Robbie Amell e Rachael Taylor vão estrelar primeiro filme sci-fi do Netflix
Os atores Robbie Amell (série “The Flash”) e Rachael Taylor (série “Jessica Jones”) vão se juntar no primeiro filme de ficção científica produzido pelo Netflix. A informação é do site The Hollywood Reporter. A trama de ARQ, escrita e dirigida por Tony Elliott (roteirista da série “Orphan Black”), tem uma premissa já tradicional nos filmes de sci-fi, vista recentemente em “No Limite do Amanhã” (2014) e “Contra o Tempo” (2011), entre outros. A história se desenvolve num futuro próximo e pós-apocalíptico, quando a descoberta de uma fonte de energia ilimitada pode acabar com as guerras que consumiram o mundo. O problema é que a tecnologia também criou um looping temporal, fazendo o cientista que a descobriu reviver sempre o mesmo dia. A produção deve começar a ser filmada durante o inverno norte-americano, na cidade de Toronto, no Canadá. Ainda não há previsão para sua estreia.
Roteirista de Carol desenvolve série passada em Cuba
Hollywood está apaixonada por Cuba. O mais novo projeto americano focado no país é a adaptação do livro “Telex From Cuba”, de Rachel Kushner, que vai virar uma série desenvolvida por Phyllis Nagy, roteirista indicada ao Oscar por “Carol”. A informação é do site The Hollywood Reporter. A trama do livro premiado se passa nos anos 1950, em meio à comunidade americana de Havana na véspera da revolução de Fidel Castro. Seus personagens gozam uma vida de luxo e prazer sem perceber que a pobreza que os circunda está prestes a cobrar seu preço. Nagy vai adaptar o romance e servir como showrunner e produtora executiva. O projeto ainda não tem canal definido, mas é bancado por empresas grandes, a Paramount Television e a Anonymous Content (produtora dos indicados ao Oscar “O Regresso” e “Spotlight”). As duas companhias se juntaram para produzir projetos ambiciosos e já tem encaminhadas as produções de “The Alienist”, desenvolvida por Cary Fukunaga (série “True Detective”) para o canal pago TNT e “Thirteen Reasons Why”, que vai levar Selena Gomez (“Spring Breakers”) ao Netflix. Phyllis Nagy, por sua vez, também está envolvida no filme “Middle of Somewhere”, que detalhará uma semana na vida da cantora Dusty Springfield. Já Cuba está nos planos de filmagem de “Velozes & Furiosos 8”, do drama “Marita”, estrelado por Jennifer Lawrence (“Joy – O Nome do Sucesso”), e da série “House of Lies”.
Convergente: Shailene Woodley fica nua no novo trailer da sci-fi, que também ganhou 18 fotos
A Paris Filmes divulgou o novo trailer legendado de “A Série Divergente: Convergente”, terceiro filme da franquia iniciada por “Divergente” em 2014. Após uma primeira prévia explicativa, o novo vídeo é mais climático, explorando trocas de olhares e até a nudez dos protagonistas, especialmente de Shailene Woodley, além dos efeitos da produção, que revelam o que existe além da grande muralha que protege Chicago. O clima romântico também pode ser conferido entre as novas fotos da produção, reunidas abaixo. “Convergente” representa uma grande mudança de rumos para a trama da franquia distópica, colocando todos os personagens que sobreviveram até aqui do mesmo lado. Além de Shailene Woodley, a continuação traz de volta Theo James, Zoë Kravitz, Miles Teller, Ansel Elgort, Maggie Q, Keiynan Lonsdale e Naomi Watts, além de adicionar Jeff Daniels (série “The Newsroom”), Jonny Weston (“Projeto Almanaque”), Nadia Hilker (“Spring”) e Bill Skarsgård (série “Hemlock Grove”) ao elenco. Assim como tem sido praxe nas adaptações de franquias literárias juvenis, o livro final de Veronica Roth foi dividido em duas partes. O próximo capítulo chega aos cinemas brasileiros em 10 de março, oito dias antes do lançamento nos EUA, deixando o final, batizado como “A Série Divergente: Ascendente”, para 2017. Ambos os filmes tem direção de Robert Schwentke, que já assinou “A Série Divergente: Insurgente”.
Zootopia: Música-tema de Shakira ganha videoclipe
A Disney divulgou um videoclipe em que a cantora Shakira interpreta a música-tema da animação “Zootopia”, intitulada “Try Everything”. A canção vem sendo martelada em todos os vídeos da produção e agora ganha destaque individual, por meio da participação em carne e osso de Shakira, que também aparece como sua versão animada no longa, a gazela cantora Gazelle. “Zootopia” é um desenho antropomórfico, que se passa num mundo onde a humanidade nunca existiu. Em vez de macacos, outros mamíferos evoluíram, dando origem a uma civilização formada por diferentes animais, que se vestem, trabalham e usam tecnologia em seu cotidiano. O problema é que as características e rivalidades entre as espécies foram preservada nessa civilização. A trama acompanha Nick Wilde (Rodrigo Lombardi na versão brasileira), um raposo falastrão que é acusado de um crime que não cometeu. Para se safar, ele vai ter que contar com a ajuda de Judy Hopps (Monica Iozzi na versão brasileira), uma coelha policial moralista que não larga do seu pé. Na versão em inglês, as vozes dos dois personagens são dubladas por Jason Bateman (“Quero Matar Meu Chefe”) e Ginnifier Goodwin (série “Once Upon A Time”). Além deles, o elenco de dubladores originais inclui Idris Elba (“Círculo de Fogo”) e J.K. Simmons (“Whiplash – Em Busca Da Perfeição”). Dirigido por Byron Howard (“Enrolados”), Rich Moore (“Detona Ralph”) e o estreante Jared Bush (da equipe de “Operação Big Hero”), “Zootopia” estreia em 18 de fevereiro no Brasil, duas semanas antes do lançamento nos EUA.
Charlotte Rampling alimenta a polêmica ao dizer que boicote ao Oscar é racismo contra brancos
A controvérsia envolvendo a falta de diversidade no Oscar ganhou vozes dissonantes. A inglesa Charlotte Rampling, indicada ao prêmio de Melhor Atriz por “45 Anos”, disse, em entrevista à rádio francesa Europe1, que o boicote à premiação levado adiante por artistas negros, como Spike Lee e Will Smith, é, na verdade, “racismo contra os brancos”. Ela completou a afirmação, acrescentando: “É difícil saber se é o caso, mas pode ser que atores negros não merecessem estar na lista”. Por isso, ela se diz contrária à criação de cotas para melhorar a diversidade na premiação. “Por que classificar as pessoas? Vivemos numa época onde somos mais ou menos aceitos. Mas sempre haverá problemas. Por isso é preciso criar milhares de pequenas minorias em todo canto?”, questionou. A ela se juntou a voz de outro ator veterano inglês, Michael Caine, que não foi indicado por seu desempenho em “Juventude”, apesar de ter premiado pela Academia Europeia de Cinema. Vencedor de dois Oscars, Caine disse em entrevista à rádio BBC que não deveria ser obrigatório votar em um ator só porque ele é negro. “Há vários atores negros. Você não pode votar em um ator só porque ele é negro. Você não pode simplesmente dizer, ‘Ele não é muito bom, mas ele é negro. Vou votar nele.’ Você tem que votar em uma boa performance.” Entretanto, Caine também disse ter ficado surpreso ao saber que o ator negro Idris Elba não foi indicado ao Oscar pelo seu trabalho em “Beasts of No Nation”. Perguntado se ele pretende ir à premiação, respondeu que “é uma viagem muito longa para apenas ficar sentado e aplaudir o Leonardo DiCaprio”.
Bruce Willis vai participar do “prólogo” de Duro de Matar
Bruce Willis vai participar do próximo “Duro de Matar”, apesar de a história ser um prólogo. Quem garante é o diretor do filme, Len Wiseman, que retorna à franquia após assinar “Duro de Matar 4.0”. Em entrevista para o site Collider, Wiseman explicou que a trama, na verdade, irá se alternar entre cenas do passado e do presente de John McClane, o policial nova-iorquino vivido por Willis na franquia, justificando a participação do ator ao longo de toda a projeção. “Eu não vou fazer com que o Bruce tenha uma participação só para constar”. Segundo o diretor, durante as filmagens de “Duro de Matar 4.0”, ele e Willis tiveram várias conversas sobre o personagem, e lhe intrigava o que teria acontecido no passado para deixar McClane na situação em que se encontra no primeiro filme. “O personagem chega com tanta bagagem, emocionalmente, e experiência. Ele já se divorciou, está amargo, o capitão dele o odeia e não quer que ele volte. Então, o que foi que criou esse cara? Nunca vimos a história de amor. Sabemos como ela termina, mas nunca vimos como foi que ele conheceu Holly, ou quando ele era um policial atuando nas ruas de Nova York. A gente sempre pensou sobre isso, e agora resolvemos colocar em prática”. Intitulado, em inglês “Die Hard: Year One” (Duro de Matar: Ano Um) vai se passar na noite de ano novo de 1979, uma década antes de McClane encontrar o vilão Hans Gruber (Alan Rikman) no primeiro filme. O intérprete da versão jovem do personagem ainda não foi escalado.
Adiada novamente, sequência de Avatar segue sem previsão de lançamento
Surpresa? A sequência de “Avatar” (2009) não deve mais estrear no final de 2017, como o diretor James Cameron afirmou há apenas um mês. “Estamos mirando no Natal de 2017″, ele disse, em 23 de dezembro. Entretanto, segundo o site The Wrap, o filme não vai estrear nesta data, porque o cineasta ainda não marcou o início das filmagens. Vale lembrar que Cameron prometeu originalmente a sequência do sucesso de 2009 para o ano de 2013. Mas logo que viu o trabalho que teria, revisou seus planos e reservou o lançamento para o final de 2014. Conforme o prazo se aproximava sem a produção começar, o diretor fez novo anúncio, garantindo a estreia em 2015. Na data prevista, porém, apenas os roteiros ficaram prontos. O que fez o longa ganhar uma nova data “definitiva”: dezembro de 2016 – que já caiu, assim como a previsão de dezembro de 2017. De adiamento em adiamento, Cameron aumenta seu orçamento sem iniciar a produção. Dizendo que pretende filmar três longas simultaneamente – “Avatar 2” a “4” – ele teria entregue uma conta de mais de US$ 1 bilhão para a 20th Century Fox, segundo fontes diversas da imprensa. A aposta é ambiciosa, pois “Avatar” detém o recorde de maior bilheteria de cinema de todos os tempos, com US$ 2,7 bilhão de arrecadação mundial. Mas se os planos de sua continuação derem errado, o risco para a Fox é altíssimo. Um desastre nas bilheterias poderia, inclusive, quebrar o estúdio. Cameron vai dirigir todos os três filmes, mas cada um foi escrito por um time diferente. A história de “Avatar 2” foi desenvolvida por Rick Jaffa e Amanda Silver (a dupla de “Planeta dos Macacos 2: O Confronto”), “Avatar 3” ficou a cargo de Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”, também baseado em personagens de Cameron) e “Avatar 4” acabou nas mãos de Shane Salerno (do pavoroso “Aliens vs. Predador 2”). Mas enquanto o diretor faz planos, a atriz Zöe Saldana entrou em duas outras franquias sci-fi, “Star Trek” e “Guardiões da Galáxia”, e se quiser contar com ela em seus filmes vai precisar contornar o complexo cronograma das sequências dessas duas superproduções. Além dela, o diretor também confirmou interesse em trazer de volta o protagonista Sam Worthington e os intérpretes de dois personagens que morreram em “Avatar”, Sigourney Weaver e Stephen Lang.
Após polêmica racial, Academia vai se reunir para modificar as regras do Oscar 2017
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas sentiu o peso das críticas e ameaças de boicote pela falta de diversidade no Oscar 2016. De acordo com o jornal The New York Times, a organização planeja mudar o formato da premiação, na tentativa de evitar que 2017 se torne o terceiro ano consecutivo sem artistas negros nas categorias principais. De acordo com o jornal, a Academia está estudando fixar o número de indicados a Melhor Filme em dez candidatos. Atualmente, a relação pode incluir até dez, mas tem preferido eleger menos. O critério para a seleção seria a qualidade. Assim, para a Academia, no ano passado “Selma” não teve qualidade suficiente e este ano “Creed – Nascido para Lutar” e “Straight Outta Compton – A História do NWA” tampouco, o que limitou a lista de Melhor Filme a oito longa-metragens. Assim como nenhum filme de diretor negro foi considerado bom o suficiente, seus cineastas tampouco entraram na lista do Oscar de Melhor Direção. Também não há bons roteiristas negros, segundo a Academia. E entre os 20 candidatos nas categorias de interpretação, nenhum ator negro se destacou nem no ano passado nem neste. Curiosamente, integrantes brancos de filmes dirigidos e estrelados por negros conseguiram indicações, casos dos roteiristas de “Straight Outta Compton” e o coadjuvante de “Creed”, Sylvester Stallone. Além de fixar a lista de concorrentes a Melhor Filme, a direção da Academia, que é presidida por uma negra, Cheryl Boone Isaacs, estuda aumentar a quantidade de indicados a Melhor Ator e Atriz, o que possibilitaria a inclusão de mais etnias. Mas esta saída pode se voltar contra a própria Academia, se apenas aumentar o número de brancos indicados ao prêmio. A mudança mais polêmica, porém, pode atingir os votantes. Os organizadores do Oscar estudam aumentar a representação das minorias e aposentar integrantes da Academia que estão efetivamente aposentados – isto é, não atuam na indústria cinematográfica há mais de uma década. Atualmente, apenas 2% dos membros da Academia são negros, sendo essa porcentagem ainda menor entre os latinos. A maioria dos cerca de 7 mil votantes é branca, masculina e idosa, o que dá um viés conservador à premiação. A eliminação dos integrantes mais velhos, que já não fazem cinema há muito tempo, pode ter uma influência profunda não apenas no processo de seleção de indicados, mas também nos próprios premiados. Como esquecer de Tony Curtis dizendo que jamais apoiaria um filme de gays para justificar não ter visto “Brokeback Mountain”, mentalidade que permitiu que o fraquíssimo “Crash” vencesse o Oscar de 2005? As mudanças serão discutidas em reunião da Academia marcada para o dia 26 de janeiro.
Festival de Tiradentes promove desencontro de gerações
A Mostra de Tiradentes inicia nesta sexta (22/1) promovendo um desencontro de gerações no interior de Minas Gerais. De um lado, os novos cineastas que o festival costuma lançar. Do outro, figuras conhecidas da vanguarda cinematográfica, como os diretores Julio Bressane, Walter Lima Jr., Maria Ramos, Helena Ignez e Ruy Guerra, representados no evento por novos lançamentos, além de Andrea Tonacci, o grande homenageado. Único festival de cinema a propor tema, feito evento acadêmico, Tiradentes quer este ano discutir filmes como “Espaços de Conflitos”. Assim, a presença de cineastas consagrados, que fizeram da rebelião suas marcas autorais, alimentam a tese – literalmente, no caso do clássico “Serras da Desordem” (2006), de Tonacci. Mas a ideia de unificação temática tropeça no inchaço do evento, ampliado no ano passado, que pulveriza a capacidade do festival de apontar caminhos para o cinema brasileiro, compartimentalizando a produção. As gerações diferentes, na prática, não se integram na programação inchada. Alguns veteranos são exibidos numa mostra chamada Autorais, como se todos os demais filmes do festival não fossem autorais. Há também uma sessão chamada Dissonâncias, que provavelmente exibe filmes comerciais, já que os autorais devem estar na seção, hmm, Autorais. As separações não fazem sentido e só servem para classificar os filmes por gerações – reunidas no mesmo evento para serem separadas em subdivisões. A organização foi ao limite de criar um seção chamada Transições, visando separar os “pioneiros” que participaram de suas primeiras edições dos novíssimos candidatos que agora estreiam na mostra Aurora. Anteriormente tida como a principal seção do festival, a Aurora se acomodou como trampolim de iniciantes, enquanto a Transições passou a trazer um panorama mais consistente da produção independente nacional. A principal consequência dessas subdivisões é que a Aurora virou um vestibular para credenciar cineastas jovens a participarem da Transições nos próximos anos. E para onde os que hoje ocupam a Transições irão? Ao mercado, com propostas autorais/dissonantes? Difícil. O espaço de conflito cinematográfico não é uma tese de festival universitário, é a realidade da concentração do circuito. O potencial emblemático de Tiradentes, do nome ligado à independência brasileira às primeiras premiações da Aurora, embutia uma expectativa. A marca ainda é forte, as realizações foram palpáveis, mas a desvalorização em curso é preocupante, com os melhores filmes passando em seções paralelas à principal premiação. Basta considerar o vencedor da Aurora passada, a primeira pós-Transições. O que aconteceu com “Mais do que eu Possa me Reconhecer”, de Allan Ribeiro, que acompanha o artista plástico Darel Valença Lins em sua relação com a vídeo-arte? Sempre é possível torcer para que os novatos da Aurora consigam decolar e que os ainda jovens da Transições encontrem outros festivais para participar. Mas um prêmio forte ajudaria a todos um pouco mais. CONFIRA OS LONGAS-METRAGENS DA 19ª MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES MOSTRA HOMENAGEM: ANDREA TONACCI Serras da Desordem (2006, SP) Bang Bang (1970, SP) Bláblábá (1968, SP) MOSTRA AURORA Animal Político, Tião (PE) Aracati, Aline Portugal e Julia De Simone (RJ) Banco Imobiliário, Miguel Antunes Ramos (SP) Filme de Aborto, Lincoln Péricles (SP) Índios Zoró – Antes, Agora e Depois?”, Luiz Paulino dos Santos (PE) Jovens Infelizes ou Um Homem que Grita não é um Urso que Dança”, Thiago B. Mendonça (SP) TaegoAwa, Marcela Borela e Henrique Borela (GO) MOSTRA AUTORIAS Através da Sombra, Walter Lima Jr (RJ) Futuro Junho, Maria Augusta (RJ) Quase Memória, Ruy Guerra (RJ) TRANSIÇÕES A Noite Escura da Alma, Henrique Dantas (BA) Clarisse ou Alguma Coisa sobre Nós Dois, Petrus Cariry (CE) Jonas, Lo Politi (SP) Planeta Escarlate, Dellani Lima E Jonnata Doll (MG) Tropykaos, Daniel Lisboa (BA) Urutau, Bernardo Cancella Nabuco (RJ) MOSTRA SESSÃO DEBATE Garoto, Julio Bressane (RJ) O Espelho, Rodrigo Lima (RJ) Ralé, Helena Ignez (SP) Um Salve Doutor, Rodrigo Sousa & Sousa (SP) MOSTRA BENDITA Being Boring, Lucas Ferraço Nassif (RJ) O Diabo Mora Aqui, Dante Vescio E Rodrigo Gasparini (SP) MOSTRA CENA MINEIRA Introdução à Música do Sangue, Luiz Carlos Lacerda (MG/RJ) MOSTRA PRAÇA Campo Grande, Sandra Kogut (RJ) Geraldinos, Pedro Asbeg E Renato Martins (RJ) Invasores, Marcelo Toledo (SP) Prova De Coragem, Roberto Gervitz (RS) Santo Daime – Império Da Floresta, André Sampaio (PE) MOSTRINHA O Que Queremos Para o Mundo?, Igor Amin (MG) Últimas Conversas,Eduardo Coutinho (RJ) ( a confirmar) As aventuras do avião vermelho, Frederico Pinto e José Maia ( a confirmar) FILME DE ENCERRAMENTO Para Minha Amada Morta, Aly Muritiba (PR)
Tom Cruise vai estrelar o reboot de A Múmia
A Universal Pictures confirmou que Tom Cruise vai estrelar o novo reboot de “A Múmia” (1932). E com a definição do astro, agendou a estreia da produção para 9 de junho de 2017. A ideia é reiniciar a franquia com novos personagens e uma trama passada nos dias atuais, sem remeter ao clássico estrelado por Boris Karloff (“Frankenstein”) ou à recente trilogia com Brendan Fraser (“Viagem Fantástica”), que faturou US$ 1,25 bilhão mundialmente. O roteiro foi escrito por Jon Spaihts (“Prometheus”) e vai mostrar Cruise na pele de um ex-soldado americano que invoca uma antiga entidade egípcia. Por sinal, desta vez a Múmia será feminina e vivida pela argelina Sofia Boutella, que roubou a cena como a vilã de “Kingsman – Serviço Secreto” (2015). Já a direção está a cargo de Alex Kurtzman (roteirista de “Star Trek”), que antes só dirigiu o drama “Bem Vindo à Vida” (2012). O reboot de “A Múmia” pretende abrir um novo universo compartilhado para os monstros da Universal, dando às diversas criaturas góticas dos clássicos de terror um tratamento semelhante ao dos super-heróis da Marvel, com histórias conectadas e personagens que se relacionam entre filmes diferentes. Kurtzman e o roteirista Chris Morgan (franquia “Velozes & Furiosos”) estão à frente do projeto, levando adiante uma reinvenção do catálogo de monstros da Universal, que inclui também Drácula, Lobisomem, o monstro de Frankenstein, o Fantasma da Ópera, o Homem Invisível, o Monstro da Lagoa Negra e Mr. Hyde (de “O Médico e o Monstro”). O estúdio está apostando alto nesse Universo de Monstros, a ponto de negociar com Angelina Jolie para o remake de “A Noiva de Frankenstein” (1935).
Criador de Supernatural desenvolve série de viagem no tempo
A rede NBC encomendou o piloto de uma nova série sci-fi, “Time”, desenvolvida pela dupla Shawn Ryan (criador das séries “The Shield” e “Last Resort”) e Eric Kripke (criador de “Supernatural” e “Revolution”), informou o site The Hollywood Reporter. A trama vai seguir um trio improvável de viajantes do tempo em perseguição a um criminoso que planeja alterar a história com resultados potencialmente catastróficos. Se a trama parece conhecida é porque ela lembra a série canadense “Continuum”, recentemente finalizada. Ryan e Kripke vão assinar o roteiro do piloto e, caso a série seja aprovada, dividirão a produção com a dupla John Davis e John Fox, produtores de “The Black List”.
Grey’s Anatomy: Meredith é atacada em trailer impactante do retorno da série
A rede americana ABC divulgou um trailer impactante da volta da série “Grey’s Anatomy”, atualmente no hiato de sua 12ª temporada. A prévia mostra um ataque violento de um paciente contra a protagonista Meredith Grey (Ellen Pompeo) e o esforço de seus colegas para salvar sua vida. Intitulado “The Sound of Silence” (os episódios têm nomes de músicas nesta temporada), o ataque só vai ao ar em 11 de fevereiro, quando a série volta a ser exibida nos EUA. No Brasil, “Grey’s Anatomy” passa no canal pago Sony.
Mudanças no roteiro podem ser razão do adiamento de Star Wars: Episódio VIII
O adiamento de sete meses na estreia de “Star Wars: Episódio VIII” pode ter uma explicação diferente da oferecida pela Disney em seu comunicado oficial, que evocou a bilheteria de “O Despertar da Força” para posicionar o filme no mês de dezembro. Em seu Twitter, o jornalista Borys Kit, da revista The Hollywood Reporter, disse ter ouvido de suas fontes que a verdadeira razão do adiamento foi dar mais tempo para ajustes no script, aumentando a participação de Rey e Finn, cuja popularidade teria surpreendido o estúdio. “Obviamente, a data de dezembro funcionou muito (muito) bem para eles, mas também ouvi que estão reescrevendo o script”, ele tuitou. “Ouvi de várias fontes que as mudanças são positivas, baseadas na reação da audiência aos novos personagens. As pessoas amaram eles. De verdade. E a Lucasfilm está surpresa com o quão bem recebidos eles foram”. Isso também explica porque as filmagens do “Episodio VIII” ainda não começaram, após Daisy Ridley, intérprete de Rey, e a própria Katheleen Kennedy, presidente da LucasFilm, afirmarem para a imprensa que começariam em janeiro. Escrito e dirigido por Rian Johnson, “Star Wars: Episódio VIII” agora só deve começar a ser rodado em fevereiro, visando seu lançamento em 15 de dezembro de 2017.











