Zack Snyder e Val Kilmer defendem vida sexual de Batman
O diretor Zack Snyder e o ator Val Kilmer resolveram defender a vida sexual de Batman, após Justin Halpern, co-criador de “Harley Quinn”, revelar ter sofrido censura ao tentar incluir uma cena de sexo oral do herói na série animada da Arlequina. “Segundo a DC, seria difícil vender um boneco do Batman quando ele está na televisão fazendo sexo oral na Mulher-Gato. Eles me disseram ‘você absolutamente não pode fazer isso, pois heróis não fazem isso’”, contou Halpern à revista Variety nesta semana. Snyder chutou o pau da barraca. Já que foi mesmo dispensado pela Warner após a edição de “Liga da Justiça de Zack Snyder”, ele publicou em suas redes sociais um desenho em que Batman faz exatamente o que foi censurado na Mulher-Gato. Ao publicar a arte de Danny Bags, Snyder escreveu na legenda: “Cânone”. Uma forma de dizer que, como sempre, Batman faz o que os heróis não fazem. Já Val Kilmer, que interpretou o herói no cinema em 1995, questionou em seu Twitter: “Ele faz ou não…?”, junto de um gif de uma cena de “Batman Eternamente”, em que o herói ouve o pedido da personagem interpretada por Nicole Kidman: “Nós poderíamos tentar – eu trarei o vinho”. Canon pic.twitter.com/rpPaRhVnQ8 — Zack Snyder (@ZackSnyder) June 18, 2021 Does he or doesn’t he…? pic.twitter.com/oGVfqf0tUx — Val Kilmer (@valkilmer) June 16, 2021
Warner filmará vida de Marvin Gaye com produção de Dr. Dre
A Warner vai realizar uma cinebiografia do cantor Marvin Gaye, que conta com produção do rapper Dr. Dre e será dirigida por Allen Hughes (“O Livro de Eli”). Vale lembrar que inúmeros projetos anteriores, com os diretores F. Gary Gray, Cameron Crowe, os atores James Gandolfini e Jamie Foxx, o produtor Scott Rudin e até o cantor Lenny Kravitz já tentaram levar a história de Marvin Gaye para as telas, mas até então nenhum tinha conseguido a autorização da família ou o financiamento necessário para cobrir os custos. Ao contrário de tentativas anteriores, desta vez a família deu a benção e não faltou verba para bancar os direitos das músicas do cantor, da Motown às suas gravações finais, garantindo a utilização dos maiores sucessos de sua carreira na produção – entre eles clássicos como “What’s Going On”, “Get It On” e “Sexual Healing”. Para conseguir deixar todo mundo satisfeito, o estúdio estaria bancando um orçamento acima de US$ 80 milhões. Dr. Dre e seu sócio na Beats Electronics (fábrica de fones vendida para a Apple), Jimmy Iovine, iniciaram o projeto e contataram todas as partes, incluindo Andrew Lazar (produtor de “Sniper Americano”), proprietário da Mad Chance Productions, que é afiliada da Warner Bros. “Você já ouviu falar de todos esses diretores de renome que tentaram por 35 anos consolidar esses direitos”, comentou Allen Hughes para o site Deadline. “Mas esse filme começou com Dre dizendo, ‘Vamos fazer isso juntos’, e então Jimmy apareceu, e Andrew Lazar, e nós trabalhamos com a Motown e algumas outras coisas que precisavam ser amarradas, e conseguimos”. O roteiro foi escrito pelo poeta-dramaturgo Marcus Gardley, produtor da série “The Chi”, que também assina a versão musical de “A Cor Púpura” (prevista para 2023) para a Warner. Hughes e os produtores estão agora em busca do intérprete de Gaye para agendar o começo das filmagens, que ainda não têm previsão de lançamento.
Diretor revela detalhe de Supergirl no filme “The Flash”
O diretor Andy Muschietti adicionou mais um logotipo brilhante de uniforme de super-herói à sua coleção de fotos recentes do Instagram. Nesta sexta (18/6), ele publicou a primeira imagem do uniforme da Supergirl em “The Flash”, que segue o padrão vislumbrado nas revelações anteriores de Flash e Batman na produção. O logo faz parte do traje que será vestido por Sasha Calle, a primeira intérprete latina da Supergirl. Segundo apurou o site Deadline, 425 atrizes diferentes foram testadas para o papel, mas a performance de Calle foi a que mais impressionou o diretor e até o chefe da DC Films, Walter Hamada. Ela contracenará com Ezra Miller, intérprete do Flash em “Liga da Justiça”, numa trama que lidará com o multiverso e diferentes versões dos super-heróis da DC – tanto que haverá dois Batmans: o de Ben Affleck, que contracenou com Miller em “Liga da Justiça, e o de Michael Keaton, que não vestia o capuz do herói desde “Batman – O Retorno” (1992). Por conta dessa narrativa, não está claro se Calle será uma Supergirl alternativa, de alguma Terra paralela do multiverso, ou se assumirá o papel definitivamente, aparecendo em outros filmes no futuro. O resto do elenco inclui Kiersey Clemons (que aparece na versão “Liga da Justiça de Zack Snyder”) como Iris West, Sasha Calle (“The Young and the Restless”) como Supergirl, a atriz mexicana Maribel Verdú (“E sua Mãe Também”) como Nora Allen, a mãe de Flash, e Ron Livingston (“Invocação do Mal”) como Henry Allen, substituindo Billy Cudrup (também visto em “Liga da Justiça”) como pai do super-herói. A estreia está marcada para novembro de 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andy Muschietti (@andy_muschietti)
Prévia de “Titãs” remete à morte de Robin nos quadrinhos
A HBO Max divulgou o teaser da 3ª temporada de “Titãs”, que remete ao assassinato de Robin (Jason Todd) pelo Coringa nos quadrinhos. A prévia abre com Robin/Jason (interpretado por Curran Walters) encontrando um cadáver sorridente, marca registrada do Coringa, e inclui cenas à distância de um assassinato brutal com uma barra de ferro, que foi como o personagem morreu na infame história “Morte em Família”. Vale lembrar que Jason Todd “melhorou” depois de morrer, ressurgindo como o vilão Capuz Vermelho, e essa história também fará parte da 3ª temporada da série. Os novos episódios vão se passar em Gotham City e incluirão ainda outros personagens dos quadrinhos de “Batman”, como o vilão Espantalho, Barbara Gordon e o terceiro Robin (Tim Drake). Até então disponibilizada pela plataforma DC Universe nos EUA, “Titãs” migrará na nova temporada para a HBO Max. Já no Brasil, a série continua na plataforma Netflix. A estreia dos novos episódios ainda não foi marcada.
DC vetou sexo oral de Batman em série da Arlequina
A série animada da “Arlequina” foi produzida para o público adulto. Mas se isso permitiu muito violência, não liberou sexo. O co-criador do desenho, Justin Halpern, afirmou que executivos da DC vetaram uma cena de sexo oral entre Batman e Mulher-Gato, “recomendando” que ela fosse removida da vindoura 3ª temporada da animação. Em entrevista para a revista Variety, Halpern contou que censura foi uma exigência de marketing, “pois, segundo a DC, seria difícil vender um boneco do Batman quando ele aparece na televisão fazendo sexo oral na Mulher-Gato”, contou Halpern. “Eles me disseram ‘você absolutamente não pode fazer isso, já que heróis não fazem isso’”. Apesar disso, Halpern disse que não teve mais problemas e pôde criar uma animação divertida, que dá mais foco aos vilões, e não aos heróis da DC. “Isso permite que a série faça coisas diferentes com os personagens, coisas que os heróis simplesmente não podem fazer”. Aparentemente, isso inclui sexo oral. Lançada com o nome em inglês da Arlequina, “Harley Quinn”, a animação destaca a dublagem de Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) no papel-título e Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa (Poison Ivy). As duas chegam a se beijar na 2ª temporada. Outros personagens incluem o Coringa e o Carro de Barro, ambos dublados por Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”), o Charada com a voz de Jim Rash (“Community”), o Pinguim de Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) e o Batman de Diedrich Bader (“Veep”). Violento e engraçado, o desenho não é uma criação do time das animações da DC Comics, responsável pela criação da Arlequina, mas dos produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. Inéditas no Brasil, as duas primeiras temporadas vão chegar por aqui no lançamento da plataforma HBO Max, marcado para o dia 29 de junho.
The Flash: Diretor revela prévia do novo uniforme do herói no cinema
Andy Muschietti, diretor do filme “The Flash”, publicou nesta segunda (14/6) em seu Instagram a primeira prévia do novo uniforme do super-herói. A imagem é centrado no logo peitoral do traje, que será trajado pelo ator Ezra Miller. Atualmente em produção, o filme marca a volta do ator ao papel do título, que ele interpretou em “Liga da Justiça”. Mas o longa ainda contará com outro protagonista daquele filme: Ben Affleck como Batman. Para completar, o longa também marcará o retorno do Batman de Michael Keaton ao DCU (sigla em inglês do universo cinematográfico da DC), após estrelar os filmes de Tim Burton lançados em 1989 e 1992. A presença de dois Batman se deve a uma aventura ligada ao multiverso. A versão mais recente do roteiro é assinado por Christina Hodson (“Aves de Rapina”) e adaptará o famoso arco “Ponto de Ignição” (Flashpoint), que mostra Flash viajando ao passado para evitar o assassinato de sua mãe – um ato que tem consequências radicais na linha do tempo. O resto do elenco destaca Kiersey Clemons (que aparece na versão “Liga da Justiça de Zack Snyder”) como Iris West, Sasha Calle (“The Young and the Restless”) como Supergirl, a atriz mexicana Maribel Verdú (“E sua Mãe Também”) como Nora Allen, a mãe de Flash, e Ron Livingston (“Invocação do Mal”) como Henry Allen, substituindo Billy Cudrup (também visto em “Liga da Justiça”) como pai do super-herói. A estreia está marcada para novembro de 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andy Muschietti (@andy_muschietti)
Rick and Morty: 5ª temporada terá estreia simultânea no Brasil
O canal pago Warner anunciou que fará a estreia da 5ª temporada de “Rick and Morty” no mesmo dia de seu lançamento nos EUA. O primeiro episódio será exibido em 20 de junho na faixa da meia-noite do canal. Outro detalhe é que, depois da estreia, a temporada completa será disponibilizada na HBO Max. A plataforma chega ao Brasil nove dias depois, no dia 29 de junho. A série é uma criação de Dan Harmon (“Community”) e Justin Roiland (“Solar Opposites”), e acompanha o cientista louco Rick e seu neto Morty em aventuras pelo tempo, espaço e outras dimensões, com grande impacto na realidade de sua família – e também na cultura pop. Mega-influente, “Rick and Morty” é responsável pelo boom atual de novos desenhos adultos de temática sci-fi, que incluem “Midnight Gospel”, “Solar Opposites” e vários outros projetos em desenvolvimento. Para dar noção de como a produção é apreciada, “Rick and Morty” recebeu uma encomenda de mais 70 episódios em 2018, e desde então só 20 foram produzidos, já contando com os 10 da 5ª temporada. Veja abaixo o trailer dos novos capítulos.
Intérpretes de Shazam e Gavião Negro compartilham fotos de encontro
Os intérpretes de Shazam e Gavião Negro, Zachary Levi e Aldis Hodge, postaram em suas páginas no Instagram uma foto em que aparecem juntos. E como os dois referenciaram seus personagens na legenda, vários fãs dos quadrinhos ficaram imaginando um encontro cinematográfico. É verdade que os dois estão trabalhando simultaneamente em seus filmes do DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics). Entretanto, quem prestar atenção no texto dos posts poderá reparar que eles também compartilham a mesma paixão pelo golfe, que foi a verdadeira razão que os juntou, numa folga de seus trabalhos atuais. Zachary Levi está atualmente filmando “Shazam! Fúria dos Deuses”, a continuação de “Shazam!”, no Canadá, enquanto Aldis Hodge vai estrear como Gavião Negro em “Adão Negro”, que está sendo filmado em Atlanta, na Geórgia (EUA). Enquanto o filme de Hodge estreia em julho do ano que vem, o de Levi só chegará aos cinemas em 2023. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Aldis Hodge (@aldis_hodge) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zachary Levi (@zacharylevi)
Trailer de “Stargirl” introduz filha do Lanterna Verde
A rede americana The CW divulgou o trailer da 2ª temporada de “Stargirl”. A prévia explora o inconformismo de Courtney (Brec Bassinger) por ter que equilibrar seu cotidiano escolar com a vida de super-heroína, além de introduzir o vilão da temporada e uma nova super-heroína. Embora não surja de uma forma muito amistosa, Jade (Jennifer-Lynn Hayden) é uma heroína, filha do Lanterna Verde original (Alan Scott) e da supervilã Espinho (Rose Canton). Introduzida em 1983, ela foi membro fundadora da Corporação Infinito (no original, Infinity Inc.), uma versão teen da Sociedade da Justiça, muito parecida com a formação dos heróis reunidos em “Stargirl”. Também integrou a Sociedade da Justiça adulta, a Liga da Justiça, liderou os Renegados (Outsiders) e foi apagada da existência pelo Dr. Manhattan (ele mesmo, de “Watchmen”)… Já o Penumbra (Shade), também conhecido como Sombra, é um vilão imortal criado em 1942, integrante da Sociedade da Injustiça e inimigo clássico do Flash que eventualmente se tornou um anti-herói nos quadrinhos, numa revisão dos anos 1990. Como seu próprio nome sugere, o personagem tem o poder de controlar sombras, além de ter adquirido a imortalidade através de magia. O ator Jonathan Cake (“Desperate Housewives”) interpreta o vilão e a atriz Ysa Penarejo (“Project Mc²”) a heroína. A 2ª temporada de “Stargirl” estreia em 10 de agosto nos EUA.
“Um Lugar Silencioso 2” é primeiro filme a superar US$ 100 milhões nos EUA
“Um Lugar Silencioso – Parte II” voltou ao 1º lugar das bilheterias nos EUA neste fim de semana, em que também comemorou um recorde de arrecadação da pandemia, tornando-se o primeiro lançamento a ultrapassar US$ 100 milhões em vendas de ingressos na América do Norte. Entre sexta e domingo (13/6), a produção da Paramount gerou mais US$ 11,7 milhões, chegando a um total de US$ 108 milhões na bilheteria doméstica. O longa atingiu esse montante em 20 dias, batendo um recorde que pertencia a “Godzilla vs. Kong”, que após dois meses e meio em cartaz está atualmente como US$ 99,6 milhões nos EUA e Canadá. Ao todo, o filme dirigido por John Krasinski e estrelado por Emily Blunt tem US$ 188 milhões mundiais. O sucesso da Paramount significa uma decepção da Warner. Aguardadíssimo, o musical “Em um Bairro de Nova York” (In the Heights) era a principal aposta da semana, mas abriu em 2º lugar. A arrecadação veio muito abaixo do esperado, diante do embalo dos lançamentos recentes, sinalizando que a propalada recuperação do circuito norte-americano ainda está longe da realidade. A adaptação do espetáculo da Broadway de Lin-Manuel Miranda faturou US$ 11,4 milhões em 3.456 cinemas em seus primeiros quatro dias de lançamento, abaixo das expectativas que sugeriam US$ 20 milhões. Nunca ficou claro porque especialistas e várias publicações de cinema dos EUA contabilizavam “Em um Bairro de Nova York” como um dos blockbusters da temporada bem antes de sua estreia. Superestimaram o nome de Lin-Manuel Miranda, devido ao sucesso teatral de “Hamilton”, e esqueceram que musical é um gênero que o público de cinema considera antiquado há muitos anos. Se lotassem salas de exibição, Hollywood faria mais musicais que filmes de super-heróis. Não é o que acontece. Para complicar, “Em um Bairro de Nova York” também foi lançado simultaneamente na HBO Max, o serviço de streaming da controladora do estúdio Warner Bros. E ao contrário de outras estreias simultâneas, como “Godzilla vs. King Kong”, “Mortal Kombat” e “Invocação do Mal 3: A Ordem Do Demônio”, a WarnerMedia não soltou comunicado exaltando seu desempenho. Por outro lado, o filme foi elogiadíssimo pela crítica norte-americana, que o consagrou com 96% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, uma performance de candidato ao Oscar. Ironicamente, isto contabiliza outro equívoco da Warner sobre a produção. Em vez de servir como entretenimento leve de verão – o que não deixa de ser – , “Em um Bairro de Nova York” poderia ter causado maior impacto na temporada de fim de ano, rumo ao Oscar. Outra estreia da semana, o híbrido “Pedro Coelho 2 – O Fugitivo”, acabou em 3º lugar com US$ 10,4 milhões em 3.346 telas. Trata-se de outra decepção, considerando o bom desempenho dos lançamentos infantis durante a pandemia, como a animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” da Universal e o igualmente híbrido “Tom & Jerry – O Filme”, da Warner. No exterior, os coelhos falantes tiveram melhor recepção, elevando sua soma global a US$ 68,3 milhões. Depois de estrear no topo na semana passada, “Invocação do Mal 3: A Ordem Do Demônio” caiu para o 4º lugar com US$ 10 milhões em 3.237 locais, o que deixou sua arrecadação doméstica completa em US$ 43,7 milhões. Em todo o mundo, o filme já faturou US$ 111,8 milhões. O Top 5 se fecha com “Cruella” da Disney, que fez mais US$ 6,7 milhões em 3.307 locações. Depois de três semanas, “Cruella” soma US$ 56 milhões nos EUA e Canadá e US$ 129,3 milhões mundiais, mesmo disponibilizado simultaneamente na plataforma Disney+ – por uma taxa extra (US$ 30 nos EUA).
“Y: O Último Homem” ganha segunda “primeira” foto
Agora vai. Mais de dois anos depois da divulgação da primeira foto, a série “Y: The Last Man” ganhou seu segundo clique oficial. Publicada no Instagram da showrunner Eliza Clark, a cena foi acompanhada pela data de estreia: em 13 de setembro na plataforma americana Hulu. A imagem mostra o cenário apocalíptico do começo da história, revelando o protagonista Yorik com a máscara de gás que caracteriza suas aparições iniciais nos quadrinhos, em meio a uma pilha de carros abandonados pelo seu caminho. A demora entre a produção inicial e o lançamento se deve ao fato de a série ter sido reiniciada no começo dos trabalhos, mudando showrunner, intérprete principal e boa parte do elenco. A nova foto é a primeira da versão que realmente vai ser exibida para o público. Baseado num dos quadrinhos mais premiados da Vertigo (a antiga divisão adulta da DC Comics), lançados no Brasil como “Y: O Último Homem”, o projeto teve início há seis anos, quando o próprio autor da publicação, Brian K. Vaughan, escreveu um roteiro em parceria com o roteirista Michael Green (“Logan”) para o canal pago FX. O primeiro piloto foi gravado em 2018, mas a decisão de produzir a série só foi tomada um ano depois. Entretanto, a produção voltou à estaca zero com a saída de Michael Green, que se demitiu após uma crise criativa com a emissora. Para seu lugar, a FX contratou Eliza Clark (produtora-roteirista de “The Killing” e “Animal Kingdom”) e a encarregou de refazer o piloto. Mas a notícia não agradou parte do elenco. Entre eles, Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”), intérprete de Yorik, que preferiu ir filmar “Eternos” na Marvel. Ben Schnetzer, que participou de “A Menina que Roubava Livros” (2013), “Warcraft” (2016) e “7 Dias em Entebbe” (2018), assumiu o posto do “Último Homem” na reformulação. Mas a série também perdeu Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”) e outras estrelas importantes. Foi realmente preciso começar tudo de novo, aproveitando apenas Diane Lane (“Batman vs Superman”), remanescente do elenco inicial, no papel da presidente dos EUA. O novo elenco ainda destaca Olivia Thirlby (em sua segunda adaptação de quadrinhos, após “Dredd” em 2012) e Ashley Romans (“NOS4A2”) como Hero Brown, a irmã de Yorick, e a agente 355, respectivamente. A história vencedora de cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, e publicada ao longo de 60 edições entre 2002 e 2008 acompanha o jovem ilusionista Yorick Brown, que fica perplexo ao se descobrir sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que ele é o último homem da terra, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens, visando impedir a extinção da humanidade. “Y: O Último Homem” é a segunda criação de Brian K. Vaughan a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos “Fugitivos” (Runaways), que renderam três temporadas na plataforma Hulu. “Y” será lançada no mesmo endereço, na aba “FX on Hulu”, dedicada a produções da FX lançadas diretamente em streaming. Mas vale reparar que a produção demorou tanto que outra série com a mesma premissa, “Creamerie”, foi produzida nesse meio tempo e já exibiu sua 1ª temporada completa neste ano na programação televisiva da Nova Zelândia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Eliza Clark (@elizaaclarkw)
Diretor revela título da continuação de “Aquaman”
O diretor James Wan revelou o título da continuação de “Aquaman”, que ele voltará a dirigir e trará novamente Jason Momoa no papel principal. Wan publicou imagens do título em postagens feitas nesta quinta (10/6) nas redes sociais, revelando que a produção vai se chamar “Aquaman and the Lost Kingdom” (Aquaman e o Reino Perdido, em tradução literal). Na publicação feita no Instagram, ele ainda escreveu: “A maré está subindo”. A observação se deve ao fato das imagens terem sido feitas durante um “encontro de produção” oficial do filme, indicando que as filmagens vão começar em muito breve. O roteirista David Leslie Johnson-McGoldrick é quem está trabalhando no script. Além de ter ajudado a escrever o primeiro “Aquaman”, ele também colaborou com o diretor James Wan em “Invocação do Mal 2”. Junto com Jason Momoa, a produção também contará com retornos previstos de Amber Heard como Mera, Patrick Wilson como Mestre do Oceano, Yahya Abdul-Mateen II como Arraia Negra e Temuera Morrison como Tom Curry, o pai de Aquaman. A estreia está agendada para dezembro de 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por James Wan (@creepypuppet)
“O Senhor dos Anéis” vai ganhar longa animado
A Warner anunciou um retorno à Terra Média. O estúdio prepara um longa animado sobre o universo de “O Senhor dos Anéis”, criado por J.R.R. Tolkien. Intitulado “The Lord of the Rings: The War of the Rohirrim” em inglês, o lançamento da New Line e da Warner Bros. Animation contará com direção e produção de Kenji Kamiyama e Joseph Chou, dupla por trás dos recentes animes “Ghost in the Shell SAC_2045” e “Ultraman” na Netflix. O roteiro está a cargo de Jeffrey Addiss e Will Matthews, que trabalharam juntos em outra produção da Netflix, “O Cristal Encantado: A Era da Resistência”. Vale lembrar que a trama clássica de “O Senhor dos Anéis” já foi transformada num longo animado. O desenho homônimo foi lançado em 1978 com direção do lendário Ralph Bakshi (“O Gato Fritz”), mas não fez um décimo do sucesso das produções live-action da Warner comandadas por Peter Jackson nos anos 2000. Jackson não está envolvido no novo projeto, mas Philippa Boyens, que co-escreveu as trilogias dos “Anéis” e do “Hobbit” serve como consultora da animação. A trama tem ligação com a trilogia cinematográfica – e os livros de Tolkien – , ao se concentrar em uma história não contada por trás do Abismo de Helm, a fortaleza no centro da batalha épica de “As Duas Torres”. A história será ambientada centenas de anos antes da guerra e, de acordo com o anúncio, será centrada em Helm Mão-de-Martelo, o rei de Rohan. “Todos nós da New Line sentimos uma profunda afinidade com o mundo extraordinário que JRR Tolkien criou, então a oportunidade de mergulhar de volta na Terra Média com a equipe da Warner Bros. Animation é um sonho que se tornou realidade”, disserem em comunicado conjunto a COO da Warner Bros. Carolyn Blackwood e o presidente e CCO da New Line, Richard Brener. “Os fãs conhecem o Abismo Deep como o palco de uma das maiores batalhas já filmadas e, com muitos dos mesmos criadores visionários envolvidos e o brilhante Kenji Kamiyama no comando, não poderíamos estar mais animados para apresentar uma nova visão de sua história que convidará o público global a experimentar a rica e complexa saga da Terra Média de uma maneira nova e emocionante. ” A trilogia inicial dos Anéis arrecadou US$ 2,9 bilhões e venceu 17 Oscars. Seu sucesso continuou em muitas edições de DVD/Blu-ray, como referência da cultura pop e como atração para o turismo na Nova Zelândia, onde os filmes foram feitos. Por conta dessa popularidade, a Amazon adquiriu os direitos para transformar esse universo numa série, que será a mais cara de todos os tempos, custando quase meio bilhão de dólares por temporada. Ainda não há previsão para o lançamento da animação ou para a série de “O Senhor dos Anéis”.












