Batwoman: Novo teaser da série apresenta a moto da heroína
A rede The CW divulgou um novo teaser de “Batwoman”, que apresenta a moto usada pela heroína. O vídeo destaca os contornos da máquina, montada pela atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) com jaqueta de couro. Primeira heroína lésbica dos quadrinhos a ter série própria, “Batwoman” será produzida por Caroline Dries (produtora-roteirista de “The Vampire Diaries” e “Smallville”), que compartilha a mesma orientação sexual da personagem e de sua intérprete. O elenco inclui Dougray Scott (“Fear the Walking Dead”), Rachel Skarsten (a rainha Elizabeth de “Reign”), Meagan Tandy (“Teen Wolf”), Camrus Johnson (“Luke Cage”) e Nicole Kang (“You”). A estreia está marcada para 6 de outubro nos Estados Unidos.
Os Jovens Titãs encontram Os Jovens Titãs em Ação! em trailer de animação do Titãverso
A divisão mais animada da DC Comics divulgou o trailer de “Teen Titans Go! Vs. Teen Titans”, que vai juntar duas versões diferentes dos Jovens Titãs num crossover para o mercado de vídeo – e streaming. Os heróis dos desenhos “Os Jovens Titãs” (2003-2006) e “Os Jovens Titãs em Ação!” (exibida de 2013 até hoje) vão se encontrar num duelo arquiteto por duas versões diferentes do demônio Trigon, que pretendem conquistar os universos dos dois programas. Mas em vez de lutar para determinar qual equipe é mais poderosa, os Titãs vão se unir contra a ameaça comum. A premissa surreal e nonsense rende situações divertidas na prévia, como a descoberta das meninas (e de Mutano!) de “Os Jovens Titãs em Ação!” de que o Robin da outra equipe é bem mais atraente, sem esquecer da rivalidade dos dois Robins. A ideia é similar a “Homem-Aranha no Aranhaverso” (2018) e segue o recente lançamento de “Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas” (2018), que se destacou como animação mais divertida da DC Comics – com 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Tanto o diretor Jeff Mednikow quanto o roteirista Marly Halpern-Graser trabalham na série “Os Jovens Titãs em Ação!”, enquanto o co-roteirista Jeremy Adams assinou o excelente episódio animado de “Supernatural” com personagens de “Scooby-Doo”. A data de lançamento não foi divulgada, mas deve acontecer ainda em 2019.
Ana Paula Renault vira garota-propaganda de Annabelle 3
O estilo de comerciais trash da Netflix, com participação de celebridades locais, definitivamente virou moda entre os publicitários que cuidam das contas de estúdios de cinema no Brasil. Depois da Sony usar Sérgio Mallandro para anunciar “MIB: Homens de Preto – Internacional”, a Warner apelou para a socialite Ana Paula Renault para divulgar “Annabelle 3: De Volta para a Casa”. Quem assiste TV aberta deve saber que, durante sua participação na 10ª edição do reality “A Fazenda”, Ana Paula chorou ao ser chamada de Annabelle. Pois agora ela aparece com “penteado Annabelle” para encontrar a boneca macabra na divulgação do longa. E não é pegadinha do Sílvio Santos. Veja abaixo. A campanha é uma iniciativa da Warner para popularizar ainda mais o lançamento do filme no Brasil. Afinal, “Annabelle 3” vai enfrentar uma paixão nacional nos cinemas, a “Turma da Mônica”, cujo primeiro longa live-action estreia junto com o terror embonecado nesta quinta-feira (27/6) em todo o país.
Criador de Maniac emplaca duas séries na plataforma de streaming da Warner
A WarnerMedia encomendou duas séries novas de Patrick Somerville, o criador de “Maniac” na Netflix. As atrações serão produzidos para o vindouro serviço de streaming do estúdio. As séries são a comédia de divórcio “Made For Love” e a sci-fi pós-apocalíptica “Station Eleven”. Mas até a comédia tem elementos de tecnologia futurista. “Made For Love” é baseada no romance homônimo de Alissa Nutting e inclui SJ Clarkson (diretora do piloto do spin-off de “Game of Thrones”) na direção e produção dos episódios, enquanto “Station Eleven” adapta o best-seller internacional de Emily St. John Mandel, com direção e produção de Hiro Murai (“Atlanta”). Somerville vai assinar os roteiros e será o produtor executivo de ambas. As encomendas são para 10 episódios em cada série, que serão produzidos, curiosamente, não pela Warner Bros Television (WBTV), mas pela Paramount TV, onde Sommerville tem um contrato de exclusividade. A comédia vai mostrar, de forma absurda e cínica, até onde alguém é capaz de ir por amor e por ódio, abordando divórcio e vingança. A trama segue Segue Hazel Green, uma mulher de 30 e poucos anos, que se divorcia após 10 anos em um casamento sufocante com um bilionário de empresa de tecnologia, que possivelmente é um sociopata. Mas, ao se separar, ela descobre que seu marido implantou um dispositivo revolucionário de monitoramento – o Made for Love – em seu cérebro, permitindo que ele a localize, observe e saiba seus pensamentos e sentimentos o tempo inteiro. Já a sci-fi acompanha os sobreviventes de uma epidemia devastadora, enquanto eles tentam reconstruir e reimaginar o mundo, mantendo apenas o melhor do que foi perdido. Além de ter criado “Maniac”, estrelada por Emma Stone e Jonah Hill, Patrick Somerville escreveu episódios das séries “The Leftovers”, da HBO, “The Bridge”, da FX, e “24: Live Another Day”, da Fox. O serviço de streaming da WarnerMedia ainda não tem previsão de estreia.
Trailer revive série clássica infantil Banana Splits como filme de terror
A Warner divulgou o trailer de “The Banana Splits Movie”, que transforma os bichos de pelúcia tamanho família da série “Banana Splits” em monstros de terror sanguinário. Sem medo de estragar as lembranças de infância de quem já é vovô, a prévia mostra como uma plateia lotada de crianças é presa pelas criaturas durante uma gravação do antigo programa de TV. Ao saber que foram cancelados, os Bananas resolvem raptar o público e torturar os acompanhantes adultos para injetar literalmente sangue novo na atração. O filme é impróprio para menores, o que não vai impedir pesadelos em cinquentões. Para quem não lembra, “Banana Splits” era o nome de um programa dos anos 1960 apresentado por quatro animais falantes (ou melhor, três, já que Snorky era um elefante de pelúcia que não falava). Eles tocavam rock, liam cartas de fãs e fugiam das menininhas da Turma das Uvas Azedas, em segmentos curtos entre desenhos dos “Cavaleiros das Arábias”, “Os Três Mosqueteiros”, “Microaventuras” e o seriado live-action “Ilha do Perigo” (o “Lost” original). Os personagens foram criados pelos irmãos Krofft (de “O Elo Perdido”) para a produtora Hanna-Barbera e embora a série tenha durado apenas duas temporadas, entre 1968 e 1970, acabou marcando a cultura pop com quadrinhos, brinquedos, discos e a famosa música-chiclete “Tra-la-la Song”, que vira trilha de terror no trailer abaixo. O retorno que é um horror será lançado em vídeo pela Warner e exibido pelo Syfy na televisão. O roteiro foi escrito por Jed Elinoff e Scott Thomas (criadores da série “A Casa da Raven”) e a direção está a cargo de Danishka Esterhazy (da sci-fi “Level 16”). Já o elenco conta com Dani Kind (“Wyonna Earp”), Finlay Wojtak-Hissong (“The Kindness of Strangers”), Steve Lund (“Schitt’s Creek”) e Sara Canning (“The Vampire Diaries”). Ainda não há previsão para a estreia. Relembre após a trailer a abertura da série clássica ao som da “Tra-la-la Song”.
Veronica Mars ganha prévia de novo tema, cantado por Chrissie Hynde
A plataforma Hulu divulgou um novo vídeo do revival de “Veronica Mars”, série cultuada da década passada, em que Kristen Bell (hoje em “The Good Place”) vivia uma detetive mirim. A prévia mostra a atriz e o criador da atração, Rob Thomas, discutindo sobre a música-tema. Ao final, ele recria a cena clássica do gravador do filme “Digam o que Quiserem” (1989) para tocar a nova versão de “We Used to Be Friends”, gravada por Chrissie Hynde, a líder dos Pretenders. A versão original é da banda The Dandy Warhols e marcou época como identificação da série – além de fazer parte de um dos melhores álbuns dos anos 2000, “Welcome to the Monkey House” (2003). Originalmente exibida entre 2004 e 2007, “Veronica Mars” se tornou uma das séries mais influentes do século. Concebida como uma versão irônica de “Nancy Drew”, seu humor cortante e cheio de referências pop revolucionou as séries de adolescentes, inspirando o tom de produções tão diferentes quanto “Gossip Girl” e “Riverdale”, sem esquecer, claro, de “iZombie”, do mesmo escritor, Rob Thomas. No Brasil, a atração ganhou o subtítulo equivocado de “A Jovem Espiã”. Mas a personagem sempre foi uma aspirante a detetive, trabalhando com o pai, o detetive particular Keith Mars (Enrico Colantoni), para ajudá-lo a limpar seu nome, após ele ser considerado incapaz de continuar como chefe de polícia diante da repercussão de um grande caso de assassinato em sua cidadezinha. Vale lembrar que a intérprete da vítima original, que também era a melhor amiga de Veronica, foi ninguém menos que Amanda Seyfried, estrela do musical “Mamma Mia!”. Além de Kristen Bell, os novos episódios também contarão com as voltas de Enrico Colantoni (Keith Mars, o pai de Veronica), Jason Dohring (Logan Echolls), Percy Daggs III (Wallace Fennel), Francis Capra (Eli “Weevil” Navarro) e Ryan Hansen (Dick Casablancas), sem esquecer dos novos suspeitos investigados pela agora detetive adulta Veronica Mars, entre eles o ator J.K. Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”). Vale lembrar que o elenco original já tinha se juntado num telefilme de 2014, filmado graças ao apoio dos fãs, via financiamento coletivo – numa campanha que bateu recorde de arrecadação no Kickstarter. Ironicamente, a Warner TV achava que não haveria interesse num resgate da série e só percebeu o entusiasmo dos fãs quando os números surpreenderam o mercado. Desta vez, a Warner, que é sócia minoritária da Hulu, está bem mais envolvida na produção. A série vai retornar numa temporada de 8 episódios na plataforma de streaming em 26 de julho. Recorde abaixo também as aberturas das três temporadas originais da série clássica.
Piloto de Y: O Último Homem será refeito por nova showrunner da série
O canal pago americano FX divulgou a primeira foto da série derivada dos quadrinhos de “Y: O Último Homem” (Y: The Last Man) em fevereiro passado. Mas, desde então, a produção voltou à estaca zero, com a saída dos responsáveis pela adaptação, Michael Green (“Logan”) e Aïda Mashaka Croal (“Luke Cage”), que se demitiram após uma crise criativa com a emissora. A produção só foi retomada nesta semana, com o anúncio da contratação de Eliza Clark (produtora-roteirista de “The Killing” e “Animal Kingdom”) como nova showrunner. Em comunicado, ela se declarou fã dos quadrinhos originais. “Há uma década, devorei a coleção completa dos quadrinhos de ‘Y: O Último Homem’, imaginando como ela poderia tomar forma na tela”, disse Clark. “Estou feliz em contar essa história e trabalhar com esse elenco imensamente talentoso”, acrescentou. Com a nova showrunner definida, o piloto dirigido por Melina Matsoukas (das séries “Insecure”, “Master of None” e de clipes premiados de Beyoncé e Rihanna) deve passar por regravações, visando tirar da série elementos que causaram a crise com os showrunners anteriores. O material original, concebido por Brian K. Vaughan e Pia Guerra, é repleto de situações de potencial polêmico, que podem ser consideradas até inapropriadas para a TV. Mas não há declarações oficiais sobre o que teria sido excessivo a ponto de levar roteiristas conceituados como Green e Kroal a abandonar a produção. Não é por acaso que a série levou uma década para sair do papel. A trama chegou a ser considerada como filme pela Warner e passou até pela HBO, que faz parte do mesmo conglomerado – assim como a DC Comics, editora dos quadrinhos originais, via seu selo adulto Vertigo – , mas nunca superou a fase inicial de desenvolvimento de roteiro, originando sua fama de ser arriscada demais. Foi o próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, quem trouxe o projeto para o FX há quatro anos, em parceria com o roteirista Michael Green. Mas o piloto só foi produzido no ano passado e apenas recentemente aprovado, com reservas. As reservas foram a razão do atrito. Para quem não conhece, “Y: O Último Homem” é um dos quadrinhos mais cultuados da Vertigo, que venceu nada menos que cinco prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos) e se tornou a primeira graphic novel (num de seus relançamentos como volume encadernado) a vencer o prêmio Hugo (o Oscar/Nobel da literatura sci-fi). Ao longo de 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, Vaughan e Guerra contaram a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que ele é o último homem da terra, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto é a segunda criação de Vaughan a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos “Fugitivos” (Runaways), transformados em atração da plataforma Hulu. A adaptação do FX será chamada apenas de “Y” e seu elenco traz Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”) como Yorik, Diane Lane (“Batman vs Superman”), Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), Juliana Canfield (“Succession”), Marin Ireland (“Sneaky Pete”) e Amber Tamblyn (“Two and a Half Men”).
Heróis da DC se juntam no trailer dos novos episódios de Young Justice: Outsiders
A plataforma DC Universe divulgou o primeiro teaser da segunda parte de “Young Justice: Outsiders”, 3ª temporada da série “Young Justice”, que combina quadrinhos dos heróis adolescentes da Justiça Jovem, Titãs e Renegados, além de participações da Liga da Justiça. A prévia combina super-heróis dos quatro grupos, como Moça-Maravilha, Mulher-Maravilha, Mutano, Geoforça, Raio Negro e Superman, unidos contra a ameaça alienígena do planeta Apokolips. A produção está a cargo dos responsáveis pela série da Justiça Jovem no Cartoon Network, Brando Vietti e Greg Weisman, ao lado de Sam Register (de “Teen Titans Go!”). E os novos episódios vão estrear em acontecer em 2 de julho nos Estados Unidos.
Diretor divulga nova imagem e confirma classificação etária de Coringa
O diretor Todd Phillips divulgou uma nova imagem do filme “Coringa”, em que Joaquin Phoenix finaliza a maquiagem do personagem. No texto, ele escreveu: “Dando os retoques finais”, sugerindo que o trabalho de pós-produção está praticamente pronto. Ele também confirmou que o filme será para maiores nos Estados Unidos, ao responder a um fã sobre a classificação etária. “Será ‘R-Rated’. Muitas pessoas têm me perguntado isso. Imaginei que já soubessem”, explicou. “R-Rated” significa que “Coringa” será proibido para menores de 17 anos nos EUA. Conforme aconteceu com “Logan” e “Deadpool”, isso deve representar classificação para 16 anos no Brasil. Mais conhecido como diretor de comédias como a trilogia “Se Beber, Não Case”, Phillips quis fazer um “Coringa” mais sombrio, “realista” e diferente dos quadrinhos. O primeiro trailer mostrou que ele se inspirou nos filmes de Martin Scorsese – em especial “Taxi Driver” (1976) e “O Rei da Comédia” (1982) – para buscar o tom da produção. O filme apresenta uma história nunca vista nos quadrinhos, revelando Arthur Fleck sob um ângulo diferente. A começar pelo fato de a DC Comics nunca ter dado nome para a “identidade civil” do Coringa – que virou Jeremiah Valeska na série “Gotham”. O que já dá mostras da “inovação” do diretor, que também escreveu o roteiro com Scott Silver (“O Vencedor”). Além de Joaquin Phoenix, o elenco ainda conta com Robert De Niro (de “Taxi Driver” e “O Rei da Comédia”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Marc Maron (“GLOW”), Frances Conroy (“American Horror Story”) e Brett Cullen (“Narcos”). “Coringa” será o primeiro filme da safra atual de adaptações da Warner sem qualquer ligação com o universo cinematográfico da DC Comics – e nem sequer com os quadrinhos da DC, se é que isso faz sentido. Caso seja bem-sucedido, outros lançamentos “independentes” devem ser produzidos. A estreia está marcada para 3 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram Finishing touches. Uma publicação compartilhada por Todd Phillips (@toddphillips1) em 16 de Jun, 2019 às 9:50 PDT
Atrizes de Friends se reúnem em festa de aniversário e estimulam especulações de revival
O elenco feminino de “Friends” teve um pequeno reencontro na vida real. Courteney Cox, que vivia Monica na série clássica, postou em seu Instagram uma foto ao lado de Jennifer Aniston (Rachel) e Lisa Kudrow (Phoebe) no dia de seu aniversário (15/6). “O quão sortuda eu usou em celebrar meu aniversário ao lado dessas duas?? Amo vocês, meninas. Muito”, escreveu. A foto acabou compartilhada por vários fãs que se empolgaram com o encontro. Recentemente, Jennifer Aniston disse que não se oporia a um revival da série, o que levou o site TVLine a suspeitar de planos da WarnerMedia para transformar esse suposto retorno no carro-chefe de seu futuro serviço de streaming. Exibida nos EUA entre 1994 e 2004, “Friends” acabou no auge da popularidade, o que lhe manteve como uma das séries mais adoradas da história da televisão norte-americana. Mesmo sem episódios novos há cinco anos, a Netflix aceitou pagar US$ 100 milhões para manter a série em seu catálogo, em acordo recente com a WarnerMedia. Embora a Netflix não divulgue dados, especula-se que “Friends” seja a série mais vista da plataforma. Ver essa foto no Instagram How lucky am I to celebrate my birthday with these two??? I love you girls. So much ♥️ Uma publicação compartilhada por Courteney Cox (@courteneycoxofficial) em 15 de Jun, 2019 às 8:51 PDT
Volta da série Veronica Mars ganha pôster e novos trailers explosivos
A plataforma Hulu divulgou o pôster e novos trailers do revival de “Veronica Mars”, série cultuada da década passada, em que Kristen Bell (hoje em “The Good Place”) vivia uma detetive mirim. Uma das prévias recorda como a série começou. A outra volta a trazer a atriz, já adulta, ao papel que a consagrou. O vídeo do retorno mostra que Veronica pode ter envelhecido, mas não perdeu seu mau-humor maravilhosamente ácido. Ela também continua apaixonada por Logan Echolls (Jason Dohring), riquinho mimado que se redimiu na série original. Mas o clima romântico não resiste a um novo mistério literalmente explosivo. Os novos episódios se passam no período de férias conhecido como Spring Break nos EUA, que causa acirramento da divisão social entre os moradores da cidade litorânea de Neptune. Enquanto a classe trabalhadora lucra com o turismo, as famílias da elite querem acabar com a farra dos jovens e moralizar a região. A prévia até sugere que alguém pode estar explorando atividades criminais para espantar os turistas do local. E capricha no destaque a um novo personagem, vivido por ninguém menos que J.K. Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash” e estrela da série “Counterpart”). Originalmente exibida entre 2004 e 2007, “Veronica Mars” se tornou uma das séries mais influentes do século. Concebida como uma versão irônica de “Nancy Drew”, seu humor cortante e cheio de referências pop revolucionou as séries de adolescentes, inspirando o tom de produções tão diferentes quanto “Gossip Girl” e “Riverdale”, sem esquecer, claro, de “iZombie”, do mesmo escritor, Rob Thomas. No Brasil, a atração ganhou o subtítulo equivocado de “A Jovem Espiã”. Mas a personagem sempre foi uma aspirante a detetive, trabalhando com o pai, o detetive particular Keith Mars (Enrico Colantoni), para ajudá-lo a limpar seu nome, após ele ser considerado incapaz de continuar como chefe de polícia diante da repercussão de um grande caso de assassinato em sua cidadezinha. Vale lembrar que a intérprete da vítima original, que também era a melhor amiga de Veronica, foi ninguém menos que Amanda Seyfried, estrela do musical “Mamma Mia!”. Além de Kristen Bell, Enrico Colantoni, Jason Dohring e o estreante J.K. Simmons, os novos episódios também contarão com as voltas de Percy Daggs (Wallace Fennel), Francis Capra (Eli “Weevil” Navarro) e Ryan Hansen (Dick Casablancas) a seus personagens da série clássica. Esse elenco original – e outros mais – já tinha se juntado num telefilme de 2014, filmado graças ao apoio dos fãs, via financiamento coletivo – numa campanha que bateu recorde de arrecadação no Kickstarter. Ironicamente, a Warner TV achava que não haveria interesse num resgate da série e só percebeu o entusiasmo dos fãs quando os números surpreenderam o mercado. Desta vez, a Warner, que é sócia minoritária da Hulu, está bem mais envolvida na produção. A série vai retornar numa temporada de 8 episódios na plataforma de streaming em 26 de julho. Além disso, a Hulu também vai disponibilizar as três temporadas originais da atração para quem quiser maratonar antes de iniciar os novos capítulos. É por conta disso que também divulgou um trailer que recorda como tudo começou. Veja abaixo.
Vilã Mercy Graves vai aparecer em Titãs completamente diferente de sua versão em Supergirl
A vilã dos quadrinhos Mercy Graves vai aparecer na 2ª temporada de “Titãs” (Titans). E representada por uma triz completamente diferente de todas as intérpretes anteriores da personagem, que tampouco mantiveram um padrão. A assistente/guarda-costas letal de Lex Luthor foi introduzida em 1996 em “Superman: A Série Animada”, como uma jovem ruiva dublada por Lisa Edelstein (de “House”). Fez tanto sucesso que, assim como a Arlequina, acabou adotada pelos quadrinhos, que a desenharam loira. Até que o reboot de 2011 mudou radicalmente sua etnia, transformando-a em asiática. Por isso, ao receber carne e osso pela primeira vez em “Batman vs. Superman” (2016), foi interpretada por uma atriz japonesa, Tao Okamoto (“Wolverine: Imortal”). No ano passado, Mercy ressurgiu na TV como vilã da série “Supergirl” – em versão caucasiana, mas com cabelos morenos e sotaque britânico, na interpretação de Rhona Mitra (que estrelou as duas primeiras temporadas da série “The Last Ship”). Em “Titãs”, porém, ela será vivida por uma atriz negra, Natalie Gumede. Mas, por outro lado, manterá o sotaque britânico. A participação na série da plataforma DC Universe será o primeiro trabalho americano da inglesa Gumede, que tem várias séries britânicas no currículo, de “Doctor Who” a “Vera”. Em comunicado, os produtores de “Titãs” descreveram Graves como “impiedosa e engenhosa”: “Ela serve ao seu chefe com lealdade inquestionável. Sua conexão com os Luthor é profunda, já que Mercy é uma amiga da família desde a infância do vilão”. O detalhe que chama atenção no texto é a menção a Luthor. Pode significar que a série também terá um novo intérprete para o arqui-inimigo de Superman, após Jon Cryer (“Two and a Half Men”) arrasar no papel na 4ª temporada de “Supergirl”, encerrada em maio passado. Isto pode acabar confundindo os espectadores. De todo, é fácil supor que a participação do supervilão e sua assistente tenha relação com a presença de Superboy, já escalado na 2ª temporada de “Titãs”. Ele será vivido pelo ator australiano Joshua Orpin (“The Neon Spectrum”). No Brasil, “Titãs” é distribuída pela Netflix, que ainda não definiu a data de estreia da 2ª temporada.
Lobo vai ganhar série própria após aparecer em Krypton
O personagem dos quadrinhos Lobo vai ganhar uma série própria, após sua participação na 2ª temporada de “Krypton”. O acordo do canal pago americano Syfy com a produtora Warner e o ator Emmett J. Scanlan (da série “Safe”), intérprete de Lobo, veio à tona nesta quarta (12/6), dia da estreia dos novos episódios de “Krypton”. Ou seja, antes de o público opinar sobre a caracterização do anti-herói na televisão. Considerado um dos personagens mais brutais da DC, Lobo é um mercenário e caçador de recompensas alienígena com superforça e praticamente invulnerável, que combina a violência de Wolverine e Justiceiro com o humor ácido de Deadpool. Criado por Keith Giffen e Roger Slifer em 1983 como o último sobrevivente do planeta pacífico Czarnia, Lobo foi concebido como um demônio no meio da utopia e, ainda adolescente, massacrou sozinho toda a sua civilização. Desde então, vaga pelo universo em sua motocicleta espacial, sendo pago para fazer o que mais ama: assassinato e desordem. O personagem chegou a ser cotado para ter seu próprio filme. A adaptação ficou em desenvolvimento por pelo menos 15 anos, com Will Smith e Dwayne Johnson interessados no papel, em diferentes fases. Em 2009, a Warner queria o diretor inglês Guy Ritchie à frente da produção. Mas, em vez disso, Ritchie foi implodir outra franquia no estúdio, “Rei Arthur”. Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) também esteve na lista de cineastas cotados para a produção. E, no começo do ano passado, o cineasta Michael Bay (“Transformers”) chegou a abrir conversas, mas o projeto nunca saiu do papel. Os produtores ainda não explicaram como o personagem entrará na 2ª temporada de “Krypton”, que examinará as consequências do arco inicial e, de certa forma, verá a série começar de novo, redefinindo o planeta natal de Superman e Supergirl.










