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  • Etc,  Filme

    Atriz de Pantera Negra é convidada a estrelar Godzilla vs. Kong e o novo Star Trek

    14 de julho de 2018 /

    A atriz Danai Gurira, estrela da série “The Walking Dead” que ganhou ainda mais projeção com “Pantera Negra”, está negociando papéis em dois novos blockbusters. Segundo o site Deadline, ela recebeu propostas para integrar os elencos de “Godzilla vs. Kong” e do próximo “Star Trek”. O primeiro é o aguardado crossover do universo de monstros da Legendary, que já rendeu “Godzilla” (2014) e “Kong: Ilha da Caveira” (2017), e terá direção de Adam Wingard (“Death Note”), com um lançamento previsto para maio de 2020. Ao mesmo tempo, Gurira pode assumir um papel importante no próximo filme da franquia “Star Trek”, que será dirigido por S.J. Clarkson (“Os Defensores”), a primeira mulher a assumir o comando da franquia. Ainda sem data de estreia definida, o filme voltará a trazer Chris Pine, Zachary Quinto, Zoe Saldana, Simon Pegg, Karl Urban e John Cho a bordo da nave Enterprise. É provável que, ao escolher um, ela precise dispensar o outro filme, devido a sobreposição de datas de produção. De todo modo, essa popularidade ajuda a explicar porque, após anos interpretando a guerreira Michonne em “The Walking Dead”, Gurira esteja considerando não renovar seu contrato com a série. A nova showrunner de “The Walking Dead”, Angela Kang, recentemente revelou que o contrato de Danai Gurira se encerra na 9ª temporada, assim como os de Andrew Lincoln e Lauren Cohan, e o retorno da atriz após este período não está definido. “Ela definitivamente será uma presença regular nesta temporada. Depois disso está fora do meu controle”, disse a showrunner ao site The Hollywood Reporter.

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  • Filme,  Série

    Série Downton Abbey vai virar filme

    13 de julho de 2018 /

    Após muitas especulações, o filme baseado na premiada série britânica “Downton Abbey” foi confirmado. A Focus Features assumiu a produção, que começará suas filmagens nos próximos meses. O elenco principal, incluindo Maggie Smith, Michelle Dockery e Hugh Bonneville, vai reprisar seus papéis num roteiro escrito por Julian Fellowes, criador da série. A direção está a cargo de Brian Percival, que dirigiu o piloto de “Downton Abbey” e mais tarde fez a transição para o cinema com “A Menina Que Roubava Livros” (2013). A série acompanhava a vida da aristocrática família Crowley e seu batalhão de empregados na mansão da família, situada numa região rural da Inglaterra no começo do século 20. E venceu nada menos que 15 Emmys durante sua exibição, que aconteceu entre 2010 e 2015. Rumores sobre a produção de um filme que voltaria a reunir o elenco começaram basicamente desde o anúncio de seu final, graças ao status da atração, líder de audiência no Reino Unido. “Quando a série terminou, era o nosso sonho dar de presente aos fãs um filme”, disse Gareth Neame, um dos produtores, ao jornal britânico The Guardian. “Agora as estrelas estão alinhadas e finalmente podemos entrar em produção. Com o roteiro cheio de charme e emoção de Julian nas mãos de Brian Percival, queremos entregar tudo aquilo que esperamos de um filme de ‘Downton Abbey'”, completou. Ainda não há previsão de estreia definida para o filme.

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  • Série

    Atriz cria série para pedir indicação ao Emmy e é selecionada para disputar o Emmy 2018

    13 de julho de 2018 /

    A atriz e roteirista Megan Amram criou uma websérie em curta-metragem para pedir uma indicação ao Emmy. E olha o que aconteceu: “An Emmy for Megan” foi indicado ao Emmy. Em duas categorias. A façanha se tornou uma das histórias mais curiosas do Emmy 2018. Dividida em seis episódios e lançada no dia 27 de abril (o último dia para inscrição no prêmio), “An Emmy for Megan” mostra a atriz em campanha para convencer os eleitores da Academia da Televisão dos Estados Unidos de que ela merecia uma indicação ao troféu máximo da TV americana. Pois a campanha deu certo. Deu mais que certo. Afinal, ela está concorrendo na categoria de Melhor Atriz por Série em Curta-Metragem e a própria produção foi selecionada para o prêmio de Série em Curta-Metragem. No Twitter, Amram comemorou com os fãs. Ela escreveu “Funcionou!”, incluindo uma foto com cara de choro. Mas ainda não se deu por satisfeita, lembrando: “A série não se chama ‘Duas Indicações para Megan’, se chama ‘Um Emmy para Megan’, o que importa é o troféu”. THANK YOU THANK YOU THANK YOU sincerely from the bottom of my heart to everyone who is celebrating #AnEmmyForMegan today. But remember: it's not called #TwoNominationsForMegan, it's called #AnEmmyForMegan. Because what matters is that trophy. SEE YOU ON THE WINNER'S PODIUM/STAGE — Megan Amram (@meganamram) 12 de julho de 2018

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  • Etc

    Mônica e Menino Maluquinho vão se encontrar pela primeira vez

    13 de julho de 2018 /

    Dois dos mais populares personagens dos quadrinhos infantis brasileiros vão se encontrar pela primeira vez. A aventura “Mônica e o Menino Maluquinho na Montanha Mágica” vai juntar os personagens clássicos de Mauricio de Sousa e Ziraldo num livro ilustrado, escrito por Manuel Filho. “Já deixamos a nossa impressão na história da literatura infantil. Trabalhamos há mais de 50 anos no mesmo meio e há tempos pretendíamos fazer algo juntando os personagens”, disse Ziraldo ao jornal O Globo sobre a obra, que será publicado pela Editora Melhoramentos. Apesar de a história marcar o primeiro encontro entre a Mônica e o Menino Maluquinho, não será o primeiro livro compartilhado por Mauricio e Ziraldo. A própria Melhoramentos publicou “O Maior Anão do Mundo” e “O Reizinho Do Castelo Perdido”, parcerias anteriores dos dois autores. O lançamento de “Mônica e o Menino Maluquinho na Montanha Mágica” acontecerá durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no dia 4 de agosto, quando Ziraldo e Mauricio de Sousa vão se reunir para participar de um bate-papo sobre literatura infantil nacional. Manuel Filho assina a história, enquanto Ziraldo, Mauricio e suas equipes entraram com os personagens e ilustrações. Mas a obra também tem influência de Roald Dahl, já que envolve bilhetes dourados em chocolates e premiação para os crianças que os encontram – ideia de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”. Na história, Mônica e o Menino Maluquinho encontram em suas barras de chocolate os desejados bilhetes dourados para visitar a Montanha Mágica, e podem escolher quatro amigos para viajar com eles para a aventura. Mônica escolhe seus melhores amigos: Cebolinha, Cascão, Magali e Franjinha (que leva também o Bidu). O Menino Maluquinho, para não querer encrenca, faz um sorteio. Os ganhadores são: Julieta, Bocão, Junim e Lúcio. As duas turmas se encontram e enfrentam perigos, fazendo grandes descobertas e selando uma amizade eterna – ainda que não haja, até o momento, planos para uma continuação.

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  • Etc

    Henry Cavill pede desculpas por entrevista em que reclama do clima criado pelo movimento #MeToo

    13 de julho de 2018 /

    O ator Henry Cavill teve que se desculpar após a repercussão negativa de uma entrevista polêmica à versão australiana da revista GQ, em que criticou o clima criado pelo movimento contra o assédio sexual #MeToo. Na entrevista, o intérprete do Superman, que volta aos cinemas em duas semanas no elenco de “Missão: Impossível – Efeito Fallout”, chegou a dizer que não flertava mais com mulheres por “ter medo de ser chamado de estuprador”. Entre alguns dos comentários em que demonstrou insatisfação com as mudanças nas relações sociais entre homens e mulheres, ele assumiu-se “antiquado”, exaltou a “caça” às mulheres e se disse dificuldades para lidar com as exigências femininas atuais. “As coisas tem que mudar, claro. Mas tem algo maravilhoso sobre um homem caçando uma mulher… Eu acho que uma mulher deve ser paquerada e caçada, mas talvez eu seja antiquado por pensar assim”, afirmou ele. “Mas é muito difícil fazer isso se há algumas regras impostas. Porque então é assim: ‘Bem, eu não quero ir lá e conversar com ela, porque eu vou ser chamado de estuprador ou algo do tipo’. Então você fica tipo ‘Esqueça, eu vou ligar para a minha ex-namorada então, e insistir em um relacionamento que nunca realmente funcionou'”. Mas nem isso é possível, ele alega. “Agora? Agora você não pode insistir com alguém além do ‘não’. É tipo, ‘ok, tudo bem’. Mas então elas dizem, ‘Ah, por que você desistiu?’. ‘Bem, porque eu não queria ir para a cadeia?'”. Desde a publicação da revista, o ator vinha sendo altamente criticado nas redes sociais. Um dos tuítes com maior repercussão foi escrito pela ativista contra o assédio sexual Helen Price no Twitter, em uma publicação que teve 42 mil curtidas. “Isso é absurdo. Se Henry Cavill não quer ser chamado de estuprador, então tudo que ele tem que fazer é… não estuprar ninguém. A ginástica mental que alguns homens estão fazendo para se colocarem na posição de ‘vítimas’ do #MeToo é insana”, ela escreveu. Com a polêmica pegando fogo, Cavill correu para jogar água, ainda que sem reduzir muito a fumaceira. Em comunicado, ele culpa “liberdades editoriais” pelas citações, supostamente tiradas de seu contexto original. “Tendo visto a reação a uma reportagem, em especial em relação sobre os meus sentimentos sobre namorar e o movimento #MeToo, e eu gostaria apenas de me desculpar sobre qualquer confusão e mal-entendido que isso possa ter gerado. Ser insensível não era de forma alguma a minha intenção”, escreveu o ator. “Essa experiência me ensinou uma lição valiosa sobre o contexto e a nuance das liberdades editoriais. Eu espero poder esclarecer a minha posição no futuro em relação a um assunto que é tão importante e que eu apoio de todo o meu coração”, completou.

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  • Música

    Will Smith defende “atuações” de Neymar na Copa e diz que nem ele tem sempre boas interpretações

    13 de julho de 2018 /

    O ator e rapper americano Will Smith participou de uma entrevista coletiva nesta sexta (13/7), na Rússia, ao lado do porto-riquenho Nicky Jam e da kosovar Era Istrefi, por conta do show que os três farão na cerimônia de encerramento da Copa do Mundo 2018. E ele acabou mostrando seu famoso carisma, ao ser questionado sobre o talento de Neymar como ator das cenas de quedas mais dramáticas deste mundial. Perguntado por um jornalista da Folha de S. Paulo se poderia avaliar as atuações de Neymar, o americano gargalhou, disse que ele é “espetacular” e citou algumas de suas próprias interpretações para ilustrar que nem ele fez sempre boas interpretações. “Isso é terrível. Eu estou nesse negócio há muito tempo para responder a essa pergunta. Acho que ele fez um trabalho espetacular. Como ator, você tem situações onde, às vezes, você faz ‘À Procura da Felicidade’, às vezes você faz ‘Independence Day’, mas de vez em quando você faz ‘As Loucas Aventuras de James West’. Quando você atua em uma escala mundial, sempre terá bons e dias ruins”, disse o ator. Smith também se referiu com carinho a Seleção do Brasil ao ser perguntado para qual time torcia na Copa. “Eu passei muito tempo no Brasil, e eu amo a seleção brasileira. Eu e Neymar estivemos alguns dias na mesma cidade, nos mandamos mensagens. Ele é meu preferido. Eu tenho um espaço no meu coração para a seleção brasileira”, confessou Smith. Por conta disso, pediram para ele comparar o desempenho do Brasil na Copa do Mundo com algum dos seus filmes. “Eu não sei nem como responder essa pergunta. Difícil, não tenho ideia de qual filme seria o Brasil. Não, espera um pouco, deixa eu pensar. Provavelmente foi uma performance ‘Eu, Robô’, que foi assim mais ou menos. Não foi nem nível ‘Homens de Preto’ nem ‘As Loucas Aventuras de James West'”, disse, citando um blockbuster e um fracasso como parâmetros. Will Smith ainda se disse muito orgulhoso de ter participado da Copa do Mundo cantando o tema oficial da competição, “Live It Up”. “Isso é o maior evento de esportes do mundo. Quando Nicky me pediu para fazer parte disto, eu nem tive que pensar. A ideia de tantas pessoas olhando para um evento se encaixa perfeitamente no que eu quero fazer no mundo. As pessoas aqui gritando, criando um ambiente de união, isso é impossível em outro contexto. Estou entusiasmado por estar aqui em um dos grandes momentos de harmonia global. Vou fazer tudo o que eu puder fazer para dar alegria, amor e uma contribuição para a família humana”, completou. Veja a íntegra da entrevista coletiva no vídeo abaixo.

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  • Música

    Ariana Grande vira uma deusa em seu melhor clipe, o empoderador God Is a Woman

    13 de julho de 2018 /

    Ariana Grande lançou o que já é considerado por muitos fãs como o melhor clipe de sua carreira, “God Is a Woman”. No vídeo, que confronta a narrativa do patriarcado para a história da civilização, Ariana se torna divina, poderosa, uma deusa. Ela faz mais que proclamar que Deus é mulher, o título da canção. Vira essa personagem simbólica, ao oferecer uma releitura completa do mundo, sob uma perspectiva feminina. A cantora se agiganta, aparece nua, faz diversas referências vaginais e grávidas, e logo embarca numa trajetória de alta cultura pela história da civilização, na qual dá vida ao universo e ao Jardim do Éden, segundo a iconografia cristã. Como forma de ilustrar sua História pop, ela transforma seu corpo na escultura “O Pensador”, de Auguste Rodin, na escultura medieval “Lupa Capitolina”, e no afresco “A Criação de Adão”, de Michelangelo, pintado no teto da Capela Sistina. A esse resumo museológico se juntam curiosos efeitos digitais retrôs, que exploram de animação convencional a colagens de chroma key antiquadas, sem esquecer uma cena bizarra de marionetes de marmotas e a abertura sexy de aquarela viva. Não é um clipe modernoso. É um clipe atemporal. E ele ainda tem explicação embutida, ao interromper a música para materializar um monólogo de Madonna, que (dublada por Ariana) parafraseia a Bíblia (ou “Pulp Fiction”, escolha), trocando os gêneros. Esse intervalo logo emenda em outra referência high cult, quando Ariana joga um martelo gigante contra o teto do Panteão, em Roma – que funciona como uma igreja dedicada à “Santa Maria e os Mártires” – trazendo maior iluminação ao mundo videográfico, enquanto a música se transforma num gospel com coral ressoante de cada vez mais convertidas. A direção é de Dave Myers, o diretor mais relevante dos clipes atuais – que venceu tudo no ano passado, do MTV Video Music Awards ao Grammy, por seu trabalho com o rapper Kendrick Lamar. Este é o terceiro vídeo de Myers para a cantora em 2018. Ele também assinou os clipes de “No Tears Left to Cry” e “The Light Is Coming”, que completam com “God Is a Woman” todos os clipes antecipados do álbum “Sweetener”, que só será lançado em agosto.

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  • Filme

    Crítica americana rasga elogios ao novo Missão Impossível: “Melhor filme de ação do ano”

    13 de julho de 2018 /

    “Missão: Impossível – Efeito Fallout” é um dos melhores, senão o melhor filme da franquia de ação estrelada por Tom Cruise, de acordo com as primeiras críticas internacionais, que começaram a ser publicadas neste fim de semana. Corrigindo: da franquia, não. Do ano, segundo o site Vanity Fair. Mais que isso ainda: da História, corrige o IndieWire. Com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme foi elogiado por suas cenas impressionantes de alto risco, ritmo frenético, efeitos visuais de tirar o fôlego, ação eletrizante e por consolidar Ethan Hunt, personagem de Cruise, como o melhor herói de ação da temporada do verão norte-americano. De forma interessante, algumas críticas compararam o ímpeto da ação do novo “Missão Impossível” com “Mad Max: Estrada da Fúria”. Veja abaixo algumas frases bombásticas que a Paramount deve incorporar em seus próximos comerciais da produção. “Tom Cruise e Christopher McQuarrie entregam um dos melhores filmes de ação da HISTÓRIA”, escreveu David Ehrlich, do site IndieWire. “Desde ‘Estrada da Fúria’ não tínhamos um filme com efeitos visceralmente práticos organizados de um jeito tão bom, feito por pessoas delirantemente nada práticas”. “Esta se tornou a rara franquia que só melhora cada vez mais, ficando ainda mais tortuosa e delirantemente divertida a cada novo filme”, disse Chris Nashawaty, da revista Entertainment Weekly. “É a diversão pura sem frescura que não apenas tira seu fôlego como restaura a fé nos blockbusters”. “Ethan Hunt nunca encontrou uma missão impossível e, ainda assim, as pessoas precisam acreditar que esta pode ser a que vai desafiá-lo. Aqui, Hunt prova porque ele é o herói mais valioso do verão [norte-americano]”, opinou Peter Debruge, da revista Variety, ressaltando que o novo filme é melhor da saga. “Aqui está Cruise, 56 anos, fazendo algumas da mais impressionantes acrobacias já capturadas pela tela”, comentou Rafer Guzman, do jornal Newsday. “Este é um filme que quer que você viva o momento, aproveite o que está na tela bem na sua frente e não se preocupe com a forma como isso se encaixa em um enredo que pode ser confuso, mas que se resolve a tempo da conclusão inevitavelmente empolgante”, escreveu Kenneth Turan, do jornal Los Angeles Times. “Eu fico pensando ‘Que droga, precisamos de mais um desses filmes?’ E a aí eu vou ver e digo ‘Sim, claro, seu idiota. É claro que precisamos de outro desses filmes!”, conversou consigo mesmo Kyle Anderson, do site Nerdist. “Com um trabalho de dublês impecável e direção afiada, ‘Fallout’ oferece cenas intensas e emocionantes que oferecem um realismo tão pauleira que poucos outros blockbusters podem igualar”, exaltou Ian Sandwell, do site Digital Spy. “Um filme de ação tão intenso e de tirar o fôlego como não se via desde ‘Mad Max: Estrada da Fúria'”, comparou Scott Mendelson, da revista Forbes “‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’ é o melhor filme de ação do ano”, definiu Richard Lawson, da revista Vanity Fair. “Está mais para Missão Impressionante”, adjetivou Alan Jones, da revista britânica Radio Times. “Claramente a melhor franquia contínua de ação do mundo”, acrexentou Matt Singer, do site ScreenCrush “O último filme arrecadou US$ 682 milhões em todo o mundo (71% fora dos EUA), e há poucas razões para duvidar que essa nova extravagância ultra-empolgante não renda mais”, profetizou Todd McCarthy, da revista The Hollywood Reporter. Com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015), o filme estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Após polêmica, Scarlett Johansson desiste de viver gângster transexual no cinema

    13 de julho de 2018 /

    A atriz Scarlett Johansson desistiu de estrelar o filme “Rub & Tub”, em que interpretaria um gângster transexual, após ser pressionada pela comunidade LGBTQIA+. Ela citou “questões éticas” para anunciar, nesta sexta-feira (13/7), que estava “se retirando” da produção. A repercussão de sua escolha foi muito negativa por questões de representatividade. “Rub & Tub” seria o segundo filme consecutivo – e com o mesmo diretor, Rupert Sanders – em que a atriz viveria um papel controverso. Ela tinha sido acusada de compactuar com o embranquecimento de “Ghost in the Shell”, adaptação do mangá homônimo, ao viver naquele filme uma mulher que originalmente era japonesa. Em “Rub & Tug”, Scarlett daria vida a Jean Marie Gill, que se tornou o chefe do crime em Pittsburgh (EUA) nos anos 1970, vestindo-se de homem diariamente para ganhar o respeito dos seus subalternos. Gill era transexual, tinha vários aliados e comparsas na comunidade LGBTQIA+ da cidade, que o ajudavam a manter casas de massagens ilegais que também serviam como bordéis. Ele ainda alimentava o tráfico de esteróides para os jogadores do Pittsburgh Steelers, time de futebol americano local, e adotou a identidade trans masculina de Dante “Tex” Gill. Assim que a notícia da produção chegou na imprensa, a caixa de pressão do Twitter deu início a uma campanha contra a atriz, chamando-a de “transface” e dizendo que o caso se trata de “ciswashing”. “Transface” é uma alusão ao uso de “blackface”, quando brancos se pintavam para imitar/ridicularizar negros, e “ciswashing” faz referência ao “whitewashing”, o costume de dar papéis de outras etnias para atores brancos. No caso de Johansson, a questão de raça se tornava sexual. As reclamações se tornaram ainda mais estridentes após uma declaração da atriz, ao ser questionada sobre o papel. “Diga para direcionar a pergunta aos representantes de Jeffrey Tambor, Jared Leto e Felicity Huffman para comentarem”, disse, citando atores heterossexuais que já foram premiados por interpretarem trans no cinema e na TV. Agora, ela não só mudou de tom como escolheu a revista Out, dedicada à comunidade LGBTQIA+, para fazer seu anúncio. Em uma mensagem publicada pelo site da Out, a atriz disse: “À luz das recentes questões éticas levantadas em torno da minha escalação como Dante Tex Gill, decidi retirar respeitosamente minha participação do projeto. Nossa compreensão cultural das pessoas transexuais continua a avançar, e eu aprendi muito com a comunidade desde que fiz minha primeira declaração sobre o meu casting e percebi que era insensível”, continuou a atriz. “Tenho grande admiração e amor pela comunidade trans e agradeço por a conversa sobre inclusividade em Hollywood continuar.” Apesar da declaração, o ponto central da polêmica não é puramente ético, mas econômico. A briga é quase “sindical”, no sentido de defender uma reserva de mercado para atores trans. O grande argumento da comunidade é que Hollywood não escala trans para papéis cis (de heteros ou homos identificados com o próprio gênero), e então a única chance de atuarem seria viver personagens trans. Mas se até estes papéis ganharem intérpretes cis, eles ficariam com ainda menos opções de trabalho. Este ponto foi mencionado pelas atrizes trans Jamie Clayton (série “Sense8”), MJ Rodriguez (série “Pose”), Trace Lysette (série “Transparent”) e Mya Taylor (“Tangerine”), que participaram dos protestos contra a escalação de Johansson. “Eu não ficaria tão chateada se estivesse entrando nos mesmos testes que Jennifer Lawrence e Scarlett para papéis cis, mas sabemos que não é o caso”, escreveu Lysette no Twitter. Vale lembrar que a questão já tinha sido apresentada pelo cantor Adam Lambert há dois anos, quando ele recusou o convite para viver o Dr. Frank-N-Furter no remake televisivo de “The Rocky Horror Picture Show”. Na época, o ex-concorrente do “American Idol” disse: “Eu senti que, em 2016, ser cisgênero e fazer um personagem trans é inapropriado. Nos anos 1970 era diferente”. Lambert acabou participando da produção, mas no papel de Eddie, o roqueiro interpretado por Meat Loaf no filme original, e Frank-N-Furter ganhou vida por meio de Laverne Cox (da série “Orange is the New Black”), a primeira atriz transgênero a ser indicada ao Emmy (duas vezes) e estampar a revista Time. A pressão agora está nos produtores de “Rub & Tub”, que perdem uma estrela do tamanho de Johansson e se veem com a “obrigação” de escalar um ator ou atriz transgênero, provavelmente desconhecido do grande público. Não será surpresa se a solução for nenhuma das opções apresentadas, com o simples cancelamento do projeto – o que não deixaria de ser uma resposta de Hollywood à polêmica.

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  • Série

    Pose: Série com maior elenco transexual da TV é renovada para a 2ª temporada

    13 de julho de 2018 /

    O canal pago FX anunciou a renovação de “Pose”, última série criada por Ryan Murphy para o canal (que também exibe suas criações “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Feud”). Inédita no Brasil, a série entrou para a História ao escalar o maior elenco com atores transgêneros já visto na TV, e por ter pela primeira vez um episódio escrito, produzido e dirigido por uma trans negra, Janet Mock. “Pose” se passa na cena dançante de Nova York entre os anos 1980 e 1990, auge do garage (estilo house com vocais de divas) e da dança Vogue (que inspirou o hit homônimo de Madonna), e acompanha a trajetória de um grupo de jovens que tenta deixar sua marca em sua época. A 1ª temporada se encerra em 22 de julho nos Estados Unidos, e Ryan Murphy está doando todos os lucros obtidos pela produção para entidades relacionadas aos direitos LGBTQIA+.

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  • Etc

    Movimento #MeToo sai em defesa de Asia Argento contra cyberbullying nas redes sociais

    13 de julho de 2018 /

    O movimento “#MeToo” divulgou uma carta aberta com assinaturas de 45 personalidades em apoio a Asia Argento, que vem sendo atacada nas redes sociais desde a morte do seu namorado, o chef-celebridade Anthony Bourdain, há pouco mais de um mês. “Asia tem recebido uma quantidade sem fim de ‘cyberbullying’ e sido vítima de várias calúnias que partem de ‘haters’ que a culpam pela morte de Anthony Bourdain”, diz o texto. “Estamos aqui para pedir àqueles que estão com raiva e luto pela perda de Anthony que encontrem uma saída saudável para manifestar sua dor. Asia é uma sobrevivente, assim como nós, e sua fama e demonstração externa de força não a tornam menos vulnerável. Asia não é uma manchete – ela é um ser humano, e ela está passando por um momento de dor horrível”, segue o apelo. Segundo fontes anônimas publicadas pela imprensa, Anthony Bourdain vivia um “amor doentio” pela italiana, com quem estava há mais de um ano. Os mesmos fofoqueiros espalharam que o casal tinha um “relacionamento livre”, o que deixaria o chef depressivo. Bastaram essas declarações sem vozes para a turba pegar tochas e forcados para atacar a bruxa por levar o astro de reality show culinário ao suicídio. Asia Argento foi uma das primeiras atrizes a denunciar abusos do ex-todo poderoso de Hollywood Harvey Weinstein e a primeira a assumir ter sido estuprada por ele, em reportagem publicada pela revista The New Yorker em outubro do ano passado. Após esta corajosa revelação, Anthony Bourdain tornou-se um forte defensor das vítimas de abuso sexual e do movimento “#MeToo”, o que não foi bem visto por alguns seguidores do chef, apresentador e escritor. Entre outros apelos, o comunicado divulgado na quinta-feira (12/7) fala justamente sobre a mania de culpar as mulheres. “Há muito tempo existe uma narrativa tradicional de culpar, difamar e martirizar mulheres corajosas. Nós rejeitamos essa narrativa.” Também vítimas de violência sexual, os atores Rosanna Arquette, Terry Crews, Rose McGowan, Olivia Munn e Mira Sorvino estão entre os nomes que assinam a carta em apoio à colega.

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  • Filme

    Ivete Sangalo será professora de filosofia no filme da peça De Perto, Ela Não é Normal

    13 de julho de 2018 /

    A cantora Ivete Sangalo vai resgatar sua carreira bissexta de atriz com um papel no filme “De Perto, Ela Não é Normal”, adaptação da peça criada e estrelada por Suzana Pires (“Loucas pra Casar”). Pires vai repetir no filme o papel da protagonista Suzi, uma mulher na faixa dos 40 anos que tenta recuperar o temperamento sensível e criativo da infância. Sangalo interpretará uma professora de filosofia que auxilia Suzi na sua jornada. “Eu acredito muito no trabalho da Ivete como atriz e escrevi pra ela”, contou Suzana Pires à coluna de Léo Dias, no jornal Extra. A atriz também assina o roteiro do filme, que será dirigido por Cininha de Paula (“Duas de Mim”). As filmagens de “De Perto, Ela Não é Normal” começam em agosto. Antes desse projeto, Ivete já tinha atuado em “Simão, o Fantasma Trapalhão” (1998), “Xuxa Gêmeas” (2006) e “Crô: O Filme” (2013). Ela também foi Maria Machadão no remake da novela “Gabriela”, exibida na rede Globo em 2012, onde contracenou com Suzana Pires.

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  • Etc

    Exposição sobre Hitchcock abre no MIS

    13 de julho de 2018 /

    Começa nesta sexta (13/7) a exposição “Hitchcock – Bastidores do Suspense” no MIS (Museu da Imagem e do Som), em São Paulo. Dedicada ao mestre do cinema de suspense, Alfred Hitchock, o evento ficará em cartaz até o dia 21 de outubro. Mas, ao contrário de outras exposições dedicadas a artistas internacionais no MIS, não espere encontrar objetos originais dos filmes de Hitchcock na mostra. Ela foi totalmente criada no Brasil. “Esta é a primeira exposição internacional que fazemos aqui no MIS, criada inteiramente por nossa equipe. Não trouxemos nada de fora, toda a ideia e a concepção do projeto foi feita aqui”, disse o curador André Sturm, Secretário de Cultura de São Paulo. O objetivo da mostra é fazer uma imersão na obra do diretor por meio de fotos, manuscritos, cartazes, materiais de divulgação de seus filmes e até instalações que buscam recriar alguns cenários icônicos, entre eles a casa de Norman Bates, em “Psicose”. “No futuro, nossa ideia é levar essa exposição para outros estados”, completou Sturm.

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