abuso sexual. Na declaração da atriz, o ator “inesperadamente exigiu uma quantia exorbitante de dinheiro”, após ela ganhar projeção como uma das principais acusadoras do megaprodutor Harvey Weinstein. Uma das primeiras a denunciar Weinstein por estupro, Asia Argento se tornou porta-voz importante do #MeToo e a acusação afetaria sua reputação. Não só isso. “Ele sabia que meu namorado, Anthony Bourdain, era tido como um homem muito rico e tinha uma reputação a proteger, como uma figura muito amada pelo público”, ela afirmou. O chef e apresentador, então, teria insistido para que o assunto fosse tratado “em particular”. “Anthony tinha medo da possível repercussão negativa que tal pessoa, que ele considerava perigosa, poderia trazer sobre nós”, escreveu a atriz. Os dois teriam decidido então pagar o rapaz. “Anthony se encarregou pessoalmente de ajudar Bennet financeiramente, sob a condição de que não teríamos mais intrusões em nossas vidas”. A história se completa com as mensagens de texto reveladas pelo TMZ, junto da foto íntima vazada, que oferece uma narrativa bem diferente da história. A atriz diz em uma das mensagens: “Não fui estuprada, mas fiquei congelada. Ele estava em cima de mim. Depois, me disse que eu era sua fantasia sexual desde que ele tinha 12 anos”. Ela ainda acrescentou: “Ele me escreveu depois e ficou me mandando nudes que eu não tinha pedido, todos esses anos, antes da carta ao advogado.” Em outra mensagem, ela diz: “Eu fiz sexo com ele e foi estranho. Eu não sabia que ele era menor até chegar a carta”. Sobre as fotos, disse não ter grandes preocupações. “Dá para ver meus seios. Isso é tudo. Não significa nada.” Asia ainda relembrou que tinha 17 anos se relacionava com um homem de 33. Asia afirma que foi extorquida por Bennett e explicou por que não o denunciou: “Eu não reportei porque sempre me senti mal por esse ator-criança fracassado de Hollywood. Tenho 80 páginas sobre ele de um investigador que Anthony [Bourdain] contratou. E todos os e-mails do Anthony me pressionando a aceitar o pagamento.” Famoso chef e apresentador de TV, Anthony Bourdain se suicidou no último dia 8 de junho, aos 61 anos, e na época Asia Argento foi alvo de bullying nas redes sociais, por ser considerada culpada por esse desfecho trágico. A polícia de Los Angeles ainda coleta informações para concluir se abrirá uma investigação oficial sobre o caso.

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  • Série

    Teasers de American Horror Story trazem Sarah Paulson e o apocalipse

    22 de agosto de 2018 /

    O canal pago FX divulgou oito teasers sinistros da 8ª temporada de “American Horror Story”, intitulada “Apocalypse”. E os temas dos vídeos mostram como um bebê vai crescer para se tornar o anticristo e destruir o mundo. O último vídeo revela uma nova personagem interpretada por Sarah Paulson. A atriz deverá interpretar nada menos que três papéis diferentes na atual temporada, e um deles é a sinistra Venable, apresentada na prévia. No vídeo, ela aparece no comando de uma loteria que sorteia pessoas para sobreviver ao fim dos dias. “Esta é a sua chance de sobreviver”, diz Paulson para a câmera. Além de Venable, Paulson vai retomar as personagens Billie Dean Howard (da 1ª temporada da série, “Murder House”) e Cordelia Goode (da 3ª, “Coven”). A nova temporada funcionará um crossover das duas histórias, continuando a trama do arco inaugural da atração, que terminou com Constance Langdon (Jessica Lange) assumindo a criação de seu neto pequeno. O ator Cody Fern (revelação da 2ª temporada de “American Crime Story”) viverá a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Connie Britton), que será o anticristo da trama. Junto com Paulson também retomarão seus papéis de bruxas da 3ª temporada as atrizes Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe, Frances Conroy, Sarah Paulson, Lily Rabe, Emma Roberts e até a cantora Stevie Nicks. Atores de outras temporadas, como Cheyenne Jackson, Billie Lourd, Billy Eichner, Adina Porter e Leslie Grossman também aparecerão no novo arco, que ainda irá promover a estreia de Joan Collins (da série clássica “Dinastia”) na série. A estreia de “American Horror Story: Apocalypse” está marcada para 12 de setembro. A série também é exibida pelo FX no Brasil.

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  • Filme

    Clipe do filme Infiltrado na Klan revela blues inédito de Prince

    22 de agosto de 2018 /

    A Focus Features divulgou o clipe de “Mary Don’t You Weep”, música inédita de Prince que faz parte da trilha do filme “Infiltrado na Klan” (BlacKkKlansman). A música é um blues tocado ao piano, que soa triste e improvisado, todo cantado em falsete. Já o clipe, assinado pelo diretor Spike Lee, resume-se a uma edição de cenas e fotos do filme. A última imagem é uma foto de Prince e Lee juntos. Segundo Lee, Prince gravou a canção ainda nos anos 1980, em uma fita cassete. O músico morreu em abril de 2016, sem nunca tê-la lançado oficialmente. “Eu acredito que Prince queria que eu usasse essa música. Essa fita cassete estava enfiada nos fundos dos cofres de Prince em Paisley Park, e é encontrada justamente agora. Isso não foi um acidente”, disse o cineasta, em entrevista para a Rolling Stone. “Infiltrado na Klan” revela os bastidores da mais notória organização racista e de extrema direita dos Estados Unidos, a Ku Klux Klan, por meio de uma história inacreditável, ainda que supostamente verídica. Passada nos anos 1970, a trama gira em torno de Ron Stallworth (John David Washington, da série “Ballers”), o primeiro negro a entrar para os quadros da polícia de Colorado Springs. Mesmo depois de ser aceito como detetive, ele continuou sendo assediado pelos colegas racistas da corporação. E decidiu combater o preconceito indo direto na fonte. Entretanto, para se infiltrar na KKK, ele teve que contar com a ajuda de um policial branco, já que, obviamente, não poderia fazer isso pessoalmente. Mas precisava ser o “policial certo”: um judeu (vivido por Adam Driver, de “Star Wars: Os Últimos Jedi”) com motivos para odiar neonazistas. Já em cartaz nos Estados Unidos, o filme só vai chegar em 22 de novembro no Brasil.

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  • Etc,  Filme

    Graças à bebida, George Clooney foi o ator que mais ganhou dinheiro em 2018

    22 de agosto de 2018 /

    George Clooney foi o ator que mais faturou nos últimos 12 meses. Ele teria recebido US$ 239 milhões, segundo relatório publicado nesta quarta-feira (22/8) pela revista Forbes. O curioso é que esse dinheiro não veio de nenhum projeto cinematográfico, considerando que seus últimos filmes, tanto como ator quanto diretor, foram fracassos de bilheteria. Ele ficou milionário vendendo sua marca de tequila, Casamigos, para a Diageo. Só este negócio rendeu ao ator americano um total de US$ 233 milhões, enquanto seus rendimentos com cinema e outros negócios representaram “apenas” US$ 6 milhões no montante. Não é à toa que chegou a dizer que não precisava mais atuar, porque estava rico. Por conta disso, o ator que mais ganhou dinheiro com cinema foi Dwayne Johnson, conhecido como “The Rock”. Ele faturou US$ 124 milhões, graças a produções como “Velozes e Furiosos 8”, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” e “Rampage: Destruição Total”. Mas parte desse montante também se deve à sua influência nas redes sociais, que lhe permite negociar muitos contratos de publicidade. Johnson já tinha sido o mais bem-pago em 2016, mas tinha perdido essa primazia no ano passado, quando ficou em 2º lugar – atrás de Mark Wahlberg, ausente no Top 10 de 2018. Os valores atuais de Johnson representam o dobro que ele conquistou no ano passado. Na verdade, igualam-se à soma dos rendimentos dos dois anos anteriores do astro de ação. O que é espantoso. Em 3º e 4º lugares aparecem dois atores de “Vingadores: Guerra Infinita”, Robert Downey Jr. (intérprete de Homem de Ferro) e Chris Hemsworth (Thor), que receberam US$ 81 milhões e US$ 64,5 milhões, respectivamente. E o Top 5 se encerra com o maior astro do cinema chinês, Jackie Chan, que ganhou US$ 45,5 milhões por estrelar nada menos que seis filmes recentes (entre eles “O Estrangeiro”, rodado no ocidente), além de seu trabalho como produtor e empresário de cinema. A lista dos dez mais bem-pagos ainda inclui dois atores que negociaram fortunas para trabalhar para a Netflix, Will Smith (US$ 42 milhões, em 6º) e Adam Sandler (US$ 39,5 milhões, em 8º), dois astros de Bollywood, Akshay Kumar (US$ 40,5 milhões, 7º) e Salman Khan (US$ 38,5 milhões, 9º), e mais um Vingador, Chris Evans (o Capitão América, que fez US$ 34 milhões, em 10º). Ao divulgar a lista, a Forbes aproveitou para chamar a atenção sobre a diferença salarial entre os atores e as atrizes mais bem-pagos do mundo: embora os 10 homens tenham acumulado US$ 748,5 milhões, as 10 mulheres mais bem-sucedidas do setor somaram, ao todo, só um quarto desse valor, US$ 186 milhões. “Parte da divergência se deve à falta de oportunidades em franquias de longa duração e filmes de ação que geram grandes rendas a priori e a posteriori”, afirma a revista, que ressalta como a lacuna salarial de gênero se dá até entre milionários. Para confirmar a análise, a atriz mais paga do ano, Scarlett Johansson, também estrelou “Vingadores: Guerra Infinita”. A intérprete da Viúva Negra fez mais que seu colega Chris Evans, atingindo US$ 40,5 milhões. Mas as demais estrelas, que não estrelaram franquias de ação, ficaram muito abaixo desse rendimento.

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  • Série

    The Big Bang Theory vai acabar na próxima temporada

    22 de agosto de 2018 /

    A rede CBS e a produtora WBTV (Warner Bros. Television) anunciaram que a próxima temporada de “The Big Bang Theory” marcará o fim da série. A 12ª e última temporada da comédia que lidera a audiência televisiva dos Estados Unidos tem estreia marcada para o dia 24 de setembro. O episódio final deve ir ao ar no início de 2019. “Somos eternamente gratos a nossos fãs por seu apoio à ‘The Big Bang Theory’ durante suas 12 temporadas. Nós, juntamente com o elenco, escritores e equipe, estamos extremamente agradecidos pelo sucesso da série, e queremos entregar uma temporada final e episódio final capazes de levar ‘The Big Bang Theory’ para um conclusão criativa épica”, anunciaram as empresas e o produtor Chuck Lorre em comunicado conjunto. A série, que estreou em 2007, vai atingir um total de 279 episódios, finalizando sua trajetória como a sitcom convencional mais longeva da história da TV americana. Originalmente protagonizada por Jim Parsons, Johnny Galecki, Kaley Cuoco, Simon Helberg e Kunal Nayyar, “The Big Bang Theory” acompanha a história de um grupo de amigos nerds desajustados e o impacto de sua vizinha sexy Penny (Cuoco) em suas vidas, demonstrando que nem tudo se resume a ciências, quadrinhos, séries e filmes de sci-fi. Nos últimos anos, os nerds deixaram de ser solitários e encontraram suas caras metades. Até Penny se casou com um deles, Leonard (o personagem de Galecki), e o final da 11ª temporada trouxe o casamento de Sheldon (Parsons) e Amy (Mayim Bialik). O sucesso de “The Big Bang Theory” inflacionou os salários de seu elenco, transformando seus atores nos mais bem-pagos da TV americana. Entretanto, isso também encareceu a produção dos episódios e o anúncio do cancelamento coincide com o momento de discussões de renovações contratuais – época em que aumentos ou cortes são buscados. Ao todo, a série recebeu 52 indicações ao Emmy e soma 10 vitórias até o momento, embora nunca tenha conquistado o troféu de Melhor Série de Comédia. Individualmente, o mais premiado é Jim Parsons, que venceu um Globo de Ouro e quatro Emmys pelo papel de Sheldon – além de ter lançou um bordão (“Bazinga!”) na cultura pop. O universo da série recentemente se expandiu com “Young Sheldon”, mostrando a infância do personagem. Graças a essa atração, que estreia sua 2ª temporada ainda neste ano, Parsons vai continuar ligado a Sheldon por mais tempo. Ele é produtor e contribui com narrações de “Young Sheldon”. No Brasil, “The Big Bang Theory” é exibida pelo canal pago Warner.

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  • Etc,  Série

    Atriz e criadora de série da Netflix revela ter sofrido estupro coletivo em meio à produção

    22 de agosto de 2018 /

    A atriz e roteirista Michaela Coel, criadora e estrela de “Chewing Gum”, lançada no Brasil pela Netflix, revelou ter sofrido um estupro coletivo em meio à produção da série. Ela compartilhou o trauma durante uma palestra no Festival de Televisão de Edimburgo. Coel frisou que o abuso não ocorreu “dentro dos escritórios da produtora ou foi cometido por algum funcionário da produção”. “Eu estava virando a noite no trabalho, tinha que entregar um episódio às 9 da manhã do dia seguinte”, comentou. “Eu resolvi fazer um intervalo e encontrar um amigo que estava por perto para tomar um drinque. A próxima coisa que eu me lembro é estar na frente do computador, no dia seguinte, digitando”. Coel contou que, pouco depois, teve um “flashback” em que se lembrou de ser abusada sexualmente por “um grupo de homens desconhecidos”. “Logo depois de procurar a polícia, antes mesmo de falar com minha família, liguei para os meus produtores. E então o dilema começou: Como operamos, nesse ramo, quando há uma emergência desse tipo?”, questionou. “De uma hora para a outra, todo mundo ficou muito ansioso, funcionários e chefes”, continuou. “Nos próximos dias, todo mundo ao meu redor no trabalho ficou tentando descobrir onde a linha da empatia estava, e como me tratar, e o quanto exigir de mim. Quando há a polícia envolvida, e imagens de câmeras de segurança de homens desconhecidos carregando sua roteirista, adormecida, para lugares perigosos, quando cortes são encontrados e há sangue, como uma empresa deve agir?”. Coel relatou que a produtora Retort a enviou para uma clínica de recuperação psicológica e bancou a sua terapia até o fim das gravações de “Chewing Gum”. Ainda segundo ela, o caso extremo aconteceu após sua primeira experiência com assédio sexual. “Uma vez, eu tinha vencido um prêmio por roteiro. Em uma festa depois da cerimônia, um produtor famoso da TV britânica se aproximou de mim, se apresentando. Eu disse: ‘Ah, claro, prazer em conhecê-lo!’. Ele imediatamente me respondeu: ‘Você faz ideia do quanto eu quero transar com você agora?’. Eu dei meia volta e fui embora imediatamente, deixando o meu acompanhante sozinho na festa. Ele me ligou mais tarde, irritado, dizendo que alguém tinha usado ofensas racistas se dirigindo a ele. Era o mesmo produtor”, relatou a atriz. Além de “Chewing Gum”, Coel pode ser vista em outra produção da Netflix, a antologia “Black Mirror”, no celebrado episódio “USS Callister”. Ela também teve um pequeno papel em “Star Wars: Os Últimos Jedi” e atualmente prepara uma série para a BBC sobre assédio. Intitulada “Jan 22nd”, a atração vai explorar a questão do consentimento sexual na vida contemporânea e será escrita e estrelada por ela, baseada em suas próprias experiências.

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  • Etc

    Cineasta Dario Argento acredita que acusações contra sua filha foram tramadas por Harvey Weinstein

    22 de agosto de 2018 /

    O pai da atriz Asia Argento, o veterano cineasta italiano Dario Argento, mestre do terror e do suspense, pronunciou-se sobre as acusações de abuso sexual de menor que sua filha enfrenta desde a publicação de uma reportagem do jornal The New York Times no domingo (19/8). Para ele, há “um ar de conspiração” em torno das denúncias. Em entrevista ao jornal La Stampa, Argento deu a entender que as acusações podem estar conectadas a Harvey Weinstein, visto que a filha denunciou o produtor de Hollywood por estupro. “Estou apenas fazendo suposições. Certamente, desde que Asia fez sua acusação, aconteceram reações violentas na Itália, até mesmo por parte de políticos. Muitos atacaram ela, e não Weinstein”, comentou. O cineasta citou por nome dois políticos que fizeram ataques a sua filha, Vittorio Sgarbi e Matteo Salvini. “Temos que ver se essas acusações [contra Asia] são verdadeiras. Eu não acho que sejam. Acho que podem ser uma tentativa organizada de difamá-la. Acho que Weinstein disse para os seus advogados para inventarem alguma sujeira sobre ela”, acrescentou. “Tudo o que está acontecendo me deixou em um estado mental negativo, é uma sequência de eventos desagradáveis”, lamentou o cineasta. Argento, hoje com 77 anos, assinou clássicos como “Suspiria”, que em novembro ganha remake de Luca Guadagnino (“Me Chame pelo seu Nome”), e “O Pássaro das Plumas de Cristal”, marco do gênero giallo, suspenses sangrentos que inspiraram o slasher americano. Ele dirigiu a filha em muitos filmes, inclusive alguns de seus trabalhos mais recentes, como “O Retorno da Maldição” (2007) e “Drácula 3D” (2012). Nesta terça (22/8), o site TMZ publicou uma foto íntima e mensagens de texto que comprovam as informações da matéria do Times, confirmando que Asia Argento pagou uma quantia (seriam US$ 380 mil) para o jovem ator Jimmy Bennet não acusá-la de abuso sexual de menor. Ele tinha 17 anos quando os dois transaram em 2013, nove anos após Bennet viver o filho de Argento no segundo longa que ela dirigiu, “Maldito Coração” (de 2004). Segundo Asia, o pagamento foi ideia do seu namorado na época, o falecido chef Anthony Bourdain, que se suicidou em junho.

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  • Etc

    Foto íntima e mensagens de texto comprovam sexo entre Asia Argento e ator menor de idade

    22 de agosto de 2018 /

    O site TMZ divulgou fotos e mensagens de texto que confirmam que a atriz Asia Argento teve uma relação sexual com o ator Jimmy Bennett, na época em que ele tinha 17 anos. As imagens dos dois felizes na cama demonstra que foi consensual. Já as mensagens de texto trazem a atriz afirmando que não sabia que ele era menor. Veja abaixo. As provas obtidas pelo site desmentem comunicado de Argento emitido na terça (21/8), em que ela rechaçou notícias de que tinha tido relação sexual com o jovem. “Eu nego e rechaço o conteúdo do artigo publicado no ‘New York Times’ que circula em vários veículos internacionais”, afirmou a atriz de 42 anos. “Jamais mantive relações sexuais com Bennett”, completou. O envolvimento dos dois veio à tona no domingo, por meio de uma reportagem do jornal The New York Times, que revelou pagamento da atriz para que Bennett não divulgasse fotos íntimas comprometedoras, nem a acusasse de abuso sexual de menor. Nas leis da Califórnia, onde se encontraram em 2013, é considerado crime um adulto ter uma relação sexual com uma pessoa menor de 18 anos. Segundo os documentados obtidos pelo jornal, os advogados de Bennett pediram indenização contra uma “agressão sexual” traumática para seu cliente. O ator tinha 17 anos no momento do suposto incidente e teria sido embebedado por Argento, que depois o levou para um quarto para fazer sexo oral. Nove anos antes, ele tinha vivido o filho da atriz no segundo longa que ela dirigiu, “Maldito Coração” (de 2004). Uma das primeiras a denunciar Harvey Weinstein por estupro, Asia Argento se tornou porta-voz importante do #MeToo, mas nos últimos dias se viu alvo do próprio movimento, assim que a reportagem começou a repercutir. “Violência sexual é sobre poder e privilégio. Isso não muda quando a criminosa em questão é sua atriz, ativista ou professora favorita”, disse Tarana Burke, que criou a hashtag #MeToo. Já o advogado de Weinstein a chamou de “hipócrita” por denunciar algo que ela mesmo teria feito. Em seu comunicado, Argento disse que permaneceu em contato com Bennet “por vários anos, somente por amizade”. Segundo a atriz, a amizade chegou ao fim quando o ator “inesperadamente exigiu uma quantia exorbitante de dinheiro”, após ela ganhar projeção como uma das principais acusadoras do megaprodutor Harvey Weinstein. Na época, afirma ela, Bennet enfrentava “severos problemas financeiros” e havia processado a própria família, pedindo uma indenização milionária. Argento ainda citou a reputação de Bourdain como um dos fatores que teria atraído Bennet: “Ele sabia que meu namorado, Anthony Bourdain, era tido como um homem muito rico e tinha uma reputação a proteger, como uma figura muito amada pelo público”. O chef e apresentador, então, teria insistido para que o assunto fosse tratado “em particular”. “Anthony tinha medo da possível repercussão negativa que tal pessoa, que ele considerava perigosa, poderia trazer sobre nós”, escreveu a atriz. Os dois teriam decidido então pagar o rapaz. “Anthony se encarregou pessoalmente de ajudar Bennet financeiramente, sob a condição de que não teríamos mais intrusões em nossas vidas”. Entretanto, as mensagens de texto de Asia, cujos prints foram revelados ao TMZ, indicam que houve sim relação sexual, ao mesmo tempo que parecem comprovar que ela estava sendo extorquida por Bennett. A atriz diz em uma das mensagens: “Não fui estuprada, mas fiquei congelada. Ele estava em cima de mim. Depois, me disse que eu era sua fantasia sexual desde que ele tinha 12 anos”. Ela ainda acrescentou: “Ele me escreveu depois e ficou me mandando nudes que eu não tinha pedido todos esses anos, antes da carta ao advogado.” Em outra mensagem, ela diz: “Eu tive sexo com ele e foi estranho. Eu não sabia que ele era menor até chegar a carta”. Sobre as fotos, não há grandes preocupações. “Dá para ver meus seios. Isso é tudo. Não significa nada.” Asia ainda relembrou à amiga de quando tinha 17 anos e se relacionava com um homem de 33. E disse que quer “sumir do mapa” se for demitida de seus trabalhos. “Se perder meu trabalho, eu vou mudar para a África ou para a floresta Amazônica. Quero ser como 90% do mundo, que não liga para essa merda. Etiópia ou Senegal. Talvez Brasil”, afirmou ela. Asia diz que foi extorquida por Bennett e explicou por que não o denunciou: “Eu não reportei porque sempre me senti mal por esse ator criança fracassado de Hollywood. Tenho 80 páginas sobre ele de um investigador que Anthony [Bourdain] contratou. E todos os e-mails do Anthony me pressionando a aceitar o pagamento.” Procurada pelo TMZ, representantes da atriz não se pronunciaram. Famoso chef e apresentador de TV, Anthony Bourdain se suicidou no último dia 8 de junho, aos 61 anos, e na época Asia Argento foi alvo de bullying nas redes sociais, por ser considerada culpada por esse desfecho trágico.

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  • Filme

    Michael Peña viverá o pai de Dora, a Aventureira no cinema

    22 de agosto de 2018 /

    O ator Michael Peña, intérprete do impagável luis nos filmes do “Homem-Formiga”, entrou na versão de cinema de “Dora, a Aventureira”, série animada do canal pago Nickelodeon. Ele interpretará o pai da personagem-título, vivida por Isabela Moner (de “Transformers: O Último Cavaleiro”) na produção. No filme, Peña será casado com Eva Longoria (de “Desperate Housewives”), intérprete da mãe de Dora. A adaptação foi escrita por Nicholas Stoller (“As Aventuras do Capitão Cueca: O Filme”) e a direção está a cargo de James Bobin (“Alice Através do Espelho”), que voltam a se juntar após a parceria de “Os Muppets” (2011). Para completar, a produção é de Michael Bay, diretor da franquia “Transformers”, e o elenco também inclui Eugenio Derbez (“Não Aceitamos Devoluções”), Adriana Barraza (“Babel”) e Temuera Morrison (“Lanterna Verde” e “Aquaman”), entre outros. As filmagens já começaram na Austrália e mostrarão Dora iniciando uma aventura diferente: o ensino médio. A previsão de estreia é para agosto de 2019.

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  • Série

    Novo crossover das séries de heróis da DC Comics ganha data oficial

    22 de agosto de 2018 /

    A rede CW marcou as datas do crossover anual de suas séries da DC Comics. Desta vez, o evento vai envolver apenas três séries – em vez das quatro do ano passado – e acontecerá na segunda semana de dezembro. Mas em vez disso simplificar a logística, o projeto causará tumulto na ordem de exibição das atrações em suas novas temporadas. A trama vai começar com um episódio de “The Flash” e terminar em “Supergirl”, e por conta disso gerará uma troca no calendário entre as duas séries. A primeira parte será exibida em 9 de dezembro, um domingo, com o episódio de “The Flash”. Seguirá pela segunda em “Arrow”. E se encerrará na terça, dia 11 de dezembro, em “Supergirl”. Ao final do crossover, “Supergirl” voltará aos domingos e “The Flash” às terças. Ainda sem título, a história marcará a primeira aparição de Batwoman no Arrowverso – como são chamadas as séries da DC derivadas de “Arrow” – , com interpretação de Ruby Rose (“Megatubarão”) – , que deverá ganhar sua própria atração em 2019. A aprovação da série de “Batwoman” vai depender da repercussão da história. No crossover passado, o Arrowverse introduziu o herói gay Ray, vivido por Russell Tovey (da série inglesa “Being Human”). E o personagem ganhou uma série animada.

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  • Série

    Brendan Fraser vai viver o Homem-Robô na série da Patrulha do Destino

    22 de agosto de 2018 /

    O ator Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) vai estrelar a próxima série de super-heróis da DC Comics. Ele viverá o Homem-Robô em “Doom Patrol”, baseada nos quadrinhos da Patrulha do Destino. O personagem era um piloto de corrida chamado Cliff Steele, que teve seu cérebro transplantado para um corpo de metal após sofrer um grave acidente nas pistas. Fraser irá dublar o Homem-Robô, que aparecerá numa armadura metálica, além de viver Steele em flashbacks. Um dublê interpretará o personagem sob a amardura. Na série “Titans”, dos Novos Titãs, que introduzirá o personagem, o intérprete anunciado foi Jake Michaels (visto num episódio de “Designated Survivor”). A Patrulha do Destino é considerado os X-Men da DC Comics, mas o mais correto, pela ordem de lançamento, seria chamar os X-Men de Patrulha do Destino da Marvel. Criados pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, os heróis da DC chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. E, desde sua concepção, o grupo se tornou conhecido por causar mais medo e repulsa – formado por pessoas que foram mutiladas, desfiguradas ou tem poderes assustadores – que as reações positivas associadas aos super-heróis. A sinopse oficial da série reflete essa premissa. Diz o texto: “Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra contra o que eles encontram”. O Chefe é o codinome de Dr. Niles Calder, um gênio confinado a uma cadeiras de rodas – como Charles Xavier. Os demais integrantes que aparecerão primeiro em “Titans” são Larry Trainor, o Homem-Negativo, e Rita Farr, a Mulher-Elástica, mas outros foram incorporados após a série ser oficializada. April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) viverá a Mulher-Elástica e Dwain Murphy (visto em dois episódios de “Star Trek: Discovery”) será o Homem-Negativo, mas ainda não foi definido se Bruno Bichir (série “Narcos”) manterá o papel de Chefe, que terá em “Titans”. Além destes, a produção também anunciou Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) no papel do herói Ciborgue. A série está sendo desenvolvida por Jeremy Carver, roteirista de “Supernatural” e criador de “Frequency”, e a produção faz parte do universo DC administrado por Greg Berlanti. Com a encomenda da nova série, o produtor-roteirista estará à frente de sete adaptações de quadrinhos da DC Comics, sem contar as animações, como “Ray: Freedom Fighters” e “Constantine: City of Demons”, e baterá o recorde de 14 séries em produção simultânea. “Doom Patrol” ainda não tem previsão de estreia. Ela fará parte do conteúdo exclusivo da plataforma de streaming DC Universe, que deve ser lançada ainda este ano pela Warner, tendo como primeira estreia justamente a série dos Titãs.

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