Jada Pinkett Smith humilha o Globo de Ouro com post certeiro no Twitter
A atriz Jada Pinkett Smith não se conteve diante da falta de indicações de seu filme, a comédia “Viagem das Garotas” (Girls Trip), no Globo de Ouro 2018. A reação poderia ser tomada como dor de cotovelo, mas ela fundamentou com uma crítica certeira contra a Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood, apontando os grandes equívocos da seleção deste ano. “Eu não estou chateada pela Tiffany Haddish ou ‘Viagem das Garotas’ não terem recebidos nomeações… Estou desanimada pelo fato de que a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood nem sequer assistiu ao filme”, ele destacou, no meio de uma dezena de posts, que lembram que “Viagem das Garotas” foi “a comédia mais bem-sucedida do verão e Tiffany Haddish a atriz mais engraçada”. Ela reforçou sua crítica ao notar: “O fato de que o brilho de ‘Doentes de Amor’ passou despercebido e o fato de que um dos filmes mais prolíficos do ano, ‘Corra!’, ser considerado uma comédia… ilumina as profundezas do abismo… de verdade”. O desabafo também focou o trabalho dos estúdios, que não se dedicaram como deveriam aos filmes. Afinal, a sugestão de que “Corra!” deveria ser comédia partiu da Universal – o que fez o diretor Jordan Peele protestar publicamente. O mesmo estúdio não acreditou no potencial de “Viagem das Garotas”. Segundo a atriz, não organizou entrevistas nem eventos de imprensa para promover a produção na temporada de premiações. A Universal nem sequer lançou “Viagem das Garotas” nos cinemas no Brasil, distribuindo-o direto em streaming agora em dezembro. Mas o filme tem 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes e concorre no Critics Choice como Melhor Comédia e Melhor Atriz de Comédia (Tiffany Haddish) do ano. Tiffany também foi considerada a Melhor Atriz Coadjuvante de 2017 pela associação dos críticos de cinema de Nova York. Jada também lembrou de “Doentes de Amor”, premiado nos festivais de Locarno e SXSW, presente na lista dos melhores do ano do American Film Institute e indicado ao Spirit Awards. E nem é preciso de se estender em relação a “Corra!”, campeão de prêmios em 2017, ignorado nas categorias de Direção e Roteiro, onde acumula vitórias. “E não me atrevo a invalidar todo o esforço dos jornalistas e pessoas de todos os setores que apoiaram estes filmes, definindo a questão como simplesmente… racismo”, escreveu a atriz. “Mas Hollywood possui sistemas que devem aprender a expandir seus conceitos de raça, igualdade de gênero e inclusão em relação às suas percepções de arte em geral”, acrescentou. “Momentos como este ocorrem para que possamos discutir, recriar e atualizar paradigmas antigos. Tudo em prol da evolução”, concluiu. I'm not upset about @TiffanyHaddish or @GirlsTripMovie not getting a nom… I'm discouraged about the fact that the Hollywood Foreign Press/@goldenglobes wouldn't even WATCH the movie. — Jada Pinkett Smith (@jadapsmith) 12 de dezembro de 2017 The fact that the brilliance of @TheBigSickMovie went unnoticed and the fact that one of the most prolific films of the year, @GetOutMovie, is considered a comedy… illuminates the depths of the sunken place… for real. — Jada Pinkett Smith (@jadapsmith) 12 de dezembro de 2017
Seth Rogen vai viver lenda do jornalismo em filme sobre a morte do presidente Kennedy
O ator Seth Rogen (“A Entrevista”) vai viver uma lenda do jornalismo americano, o âncora Walter Cronkite, num filme sobre a cobertura do assassinato do Presidente John F. Kennedy em 1963. Cronkite foi o responsável por anunciar a morte do líder americano. O filme tem direção de David Gordon Green, que voltará a trabalhar com Rogen após uma década – desde a comédia “Segurando as Pontas” (2008). Além de Cronkite, o filme também trará outros nomes importantes do jornalismo da época, como Dan Rather, o produtor Don Hewitt e o presidente da rede CBS James Aubrey. A trama vai se concentrar na atuação da rede CBS, porque foi o canal que deu a notícia em primeira mão, interrompendo sua programação para anunciar o atentado contra Kennedy em Dallas. Durante a exibição de uma novela, Walter Cronkite retornou com a notícia da morte do presidente. Durante décadas, Walter Cronkite foi considerado o homem de maior credibilidade dos EUA. Ele apresentou o principal jornal da rede, o CBS Evening News, até 1981, e sua carreira também foi marcada pelas coberturas da chegada do homem à lua e da guerra do Vietnã. Curiosamente, o diretor David Gordon Green também é responsável pela nova série “There’s Johnny”, sobre os bastidores do talk show de outra figura lendária do jornalismo americano, Johnny Carson.
Sylvester Stallone desiste de dirigir continuação de Creed
Sylvester Stallone desistiu de dirigir “Creed 2”. Ele anunciou o novo diretor do filme em sua conta no Instagram. Trata-se do cineasta indie Steven Caple Jr., que recebeu alguns prêmios por sua estreia “The Land”, em 2016. “O personagem de Adonis Creed reflete essa geração, e eu acredito que é importante ter um diretor que faça parte disso, é por isso que penso que somos sortudos por ter Steven Caple Jr. Um novo talento maravilhoso assume as tarefas de direção e faz a história ser tão confiável quanto possível… Ele e Michael B. Jordan vão entregar um nocaute!”, escreveu Stallone. Veja abaixo. A decisão foi tomada após conversas com o ator Michael B. Jordan, que volta a viver Adonis Creed, e outros produtores. Stallone vai agora se concentrar apenas em viver Rocky Balboa – pela oitava vez! E dar seus palpites no roteiro de Cheo Hodari Coker, criador da série “Luke Cage”. Ele também participou do processo de escolha de Steven Caple Jr. Com gravações previstas para março na Filadélfia, a continuação do sucesso de 2015 também terá o retorno de Tessa Thompson como Bianca e participação de Dolph Lundgren, repetindo o papel de Ivan Drago, que ele viveu em “Rocky IV”, de 1985. A estreia está marcada para novembro de 2018 nos Estados Unidos. The character of Adonis Creed reflects this generation, and I believe it is important to have a director who is part of it , that is why I think we are Lucky to have Stephen Caple ,Jr A wonderful new talent take over The directorial chores and make the story as relatable as possible… He and Michael B Jordan will deliver a knockout!u Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone) em Dez 11, 2017 às 12:05 PST
Jennifer Lawrence vai estrelar próximo filme do diretor de Me Chame pelo Seu Nome
A atriz Jennifer Lawrence vai estrelar o próximo longa do italiano Luca Guadagnino, diretor de “Me Chame pelo Seu Nome”, filme que vem vencendo inúmeros prêmios e está entre os favoritos ao Oscar 2018. Jennifer também deu muito o que falar neste ano por protagonizar “Mãe!”, um trabalho que dividiu opiniões. Além de estrelar, a atriz será produtora do filme, um drama baseado num crime real intitulado “Burial Rites”. A trama é baseada no livro homônimo de Hannah Kent, publicado em 2013, sobre Agnes Magnusdottir, a última mulher a ser executada publicamente na Islândia, em 1830. Ela foi sentenciada por matar dois homens e incendiar suas casas. A história transcorre enquanto Agnes aguarda a confirmação de sua sentença de morte pelo tribunal. Apesar de as atenções estarem voltadas para “Me Chame pelo Seu Nome”, Luca Guadagnino já terminou seu próximo filme, um remake do clássico do horror “Suspiria”, mas ainda tem pela frente o thriller “Rio”, que deve trazer Jake Gyllenhaal, Benedict Cumberbatch e Michelle Williams para filmagens no Brasil, antes de se dedicar a “Burial Rites”.
Trolls e O Poderoso Chefinho vão virar séries animadas na Netflix
Além do remake da “She-Ra”, a DreamWorks Animation prepara novas séries baseadas em seus longas de animação mais recentes, “Trolls” e “O Poderoso Chefinho”, que serão lançadas em 2018 na Netflix. Por enquanto, apenas “Trolls: The Beat Goes On”, que continua a história de “Trolls” com novo elenco de vozes, teve o trailer divulgado. Nele, já é possível ouvir Skylar Astin (“A Escolha Perfeita”) e Amanda Leighton (série “This Is Us”) como as vozes de Tronco (Branch) e Poppy, substituindo, respectivamente, Justin Timberlake e Anna Kendrick. A estreia está marcada para 19 de janeiro.
She-Ra vai ganhar nova série animada na Netflix
A Princesa do Poder está de volta! A Netflix encomendou uma nova série de “She-Ra”, grande sucesso animado dos anos 1980. Exibido entre 1985 e 1987, o desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, mas logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora e irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova versão acompanhará “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e o empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”, segundo a descrição oficial. A produção está a cargo de Noelle Stevenson, roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”, para a DreamWorks Animation. A nova She-Ra vai estrear em 2018, em data ainda não definida.
Série britânica Victoria é renovada para a 3ª temporada
Originalmente planejada como minissérie, “Victoria” fez tanto sucesso que agora terá uma 3ª temporada. A atração britânica traz a atriz Jenna Coleman (série “Doctor Who”) como a rainha Vitória. As duas primeiras temporadas cobriram a ascensão da jovem rainha ao trono britânico e seu romance e casamento com o Príncipe Albert (Tom Hughes, de “Questão de Tempo”). A 3ª temporada chegará a meados do século 19, retratando uma época de convulsões políticas em toda a Europa. Como o reinado da monarca foi um dos mais longos e influentes da Inglaterra, não faltará assunto para os novos episódios. A série foi um fenômeno de audiência em sua 1ª temporada, atraindo 7 milhões de telespectadores por semana, o maior público da rede ITV em 2016, mas caiu para metade destes números no segundo ano. A queda foi consequência da falta de promoção dos novos episódios. Isto aconteceu por o casal central começou a namorar na vida real e decidiu que não daria entrevistas para não expor suas vidas particulares. Mesmo assim, a criadora da série, Daisy Goodwin, planeja concluir a produção com cinco temporadas.
Série do Justiceiro é renovada para a 2ª temporada
A Netflix renovou a série “O Justiceiro” (The Punisher) para a 2ª temporada. O anúncio foi feito pelo Twitter, três semanas após a estreia da atração, que dividiu a crítica, mas agradou aos fãs. A série encerrou o arco de vingança do personagem, introduzido em sua participação em “Demolidor”, e a próxima temporada deve lidar com uma trama diferente. A produção é o sexto lançamento bem-sucedido da Marvel na Netflix, após “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Os Defensores”, e se diferencia por ser a mais violenta de todas. “Acho que o que nós tentamos mostrar com essa série é o custo da violência, a angústia que a violência pode causar”, disse Jon Bernthal, intérprete do Justiceiro, para a agência Reuters. “Essa não é uma série de super-heróis onde caras são espancados e não há repercussão emocional ou física. Quando homens apanham na nossa série, você vê eles sangrarem, você vê eles sofrendo”, acrescentou. Vale avisar ao leitor que esta tal “repercussão” só dura até o final de cada episódio. O protagonista pode ser torturado, levar tiros e ficar à beira da morte diversas vezes, apenas para levantar da cama e entrar em nova briga no episódio seguinte. De certo modo, isto é até menos realista que as brigas dos super-heróis invencíveis dos quadrinhos. Ainda não há previsão para o começo das gravações dos novos episódios, mas o Justiceiro pode retornar antes da estreia de sua 2ª temporada, já que as séries da Marvel são interligadas. O Frank estava só começando. Marvel – O Justiceiro confirmado pra mais uma temporada. pic.twitter.com/tf1t0vVw0h — Netflix (@NetflixBrasil) December 12, 2017
Trailer da 7ª temporada de Homeland entra em ritmo de 24 Horas
“Homeland” aprimorou a fórmula das séries de terrorismo após “24 Horas”, mas o trailer da próxima temporada revela um trama conhecida dos fãs da série do agente Jack Bauer. Além do ritmo frenético, a prévia divulgada pelo canal pago Showtime revela uma conspiração para eliminar a Presidente dos Estados Unidos – que foi o mote de praticamente todas as temporadas de “24 Horas”. Além disso, conta com a mesma reviravolta do quinto ano da antiga atração, explorando a corrupção do poder na Casa Branca. Vale lembrar que Howard Gordon e Alex Gansa, criadores de “Homeland”, também são produtores de “24 Horas”. O vídeo também confirma que a 7ª temporada vai retomar a história do ponto em que foi interrompida, logo após um atentado contra a Presidente Keane (Elizabeth Marvel) e a reação duríssima de repressão contra os dissidentes. Por conta disso, Carrie (Claire Danes) abandona o trabalho na Casa Branca para buscar justiça para os colegas de trabalho encarcerados sem qualquer prova. Mas Saul (Mandy Patinkin) não ficará preso por muito tempo. E as reviravoltas voltarão a levar a protagonista ao limite de sua sanidade para provar que sua paranoia não é apenas paranoia. A série retorna em 11 de fevereiro nos Estados Unidos. A temporada anterior foi exibida simultaneamente no Brasil pelo canal pago Fox Premium.
Trailer da 4ª temporada de Mozart in the Jungle revela romance, humor e viagem ao Japão
A Amazon divulgou o pôster e o trailer da 4ª temporada de “Mozart in the Jungle”, que equilibra romance, humor e os absurdos da vida do maestro interpretado por Gael Garcia Bernal (“Neruda”) e dos integrantes da sinfônica que ele rege de forma pouco convencional, com direito a uma viagem ao Japão – após a turnê italiana da temporada passada. “Mozart in the Jungle” é uma criação do roteirista Roman Coppola (“Moonrise Kingdom”), filho de Francis Ford Coppola, e seu primo, o ator Jason Schwartzman (também de “Moonrise Kingdom”), que foram inspirados pelo livro de memórias da música Blair Tindall, cuja “personagem” é vivida na trama por Lola Kirke (“Mistress America”). O elenco também inclui Saffron Burrows (“Efeito Dominó”), Bernadette Peters (“Acontece nas Melhores Famílias”), Mark Bloom (“Não Sei Como Ela Consegue”) e o veterano Malcolm McDowell (“Halloween: O Início”). A 4ª temporada estreia em 16 de fevereiro no serviço de streaming da Amazon.
Will Smith não gosta de fadinhas no novo trailer e fotos de Bright
A Netflix divulgou 22 novas fotos e mais um trailer de “Bright”, superprodução que volta a juntar Will Smith e o diretor David Ayer, de “Esquadrão Suicida”. Ainda sem legendas, a prévia repete a premissa anteriormente apresentada, mas inclui uma cena inédita ao final, em que Will Smith diz uma variação racista do slogan da campanha contra assassinatos de negros pela polícia americana: “Vidas de fadas não importam”. O filme acompanha a parceria entre dois policiais, um humano (Will Smith) e um orc (Joel Edgerton), que precisam trabalhar juntos, de forma relutante. Durante uma patrulha noturna, eles entram em contato com uma varinha mágica, a arma mais poderosa do universo, e se vêem cercados de inimigos. Assim, devem esquecer suas diferenças para proteger uma jovem elfa (Lucy Fry, da série “11.22.63”) e sua relíquia mágica, que nas mãos erradas pode destruir o mundo. O roteiro é de Max Landis (“Victor Frankenstein”) e o elenco também inclui Noomi Rapace (“Prometheus”), Edgar Ramírez (“A Garota no Trem”), Ike Barinholtz (“Esquadrão Suicida”), Alex Meraz (“A Saga Crepúsculo”), Dawn Olivieri (série “House of Lies”) e Brad William Henke (série “Orange Is the New Black”). A produção representa o mais caro investimento da Netflix num único filme. Só o roteiro custou US$ 3 milhões, numa das mais caras aquisições dos últimos anos da indústria cinematográfica. Além disso, US$ 45 milhões serão destinados ao pagamento dos cachês, inclusive o salário de Will Smith, e mais US$ 45 milhões cobriram as despesas de filmagens. Primeira superprodução feito para o streaming, “Bright” estreia em 22 de dezembro.
Trailer de novos episódios de Fuller House revela viagem à Tóquio e gravidez
A Netflix divulgou o trailer da segunda parte da 3ª temporada de “Fuller House”, que mostra o elenco viajando para Tóquio para o casamento de Steve e uma provocação de uma possível gravidez. “O meu forno é pré-aquecido e fácil de assar. Estamos ficando grávidas”, diz Kimmy na prévia. A primeira metade da temporada celebrou o aniversário de 30 anos da série “Três É Demais” (Full House), que originou a atração. “Fuller House” é um spin-off de “Três É Demais” e acompanha as meninas da série original, já crescidas e com seus próprios filhos, numa continuação da trama clássica. Há 30 anos, um pai (Bob Saget) tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Na continuação, uma das filhas, D.J., passa por uma situação similar. Viúva recente e mãe de três filhos, ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem é vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando a série começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O trio principal, desta vez, inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que agora também tem uma filha adolescente. As três são as novas adultas da atração, que passam a morar juntas no velho cenário da sitcom, com seus respectivos filhos. Além delas, “Fuller House” também traz participações dos adultos de “Três É Demais”, agora vivendo a crise da Terceira Idade, especialmente Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Até Lori Loughlin reaparece como a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos) e mãe de dois gêmeos, que ela deu à luz no final da série original. Apenas as gêmeas Olsen optaram por não participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas.
Altered Carbon: James Purefoy narra novo teaser legendado da série sci-fi
A Netflix divulgou um novo teaser legendado da série sci-fi “Altered Carbon”. A prévia traz narração de James Purefoy (de “The Following”), que explica como se tornou o homem mais rico de vários planetas e conseguiu viver mais de 300 anos trocando de corpos, até ser assassinado. E como isso o motivou a contratar alguém para descobrir quem o matou. É a deixa para aparição em cena do ator sueco Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”), numa sequência de imagens que evocam “Blade Runner” (1982). Kinnaman, que volta para as séries após sua marcante passagem por “The Killing” (2011–2014), interpreta Takeshi Kovacs, um antigo guerreiro derrotado no conflito que resultou no admirável mundo novo do futuro. Com a mente aprisionada em criogenia durante séculos, ele recebe a oportunidade de viver de novo, quando é resgatado por Laurens Bancroft (Purefoy), um dos homens mais ricos e velhos do mundo, em troca da realização de uma missão: resolver um assassinato num mundo em que a tecnologia tornou a morte obsoleta… o do próprio Bancroft. Passada no século 25, a série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), com base no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan, e tem como premissa uma tecnologia futurista capaz de digitalizar a mente humana para que possa ser transferida de um corpo para o outro. Curiosamente, o diretor do piloto, o inglês Miguel Sapochnik (responsável pelos melhores episódios da 6ª temporada de “Game of Thrones”) já fez um filme de temática similar: “Repo Men: O Resgate de Órgãos” (2010). A produção ainda inclui em seu elenco Antonio Marziale (“Project MC²”), Chris Conner (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Kristin Lehman (“Ghost Wars”), Hiro Kanagawa (“iZombie”), Alika Autran (“When We Rise”), Teach Grant (“Damnation”), Hayley Law (“Riverdale”), Tamara Taylor (“Bones”), Adam Busch (“Colony”), Byron Mann (“The Expanse”) e Dichen Lachman (“The Last Ship”). A estreia vai acontecer em 2 de fevereiro no serviço de streaming.












